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15 de agosto de 2019

Feira de Agosto na Casa Do João – Venha Participar!


Sábado e Domingo tem Feira linda na Casa do João, com vários sorteios e brindes!

 

Lindos artesanatos, moda feminina e masculina, e muita comidinhas deliciosas.

 

No domingo tem teatro com pipoca para a criançada.

Teatro Infantil: Branca de Neve e os Sete Anões.

 

Feijoada para comer no local ou marmitex com área de alimentação e brinquedoteca.

 

Sábado. Das 11:00H às 18:00H | Domingo. Das 11:00H às 17:00H
LOCAL: RUA 2, AVS.22 E 24 N°2174 – CENTRO

Venham conhecer a Casa do João!

 

 

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Entrada gratuita. 


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13 de agosto de 2019

Briga de Vereadores Interrompe a Votação de Projetos de Lei na Câmara Municipal de Rio Claro


A sessão começou tranquila, e os Vereadores Yves Carbinatti e Luciano BonSucesso não compareceram.

 

Início de Sessão

 

 

No meio da sessão após uma pauta sobre saúde, os próprios vereadores que compareceram nessa segunda-feira (12) na câmara municipal, brigaram entre si e houve acusação de agressão por parte do Vereador Seron do Proerd X Vereador Rafael Andreeta.

 

 

Ameaça

 

O tumulto começou quando o vereador Rafael Andreeta (PTB) comentou sobre a atuação do vereador Seron (DEM) nos últimos meses em relação a cidade e ao governo “Juninho da Padaria”, dando a entender que o nobre vereador seria só um brinquedo do prefeito onde o mesmo o controla, então começou a troca de dissabores entre os vereadores.

 

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A população ficou revoltada com o descaso dos vereadores envolvidos, e que interromperam ou mesmo se omitiram da votação de outros Projetos de Lei que estavam em votação na sessão plenária.

 

A situação da Saúde de Rio Claro/SP

 

 

Populares que estavam acompanhando a sessão ficaram horrorizados com a falta de comunicação e de ordem da própria mesa diretora, que por sua vez encerrou a sessão na Câmara Municipal de Rio Claro/SP.

 

 

 


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13 de agosto de 2019

Míriam Leitão detona Moro e manda Deltan sair da Lava Jato


A Globo atira seus canastrões ao mar.

Míriam Leitão resolveu rifar Sergio Moro.

 

Em sua coluna no Globo deste domingo, dia 11, ela denuncia “o erro político” da Lava Jato.

 

É a primeira vez, desde que a revelação dos diálogos pelo Intercept veio à tona há 45 dias, que Míriam fala do chegado Moro, que ela ajudou a transformar nesse heroi de fancaria.

 

Eles estiveram juntos em 2016, no lançamento do livro de seu filho Vladimir Netto sobre as façanhas da turma da República de Curitiba.
Moro e os procuradores deram autógrafos, posaram para fotos com a dupla de jornalistas da Globo, brilharam como estrelas de novela.

 

“Fico feliz duplamente, como mãe e como jornalista pelo trabalho do Vladimir pela profundidade da apuração sobre a história que está mudando o Brasil”, disse ela na ocasião.

 

“Profundidade da apuração”. Bullshit.

 

Em seu artigo de hoje, Míriam acusa a “camaradagem entre a acusação e o juízo”.
Ora. Estavam todos juntos naquele convescote memorável: o ex-juiz e sua “equipe”, radiantes, do seu ladinho, na cara dura.

 

Estava tudo errado desde o início. O livreco sempre foi uma empulhação, a promiscuidade dos Leitão com Moro e cia., um absurdo.

 

Agora ela tenta se livrar dos rapazes. Só vamos deixar claro que ninguém enganou ninguém.

 

Acima de tudo, a coluna mostra a inflexão da Globo: está na hora de jogá-los ao mar.

 

O pior erro cometido pela Lava-Jato foi deixar-se usar politicamente e parecer bolsonarista. Isso foi ótimo para o grupo que chegou ao Planalto, mas prejudicial aos objetivos da operação. O movimento anticorrupção é amplo, e o presidente Jair Bolsonaro não é um modelo de ética. A manipulação política ficou mais fácil quando o juiz Sergio Moro tirou a toga e foi para o Ministério da Justiça, onde, como diz seu atual chefe, vive a “angústia” de não ter o poder que tinha. Em favor da Lava-Jato, o procurador Deltan Dallagnol deveria pedir para sair da força tarefa.

 

Moro deveria saber, mas não soube, que como foi da caneta dele que saiu a sentença que acabou afastando o candidato que estava em primeiro lugar nas pesquisas, ele jamais poderia ir trabalhar com o que estava em segundo e acabou beneficiado, vencendo a eleição. Desde que assumiu, só se enfraqueceu. Esta semana foi fritado pelo presidente: “Entendo a angústia do Moro, mas ele não julga mais ninguém”. Moro entregou sua toga e agora tem que ouvir isso do governante ao qual aderiu.

 

Como cidadão, Moro pode ter preferência política. Como juiz, não deveria. Alguns integrantes da Lava-Jato deixaram claras suas inclinações durante a eleição, favorecendo o uso político da operação. Esse é o erro original. Se a Lava-Jato quiser reparar os estragos terá que se mostrar acima das divisões partidárias. (…)

 

Mais do que uma ou outra frase, a visão geral que fica dos diálogos divulgados pelo “The Intercept” é a de que havia uma camaradagem entre a acusação e o juízo, o que é inaceitável dentro do devido processo legal. O MP tem que fazer o máximo para condenar aqueles que acusa diante da Justiça, como a defesa tudo faz na proteção do seu cliente. Mas não se pode cruzar a linha que separa o juiz das partes. Nessa travessia, a culpa maior é do juiz, se ele escolhe um lado antes de julgar. (…)

 

Quando Moro assumiu, disse que estava cansado de levar bola nas costas. É o que mais tem feito atualmente. Se foi para o governo de olho numa vaga no STF, calculou errado: o tempo de espera é longo e para ele ter o prêmio terá que sempre fechar os olhos para os inúmeros fatos que antes condenava: o laranjal do ministro do Turismo, a rachadinha no gabinete do filho do presidente, as inúmeras vezes em que o presidente feriu o princípio da impessoalidade. Para Bolsonaro, tudo é pessoal. Todas as decisões que toma, ele mesmo anuncia que têm razões pessoais: do filé mignon para os filhos ao ataque aos jornais. Para quem, como Moro, fez uma carreira combatendo a improbidade administrativa fica incoerente. Para dizer o mínimo.

 

A Lava-Jato é admirada por combater uma velha chaga nacional. Inúmeros políticos foram atingidos, além do ex-presidente Lula. Quem ajudou a criar a confusão foram integrantes da própria operação, com os seus erros. É isso que a ameaça, e não as eventuais críticas feitas a algumas ações dos seus integrantes. A ordem da juíza da 13ª Vara Federal esta semana, por exemplo, foi um despropósito e pareceu perseguição a Lula. De tão equivocada, conseguiu a proeza de juntar, contra ela, 12 partidos e 10 ministros do Supremo. O maior perigo da Lava-Jato é interno.

 

 

Fonte: Diário do Centro do Mundo

Foto: Miriam Leitão, Moro e o filho dela, Vladimir Netto,

no lançamento do livro sobre a Lava Jato


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13 de agosto de 2019

Você usa 5 critérios para decidir se algo é certo ou errado


Segundo dois especialistas em psicologia da moral, resolvemos qualquer dilema baseados nestes mesmos pilares.

 

Independentemente da cultura, religião ou time de futebol, sua percepção de que algo é certo ou errado segue um mesmo processo mental. Essa é a teoria dos pesquisadores Jesse Graham, da Universidade do Sul da Califórnia, e Jonathan Haidt, da Universidade de Nova York.

 

Seu grupo de pesquisa investiga o código moral de diferentes sociedades. Eles resumiram anos de estudo na Teoria dos Fundamentos Morais – de acordo com ela, o que é moralmente correto pode variar de grupo para grupo, mas tudo depende de 5 pilares fundamentais. São eles:

 

Cuidado

Este primeiro fundamento apela para o nosso instinto de evitar a dor – e de não gostar de ver os outros sofrendo também. Seres humanos desenvolveram tendências neurológicas de se apegar a outras pessoas e se compadecer delas. Assim, uma decisão parece “moral” quando promove o cuidado de alguém, e amoral quando prejudica ou machuca outra pessoa.

 

Reciprocidade

O pilar se baseia na percepção que temos quando estamos recebendo um tratamento que não merecemos – até animais apresentam essa intuição. É a partir desse sentimento que a ciência acredita que desenvolvemos os conceitos sociais de justiça, liberdade e igualdade. O significado varia de cultura para cultura, mas a sensação intuitiva de que não está existindo reciprocidade entre a sua ação e a reação de outra pessoa já nasce com você.

 

Lealdade

Somos bichos tribais e criamos ligações com a comunidade. Assim, o que é benéfico para o grupo tende a ser considerado moral, e uma ação contra a coletividade dá aquele aperto no coração – quaisquer que sejam os costumes da sua “tribo”.

 

Autoridade

Esse pilar também nasce da nossa coletividade enquanto espécie: com as vantagens que as estruturas hierárquicas trouxeram para as comunidades de Homo sapiens, teríamos a tendência de respeitar tradições e figuras de autoridade – e achar mais “corretas” as decisões que vão nessa linha. Mas existe um grande porém: esse pilar só se aplica quando acreditamos que a autoridade dessas pessoas é legítima.

 

Pureza

Por último, vem a noção de que algo certo se aproxima da pureza e algo errado, da sujeira ou degradação. É baseado na ideia do nojo como uma das nossas reações mais primitivas e importantes para a evolução da espécie. Nojo de mofo, por exemplo, pode ter salvado um dos seus antepassados.

 

Na psicologia, esse nojo já foi usado para controlar as pessoas (a igreja, por exemplo, pregava a associação entre nojo e a quebra da castidade). Mas a ideia de que uma decisão “certa” tem uma motivação nobre e elevada e que o “errado” é o carnal e sujo é mais antiga que a religião católica. O que varia é o que é considerado sujo ou puro para cada cultura.

 

Os psicólogos da Teoria dos Fundamentos da Moral acreditam que as pessoas interpretam esses pilares de formas diferentes, de acordo com sua cultura ou inclinação política. Pessoas mais progressistas, por exemplo, associam o pilar da reciprocidade ao conceito de igualdade: “todos merecem os mesmos direitos inatos”. Já os conservadores acham que o justo é a proporcionalidade: “você merece direitos de acordo com as suas ações e contribuições”. Além disso, sociedades dão diferentes pesos para os 5 pilares – mas eles sempre estão, de alguma forma, presentes toda vez que você reflete sobre a moral e a ética.

 

 

Fonte: Super Interessante

Foto:  Zakokor/iStock


ministerio
13 de agosto de 2019

Inquérito irá verificar alvarás de mineradoras e extratoras de argila em Santa Gertrudes


Falta de pavimentação estaria prejudicando qualidade do ar.

 

A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de Rio Claro ajuizou, na última sexta-feira (9/8), inquérito civil para apurar notícia de irregularidades na autorização, permissão ou concessão, por parte da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), de licenças a empresas de mineração e extração de argila em Santa Gertrudes sem que seja cumprida a obrigação de pavimentar as vias de escoamento da produção, feito por caminhões. A situação pode comprometer a qualidade do ar e, consequentemente, a saúde pública.

 

O procedimento teve início com o recebimento de representação do secretário de Meio Ambiente de Santa Gertrudes, Clovis Bitencourt Sobrinho. O titular da pasta frisa que, apesar das licenças concedidas, as estradas usadas pelas empresas não foram asfaltadas. A Secretaria de Meio Ambiente emitiu parecer contrário à liberação de funcionamento para novas empresas dos setores, com o intuito de não agravar o quadro já instalado.

 

Entre as diligências determinadas no inquérito pelo promotor de Justiça Gilberto Porto Camargo está o pedido, ao município e à Cetesb, de cópias integrais dos procedimentos administrativos de pedidos de alvará de funcionamento ou certidões de uso e ocupação do solo para 12 empresas de mineração.

 

Fonte: Núcleo de Comunicação Social.
Ministério Público do Estado de São Paulo
Rua Riachuelo, 115 – São Paulo (SP)
comunicacao@mpsp.mp.br
Tel: (11) 3119-9027 / 9028 / 9031 / 9032 / 9039 / 9040 / 9095


ministerio
9 de agosto de 2019

Promotoria instaura inquérito para averiguar proliferação de escorpiões em Santa Gertrudes


Materiais deixados por empresa teriam virado criadouro.

 

Nesta quinta-feira (8/8), o promotor de Justiça do Meio Ambiente de Rio Claro, Gilberto Porto Camargo, instaurou um inquérito civil contra a empresa Rumo Logística Operadora Multimodal S/A, após tomar conhecimento, pela Prefeitura Municipal de Santa Gertrudes, do impedimento na fiscalização da situação dos dormentes acumulados e deixados pela empresa, focos de potencial proliferação de escorpiões. Dormentes são peças que atravessam o leito de uma estrada de ferro, sobre as quais os trilhos são assentados.

 

Segundo Camargo, em 2018 o Ministério Público ajuizou uma ação civil pública ambiental contra o município de Santa Gertrudes, culminando na homologação judicial de um acordo em que a municipalidade, dentre outras obrigações, se comprometeu a identificar periodicamente, segundo cronograma anual, os focos de criadouros de escorpiões e outros aracnídeos em áreas públicas urbanas pertencentes ao Estado e à União, comunicando o órgão público competente para a respectiva limpeza, dedetização ou higienização, no prazo de 30 dias. Pelo acordo, o munícipio deveria ainda fiscalizar os focos em áreas privadas urbanas, autuando ou multando os proprietários dos imóveis, para a devida limpeza, dedetização ou higienização no local; ou providenciar o respectivo serviço, repassando o custo ao responsável, no prazo de 30 dias, encaminhando anualmente o relatório de cumprimento das obrigações ao Ministério Público.

 

Após a representação, a diretora administrativa de Saúde de Santa Gertrudes, Silvia Elena Augusto, encaminhou e-mail ao MPSP afirmando que, nos últimos dias em que foram realizadas as ações de captação naquela área, a situação com relação à quantidade de animais encontrados foi alarmante.

 

O Ministério Público oficiou à Cetesb, ao Ibama, à Vigilância Sanitária Municipal, ao Departamento de Biologia da UNESP – Campus de Rio Claro e à Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde Pública da Comarca de Rio Claro para as providências cabíveis, aguardando-se novas informações por 90 dias, para o prosseguimento da investigação, até a solução do problema.

 

 

Fonte: Núcleo de Comunicação Social.
Ministério Público do Estado de São Paulo
Rua Riachuelo, 115 – São Paulo (SP)
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feena
29 de julho de 2019

Gaema Piracicaba promove reuniões para prevenção e controle de incêndios florestais


Setores e órgãos públicos apresentaram propostas.

 

Nos últimos dias 25 e 26 de julho, foram realizadas em Piracicaba reuniões promovidas pelo Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema) sobre prevenção, monitoramento e combate a incêndios florestais, em lavouras de cana-de-açúcar e em rodovias. A iniciativa é coordenada pela promotora de Justiça Alexandra Facciolli Martins e pelo 16º Grupamento do Corpo de Bombeiros.

 

Diversos setores e órgão públicos foram chamados a colaborar, dentre eles a Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade (CFB/ Sima), Fundação Florestal, Instituto Florestal, Cetesb, Polícia Militar Ambiental e Escritório de Defesa Agropecuária de Piracicaba. Os encontros têm como objetivo a elaboração de estratégias regionais para a melhoria das medidas de prevenção, monitoramento e combate aos incêndios florestais e em lavouras de cana-de-açúcar na área de abrangência do Gaema Piracicaba.

 

Foram discutidas providências para a criação de redes de apoio regionais de prevenção e que possam prover respostas mais rápidas e eficientes. Pretende-se, ainda, por meio da articulação, otimizar recursos e aperfeiçoar a comunicação.

 

A primeira reunião, na manhã do dia 25 de julho, foi realizada com o setor sucroenergético. União da Agroindústria Canavieira (Unica), Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba (Afocapi), Raízen, Grupo Furlan, Usina Ester, USJ Açúcar e Álcool, entre outras, apresentaram os compromissos assumidos pela indústria e associações de fornecedores de cana por meio do Protocolo Agroambiental Etanol Mais Verde, que prevê a eliminação da queima como método de colheita. Além disso, foram também expostos os esforços adotados para a manutenção de uma estrutura adequada de prevenção e de combate rápido aos incêndios.

 

Na mesma data, no período da tarde, o DER, a Artesp e as concessionárias de rodovias da região, como AutoBAn, Centrovias e Intervias, também compareceram para esclarecer sobre as ações adotadas, apresentando os dados de monitoramento e os procedimentos para atendimento e comunicação.

 

Em 26 de julho os encontros foram com as administrações municipais da região, com o objetivo de verificar a estrutura de atendimento pela Defesa Civil e a necessidade de sua adequação para viabilizar a formação das redes de apoio regionais coordenadas pelo Corpo de Bombeiros. Também está sendo estimulada a ampliação das adesões ao Sistema Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais – Operação Corta Fogo.

 

A educação ambiental e a comunicação com a sociedade sobre a eliminação do uso de fogo e sobre os riscos de incêndios florestais também foram apontadas por todos os participantes como imprescindíveis para o sucesso do projeto.

 

Nos dias 30 de julho e 1º de agosto acontecerão mais encontros. Fazem parte do Gaema Piracicaba os municípios de Águas de São Pedro, Americana, Analândia, Capivari, Charqueada, Cordeirópolis, Corumbataí, Ipeúna, Iracemápolis, Itirapina, Limeira, Mombuca, Piracicaba, Rafard, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d’Oeste, Santa Gertrudes, Santa Maria da Serra e São Pedro.

 

Fonte: Núcleo de Comunicação Social
Ministério Público do Estado de São Paulo
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Foto: Bom dia Cidade


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23 de julho de 2019

Saiba mais sobre o Art. 9 da Lei de Improbidade Administrativa – Lei 8429/92


Lei nº 8.429 de 02 de Junho de 1992

 

Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências.

 

Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

 

I – receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público;

 

II – perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem móvel ou imóvel, ou a contratação de serviços pelas entidades referidas no art. 1° por preço superior ao valor de mercado;

 

III – perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público ou o fornecimento de serviço por ente estatal por preço inferior ao valor de mercado;

 

IV – utilizar, em obra ou serviço particular, veículos, máquinas, equipamentos ou material de qualquer natureza, de propriedade ou à disposição de qualquer das entidades mencionadas no art. 1° desta lei, bem como o trabalho de servidores públicos, empregados ou terceiros contratados por essas entidades;

 

V – receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indireta, para tolerar a exploração ou a prática de jogos de azar, de lenocínio, de narcotráfico, de contrabando, de usura ou de qualquer outra atividade ilícita, ou aceitar promessa de tal vantagem;

 

VI – receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indireta, para fazer declaração falsa sobre medição ou avaliação em obras públicas ou qualquer outro serviço, ou sobre quantidade, peso, medida, qualidade ou característica de mercadorias ou bens fornecidos a qualquer das entidades mencionadas no art. 1º desta lei;

 

VII – adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;

 

VIII – aceitar emprego, comissão ou exercer atividade de consultoria ou assessoramento para pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público, durante a atividade;

 

IX – perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza;

 

X – receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indiretamente, para omitir ato de ofício, providência ou declaração a que esteja obrigado;

 

XI – incorporar, por qualquer forma, ao seu patrimônio bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1° desta lei;

 

XII – usar, em proveito próprio, bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1° desta lei.


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23 de julho de 2019

Rio Claro tem déficit de 42 policiais civis


Faltam pelo menos 853 policiais, um déficit de 45%, maior que a média de todo o Estado. As cidades que compõem o Departamento de Polícia Judiciária do Interior Nove (Deinter 9), na região de Piracicaba, têm o maior déficit de policiais civis de todo Estado de São Paulo. Segundo a lei, a região precisa ter 1.897 profissionais para prestar um serviço adequado à população e oferecer boas condições de trabalho, mas faltam pelo menos 853 policiais, um déficit alarmante de 45%.

 

O índice é maior que a média de todo o Estado, que fica em 34%. A defasagem de cada região é calculada levando em consideração o número de policiais previsto em lei e o número de cargos ocupados. “Não podemos mais continuar trabalhando nessas condições. O governador precisa agir rápido para repor os quadros.

 

A Polícia Civil está adoecendo, os policiais estão prejudicando a própria saúde para não deixar a população desassistida”, afirma a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP), Raquel Kobashi Gallinati.

 

Atualmente, toda a região conta com 1.044 cargos ocupados, entre delegados, investigadores, escrivães, agentes policiais, agentes de telecomunicações, papiloscopistas e auxiliares de papiloscopista. Os dados para o cálculo são fornecidos pela Secretaria de Segurança Pública e se referem ao número de policiais em atividade até dezembro de 2018.

 

Por isso, o déficit pode ser ainda maior, já que não estão contabilizadas as baixas provocadas por aposentadorias e exonerações que aconteceram desde 1º de janeiro deste ano até o momento.

 

Além do déficit de funcionários, outro problema enfrentado pela polícia são os baixos salários, as deficiências na estrutura e a falta de equipamentos básicos de segurança, como o colete à prova de balas. “Uma das promessas de campanha do governador era que a polícia paulista teria os melhores salários do Brasil até o final do seu mandato. Já se passaram seis meses e até o momento ele não definiu um índice, nem afirmou quando esse reajuste será aplicado”, completa Raquel.

 

Os reflexos desse sucateamento são sobrecarga de trabalho, acúmulo de funções e trabalho em escala de sobreaviso durante todo o mês, sem descanso.

 

RIO CLARO

 

 

 

Em Rio Claro, no total são 119 policiais civis atuando no município, porém, pela lei o número deveria ser de 161, ou seja, menos 42 profissionais.

 

REUNIÃO

 

A presidente do SINDPESP visita Piracicaba nesta segunda-feira (22) para ouvir dos policiais qual o impacto desse déficit nas condições de trabalho e no atendimento à população. “Um policial civil, por exemplo, é obrigado a cumprir a função de quatro ou cinco. Desta forma, normas do direito internacional do trabalho são frontalmente desrespeitadas, pois não se permite ao profissional o direito ao descanso. Ele fica 24 horas de sobreaviso o mês inteiro”, avalia a presidente.

 

Fonte: Diário do Rio Claro


senac
23 de julho de 2019

Evolução tecnológica gera alternativas econômicas às empresas e otimização de processos


Conceitos como Internet das Coisas e economia criativa digital modernizam funcionalidades corporativas e integram informações

 

A evolução tecnológica está fomentando a automação de serviços e sistemas que proporcionam alternativas administrativas mais econômicas às empresas, como a redução de custos e otimização de investimentos. Com isso, projetos integrados que conectam dispositivos fixos e móveis são grandes elementos dessa nova relação e já estão mais do que presentes no cotidiano corporativo.

 

Para Fernando de Souza Pereira, docente da área de tecnologia da informação do Senac Piracicaba, se pensarmos nossa rotina diária hoje, estamos completamente conectados por meio de aplicativos, seja pessoalmente ou profissionalmente. “Atualmente, conceitos como a Internet das Coisas, o avanço da linguagem de programação e até o fenômeno das redes sociais nos liga, mesmo que indiretamente, a um único ponto de conexão: a web”.

 

Segundo o docente, bons exemplos dessa integração são ferramentas básicas como o WhatsApp, Facebook e Instagram, que não são mais pensadas somente do ponto de vista social, mas como ações integrativas de capital. “Se a empresa conseguir aproveitar essa variedade de tecnologias e dispositivos, ela já terá uma predisposição a assumir a vanguarda econômica e administrativa perante a concorrência”.

 

Fundamentais à economia criativa digital, os dispositivos tecnológicos, aliados a ilimitada criatividade humana, possibilitam um avançado processamento e desempenho dos serviços empresariais. “Os exemplos vão desde um aplicativo de entrada e saída de despesas a grandes plataformas bancárias digitais”, pontua Fernando.

 

Um exemplo de sistema integrado capaz de beneficiar economicamente serviços empresariais foi desenvolvido por Tiago Félix, 32 anos, ex-aluno do curso Assistente de Desenvolvimento de Aplicativos Computacionais no Senac Piracicaba. Idealizada em 2018, a plataforma começou como um projeto prático das aulas, que unificaria informações de entrada e saída de carros para inspeção em empresas que lidam com a manutenção de automóveis.

 

Todo o processo de criação do sistema foi um período de novas experiências para Tiago, que trabalhou com linguagens tecnológicas e suas funções. “No total, foram três meses entre o desenvolvimento da plataforma até a entrega final, sempre recebendo orientação pedagógica da unidade. Hoje, ele já é utilizado no mercado e reúne mais de 10 mil cadastros. Pelo feedback que recebo constantemente, simplificou o trabalho dos responsáveis pelos caixas dos clientes no fechamento de cada mês”, explica o ex-aluno.

 

Internet das Coisas

 

Consequência da revolução tecnológica, a Internet das Coisas é parte fundamental desse processo. Derivada do termo em inglês Internet of Things, o conceito refere-se à total conexão de sistemas e pessoas com a rede mundial de computadores e abre amplas possibilidades administrativas e organizacionais.

 

Nas empresas, esses dispositivos podem monitorar temperaturas e velocidade de máquinas, índices de umidade, radiação e muito mais. No campo, podem controlar o crescimento de plantas, a incidência de pragas e coloração das frutas, por exemplo. Em casa, um simples controle de luzes é possível de ser feito pela internet.

 

“Por meio de sensores em objetos físicos ou orgânicos, conectados por meio de redes com e sem fio, é possível agilizar processos e descobrir efetividades e anomalias. Esses sistemas trazem inteligência e racionalidade ao planejamento público, privado e social, além, claro, de diminuir custos de operações”, diz Diego João de Ramos, docente da área de tecnologia da informação do Senac Rio Claro.

 

Serviço:

Senac Piracicaba

Endereço: Rua Santa Cruz, 1148 – Bairro Alto – Piracicaba/SP

 

Senac Rio Claro

Endereço: Avenida Dois, 720 – Centro – Rio Claro/SP