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Autor: Redação Rio Claro Online

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Valores repassados ao Governador de São Paulo, por meio de Adhemar César Ribeiro, teriam sido destinados às campanhas do tucano em 2010 e 2014; outros R$ 400 mil teriam sido doados oficialmente

 

Três delatores da Odebrecht afirmaram à Procuradoria-Geral da República que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), usou o cunhado para pegar R$ 10,7 milhões do setor de propinas da empreiteira. As informações constam de manifestação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal.

 

 

Documento

 

 

“Trata-se de petição instaurada com lastro nos termos de depoimentos dos colaboradores Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Carlos Armando Guedes Pachoal e Arnaldo Cumplido de Souza e Silva, os quais relatam que o Grupo Odebrecht teria repassado ao então candidato Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, atual Governador do Estado de São Paulo, a pretexto de contribuição eleitoral, R$ 2 milhões no ano de 2010 e R$ 8,3 milhões no ano de 2014, todas somas não contabilizadas”, narra o ministro Edson Fachin.

 

“Referidos repasses seriam implementados por meio do Setor de Operações Estruturadas da companhia, mediante o sistema “Drousys”. Menciona-se, inclusive, que Adhemar César Ribeiro, cunhado do Governador Geraldo Alckmin, receberia pessoalmente parte desses valores e que, ao lado desses pagamentos, houve também doação oficial de R$ 400 mil.”

 

Como governador, Alckmin detém foro privilegiado perante outra Corte, o Superior Tribunal de Justiça.

 

Janot afirmou que ‘não existe menção a crimes praticados por autoridades detentoras de foro por prerrogativa de função nesta Corte’ e pediu o reconhecimento da incompetência do Supremo Tribunal Federal para a apuração dos fatos.

 

“Considerando que o suposto beneficiário das doações exerce o cargo de governador do Estado de São Paulo, postula autorização para utilizar “o material perante o foro competente, o Superior Tribunal de Justiça, a fim de que lá sejam tomadas as providências cabíveis.”Pede, ainda, “o levantamento do sigilo dos termos aqui referidos, uma vez que não mais subsistem motivos para tanto”, relata Fachin.

 

“Ante o exposto: (i) determino levantamento do sigilo do procedimento; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República para o uso de cópia dos termos de depoimentos dos colaboradores Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Carlos Armando Guedes Pachoal e Arnaldo Cumplido de Souza e Silva, e documentos apresentados, junto ao Superior Tribunal de Justiça. Registro que a deliberação aqui implementada não importa em determinação de competência, a qual poderá ser reavaliada nas instâncias próprias.”

 

COM A PALAVRA, GERALDO ALCKMIN

 

“Jamais pedi recursos irregulares em minha vida política, nem autorizei que o fizessem em meu nome. Jamais recebi um centavo ilícito. Da mesma forma, sempre exigi que minhas campanhas fossem feitas dentro da lei.”

 

Fonte: Estadão

Foto: Nilton Fukuda/Estadão


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Com entrada gratuita para a exposição, público poderá ver de perto veículos clássicos e seleção especial de Packard

 

Colecionadores e antigomobilistas se preparem! Durante os dias 15 a 18 de junho, somos convidados a fazer uma viagem no tempo e ver raridades sobre rodas no XXII Encontro Paulista de Autos Antigos, que acontecerá no Parque Municipal Jayme Ferragut em Vinhedo – SP. E as inscrições já começaram. Para participar é só acessar o site http://www.encontropaulistadeautos.com/evento e se inscrever. Tem um clássico na garagem? Então não fique de fora do tradicional encontro que reúne diversos modelos raros em uma exposição ao céu aberto.

 

Realizado pela SFAA (Sociedade Feminina de Autos Antigos) e pelos idealizadores Nilson e Edenise Carratú, o objetivo é unir os apaixonados por carros antigos e proporcionar o nascimento de novos colecionadores. O EPAA é um evento para toda a família com uma programação diversificada como a famosa premiação, além da Feira de Peças. E para os expositores, a agenda contará com coquetel de abertura, tarde das damas e uma noite especial com o jantar social.

 

“Convidamos todos para participar com uma estrutura completa para recebê-los. Nós estamos com uma agenda cheia de novidades. É se inscrever e ver de perto a história do antigomobilismo”, diz Edenise Carratú.

 

Exposição Histórica

 

O Encontro Paulista de Autos Antigos chega à sua vigésima segunda edição e é possível perceber a cultura antigomobilista em cada canto e em cada carro. O Leilão de Veículos Antigos e uma homenagem aos 50 anos do Galaxie no Brasil vão deixar o EPAA ainda mais especial e vão agitar a cidade paulista de Vinhedo.

 

A entrada da exposição é gratuita e o público também poderá ver modelos como Corvetes, entre outros.  E uma seleção especial de belíssimos Packard.

 

O Encontro Paulista de Autos Antigos tem apoio da Prefeitura Municipal de Vinhedo – SP e da FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos) e patrocínio da Cral Baterias.

 

 

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Serviço:

 

Mais informações sobre o evento e inscrições:

www.encontropaulistadeautos.com.br

Acompanhe o Encontro Paulista de Autos Antigos. É só curtir!

www.facebook.com/encontropaulistadeautos/?fref=ts

Instagram: @encontrodeautos

 

Agenda

 

XXII Encontro Paulista de Autos Antigos

Data: de quinta-feira a domingo, 15, 16, 17 e 18 de junho de 2017.

Local: Parque Municipal Jayme Ferragut – Vinhedo/SP

 

Entrada Gratuita


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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou para outras instâncias 211 petições, que tratam de indícios sobre pessoas que não têm foro privilegiado. Elas estavam na lista apresentada por Rodrigo Janot, procurador-geral da República, em março deste ano.

 

São as instâncias inferiores que decidirão se as citações merecem ser investigadas, juntadas a alguma investigação já em curso ou, simplesmente, arquivadas por falta de provas.

 

Até o momento, o STF não divulgou o relatório com essas citações, o que poderá ser feito nas próximas horas ou nesta quarta-feira (12). O que foi divulgado foi a lista de nomes mencionados nas petições; veja a seguir alguns deles:

 

Governadores

 

  • Governador do Espírtio Santo, Paulo Hartung (PMDB)
  • Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)
  • Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB)
  • Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT)
  • Governador do Maranhão, Flavio Dino
  • Governador de Goiás, Marcone Perillo (PSDB)
  • Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB)
  • Governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD)
  • Governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB)

 

Ex-Parlamentares

 

  • Eduardo Cunha (PMDB), ex-presidente da Câmara
  • Ex-senador Delcidio do Amaral (sem partido)
  • Ex-senador Gim Argello (PTB)

 

Ex-Presidentes

 

  • Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB)
  • Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

 

Ex-Ministros

 

  • Ex-ministro Aloizio Mercadante (PT)
  • Ex-ministro Mário Negromonte (PP)
  • Ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB)
  • Ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB)

 

Ex-Governador

 

  • Ex-governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB)

 

Prefeitos E Ex-Prefeitos

 

  • Prefeito de Manaus, Arthur Virgilio (PSDB)
  • Prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM)
  • Prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB)
  • Prefeito de Araraquara (SP), Edinho da Silva (SP)
  • Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT)
  • Ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB)
  • Ex-prefeito de Rio Claro (SP), Du Altimari

 

Outros

 

  • Deputada Estadual no Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila (PCdoB)
  • Deputado estadual em São Paulo e presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB)
  • Deputado estadual no Rio de Janeiro e presidente da Alerj, Jorge Picciani
  • Marqueteiro João Santana
  • Othon Luiz da Silva Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear
  • Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
  • José Genoíno, ex-deputado pelo PT
  • José Maria Eymael, fundador do PSDC
  • Paulo Ferreira, ex-tesoureito do PT
  • Vereadora de Natal, Wilma de Faria (PTdoB)

 

Pessoas Ligadas A Lula

 

O ex-presidente Lula foi citado em seis peticões. Algumas delas incluem a ex-presidente Dilma Roussef, os ex-ministros Guido Mantega, Antonio Palloci, Jaques Wagner e Edinho Silva, além do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto.

 

Outro Lado

 

O ex-presidente Lula disse que seus acusadores jamais apresentaram qualquer fato, prova ou evidência para sustentar suas acusações, que ele classifica de falsas e que sempre agiu dentro da lei.

 

A ex-presidente Dilma se disse vítima e não sabe do que está sendo acusada.

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não quis comentar por não saber do que trata a menção ao nome dele.

 

Os demais políticos que puderam ser ouvidos também negam qualquer envolvimento em irregularidades e também lamentam ver seus nomes citados sem sequer saber o contexto em que aparecem nas delações.

 

Fonte: Notícias Brasil Online


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A vida social pode ser vista especialmente quando se percebe melhor a questão crucial que a envolve a da relação complexa e delicada entre o indivíduo, a cultura, a religião e a sociedade. Essa questão preocupou os estudiosos do passado e do presente e tantos incontáveis pensadores de todos os tempos. Entretanto, não é nosso intuito debater aqui neste trabalho acerca das relações do sujeito, mas enfatizar a importância religião na cultura e na sociedade, bem como discorrer sobre o processo sincrético por que passou a sociedade brasileira formando assim sua cultura.

É impossível ignorar o papel da religiosidade do povo brasileiro na cultura e da cultura na religiosidade. Ademais, a religião é como um espelho que mostra as vertentes da formação cultural de qualquer povo. E para explicar este fenômeno, tem-se o elemento determinante que é o sincretismo religioso. Por outro lado, nas últimas décadas, com o crescimento dos que se declaram não católicos, com a verificação da dupla pertença religiosa de muitos fiéis e com a constatação, por parte de alguns estudiosos, do chamado “trânsito religioso”, o sincretismo e cultura voltou a ser um tema discutido, no âmbito acadêmico e também no círculo dos que vivem a sua religiosidade na participação ativa seja em qualquer religião ou seguimento. A religião e a cultura sempre andaram juntas, destacando que os grupos, sociedades tribais e os portugueses contribuíram para a formação da cultura, com destaque para o grupo de africanos oriundos da tradição nagô-iorubá e os índios de diversas tribos.

Geralmente a temática religiosa é abordada com unilateralidades e pré-conceitos que impedem um verdadeiro encontro entre culturas e saberes antropológicos adquiridos por diversos grupos humanos. O mundo das religiões é vasto, complexo e fascinante. É campo sem fronteiras, porque se alastra pela geografia do planeta com matizes multicor no grande tecido que é a experiência humana com a cultura e a transcendência.

Atualmente o estudioso, sociólogo José Bittencourt Filho, desenvolveu bem o tema: “Matriz Religiosa Brasileira”, em sua Tese de Doutorado (publicada em 2004), que ver a religião como formadora da cultura brasileira, especialmente concernente ao aspecto sincrético, embora defenda o processo aculturativo forçado da matriz portuguesa.

O mundo das religiões é vasto, complexo e fascinante. É campo sem fronteiras, porque se alastra pela geografia do planeta com matizes multicor no grande tecido que é a experiência humana com a transcendência. Refletir a relação entre religião e cultura talvez não nos ofereça tantas repostas quanto possamos esperar, contudo, abre-nos paradigmas diferentes, contextos desconhecidos e nos incita ao diálogo, ao respeito à diversidade e à busca da tolerância fundamental entre os seres humanos.

Por: Mauro Souza – Bacharel em teologia e filosofia e mestre em Ciências da Religião pela Universidade Mackenzie.

Foto: Estadão Educação

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Sem eles teríamos desembocado no colapso institucional que destruiu a Venezuela

 

A democracia reclama um jornalismo vigoroso e independente. A agenda pública é determinada pela imprensa tradicional. Não há um único assunto relevante que não tenha nascido numa pauta do jornalismo de qualidade. Alguns formadores de opinião utilizam as redes sociais para reverberar, multiplicar, e cumprem assim relevante papel mobilizador. Mas o pontapé inicial é sempre das empresas de conteúdo independentes. Sem elas a democracia não funciona. Por isso são tão fustigadas pelos que costuram projetos autoritários de poder. Basta olhar para a tragédia venezuelana. Se Lula e Dilma não tivessem apoiado o chavismo, um regime cruel, ditatorial e incompetente, esse país poderia estar em outra situação.

 

A sociedade precisa acordar para a importância dos diários. Vivemos um momento duríssimo. Mas sairemos do túnel sombrio da corrupção e do recente autoritarismo petista graças à firmeza e ao espírito público dos nossos jornais. Sem eles, não duvido, teríamos desembocado no colapso institucional que destruiu a Venezuela.

 

O mensalão, que Lula pateticamente insistiu em dizer que não existiu, explodiu no novo e gigantesco assalto planejado pela máfia que tomou conta do País: o petrolão. Alguém imagina que o saldo extraordinário da Operação Lava Jato teria sido possível sem uma imprensa independente? Os envolvidos no maior escândalo de corrupção da nossa História podem fazer cínicas declarações de inocência, desmentidas por um conjunto sólido de provas. Podem até manifestar desprezo pelas instituições da República. Basta lembrar da oportuna divulgação dos grampos que captaram conversas telefônicas de Lula durante 27 dias.

 

Os diálogos mostraram exatamente o que o chefão do PT, a ex-presidente Dilma e seus interlocutores pensavam das instituições e do cenário político brasileiro. O que se ouviu nas conversas de Lula mostrou a recorrente intenção de cometer ilegalidades e de usar o Estado em seu proveito e proteção. Os brasileiros puderam constatar, de maneira indesmentível, que com essa gente não há conversa republicana.

 

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário estão escrevendo um belo capítulo da nossa História. E os jornais estão cumprindo seu papel. Rasgaram a embalagem marqueteira e mostraram o produto real. Lula e Dilma, despidos das lantejoulas do marketing da mentira, deixaram uma imagem lamentável. Sem os jornais não teríamos chegado ao divisor de águas.

 

E sem jornais a democracia não funciona. O jornalismo não é antinada. Mas também não é neutro. É um espaço de contraponto. Seu compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser, determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre-iniciativa, abertura ao contraditório. O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia.

 

As redes sociais e o jornalismo cidadão têm contribuído de forma singular para o processo comunicativo e propiciado novas formas de participação, de construção da esfera pública, de mobilização do cidadão. Suscitam debates, geram polêmicas (algumas com forte radicalização) e exercem pressão. Mas as notícias que realmente importam, isto é, as que são capazes de alterar os rumos de um país, são fruto não de boatos ou meias-verdades disseminadas de forma irresponsável ou ingênua, mas de um trabalho investigativo feito dentro de rígidos padrões de qualidade, algo que está na essência dos bons jornais.

 

A confiança da população na qualidade ética dos seus jornais tem sido um inestimável apoio ao desenvolvimento de um verdadeiro jornalismo de buldogues. O combate à corrupção e o enquadramento de históricos caciques da política nacional, alguns sofrendo o ostracismo do poder e outros no ocaso do seu exercício, só são possíveis graças à força do binômio que sustenta a democracia: imprensa livre e opinião pública informada.

 

Poucas coisas podem ter o impacto que tem o jornal sobre os funcionários públicos corruptos, sobre os políticos que se ligam ao crime, abusam do seu poder, traem os valores e os princípios democráticos. Os jornais, de fato, determinam a agenda pública e fortalecem a democracia. Políticos e governantes com desvios de conduta odeiam os jornais. Mas estes são, de longe, os grandes parceiros da sociedade, a âncora da democracia.

 

Navega-se freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Fica-se refém da superficialidade e do vazio. Perdem-se contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será?

 

Não creio, sinceramente. Penso que existe uma crescente demanda de jornalismo puro, de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma nostalgia de reportagem. É preciso recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e o fascínio do jornalismo de sempre. A fortaleza do jornal não é só dar notícia, é se adiantar e investir em análise, interpretação, e se valer de sua credibilidade.

 

Qualidade informativa, rigor, coerência editorial e espírito público edificam a credibilidade e a força da marca. Os jornais sérios fazem algo em que se pode confiar. A informação tem assinatura, conta com o aval de uma história de profissionalismo e comprometimento com a verdade dos fatos. Crescer no mundo digital significa apenas contar com novas ferramentas para fazer exatamente o mesmo. A experiência diária do jornalismo não muda, é essencialmente única. Dela depende, e muito, o futuro da democracia.

 

JORNALISTA. E-MAIL: DIFRANCO@ISE.ORG.BR


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Ministro João Otávio de Noronha afirma que Congresso Nacional deve ser ‘prudente’ ao discutir e votar projeto

 

BRASÍLIA – Mesmo uma legislação mais dura sobre abuso de autoridade não vai evitar investigações contra agentes políticos e o Congresso Nacional deve ser “prudente” na discussão do projeto que pode punir juízes e procuradores. Essa é a avaliação do corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha. Para ele, que é responsável por orientar juízes e puni-los administrativamente, é muito “complicado” que parlamentares na mira de investigação discutam o projeto.

 

Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO
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O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha

“Hoje, talvez, alguns ansiosos querem punir (juízes), certamente vão, amanhã, acabar com a Justiça. Porque aí ficarão para sempre impunes”, disse Noronha, em entrevista ao Estado. De acordo com ele, mesmo que tudo seja aprovado, não haverá inibição na hora de punir agentes envolvidos na Lava Jato.

 

Como corregedor, Noronha atua no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na entrevista, ele disse confiar no “bom senso” do Congresso, afirmou não ser contrário à atualização da lei sobre o tema e disse que o projeto proposto pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, é adequado.

 

O projeto que atualiza a Lei de Abuso de Autoridade, em tramitação no Senado, já foi amplamente criticado por juízes e pelo MP. Qual a sua avaliação?

 

O projeto merece aprimoramentos. A última proposta apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) é um projeto que atualiza a Lei de Abuso de Autoridade e coloca as questões no seu devido lugar. Hoje, talvez, alguns ansiosos querem punir (juízes) e certamente vão, amanhã, (querer) acabar com a Justiça. Porque aí ficarão para sempre impunes. É muito complicado que pessoas que estão sendo de certa forma processadas discutam esse projeto.

 

Um Congresso investigado pode discutir a punição às autoridades que o investigam?

 

Um Congresso que está com muita gente investigada deveria ser muito prudente, para que as conotações ou sentimentos pessoais menos nobres não possam refletir na normatização da questão. Não tenho esse medo ou temor de uma atualização. As normas só podem ser interpretadas de uma maneira, com razoabilidade.

 

O texto inclui o chamado crime de hermenêutica que prevê punição para juízes e promotores em razão da interpretação da lei. Isso não pode restringir a atividade de juízes e promotores?

 

Ainda que tentem capitulá-lo (o crime de hermenêutica), não vão conseguir. No dia em que o juiz perder a liberdade de interpretar a norma e firmar sua convicção, a democracia acabou. Quem vai configurar crime de hermenêutica? Nenhum juiz de bom senso vai punir o seu par ou um membro do Ministério Público que interpretou a lei por tê-lo feito.

 

Isso pode parar no STF?

 

Certamente. É inaplicável. Punir o juiz porque ele aplicou a lei de modo diferente do que o deputado, senador ou o advogado (entendem)? O que me preocupa não é a elaboração da lei em si, mas é quando se quer reformar por atitude de acerto de contas. Tudo isso aprovado não vai nos inibir de processar agentes políticos de qualquer Poder que praticar os atos que praticaram na Lava Jato.

 

Há cenário de revanchismo?

 

Não acho isso exato. Mas há agentes que querem fazer acerto de contas. Ao final, penso que o bom senso prevalecerá.

 

Hoje existem as punições a juízes aplicadas pelo CNJ.

 

São punições por infrações disciplinares. O CNJ segrega o que é atividade jurisdicional do que é administrativa. Minha preocupação é blindar os juízes de influências externas para que possam exercer a magistratura com plena liberdade.

 

Blindar não dá a ideia de que evita a punição de juízes?

 

A função do CNJ não é punir. Punir é acidente. Quando falo blindar de influência externa é para que o juiz não fuja dos trilhos e comece a julgar de acordo com entendimento da imprensa, dos amigos ou dos parlamentares. Não é no sentido de não punir, pelo contrário. Juiz que pratica ato ilícito tem de ser punido como exemplo.

 

Fonte: Estadão


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Deputados da bancada governista têm levado ao Palácio do Planalto a avaliação de que está cada vez mais difícil aprovar a reforma da Previdência, porque “as bases estão contra”

 

A aparente tendência da base governista na Câmara de dificultar a aprovação das reformas propostas pelo governo Temer, como revelou o Estado em reportagem publicada na sexta-feira passada, é um dos sintomas mais preocupantes da má política praticada, em particular, por quem tem a responsabilidade da representação popular. Deputados da bancada governista têm levado ao Palácio do Planalto a avaliação de que está cada vez mais difícil aprovar a reforma da Previdência, porque “as bases estão contra”. É fácil transferir para o eleitor anônimo a culpa pela rejeição de uma proposta governamental que, por definição, o deputado da base aliada tem o dever político – e, neste caso, também o dever cívico – de viabilizar. 

 

A legítima representação popular implica não apenas o representante eleito ter sensibilidade para conhecer os anseios de seus representados, mas também capacidade e determinação para orientá-los sobre o que ele, com a responsabilidade que o mandato parlamentar lhe impõe, entende ser o melhor para si, para o eleitor e para a comunidade, ainda que isso exija a busca da conciliação de eventuais interesses divergentes. Esse é o papel da liderança responsável. Negligenciá-lo é praticar a má política. 

 

É fácil, também, atribuir ao caráter “impopular” da agenda do governo a tendência dos cidadãos de rejeitarem as reformas propostas. Quem alardeia a “impopularidade” dos projetos governamentais é a oposição, à qual só interessa destruir ou paralisar todas as iniciativas do governo, qualquer que seja o preço que o País terá de pagar por essa irresponsabilidade. À base aliada cabe refutar os argumentos de quem tem interesse eleitoral no combate a reformas que, se é verdade que podem significar sacrifícios no presente, representam a garantia da manutenção de benefícios que, sem as mudanças ora em discussão, estarão comprometidos no futuro. Basta o eleitor não estar intoxicado pelo populismo irresponsável para entender que reformas como a da Previdência são essenciais à busca do equilíbrio das finanças públicas, ou seja, para que a União tenha condições de continuar pagando os benefícios previdenciários sem precisar interromper suas ações e seus planos em áreas igualmente vitais, como saúde, educação, segurança e infraestrutura sob sua responsabilidade. 

 

Decerto muitos aproveitam a oportunidade para chantagear o governo, cobrando vantagens às vezes inconfessáveis em troca de uma fidelidade que deveria se basear em identidade programática e em compromisso com a governabilidade, e não em distribuição de vantagens. Esse é o pior aspecto da má política. 

 

Durante muito tempo a capacidade de articulação política do presidente Michel Temer e a experiência no trato com os deputados desenvolvida nos três mandatos que exerceu como presidente da Câmara foram colocadas como garantias suficientes para manter uma base aliada unida em torno dos projetos de reforma que a crise econômica, política e social exige. A aprovação com relativa folga de votos da PEC do Teto dos Gastos, na votação em dois turnos tanto na Câmara como no Senado, em dezembro, parecia sinalizar uma tramitação tranquila para as propostas do Planalto. 

 

Mais recentemente, a derrota na Câmara de projetos como o do chamado Cartão Reforma e da PEC que permitia às universidades públicas cobrar cursos como os de pós-graduação, somada à aprovação apertada do projeto que regulamenta a terceirização, tem levado os estrategistas do governo a rever os termos da negociação com os parlamentares reticentes da base. A reforma da Previdência impôs ao governo um novo desafio, o de negociar – mas sem recuar – pontos de um projeto naturalmente de grande complexidade e que afeta muitos interesses. O que os cidadãos responsáveis esperam é que a capacidade de negociação e a habilidade política do presidente da República levem a um projeto que, mantendo a essência de sua versão original, alcance a aprovação do Congresso. 

 

O conjunto de episódios inoculados pela má política está a exigir como antídoto uma ampla e profunda reforma política, especialmente focada na organização e funcionamento dos partidos. Se o atual Congresso não for capaz de aprovar tal reforma, será imperativo que o próximo, eleito pelo voto consciente dos cidadãos brasileiros, o faça.

 

 

Fonte: Estadão Opinião

Foto: Senso Incomum


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Inscrições começam em 8 de maio às 10h. Exame será aplicado em dois domingos: 5 e 12 de novembro; taxa de inscrição subiu de R$ 68 para R$ 82.

 

O Exame Nacional do Ensino Médio  vai ficar mais caro para quem não conseguir isenção. Em 2017, a taxa para se inscrever nas provas subiu de R$ 68 para R$ 82. O novo valor, que representa um aumento de 20,5%, consta no edital publicado nesta segunda-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU). Além disso, o texto confirma as mudanças no Enem já divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 

Destaques do Enem 2017

 

  • Prazo de inscrição começa em 8 de maio e vai até 23h59 de 19 de maio.
  • Taxa de inscrição subiu de R$ 68 para R$ 82
  • Boleto precisa ser pago até 24 de maio
  • Provas serão em dois domingos: 5 de novembro (linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova) e 12 de novembro (matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia de prova)
  • Cadernos de prova serão personalizados, com nome do participante na capa e cartão de respostas
  • Participante ainda terá que preencher a “frase da capa” do caderno de questões
  • Isenção: Estudante da rede pública (no terceiro ano do ensino médio), pessoas cadastradas no CadÚnico e candidato que se encaixa na Lei 12.799/2013 (clique aqui para saber mais).
  • Isentos que não comparecem perdem direito ao benefício no ano seguinte se a ausência não for justificada por meio de atestado médico, documento oficial judicial ou, ainda, por meio de boletim de ocorrência
  • Enem não valerá como certificado do ensino médio
  • Solicitação de tempo adicional para atendimento especial deve ser solicitada na inscrição

 

O Inep afirma que o aumento da tarifa da inscrição se deu para atualizar os valores conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) praticado em 2016 e para arcar com os custos operacionais e as melhorias implementadas no certame.

 

Segundo o Inep, entre 2000 e 2014, a taxa manteve-se em R$ 35. De acordo com a instituição, os preços cobrados em 2015 (R$ 63) e 2016 (R$ 68) foram inferiores aos apurados pelo IPCA no período. O valor representa uma alta de 20%.

 

“Esse valor ainda não é o suficiente para cobrir todas as despesas do Enem”, disse a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Durante reunião técnica na sexta-feira (7) para apresentar o edital à imprensa, Maria Inês informou que o custo por participante é de R$ 91,49. Por causa desse valor e das isenções, o governo precisa arcar com cerca de um terço do valor do exame.

 

Como o Enem não poderá ser mais usado como certificado do ensino médio, o Inep calcula que o número de inscritos cairá para cerca de 7,5 milhões. Em 2016, a prova teve 8,6 milhões de inscrições.

 

As inscrições para o Enem 2017 ficarão abertas a partir de 8 maio às 10h. Os interessados poderão se cadastrar até 19 de maio de 2017, às 23h59 (horário de Brasília).

 

Confira as principais informações sobre o Enem 2017, que começa a receber inscrições no dia 8 de maio (Foto: Editoria de Arte/G1)

 

Confira as principais informações sobre o Enem 2017, que começa a receber inscrições no dia 8 de maio (Foto: Editoria de Arte/G1)

 

Isenção

 

Estudantes de escolas públicas concluintes do ensino médio em 2017 continuarão a ter o direito da isenção da taxa de inscrição, assim como os candidatos com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e aqueles que cursaram o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral de escola privada.

 

A novidade do Enem 2017 é que passam a ser isentos também as pessoas que tiverem cadastro no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), que reúne famílias em situação de pobreza e pobreza extrema. Para comprovar o dado, o candidato deverá informar, no ato da inscrição, o NIS (número de identificação social) – o sistema permitirá a busca automática.

 

O Inep afirma que poderá consultar o órgão gestor do CadÚnico para verificar as informações prestadas pelos concorrentes. Se for constatado algum dado falso, o participante será eliminado do exame e deverá ressarcir ao governo os custos com a taxa de inscrição. Além disso, o estudante que tiver a solicitação de carência indeferida terá que pagar o valor do boleto para ter a inscrição confirmada.

 

Provas aos domingos

 

Após consulta pública sobre o exame, que ocorreu entre 18 de janeiro e 17 de fevereiro, dos mais de 600 mil participantes, 63,70% votaram que o Enem deveria ocorrer em dois dias.

 

Aqueles que participaram da pesquisa também tiveram de responder à seguinte questão: “Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, qual formato deverá ser realizado?”.

 

A maior parte (42,30%) optou que ele ocorresse em dois domingos seguidos.

A consulta pública e a demanda dos candidatos sabatistas – religiosos que só podem estudar ou trabalhar aos sábados após o sol se pôr – motivaram o MEC a implementar a mudança. O exame será realizado em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro.

 

Todos os anos, os sabatistas entravam no local de prova às 13h (horário de Brasília) e ficavam isolados em uma sala até as 19h, quando começavam a fazer o exame. “Era uma coisa desumana”, apontou Maria Inês.

 

Horários das provas

 

Nos dois domingos do exame, em 5 e 12 de novembro, os portões nos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário oficial de Brasília). As provas terão início às 13h30, em todas as unidades da federação.

 

A ida ao banheiro, a partir das 13h, será permitida desde que o participante seja acompanhado pelo fiscal, sob pena de eliminação do exame.

 

Atendimento especializado

 

Os candidatos que precisarem de atendimento especializado na prova, como no caso daqueles que têm alguma deficiência, deverão fazer a solicitação de tempo adicional no ato da inscrição, apresentando um documento que comprove a necessidade do benefício.

 

No Enem 2016, o requerimento era feito nos dias de aplicação do exame – foram 68.907 solicitações na última edição da prova.

 

Os concorrentes surdos poderão participar, neste ano, de uma aplicação experimental de dispositivo em vídeo contendo questões traduzidas em libras. Além desse recurso, continuam sendo oferecidos a esse público prova em braille, prova com letra ampliada e tradutor-intérprete de libras.

 

“Essa era uma demanda antiga. Por anos, ela foi negociada, mas decidimos enfrentar o desafio neste ano”, disse a presidente do Inep, Maria Inês Fini.

 

Redação: 1º dia de prova

 

O MEC não alterou o número de questões ou qualquer item de conteúdo, mas mudou o dia da prova de redação. Antes, ela era cobrada no segundo dia, junto com as 45 questões de matemática e as 45 de linguagens. Na configuração anterior, nesse dia os alunos tinham cinco horas e meia de prazo.

 

Agora, redação, linguagens e ciências humanas serão os temas do primeiro domingo (5/11). Com a alteração, o primeiro dia de provas passa a ter duração de cinco horas e meia de prova. Uma semana depois (12/11) será feita a prova de matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia para realização.

 

Segurança da prova

 

Os participantes do Enem 2017 vão receber cadernos de prova personalizados, com o nome escrito na capa, juntamente com os cartões de resposta encartados, que também levam os dados do candidato. Os quatro cadernos diferentes, identificados por cores, vão ser mantidos.

 

Ausência

 

O candidato que obtiver a isenção da taxa de inscrição e não comparecer à prova perderá o benefício no Enem 2018, caso precise solicitá-lo novamente. No entanto, a exceção ocorrerá apenas se o estudante justificar sua ausência por meio de atestado médico ou documento oficial que comprove a impossibilidade de seu comparecimento. Antes, bastava fazer uma autodeclaração com a justificativa da ausência.

 

Gabaritos

 

Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no site do Inep e no aplicativo oficial do Enem até o terceiro dia útil após a realização da segunda prova.

 

Fim do ‘ranking’ do Enem por escola

 

O MEC decidiu que não haverá mais o resultado do Enem por escola – dado que costuma ser disponibilizado anualmente. A lista é popularmente conhecida como “ranking” do Enem por escolas.

Por meio do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), as instituições públicas e privadas poderão saber suas classificações em relação a outras escolas do país. Conforme explicou a presidente do INEP, Maria Inês Fini, caso um colégio não queira participar dessa avaliação não terá o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

 

Certificação do ensino médio

 

O Inep confirmou que o Enem não poderá mais ser usado como certificação do ensino médio. A partir de 2017, os jovens poderão obter o documento pelo Encceja (Exame Nacional de Certificação De Competências de Jovens e Adultos) – tanto para ensino fundamental quanto para ensino médio.

 

“O Enem não foi feito para certificação. Temos um exame muito mais preparado para isso: o Encceja”, explicou a presidente do Inep.

 

Fonte: G1


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Animais de até 60 centímetros e com guia podem passear com seus donos no empreendimento

Um lugar de compras, refeição, diversão para os pequenos e também para passear com seu pet. Assim é o Pátio Limeira Shopping, que agora está com suas portas abertas para os clientes virem acompanhados dos seus animais de estimação.
 

Essa é uma determinação recente do shopping que vem para agradar um público que cresce cada vez mais no Brasil.
 

Segundo dados da última Pesquisa Nacional de Saúde feita em 2013 pelo IBGE, um total de 44,3% dos domicílios do País possuíam pelo menos um cachorro. Estima-se que mais de 52,2 milhões de cães habitem os lares brasileiros. Quando é incluso outros animais – aves, peixes, répteis e gatos -, esse número vai para 132,4 mi.
 

Segundo determinação da administração do Pátio Limeira Shopping, os pets podem transitar livremente pelos corredores. As únicas partes proibidas para eles são: área de alimentação; cafés; playground; e cinema. E obrigatório o uso de guia e não são aceitos animais acima de 60 centímetros.
 

Vale ressaltar que cães-guia, para portadores de necessidades visuais, podem circular livremente por todo espaço do shopping conforme garantido em lei.
 

Pátio Limeira Shopping
Horário de Funcionamento: Segunda a Sábado 10h às 22h / Domingos e Feriados 12h às 22h
Endereço: Rua Carlos Gomes, 1321 – Centro – Limeira/SP
Telefone: (19) 3404.2828
Site: www.patiolimeira.com.br
Facebook: www.facebook.com.br/Patiolimeirashopping

Instagram: patiolimeirashopping


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Cármen mostrou foto que lhe foi enviada de uma paralisação de policiais militares. Na imagem, um policial segura um papel com a frase “Ligue para o Batman”

 

Um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que carreiras policiais não têm direito de greve, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, afirmou ao Estado que respeita a classe policial, mas que, nesse caso, a paralisação é um “problema maior ainda” por se tratar de agentes armados.

 

“Ao interpretar a Constituição, nós fazemos uma ponderação de valores. Há, sim, o direito à greve de servidores públicos, porém não se pode exercer um direito – ainda que tido como direito social fundamental – sem levar em consideração o direito à vida livre, à vida segura, à paz. O direito de você ter sossego”, afirmou a ministra.

 

“Você tem direito a fazer um movimento de paralisação e não pensa nesses milhares de brasileiros que precisam de ter segurança? Você pondera direitos: o direito da sociedade à segurança pública foi levado em consideração (no julgamento). Alguém armado faz greves e a sociedade não sabe como agir diante disso, porque não tem o mínimo de segurança física.”

 

No julgamento da quarta-feira, a presidente do STF votou contra o direito de greve para policiais civis. Em conversa com a reportagem em seu gabinete, Cármen frisou que tem “o maior respeito” pela classe policial, lembrando que se tratam de profissionais que trabalham o tempo inteiro sob estresse, em péssimas condições de trabalho e com remuneração baixa.

 

“Em cidade grande, eles (policiais) saem e a mulher tem medo de (o marido) não voltar. Há um número grande de policiais mortos e há um número enorme de brasileiros mortos, e a gente tem de dar conta de virar esse quadro”, disse a presidente da Corte.

 

Cármen mostrou para o Estado a foto que lhe foi enviada de uma paralisação de policiais militares em Belo Horizonte, em 19 de dezembro. Na imagem, um policial aparece segurando um papel com a frase “Ligue para o Batman”. “(O episódio ocorreu) Na porta lá de casa. É muito complicado.”

 

Insegura

 

Mineira de Espinosa, no norte de Minas, a ministra disse ter medo de andar pelas ruas de Belo Horizonte à noite. E lembrou um episódio de violência que viveu na sua cidade natal em novembro de 2005, quando três homens com armas e vestindo máscaras entraram na casa do seu pai, Florival Rocha. “Eu acordei com três homens dentro do quarto. E eles mascarados, profissionais, com luvas, tanto que não foram pegos nem nada”, lembrou.

 

Em Brasília, a vida é mais tranquila. “Aqui eu só ando de carro à noite, do Supremo à casa, da casa ao Supremo, nunca experimentei isso (essa insegurança).”

 

Fonte: Agência Estado


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Uma das mais importantes conquistas democráticas no mundo contemporâneo é a separação entre religião e política. Não é que não tenham nada a ver, mas as relações políticas, sociais, cívicas, não podem ser orientadas pelas opções religiosas. Os Estados democráticos são Estados laicos.

 

Todos devemos ser iguais diante das leis, sem influência de nossas opções individuais religiosas, sexuais, de diferenças étnicas, etc. Somos diversos nas nossas opções de vida, mas devemos ser iguais nos nossos direitos como cidadãos.

 

Os Estados religiosos  sejam islâmicos, sionistas ou outros fazem das diferenças religiosas elementos de discriminação política. Xiitas e sunitas têm direitos distintos, conforme a tendência dominante em países islâmicos. Judeus e árabes são pessoas com direitos totalmente distintos em Israel. Para dar apenas alguns dos exemplos mais conhecidos.

 

Um Estado democrático, republicano, é um Estado laico e não religioso, nem étnico. Que não estabelece diferenças nos direitos pelas opções privadas das pessoas. Ao contrário, garante os direitos às opções privadas das pessoas. Nestas deve haver a maior liberdade, com o limite de que não deve prejudicar a liberdade dos outros de fazerem suas opções individuais e coletivas.

 

Por razões de sua religião, pessoas podem optar por não fazer aborto, por não se divorciar, por não ter relações sexuais senão para reprodução, por não se casar com pessoas do seu mesmo sexo. São opções individuais, que devem ser respeitadas, por mais que achemos equivocadas e as combatamos na luta de idéias. Mas nenhuma religião pode querer impor suas concepções aos outros sejam de outras religiões ou humanistas.

 

A educação pública deve ser laica, respeitando as diferenças étnicas, religiosas, sexuais, de todos. Os que querem ter educação religiosa, devem tê-la em escolas religiosas, conforme o seu credo. Os recursos públicos devem ser destinados para as escolas públicas.

 

Da mesma forma a saúde pública deve atender a todos, conforme suas opções individuais, sem prejudicar os direitos dos outros.

 

A Teologia da Libertação é um importante meio de despertar consciência social nos religiosos, como alternativa à visão tradicional, que favorece a resignação (esta vida como vale de lágrimas, o sofrimento como via de salvação). Mas não pode tentar impor visões religiosas a toda a sociedade que, democrática, não opta por nenhuma religião. Os religiosos devem orientar seus fieis, conforme suas crenças, mas não devem tentar impor aos outros suas crenças.

 

Religião e política são coisas diferentes. A opção religiosa ou humanista é uma opção individual, da mesma forma que as identidades sexuais, as origens étnicas ou outras dessa ordem.

 

Misturar religião com política, ter Estados religiosos Irã, Israel, Vaticano, como exemplos desemboca em visões ditatoriais, até mesmo totalitárias. Na democracia, os direitos individuais e coletivos devem ser garantidos para todos, igualmente. Ninguém deve ter mas direitos ou ser discriminado, por suas opções individuais ou coletivas, desde que não prejudique os direitos dos outros.

 

Que possamos ser diversos, desde que não prejudiquemos aos outros. Iguais, nos direitos e nas possibilidades de ser diferentes. Diferentes sim, desiguais, não.

 

Por Emir Sader

Foto FUEP

 


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Versão final da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi entregue pelo ministro da Educação nesta quinta (6)

 

O ministro da Educação, Mendonça Filho, entregou, nesta quinta-feira (6), a proposta de Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Na versão final da proposta, o processo de alfabetização, que atualmente é feito até o 3º ano do ensino fundamental, deverá ser antecipado para o 2º ano do ensino fundamental, quando as crianças geralmente têm 7 anos.

 

A definição antecipa o que está previsto em lei. O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece que todas as crianças sejam alfabetizadas até o 3º ano do ensino fundamental, até 2024. Um total de 77,8% das crianças, até 2014, tinha aprendizado adequado em leitura dentro desse prazo; 65,5%, em escrita; e, 42,9%, em matemática.

 

“[A antecipação] gera mais equidade, principalmente para famílias mais pobres. Famílias de classe média conseguem ter a criança alfabetizada em idade inferior à média das escolas públicas. A medida fixada na BNCC está assegurando o mesmo direito para as crianças que estudam em escolas públicas“, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho.

 

Mais mudanças

 

Exercitar a empatia, o diálogo, a cooperação e o respeito deverá fazer parte do cotidiano das escolas. Além disso, os estudantes deverão acolher e valorizar a diversidade. Essas são algumas competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

O texto define, ainda, dez competências gerais, que deverão ser desenvolvidas em todas as disciplinas ao longo da vida escolar do estudante. Entre essas competências, está a necessidade das escolas serem capazes de fazer os estudantes se conhecerem, apreciar-se e cuidar da sua saúde física e mental, reconhecendo suas emoções e as dos outros. O objetivo é atingir a chamada formação humana integral.

 

Ainda na nova proposta, o ensino religioso não fará mais parte do currículo. O MEC alega respeitar a lei que determina que a disciplina seja optativa e sua regulamentação ser de competência de estados e municípios.

 

O conteúdo de história passa a ser organizado segundo a cronologia dos fatos, e o inglês passa a ser o idioma obrigatório. Numa versão anterior do BNCC, as redes de ensino escolhiam a língua estrangeira que seria ministrada.

 

As escolas não trabalharão o conceito de gênero. De acordo com o Ministério da Educação, o texto defende a pluralidade inclusive do ponto de vista do gênero, de raça, de sexo.

 

Prazo para implementação

 

As escolas terão dois anos para a implementação dos currículos. Estados, municípios e o Distrito Federal manterão sua autonomia, o que significa que poderão acrescentar conteúdos e competências.

 

A previsão é de que o Conselho Nacional conclua a avaliação do documento até o segundo semestre deste ano. Uma vez aprovada, a BNCC será homologada pelo Ministério da Educação e terá suas diretrizes gerais seguidas por todas as escolas.

 

O ministro garantiu apoio a estados e professores para a implementação das novas diretrizes. “O MEC assegurará todo o apoio técnico, do ponto de vista de suporte, para que os estados e municípios possam avançar na definição dos currículos, que obedecerão justamente às normas e diretrizes gerais consagradas na BNCC”, disse. “O apoio à formação de professores também está garantido.”

 

Base Nacional Curricular

 

A Base Nacional Comum Curricular estabelece conteúdos e competências que todo estudante deve saber e ser capaz de fazer na educação básica e será referência obrigatória na elaboração dos currículos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil.

 

O documento apresentado trata exclusivamente da educação infantil (creche e pré-escola) e do ensino fundamental (1º ao 9º ano). Segundo o ministro, a Base referente ao ensino médio será entregue até o final de 2017, já adaptada às diretrizes do Novo Ensino Médio.

 

Além de dar visibilidade a conteúdos essenciais, a Base determina o que os alunos devem saber a cada ano de escolarização. Desse modo, ajudará professores e escolas a organizarem a progressão das aprendizagens em todo o território nacional.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação e da Agência Brasil


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Mísseis Tomahawk foram disparados de navios americanos e teriam atingido aviões e pistas em base aérea perto de Homs.

 

Os Estados Unidos lançaram 59 mísseis Tomahawk contra uma base aérea na Síria na noite desta quinta-feira (6), em resposta a um ataque químico que matou mais de 80 pessoas nesta semana. O balanço de mortos no bombardeio ainda está indefinido, mas agências internacionais falam entre quatro e nove mortos.

A agência estatal síria afirma que nove civis, entre eles crianças, morreram. O Exército sírio diz que 6 pessoas morreram, mas não indica se as vítimas são civis ou militares. Já o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), de oposição ao presidente sírio, Bashar Al-Assad, afirma que quatro soldados morreram.

O ataque é a primeira ação direta dos EUA contra Assad. Trata-se de uma mudança significativa na ação americana na região, pois até então os EUA apenas vinham atacando o Estado Islâmico.

Os mísseis atingiram a base de Al Shayrat, perto de Homs, por volta das 21h40 (hora de Brasília), 4h40 na hora local da Síria. O porta-voz do Pentágono, Jeff Davis, disse que os mísseis foram lançados dos destróieres USS Porter e USS Ross contra “aeronaves, abrigos de aviões, áreas de armazenamento de combustível, logística e munição, sistema de defesa aérea e radares”.

O Observatório Sírio informou que a base síria bombardeada pelos Estados Unidos foi “quase” totalmente destruída.

Agência síria diz que nove civis morreram no bombardeio dos EUA à Síria

 (Foto: Editoria de Arte/G1)

(Foto: Editoria de Arte/G1)

Decisão de Trump

 

O presidente americano, Donald Trump, que participou na quinta de um jantar com o presidente chinês Xi Jinping na Flórida, afirmou que Assad usou um agente que tem impacto no sistema nervoso para matar muitas pessoas. “Esta noite eu dei ordem para um ataque militar na base militar na Síria de onde o ataque químico foi lançado.”

O conselheiro nacional de segurança H. R. McMaster disse que Trump recebeu três opções de como reagir contra o ataque sírio e disse aos conselheiros para focar em duas delas. Nesta quinta, ele decidiu qual seria a ação.

Trump anuncia sua decisão de atacar a base aérea síria (Foto: Alex Brandon/AP)

Trump anuncia sua decisão de atacar a base aérea síria (Foto: Alex Brandon/AP)

Trump fez ainda um apelo a outros países após o ataque. “Esta noite chamo todas as nações civilizadas para buscar um fim à matança e ao banho de sangue na Síria.” Segundo o presidente, “é de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e deter o uso de armas químicas mortais.”

O presidente americano disse também que não há dúvidas de que o governo sírio usou armas químicas, “violando as suas obrigações em relação à convenção de armas químicas e ignorando o Conselho de Segurança da ONU” e que anos de tentativas prévias de modificar o comportamento de Assad falharam.

Menos de 3 horas após o lançamento dos Tomahawk, o Pentágono divulgou vídeo dos projéteis subindo ao céu.

A emissora de TV estatal síria confirmou que uma base militar do país foi alvo de uma “agressão americana” nesta sexta (horário local) e que o ataque “levou a perdas”, sem especificar quais seriam.

O governador de Homs, Talal Barazi, diz que o ataque dos EUA serve aos objetivos de “grupos terroristas armados e do Estado Islâmico” e que “houve mortes”, sem precisar quantas. Ele afirmou à Reuters que a base atingida é usada pelas forças sírias no combate ao Estado Islâmico. Barazi disse ainda acreditar que “não há muitas vítimas fatais” no ataque, mas que um grande dano material foi causado.

Reação da Rússia e da Síria

 

O Pentágono informou que as forças da Rússia que atuam na Síria foram comunicadas sobre o ataque com antecedência e que setores da base onde havia russos foram evitados e não foram atingidos.

O presidente russo Vladimir Putin afirmou nesta sexta-feira (7) que o ataque foi uma “agressão a um Estado soberano” e condenou a ação que, segundo ele, é baseada em “pretextos inventados”, informaram agências da Rússia. O país tem negado que o governo sírio foi o responsável pelo ataque químico. Os russos dizem que as forças sírias bombardearam um depósito de armas dos rebeldes.

O chefe do Comitê de Defesa do Parlamento russo disse que a Rússia irá convocar uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU após o ataque aéreo dos EUA à Síria e que a ação pode enfraquecer o combate ao terrorismo no país, segundo a Reuters, que cita a agência russa RIA.

A presidência síria afirmou que o ataque dos Estados Unidos foi “irresponsável” e “imprudente”, segundo a Associated Press. Em apoio a Bashar al-Assad, a Rússia anunciou que irá reforçar as defesas antiaéreas do exército sírio.

Criança síria recebe tratamento após suspeita de ataque com arma química em Khan Sheikhun, dominada por rebeldes na província de Idlib, no norte da Síria  (Foto: Mohamed al-Bakour / AF)

Criança síria recebe tratamento após suspeita de ataque com arma química em Khan Sheikhun, dominada por rebeldes na província de Idlib, no norte da Síria (Foto: Mohamed al-Bakour / AF)

Primeira intervenção EUA

 

A primeira ação direta dos EUA contra o regime sírio é uma resposta militar ao ataque químico ocorrido na Síria esta semana. Após realizar autópsia em vítima, a Turquia afirmou que há indícios de que foi usado gás sarin. O regime de Bashar Al-Assad, por sua vez, nega que tenha usado armas químicas.

A ação desta quinta sob ordem de Trump veio cerca de 72 horas após a ação com armas químicas, sem consulta ao Congresso e demonstra uma tomada de decisão mais rápida que a do antecessor Barack Obama, que chegou a cogitar ações contra Assad, mas não as colocou em prática. Também é um revés em relação ao que Trump vinha pregando em seus discursos, de que os EUA deveriam se concentrar na destruição do Estado Islâmico, e não na deposição de Assad.

Em um tuíte de 2013, Trump manda recado ao então presidente Obama afirmando que não há vantagem em atacar o país. “Não há lado positivo, apenas um tremendo lado negativo.”

“Convoco todas as nações civilizadas para que se juntem a nós”, diz Trump

“Na terça-feira, o ditador sírio Bashar al-Assad lançou um terrível ataque de armas químicas contra civis inocentes. Usando um agente nervoso mortal, Assad sufocou a vida de homens, mulheres e crianças desamparadas. Foi uma morte lenta e brutal para tantos. Mesmo lindos bebês foram cruelmente assassinados neste ataque tão bárbaro.

Nenhum filho de Deus deve jamais sofrer tal horror. Hoje à noite, eu ordenei um ataque militar direcionado a uma base aérea na Síria, de onde o ataque químico foi lançado. É de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e dissuadir a propagação e o uso de armas químicas mortais. É indiscutível que a Síria usou armas químicas proibidas, violou suas obrigações sob a convenção de armas químicas e ignorou a insistência do Conselho de Segurança da ONU.

Anos de tentativas anteriores de mudar o comportamento de Assad falharam, e falharam muito dramaticamente. Como resultado, a crise de refugiados continua a se aprofundar e a região continua a se desestabilizar, ameaçando os Estados Unidos e seus aliados. Hoje à noite, pedi a todas as nações civilizadas que se unissem a nós, buscando acabar com o massacre e o derramamento de sangue na Síria, e também para acabar com o terrorismo de todos os tipos e de todos os modos.

Pedimos a sabedoria de Deus ao enfrentar o desafio de nosso mundo tão perturbado. Rezamos pela vida dos feridos e pelas almas daqueles que morreram e esperamos que, enquanto a América defender a Justiça, a paz e a harmonia prevalecerão. Boa noite e Deus abençoe a América e o mundo inteiro.”

Fonte: G1

Foto de Capa: USS Ross, um dos destróieres que lançaram mísseis contra base na Síria (Foto: US Navy)


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Estados Unidos dispararam 59 mísseis nesta quinta-feira (06) contra alvos na Síria

País anunciou, ainda, que vai reforçar as defesas antiaéreas do exército da Síria após ataque feito pelos norte-americanos

 

A Rússia solicitou nesta sexta-feira uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU sobre o ataque dos Estados Unidos contra uma base aérea do governo da Síria, que segundo o Kremlin constitui “uma ameaça à segurança internacional”.

 

“Pedimos ao Conselho de Segurança da ONU uma reunião urgente para discutir a situação”, afirma o ministério russo das Relações Exteriores em um comunicado.

 

O porta-voz do exército russo anunciou, ainda, nesta sexta-feira, que as defesas antiaéreas do exército da Síria devem ser reforçadas, após os bombardeios americanos contra a base síria de Al-Shayrat.

 

“Com o objetivo de proteger as infraestruturas sírias mais sensíveis, vamos adotar uma série de medidas o mais rápido possível para reforçar e melhorar a eficácia do sistema de defesa antiaérea das Forças Armadas sírias”, declarou o porta-voz do exército russo, Igor Konachenkov.

 

Mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, foi o primeiro a criticar o ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “agressão contra um estado soberano”, baseada em “pretextos inventados”.

 

Foto: FORD WILLIAMS / US NAVY/AFP
Por: AFP

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Importante representação foi apresentada ao Ministério Público de Rio Claro com a denúncia de indícios de Violação de Direitos Humanos, Constrangimento Moral, Coação para a Prática de Ato Ilícito, Nepotismo Cruzado e Prática de Influência na Secretaria de Cultura do Município.

 

A representação foi apresentada ao promotor Dr. Gilberto Porto Camargo por Jenyberto Pizzotti, presidente da SBC – Sociedade do Bem Comum de Rio Claro. Anexada a representação que descreve todas as informações que foram obtidas pela SBC, existe uma importante prova documental, através de um áudio de uma entrevista com a funcionária que foi coagida a praticar ato ilícito, foi constrangida moralmente, e exonerada por ter se recusado a liberar verba sem a legalidade que a Lei exige.

 

Cópia da representação foi também protocolada ao Dr. Percival Camargo, Presidente da CDH – Comissão dos Direitos Humanos da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, 4ª Subseção Rio Claro/SP para as devidas providências.

 

A Rio Claro Online apresenta com exclusividade todos os detalhes do caso.

 

 

OFÍCIO AO DR. GILBERTO PORTO CAMARGO, PROMOTOR PÚBLICO

 

 

Rio Claro, 03 de abril de 2017

 

Exmo. Sr. Dr.

GILBERTO PORTO CAMARGO

5º PROMOTOR DE JUSTIÇA DE RIO CLARO

 

REF. VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP

 

JENYBERTO PIZZOTTI, brasileiro, divorciado, R.G. 8.450.437-7 SSP/SP, Título de Eleitor 1072 2597 0124 – 110ª Zona, residente nesta cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo, através deste, na condição de cidadão desta cidade e deste país, e fazendo uso do artigo 5º da Constituição Federal em seus itens IV, IX, XIV, XXXIII, XXXIV letra “a”, e LXXIII vem a presença de V.Exma. para expor e solicitar o que segue:

 

Após as eleições de novembro/2016, um grupo formado por uma coalizão de partidos em volta do DEM, tendo João Teixeira Junior como prefeito eleito, substituiu o grupo político que o antecedeu (PMDB/PT).

 

Após o grupo eleito, vieram então a distribuição de Secretarias e cargos para aqueles apadrinhados, e para aqueles que mais próximos estiveram do prefeito eleito durante a campanha, sobretudo aos políticos ligados ao DEM, aos parentes e amigos.

 

Em relação a Secretaria de Cultura do Município, a mesma foi entregue como “recompensa” e “presente”, e como uma espécie de Feudo e com “carta branca”, ao vereador reeleito Geraldo Voluntário, que foi e é um dos principais apoiadores e “conselheiros” do prefeito eleito.

 

Por sua vez, o vereador citado indicou e fez ser empossada como Secretária, a namorada de um seu sobrinho, assim como indicou, e fez ser empossados em cargos comissionados nessa Secretaria, quem o apoiou em sua campanha como vereador, assim também como integrantes e participantes de sua crença e organização religiosa.

 

Em apenas 2 meses de administração, a Secretaria de Cultura não só se transformou num feudo e num cabide de empregos, como também passou a ser fonte de conflitos internos na nova administração, gerou um confronto entre evangélicos e umbandistas, priorizou e prioriza a distribuição de verbas de acordo com os interesses pessoais e religiosos de sua Secretária, Daniela Martinez Figueiredo Ferraz, e de seu tutor.

 

A Secretária de Cultura, passou a administrar, não baseada em gestão administrativa racional e técnicas gerenciais, e de forma independente e na defesa dos reais interesses de Rio Claro, mas sob a influência de “conselhos” e “orientações” de “entidades espirituais”, dos auto denominados “pais de santo”. Atuou e atua desmerecendo os funcionários da Secretaria, os integrantes do Conselho Municipal de Cultura, desmerecendo e colocando em insegurança e risco os dirigentes, integrantes e organizações culturais como a Orquestra Sinfônica de Rio Claro, a Orquestra Filarmônica de Rio Claro, o Arquivo Público e Histórico, a Casa de Cultura, a Banda União dos Artistas Ferroviários de Rio Claro, o CONERC – Conselho da Comunidade Negra de Rio Claro, as Bibliotecas Públicas Municipais, produtores de eventos culturais entre outros, e o pior, do pior, do pior… viola direitos humanos, faz assédio moral a funcionários, e administra de forma autoritária, agressiva e truculenta, eliminando qualquer oposição, como é o caso de transferência de funcionários (Ilidia Maria de O. Faneco, por exemplo), e exoneração sumária de funcionários que se recusam a cometer ilegalidades, como é o caso mais injusto, escandaloso e gritante da funcionária Maria Cristina de Castro Farias, Diretora de Políticas Especiais, que foi exonerada, por ter se recusado a assinar e autorizar liberação de verba (10 mil reais) do CONERC – Conselho da Comunidade Negra de Rio Claro (que dispõe de pouca verba) para a realização da “Semana de Ogum”, evento esse ligado diretamente a organização religiosa do vereador citado inicialmente (Geraldo Voluntário).

 

Essas afirmações estão baseadas em informações que foram obtidas inicialmente através do alerta e denúncia que o Conselho de Cultura de Rio Claro fez a revista eletrônica Rio Claro Online – www.rioclaroonline.com.br  -, e no depoimento prestado (e gravado) pela funcionária Maria Cristina de Castro Farias a reportagem da Rio Claro Online, e aqui anexadas e apresentadas a V.Exa. através de áudio em CD e a transcrição do áudio em texto em Word.

 

Essas informações também estão baseadas nas inúmeras manifestações e denúncias divulgadas nas últimas semanas através das redes sociais da Internet e aqui anexadas para apreciação e análise de V.Exa. (vide anexos).

 

Óbvio que não podemos crucificar o vereador Geraldo Voluntário, que sempre foi um excelente vereador, nem mesmo sua apadrinhada, a Secretária de Cultura, que foi colocada no cargo totalmente despreparada para exerce-lo, com absoluta falta de experiência na gestão de organizações ou pessoas, todos somos seres humanos e as vezes falhamos ou nos deixamos levar por ações nas quais nos complicamos depois, mas a culpa maior recai e deve recair, em quem deu ou facilitou esse poder sem controle, recai em quem negociou uma Secretaria inteira, com a liberação de altas somas em dinheiro em cargos e salários, apenas como tráfico de influência ou moeda de troca, ou ainda “recompensa” pessoal, ou em “pagamento” ou “recompensa” por “favores espirituais”, e tudo isso realizado, esse verdadeiro circo e hospício, com dinheiro e patrimônio do povo, que mergulhou de cabeça, acreditou e confiou no “Coragem para Mudar Rio Claro”.

 

Tudo isso aqui relatado e mais o que está sendo apurado e denunciado configura uma série de violações e crimes, e tudo isso deixa mais que evidente que a Cultura em Rio Claro está em perigo e em risco, e não só a Cultura, mas toda uma Administração que ainda me parece muito séria e com boas intenções.

 

Como Presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, que tem em seus Estatutos e Finalidades:

 

“Art. 2º – A SOCIEDADE DO BEM COMUM tem por finalidades:

  1. acompanhar e fiscalizar os atos dos Poderes Executivo e Legislativo do Município;
  2. denunciar ao Ministério Público quaisquer ações que possam estar prejudicando ou que venha a prejudicar o BEM COMUM da população da cidade, o patrimônio público, e as instituições estabelecidas democraticamente”

 

Não posso me omitir em comunicar o que nos foi informado e o que apuramos até o presente momento:

 

Violação de Direitos Humanos referente a funcionários, com base em informações pessoais e depoimentos gravados (anexados):

 

Constituição Federal – Titulo II – Dos Direitos e Garantia Garantias Fundamentais / Capítulo I – Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos / Art.5º Item II – “Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da Lei”

 

E indícios e evidências a serem apurados por V.Exa. :

 

VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP

 

Desde os dias 27 e 28 de março tentei fazer contato com o senhor prefeito na tentativa de alertá-lo para o que está ocorrendo, e sem sucesso. No dia 31 (sexta-feira), finalmente consegui contato com a Assessora do Gabinete, Andréia, que gentilmente e de forma responsável forneceu o e-mail direto do senhor prefeito.

 

Imediatamente lhe enviei um ofício, passando no e-mail, parte do problema e solicitando um rápido contato pessoal onde então poderia lhe passar mais detalhes com o objetivo de lhe solicitar pessoalmente medidas e ações imediatas para reverter a situação, e corrigir a injustiça que foi feita com a funcionária exonerada e outros casos, assim como tomar medidas enérgicas em relação a Secretaria de Cultura, e principalmente poupando Rio Claro de mais esse escândalo e dessa vergonha.

 

O senhor prefeito não entrou em contato comigo, e preferiu mandar seu Chefe de Gabinete entrar em contato via telefone as 19:57 horas desse mesmo dia 31, e num diálogo de 17 minutos, tentou minimizar a situação, negar FATOS e justificar o injustificável. No final do diálogo com o Chefe de Gabinete, alertei e implorei para que o senhor prefeito entrasse em contato, pelo simples fato de ainda nele acreditar, acreditar em sua honestidade, honradez, integridade,  e sobretudo pelo carinho e respeito que tenho por toda sua família.

 

Como não obtive nenhuma resposta ou retorno, nem por educação, respeito ou consideração, então, não tendo mais como ajudar, auxiliar e alertar o senhor prefeito, comunico os FATOS a V.Exa. cumprindo meu dever como cidadão, como Presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, como integrante dos grupos que fazem parte da Comissão de Direitos Humanos da OAB 4ª Subseção Rio Claro/SP, e sobretudo, como um discípulo do mestre em Direitos Humanos, nosso querido e saudoso Dr. Orlando de Pilla Filho, que nos deixou um legado a ser defendido.

 

Rogo a V.Exma. que interceda imediata e urgentemente no caso, protegendo o direito líquido e certo da cidadã, a funcionária Maria Cristina de Castro Farias, afastada de suas funções , reconduzindo-a ao cargo até melhor apuração dos fatos.

 

Senhor Promotor, estou fazendo minha parte como cidadão que ama essa cidade e sua história.  Os fatos e acontecimentos se precipitam. O senhor, como representante da Promotoria Pública, em ações históricas também sempre demonstrou seu amor por Rio Claro, e sobretudo, pela Lei e pela Justiça, e agora em suas mãos está o destino de parte do patrimônio Cultural e Histórico de Rio Claro, o destino dos funcionários municipais da Secretaria de Cultura, e sobretudo, seus valores morais e sua Fé na Verdade e na Justiça.

 

O tempo não para, e a História não espera. Daí a necessidade de IMEDIATAS E URGENTES decisões de V.Exma.

 

Tendo absoluta certeza da gravidade do caso, e de que V.Exma. irá encontrar dentro da Lei, do bom senso e da racionalidade, o que for melhor para a população desta cidade, para os funcionários envolvidos, e também para apoiar e auxiliar o senhor prefeito, dando-lhe chances e condições de realizar uma boa gestão administrativa, livre de influências nefastas, e dando a V.Exma. a certeza, de que entenderei e acatarei incondicionalmente as decisões de V.Exma., subscrevo-me respeitosamente.

 

JENYBERTO PIZZOTTI

R.G. 8.450.437-7 SSP/SP

 

 

DEPOIMENTO DE MARIA CRISTINA CASTRO DE FARIA – EXONERADA

Diretora de Políticas Especiais – Prefeitura Municipal de Rio Claro/SP

DATA: 27/03/2017                      

ÁUDIO – CLIQUE AQUI PARA  OUVIR E DOWNLOAD

 

 

 

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO GRAVADO

DEPOIMENTO DE MARIA CRISTINA CASTRO DE FARIA

Diretora de Políticas Especiais – Prefeitura Municipal de Rio Claro/SP

DATA: 27/03/2017                                                                                      

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO GRAVADO

 

Reportagem da Revista Eletrônica Rio Claro Online

www.rioclaroonline.com.br

Entrevistadora: Leila Duckur Pizzotti

 

 

PERGUNTA – Em relação a exoneração, o que aconteceu Maria Cristina ?

MARIA CRISTINA – Eu recebi alguns, como eu posso dizer ? alguns ofícios, para a liberação de uma verba para a Semana de Ogum, e a minha pergunta foi a seguinte: se havia licitação, qual que era o valor que nós tínhamos da integração racial, e que eu não tinha participado de nenhuma proposta, de nenhuma atividade, e não estava sabendo de nada, e que eu precisava ler com calma e ver isso direitinho… a secretária Daniela me ligou em seguida, porque essa primeira parte, quem estava com esses ofícios foi a diretora Taina (Taina da Rosa Vilela)… eu passei tudo explicadinho para a Taina primeiro, e ela levou os ofícios de volta para a Daniela dizendo que eu não ia assinar pelos motivos que eu havia explicado. A Daniela ligou por volta de meio dia e meia, eu estava ainda na Cultura, e muito agressiva dizendo “porque ?”, o que estava acontecendo, que eu não tinha assinado ?, e eu então novamente expliquei como eu não estava sabendo de nada, que ela já tinha passado por cima dessa diretoria há muito tempo, que o Ricardo, que é o chefe do gabinete, estava assinando alguns ofícios, os requerimentos que ela estava precisando, no meu lugar, então, que ela pedisse para o Ricardo assinar, porque eu não iria assinar sem saber exatamente, sem ter participado de tudo, esse projeto essa situação…

Na sequencia, então ela me disse assim: bom então eu vou, vamos até o Juninho dizer para ele que você não está colaborando com a minha gestão, e ai eu ainda eu novamente disse para ela, não Dani, eu não estou em nenhum momento, eu não disse que eu não queria ajudar na gestão, colaborar, muito menos com o trabalho do Juninho, pelo contrario, eu quero que tudo de certo, mas eu só não concordo de assinar ofícios, liberação de verbas de 10 mil reais, um pouco mais, de algo que eu não estava sabendo, do dinheiro que não é meu, que não me pertence, não vou assinar, e ai então ela ficou… eu disse que eu iria sim, falar com o Juninho, foi então que ela começou a gritar, mas gritar assim fortemente, dizendo que eu não ia nada, e quem iria até o Juninho era ela, porque ela era a secretaria, e quem manda lá é a secretaria, e que eu não mandava nada, e desligou, bateu o telefone no meu rosto.

 

PERGUNTA – Como a senhora soube da exoneração ?, através de quem ?  quando ? e onde soube da exoneração ?

MARIA CRISTINA – Bom, vamos começar por partes… no dia 21, na terça feira,  quando houve esse episodio, de eu não querer assinar o documento, eu voltei para a Cultura, trabalhei normalmente, na quarta normalmente, ela não me comunicou de nada, quinta eu fui para São Paulo acompanhando os assessores deficientes Paulo Meyer (Paulo Roberto Meyer) e Vilson Andrade (Vilson Pires de Andrade Junior),  estava junto, nesse carro, o repórter Emerson (Emerson Augusto – Departamento de Comunicação da Câmara Municipal) acompanhando essa nossa visita ao subsecretario de deficientes em São Paulo…  passamos o dia inteirinho em São Paulo, trabalhando sem saber de nada… a noite, quando eu estava em casa, recebi um telefonema do assessor Francisco Moraes (Francisco Claro de Moraes) assessor de idoso ligando para mim, perguntando como eu estava, se estava tudo bem… eu comentei da viagem, eu achei que ele queria saber que eu estava feliz com os resultados, que nós tínhamos conseguido de informações em São Paulo, e ai ele me disse: “Cristina, você não está sabendo que a Daniela te exonerou ?”, eu falei: mas como assim ? eu não recebi comunicado nenhum, não estou sabendo de nada..  ele falou: “é, ela chegou na sala hoje toda sorridente dizendo que tinha exonerado você e que segunda feira ia assumir um outro diretor”… bom, eu fiquei perplexa, falei: meu Deus, o que é isso ? eu estava trabalhando, ninguém me fala nada, como as coisas funcionam nessa secretaria ?

E ai, na sexta feira, o dia inteirinho, eu fiquei esperando que ela pelo menos me ligasse, me desse… tivesse me mandado um oficio, falado alguma coisa: olha você não faz mais parte dessa diretoria… nada, não houve nenhum contato… eu fui ignorada completamente da mesma forma como essa diretoria desde que eu assumi eu fui, e ai, a noitezinha, é que eu vi pelo diário oficial que tinha saído minha exoneração, onde dizia que o prefeito estava atendendo um oficio da secretaria de cultura… é só isso que eu sei sobre esse caso realmente triste… não sei nada sobre pagamento… não sei nada… ninguém me informou nada… eu estou numa situação… assim, sei que outro diretor assumiu no meu lugar, e eu continuo assim, como se eu nunca estivesse existido nesse….xxx

 

PERGUNTA – Quem se indignou com essa situação ? Quem se revoltou quando você foi exonerada ?

MARIA CRISTINA – Olha, eu acredito que toda a equipe, mas o seu Francisco, que é o Francisco Moraes, que é o assessor de idoso, foi quem me ligou dizendo, perguntando, como eu estava, foi o que mais sentiu todo esse processo, essa forma de agir até posso dizer, traiçoeiramente… não saber e não ser informada é uma traição… ele até se dispôs se precisar, ele até vai… que ele serve de testemunha, ele até se disponibilizou a isso, então é o que mais que posso dizer que que eu senti… agora, a equipe… ela tava sentida porque a gente tinha só uma semana dentro do Centro Cultural, porque dia 13 nós tomamos posse de uma salinha que a secretaria Daniela nos cedeu, assim com tudo que era de velho, assim… uma má vontade, e nos recebeu de uma forma até… bem assim agressiva, e no dia todos os assessores ficaram até indignados da maneira dela falar comigo, da maneira dela receber todo mundo de forma grosseira, gritando inclusive quando eu questionei… eu disse: ué mas pelo menos nos vamos ter um lugarzinho onde a gente possa trabalhar, para a equipe se reunir, pra que a comunidade possa procurar essa diretoria, ter acesso a essa diretoria… mas poderíamos estar melhor se tivéssemos o nosso patrimônio aqui, que é o patrimônio da Integração Racial, e nos temos todo um patrimônio

Que estava lá na avenida 26, na Secretaria de Turismo, e ai ela gritou… ela se alterou na frente de toda a equipe, dizendo que eu estava trabalhando na prefeitura, que não era em outro lugar… ela estava querendo dizer, que eu não estava numa empresa privada de onde eu vim e trabalhei a vida inteira, e que no município ninguém era dono de nada, na prefeitura ninguém é dono de nada,  e eu disse: mas como ? existe patrimônio, se existe patrimônio, cada setor tem o seu, e ela foi muito assim brusca, e falou respondeu,  disse que não, deu uma risadinha, ironizou, e que na prefeitura ninguém era dono de nada, e quando eles tivessem comprado material lá no Turismo, que eles iam disponibilizando o que era mesmo dessa diretoria, então uma semana apenas de trabalho ali naquele local, ali na Cultura a gente foi dando uma arrumadinha para ficar com uma carinha um pouco melhor, era tudo velho, restaurado, e ai acontece essa situação desses ofícios, depois essa sequencia de situações um tanto desagradáveis chegou até a exoneração….xxx sem sequer que eu soubesse e fosse informada.

 

PERGUNTA – Qual é a sua opinião sobre a Secretária de Cultura ?

MARIA CRISTINA – Olha, eu acredito, por tudo que vi e presenciei, ela é uma pessoa extremamente centralizadora, muito agressiva, uma pessoa agressiva, uma pessoa … não tem uma postura de secretária… não sei se é porque nunca trabalhou na vida, ou se é perfil dela mesmo, mas liderar precisa de muitas habilidades e e eu não percebi ai as principais condições para se liderar um grupo.

 

 

Diário Oficial de 24/03/2017 – Edição 834

 

EXONERACAO

 

 

CONTATO: (19) 9 9801 7240  –  contato@rioclaroonline.com.br


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Ela é uma das doenças caninas com maior taxa de mortalidade: 85%

 

Os sintomas são confusos e podem levar a erros de diagnóstico, a doença é pouco conhecida e não existem muitas campanhas focadas em sua prevenção ou na importância da vacinação. Esses fatores, combinados à força do vírus CDV (Canine Distemper Vírus), fazem da cinomose uma das doenças caninas com maior taxa de mortalidade — 85%.

 

A veterinária Maria Carolina Carvalho Mota e Silva explica que a cinomose é uma doença viral cuja gravidade depende do órgão afetado. “O vírus é muito inespecífico, então tudo depende de onde ele vai atacar”, completa. A veterinária explica que o CDV é um vírus oportunista, atinge os animais que se encontram com o sistema imunológico enfraquecido, o que ocorre com mais frequência em filhotes e naqueles de idade avançada.

 

A cinomose é sintomática e caracterizada por fases. Os sintomas iniciais são menos preocupantes e podem ser confundidos com um mal-estar passageiro, o que geralmente acontece, resultando em um diagnóstico tardio, no qual as chances de recuperação são reduzidas. Os primeiros sistemas a serem atingidos são o respiratório e o digestivo — daí os episódios de diarreia, vômitos, espirros e secreção nasal e ocular. Uma vez subestimado, o quadro evolui rapidamente para febre alta, pústulas e pneumonia.

 

Em seu estágio mais avançado, a cinomose atinge o sistema nervoso do animal. Os sintomas se caracterizam por tiques nervosos, espasmos musculares, comportamentos estranhos, como andar em círculos, convulsões e coma. Uma vez nesse estado, há poucas chances de reversão e, quando isso ocorre, o pet costuma ficar com sequelas.
 

O veterinário Gustavo Venezian Rovai explica que o foco do tratamento é diminuir o sofrimento da mascote. Quando os sintomas são tratados de forma isolada e sem o diagnóstico correto, o problema volta com maior intensidade. Diante dessa perspectiva, o pode ser feito? Segundo Maria Carolina, a única esperança reside no diagnóstico precoce. Se a cinomose for confirmada, deve ser ministrado um tratamento que não debilite ainda mais o cão, com remédios destinados a subir a imunidade. A partir desse momento, conta-se muito com a força do bicho.
 

Infelizmente, a sobrevida dos infectados é curta. “É difícil reverter o quadro de cinomose”, reconhece Maria Carolina. Em geral, é feito um controle dos sintomas, o que permite que o cão tenha certa qualidade de vida enquanto o mal se instala. Esse foi o caso de Lobo, diagnosticado tardiamente, com apenas 3 meses de vida. Os estudantes de direito Bianca Ramos Coutinho, 26 anos, e seu namorado Victor Hugo Diogo Barboza, 26, perceberam que o filhote de pastor belga estava fragilizado logo após comprá-lo. Ele apresentava diarreia, mas os donos pensaram tratar-se de algum tipo de verminose.
 

O casal conta que, mesmo seguindo o tratamento, não havia sinal de melhora. Um dia, Lobo sofreu uma convulsão, o que os alarmou. Retornaram ao veterinário para que mais exames fossem feitos. A jovem conta que chegou a suspeitar de epilepsia e, para checar a genética de Lobo, ligou para a criadora que o vendeu. Esta negou que o cão tivesse qualquer problema de saúde e não deu mais informações.
 

Quando o diagnóstico de cinomose se confirmou, começou uma luta para que o filhotinho conseguisse se fortalecer e vencer a doença. Lobo chegou a ficar internado, mas seu sistema neurológico já estava comprometido — o filhote faleceu com apenas 5 meses de vida. “Foi um mês de sofrimento, a doença é muito instável, você não sabe o que vai acontecer, se ele conseguiria reagir”, lembra Bianca.
 

A jovem explica que o cão era oficialmente de Victor, mas que fazia parte da vida dos dois, uma vez que estavam sempre juntos. “Acompanhei tudo, é muito sofrido”, lamenta. Bianca conta que ela e o namorado compraram Lobo em uma feira e acredita que as condições nas quais os cães ficavam expostos favoreceu o contágio da doença, que se dá pelo ar ou pelo contato direto entre os animais. “Eles ficavam todos juntos nas gaiolinhas, amontoados. Um cão doente pode contaminar muitos outros”, alerta.
 

A preocupação da estudante é bem fundamentada, confirma a veterinária Maria Carolina. Ela explica que os cães filhotes são muito vulneráveis, pois o sistema imunológico ainda está se formando, e que, mesmo com as vacinas em dia, o contato com humanos e com outros cães deve ser evitado até os 4 meses de vida, medida que poderia ter poupado Lobo.
 

Apesar da triste história vivida com Lobo, o casal acabou recebendo uma benção no mesmo dia em que perdeu o pastor belga. Bianca e Victor decidiram fazer uma visita ao Centro de Controle de Zoonoses do Distrito Federal, lá conheceram Aika. A cadela da raça cane corso seria sacrificada devido a um diagnóstico de leishmaniose, mas, em conversa com o antigo dono, o casal o convenceu a fazer um teste mais específico, que retira material da medula do animal, dificultando a ocorrência do falso positivo. Por fim, Aika não tinha leishmaniose e acabou sendo adotada por seus anjos da guarda, que perderam Lobo mas ganharam uma nova amiga.
 

A doença, por mais devastadora, pode ser prevenida. O esquema vacinal deve ser levado a sério e doses V10 e V8, que combatem, respectivamente, 10 e 8 doenças diferentes, entre elas a cinomose, devem ter suas doses reforçadas ao longo da vida do pet.
 

Outro cuidado importante ressaltado pelo veterinário Gustavo Rovai é que proprietários que perderam cães para a cinomose devem esperar um determinado período antes de adquirir um novo pet, principalmente se for filhote. No entanto, uma higienização do local diminui esse período, que pode variar de alguns meses a um ano. “É importante fazer a desinfecção, a limpeza diminui muito esse tempo de espera”, esclarece Gustavo.
 

Fonte: Uai


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Arquivo Municipal mantém laboratório para recuperação de documentos, fotos, desenhos e livros do acervo público. O acervo é disponibilizado para pesquisas e consultas.

 

Quem tem fotos antigas de valor histórico pode ter a fotografia recuperada mediante fornecimento de cópia e cessão do uso da imagem ao Arquivo Público de Rio Claro, que realiza também o trabalho de recuperação de outros documentos. A prefeitura produz diariamente dezenas de documentos nos processos administrativos realizados nas repartições públicas. São notas fiscais, ordens de pagamentos, certidões, contratos, registros de funcionários, entre outros arquivos que datam desde o século 19. Muitos documentos chegam ao Arquivo Público Municipal deteriorados e precisam de recuperação. Esse reparo é feito no laboratório do próprio Arquivo que, além documentos, também reconstitui fotos e desenhos.

 

“A equipe do arquivo desenvolve um trabalho técnico altamente qualificado e de baixo custo”, comenta Mônica Frandi Ferreira, superintendente do Arquivo Público “Oscar de Arruda Penteado”. Ela explica que muitos documentos chegam em péssimo estado e precisam ser recuperados para preservar a informação. Como alguns equipamentos são caros, a equipe busca alternativas para substituí-los. “Muitas ferramentas usadas no laboratório são criadas pelos próprios funcionários, o que diminui os custos do serviço”, ressalta.

 

O trabalho de recuperação é realizado pelo gráfico Artur Fernando Carvalho. “O primeiro passo é higienizar o material antes de começar o reparo”, explica. Em seguida, a equipe avalia os documentos e define o que será feito para sua recuperação. Carvalho conta que a comunidade também procura o arquivo para recuperar fotos e documentos.

 

A analista de Gestão Documental, Noemi Penha, explica que a demanda é contínua porque o município não para de produzir documentos. “Cada documento tem um tempo de guarda e o acervo do município é guardado no arquivo”, informa. O que pode ser considerado banal hoje pode não ser no futuro. “Uma decisão aparentemente simples agora pode ter repercussão histórica daqui a alguns anos”, observa.

 

O acervo do Arquivo Público é composto por manuscritos, livros, folhetos, revistas, jornais, registros fotográficos, discos, postais e cartazes, que ficam disponíveis para consultas e pesquisas na sede da autarquia, localizada no Núcleo Administrativo Municipal (NAM), na Rua 6, 3.265, Alto do Santana.

 

 

Foto: Comunicação PMRC

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Rio Claro


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Vice-líder da segunda divisão paulista levanta bandeira contra o hábito de torcedores.

Prática em jogos da seleção já resultou em multas à CBF

 

Virou cena comum em jogos dos grandes clubes de São Paulo. A cada tiro de meta cobrado pelo goleiro adversário, a torcida da equipe mandante faz ecoar alto o grito homofóbico que se espalhou por diversos estádios. Mas um time pequeno do interior paulista resolveu levantar a bandeira e marcar posição contrária ao cântico. O Rio Claro quer abolir de vez o “bicha” de suas arquibancadas.

 

Que isso não se confunda com rejeição ao público gay. Pelo contrário. Em fevereiro, o clube lançou uma campanha nas redes sociais convocando torcedores de todas as orientações sexuais para prestigiar os jogos no estádio Schimitão. Além disso, se opôs publicamente ao cântico ofensivo em suas dependências. “A comunidade LGBT é bem-vinda no estádio do Rio Claro FC. Aqui você não vai ouvir ‘bicha’ quando o goleiro cobrar tiro de meta em tom de ofensa. Aqui, somos todos iguais, todos irmãos”, bradava a campanha.

 

A repercussão na internet fez com que as ações se estendessem ao campo. Nas partidas do Rio Claro, são exibidas faixas contra a homofobia e distribuídos panfletos educativos aos torcedores, alertando sobre os diversos tipos de discriminação de gênero. “Nossa intenção com a campanha é mostrar às pessoas e ao nosso torcedor os enormes prejuízos que algumas atitudes podem causar a quem sofre na pele com o preconceito”, conta Rafael Porto, administrador de rede social do Rio Claro. “Não imaginávamos um impacto tão expressivo. Mesmo não sendo um clube grande, conseguimos propor uma reflexão à sociedade por meio do futebol.”

 

O Movimento LGBT de Rio Claro aprovou a medida. “Recebemos o gesto do clube com alegria”, afirma Leonardo Alves, de 29 anos, um dos integrantes do grupo. “A cidade é muito conservadora, mas, pelo menos entre a comunidade LGBT, houve bastante adesão à campanha. Conheço gente que começou a torcer pelo time por causa disso.” Para Alves, embora a atitude do Rio Claro tenha sido uma surpresa, mais clubes deveriam aderir à luta. “Não importa a quem seja direcionado. Ao usar o termo ‘bicha’ de forma pejorativa, com intuito de ofender, o torcedor acaba sendo preconceituoso. O futebol ainda é muito machista. Tomara que o Rio Claro sirva de exemplo às outras equipes.”

 

Entretanto, alguns torcedores do Galo Azul não assimilaram bem a campanha. “No começo, tivemos uma aceitação muito boa. Mas, com o tempo, uma minoria, composta por membros de organizadas, passou a ser alvo de piadas de rivais por causa do posicionamento do clube”, diz Porto. Quando os insatisfeitos tentam puxar o grito de “bicha” nos tiros de meta, porém, boa parte da torcida responde em coro: “Sem preconceito, sem preconceito!”. Apesar das manifestações divergentes, a diretoria do clube segue bancando a campanha e pretende manter uma ação permanente de conscientização até que os termos homofóbicos desapareçam do Schmitão.

 

“Rio Claro é uma equipe de tradição, que sempre pregou o respeito. Antes de funcionário do clube, eu sou torcedor. Frequento arquibancada há muito tempo e também já gritei coisas homofóbicas no estádio. Só que hoje tenho consciência de que isso não é legal. Todas as torcidas precisam se mobilizar por essa causa”, afirma Porto. Fundado em 1909, o Rio Claro é um dos clubes mais antigos de São Paulo e atualmente disputa a segunda divisão do Campeonato Paulista. No mesmo ano em que empreende sua cruzada contra a homofobia, a equipe também faz bonito nos gramados em busca do retorno à elite estadual. O Galo Azul ocupa a segunda posição na tabela, com o mesmo número de pontos do líder São Caetano. É o time que menos perdeu no campeonato: apenas uma derrota em 14 jogos.

 

Torcida Rio Claro
Torcida do Rio Claro em jogo da Série A2 do Paulistão. DIVULGAÇÃO

 

Punição e omissão

 

Desde o ano passado, a Fifa passou a enquadrar o grito de “bicha” como ato homofóbico e tem multado seleções pelo comportamento inadequado de suas torcidas. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já teve de pagar 150.000 reais por duas punições relativas aos jogos contra Colômbia e Bolívia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Na última terça-feira, contra o Paraguai, torcedores presentes na Arena Corinthians também entoaram insistentemente o cântico nos tiros de meta cobrados pelo goleiro Anthony Silva.

 

Na América do Sul, as federações de Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai também foram punidas pelo mesmo motivo. Os chilenos, por exemplo, acumulam oito sanções. Na última delas, além da multa, a seleção comandada por Juan Antonio Pizzi foi impedida de atuar por duas partidas no Estádio Nacional, em Santiago. O México, onde o grito homofóbico surgiu no início dos anos 2000, é outro país na lista de sancionados pela Fifa. Em espanhol, o termo dirigido em tom pejorativo aos adversários é “puto”.

 

Em 2014, o Corinthians lançou um manifesto pedindo à sua torcida que deixasse de proferir o grito de “bicha” para evitar punições ao clube. No entanto, no mesmo ano, o Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo entendeu que o cântico dos torcedores não era ofensivo. Desde então, o alvinegro paulista não desenvolveu mais nenhuma ação sobre homofobia. Já no ano passado, um grupo de torcedores palmeirenses criaram o movimento “#eugritoporco”, sugerindo a substituição do termo “bicha” por “porco” nos tiros de meta adversários, mas o Palmeiras não se engajou de forma oficial na campanha.

 

“Falta coragem aos clubes e à CBF”, diz Rafael Porto. “Por ser um tabu no futebol, os dirigentes ignoram a homofobia nos estádios para não correr o risco de contrariar os torcedores. Mas, se o Rio Claro tomou uma atitude e alcançou muitas pessoas, imagine o peso que teria uma ação de clubes grandes ou da seleção brasileira nesse processo de enfrentamento ao preconceito.”

 

Fonte: El País

Acesse: www.movimentolgbt.com.br


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O valor estipulado pode ser superior a R$ 7 milhões

 

É bem provável que você já tenha ouvido falar da Lista de Schindler. O documento deu origem ao filme hollywoodiano de mesmo nome, que foi um sucesso: levou 7 Oscars em 1994, incluindo o de Melhor Filme, e gerou 321 milhões de dólares em bilheteria ao redor do mundo. Agora uma parte da lista será colocada à venda – o valor, como você pode imaginar, não é baixo.

 

Caso você tenha perdido o filme aqui vai um resuminho (com spoilers): Oskar Schindler era um empresário membro do partido nazista alemão. Com uma fábrica na Cracóvia, ele utilizou sua influência e fortuna para impedir que oficiais alemães matassem os judeus que ele empregava. A coisa toda foi mais ou menos estável até que ordens foram dadas para mandar os prisioneiros da região para Auschwitz. Foi quando Schindler fez a tal da lista, que nomeava mais de 1200 judeus cujo destino deveria ser alterado; ao invés do gigantesco campo de concentração, a ideia é que eles seguissem para territórios que hoje pertencem à República Checa e Eslováquia, onde o empresário poderia salvá-los das câmeras de gás. Deu certo. Hoje, estima-se que os prisioneiros protegidos por Schindler deram origem a mais de 8 mil descendentes espalhados por EUA, Europa e Israel.


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Existe um método 100% natural para controlar a hipertensão?

 

Oi, Meu nome é Dr. Robert Ortiz e se você sofre com hipertensão, eu IMPLORO… por favor não submeta seu corpo as toxinas que as grandes indústrias farmacêuticas estão tentando enfiar guela abaixo em você.

 

Você e milhões de outros brasileiros tem sido altamente enganados sobre essas perigosas, caras, causadoras de efeitos colaterais, e eles não querem que você saiba da solução natural para hipertensão que eu estou prestes a compartilhar com você na próxima página.

 

Um em cada três adultos sofre de hipertensão arterial, ou pressão alta, uma condição que causa cerca de metade de todas as mortes por derrame e problemas cardíacos no mundo, destacou nesta quarta-feira (16) a Organização Mundial da Saúde (OMS) em seu relatório anual sobre estatísticas sanitárias. A diabetes, que também tem grande impacto sobre a circulação, atinge um em cada dez adultos.

 

Se você evitou tomar remédios para hipertensão até agora, parabéns! Você fez a escolha correta, e nós vamos mostrar uma alternativa muito melhor e 100% natural na próxima página.

 

Se você ESTÁ tomando remédios para hipertensão atualmente… não se desespere. Ainda não é tarde demais para baixar sua pressão naturalmente e se livrar dos remédios e sumir para sempre com os horríveis efeitos colaterais (muitos de meus pacientes já fizeram o mesmo).

 

Clique no link abaixo para aprender a VERDADE sobre os remédios para hipertensão e o método 100% natural que você pode utilizar, começando hoje:

 

>> É possível reduzir a pressão sanguínea de forma natural?

 

A sua saúde,
Dr. Robert Ortiz


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.