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19 de fevereiro de 2018

A Primeira Agência de Publicidade e Marketing da Cidade de Rio Claro/SP e Região, a Agência Interativa Nautilus Publicidade desenvolveu a Ideia da Campanha Adote no Canil para ajudar e somar forças com o Canil Municipal, e esse ano de  2018 a campanha está no seu segundo ano promovendo a conscientização e importância da Adoção Responsável, a Campanha estará sendo divulgada nas redes sociais.

 

“A ideia dessa importante Campanha é justamente viabilizar novas ações e divulgações para chamar a atenção da população em geral para a demanda de animais abandonados e carentes que se encontram no Canil Municipal. Esse ano de 2018 a nossa Agência completa 40 Anos, e para comemorar e também mostrarmos a consciência social da empresa realizando algumas Campanhas e Eventos a fim de trazer mais adeptos, empresas, parceiros e amigos, para se aproximarem das causas sociais na cidade de Rio Claro/SP, ações bem planejadas e empregadas em parceria com a comunidade e com o poder público, resultam em efetivas ações de melhorias para a cidade,  tudo é viável se as pessoas tiverem vontade de ver a mudança acontecer e se estiverem dispostas a praticar cidadania diariamente!”, afirma a Diretora Executiva da Agência Leila Pizzotti”.

 

A Campanha Adote no Canil é uma Parceria do Canil Municipal e da Agência Interativa Nautilus Publicidade.

 

CAMPANHA #ADOTENOCANIL – CANIL MUNICIPAL

 

Para adoção o horário de atendimento é das 7 às 17h e se for apenas para visitação: das 13 às 17h.
Sábados, Domingos e Feriados: das 7 às 12h.

 

Todos os animais são castrados, vacinados, vermifugados e Chipados.
Levar um documento para adoção.

 

Os interessados também podem entrar em contato pelo telefone: (19) 3532.4115

 

O município de Rio Claro aposta na posse responsável para reduzir o número de animais nas ruas. Antes de adotar um animal é preciso considerar o espaço físico, custos de alimentação e características da raça.

 

 Levar um documento para adoção.

Muitos animais domésticos vivem abandonados nas ruas das cidades brasileiras. Para ajudar a reduzir esse problema, em Rio Claro a Secretaria Municipal de Meio Ambiente faz orientação sobre alguns cuidados importantes antes de se optar pela adoção ou compra de um animal de estimação. E também oferece castração gratuita de cães e gatos para reduzir a procriação indesejada.

 

O Departamento Municipal de Proteção Animal ressalta que, antes de decidir ter um animal em casa, é preciso considerar aspectos como o espaço físico disponível, os recursos para alimentar e cuidar da higienização do animal e a empatia dos membros da família em relação ao bicho de estimação. Também é necessário ter opções para não haver abandono caso a família viaje.

 

Um importante aspecto a ser considerado é a característica da raça escolhida. Algumas são dóceis, outras temperamentais, algumas mansas, serenas e outras, hiperativas. Por isso, não basta escolher apenas pelo aspecto visual do animal.

 

O departamento de Proteção Animal usa como exemplo de raça que costuma gerar muitos abandonos é a ChowChow. Por serem fortes e territorialistas, cães dessa raça podem ter problemas com pessoas fora do convívio familiar e rotineiro, e também com outros animais. Acabam muitas vezes sendo abandonados.

 

Outra ação do município de Rio Claro para diminuir o número de animais nas ruas é a castração gratuita de cães e gatos. O serviço é feito no Centro Cirúrgico do Centro de Controle de Zoonoses. O agendamento é feito pelos telefones (19) 3535-4441 e 3533-7155, de segunda a sexta-feira, das 7 às 16 horas.

 

Canil Municipal

 

Os interessados em adotar podem visitar o canil municipal de Rio Claro, que abre ao público diariamente. Localizado na Rua Alfa, sem número, ao lado do Centro de Controle de Zoonoses, o canil atende de segunda a sexta-feira das 7 às 17 horas, e aos sábados, domingos e feriados das 8 às 12 horas.

 

O Canil Municipal possui fanpage no Facebook no endereço www.facebook.com/canilrioclaro, na qual a comunidade pode ver quais são os animais abrigados a espera de adoção.

 

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9 de fevereiro de 2018

Florence, de 95 anos, queria enfrentar a solidão, e Alexandra, de 27, pagar um aluguel mais barato para fazer o mestrado; no fim, construíram uma grande amizade.

 

A britânica Florence tem 95 anos. Perdeu o marido, viu os filhos se casarem e saírem de casa. Desde então, passou a enfrentar a solidão.

Para ela, tudo aconteceu “de repente”. Florence é militar reformada, ex-membro da força aérea real, e costumava jogar tênis. Começou a enxergar muito pouco. Passou a ter medo de cair.

Mas em um jornal, viu um anúncio sobre idosos que dividiam casas com pessoas mais jovens. Geralmente cobram um aluguel mais barato, mas ganham companhia. Decidiu experimentar.

“Eu quis morar com alguém porque estava muito sozinha. Todos precisamos de companhia”, diz, explicando porque, há dez anos, decidiu alugar um quarto em sua casa.

Desde então, nunca mais ficou sem inquilino.

“Foram diferentes pessoas ao longo dos anos, e você tem que fazer um esforço. Às vezes funciona, às vezes não. No momento está funcionando lindamente. Nós ficamos bem juntas, o que me surpreende um pouco porque Alex vem do norte e sou do sul”, diz.

Alex é o apelido de Alexandra, de 27 anos, a atual inquilina. Ela é estudante e veio de Newcastle, cidade do norte da Inglaterra. Chegou a Londres em setembro para fazer um mestrado. Sem conhecer ninguém na cidade, foi morar com Florence. Surpreendeu-se: ganhou também uma amiga.

“Do lado prático, tem sido importante porque pude vir para Londres e estudar, senão teria sido muito difícil. Mas eu não esperava que faria uma nova amiga. Aqui é um ambiente bem familiar. Me sinto segura e não fico isolada em uma cidade que é muito grande”, conta.

Alexandra diz que as pessoas também ficam surpresas quando ela chama Florence de amiga, dada a diferença de idade entre ambas.

Na Inglaterra, é bastante comum idosos alugarem quartos em casa por um preço abaixo do mercado e, assim, conseguirem companhia.

Há entidades que cadastram proprietários e ajudam a selecionar os inquilinos. Algumas exigem dez horas por semana de ajuda em casa, mais cinco horas de “companhia amigável”.

Esse tipo de programa surgiu nos Estados Unidos nos anos 1970 e começou a ser adotado no Reino Unido uma década depois, de acordo com a Share and Care, uma dessas organizações que promove esse tipo de compartilhamento de casas.

“Hoje há programas do tipo em diferentes lugares do mundo, incluindo França, Alemanha e Austrália”, diz o site da organização.

Fonte: BBC Brasil


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8 de fevereiro de 2018

A cerimônia foi realizada às 18h30 no paço municipal na quinta-feira (25 de Janeiro de 2017).  Após eleição realizada, os novos membros do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro/SP tomaram posse.

 

O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, nomeou os novos integrantes pelo decreto 11025.

 

A entidade é dividida por segmentos e tem poder deliberativo. O SUS (Sistema Único de Saúde) prevê a participação da sociedade no processo de fiscalização dos recursos e do andamento dos trabalhos realizados na área. “A importância da atuação do conselho municipal é grande, porque inclui diretamente a população no controle e elaboração de políticas para a gestão de saúde na cidade”, afirmou o secretário de Saúde de Rio Claro, Djair Francisco.

 

O Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro é formado por prestadores de serviço, representantes do governo, profissionais da saúde e usuários, que têm direito à metade das cadeiras da entidade. Assim como na esfera municipal, existem os Conselhos Estaduais e o Conselho Nacional de Saúde.

 

A nova composição do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro terá os seguintes conselheiros:

 

Aretuza Nagata, (titular, Pastoral da Criança) e Cacilda Lopes (suplente, Associação dos Aposentados da Fundação Cesp); Maria Helena Romualdo (abrigo da velhice São Vicente de Paulo) e José Albano Figueiredo (Conselho Maçônico Rio-clarense); José Manoel Martins (pastoral da saúde) e Geraldo Luiz Gandolpho (projeto Despertai); Julio Cândido (União de Amigos) e Benedita Graziani (instituto Allan Kardec); Gustavo Roberto Fink (Nosso Lar), sem suplente; Leila Pizzotti (Movimento LGBT), sem suplente; Aldo de Oliveira (Sindicato dos Metalúrgicos), sem suplente; Eliana Cristina da Silva (rede Rio-clarense de combate ao câncer “Carmen Prudente” e Clube Siri) e Maria Cristina Esposti (associação Lute pela Vida – Grupo de Assistência e Cuidados – Gacc); Vicente Claro (Apae) e Rosangela da Fonseca (associação de pais e amigos do Centro de Habilitação Infantil Princesa Victoria – Apachi); José Domingos de Almeida (conselho gestor da USF Ajapi) e Benedita Izzo (conselho gestor da USF Bela Vista); José Elieser Andrade (conselho gestor do PA do Cervezão), sem suplente; Alvaro Camarinha (Associação Paulista de Medicina), sem suplente; Talita Pedroso (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 3ª Região – Crefito 3), sem suplente; Nádia Maria Augusta de Oliveira Joaquim  (USF Bela Vista) e Elias Dias (setor de transporte da Fundação de Saúde); Marta Bianchi (Caps ad) e Deise Elucyd Matos (Cead); Francisco Nadai Jr (RH da Fundação de Saúde) e Paula de Souza Rodrigues (Sepa); Ariane Zamariola (casa de saúde Bezerra de Menezes) e  Márcio da Silva (Unimed Rio Claro); Eduardo Kokubun (Instituto de Biociências da Unesp) e Danilo Ciriaco (Ação Educacional Claretianas); Luiz Carlos Jardim  (dispensário municipal de medicamentos) e Arnaldo Di Trani (setor municipal de manutenção); Djair Francisco (secretário municipal de Saúde) e Antonio Flavio Archangelo Junior (chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Saúde).

 

 

 Confira algumas fotos abaixo.

Presidente e Vice-presidenta do Conselho de Saúde

José Domingos e Ariane Zamariola – 2018/2019

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Participe das Reuniões

Horário as 19:00

Local: Nam Rio Claro/SP

Endereço: R. Dr. Elói Chaves, 342 – Alto do Santana Rio Claro – SP

 

 

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Rio Claro Online – Revista Colaborativa

Com informações da IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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4 de fevereiro de 2018

O advogado Ricardo Gobbi e Silva é o novo diretor do Departamento Municipal de Proteção Animal de Rio Claro, em substituição a Solange Mascherpe, que estava no cargo há um ano.

 

“Reconhecemos o trabalho até aqui realizado, porém fizemos a mudança para implantar uma nova dinâmica nos serviços, capaz de fortalecer e aproximar o trabalho da prefeitura aos grupos de proteção pensando sempre no bem-estar dos animais”, afirma o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. De acordo com o prefeito, em 2018 os serviços do setor deverão ser ampliados, com normas rigorosas no funcionamento do canil municipal e novos investimentos nos serviços de castração e chipagem. “Também vamos trabalhar para a estruturação da recolha dos animais de grande porte”, informa.

 

O departamento tem entre suas funções coordenar o canil municipal e os serviços de atendimento aos animais em sofrimento. “O desafio do trabalho é grande na preservação dos direitos dos animais”, comenta Ricardo Gobbi e Silva.

 

O novo diretor tem 42 anos, formou-se em Direito pela Unimep, foi um dos fundadores da Comissão de Direito Ambiental da OAB/Rio Claro, tem inúmeros cursos de direito ambiental e é docente cadastrado no Centro de Estudos Ambientais da Unesp.

 

IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP

Foto: Rio Claro Online


unesp
2 de fevereiro de 2018

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou hoje (2/2), nos endereços vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br, o resultado final do Vestibular 2018, com oferta de 7.365 vagas em 173 cursos de 23 cidades. O exame foi aplicado em duas fases e registrou 107.753 inscritos. As provas foram aplicadas em 31 cidades paulistas, além de Brasília/DF, Campo Grande/MS e Uberlândia/MG.

 

De 2 a 5 de fevereiro (sexta a segunda), todos os candidatos classificados, inclusive o primeiro colocado de cada curso, deverão confirmar interesse por vaga, procedimento a ser realizado no site da Vunesp por quem pretende se matricular. A primeira lista de convocados será divulgada no dia 7 de fevereiro, quarta-feira, somente com os nomes de candidatos que tenham declarado interesse por vaga.

 

As matrículas são feitas primeiramente de forma virtual, conforme as orientações publicadas no Manual do Candidato, disponível para consulta no site da Vunesp. As matrículas virtuais em primeira chamada serão realizadas nos dias 7 e 8 (quarta e quinta) deste mês. A segunda e a terceira chamada serão divulgadas nos dias 15 e 20 de fevereiro (quinta e terça), respectivamente. Todas as chamadas para matrícula só incluirão nomes de candidatos que tenham confirmado no site interesse por vaga.

 

As provas foram aplicadas em 31 cidades paulistas (além das 23 onde há cursos, os exames acontecerão em Americana, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André e Sorocaba) e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Uberlândia (MG).

 

As cidades para as quais há oferta de carreiras neste vestibular são Araçatuba (170 vagas), Araraquara (855), Assis (405), Bauru (1.045), Botucatu (600), Dracena (80), Franca (410), Guaratinguetá (310), Ilha Solteira (310), Itapeva (80), Jaboticabal (280), Marília (475), Ourinhos (90), Presidente Prudente (640), Registro (40), Rio Claro (490), Rosana (80), São João da Boa Vista (40), São José do Rio Preto (460), São José dos Campos (120), São Paulo (185), São Vicente (80) e Tupã (120).

 

A Unesp destina mínimo de 50% das suas vagas por curso ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Este índice era de 45% no último exame, quando a porcentagem de ingressantes oriundos de escolas públicas foi de 52,6%.

 

 

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Rio Claro Online – Revista Colaborativa

 

 

Sobre a Unesp

 

A Unesp, Universidade Estadual Paulista, é uma universidade pública, gratuita, que está entre as maiores e melhores do País. Está presente em 24 cidades do Estado de São Paulo com 34 faculdades e institutos, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Fundada em 1976, a instituição oferece 182 cursos de graduação e 146 programas de pós-graduação. Tem 51.311 alunos (37.770 na graduação, 13.541 na pós stricto sensu), 3.826 professores e 6.782 servidores técnico-administrativos. Possui cerca de 1.900 laboratórios e 30 bibliotecas, com mais de 1,3 milhão de livros. Oferece cursos pré-vestibulares gratuitos em suas unidades, bem como diversos programas de extensão de serviços à comunidade. Três escolas de ensino técnico são mantidas pela Universidade: o Colégio Técnico Industrial em Bauru, o Colégio Técnico Industrial em Guaratinguetá e o Colégio Técnico Agrícola em Jaboticabal.

 

 

Mais informações:

 

Informações sobre todos os cursos da Universidade no Guia de Profissões, em www.unesp.br/guiadeprofissoes

Assista um vídeo sobre a Unesp em www.unesp.br/unespvideos

 

Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)

Sites – http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br

 


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29 de janeiro de 2018

“Ser trans no Brasil é transgredir”. A frase, dita por Marina Reidel, coordenadora-geral de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), resume a vida de quem tem que lutar por trabalho, políticas de saúde, contra a violência e, inclusive, pelo reconhecimento da própria existência. Para evidenciar as particularidades dessa população, o dia 29 de janeiro foi consagrado como Dia da Visibilidade Trans – população que engloba travestis, bem como homens e mulheres trans. A data marca uma das primeiras iniciativas públicas contra a transfobia, a campanha Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos, lançada em 2004 pelo Ministério da Saúde.

 

De lá para cá, conquistas foram obtidas por essa população. Uma das mais importantes foi o decreto presidencial, publicado em abril de 2016, que autorizou o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal. Como resultado disso, segundo Marina Reidel, órgãos públicos têm discutido o tema e publicado regras sobre uso do nome social, sendo a mais recente a resolução do Ministério da Educação que autoriza o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica, decisão que reforça uma anterior, do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais.

 

O caminho para a superação do preconceito, contudo, é longo, e muitas portas fechadas são encontradas pelas pessoas que assumem uma identidade de gênero diferente do sexo biológico. Para Marina Reidel, a sociedade brasileira é “transfóbica” e condiciona as pessoas a viverem a hetenormatividade [a heterossexualidade como padrão impositivo]. Por isso, “ser travesti no Brasil é prova de resistência e embate na luta por políticas públicas de igualdade de direitos. Somos cidadãs e cidadãos; temos o direito de viver nossas vidas como nos compreendemos”, defende.

 

 

 

 

Uma grave evidência dessa situação foi explicitada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), no Mapa dos Assassinatos de Travestis e Transexuais no Brasil em 2017. O estudo comprova que, apenas em 2017, ocorreram 179 assassinatos de travestis ou transexuais, o maior índice de homicídios relacionados à transfobia em 10 anos . Isso significa que, a cada 48 horas, uma pessoa trans é morta no país. Organizações que atuam em defesa dos direitos dessa população apontam que políticas são necessárias para romper com esse cenário de violência. Hoje, isso faz com que a expectativa de vida dela seja de, aproximadamente, 35 anos, conforme a pesquisa que resultou no livro Travestis Envelhecem, do doutor em psicologia social Pedro Sammarco.

 

Marginalização

 

Cientista político, Marcelo Caetano afirma que a realidade das pessoas trans no Brasil atual é a da marginalização. “Números apontam que mais de 90% das mulheres trans trabalham com prostituição: quando todo um segmento populacional é relegado a uma única profissão, especialmente uma tão marginalizada, não se pode falar em vontade e autonomia, mas sim na total falta de opção e completa exclusão das possibilidades da vida social”, alerta.

 

Hoje com 30 anos, Caetano assumiu sua real identidade de gênero aos 18, e enfatiza que não há sequer dados sobre a existência de homens trans como ele, “o que por si só já diz muito sobre o estado das coisas”. Diante do quadro, diz ser “urgente compreender que as diferenças nos fazem melhores como sociedade, como indivíduos, por isso não devem nunca ser fator de exclusão. É preciso entender que vidas trans importam, e nos garantir emprego, educação, saúde e outros direitos fundamentais é apenas nos tratar como o mínimo: seres humanos”.

 

As duas dimensões – do desafio e das possibilidades – também são evidenciadas pela presidenta da Antra, Keila Simpson. Embora ser trans seja, para ela, “enjaular um leão a todo dia”, é também ser perseverante e sonhadora. “É sonhar que a luta de hoje é lutada para que quem venha depois de nós possa experimentar alguns avanços que a gente conseguiu plantar. Por mais adversidades que a gente tenha, e a gente tem todos os dias, existe ainda esperança de continuar na luta, de reagir, de saber que um dia a gente vai viver num país mais igual para todas nós”.

 

 

Helena Martins – Repórter da Agência Brasil

www.agenciabrasil.ebc.com.br

 

 

Denuncie sempre! – www.movimentolgbt.com.br/denuncie

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26 de janeiro de 2018

Os novos membros do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro tomaram posse na quinta-feira (25) em cerimônia realizada no paço municipal. Os conselheiros assumiram mandato de dois anos sem remuneração, que pode ser renovado até a designação de substitutos. Na noite de terça-feira (30) será realizada a primeira reunião onde serão eleitos o presidente e o vice-presidente do conselho que é dividido por segmentos e tem poder deliberativo. O órgão é formado por prestadores de serviço, representantes do governo, profissionais da saúde e usuários.

 

A solenidade no paço contou com a presença do prefeito de Rio Claro, João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que pediu efetiva participação dos novos conselheiros. “A saúde precisa da solidariedade e do comprometimento de cada um de vocês que estão assumindo hoje um cargo de extrema responsabilidade. O conselheiro tem a dura tarefa de ajudar a fazer uma saúde melhor. Espero contar com o apoio de cada um nesse trabalho”, destacou Juninho.

 

O prefeito lembrou as conquistas realizadas pela prefeitura no setor de saúde como a construção de seis unidades de saúde, a implantação do Espaço Mais Saúde e da Farmácia Todo dia, a aquisição de novos aparelhos de raios-x para as unidades de urgência e emergência, o novo pacto com a Santa Casa, entre outras realizações. Juninho também saudou os novos membros do Conselho de Saúde e agradeceu o trabalho realizado pelos anteriores.

 

O secretário municipal de Saúde, Djair Francisco, anunciou que as portas da Fundação de Saúde continuarão abertas para os conselheiros que terão acesso às informações inerentes ao conselho, a exemplo do que foi feito no ano passado. “Todas as ações e informações foram franqueadas ao conselho que muito nos ajudou no desenvolvimento de nosso trabalho”, disse Djair observando que a participação do Conselho de Saúde é fundamental para uma boa gestão da saúde pública. “Além de instrumento de fiscalização e controle social, eu entendo que é também papel do conselho auxiliar na gestão da saúde em prol do interesse público e da sociedade”, afirmou.

 

José Domingos Almeida fez seu último discurso como presidente do Conselho Municipal de Saúde no mandato que se encerra. Em sua fala, ele pediu aos novos conselheiros que visitem as unidades de saúde e verifiquem in loco os problemas e necessidades e não se pautem apenas pelas informações postadas na internet.  “Não dou valor ao que é postado na internet sem que seja verificada no local a realidade dos fatos. Vocês são representantes da população, façam valer essa representatividade com uma atuação séria e comprometida”, pontuou.

 

Também participaram da cerimônia o secretário de Economia e Finanças, Gilmar Dietrich, conselheiros novos e antigos, e representantes da comunidade e da administração municipal.

 

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IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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19 de janeiro de 2018

(REFERENTE A FARRA NA CONTRATAÇÃO DE 17 COMISSIONADOS NA SECRETARIA DE CULTURA)

 

Segundo o Exmo. Promotor da 7ª Promotoria de Justiça de Rio Claro, na Representação sobre VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP, o vereador Geraldo Luis de Moraes (Geraldo Voluntário) disse: “aduziu o Sr Geraldo em resposta ao ofício – fls. 64/66 – de forma sucinta, serem inverídicos os fatos alegados na representação, apontando, ainda, serem os cargos de secretários, bem como os de confiança, e comissão de livre nomeação e exoneração do Prefeito Municipal, competindo tão somente a este.”

 

O vereador citado, diante do pedido de informação do Promotor, transferiu a total responsabilidade dos fatos citados na denúncia ao senhor, prefeito João Teixeira Junior.

 

O POVO QUER SABER:

 

Quais as razões que levaram o senhor a escolher e nomear esses cidadãos e cidadãs ? (vide lista abaixo dos nomeados – a maioria ligados ao vereador Geraldo Voluntário e a vereadora Carol Gomes). A maioria dos nomeados apoiaram a campanha do vereador citado e frequentavam a comunidade religiosa dirigida por esse vereador, esse fato, de alguma forma, direcionaram sua escolha e suas nomeações?

 

DANIELA MARTINEZ FIGUEIREDO FERRAZ – Cunhada e indicada pelo vereador Geraldo

 

MCCF (funcionária exonerada) – indicada pelo vereador Geraldo

 

JOSÉ ROBERTO SANT`ANA – indicado pelo vereador Geraldo (apoio na campanha do vereador)

 

ALEX DE OLIVEIRA RODRIGUES LOPES – indicado pelo vereador Geraldo (apoio e colaborador financeiro na campanha do vereador)

 

JOSIANE CRISTINA MARTINS DA SILVA – indicada pelo vereador Geraldo

 

FRANCISCO CLARO DE MORAES – indicado pelo vereador Geraldo

 

FELISBERTO FERNANDES RODRIGUES JUNIOR – indicado pelo vereador Geraldo

 

MARIA CELIA VIANA – indicada pelo vereador Geraldo

 

PAULO ROBERTO MEYER – indicado pelo vereador Geraldo

 

ERIKA LAYHER – indicado pelo vereador Geraldo (amiga e colega pessoal da Secretária de Cultura, Daniela Ferraz, na UNESP. Aerelista e Proprietária da empresa Cia Passarinhar da qual faz parte a Secretaria de Cultura, Daniela Ferraz)

 

TAINA DA ROSA VILELA – indicado pelo vereador Geraldo (amiga e colega pessoal da Secretária de Cultura, Daniela Ferraz, na UNESP. Aerelista na empresa Cia Passarinhar da qual faz parte a Secretaria de Cultura, Daniela Ferraz

 

LUIZ FERNANDO DENARDI STANCATI SILVA – indicado pela vereadora Carol Gomes (principal assessor da vereadora Carol Gomes em sua campanha eleitoral para vereadora)

 

AMANDA ALBARRAL DE OLIVEIRA –indicada pela vereadora Carol Gomes (assessora pessoal da vereadora Carol Gomes)

 

ELIZAMA RAMOS DOS SANTOS COSTA – indicada pelo vereador Julinho Lopes (apoio na campanha do vereador)

 

ELLEN CRISTINA FILIER – indicada por?

 

MARCIA MARQUES FERNANDES BARBOSA – indicada por ?

 

ERICA FORMIGONI BENTO – indicada por ?

 

Prezado senhor prefeito, o Povo de Rio Claro e todos aqueles que o escolheram como prefeito e lutaram por sua eleição (e nisso me incluo) querem saber sua resposta…

 
 
Jenyberto Pizzotti
RG 8.450.437-7
jenyberto@yahoo.com.br


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19 de janeiro de 2018

A Rio Claro Online através da sua Editora Chefe e cidadã Leila Pizzotti, que representa diversos movimentos sociais na cidade de Rio Claro/SP, deu entrada no mês de Dezembro de 2017 em 2 processos no Atende Fácil:

 

N° Processo: 42571
N° Processo: 42572

 

O que esses dois processos solicitam para a gestão atual? Segue abaixo:

 

Solicitação de Informações:
– Cópia das Atas de todas as reuniões do Concult que essa Secretaria se fez presente

 

– Cópia da agenda de reuniões com datas e horas do Concult 2017

 

– Cópia de todos os documentos relacionados ao Cuncult, ex: Estatuto, Lei 215 que foi para a Câmara e etc.

 

Solicitação de Valores/Recursos empregados em cada projeto desenvolvido pela Secretaria de Cultura no ano de 2017, assim como, a estimativa/detalhes de abordagens, técnicas utilizadas e público.

 

Segue abaixo alguns dos Projetos que a Rio Claro Online fez o levantamento independente que foram realizados no ano de 2017 pela Secretaria de Cultura, existem outros:

 

NOV – 26 – 2017
Fortalecendo a Cena: Belize e Bermudas, Blues et al., Sexy Jazz

 

NOV – 5 – 2017
Mobilização Cultural – Cultura Já!

 

SET – 23 – 2017
Oficina de Políticas Culturais

 

SET – 3 – 2017
Festival Paulista de Circo – Esquenta em Rio Claro

 

JUN – 24 – 2017
Show com Jeneci – Aniversário de Rio Claro SP (Oficial)

 

MAI – 27 – 2017
Mix Cultural – Rio Claro SP

 

MAI – 3 – 2017
Festival 100 Anos Dalva de Oliveira

 

ABR – 26 – 2017
Apresentações Culturais: Congada e Oro Ari | Roda de Capoeira

 

ABR – 25 – 2017
Oficina de Percussão | Apresentação de Dança Cia Afro Abayomi’n

 

ABR – 24 – 2017
Samba De Roda – Escola Cantar De Oxum e Palestra

 

ABR – 23 ao dia 28 – 2017
Semana “Ogum e Suas Origens Culturais”

 

MAR – 18 – 2017
Mostra Artística de Mulheres

 

O resumo dos processos são sobre solicitações á informações sobre documentos importante referentes ao CONCULT e sobre os Valores/Recursos, assim como a estimativa/detalhes de abordagens, técnicas utilizadas e público, dos Eventos realizados pela Secretaria de Cultura no ano de 2017, a cidadã não sendo respondida por email e nem pelo canal de comunicação da Prefeitura (Atende Fácil), solicitou ajuda ao sistema e-SIC e ao Órgão Destinatário: CGU – Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União para ter acesso as informações solicitadas através da Lei nº 12.527/2011 que regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas.

 

Protocolo Acesso à Informação – e-SIC: 00075.000077/2018-43

 

A cidadã  e requerente das informações citadas, se posiciona da seguinte forma: “Se temos que implorar para os gestores nos repassarem informações básicas, que faz parte do nosso direito civil em buscar, a respeito do que se anda realizando e promovendo na cidade com o dinheiro dos nossos impostos, a dica para a população em geral que eu quero passar é, conforme a resposta fornecida (vide resposta na íntegra abaixo) pela responsável e secretária atual da secretaria de Cultura de Rio Claro/SP, a Sra. Daniela Ferraz , é mais fácil pedir informações e atendimento DIRETO para a Procuradoria Geral do Município, ou abrir Protocolo de Acesso à Informação no e-SIC mesmo (http://www.acessoainformacao.gov.br/), uma vez que o Atende Fácil, nesse caso e em muitos outros, serve apenas para repassar o problema sem apresentar solução, e de verdade eu achei que o Atende Fácil era para facilitar e integrar os serviços municipais, suas respectivas secretarias e a própria Procuradoria Geral do Município, acho que me enganei né?! Sem comentar o tempo que demora para obter respostas simples…

 

A prezada secretária é omissa e detentora de um total despreparo para continuar gerindo, liderando e ocupando um cargo em uma secretaria de extrema importância, que é a Secretaria de Cultura. Informações básicas que são necessárias e solicitadas pelos fazedores independentes de cultura na cidade, continuam sendo omitidas e escondidas debaixo dos panos…o que é que a população e as partes interessadas não podem saber? No momento continuamos sem um plano de cultura e sem uma luz no fim do túnel, é um escândalo atrás do outro, só não vê quem não quer, e de fato, é só isso que vemos e revemos na secretaria de Cultura de Rio Claro/SP infelizmente, pobre Cidade Azul…a sua Cultura continua abandonada para as traças, e o pior do pior, o dinheiro público está sendo queimado por uns e outros que apenas visam sua autopromoção”.

 

 

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17 de janeiro de 2018

Denuncia ao MP – Caso Cultura
A NEGLIGENTE, INÚTIL E DESNECESSÁRIA
7ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE RIO CLARO
Jenyberto Pizzotti

As linhas que você vai ler abaixo foram escritas por um cidadão que ainda acredita em determinados valores éticos e morais, por um cidadão que ainda acredita que a Lei e a Justiça deve e precisa ser igual para todos, por um cidadão, e que embora muito distante da cidade e do pais que o acolheu quando criança e onde ali constituiu família com filhos, netos e bisneto, e onde passou grande parte de sua vida amando, lutando e construindo coisas importantes para a cidade que seus antepassados ajudaram a construir, ainda se preocupa com a cidade que traz guardada em seu coração.


Esse artigo antecede um ofício e “Carta Aberta” dirigida ao digno Conselho Superior do Ministério Público, aos Exmos. Procurador-Geral de Justiça, a 9 Procuradores e ao Corregedor-Geral do Ministério Público, todos integrantes e presidente respectivamente do Conselho Superior do Ministério Público, além da Corregedoria de Justiça, da Ouvidoria de Justiça, da Promotoria de Cidadania e da Promotoria de Direitos Humanos, todos organismos em nível Estadual. Assim como, aos oito Exmos. Promotores Públicos da cidade de Rio Claro.
Não apenas como cidadão que exerce seus plenos e inalienáveis direitos previstos na Constituição, não apenas como um idealista e ativista na área de Direitos Humanos, mas sobretudo, como um intransigente defensor da Promotoria de Justiça em nível Nacional, sinto-me perfeitamente a vontade para realizar qualquer tipo de análise e/ou crítica a essa mesma Promotoria Pública que defendo com “unhas e dentes”, e que considero a última reserva e trincheira moral dentro do Brasil.


Em 11 de abril de 2013 participei ativamente e criei páginas nas Redes Sociais da Campanha “Diga Não a Pec 37” e escrevia na ocasião: “Deputados pretendem rasgar a Constituição e tirar do Ministério Público o Direito e o Dever Constitucional de Investigar a Corrupção e outros crimes. Isso é um Atentado à Democracia ! O MP, O STF e a PF são reservas morais do Brasil !”, 2 meses após em 25 de junho de 2013 tive o prazer e o orgulho de escrever: “Vencemos mais essa Batalha ! Mas a Luta Continua e vamos ganhar a Guerra !”


Dessa forma, repito, sinto-me a vontade para realizar uma crítica específica e pontual sobre uma situação que venho constatando na Justiça da cidade de Rio Claro/SP, e que muito me deixa indignado, irritado, e que, em absoluto, vejo como inaceitável e inadmissível dentro da brilhante e gloriosa História da Justiça de Rio Claro, e de seu honrado corpo de Juízes, Promotores e Advogados que durante décadas honraram essa História.


O caso que me refiro, e que é o objeto da minha comunicação ao Conselho Superior do Ministério Público, se refere inicialmente a uma denúncia sobre VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP.


A denúncia referida foi recebida pela 5ª Promotoria de Justiça de Rio Claro em 04/04/2017 e transferida para a 7ª Promotoria de Justiça em 11/04/2017.


Após 7 meses de negligência e irresponsabilidade na atuação da 7ª Promotoria na investigação e apuração do caso denunciado, em 16 de novembro de 2017 solicitei via ofício e via Redes Sociais esclarecimentos e informações a Promotoria citada sobre o andamento do caso.


Em apenas 5 dias (21 de novembro) o Exmo. Promotor (substituto) Dr. Renato Mendes de Oliveira envia ao Conselho Superior do Ministério Público, uma recomendação (Promoção) de ARQUIVAMENTO da denúncia apresentada, com argumentos os mais primários, rudimentares e desprovidos de raciocínio lógico e racional, incompatíveis com o conhecimento, experiência e absoluta imparcialidade que se espera de um Promotor de Justiça, e que com certeza eram características do Dr Renato Mendes de Oliveira. Uma peça jurídica “alienígena” (uma promoção de arquivamento de um inquérito civil) produzida a “toque de caixa” e incompatível com o histórico e com a inteligência desse promotor.


Após exatos 27 dias desse estranho pronunciamento, o Exmo. Promotor Dr. Renato Mendes de Oliveira, é vitima de trágico acidente após bater na traseira de um caminhão na Rodovia Antonio Romano Schincariol, que liga Itapetininga à Tietê/SP.


Assim sendo, diante de todos esses fatos, estou solicitando ao Conselho Superior do Ministério Público uma revisão ampla e irrestrita ao caso específico da denúncia apresentada ao Ministério Público, com todos os possíveis desmembramentos que o caso possa oferecer, assim como uma ampla investigação na situação que provocou o trágico falecimento do Exmo. Promotor Público Dr. Renato Mendes de Oliveira.


Existe incoerência e inconsistência nos argumentos apresentados no pedido de arquivamento da denúncia, e a estruturação dos argumentos apresentados são primários.


O texto supostamente de autoria do Exmo. Promotor Dr. Renato e encaminhado ao Conselho Superior do Ministério Público, inicia omitindo a gravidade da denúncia apresentada de Violação de Direitos Humanos, Constrangimento Moral, Coação para a Prática de Ato Ilícito, Nepotismo Cruzado e Prática de Influência na Secretaria de Cultura de Rio Claro, e desvia e foca o tema como se tratasse apenas da exoneração da funcionária MCCF que ocupava o cargo de Diretora de Departamento de Políticas Especiais (exonerada em 22 de março) com base num suposto depoimento da atual Secretária de Cultura, Daniela Martinez Figueiredo Ferraz, (fls. 68/79) de que “a exoneração da funcionária MCCF se deu por esta não apresentar, ao longo do período em que se encontrou exercendo o cargo, quaisquer das qualidades necessárias ao exercício das funções”.


Em nenhum momento do texto o citado Promotor citou o depoimento gravado em áudio e transcrito e divulgado na mídia onde a funcionária MCCF relata (inclusive mencionando diversas testemunhas) as reais razões e circunstâncias de sua exoneração, ou seja, de que sua exoneração se deu ao ter corajosamente recusado pedido da Secretaria de Cultura Daniela Martinez Figueiredo Ferraz para a liberar verba pública sem análise.


Durante todo o tempo transcorrido desde a denúncia apresentada ao MP, não foram ouvidos a funcionária exonerada, a repórter que recebeu a denuncia em primeira mão, o cidadão que apresentou a denúncia ao MP (eu), nem os funcionários testemunhas dos acontecimentos e nem os novos contratados em comissão para se verificar quem os indicou e contratou e porque. 


Óbviamente, nem o atual prefeito foi ouvido, pois segundo o depoimento prestado pelo vereador Geraldo Voluntário (cunhado da secretaria), e que é a pessoa (com o total consentimento do prefeito) realmente responsável pela indicação e nomeação da Secretaria de Cultura, Daniela Martinez Figueiredo Ferraz e de mais aproximadamente 15 funcionários, e segundo o Exmo. Promotor, o vereador disse “aduziu o Sr Geraldo em resposta ao ofício – fls. 64/66 – de forma sucinta, serem inverídicos os fatos alegados na representação, apontando, ainda, serem os cargos de secretários, bem como os de confiança, e comissão de livre nomeação e exoneração do Prefeito Municipal, competindo tão somente a este.”


O vereador citado diante do pedido de informação do Promotor, transferiu a total responsabilidade dos fatos citados na denúncia ao atual prefeito.


E isso tudo é muito estranho, pois em relação a Secretaria de Cultura do Município, a mesma foi entregue como “recompensa” e “presente”, e como uma espécie de Feudo e com “carta branca”, ao vereador reeleito Geraldo Luis de Moraes, Geraldo Voluntário, que foi e é um dos principais apoiadores e “conselheiros” do prefeito eleito.
Por sua vez, o vereador citado indicou e fez ser empossada como Secretária, Daniela Martinez Figueiredo Ferraz, esposa de um parente direto (irmão), passou a administrar de forma indireta a Secretaria de Cultura, assim como indicou, e fez ser empossados em cargos comissionados nessa Secretaria, quem o apoiou em sua campanha como vereador, assim também como integrantes e participantes de sua crença e organização religiosa, que tem como “guia e mentor espiritual”, esse seu parente ligado a atual Secretaria de Cultura, o que obviamente, coloca todos os funcionários da Secretaria sob diversos tipos de coação e de dependência de ordem profissional, moral, psicológica e religiosa, e isso é ignóbil e inaceitável.


E logo no início dessa desastrosa administração, a Secretaria de Cultura não só se transformou num feudo e num cabide de empregos, como também passou a ser fonte de conflitos internos na nova administração, gerou um confronto entre evangélicos e umbandistas, conforme divulgado na mídia, e priorizou e prioriza a distribuição de verbas de acordo com os interesses pessoais e religiosos de sua Secretária, Daniela Martinez Figueiredo Ferraz, e de seu tutor. 


A Secretária de Cultura, Daniela Martinez Figueiredo Ferraz passou a administrar, não baseada em gestão administrativa racional e técnicas gerenciais, e de forma independente e na defesa dos reais interesses de Rio Claro, mas sob a influência de “conselhos” e “orientações” de “entidades espirituais”, dos auto denominados “pais de santo”, que tem ingerência externa em funções pertinentes e específicas apenas dos funcionários da Secretaria de Cultura.


Tudo isso e muito mais foi amplamente denunciado e fundamentado a 7ª Promotoria de Justiça, que tinha e tem o dever e a obrigação de apurar os fatos de forma racional e profissional, e por total irresponsabilidade e negligência, e manchando de forma negativa a gloriosa e honrada História dos homens e mulheres que representaram e representam a Justiça em Rio Claro (Juízes, Promotores e Advogados), até o momento não o fez.


Rio Claro está na Contra Mão em vários setores, e o que acontece na 7ª Promotoria de Justiça demonstra só a ponta do iceberg. Existe um RODÍZIO DE PROMOTORES NA 7 PROMOTORIA DE JUSTIÇA e isso BLINDA A CORRUPÇÃO E A IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA em Rio Claro.


Acontecem e existem situações nessa nossa amada cidade de Rio Claro, que nem os filmes do Expressionismo Alemão como Nosferatu (filme de 1922) do diretor Friedrich Wilhelm Murnau, conseguiriam expressar melhor em termos de insano, maléfico e grotesco. Acredito que nem mesmo o pintor catalão e artista plástico surrealista espanhol Salvador Dalí, conseguiria retratar melhor essa nossa Rio Claro no que ela tem de pior, de obscuro, e de surreal.


Feita essa introdução meio antológica e analógica, vamos aos FATOS.


Pasmem todos aqueles que tomarem conhecimento disso, que a FUNDAMENTAL E IMPORTANTÍSSIMA Sétima Promotoria de Justiça do Ministério Público de Rio Claro tem funcionado há meses com seu digno e brilhante promotor Dr. André Vitor de Freitas, ainda efetivado no cargo de Promotor da Sétima Promotoria (e autor de várias denúncias de improbidade, concussão e estelionato envolvendo políticos de Rio Claro e região que tramitam na Justiça local, muitas delas em fase final de sentença, em primeira instância), afastado de suas funções, sob “convite” direto do Procurador-Geral de Justiça para trabalhar em sua assessoria, inicialmente na área de Patrimônio Público, no Centro de Apoio Operacional – CAO no Ministério público de São Paulo.


E o que na prática isso significa ? Simples. A implantação de um “RODIZIO” de promotores no cargo, em substituição ao brilhante e digno promotor Dr. André Vitor de Freitas, e prosseguindo no raciocínio, o que isso significa ? Simples… a BLINDAGEM de todos os políticos corruptos dessa cidade, a BLINDAGEM nas ações que denunciam IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA e CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO PÚBLICO. E como esse processo se dá ? Simples… Nenhum Promotor Publico, por mais corajoso, honesto e bem intencionado que seja consegue estudar, analisar e arriscar decisões e pareceres em ações em andamento ficando aproximadamente 15 dias no cargo nesse sistema maquiavélico e insano de “rodízio”. 


Quem planejou, articulou e executou um plano desses ? Ou isso tudo é uma mera casualidade jurídica ? O que está oculto atrás de uma aparente e simples ação burocrática ? Quem são os NOSFERATUS dessa cidade ? Quem nos destrói nas sombras ? Até quando o povo rioclarense ficará nesse estado de catalepsia mental e sem reagir, sem opinar, e sem se posicionar diante de forças que lhe trata como gado ?


É de FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA, é ético e moral, que o digníssimo Promotor e Defensor Público Dr. André Vitor de Freitas reassuma IMEDIATAMENTE suas funções, e que de continuidade as suas brilhantes e corajosas ações, ou então que RENUNCIE ao cargo, possibilitando que outro Promotor se efetive na função e cumpra seu papel. 


Esse “RODÍZIO” de Promotores na digna e importantíssima Sétima Promotoria Pública de Rio Claro, pode ser legal, mas é imoral. O povo rioclarense que confia, defende, e apoia integral e apaixonadamente TODOS os Promotores que estão atuando em Rio Claro, não merecem esse tipo de “jogada” maligna, insana, e maquiavélica. Isso deve ser resolvido e logo ! 


Nesse caso/denúncia específico, a 7ª Promotoria de Justiça de Rio Claro se mostrou NEGLIGENTE, INÚTIL E DESNECESSÁRIA, e isso envergonha a gloriosa e honrada História do Ministério Público Rioclarense.
Fica assim registrada, para quem possa interessar, essas tristes páginas da História de Rio Claro, páginas essas que devem ser viradas o mais rápido possível.


Dedico esse artigo a dois ilustres, honrados e brilhantes juristas rioclarenses, que eu tive a honra e o privilégio de conhecer e de chamar de amigo: 


Dr. Luiz Gonzaga de Arruda Campos, Juiz da Comarca (falecido)
Dr. Orlando de Pilla Filho, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB (falecido)

Jenyberto Pizzotti
jenyberto@yahoo.com.br
Todos os ofícios e informações encaminhados ao Ministério Público, e todos os fatos narrados nesse artigo podem ser melhor analisados no link da Revista Eletrônica Rio Claro Online que de forma absolutamente corajosa, imparcial e profissional divulgou a denúncia apresentada e os ofícios encaminhados ao Ministério Público:

 

http://rioclaroonline.com.br/?s=secretaria+de+cultura

 


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16 de janeiro de 2018

Nesta quinta-feira (18) será realizada no paço municipal a posse dos novos integrantes do Conselho Municipal de Assistência Social de Rio Claro para o biênio 2018-2019. O decreto definindo a nova formação da entidade foi assinado pelo prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. A solenidade de posse será às 9 horas.

 

A entidade é formada por representantes de secretarias municipais, representantes dos usuários ou organizações de usuários da rede de assistência social, representantes de entidades e organizações de assistência social e representantes de trabalhadores do setor. São 36 membros entre efetivos e suplentes.

 

Tomam posse pelas secretarias municipais Rita Cassia Lima e Leila Costa (titular e suplente pela Secretaria de Desenvolvimento Social); Daniel Buchdid e Larissa Zeminian (Desenvolvimento Social); Juliana Eigenheer e Keila Santos (Educação); Mafalda Ribeiro e Lara Zandonadi (Saúde); Alessander Marrich e Lauro Britisqui Neto (Negócios Jurídicos); Luciana Engle e Andrea Zuculotti (Gabinete do Prefeito); Elizabete Vieira e Marcia Regina do Nascimento (Economia e Finanças); Angela Maria de Oliveira e Marli Righi (Habitação); Rosimeire Rodrigues e Nathalia Cais Costa (Esportes).

 

Tomam posse como representantes dos usuários ou organizações de usuários da Assistência Social, Maria Luiza Camotti (titular) e Cristina Toledo (suplente); Regiane Xavier e Maria Valdenice Dutra; Paloma Vitalli e Davi Nunes de Oliveira.

 

Pelas entidades e organizações de Assistência Social serão empossados como titular Marco Aurélio Campos (Educandário) e como suplente Rosalina Nadai Bernardinelli (Lar Bethel); Claudia Aparecida Lopes (Adra) e Maria Aparecida Baptista Juliano (IVC); Augusto Pedro Prochnon Junior (Casa das Crianças) e Carla Andreza Andreatto (Abrigo São Vicente de Paula).

 

Os representantes de trabalhadores do setor de assistência social são Solange Savareze (titular) e Patricia Naitzki (suplente); Taís Inforzato e Miriã de Araújo; Cinthia Scatolin da Silva e Rosangela Deliberali da Fonseca.


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10 de janeiro de 2018

O Trabalho Voluntário do Grupo Voz & Violão existe desde 2001 e tem como proposta levar a Música aos Hospitais, pois cremos que a mesma contribui para a recuperação dos pacientes, além de trazer momentos de alegria aos acompanhantes e funcionários, respeitando sempre a individualidade e religião de cada um.

 

Hoje em dia realizamos este trabalho nos hospitais de Campinas e região:

 

- Hospital Mario Gatti

- Hospital Celso Pierro – Pucc Campinas

- Hospital Samaritano

- Hospital Centro Médico

- Hospital Estadual de Sumaré

- Hospital e Maternidade Santa Casa de Valinhos

- Hospital Augusto de Oliveira Camargo

- Hospital Samaritano Santa Ignes 

- Hospital Casa de Saude de Campinas

- Hospital Beneficiencia Portuguesa de Campinas

- Hospital Irmaos Penteado

- Hospital HC da Unicamp

- Hospital CAISM

- Hospital Madre Theodora de Campinas

- Hospital Santa Casa de Rio Claro

- Hospital e Maternidade Galileo – Valinhos

 
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Deseja participar também?

Nos reunimos as quintas-feiras as 20:00 hs e aos domingos as 19:00

Endereço: Rua 10-A, No: 2353 – Vila São Miguel – Rio Claro / SP

Pode tambem acessar nosso site: http://www.grupovozeviolao.com.br

 

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18 de dezembro de 2017

Se você está entre os vinte e tantos anos, já deve ter se questionado sobre o seu dever na terra, o motivo de estar aqui entre os seres humanos, ou se não chegou nessa questão tão filosófica, ao menos já procurou pelo seu emprego dos sonhos.Eu não sou coach nem psicóloga e eu nem sei o que fazer da minha vida também. Mas nas minhas incansáveis buscas para descobrir meu propósito, acabei juntando algumas dicas que realmente acredito que possam nos trazer benefícios.

 

Esse texto não lhe dará uma resposta exata, mas talvez o ajude a clarear a mente e a perceber que esse sentimento que tanto perturba, não é só seu.

 

Recentemente, encontrei o blog da Paula Abreu, uma coach brasileira superdivertida e descolada. Depois de ler todos os posts do blog e assistir a todos os vídeos do seu canal no youtube, tomei coragem e enviei um e-mail para ela que, para a minha surpresa, em menos de dois dias foi respondido.Na verdade, foi a Vivi que trabalha com a Paula mas ela foi muito atenciosa. No e-mail perguntei o que fazer se eu não conseguia evoluir na minha área. O resumo do e-mail foi: agradecer, meditar e se movimentar. E lendo por cima parecem práticas superficiais, mas que, na verdade, fazem muito sentido.

 

A verdade é que somos folgados. Queremos as respostas prontas, de mão beijada. Mas, nesse caso, precisamos olhar para dentro de nós mesmos e ir nos conhecendo aos poucos.

 

Um jeito de fazer isso é meditar. E quando a gente ouve isso, logo pensa que precisa ir num parque, fazer posição de lótus e ficar lá por 45 minutos tentando não pensar em nada. Bom, era isso que eu achava que era meditar.Mas novamente num dos vídeos da Paula, ela desmistifica isso e conta que a partir do momento em que você para prestar atenção na sua respiração, você já está meditando. O que achei incrível e surpreendentemente libertador.

 

Hoje em dia, vivemos tão conectados que não paramos para ter um tempo só nosso.

 

Pode reparar. Mesmo se você estiver “descansando”, você está assistindo netflix, rolando o feed do facebook ou até mesmo lendo um livro. A meditação nos proporciona esse tempo para o cérebro, sem fazer absolutamente nada e só deixar a mente pensar o que ela quiser.Depois disso a gente pode tentar encontrar a resposta para esse temível dilema profissional. E não adianta esperar sentado porque a resposta não vai cair no seu colo.

 

 

Acredite, eu tentei fazer isso por mais de dez anos e olha no que deu: estou chegando aos trinta, sem saber o que eu quero. Um dos textos no blog da Paula ela explica que precisamos nos movimentar mesmo sem saber exatamente para onde ir. Encher sua rotina de atividades que lhe façam bem, que o inspirem. Se vai dar certo, eu não sei, mas, a essa altura do campeonato, melhor tentar do que continuar esperando.Outra coisa que percebi por conta própria é que esse assunto não tem fim. Mesmo achando algumas boas respostas (ou caminhos para seguir) eu continuava procurando textos e vídeos sobre o assunto. Assistia aos TED Talks, acompanhava vídeos e blogs de coaches, indicações de livros e me peguei vendo esse material sem fim que estava me desviando de praticar o que eu já tinha aprendido. Então, resumindo a sua, a minha, a nossa lição de casa é: praticar o nadismo!

 

Todos os dias, separe um tempinho do seu dia para não fazer absolutamente nada (dormir não conta!).

 

O que eu faço é ficar num lugar tranquilo, onde ninguém vá me atrapalhar (no quarto, no quintal, no banheiro), fecho os olhos e deixo a mente ir para onde ela quiser.

 

Fazer o que gosta

 

Praticar um esporte, tocar um instrumento, ler livros ou blogs, cozinhar, varrer a rua, pintar, costurar, viajar, não importa o que seja, mantenha a sua rotina recheada de atividades que você goste. Inscreva-se em cursos, vá passear no parque, converse com as pessoas, inspire-se e renove-se sempre! Confesso que esses últimos tempos eu tenho procrastinado bastante e só fico pesquisando sobre esse assunto que tanto me perturba. Mas agora que fiz esse texto, posso correr atrás das atividades que me inspiram (o blog, inclusive, é uma delas)!Eu poderia continuar escrevendo mais sobre o assunto, mas não faz sentido.Se você está perdido como eu, agarre-se ao que lhe faz bem e vá na fé. A cada ação que a gente praticar, mais perto de descobrir o nosso propósito estaremos.

 

E você, já descobriu o seu propósito? Tem alguma dica? Compartilha com a gente!

 

Por CLAUDIA HI

Fonte: O Segredo


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18 de dezembro de 2017

A Operação do Gaeco de Campinas, chamada Operação Ouro Verde, liga o Prefeito de Rio Claro/SP em novos trechos das interceptações telefônicas, feitas com autorização da justiça, que levantam a suspeita de que um dos acusados de atuar no esquema contava com a ajuda importante dentro da Câmara dos Deputados para conseguir contratos em outras cidades. Em pelo menos duas ocasiões, um dos diretores da Vitale, Fernando Vítor, foi apresentado a prefeitos de municípios paulistas, Rio Claro/SP, Prefeito Juninho da Padaria, pelo Deputado Federal Luiz Lauro Filho, sobrinho do prefeito Jonas Donizette.

 

Interceptação da Justiça: “A gente já tá lá como serviços médicos”

Rio Claro/SP  – Campinas/SP

 

Fonte: Band Campinas

 

 

Hoje, 18/12/2017, o Presidente da Câmara Municipal de Rio Claro/SP, André Luis de Godoy a pedido do Secretário Municipal de Saúde cancelou a Sessão Extraordinária que ocorreria.

 

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Foto: Irto Moreira 

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14 de dezembro de 2017

Serão realizadas nos dias 17 e 18 de dezembro, domingo e segunda-feira, as provas da segunda fase do Vestibular 2018 da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Estão convocados 53.014 candidatos, classificados entre os 107.753 inscritos, recorde histórico do exame. A consulta de local pode ser feita no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br), responsável pelas provas. Nos dois dias os candidatos responderão a 36 questões dissertativas e deverão elaborar uma redação.

 

Os portões dos prédios de prova serão fechados sempre às 14 horas. O exame terá duração de quatro horas e meia nos dois dias. Os candidatos devem se apresentar às 13 horas, portando documento original de identidade, lápis preto (proibido o uso de lapiseira), apontador, borracha, caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, e régua transparente.

 

As provas serão aplicadas em 31 cidades paulistas (além das 23 onde há cursos, os exames acontecerão em Americana, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André e Sorocaba) e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Uberlândia (MG).

 

As cidades para as quais há oferta de carreiras neste vestibular são Araçatuba (170 vagas), Araraquara (855), Assis (405), Bauru (1.045), Botucatu (600), Dracena (80), Franca (410), Guaratinguetá (310), Ilha Solteira (310), Itapeva (80), Jaboticabal (280), Marília (475), Ourinhos (90), Presidente Prudente (640), Registro (40), Rio Claro (490), Rosana (80), São João da Boa Vista (40), São José do Rio Preto (460), São José dos Campos (120), São Paulo (185), São Vicente (80) e Tupã (120).

 

A Unesp destina mínimo de 50% das suas vagas por curso ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. Este índice era de 45% no último exame, quando a porcentagem de ingressantes oriundos de escolas públicas foi de 52,6%.

 

 

Sobre a Unesp

 

A Unesp, Universidade Estadual Paulista, é uma universidade pública, gratuita, que está entre as maiores e melhores do País. Está presente em 24 cidades do Estado de São Paulo com 34 faculdades e institutos, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Fundada em 1976, a instituição oferece 182 cursos de graduação e 146 programas de pós-graduação. Tem 51.311 alunos (37.770 na graduação, 13.541 na pós stricto sensu), 3.826 professores e 6.782 servidores técnico-administrativos. Possui cerca de 1.900 laboratórios e 30 bibliotecas, com mais de 1,3 milhão de livros. Oferece cursos pré-vestibulares gratuitos em suas unidades, bem como diversos programas de extensão de serviços à comunidade. Três escolas de ensino técnico são mantidas pela Universidade: o Colégio Técnico Industrial em Bauru, o Colégio Técnico Industrial em Guaratinguetá e o Colégio Técnico Agrícola em Jaboticabal.

 

 

Mais informações:

Informações sobre todos os cursos da Universidade no Guia de Profissões, em www.unesp.br/guiadeprofissoes

Assista um vídeo sobre a Unesp em www.unesp.br/unespvideos

Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)

Sites – http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br


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14 de dezembro de 2017

Os empreendedores solidários que trabalham no Recinto Feiral de Rio Claro, na Rua 3-A com Avenida 50-A, passarão a atender temporariamente na antiga estação ferroviária na Rua 1, região central da cidade, a partir desta quinta-feira (14). As bancas vão funcionar às quintas-feiras, das 17 às 21 horas, e o acesso ao público será pela Avenida 3. As vendas dos quiosques da Rua 1 entre as avenida 4 e 6 continuarão normalmente.

 

A mudança de endereço atende solicitação feita pelos empreendedores ao prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. “Nesse período de chuvas os empreendedores precisam de um local com cobertura para poderem trabalhar, por isso atendemos ao pedido”, explica Juninho.

 

O público poderá procurar o novo espaço para conferir os produtos artesanais feitos pelos empreendedores solidários. “A comunidade pode prestigiar a feira e comprar presentes de Natal dentre a variedade de produtos disponíveis”, comenta Érica Belomi, secretária do Desenvolvimento Social. Entre os itens comercializados estão os de decoração para a casa, bonecas de pano, biscuit, acessórios para cabelos, colares e diversas peças artesanais.

 

Os preços também são variados e há produtos para todos os bolsos. “Os consumidores podem encontrar desde lembrancinhas até itens mais caros”, informa Érica destacando que a economia solidária tem como objetivo gerar trabalho e renda, além de incentivar a reciclagem e o reaproveitamento de matéria-prima para um consumo ético e consciente.

 

Dentre os empreendedores da economia solidária,

estarão participando os representantes:

Bolos & Bolotas e Pastéis da Aninha

Participe!

CARDAPIO BOLOS E BOLOTAS (3)

BANNER ANINHA PASTEIS 2018 (1)


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12 de dezembro de 2017

Quantidade recolhida é recorde. Encerramento será realizado quinta-feira (14) na Philarmônica.

 

Com número recorde de 20 escolas da rede municipal de ensino de Rio Claro, a Terceira Olimpíada Ambiental de Rio Claro chega ao fim nesta semana com recolhimento recorde de 70 toneladas de material reciclável, 400% a mais que no ano passado. Aliando jogos municipais estudantis com ações de conscientização e aprendizado sobre questões do meio ambiente, a atividade reuniu cerca de 6.500 estudantes em disputas esportivas, eventos culturais e gincanas ambientais.

 

Alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental participaram da Olimpíada Ambiental, que será encerrada em evento marcado para a próxima quinta-feira (14), às 18h30, na Philarmônica, com a divulgação das três primeiras colocadas do Ensino Infantil e Fundamental.

 

O recolhimento de recicláveis começou em agosto e na primeira semana de dezembro a arrecadação chegou a 1783 bags de materiais recicláveis, que serão destinados para a Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reaproveitável de Rio Claro (Cooperviva) e para a Associação de Catadores de Material Reciclável Novo Tempo.

 

No total foram recolhidos 432 garrafas de dois litros com lacres de alumínio, 74 quilos de material de escrita, 1917 esponjas de limpeza, 92 quilos de tubos de pasta de dente vazios e 6142 litros de óleo, além de outros materiais recicláveis como papel, plástico e isopor. A arrecadação é recorde, já nas duas primeiras foram recolhidos nove e 14 toneladas, respectivamente.

“A conscientização ambiental foi um dos destaques das competições, com a participação efetiva de todos os envolvidos, alunos, professores e funcionários. Por conta deste interesse, uma das modalidades de maior mobilização foi a de recolhimento de material reciclável”, explica o secretário do Meio Ambiente, Antonio Penteado.

 

“Essa atividade é muito importante para a educação dos jovens, pois promove interação entre os alunos, e incentiva a prática de atividades sustentáveis e a conscientização da preservação do meio ambiente”, comenta o secretário de Educação, Adriano Moreira.

 

Divulgação Imprensa Rio Claro/SP


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12 de dezembro de 2017

Nos últimos tempos, o Ministério Público de São Paulo tem sido chamado a participar de forma mais efetiva do debate acerca da efetivação dos direitos das comunidades remanescentes de quilombos.

 

O tema não é novo. Contudo, recentemente e de forma paulatina, vem ganhando espaço na sociedade, seja por força da mobilização dos quilombolas, seja porque o tema tornou-se objeto de diferentes diplomas legislativos e, em consequência, ocupa a agenda de diversas instituições públicas.

 

É necessário, portanto, que o Ministério Público também volte a sua atenção para a temática e dê condições e estrutura aos seus Membros e Servidores para que sejam devidamente cumpridas as suas atribuições constitucionais e legais.

 

 

Marcos legislativos

 

A Constituição de 1988 constitui um marco legal primordial no reconhecimento de direitos às comunidades remanescentes de quilombos.

 

De início, é preciso registrar que o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, em seu art. 68, trata especificamente da questão, ao dispor: “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos”.

 

Embora tal dispositivo seja o mais marcante e invocado quando se trata dos direitos das comunidades quilombolas, outros dispositivos constitucionais também merecem destaque sobre a matéria.

 

Ao cuidar da cultura nacional, a Constituição da República, em seus arts. 215 e 216, igualmente contempla direitos relacionados a tais comunidades descendentes de afrobrasileiros, estabelecendo que o Estado protegerá as suas manifestações culturais e, em especial, no art. 216, § 5º, afirmando que ficam tombados todos os documentos e os sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos.

 

Posto o marco legal e a partir da articulação dos movimentos sociais, sobrevieram inúmeros diplomas legais que versam sobre direitos das comunidades remanescentes de quilombos, cujo conhecimento é imprescindível para o Ministério Público.

 

De plano e em razão de sua relevância, importa citar o Decreto nº 4.887/031 , porque o referido ato normativo, em seu art. 2º, define comunidades remanescentes dos quilombos como sendo os grupos étnico-raciais, segundo critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida.

 

O Decreto nº 4.887/03, consoante será melhor explicado adiante, é o diploma que regulamenta, no âmbito federal, o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos.

 

Em seguida, importa citar a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho – OIT, que veio promulgada por meio do Decreto Federal nº 5.051/2004 e cuidou dos povos indígenas e tribais, aplicando-se, por conseguinte, aos quilombolas.

 

Na sequência, sobreveio o Decreto Federal nº 6.040/07, que instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais.

 

Anos depois, a Lei nº 12.288/10 instituiu o Estatuto da Igualdade Racial, cujo objetivo é garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.

 

O Estatuto da Igualdade Racial traz normas específicas para a tutela dos direitos dos membros das comunidades remanescentes de quilombos, dentre os quais os relacionados a saúde, saneamento básico, segurança alimentar e nutricional, cultura e acesso à terra (art. 8º, par. único; art. 17; art. 18; art. 31; art. 32; art. 33 e art. 34).

Leia mais…

 

 

Fonte: MPSP


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12 de dezembro de 2017

Você já imaginou ser agredido apenas por existir? E por abraçar, beijar ou andar de mãos dadas com alguém que você ama?

 

A população LGBT já. Na verdade, não apenas imagina, como sente na pele todos os dias a violência física e verbal e a discriminação.

 

Some a isso o despreparo policial e a falta de uma lei que trate desses tipos de agressão, e você terá um mar de casos não resolvidos, subnotificados e uma sociedade que, em boa parte, acredita que homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia não existem e, consequentemente, não precisam ser combatidas.

 

O HuffPost Brasil e o Curso Abril de Jornalismo se uniram para investigar o labirinto das denúncias de LGBTfobia no País, entender a disparidade das estatísticas existentes e, sobretudo, ouvir a voz das vítimas do ódio pelo diferente.

 

O resultado é a nossa série especial Como a LGBTfobia se esconde no Brasil?

lgbtfobia

 

Somos a nação que mais mata pessoas trans no mundo. De acordo com a ONG alemã Transgender Europe e seu mapa de monitoramento, foram 546 casos entre 2011 e 2015. Para se ter uma ideia, o segundo lugar, o México, teve 190 no mesmo período.

 

Quando contamos os assassinatos de lésbicas, gays e bissexuais nestes últimos quatro anos, o número, contabilizado pelo Grupo Gay da Bahia, salta para 1.560. Já as denúncias de violência reportadas ao poder público federal por meio do Disque 100 totalizam 8.099.

 

Os dados vêm de diferentes frentes, e a fragmentação das informações é um dos principais problemas enfrentados por uma sociedade que precisa urgentemente de políticas públicas que eduquem os cidadãos sobre a diversidade.

 

A violência não está apenas nas ruas e não vem exclusivamente de desconhecidos. Ela está presente em todos os âmbitos da sociedade e pode surgir de quem menos se espera. Pais, mães e irmãos são citados em grande parte dos relatos como os primeiros agressores. Foi assim a primeira experiência de LGBTfobia, sofrida pela professora Bárbara Souza, hoje com 23 anos.

 

Eu tinha 12 anos. Minha mãe e meu padrasto bateram com o chinelo na minha cara, falando que eu só podia ser lésbica se não estivesse debaixo do teto deles.

 

Vinícius de Vita, jornalista de 22 anos, relembra o sentimento de culpa ao se identificar como homossexual.

 

“Quando me descobri gay, achava que era uma doença e que meus pais deveriam ter percebido antes para dar tempo de me curar. Quando tinha 17 anos, cheguei a falar para eles: ‘agora é tarde demais, não dá para voltar atrás, eu já estou velho’. Eu não queria contar para eles porque não queria ser uma decepção.”

 

Vinicius e Bárbara foram localizados por nossa reportagem em nosso mapeamento próprio da LGBTfobia no Brasil (ler mais abaixo).

 

Como os dados não são unificados e, na maioria das vezes, nem computados pelas secretarias de Segurança Pública dos estados, não há relatórios que comprovem a real dimensão do problema.

 

O despreparo das delegacias

 

O ator Gabriel da Silva Cruz, de 24 anos, decidiu não ficar quieto ao ser intimidado em um restaurante por dois funcionários enquanto aguardava seu namorado voltar do banheiro.

 

Eles tinham acabado de trocar um selinho e ouviram que não deveriam ter feito aquilo pois estavam em um ambiente familiar. Para contestar a abordagem, o casal resolveu dar outro beijo.

 

A resposta foi imediata: o garçom e o segurança do local acabaram quebrando o nariz e abrindo o supercílio de Jonathan de Favari, namorado de Gabriel. O casal relembra o que ouviu do segurança:

 

Você tá achando que a gente é preconceituoso, seu babaca? Já tirei sangue do seu namorado, para tirar sangue da sua cara não custa nada. Chama a polícia, vamos ver quem tem razão” disse o segurança ao casal. O caso aconteceu em 2014, em São Paulo, e foi divulgado na mídia e nas redes sociais, mas pouco foi dito sobre uma das principais partes desta história: o despreparo da polícia para lidar com esse tipo de situação.

 

Depois de chamarem uma viatura, Jonathan e Gabriel foram desencorajados a prestar queixa pelos próprios policiais. Os dois insistiram e acabaram indo a delegacia ao lado do garçom que os agrediu. “A todo momento, coisas esquisitíssimas aconteciam. O garçom não sabia seu RG, telefone, endereço, mas ficou com uma cópia do nosso boletim de ocorrência com todos os nossos dados”, conta Gabriel. “No documento, ficou registrado como agressão corporal leve. A versão do garçom foi ele quem escreveu, ele quem redigiu, ele quem assinou. A nossa versão foi o policial quem escreveu e a gente só assinou.” Ainda pior: eles contam que o policial se referiu ao casal como “viadinhos” ao contar o caso para o delegado.

 

Em São Paulo, uma lei estadual penaliza estabelecimentos por homofobia. Se uma loja ou restaurante paulista discriminar por orientação sexual, terá que pagar multa e pode até ter a licença de funcionamento cassada.

 

Mas muita gente não tem conhecimento da legislação. Nem os empresários, tampouco os representantes do Estado na segurança pública.

 

“Estávamos em uma situação de fragilidade extrema, sem ter conhecimento dos procedimentos legais que envolvem essa burocracia toda, e a única entidade que esperávamos que nos acolhesse era a polícia”, lamenta Gabriel. “Os policiais foram absolutamente machistas e homofóbicos, assim como o garçom. Então é como se estivéssemos sendo agredidos mais e mais, a noite inteira.”

 

Boa parte da população LGBT tem medo da própria polícia ou não acredita que ela possa atuar diante de uma manifestação de ódio. Vinícius, o jornalista gay, já levou pedradas em uma praça, ao lado de um comboio policial — que simplesmente ignorou o que estava acontecendo.

 

Eu não teria coragem de ir a uma delegacia e conversar com a polícia porque eles não dão nenhum tipo de respaldo para nós. Quem vai à delegacia registrar uma agressão é tratado de forma negligente, porque o crime que vai ser classificado é o de agressão. Nunca vai ser homofobia, que é um crime de ódio.

 

A produtora cultural Daniela Biancardi, 40 anos, endossa o coro:

 

“Na maioria dos casos, os delegados falam: ‘Que isso, cara? Você me vem com esse problema? Você tá louco? Se você é maricas, se cuida, para de ficar se mostrando desse jeito pros outros’. É difícil acreditar na polícia como um órgão que nos defenda. Eu não vejo horizontalidade nesse lugar da defesa pública de segurança. Eu não confio nos caras.”

 

Mas é possível que a polícia seja uma aliada nessa luta. Um exemplo é a Delegacia de Repressão a Crimes Homofóbicos de João Pessoa, a única do País que trata exclusivamente das demandas LGBT e é reconhecida pela comunidade e por entidades como um espaço de acolhimento.

 

Como a informação se perde

 

Não há dados concretos que comprovem como a LGBTfobia é grave no Brasil, já que apenas algumas delegacias registram a real motivação dos crimes contra homossexuais nos boletins de ocorrência.

 

Sem essas informações, é muito mais difícil formular políticas públicas que respondam ao problema. Falta educação nas escolas, com conversas que abordem orientação sexual e identidade de gênero, além de treinamento específico aos funcionários das delegacias para identificarem, orientarem e darem apoio às vítimas.

 

“Para além desse jogo de empurra que ouvimos como desculpa, o que falta mesmo é vontade política em todos os âmbitos: federal, estadual e municipal. Isso acontece quando a presidente da República proíbe a distribuição do kit anti-homofobia, reconhecido pela Unesco como importante material pedagógico a ser trabalhado nas escolas, e vai a público dizer que seu governo ‘não fará propaganda de opção sexual’”, examina o delegado Mário Leony, de Aracaju (SE), também membro do Grupo de Trabalho LGBT da Secretaria Nacional de Segurança Pública. “Acontece quando a campanha de prevenção a aids para jovens gays é impedida de ser veiculada. Acontece quando as polícias estaduais tratam com descaso ou truculência as ocorrências envolvendo LGBTs. Acontece quando estados e municípios retiram dos planos de educação as discussões de gênero e diversidade sexual.”

 

lgbtfobia

 

 

Não há dados fidedignos porque não existe uma lei nacional, argumenta a coordenadora-geral da promoção dos direitos LGBT, Symmy Larrat, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

 

“Atualmente, a homofobia não é agravante. O termo é usado e conhecido no movimento [gay], mas não tem justificativa criminal. Nos boletins de ocorrência não há espaço para motivação. Alguns estados contam com o campo, mas a falta de uma lei nacional faz que o sistema não seja unificado. Ou seja, se fôssemos contar, ia parecer que alguns estados são mais violentos, já que eles registram, o que pode não ser verdade.”

 

A aprovação de um marco legal que criminalize a homofobia e transfobia é uma demanda de boa parte da população LGBT e das delegacias especializadas, bem como da própria Secretaria de Direitos Humanos, que tem dificuldade para coletar os dados e divulgá-los no seu Relatório de Violência Homofóbica, única referência governamental em mapeamento da LGBTfobia no Brasil.

 

“Lamentavelmente, inexiste legislação específica para o enfrentamento, prevenção e contenção desse tipo de violência, a exemplo da Lei Maria da Penha, que protege as mulheres. O PLC 122, que buscava criminalizar a homofobia, equiparando-a ao racismo, foi sepultado no Congresso Nacional, onde a cidadania LGBT enfrenta boicote ferrenho pela bancada conservadora e fundamentalista”, critica o delegado sergipano.

 

É possível às autoridades colher informações sobre feminicídios porque há a opção de filtrar estatísticas pelo sexo biológico (feminino ou masculino) nos bancos de dados — do Sistema de Informação sobre Mortalidade e DataSUS (Ministério da Saúde), do Instituto de Medicina Legal (IML) e do IBGE — e, a partir daí, cruzá-las com outras informações.

 

Mais uma vez, o fato de a maior parte das delegacias não anotar orientação sexual, identidade de gênero, nome social ou mesmo a motivação do crime contra homossexuais acaba impossibilitando a contagem da LGBTfobia. A ficha do IML, inclusive, não possui campo para esses dados.

 

O Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) foi criado com o intuito de padronizar a forma como todos os crimes são anotados. Lá já é possível preencher campos de orientação sexual, identidade de gênero e nome social, por exemplo, e resta às delegacias e secretarias de Segurança Pública estaduais realizarem o cadastro dos dados de forma completa.

 

Para que isso passe a ocorrer, seria necessária toda uma mudança nos boletins de ocorrência estaduais, como houve em São Paulo, no fim do ano passado. A fim de motivar o correto preenchimento da ferramenta, os estados que não o fizerem são prejudicados no recebimento de recursos do governo federal, conforme explicado no site oficial do sistema.

 

Atualmente, no relatório do governo, não estão incluídas as ocorrências policias, mas apenas as denúncias do Disque 100 (também conhecido como Disque Direitos Humanos), da Ouvidoria do SUS e da Ouvidoria da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

 

Para suprir essa subnotificação de agressões e mortes por LGBTfobia, o Grupo Gay da Bahia elabora uma contagem hemerográfica (por meio de notícias divulgadas na mídia). A associação é a principal fonte de coleta e análise de dados de mortes por ódio a LGBT, e seu levantamento anual é usado por ONGs do mundo todo.

 

Até a ONU, quando precisa de um panorama sobre o assunto, compara dados do governo com os de organizações da sociedade civil para “tornar as informações mais próximas da realidade”, diz o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil.

 

Uma alternativa para a falta de dados

 

A maior quantidade de denúncias vem por meio do Disque 100, mas ele ainda é pouco conhecido e utilizado pela população LGBT, conforme o HuffPost Brasil apurou em dezenas de entrevistas com homossexuais agredidos.

 

Em 2015, foram contabilizadas 1.201 notificações, mas poderia ser muito mais, se houvesse campanhas e mais colaboração dos estados na divulgação do telefone.

 

Em 2012, as polícias estaduais investiram mais recursos para divulgar o Disque 100 e, por isso, mais denúncias foram feitas:

 

 

 

 

“Eu não voltaria a falar com o Disque 100. A vez que precisei, tive que ligar três vezes até me atenderem e eles foram extremamente grossos e sem nenhuma empatia, mesmo eu estando em uma situação de fragilidade”, relembra Marina Garcia, 22 anos, profissional de Rádio e TV.

 

Atualmente, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) encabeça um projeto de lei para criminalizar diversas manifestação de intolerância, incluindo aquelas contra a população LGBT. Violência por orientação sexual, identidade de gênero e expressão de gênero seria agravante, podendo aumentar a pena de outros crimes.

 

Além disso, o PL 7582/2014 busca estimular estudos e pesquisas que possibilitem mapear esses delitos, melhorar o atendimento policial especializado e punir aqueles que impedem a entrada da comunidade LGBT em transportes públicos e o acesso a empregos, estabelecimentos de ensino e todo tipo de espaço público ou privado.

 

Criminalizar a homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia pode não mudar a mentalidade da população que pratica essas violências, mas sem dúvida ajudaria a padronizar o modo como os órgãos públicos registram as ocorrências e descortinaria a realidade das violências contra LGBT.

 

Em uma tentativa de tirar os dados sobre LGBTfobia do armário, o HuffPost Brasil produziu um mapa colaborativo, que está no ar desde o início de março. Em apenas três semanas, a iniciativa já reuniu cerca de 500 relatos de agressões sofridas por LGBT –  Postado HuffPost Brasil  –  24/03/2016 

 

Caso você tenha sofrido ou presenciado algum caso de violência, pode ajudar nosso mapeamento aqui.

Como a LGBTfobia se esconde no Brasil

Texto: Nathalia Levy e Germana Zanettini

Reportagem: Nathalia Levy, Germana Zanettini, Daniela Flor, Lucas Baptista, Dayane Saleh, Mauricio Fidalgo, Lynn Court e Tainá Ceccato

Identidade visual, ilustrações e infografia: Tainá Ceccato

Edição: Diego Iraheta

 

 

Fonte: HUFFPOSTBRASIL


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5 de dezembro de 2017

Ontem (04) deu entrada na 7ª Promotoria Pública de Justiça de Rio Claro uma representação da cidadã Leila Pizzotti denunciando irregularidades nas eleições do Concult – Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro. Segundo a autora da representação ao Ministério Público as Eleições do Concult foram realizadas de forma totalmente desorganizada, irregular, autoritária, ilegal e não obedecendo o Regulamento elaborado pela própria Secretaria de Cultura de Rio Claro, organizadora do evento.

 

Exmo. Sr.

7º PROMOTOR DE JUSTIÇA DE RIO CLARO

 

LEILA MARIA DUCKUR PIZZOTTI, brasileira, R.G. 21.989.989-7 SSP/SP, residente nesta cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo, através deste, na condição de cidadão desta cidade e deste país, e fazendo uso do artigo 5º da Constituição Federal em seus itens IV, IX, XIV, XXXIII, XXXIV letra “a”, e LXXIII vem a presença de V.Exma. para expor e solicitar o que segue:

 

 

SENHOR PROMOTOR,

 

Venho a presença de V.Exma. para expor e denunciar FATOS e IRREGULARIDADES ocorridos durante a realização da IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro e as Eleições do Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro – CONCULT, realizados no dia 30 de novembro de 2017, fatos e irregularidades esses, que atentam contra os interesses da população de Rio Claro e da Cultura rio-clarense.

 

 

As eleições para o Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro – CONCULT, ocorreram de forma irregular, não obedecendo a programação proposta inicialmente pela Secretaria Municipal de Cultura através das normas estabelecidas no “Regimento Interno”, amplamente divulgado e distribuído a todos os participantes antes do início da Conferência.

 

 

Conforme o Artigo 6º do citado “Regimento Interno”, a eleição dos Delegados da IV Conferência Municipal de Cultura e as Eleições dos novos Conselheiros do Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro que deveria ser iniciada as 21:00 horas, foi obstruída  pela própria Comissão Organizadora do evento (comissão essa formada pelos próprios funcionários subordinados a Secretaria de Cultura), de forma a induzir e forçar muitos dos cidadãos participantes a terem que se retirar do evento devido ao atraso no horário e a não votarem, ao mesmo tempo prolongando o horário de início da votação para as 23:00 horas, ocasião em que o grupo formado por integrantes ligados a Secretaria de Cultura pudessem ter maioria, quebrando, com essa ardilosa e matreira ação, o princípio da igualdade democrática de livre escolha, e elegendo uma diretoria eleita de forma totalmente irregular e ilegal.

 

 

Outro FATO gravíssimo e que demonstra a irregularidade e a ilegalidade das ações realizadas durante a IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro, foram as alterações realizadas nas propostas, e decisões definidas e acordadas no dia 29 de novembro pelos Eixos e Grupos de Trabalho da Conferência, e que foram alteradas posteriormente pela Comissão Organizadora do evento (comissão essa formada pelos próprios funcionários subordinados a Secretaria de Cultura).

 

 

Como se não bastasse as ações irregulares, ilegais e anti democráticas adotadas pela Secretaria de Cultura durante a realização da IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro, outras ações foram articuladas e orquestradas no sentido de promover atos de truculência e violência física, moral e psicológica, por integrantes da Secretaria de Cultura, funcionários públicos municipais e até mesmo vereadores ligados a atual Administração Municipal, contra qualquer pessoa presente que contestasse ou confrontasse os interesses da Secretaria de Cultura.

 

 

Como exemplo dessa ação truculenta e violenta, conforme Boletim de Ocorrência (B.O.) nº 878/2017 de 01/12/2017 registrado na Delegacia de Polícia de Rio Claro, na condição de cidadã, de Editora Chefe e repórter do site Rio Claro Online, e representante do Movimento LGBT de Nível Federal em Rio Claro e como participante da IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro, por contestar as ações relatas acima a V.Exma., fui agredida física, moral e psicologicamente e ameaçada pelos funcionários públicos municipal José Basílio, Luiz Fernando Stancati, Diretor de Eventos do CEU/Mãe Preta, pela vereadora Carol Gomes, e por pessoas ligadas a essa vereadora, como Valter Argeo Junior, da ONG AJA (cuja Presidente era a vereadora Carol Gomes), e por Murylo Müller Cesar, Chefe de Gabinete da vereadora Carol Gomes.

 

Cabe ressaltar que alguns dos envolvidos citados acima, foram já denunciados a essa Exma. Promotoria de Justiça como supostos participantes de esquemas e ações ligadas a VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP (Representação Civil nº 1429/2017-1).

 

 

Tendo absoluta certeza da gravidade do caso, e de que V.Exma. irá encontrar, dentro da Lei, do bom senso e da racionalidade a melhor defesa dos interesses da população de Rio Claro, assim como apurar as denúncias aqui relatadas, subscrevo-me respeitosamente.

 

 

Rio Claro, 04 de dezembro de 2017

 

LEILA DUCKUR PIZZOTTI

 

Saiba mais sobre a Conferência Municipal de Cultura e Eleições Concult 2017
30/11/2017- Rio Claro/SP: