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O Prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, Prefeito de Rio Claro enviou para a Câmara Municipal, o Projeto de Lei nº 184/2017, que trata da Politica Municipal de Fomento e Apoio ao Desenvolvimento Local e a Economia Solidária. No Artigo 24 ele pede a extinção do Fundo Municipal de Fomento a Economia Solidária.

 

Será que a Câmara Municipal de Rio Claro – SP vai concordar com esta proposta?

A primeira votação do Projeto de Lei foi aprovada pela maioria dos vereadores nessa segunda (16).

Segunda-feira que vem (23) tem a segunda votação.

 

“Nós Empreendimentos Econômico Solidários e Conselheiros do Conselho Municipal de Rio Claro (nem fomos consultados), não podemos permitir isso!” afirma Tatiana Silva, envolvida na Economia Solidária, revoltada com a situação.

 


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Antes, divulgação da lista estava a cargo de área técnica do Ministério do Trabalho. Em nota, ministério afirmou que portaria ‘aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado’.

 

Uma portaria publicada pelo governo nesta segunda-feira (16) estabelece que a divulgação da chamada “lista suja“, que reúne as empresas e pessoas que usam trabalho escravo, passará a depender de uma “determinação expressa do ministro do Trabalho”.

 

A portaria anterior, de maio de 2016, não fazia menção à necessidade de aprovação pelo ministro. Ela definia que a organização e a divulgação do Cadastro ficaria “a cargo da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae)”.

 

De acordo com a nova portaria, assinada pelo ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho), “a organização do cadastro ficará a cargo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), cuja divulgação será realizada por determinação expressa do Ministro do Trabalho”.

 

Em nota, o Ministério do Trabalho afirmou que mudança promovida pela portaria “aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado Brasileiro” (veja a íntegra da nota ao final desta reportagem).

 

A nova portaria também altera as regras para a inclusão de nomes de pessoas e empresas na lista suja de trabalho escravo e os conceitos sobre o que é trabalho forçado, degradante e trabalho em condição análoga à escravidão (veja mais abaixo, neste texto).

 

O QUE MUDOU NA FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO

 


ANTES AGORA
>> ‘Lista suja’ era organizada e divulgada pela Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) >> Organização fica a cargo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) e divulgação será realizada por “determinação expressa” do ministro do Trabalho.
>> Para a comprovação da condição análoga à escravidão o auditor fiscal deveria apenas elaborar um Relatório Circunstanciado de Ação Fiscal >> Exigência de anexar um boletim de ocorrência policial ao processo que pode levar à inclusão do empregador na “lista suja”.
>> Fiscais usavam conceitos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Código Penal para determinar o que é trabalho escravo. >> Portaria estabelece quatro pontos específicos para definir trabalho escravo: submissão sob ameaça de punição; restrição de transporte para reter trabalhador no local de trabalho; uso de segurança armada para reter trabalhador; retenção da documentação pessoal.

 

MPT critica mudanças

 

 

O texto foi duramente criticado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O vice-coordenador nacional da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, Maurício Ferreira Brito, afirmou que as mudanças “esvaziam a lista suja”.

 

“A divulgação deixa de ser feita por critérios jurídicos e passa a ser feita por critérios políticos do ministro do Trabalho”, afirmou.

 

Brito também criticou outra mudança promovida pela portaria publicada nesta segunda: a exigência de anexar um boletim de ocorrência policial ao processo que pode levar à inclusão do empregador na lista suja.

 

Segundo ele, é mais burocracia para dificultar o combate ao trabalho escravo.

 

Definição

 

A portaria também altera os conceitos que devem ser usados pelos fiscais para identificar um caso de trabalho escravo. Até então, os fiscais usavam conceitos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do código penal.

 

De acordo com a portaria, será considerado trabalho análogo à escravidão:

 

  • a submissão do trabalhador a trabalho exigido sob ameaça de punição, com uso de coação, realizado de maneira involuntária;
  • o cerceamento do uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador com o fim de retê-lo no local de trabalho em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto, caracterizando isolamento geográfico;
  • a manutenção de segurança armada com o fim de reter o trabalhador no local de trabalho em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto;
  • a retenção de documentação pessoal com o fim de reter o trabalhador no local de trabalho.

 

Brito, do MPT, criticou as restrições aos conceitos do que seria, ou não, condição de trabalho análogo à escravidão. Ele afirma que hoje o Código Penal traz conceitos amplos, mas a nova portaria atrela o trabalho análogo à escravidão à ideia de restrição de liberdade.

 

“É um conceito totalmente ultrapassado”, disse Brito.

 

Os conceitos definidos pela portaria serão usados na concessão de seguro-desemprego pago para quem é resgatado de regime forçado de trabalho ou em condição similar à escravidão. Mas o novo texto também norteará a atuação dos auditores do trabalho, que são os responsáveis pelas fiscalizações.

 

Veja a íntegra da nota do Ministério do Trabalho:

 

O Ministério do Trabalho publicou, na edição de hoje do Diário Oficial da União, Portaria nº 1.129, de 13 de outubro de 2017, que aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado Brasileiro, ao dispor sobre os conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravo, para fins de concessão de seguro-desemprego ao trabalhador que vier a ser resgatado em fiscalização promovida por auditores fiscais do trabalho, bem como para inclusão do nome de empregadores no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores à condição análoga à de escravo, estabelecido pela PI MTPS/MMIRDH nº 4, de 15.05.2016.

 

O combate ao trabalho escravo é uma política pública permanente de Estado, que vem recebendo todo o apoio administrativo desta pasta, com resultados positivos concretos relativamente ao número de resgatados, e na inibição de práticas delituosas dessa natureza, que ofendem os mais básicos princípios da dignidade da pessoa humana.

 

Reitera-se, ainda, que o Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores à condição análoga à de escravo é um valioso instrumento de coerção estatal e deve coexistir com os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.

  

Foto: BBC

Fonte: G1


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O que é caráter?

 

Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes.

 

O conjunto das qualidades e defeitos de uma pessoa é que vai determinar a sua conduta e a sua moralidade, o seu caráter. Os seus valores e firmeza moral definem a coerência das suas ações, do seu procedimento e comportamento.

 

O que é falha de caráter:

 

As falhas de caráter são características naturais do ser humano. Errar faz parte do desenvolvimento e é graças aos erros que muitas de nossas aprendizagens, e mesmo evolução como pessoas, acontece. A falha está relacionada com consciência e busca sincera por mudanças.

 

A falta de caráter é percebida quando, mesmo errando repetidamente com os outros, causando prejuízo a terceiros, e ferindo sentimentos através de manipulações e mentiras, a pessoa insiste no ato. A falta de caráter é característica de pessoas com baixa consciência moral, uma vez que essas pessoas não objetivam melhorar, pelo menos não sinceramente.

 

Alguns exemplos de FALTA de caráter:

 

Mentiras:

 

Todos nós mentimos, quer admitamos, quer não. As mentiras podem ser coisas banais do dia a dia, como dizer que vamos para casa, quando realmente não queremos sair com alguém. (nesse caso, até uma maneira de tentar abrandar um mal-estar), como podem ser mentiras mais graves, e que envolvem consequências importantes.

 

Entretanto, como eu disse no começo, todos estamos sujeitos a um erro grave. A diferença entre uma mentira acontecer em uma pessoa normal (cheia de falhas, mas que tem consciência), e em uma pessoa com falta de caráter, será a repetição e a não correção do ato, mesmo após ter passado por situações delicadas com as mentiras anteriores. Uma, duas mentiras são aceitáveis. Entretanto, um mentiroso (a) frequente mostra sérios sinais de falta de caráter.

 


Traição:

 

Longe de ser um tópico moralista, a traição pode ser entendida como falta de caráter, quando também acontece recorrentemente em uma relação em que o pacto do casal é de fidelidade. A traição também deve ser lembrada nos contextos de sociedade, no trabalho e amizade, em que o raciocínio é o mesmo: quebra de acordos e confiança.

 

Dívidas:

 

Uma coisa é a pessoa passar por situações complexas e que impossibilitem o pagamento de suas contas, outra coisa é a má administração do dinheiro, o consumismo desnecessário e o “comprar sem ter a intenção de pagar”. Um exemplo que deve ser observado são as pessoas que emprestam dinheiro de familiares e/ou amigos e não se veem na obrigação de pagar, aproveitando-se do vínculo afetivo existente. Mais uma vez, a falta e caráter será observada na frequência das ações.

 

Tratamento diferenciado:

 

O que motiva alguém a tratar bem algumas pessoas em detrimento de outras? O que pensar de alguém que só trata bem àqueles que têm dinheiro ou que podem lhe oferecer algo em troca? A arrogância, a hipocrisia e comportamento interesseiro também são, sem dúvidas, sinais de falta de caráter.

 

Manipulação:

 

Tentar convencer alguém a pensar ou fazer algo de maneira diferente são coisas completamente diferentes de manipular pessoas a fazerem coisas que elas, se estivessem em plena consciência de seus atos, talvez não fizessem. A manipulação é um comportamento egoísta, uma vez que tira o direito de escolha do outro, e mostra falta ou total ausência de consideração pelo outro. O manipulador sempre visa driblar vontades e regras para favorecimento pessoal.

 

Falta de palavra:

 

A falta de palavra pode caminhar próximo à mentira e à manipulação. Quando alguém combina algo ou assume um compromisso, a espera social é que o mesmo seja cumprido. Mais uma vez, descartando os casos isolados, uma “Palavra” quebrada com frequência oferece sérios indícios de falta de caráter.

 

Não assumir as próprias responsabilidades:

 

Um dos maiores sinais de maturidade que pode ser encontrado em alguém é a capacidade de assumir as próprias responsabilidades. A falta de caráter pode ser observada se uma pessoa repetidamente atribui a outros a responsabilidade por atos que deveriam ser assumidos pessoalmente, principalmente, no que se refere às quebras de regras e leis que infringem com frequência.

 

Nota da página: Não é por acaso que as características acima são frequentes em sociopatas, pessoas com ausência de consciência e consideração pelos outros.

 

Fonte: Bem mais Mulher


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Votos a favor de disciplinar o comércio e o porte de armas de fogo em território nacional são maioria, até a tarde desta segunda-feira

 

RIO – O Senado Federal abriu uma consulta pública em seu site para tratar do Estatuto do Desarmamento. A enquete coloca em discussão o projeto de lei 378/2017 – que sugere “disciplinar a fabricação, importação, comercialização, registro, posse e porte de armas de fogo e munição no território nacional”, perguntando ao internauta se ele concorda ou não com a proposta.

 

Até as 16h desta segunda-feira, mais de 4,5 mil pessoas já haviam votado a favor da ementa, enquanto cerca de 500 haviam se manifestado contra o projeto.

 

O projeto foi protocolado em 5 de outubro pelo senador Wilder Morais (PP-GO) e tem o objtivo de revogar o Estatuto do Desarmamento para criar o Estatuto do Armamento no Brasil. Entre outras mudanças, estabelece 18 anos como idade mínima para ter arma (hoje é 25 anos) e “validade mínima” de 10 anos para o registro (atualmente de cinco anos).

 

O texto vai na mesma linha que outro projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento da Câmara. Essa proposta já passou em comissão especial e aguarda ser pautada no plenário. Entre outras mudanças, amplia as categorias profissionais com acesso à arma, reduz a idade mínima para ter arma de 25 para 21 anos e torna a posse permanente (sem necessidade de revalidação).

 

O Senado e a Câmara dos Deputados têm sites voltados para a consulta pública de diferentes projetos de lei e outras medidas em discussão no Congresso. Os resultados não têm impacto direto na matéria em questão, a ideia é envolver a população nas propostas.

 

Mas as consultas não deixam de ser uma ferramenta para que os parlamentares conheçam a opinião da sociedade sobre um determinado assunto, como este que versa sobre a segurança pública.

 

 

Foto: Porte de arma diverge opiniões – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

Fonte: O Globo


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convite


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Qual a diferença entre calúnia, difamação e injúria?

 

Calúnia, difamação e injúria são crimes contra a honra das pessoas, previstos judicialmente pelo Direito Brasileiro, no Código Penal (CP) e submetidos a sanções, como penas de reclusão e multas.

 

A diferença entre cada um dos crimes contra a honra está no conceito de honra que sofre acusação. A calúnia ofende a honra enquanto cidadão que é acusado de um crime, a difamação ataca a honra objetiva que é a reputação, e a injúria a honra subjetiva, que trata das qualidades do sujeito.

 

Calúnia

 

A calúnia é acusar alguém publicamente de um crime. É o artigo 138 do Código Penal Brasileiro, e prevê reclusão de 6 meses a 2 anos, além do pagamento de multa. Se o crime for comprovado, não existe condenação.

 

Difamação

 

A difamação, artigo 139, é o ato de desonrar alguém espalhando informações inverídicas. A pena é de 3 meses a 1 ano de prisão, com multa. E mesmo se a informação for verdadeira, a pessoa que sofreu a difamação ainda pode processar o outro.

 

Injúria

 

A injúria é quando uma das partes diz algo desonroso e prejudicial diretamente para a outra parte, como chamar de ladrão. É o artigo 140 do Código Penal, e tem de 1 a 6 meses de prisão, mais multa. Neste caso, a veracidade da acusação também não afeta o processo.

 

Exemplo de calúnia, difamação e injúria

 

A calúnia, a difamação e a injúria podem ser cometidos todos juntos de uma só vez. Por exemplo, em um debate na televisão durante a campanha para presidente, um dos candidatos dizer que o concorrente cometeu determinado crime, sem provas do ocorrido, e usando de palavras de calão para se referir à atitude do outro candidato. No caso, seria calúnia por espalhar publicamente, a difamação é o abalo da imagem do outro candidato, e a injúria pelos xingamentos proferidos diretamente ao envolvido, que era o adversário no debate.

 

Diferença entre os crimes contra a honra e os danos morais

 

A principal diferença entre os crimes contra a honra e os danos morais está em qual tribunal ou vara vai apreciar o processo.

 

Calúnia, difamação e injúria são crimes e estão previstos no Código Penal Brasileiro. Quem comete qualquer um dos três pode ir para a prisão, e é julgado por uma vara criminal.

 

Danos morais fazem parte do direito civil, são passíveis de indenização financeira e são julgados por uma vara cível. Mas o réu deste tipo de processo não é preso.

 

O que pode vir a acontecer é uma acusação de calúnia virar um processo de danos morais. Depois de julgado enquanto processo penal, e sentenciado a determinado tempo de reclusão, é possível que a acusação também vire um processo civil, com pedido de indenização por danos morais. Assim são dois processos, julgados por dois foros diferentes.

 

Os danos morais são situações que prejudicam a moralidade de uma pessoa. A indenização por danos morais é uma reparação pedida judicialmente pelos ataques pessoais que não sejam de forma física.

 

Calúnia 
Art. 138. Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena — detenção, de 6(seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.§ 1- Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.§ 2- É punível a calúnia contra os mortos.§ 3- Admite-se a prova da verdade, salvo: I – se, constituído o fato imputado crime de ação privada, o ofendido não foi condenado por sentença irrecorrível;II – se o fato é imputado a qualquer das pessoas indicadas no n. I do art. 141;III – se do crime imputado, embora de ação pública, o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível.
 

Difamação
Art. 139. Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:Pena — detenção, de 3(três) meses a 1(um) ano, e multa.
Parágrafo único. A exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções.
 

Injúria 
Art. 140. Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Pena — detenção, de 1(um) a 6(seis) meses, ou multa.§ 1. O Juiz pode deixar de aplicar a pena:I – quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria;II – no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria.§ 2. Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes:Pena — detenção, de 3(três) meses a 1(um) ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

 

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Corpo de Bombeiros controlou as chamas na tarde deste domingo (8), no Jardim São Paulo. Local estava vazio no momento que as chamas começaram e ninguém se feriu.

 

O incêndio destruiu parcialmente um buffet na manhã deste domingo (8), em Rio Claro (SP). O Corpo de Bombeiros controlou as chamas e ninguém ficou ferido. Imagens feitas por moradores flagraram o momento que o fogo destruía o local.

Incêndio no Buffet Pacheco's em Rio Claro (Foto: Vc no G1)

Incêndio no Buffet Pacheco’s em Rio Claro (Foto: Vc no G1)

As chamas começaram no final da manhã no Buffet Pacheco’s, que fica na esquina da Avenida 14 com a Rua 24, no Jardim São Paulo. O incidente assustou os vizinhos do local.

Um evento foi realizado entre a noite de sábado e a madrugada deste domingo, mas não havia ninguém no local quando o fogo começou.

Os bombeiros foram chamados e controlaram as chamas durante a tarde. As causas ainda são desconhecidas e serão investigadas. Um morador fez fotos do local após o controle do fogo. (veja abaixo). A estrutura do local pode ter ficado comprometida e passará por avaliação.

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco's parcialmente em Rio Claro (Foto: Tiago Tomazelli)

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco’s parcialmente em Rio Claro

(Foto: Tiago Tomazelli)

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco's em Rio Claro (Foto: Tiago Tomazelli)

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco’s em Rio Claro (Foto: Tiago Tomazelli)

Fonte: G1


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Senado aguarda o julgamento de Adin para decidir sobre o caso de Aécio Neves

 

BRASÍLIA – A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a aplicação de medidas cautelares na ação direta de inconstitucionalidade (Adin) em que determinará se Congresso tem a palavra final sobre o afastamento de políticos das funções parlamentares. A ação será julgada nesta quarta-feira.

 

O Senado aguarda o julgamento desta ação para decidir sobre o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato e o recolhimento noturno, medida determinada pela Primeira Turma do STF no final de setembro.

 

De acordo com o parecer da AGU , o artigo 53 da Constituição veta expressamente a prisão preventiva de parlamentares , salvo os casos de flagrante de crime inafiançável.

 

“É inegável, por conseguinte, que, com exceção da prisão flagrancial de crime inafiançável, qualquer outro ato que implique esvaziamento da representação democrática conferida pelo voto popular deve ser tido como incompatível com a redação literal conferida ao art. 53, § 2°, por força da Emenda Constitucional n°. 35/2001”, diz o texto.

 

O parecer da AGU foi elaborado por três advogados da União e chancelado pela advogada-geral da União, Grace Mendonça.

 

A ação proposta pelo PP, PSC e SD pede que o Supremo considere a possibilidade de o Congresso rever, em até 24h, qualquer medida cautelar imposta a qualquer parlamentar.

 

PARECER DA CÂMARA

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, enviou parecer na última sexta-feira em que manifesta que só pode aquilo que está na Constituição. Da mesma forma que o Senado, o documento representa uma mudança em relação ao que foi defendido no ano passado. Na época, a Câmara se mostrou favorável à aplicação de medidas cautelares, desde que aprovadas referendadas posteriormente pelo Congresso. Na ocasião, a casa era comandada interinamente pelo deputado Waldir Maranhão.

 

“As hipóteses de afastamento ou extinção do mandato eletivo por circunstâncias alheias à vontade do parlamentar – ressalvada obviamente a hipótese de falecimento, encontram-se exaustivamente previstas no texto constitucional, devido à sua posição estrutural no regime democrático e no sistema representativo, constituindo o tema verdadeira ‘reserva da Constituição'”, diz trecho do documento da Câmara.

  
Fonte: O Globo


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Brasil tem o quarto pior índice entre os 20 países pesquisados e fica atrás de Venezuela, Chile e Peru

 

SÃO PAULO – Oito entre dez brasileiros acreditam que o nível de corrupção no Brasil nos últimos 12 meses cresceu, segundo o estudo Barômetro Global da Corrupção, da ONG Transparência Internacional, divulgado na manhã desta segunda-feira em Berlim, na Alemanha. É o quarto pior índice entre os 20 países da pesquisa (78%), atrás de Venezuela (87%), Chile (80%) e Peru (79%). Para 56% dos brasileiros, o governo tem comportamento negativo naquilo que diz respeito ao combate à corrupção no setor público.

 

Apesar do diagnóstico ruim, a pesquisa também traz esperança para o enfrentamento do problema no país. Pelo menos 71% dos brasileiros que responderam à pesquisa disseram ser capazes de passar um dia inteiro em um tribunal para fornecer evidências de casos de corrupção. Do total, 83% acreditam que pessoas comuns podem fazer a diferença na luta contra o problema.

 

O Barômetro é considerado pela Transparência Internacional a pesquisa de opinião mais importante do mundo sobre comportamentos relacionados à corrupção. O relatório é baseado em pesquisas com 22,3 mil pessoas em 20 países da América Latina e do Caribe, entre maio e dezembro de 2016. Políticos e policiais são citados por quase metade dos entrevistados (47%) como maiores agentes de corrupção.

 

O estudo menciona a investigação sobre corrupção originada de apurações na Petrobras, a chamada Operação Lava-Jato, que originou o pagamento de bilhões de dólares em multas. Há menção ao risco de propostas legislativas que buscam processar procuradores que investigam grandes casos de corrupção e também à tentativa de investigar o presidente Michel Temer, recentemente interrompida pela Câmara dos Deputados.

 

“Pagamento de propina é uma experiência comum para muitas pessoas com dificuldade de acesso a serviços básicos. Estimamos que mais de 90 milhões de pessoas tiveram que pagar propina no último ano nos 20 países pesquisados – quase um terço daqueles com acesso a serviços básicos,”, escreveram os pesquisadores da Transparência Internacional no relatório divulgado nesta segunda.

 

De acordo com a análise, a realidade brasileira é diferente da observada em outros países da América Latina – apenas 11% dos brasileiros declararam ter pagado propina para ter acesso a serviços básicos, como escola, hospital, documento de identidade, acesso à polícia, tribunais ou saneamento. As maiores taxas estão no no México (51%) e na República Dominicana (46%).

  

Fonte: O Globo

marta-fischer

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ONTEM e o outro se chama AMANHÃ, portanto HOJE é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver”. (Dalai Lama) “

 

O Verso do Reverso do Não Fazer Escolhas

 

“Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que nossos êxitos” (Henry Ford)

 

“Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos” (Nietzche)

 

“De acordo com a Física, resiliência trata-se da capacidade de um ‘corpo’ voltar ao seu estado original, após ter submetido a algum tipo de deformação. O mesmo acontece, quando um indivíduo possui habilidades em adaptar-se às mudanças em qualquer tempo. Captura estratégias para encontrar resultados às questões que se apresentam, ainda que, convivendo com o problema. O autoconhecimento é norteador no processo de superação.

 

“Conhecer o homem – esta é a base de todo o sucesso”(Charles Chaplin)

 

As soluções para os enigmas exige muita resiliência, porque abarcam as relações interpessoais de toda ordem. Na atualidade, ser resiliente é exigência primeira para inserção no mundo corporativo, pois o mercado de trabalho preconiza o profissional que tem capacidade em adequar-se às situações-limite, sem deixar-se envolver, porquanto a aceitação é arbitrária de conformismo e falta de ação.

 

A pessoa com característica ‘resiliente’ é empreendedora e arrojada para assumir riscos e perdas. Reconhece seus pontos fortes e limitações; antecipa-se aos obstáculos, se necessário; também recua e receia diante dos problemas, mas não se detém, mantém o equilíbrio, sem desestruturar-se. Graças a sua plasticidade, enfrenta momentos adversos de crises e se fortalece com isso, porque centra nos recursos de que dispõe, sem lamentar as intercorrências; aprende com os exercícios, em vez de sentir-se derrotado durante o aprendizado.

 

“A felicidade não se resume na ausência de problemas, mas sim na capacidade de lidar com eles”

(Albert Einstein)

 

Conheça o Website da Dra Marta Fischer ;)

Sejam Bem Vindos!  – www.martafischer.com.br

 

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A prefeitura de Rio Claro rompeu o contrato com a empresa de serviços veterinários para recolha, atendimento e tratamento de animais domésticos de pequeno e médio porte. O documento que oficializa o encerramento do contrato foi assinado na quinta-feira (27) e está sendo publicado no Diário Oficial do Município desta semana. O Diário Oficial do Estado também publica o documento.

 

O procurador geral do município, Rodrigo Ragghiante, explica que a rescisão não encerra o processo administrativo aberto pela prefeitura para averiguar a denúncia de maus tratos no canil municipal.

 

Tão logo tomou conhecimento da denúncia, o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, determinou a abertura de sindicância para a apuração de eventual responsabilidade de servidores públicos. “Não admito, não tolero e não aceito qualquer tipo de maus tratos contra pessoas ou animais”, afirmou o prefeito.

 

Com a rescisão do contrato, inicialmente os serviços no canil municipal e de atendimento aos animais passam a ser feitos pela própria administração municipal.


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Sem saber que estava sendo gravada, funcionária fala sobre rifas para comprar equipamentos. Além disso, pai reclama da falta de vagas em período integral.

 

Fonte: TV Claret


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O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte afirmou, nesta segunda-feira (25), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou guerra ao país.

 

Segundo Ri Yong Ho, diante da fala de Trump, Pyongyang se reserva ao direito de tomar medidas, inclusive de abater bombardeiros norte-americanos, mesmo que eles não estejam sobrevoando a Coreia do Norte.

 

“O mundo inteiro deve claramente se lembrar que foram os Estados Unidos que primeiro declararam guerra ao nosso país”, disse Ri a repórteres em Nova York, segundo a agência Reuters.

 

“Considerando que os Estados Unidos declararam guerra ao nosso país, temos todo o direito de adotar contramedidas, incluindo o direito de derrubar bombardeiros estratégicos dos Estados Unidos, mesmo que eles não estejam dentro do espaço aéreo do nosso país”, ameaçou.

 

Ri conversou com a imprensa pouco antes de deixar Nova York, onde participou da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas, na semana passada. “Considerando a declaração de guerra de Trump, todas as possibilidades estão na mesa da liderança supresa da RPDC [República Popular Democrática da Coreia]”.

 

Sua declaração coincide com a postura da administração da Trump, que já afirmou trabalhar com múltiplas possibilidades para lidar com o desenvolvimento de mísseis e armas nucleares por parte da Coreia do Norte, que já garantiu ter armamento capaz de atingir a parte continental dos EUA.

 

Insultos

 

O final de semana foi marcado pela troca de insultos entre Trump e Ri. No sábado (23), o norte-coreano atacou duramente o mandatário americano, chamando-o de “um trastornado mental que está repleto de megalomania”, em fala na Assembleia Geral da ONU.

 

Na madrugada de domingo (24), Trump reagiu à fala de Ri. “Acabei de ouvir o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte falar nas Nações Unidas. Se ele faz eco dos pensamentos do homenzinho do foguete [referindo-se a Kim Jong Un], eles não estarão por aí por muito mais tempo!”

 

 

Just heard Foreign Minister of North Korea speak at U.N. If he echoes thoughts of Little Rocket Man, they won’t be around much longer!

 

Também no sábado, milhares de norte-coreanos participaram neste sábado (23) de uma grande manifestação antiamericana convocada pelo regime em Pyongyang para encenar o apoio ao líder Kim Jong-un, em um momento marcado pela troca de insultos com Donald Trump, informou hoje a agência “KCNA”.

 

Segundo o texto divulgado pela agência estatal de notícias da Coreia do Norte, mais de 100 mil pessoas participaram da concentração na praça Kim Il-sung de Pyongyang.

 

Manifestação antiamericana em Pyongyang (Foto: Reuters)

Manifestação antiamericana em Pyongyang (Foto: Reuters)

 

Fonte: G1


OAB-HOMOFOBIA

Compreendendo a cultura como práxis de valores e crenças de uma sociedade, marcada por seu próprio tempo na produção do ideal de sujeito; grupos em vulnerabilidade social não “cabem” às exigências do Instituído. Torna-se incompreensível, e não nos compete estabelecer modos de SER, pois o que caracteriza uma sociedade democrática não égarantir o direito entre os cidadãos, para uma convivência sustentável?Amar não é prerrogativa para designar o amor entre as pessoas. Há homens que amam homens, mulheres que amam mulheres, também, há quem ame igualmente gente do seu sexo e do outro. Ora, se você não gosta de negros por algum motivo, está atribuindo um valor, ao concluir que só pessoas da raça branca é gente e vice-versa. Ou, se você julga que as mulheres não são inteligentes, implica que todos os homens são inteligentes pelo fato de serem homens. O mesmo ocorre com a diferença de gêneros, se interpreta, que LGBTT são imorais, está supondo que só se pode ser moral praticando a heterossexualidade, como se não houvesse a possibilidade de ser heterossexual e imoral.

 

À representação de Jung, cada um de nós representa socialmente um papel, que ele chamava de “persona”. O papel de gênero funciona como uma personagem, criada pela sociedade, que muitas vezes escamoteia a verdadeira identidade de gênero.

 

[…] “a pessoa é masculina e feminina, não é só homem ou só mulher. De tua alma não sabes dizer de que gênero ela é. Mas se prestares bem atenção, verás que o homem mais masculino tem alma feminina, e que a mulher mais feminina tem alma masculina. Quanto mais homem és, tanto mais afastado de ti o que a mulher realmente é, pois o feminino em ti mesmo te é estranho e desprezível” (C.G.Jung)

 

As convicções político-religiosas extremadas incidem no imaginário social e funcionam como gatilho para a violência.

 

A homofobia é subjacente à produção cultural imposta ao sujeito, com inegáveis repercussões dos interesses de grupos dominantes, arbitrada em significações reproduzidas para “fazer valer” o modelo hegemônico “heteronormatividade”, hoje considerado falido e sua base ideológica desmistificada.

 

Texto editado por Dra. Marta Fischer – Psicóloga Clínica. Idealizadora do Movimento LGBTT – envolvida nas discussões acerca da Cidadania e Justiça Social, em defesa aos direitos e liberdade da população LGBTT à convivência na diversidade de gêneros.

 

OAB-HOMOFOBIA


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Medida quer coibir som alto em veículos e outros tipos de ruídos. Guarda Civil Municipal (GCM) e fiscais da prefeitura vão iniciar fiscalização nas ruas da cidade.

 
Guarda Civil Municipal e os fiscais da Prefeitura de Rio Claro (SP) começam nesta segunda-feira (25) a fiscalizar a lei que proíbe o ‘pancadão’, que visa a coibir a pertubação do sossego com o som alto de veículos e outros ruídos. A multa para o desrespeito é de R$ 2.929,60.

 

A lei, de autoria dos vereadores Rogério Guedes e Júlio Lopes, foi aprovada em agosto deste ano pela Câmara Municipal e segue exemplo de Campinas, que aprovou uma norma parecida em 2015.

 

“Estive em Campinas para verificar o funcionamento da lei, que deu muito certo lá. Essa lei visa a coibir o ‘pancadão’, a bagunça, e não os eventos festivos e os profissionais de propaganda publicitária”, afirmou o vereador Rogério Guedes por meio da assessoria de imprensa da prefeitura.

 

Equipamentos e locais

 

A proibição de ruído em excesso vale para todos os tipos de aparelho reprodutor, amplificador ou transmissor de sons, como rádio, televisão, vídeo, CD, DVD, MP3, iPod, celulares, gravadores, viva-voz, instrumentos musicais e similares.

 

A restrição abrange ruas, veículos, espaços privados de livre acesso ao público, como postos de combustíveis e estacionamentos, e chácaras onde são realizadas festas e “raves”. A ideia é coibir o som em alto volume propagado por aparelhos portáteis ou instalados em veículos estacionados ou em movimento nas vias e logradouros públicos. A fiscalização exclui veículos profissionais que estejam adequados à legislação vigente.

 

Multa

 

Quem descumprir a regra fica sujeito a uma multa de mil unidades fiscais do município, o que equivale a R$ 2.929,60. O valor dobra na primeira reincidência e quadruplica na segunda, além de haver risco de apreensão do aparelho de som ou veículo.
 

A população pode fazer denúncias para a Guarda Municipal pelo telefone 153 ou para a Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível registrar queixa pelo telefone 156 da prefeitura.

 

No caso de veículos com som alto, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) considera infração grave (5 pontos), com penalidade de R$ 195,23 e retenção do veículo.

 

Fonte: G1


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Colegiado entrou com agravo de instrumento para questionar decisão do juiz juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal

 

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) entrou, nesta quinta-feira, 21, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com agravo de instrumento contra a liminar concedida parcialmente, em 15 de setembro, pelo juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal, relacionada à Resolução CFP 01/99.

 

As informações são do site do Conselho Federal de Psicologia.

O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende a pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica.

 

“Entendemos que esta liminar não agrega nenhum benefício para a discussão da causa e ainda traz graves prejuízos à população LBGT. Consideramos que, neste caso, a interferência extrapola a competência do Judiciário, ao dizer como um conselho profissional deve interpretar a sua própria norma”, afirmou Rogério Giannini, presidente do CFP.

 

Norma. Segundo a resolução 001/1999, do Conselho Federal de Psicologia, ‘os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados’. “os psicólogos não exercerão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. Os autores da ação, que apoiam o tratamento de reversão sexual, pediam que a norma fosse considerada inconstitucional por supostamente ‘restringir’ a liberdade científica.

 

“A fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela resolução deve ser aquela no sentido de não provar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura preconceito ou discriminação. Até porque o tema é complexo e exige aprofundamento científico necessário”, anotou o magistrado, em ata de audiência no dia 15 de setembro.

 

O magistrado não considerou a norma que proíbe a cura gay como inconstitucional, mas disse entender que os profissionais não podem se ser censurados por fornecer o atendimento.

 

“Conforme pode ver, a norma em questão, em linhas gerais, não ofende os princípios maiores da Constituição. Apenas alguns de seus dispositivos, quando e se mal interpretados, podem levar à equivocada hermenêutica no sentido de se considerar vedado ao psicólogo realizar qualquer estudo ou atendimento relacionados à orientação ou reorientação sexual. Digo isso porque a Constituição, por meio dos já citados princípios constitucionais, garante a liberdade científica bem como a plena realização da dignidade da pessoa humana, inclusive sob o aspecto de sua sexualidade, valores esses que não podem ser desrespeitados por um ato normativo infraconstitucional, no caso, uma resolução editada pelo C.F.P.”, justificou o juiz.

 

Fonte: Estadão


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RIO — Equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), da Polícia Militar, voltaram à Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, na manhã desta segunda-feira. Eles realizam uma operação na comunidade. A corporação postou um aviso sobre a ação em seu perfil oficial no Twitter. Além dos PMs, permanecem na comunidade equipes das Forças Armadas, que desde a última sexta-feira atuam na região.

 

Há uma operção em andamento, também, no Morro do Turano, no Rio Comprido, na Zona Norte. Lá, quem atua são equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A polícia tem informações de que bandidos que fugiram da Rocinha se refugiaram no Turano.

 

Sem tiros na madrugada

 

No início da manhã desta segunda, o clima na Rocinha era de aparente tranquilidade. Durante o período da madrugada, tiroteios não foram registrados na comunidade. Moradores saíram de casa para trabalhar sem ter que se preocupar com confrontos. Muitos se concentraram em pontos de ônibus, para seguir em direção a seus empregos.

 

— Deu para dormir tranquilamente. Não escutei nenhum tiroteio nessa madrugada. A gente fica mais tranquilo para sair de casa — disse um morador, que estava num ponto de ônibus e pediu para não ser identificado: — Passei um uns dias fora da comunidade, mas voltei ontem (domingo). Ver o pessoal do Exército aqui não me deixa com medo, me sinto até mais seguro.

 

A GUERRA NA ROCINHA

 

A invasão da Rocinha, na manhã do último dia 17, aconteceu depois de um ultimato. Há um mês, Nem, mandou, do presídio federal de Rondônia, a ordem para que Rogério 157, que lhe sucedeu no posto de chefe do tráfico, deixasse a favela. Rogério não saiu do morro. Em 13 de agosto, três homens de confiança de Nem foram encontrados mortos num carro, na Estrada da Gávea. Na semana passada, outros aliados do antigo chefe foram expulsos do morro. A cúpula da ADA decidiu, então, expulsar Rogério da favela.

 

Fonte: O Globo

Foto: Militares das Forças Armadas na Rocinha – Uanderson Fernandes

Agência O Globo


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Mais de 20 indígenas que viviam isolados foram assassinados por garimpeiros; ONG responsabiliza governo Temer pelos cada vez mais frequentes massacres de índios 

 

À agência Amazônia Real, o Ministério Público Federal (MPF) confirmou que mais de 20 indígenas de uma tribo isolada do extremo oeste do estado do Amazonas foram assassinados por garimpeiros ilegais. O assassinato teria acontecido no último mês de agosto.

 

Conhecidos como “flecheiros”, os índios teriam sido mortos na cidade de São Paulo de Olivença, na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia.

 

O massacre vem pouco tempo depois de outro ataque de garimpeiros que matou mais de vinte indígenas isolados da tribo Warikama Djapar, no Vale do Javari – este caso aconteceu em maio.

 

Em nota, a ONG Survival colocou na conta do governo Temer as recentes mortes de indígenas.

 

“Caso tais relatos sejam confirmados, o Presidente (Michel) Temer e seu governo possuem uma grande responsabilidade por este ataque genocida. Todas estas tribos deveriam ter tido suas terras devidamente reconhecidas e protegidas há anos – o apoio aberto do governo àqueles que querem violar territórios indígenas é extremamente vergonhoso”, diz o texto.

 

Foto: Survival 


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Equipe de reportagem da TV Claret encontra rio Corumbataí nestas condições pela manhã.

Não foi possível identificar origem do descarte.

 

Confira o vídeo:


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Na tarde do último Sábado (09) a Secretaria de Segurança, Defesa Civil e Mobilidade Urbana, através do Departamento de Defesa Civil apoiou o Corpo de Bombeiros no combate de um incêndio de grandes proporções na estrada que liga Rio Claro ao Distrito de Ajapi.

 

Segundo informações de testemunhas o fogo teria iniciado na vegetação do acostamento da pista, se alastrado por um canavial e atingido um depósito de materiais recicláveis que acabou por potencializar ainda mais as chamas.

 

O incêndio atingiu e destruiu o galpão onde o material era separado, além de outras duas casas que serviam para área de trabalho e descanso dos trabalhadores do local. Não houve feridos nem desabrigados.

 

Várias viaturas do Corpo de Bombeiros da região foram mobilizadas, o Departamento de Defesa Civil apoiou com o acionamento de um caminhão pipa da Secretaria de Obras e também uma retro escavadeira para revolver o material para realizar o rescaldo. Também apoiaram na ocorrência várias empresas com caminhões pipas e brigadistas.

 

Com Informações

Wagner Martins Araujo

Diretor de Departamento de Defesa Civil

(19) 3534-3199 – Base DC  99142-5286 – funcional         

 

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Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.