Revista Colaborativa Rio Claro Online Contato WhatsApp: +55 19 9 9801.7240 | 3597.0881 contato@rioclaroonline.com.br


oficial_cartaz_carnatal_2018
4 de dezembro de 2018

E ai todo mundo preparado para curtir uma folia às vésperas do Natal e no estilo carnavalesco?

 

Com o melhor do pop/funk/trash/indie/black/axé que a gente ama, só chegar NACASAMBA!

 

Dia 15 de Dezembro de 2018 a partir das 18:00 horas esperamos você e a sua turma para curtir um CARNATAL com a galeraaa.

 

LINE UP:

Naomi-X
Pink

 

Apresentação Grupo de Dança Over-X
Apresentação da Bateria Oficial
Escola de Samba A Casamba

 

A Casamba se apresenta com o melhor do Carnaval de Rio Claro/SP e região, seguida por diversos foliões apaixonados por sua magia, a Escola promete agitar a noite do sábado de dezembro, relembrando a magia que é o Carnaval e encanto que a Escola proporciona!

 

A noite vai rolar solta :P

 

Local: Escola de Samba A Casamba
Endereço: Rua 3A N° 1105 – Vila Martins – RIO CLARO/SP
ENTRADA R$10,00
Aceitamos crédito e débito.

 

Compartilhando esse Post ou pedindo sua música no mural do evento, você automaticamente concorre a 1 Entrada Free!

 

Link Oficial do Evento #CARNATAL #NACASAMBA:
https://www.facebook.com/events/2393385104022443/

UiIiIiiiiiI UiIiIiiiiiI rsss
CoOooOrreeee SORTEIO FREE

 

*** Precinho Joia no Bar ***
*** Aninha Pastéis – Fritos na Hora ***
*** Bolos & Bolotas ***

 

Durante o evento campanhas socioeducativas estarão sendo realizadas, e arrecadação voluntária de donativos, tais como: alimentos perecíveis, shampoo’s – condicionadores, sabonetes líquidos – meias – leites – lenços umedecidos – fraldas geriátricas – Pomadas para assadura – hidratantes – livros – brinquedos.

 

A iniciativa das arrecadações são da Organização Solidária do Consolação e Tia Dai Pet Shop.
Venha somar forças, dançar muito, rir conosco e curtir o Carnatal do Movimento LGBT

 

Participe!

 

oficial_cartaz_carnatal_2018

  
Se for dirigir não beba!
Proibido a venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos.


cartaz
5 de outubro de 2018

O Movimento LGBT nasceu no intuito de difundir e disseminar mais conhecimento sobre os direitos, movimentações, lutas e festas da comunidade LGBT, para que as novas e futuras gerações que ainda estão por vir, independente do que escolherem para as suas vidas, não passem o descaso e preconceito que nós passamos. E a ideia da Primeira Semana LGBT é justamente interligar todas as pessoas interessadas nessa causa e unir a comunidade LGBT, oferecendo atenção, apoio e orientação.

 

Nossa Primeira Semana e Parada vêm com tudo! Conheça e se aproxime de muita gente do bem que está somando forças com a organização e Causa LGBT no município de Rio Claro/SP.

 

A semana contará com rodas de conversa, palestras, atividades socioculturais e socioeducativas, teatro, cine-debates, documentários, depoimentos e relatos da comunidade LGBT/ família/ amigos, com temas relevantes e pertinentes para a comunidade LGBT. Equipes de saúde estarão à disposição, assim como profissionais capacitados para orientações sociais e psicológicas, terá muita dança e música, Concurso Drag Queen, três apresentadores luxuosos e cheios de carisma, um time de Dj’s de arrepiar! Mais uma atração bombástica que promete abalar as estruturas da parada é a nossa querida artista transformista e madrinha OFICIAL: Angel.

 

Viver é lembrar, e como é bom juntarmos as boas lembranças de tudo que passamos neste ano, onde lutamos e resistimos até aqui com muita coragem e dedicação, cada um com a sua forma de presenciar essa experiência humana que é intrigante e maravilhosa ao mesmo tempo, estar vivo (a) para compartilhar todos esses momentos com todos (as) supera qualquer expectativa de ser, e isso só reforça o verdadeiro sentido do Movimento LGBT existir no país. Cada um de nós, por nenhum direito a menos!

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO (A)!

 

Assista ao vídeo da 3ª Festa Oficial Pré Parada do Movimento LGBT da cidade de Rio Claro/SP – 17/04/2018:

 

https://www.facebook.com/movimentobrasileirolgbt/videos/733838026961378/

 

A cidade de Rio Claro/SP nunca realizou uma semana e parada LGBT, com ações, apoio e passeata nas ruas.

 

Contudo, Rio Claro/SP é a primeira cidade do país a começar a realizar festas pré parada para arrecadar fundos independentes para a Organização da Semana e Parada do Orgulho LGBT, seguida por São Carlos e depois Piracicaba.

 

ANOTE O CRONOGRAMA NA AGENDA:

 

PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT – RIO CLARO/SP – ANO DE 2018

Realização Movimento LGBT.

 

15 de Outubro de 2018

ABERTURA DA SEMANA

 

13:30 hrs – Apresentação do Cronograma da Semana e Roda de Conversa – Convidada: Valdirene Santos – Coordenadora do CR LGBT DE Campinas/SP e

Presidente do Fórum Nacional LGBT

19:00 hrs – Over-X – Grupo de Dança

20:00 hrs – Angel – Performance

 

DIA 15

 

 

16 de Outubro de 2018

CONSCIÊNCIA E MANIFESTAÇÃO ARTÍSTICA LGBT

 

14:00 hrs – Roda de Conversa sobre Identidade de Gênero – com o Ativista LGBT e Educador João Paulo Ferraz

16:00 hrs – Roda de Conversa com Psicólogos e Assistentes Sociais Parceiros da Comunidade LGBT – com Leticia Wolf – Psicóloga e Paula Agus – Assistente Social

20:00 hrs – Cia Tempero D’Alma de Artes Cênicas apresenta:

Teatro “O Delicado” de Nelson Rodrigues e Dança  “Diferente Mas Normal” – com Lucas Oliveira e Marcos Jr.

Direção: Cláudio Lopes

 

DIA 16

 

 

17 de Outubro de 2018

A EDUCAÇÃO COMO BASE DA FAMÍLIA NA CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE SEM LGBTFOBIA

 

14:00 hrs – Roda de Conversa – SENAC – Tema:

A Educação como base da família na construção de uma sociedade sem LGBTFOBIA – com Andrea Bernardes – Psicóloga

17:30 hrs –  Roda de Conversa sobre Identidade de Gênero – com o Ativista LGBT e Educador João Paulo Ferraz

19:30 hrs – Intervenção Artística “Inevitável Sentir” com o bailarino e coreógrafo:

Rafael de Paula

 

DIA 17

 

 

18 de Outubro de 2018

SAÚDE E CULTURA LGBT

 

10:30 hrs – Roda de Conversa sobre Prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis – com Cristiane Midori Nakanishi Nakahara – Assistente Social e Rafaela Martinez – Psicóloga – Fundação Municipal de Saúde, Equipe SEPA – Prevenção e Saúde da Comunidade LGBT

14:00 hrs – Roda de Conversa sobre Preconceito Induzido, Intolerância Religiosa, Defesa Contra LGBTFOBIA, Documentários, Curtas e Cine-debate LGBT – Depoimentos e Relatos da Comunidade LGBT  – com a Ativista LGBT e Educadora Leila Pizzotti.

20:00 hrs – Cia Tempero D’Alma de Artes Cênicas apresenta:

Teatro “O Delicado” de Nelson Rodrigues e Dança  “Diferente Mas Normal” – com Lucas Oliveira e Marcos Jr.

Direção: Cláudio Lopes

 

DIA 18

 

 

19 de Outubro de 2018

GÊNERO, RAÇA E LGBT EM EVIDÊNCIA

 

14:00 hrs – Apresentação do fluxo de acolhimento da população LGBT e informações sobre a cirurgia de transgenitalização – com os psicólogos Jonas Fornitano Cholfe e Rafaela Martinez

16:30 hrs – Roda de Conversa sobre Consciência Negra e Militância  LGBT – com a Transativista e Educadora Gabriela Naomi de Souza

18:00 hrs – Relatos de Famílias e Amigos de LGBT

19:00 hrs – Apresentação de Dança – com Marjorie Baltieri

20:00 hrs – Intervenção Artística – Rafael de Paula

 

DIA 19

 

 

20 de Outubro de 2018

CONCURSO DRAG QUEEN DA PRIMEIRA PARADA LGBT+ RIO CLARO/SP

 

10:00 hrs – Reunião geral somente com as participantes

13:00 hrs – Concurso de DRAG QUEEN

Local: Casa do João – Rua 2, com avenidas 22 e 24 n° 2174 – Centro

Apresentadores: Brennah Satiez e Bruno Santoro

22:00 hrs – Resultado e Premiação do Concurso no Joaquina Lounge Bar

Local: Rua 14 Nº 2486 Jd. São Paulo

Todas as atividades serão realizadas na Casa do João.

Endereço: Rua 2, Avs. 22 e 24 N° 2174 – Centro.

As apresentações da Cia. Tempero D’Alma de Artes Cênicas nos dias 16 e 18 a partir das 20:00 hrs serão realizadas em sua sede.

Local: Avenida Saburo Akamine, entre as Ruas 16 e 17, N° 376 – Jardim São Paulo.
Para todos os dias a Entrada é 1 kg de alimento não perecível ou 1 caixinha de leite.

 

 CONCURSO DRAG QUEEN

DJLARI

angel

 

21 de Outubro de 2018

PRIMEIRA PARADA LGBT+ DE RIO CLARO/SP

Domingo a partir das 13:00 horas.

Concentração no Jardim Público

Praça Central de Rio Claro/SP

Avenida 1 com a Rua 3, N°945 – Centro – Rio Claro/SP

 

cartaz

 

 

MADRINHA OFICIAL DA PARADA

Angel

 

angel

 

 

APRESENTADORES

Bruno Santoro

Brennah Satiez

Marcia Moro

 

perfil

 

 

ATRAÇÃO PRINCIPAL

 

Sasha Zimmer

 

APRESENTAÇÃO DOS DJ’s

Lari Mori – Piracicaba/SP

Naomi X – Rio Claro/SP

Morana Evermore – Rio Claro/SP

Tigger – Limeira/SP

Storn – Limeira/SP

Vinicius Armando – Limeira/SP

Rodrigo Valentim – São Paulo/SP

Akemy Fernandes – Limeira/SP

Drama Graysky – Piracicaba/SP

Giorgia Morgan – Piracicaba/SP

JC Hernandes – São Paulo/SP

Lana Deville – Americana/SP

Wesla Bravo – Americana/SP

 

 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT DE RIO CLARO/SP

VISIBILIDADE AOS DIREITOS,
MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS LGBT

 

O objetivo do projeto é fomentar a “VISIBILIDADE AOS DIREITOS, MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS LGBT” na cidade de Rio Claro/SP.

 

O objetivo da primeira semana e parada LGBT é promover e proporcionar para a população LGBT existente no município e para a comunidade rio-clarense uma semana socioeducativa e cultural, com atividades e ações inclusivas, mobilizando a população LGBT, com intuito participativo social.

 

O Projeto visa construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantindo assim o desenvolvimento da comunidade LGBT, erradicando a violência e a marginalização das classes menos favorecidas, reduzindo as desigualdades sociais, promovendo o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, orientação sexual e quaisquer outras formas de discriminação.

 

O objetivo do projeto é promover a descentralização dos recursos sociais destinados à atividades artísticas e culturais do município de Rio Claro/SP para a comunidade LGBT.

 

O Projeto em questão garante a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade da população LGBT na cidade de Rio Claro/SP.
O acesso à cultura e educação poderá tornar mais tolerante a sociedade em que vivemos, além de medidas sócio educacionais de criminalização de crimes causados por opressores.

 

A primeira semana e parada LGBT de Rio Claro/SP tem o importante papel de enfatizar que o ser humano não pode sofrer opressão e muito menos ser descriminalizado por sua orientação sexual, credo, etnia ou ideais.

 

A população LGBT e suas lutas por direitos existenciais ainda é um tabu da nossa sociedade, talvez seja de difícil enquadramento de debate na maioria das vezes, porém ao mesmo tempo é instigante e o propósito do projeto é justamente a troca de experiência entre todos os envolvidos nessa sociedade, um pré-debate sobre o tema da diversidade sexual, suas lutas e avanços / derrotas, começando a partir do tema da intolerância dos outros quando a vítima não é você.

 

O Projeto incentiva o exercício do combate à intolerância e violência para com a população LGBT, e vale explicar para a sociedade no todo que o preconceito que as pessoas carregam nas suas mentes, sem qualquer justificativa ou razão, não é normal assim como a atitude de ameaçar pessoas de condições sexuais divergentes, simplesmente fazerem o que gostam, seria uma atitude autoritária, arbitrária e de perseguição sem sentido. Até onde vai o limite do preconceito e da intolerância? Será apenas o início de um exercício de reflexão, dentre vários que manteremos no projeto como alicerces.

 

A Cultura e a Educação podem ajudar as pessoas a se conscientizarem que LGBT Não É Doença!

 

Foi em 1990 que a Organização Mundial da Saúde, em resposta a mobilização das pessoas LGBT, tirou a homossexualidade da sua lista de doenças. Não devem existir tratamentos de reversão sexual para nenhuma identidade de gênero, porque ser LGBT é uma condição saudável, e não doente!

 

A marginalização da população LGBT no Brasil não diminuiu – pelo contrário: é o país onde mais assassinam transexuais, gays e travestis; é aqui que a juventude LGBT não se insere no mercado formal de trabalho; a população de transexuais que vive marginalizada sem acesso a empregos; é a sociedade LGBT que sofre opressões constantes; são os jovens expulsos de suas casas, e que perdem as perspectivas de um futuro melhor… Isso é inaceitável! Além de catalogarem a bissexualidade e identidade de gênero como doenças.

 

A luta que forjou uma resolução mundial em 1990 que reconhecia que viver a sexualidade faz parte de quem o sujeito é, e que isso não é perversão, está em perigo constante com a falta de medidas preventivas e corretivas para a promoção da segurança e legalidade da população LGBT. Se existe sofrimento na vida das pessoas LGBT, ele surge da opressão social e da ignorância coletiva, que tira dos LGBT o direito de simplesmente existir dignamente.

 

Reivindicamos a força que vai nos fazer barrar todo tipo de ataque contra os nossos, nas ruas e nas redes de pessoas que assim como nós só desejam a liberdade de existir e de exercer seus direitos como cidadãos livres e do bem.

 

E o fato de conseguirmos quebrar nossos limites e barreiras impostas muitas vezes pela ignorância, pelos preconceitos e pré-conceitos já fixados ao longo da história, pela falta de cultura, e educação de eficácia duvidosa desenvolvida principalmente pelo ensino arcaico e outros fatores externos, nos faz acreditar que a cultura e a educação para a comunidade LGBT, assim como para a sociedade no todo, são de extrema importância. Necessitamos explicitar que a sociedade precisa de mais informação LGBT, mais conhecimento sobre LGBT, mais tolerância para com os LGBT, e que é apropriada a validar-se contemporaneamente a causa LGBT.

 

As motivações metodológicas do projeto apontam aos resultados esperados com mais suporte para as técnicas de inclusão sociais participativas e coletivas, contribuindo assim para mais ações educacionais e colaborativas para que esse projeto pioneiro seja o porta-voz para a cultura social/artística da população LGBT em Rio Claro, tornando-se também referência nacional neste segmento.

 

A Justificativa do projeto visa exatamente equiparar de forma adequada uma população inteira que ao longo da história foi vítima de discriminação social e cultural devido ao posicionamento do seu livre-arbítrio e da existência do seu eu interior muitas vezes não ser aceito pelo seu próximo, que consequentemente é diferente de você, mas que são iguais de outras formas como seres humanos.

 

A juventude requer ser orientada; só assim não haverão de malograr os esforços e a inteligência dos que amanhã, por sua vez, deverão preparar as gerações que lhes sucederão.

 

O fomento do estudo em todas as suas formas, das atividades sadias, do culto ao saber, à humanidade, à família, e, muito particularmente, do culto ao respeito que o indivíduo deve a si mesmo, ao que é seu, ao respeito que deve aos demais e à propriedade alheia, é o fundamental para que tal orientação cumpra seu grande objetivo, que é o de formar na juventude a consciência cabal de sua responsabilidade perante a vida, seus semelhantes, sua cultura e o seu mundo.

 

Visando uma mobilização dos resgates de valores culturais e buscando possíveis soluções, a Produção do Projeto desenvolverá atividades que despertem o interesse da sociedade pelos temas LGBT e Ações Comunitárias ambas interligadas, a fim de que os mesmos se sensibilizem na tentativa de mudanças de atitudes para que gerem conteúdos positivos em sua formação pessoal em vez de pré-conceitos, intolerância e discriminações.

 

A intolerância pode estar baseada no preconceito, podendo levar à discriminação. Intolerância é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferentes crenças e opiniões. A intolerância deve ser combatida com Cultura e Educação! E a LGBTFOBIA criminalizada. Todos os recursos e esforços serão empregados na preservação e difusão das manifestações culturais com temática LGBT.

 

O cidadão do hoje tem que ser mais bem articulado e desenvolvido para ser o cidadão de amanhã, que possivelmente será mais tolerante em relação ao próximo, mesmo que este seja diferente dele. Quebrarmos nossos limites e barreiras impostos muitas vezes pela ignorância, pelos preconceitos e pela educação de eficácia duvidosa desenvolvida principalmente pelo ensino antigo/arcaico e outros fatores externos é uma luta e uma causa apropriada a validar-se contemporaneamente.

 

As motivações metodológicas do projeto apontam aos resultados esperados com mais apoios nas técnicas de inclusão sociais e coletivas, que o evento seja o porta voz para a cultura social/artística LGBT tornando-se referência nacional neste segmento.

 

Os objetivos específicos são metas quantificáveis e qualificais que permitam a avaliação do projeto ao seu final: ações a desenvolver, bens culturais a produzir, público a mobilizar, sendo elas: descentralização dos recursos, aquecimento do mercado interno da cidade, do comércio e turismo, incentivar a inclusão social das classes menos favorecidas, revelar e divulgar novos talentos e novas lideranças para a causa LGBT em âmbito nacional, mobilizar e interagir a comunidade da cidade, beneficiar a imagem da cidade de Rio Claro, expor que a Cidade nunca possibilitou um evento desse porte e intuito social, produção de filmagem do evento para geração de um documentário, exposição dos direitos LGBT e outras atividades artísticas desta natureza, dias culturais que promoverão a integração da sociedade e seu público-alvo, divulgando e interagindo através de campanhas, palestras e movimentos de ação social, realização de eventos posteriores voltados para o público LGBT, para promover e difundir os ideais do da luta contra a ignorância, violência e contra a LGBTfobia, divulgando assim as ações sociais/culturais na cidade.

 

Público-Alvo: Pessoas interessadas no Movimento LGBT, colaboradores/as da causa LGBT, LGBT em geral. A Estimativa é de aproximadamente 3.000 mil pessoas.

 

A Semana e Parada LGBT tem o importante papel para enfatizar que o ser humano não pode ser discriminado por sua orientação sexual, e o projeto visa exatamente equiparar de forma adequada uma comunidade inteira que ao longo da história foram vítimas de discriminação social, cultural e artística, devido ao posicionamento do seu livre-arbítrio e da existência do seu eu interior.

 

Contudo a cidade de Rio Claro/SP foi a 2° cidade brasileira e a 1° cidade paulista a receber energia elétrica e ainda não possibilitou a realização de um projeto determinante para tal ação e causa da comunidade LGBT.

 

A Primeira Parada LGBT da Cidade de Rio Claro/SP está comprometida a se reunir na Praça Central da Cidade, Av 1. Com a Rua 3, no dia 21 de Outubro de 2018 a partir das 13:00 horas, onde mantém um espaço amplo para a sua concentração e para começar a receber os primeiros discursos de pessoas e entidades apoiadoras relevantes empenhados na causa e luta do movimento social e popular  LGBT para assim dar início a passeata pacífica rumo ao Espaço Livre do Lago Azul que será a sua localização final da trajetória da passeata, local esse onde será concentrado o público LGBT e proporcionará o acesso as suas principais manifestações e apresentações culturais artísticas/musicais.

 

A chegada prevista para a Parada no seu trajeto e rota final está marcada para as 17:00 horas no Espaço Livre do Lago Azul, área  externa do Centro Cultural Roberto Palmari.

 

O término da Primeira Parada LGBT Rio Claro/SP está prevista para as 20:00 horas.

 

A estimativa de abordagem de público para a Semana e Parada LGBT Rio Claro/SP de 2018 é de aproximadamente 3.000 pessoas.

 

Durante a Realização do Projeto serão Promovidas Campanhas e Ações Socioeducativas.

 

O Projeto desenvolvido tem todas as suas atividades previstas com entrada franca, não sendo cobrado nenhum tipo de ingresso ou valor, apenas é sugerido a doação de um litro de leite ou 1 kg de alimento não perecível para a coleta e arrecadação através das ações e dias culturais que o projeto promoverá, as arrecadações serão doadas para entidades carentes do município.

 

As manifestações e expressões culturais da população LGBT visa resgatar os direitos fundamentais básicos e liberdade de expressão.

 

A partir da apresentação de iniciativas inéditas desenvolvidas em alguns coletivos e movimentos, os pontos abordados e medidas técnicas adotadas promoverão uma ampla conscientização e mobilização para todos os munícipes rio-clarenses, será possível uma troca de conhecimentos com a população em geral.

 

O Projeto tem por objetivo ofertar um conjunto de ações visando garantir o mais amplo acesso da população em geral ao produto cultural gerado na semana voltada para a população LGBT, objetivando também, a descentralização e/ou garantia da universalização do benefício ao cidadão, sempre em consideração ao interesse público e a democratização do acesso aos bens culturais resultantes, assim como o incentivo a promoção de novos agentes atuantes e destaques no processo educacional e consciente da sociedade.

 

A primeira Parada LGBT de todas as outras cidades foi de extrema importância para que pudesse possibilitar as paradas dos anos seguintes. A primeira e essas seguintes paradas são devidamente organizadas e articuladas para receberem a demanda de adeptos a causa LGBT e seus conceitos ideológicos e de inclusão e integração social assim como a sociedade por completa. As atividades e atrações artísticas e culturais dessa grande semana de celebração dos direitos LGBT confirmam-se no âmbito da necessidade urgente que a população LGBT precisa de atenção e ajuda para lidar com o pré-conceito e a intolerância exacerbada de grupos extremistas, conservadores e preconceituosos.

 

A Prefeitura de Rio Claro/SP, assim como o devido policiamento nas ruas e o apoio da população possibilitarão que a primeira semana e a Parada LGBT aconteça de forma tranquila e estável.

 

O encerramento da Parada LGBT será com um ato de agradecimento a todos os participantes, parceiros, organizações públicas e privadas, e com a organização do evento.

 

Este projeto visa à inclusão social, a inclusão das manifestações culturais da população LGBT, tornando acessível a todos, os produtos produzidos culturais gerados, independente de classe social, raça, orientação sexual ou credo, e de acordo com o Estado Laico.

 

As atividades oferecidas pelo projeto são gratuitas, mas dentre as de maior caráter cultural socioeducativo destacam-se as campanhas educativas e preventivas (Contra Violência e Contra LGBTfobia), e palestras de cunho social com palestrantes designados pela sociedade para abordagem dos temas LGBT. Apostando na preservação e difusão das manifestações culturais com temática LGBT que serão voltadas para toda a comunidade rioclarense e cidades próximas como Americana, Analândia, Araraquara, Araras, Campinas, Charqueada, Cordeirópolis, Corumbataí, Capivari, Indaiatuba, Ipeuna, Iracemápolis, Jundiaí, Leme, Limeira, Santa Gertrudes, Lins, Matão, Mogi das Cruzes, Mogi Mirim, Osasco, Rio das Pedras, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Salto, Santa Bárbara D’Oeste, Sorocaba, Sumaré, São Paulo e entre outras.

 

A partir da apresentação de iniciativas inéditas desenvolvidas em alguns coletivos e pontos, será possível uma troca de conhecimentos da comunidade.

 

O WebSite Oficial do Movimento Brasileiro LGBT – Website próprio da Organização sem fins lucrativos, e de caráter filantrópico, conta com um Website do Movimento LGBT Brasileiro, devidamente atualizado e monitorado, servindo principalmente como canal de denúncias online atuante para proteção da população LGBT.

 

O Movimento LGBT é pioneiro em desenvolver um canal de comunicação de defesa da população LGBT no país, conteúdo dinâmico e informações são disponibilizados 24 horas por dia.

 

O Projeto é Promovido pelo Movimento LGBT e apoiado por diversas outras Cidades, Estados e Movimentos Sociais.

 

 

Acesse o Website:

www.movimentolgbt.com.br

 

Link da Primeira Semana LGBT+ de Rio Claro/SP:

https://www.facebook.com/events/380795379007949/

 

Link da Primeira Parada LGBT+ de Rio Claro/SP

https://www.facebook.com/events/1987158644887736/

 

Quer ser nosso parceiro?! Entre em contato através do email:

contato@nautiluspublicidade.com.br ou WhatsAPP: (19) 9 9801.7240

Participe!

 

CARTAZ DA PRIMEIRA SEMANA LGBT DE RIO CLARO SP - ANO DE 2018


CARTAZ DA PRIMEIRA SEMANA LGBT DE RIO CLARO SP - ANO DE 2018
21 de setembro de 2018

O Movimento LGBT nasceu no intuito de difundir e disseminar mais conhecimento sobre os direitos, movimentações, lutas e festas da comunidade LGBT, para que as novas e futuras gerações que ainda estão por vir, independente do que escolherem para as suas vidas, não passem o descaso e preconceito que nós passamos!

 

E a ideia da semana é justamente interligar todas as pessoas interessadas nessa causa e unir a comunidade LGBT, oferecendo atenção, apoio e orientação.

 

#VocêNãoEstáSozinh@
#LGBT #RIOCLAROSP #DIREITOSLGBT #SAÚDELGBT#EDUCAÇÃOLGBT #SEGURANÇALGBT

Participe! 

 

15 de Outubro de 2018
ABERTURA DA SEMANA LGBT

13:30 hrs – Apresentação do Cronograma da Semana 
e Roda de Conversa – Convidada:
Valdirene Santos – Coordenadora do CR LGBT de 
Campinas/SP e Presidente do Fórum Nacional LGBT

19:00 hrs – Over-X – Grupo de Dança

20:00 hrs – Angel – Performance

 

16 de Outubro de 2018
CONSCIÊNCIA E MANIFESTAÇÃO ARTÍSTICA LGBT

14:00 hrs – Roda de Conversa sobre Identidade de Gênero
Convidado: João Paulo Ferraz

16:00 hrs – Roda de Conversa com Psicólogos e Assistentes Sociais Parceiros da Comunidade LGBT – Leticia Wolf – Psicóloga e Paula Agus – Assistente Social

20:00 hrs – Cia Tempero D’Alma de Artes Cênicas apresenta: 
* Teatro “O Delicado” de Nelson Rodrigues e * Dança 
“Diferente Mas Normal” – com Lucas Oliveira e Marcos Jr.
Direção: Cláudio Lopes

 

17 de Outubro de 2018
A EDUCAÇÃO COMO BASE DA FAMÍLIA NA CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE SEM LGBTFOBIA

14:00 hrs – Roda de Conversa – SENAC – Tema:
A Educação como base da família na construção de uma 
sociedade sem LGBTFOBIA – Andrea Bernardes – Psicóloga

17:30 hrs – Roda de Conversa sobre Identidade de Gênero 
João Paulo Ferraz – Ativista LGBT e Educador

19:30 hrs – Intervenção Artística
Inevitável Sentir com o bailarino e coreógrafo: Rafael de Paula

 

18 de Outubro de 2018
SAÚDE E CULTURA LGBT

10:30 hrs – Roda de Conversa sobre Prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis – Cristiane Midori Nakanishi Nakahara – Assistente Social e Rafaela Martinez-Psicóloga – Fundação Municipal de Saúde, Equipe SEPA – Prevenção e Saúde da Comunidade LGBT

14:00 hrs – Roda de Conversa sobre Preconceito Induzido + Intolerância Religiosa + Defesa Contra LGBTFOBIA + Documentários, Curtas e Cine-debate LGBT – Depoimentos e Relatos da Comunidade LGBT 
Leila Pizzotti – Ativista LGBT e Educadora

20:00 hrs – Cia Tempero D’Alma de Artes Cênicas

 

19 de Outubro de 2018
GÊNERO, RAÇA E LGBT EM EVIDÊNCIA

14:00 hrs – Apresentação do fluxo de acolhimento da população LGBT e informações sobre a cirurgia de transgenitalização – Jonas Fornitano Cholfe Psicólogo e Rafaela Martinez- Psicóloga

16:30 hrs – Roda de Conversa sobre Consciência Negra e Militância LGBT – Gabriela Naomi de Souza Transativista e Educadora

18:00 hrs – Relatos de Famílias e Amigos de LGBT

19:00 hrs – Apresentação de Dança – Marjorie Baltieri

20:00 hrs – Intervenção Artística – Rafael de Paula

 

20 de Outubro de 2018
CONCURSO DRAG QUEEN 
DA PRIMEIRA PARADA LGBT+ RIO CLARO/SP

10:00 hrs – Reunião geral somente com as participantes 13:00 hrs – Concurso de DRAG QUEEN – Local: Casa do João

Apresentadores: Brennah Satiez e Bruno Santoro

22:00 hrs – Resultado e Premiação do Concurso no
Joaquina Lounge Bar – Local: Rua 14 Nº 2486 Jd. São Paulo

 

Todas as atividades serão realizadas na Casa do João. Endereço: Rua 2, Avs. 22 e 24 N° 2174 – Centro
As apresentações da Cia. Tempero D’Alma de Artes Cênicas nos dias 16 e 18 a partir das 20:00 hrs
serão realizadas em sua sede.
Local: Avenida Saburo Akamine, entre as Ruas 16 e 17, N° 376 – Jardim São Paulo. 

 

Entrada: 1 kg de alimento não perecível ou 1 caixinha de leite.

 

VEEeeEEeEm VeEEEem que vai estar babadoOoOOOo!!! 
#IMPERDÍVEL #ANODE2018

 

21 de Outubro de 2018
PRIMEIRA PARADA LGBT+ DE RIO CLARO/SP

Domingo – HRS: 13:00
Concentração no Jardim Público

Praça Central de Rio Claro/SP
Avenida 1 com a Rua 3, N°945 – Centro
Rio Claro – SP

CLIQUE AQUI!
CARTAZ DA PRIMEIRA SEMANA LGBT DE RIO CLARO SP - ANO DE 2018

Link da Primeira Semana LGBT+ de Rio Claro/SP:
https://www.facebook.com/events/380795379007949/

 

Link da Primeira Parada LGBT+ de Rio Claro/SP
https://www.facebook.com/events/1987158644887736/

 

Acesse o Website 
www.movimentolgbt.com.br
Quer ser nosso parceiro?! :)
Entre em contato através do email
contato@nautiluspublicidade.com.br
ou WhatsAPP: (19) 9 9801.7240
Participe! #VeeEEeemVeeeeemPRIMEIRINHA 


camiseta-branca-organizacao-e-paravenda
20 de setembro de 2018

Conheça a CAMISETA OFICIAL DO MOVIMENTO LGBT
para A NOSSA 1ª PARADA LGBT DE RIO CLARO/SP   

 

A venda das camisetas começou, avise os amig@s e a família, e venha participar dessa causa e luta diária conosco!

 

Comprando a camiseta oficial do evento você ajuda na arrecadação também!

 

Valor da unidade: R$ 50,00

 

#RioClaro #SP #LGBT #FORÇAERESISTÊNCIA

Participe! 

 

Para comprar basta acessar o link:

 

https://pag.ae/bmFjBh8 – e enviar o comprovante para o email: contato@movimentolgbt.com.br – solicitando o tamanho da camiseta.

Você também pode entrar em contato com a Organização da Parada de Rio Claro/SP e pedir a sua camiseta através do Whatsapp (19) 9 9801.7240.
 
Agradecemos a colaboração de tod@s.
Peça já a sua! #Jáestáavenda
#VeeeeEeEeeemVeeeeemPRIMEIRINHA

  
CLIQUE AQUI E GARANTA JÁ A SUA!!!




camiseta-branca-organizacao-e-paravenda


lgbt
29 de agosto de 2018

Venha conferir a 7ª Festa Pré Parada do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP!!!

Fique Atent@ e Confere só as News

️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍

Dia 31/08/2018, última sexta do mês para marcar presença e terminar Agosto com aquele estilo e entrar Setembro com tudo!!!!

Convide @s amig@s e venha conhecer e participar das atividades/ações para a NOSSA GRANDE E PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT DE RIO CLARO/SP

    

TÁÁÁÁÁÁ CHEGANDO!!! hahahahaha \0/ \0/ \0/

A partir das 21:00 hrs esperamos você e a sua turma, vem que vem, utilizaremos a cor de nossa bandeira: Roxa

️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍

Escolhemos a cor Roxa (ou púrpura) pois ela está ligada ao mundo místico e significa espiritualidade, magia e mistério. O roxo estimula o contato com o lado espiritual, proporcionando a purificação do corpo e da mente, e a libertação de medos e outras inquietações.

 

VeeeeEm dar Close meu amOooOOr!!!

 

#CHEGADEOPRESSÕES

#VemVem2018 #MovimentoLGBT#ResistênciaLGBT #RioClaro #SP

 

Endereço: Rua 14, n°2486 – Jd. São Paulo – Rio Claro/SP
‍❤️‍‍‍❤️‍‍‍❤️‍‍❤️‍‍❤️‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍☝️✌️

Durante todo o ano de 2018, nós do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP, junto com nossa comissão organizadora e nossos patrocinadores, iremos realizar uma festa por mês até a data de nossa Primeira Semana e Parada Oficial para arrecadarmos fundos para o Evento.

 

Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

 

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close!

️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍️‍
Apresentadora: Brennah Satiez ♥ ♥ ♥
Apresentador: Bruno Santoro ♥ ♥ ♥
Apresentadora: Marcia Moro ♥ ♥ ♥

Line Up: Akemy Fernandes

 

Link do Evento Oficial:

https://www.facebook.com/events/237547696958552/

‍❤️‍‍‍❤️‍‍‍❤️‍‍❤️‍‍❤️‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍☝️✌️

 

 

 

IMPERDÍVEL
‍❤️‍‍‍❤️‍‍‍❤️‍‍❤️‍‍❤️‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍☝️✌️

Entrada:

R$ 15 portaria
R$ 10 consumação

Arrecadação: Durante o evento a Organização do Movimento LGBT estará realizando arrecadação voluntária para angariar fundos para

*** A NOSSA Primeira Semana e Parada LGBT ***

A doação será livre, sem valor específico. Colabore conosco como puder.

Agradecemos novamente a todos que estão somando forças conosco nessa PRIMEIRÍSSIMA PARADA EM RIO CLARO.
Vai ter muito Glitter simmmm e muito amor!!!

‍❤️‍‍‍❤️‍‍‍❤️‍‍❤️‍‍❤️‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍☝️✌️

*** Importante *** – Não é permitido o consumo de álcool por menores de 18 anos


12
20 de agosto de 2018

As marchas pela diversidade já aconteceram em algumas cidades e ainda estão acontecendo em outras cidades do País ao longo de todo o ano.

 

Marchas de Norte a Sul, no cerrado e no sertão!

 

Prepare a agenda:

 

ACRE
Acre (Rio Branco) – 30/09 – UFAC

ALAGOAS

Coruripe – 03/06 – Prç. Branca de Neve

Maceió – 27/05 – Orla de Pajuçara
AMAZONAS

Manaus – 30/09 – Centro de Convenções/Sambódromo

Rio Preto da Eva – 29/09 – Balneário Municipal

BAHIA

7 de Abril (Salvador) – 18/03 – Entrada do 7 de Abril

Alagoinhas – 22/07 – Antigo Posto Texaco

Bom Jesus da Lapa – 06/05 – Colégio São José

Cajazeiras (Salvador) – 08/09 – Rótula da Feirinha

Coração de Maria – 16/9 – Bairro Mutirão

Governador Mangabeira – 27/05 – Pça. da Bandeira

Ipirá – 23/07 – Pça. Duque de Caxias

Itaberaba – 29/04 – Cajazeiras

Itaparica (Vera Cruz) – 19/05 – Pça. de Mar Grande

Subúrbio (Salvador) – 02/09 – Periperi

Valença – 27/05 – Pça. da República

Vila Canária (Salvador) – 14/10 – Final de linha do bairro

CEARÁ

Ceará (Fortaleza) – 24/06 – Av. Beira-Mar/Barraca do Joca
DISTRITO FEDERAL

Brasília – 01/07 – Congresso Nacional

Ceilândia – 19/08 – Estacionamento do BRB

Cruzeiro/Sudoeste – 15/07 – Feira Permanente do Cruzeiro

Gama – 05/08 – Estádio Bezerrão

Guará – 08/07 – Estação do metrô Feira

Itapoã – 09/09 – Entrada Del Lago

Paranoá – 15/07 – Administração Regional

Planaltina – 02/09 – Estacionamento do Ginásio de Múltiplas Funções

Samambaia – 10/06 – Feira Permanente da 202

Santa Maria – 24/06 – Administração Regional

Sobradinho – 09/09 – Ginásio de Sobradinho

GOIÁS

Cidade Ocidental – 06/05 – Av. do Lago

Goiânia – 09/09 – Pça. Cívica

Itumbiara – 25/03 – Espaço Arraiá

Luziânia – 11/03 – Ginásio Poliesportivo

Valparaíso de Goiás – 26/08 – Av. das Palmeiras

MATO GROSSO DO SUL

Campo Grande – 28/07 – Pça. Ari Coelho

MINAS GERAIS

Belo Horizonte – 08/07 – Pça. da Estação

Caeté – 09/09 – Prç. Charneaux

Itabirito – 21/10 – Lgo. Municipal Prof. Alírio Ferreira Vaz

Juiz de Fora – 18/08 – R. Halfeld

Sul de Minas (Alfenas) – 01/07 – Prç. da Matriz

Vale do Aço (Ipatinga) – 12/08 – Parque Ipanema

PARAÍBA

João Pessoa – 02/09 – Praia de Cabo Branco

PARANÁ

Curitiba – 24/06 – Pça. Santos Andrade

Curitiba – 18/11 – Pça. da Mulher Nua

Londrina – 02/09 – Av. Paraná com R. Pernambuco

Maringá – 20/05 – Pça. Deputado Renato Celidônio

PERNAMBUCO

Pernambuco (Recife) – 16/09 – Pq. Dona Lindu

Recife – 23/09 – Terminal de ônibus de Dois Unidos

PIAUÍ

Teresina – 26/08 – Av. Raul Lopes

RIO DE JANEIRO

Bangu – 04/03 – Lgo. de Bangu

Barra da Tijuca (Rio de Janeiro) – 29/07 – Praia da Barra da Tijuca, Posto 5

Barra do Piraí – 14/01 – Pça. Júlio Braga

Búzios – 02/09 – Pça. da Ferradura

Caju (Rio de Janeiro) – 21/10 – Em frente ao Comando da Aeronáutica

Madureira (Rio de Janeiro) – 01/07 – R. Carolina Machado

Maré (Rio de Janeiro) – 23/07 – Passarela (Av. Brasil)

Mesquita – 09/09 – Av. Feliciano Sodré

Nova Iguaçu – 16/07 – Via Light c/ R. Dom Walmor

Piscinão de Ramos (Rio de Janeiro) – 20/05 – Quiosque do Neymar – 10h

Rio das Ostras – 05/08 – Lagoa do Iriri

Rio de Janeiro – 30/09 – Copacabana

São Gonçalo – 09/07 – Prefeitura Municipal

Sepetiba – 12/08 – Pça. Oscar Rossin

Sul Fluminense (Barra do Piraí) – 14/01 – Prç. Júlio Braga

Vila da Penha (Rio de Janeiro) – 21/10 – Av. Brás de Pina, 1.451

Vista Alegre (Rio de Janeiro) – 08/07 – Estr. da Água Grande, 1.272

RIO GRANDE DO NORTE

Extremoz – 14/04 – Pça. Conj. Estrela do Mar
RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre – 01/07 – Pq. Farroupilha

RORAIMA

Boa Vista – 16/09 – Pça. das Águas

SANTA CATARINA

Balneário Camboriú – 18/11 – Barra Sul (Av. Atlântica)

Florianópolis – 09/09 – Av. Beira Mar Continental

SÃO PAULO

Bebedouro – 27/05 – Estação Cultura

Campinas – 17/05 – Lgo. do Rosário

Campinas – 01/07 – Centro

Catanduva – 15/11 – Casa Luz

Cidade Tiradentes (São Paulo) – 23/09 – CEU Água Azul

Diadema – 08/07 – Pça. da Moça

Guarulhos – 16/09 – Bosque Maia

Hortolândia – 21/01 – Prç. A Poderosa

Itaquaquecetuba – 26/08 – Pça. Padre João Alves

Itu – 29/04 – Pça. Washington Luiz

Limeira – 29/07 – Hípica

Marília – 30/09 – Prefeitura Municipal

Mogi das Cruzes – 29/04 – Av. Cívica

Padre Anchieta (Campinas) – 24/06 – Pça. Cardeal Dom Ângelo Rossi

Piracicaba – 11/11 – Rotatória Av. 31 de Março

Rio Claro – 21/10 – Jardim Público

Praia Grande – 23/09 – Pça. Lions

Salto – 22/07 – Prç. XV

Santo André – 05/08 – Av. Dom Pedro II x R. Catequese

Santos – 30/09 – Pça. Mauá

São João da Boa Vista – 22/07 – Pça Rui Barbosa/Lgo. da Estação Ferroviária

São José do Rio Preto – 17/06 – Represa Municipal

São Paulo – 03/06 – Av. Paulista – 10h

São Vicente – 08/04 – Pça. Tom Jobim

Sorocaba – 26/08 – Pça. Frei Baraúna

Votuporanga – 29/07 – Concha Acústica

SERGIPE

Sergipe (Aracaju) – 26/08 – Passarela do Caranguejo

TOCANTINS

Palmas – 17/06 – Av. Palmas Brasil


1
20 de agosto de 2018

O corpo do líder LGBT de Itororó (a 547 quilômetros de Salvador), Marcos Cruz Santana, 40 anos, foi encontrado com diversas perfurações de faca na madrugada deste sábado, 18. Ele teve a genitália mutilada durante o crime.

 

A vítima, popularmente conhecida como “Marquinhos Tigresa”, foi achada por volta das 2h30. O ativista era conhecido por divulgar e promover eventos LGBT por toda a região do sudoeste do estado.

 

De acordo com o site Itororó Já, a população está inconformada com o crime. Marcos era considerado uma pessoa querida por causa de suas ações sociais. A motivação e a autoria do crime são investigadas pela polícia.

 

Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), disse que a morte do líder LGBT “é a mais concreta expressão da homofobia”, devido ao requinte de crueldade, caraterístico de crimes desta natureza.

 

Ele, que era amigo pessoal de Marcos, afirmou ainda que solicitou a apoio da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) para investigar e prender os responsáveis pelo crime. Marcelo acredita que três homens teriam seduzido a vítima, torturando e matando-a em seguida.

 

“Estes crimes ocorrem devido à impunidade, uma vez que os agressores, quando presos, não ficam por muito tempo na cadeia”, salienta ele.

 

O presidente do GGB ainda destacou que Marcos era uma pessoa boa e que ajudava a população em geral, não somente os homossexuais da região. Por isso, ele acredita que o crime teria sido cometido somente por homofobia, quando um LGBT é morto e agredido por sua condição de gênero ou sexual.

 

A reportagem do Portal A TARDE entrou em contato com a delegacia local, mas ninguém foi encontrado para falar sobre o crime até a publicação desta reportagem.

 

Números alarmantes

 

Até 15 de maio deste ano, 153 pessoas LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) foram mortos no Brasil. Deste total, 62 eram gays, 58 transgêneros (travestis e transesuais), 27 lésbicas, seis bissexuais, segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB).

 

No ano passado, foram assinados 445 LGBTs, o que representa uma vítima morta a cada 19 horas. O monitoramento anual é realizado pela entidade há 38 anos.

 

 

Fonte: A Tarde


senac
1 de agosto de 2018

Evento é aberto ao público e acontece nesta sexta-feira, às 15 horas

 

O Senac Rio Claro promove, nesta sexta-feira, 3 de agosto, a Roda de Conversa: gênero e sexualidade, com Adelaide Maria de Estorvo Alencar da Silva, professora e cientista social. O debate tratará de temáticas relacionadas a identidades de gênero, problemáticas, afetos, políticas afirmativas, sexualidade e educação.

 

O evento é gratuito.

 

Adelaide explica que será uma ação crítico-afetiva dos processos de formação dos participantes, possibilitando um espaço de construção de conhecimento compartilhado para estratégias pedagógicas transversais. “Esse assunto é muito importante, pois integra uma ampla demanda por inclusão. Isso, hoje, se mostra um ponto de apoio fundamental, já que a sociedade ainda expõe situações de profunda desigualdade.”

 

A ação contemplará algumas unidades da rede com o compromisso de desenvolver pessoas por meio de ações educacionais que estimulam o exercício da cidadania. Para mais informações e inscrições, acesse o Portal Senac: www.sp.senac.br/rioclaro.

 

 

Serviço:

Roda de conversa: gênero e sexualidade

Data: sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Horário: das 15 às 17 horas

Senac Rio Claro
Endereço:
Avenida Dois, 720 – Centro – Rio Claro/SP

Inscrições: www.sp.senac.br/rioclaro

Participação gratuita


arte-joaquina-6festa pre 2018-NAOMI-X
4 de julho de 2018

Venha conferir a delicinha que vai ser a 6 Festa Pré Parada do Movimento LGBT de Rio Claro/SP!!!
 
Confere só as News
 
Dia 07/07/2018, um Sabadão para curtir os amigos e conhecer as atividades/ações que estamos realizando para a NOSSA GRANDE E PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT DE RIO CLARO/SP  ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
 
A partir das 20:00 hrs esperamos você e a sua turma, vem que vem, utilizaremos a cor de nossa bandeira: ROSA.
 
Endereço: Avenida 24 A , esquina com a Rua 12B
Bairro: Bela Vista – Rio Claro/SP
 
Durante todo o ano de 2018, nós do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP, junto com nossa comissão organizadora e nossos patrocinadores, iremos realizar uma festa por mês até a data de nossa Primeira Semana e Parada Oficial para arrecadarmos fundos para o Evento.
 
Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close !
 
Escolhemos a cor Rosa pois significa romantismo, ternura, ingenuidade e está culturalmente associada ao universo feminino. Aliás, outras características como beleza, suavidade, pureza, fragilidade e delicadeza manifestadas pela cor rosa, geralmente, são também atribuídas às mulheres.

 

Apresentadora: Brennah Satiez 

 

arte-joaquina-6festa pre 2018-brennah

Apresentador: Bruno Santoro 

arte-joaquina-6festa pre 2018-bruno

IMPERDÍVEL –  Atrações e Atividades 

DJ, Performer, atriz, dançarina, educadora e trans ativista:

Naomi X – 20:00 Hrs 

 

arte-joaquina-6festa pre 2018-NAOMI-X

Banda Iguais – Música Ao Vivo – 22:00 Hrs

arte-joaquina-6festa pre 2018-BANDA IGUAIS

Link Oficial do Evento: https://www.facebook.com/events/252262225335220/

  

Entrada: FREE
Arrecadação: Durante o evento a Organização do Movimento LGBT estará realizando arrecadação voluntária para angariar fundos para

 
A NOSSA Primeira Semana e Parada LGBT. A doação será livre, sem valor específico. Colabore conosco como puder.

 

Agradecemos novamente a todos que estão somando forças conosco nessa PRIMEIRINHA PARADA.

 

Vai ter muito Glitter simmmm e muito amor!!!

 

Importante – Não é permitido o consumo de álcool por menores de 18 anos – Leve o RG


arte-joaquina-5 festa pre 2018 - LUCIUS
27 de junho de 2018

A 5ª Festa Pré Parada do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP está em TrAnCe toOOotaaaal com o universooooo!!

 

O Trance é um dos estilos musicais que revive o conceito original da música onde os ritmos são usados para alterar estados de consciência e trazer a espiritualidade e dissociação.

 

A diferença destes estilos musicais como o Trance, é que o foco geralmente não está sobre o conteúdo das letras das canções mas no som como um todo.

 

Veeem curtir um SOooOooom e conhecer as atividades e ações que o Movimento LGBT está desenvolvendo na cidade!!!  ;)

 

Fique Atent@ e Confere só as News  ;)

Dia 30/06/2018, último Sabadão do mês para curtir os amigos e conhecer as atividades/ações que estamos realizando para a NOSSA GRANDE E PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT DE RIO CLARO/SP

 

A partir das 20:00 hrs esperamos você e a sua turma, vem que vem, utilizaremos a cor de nossa bandeira: VERDE. 

 

Endereço: Rua 2, entre avs 5 e 7 n°813
em frente ao Posto Confiante
Taberna de Asgard – Bairro:Centro – Rio Claro/SP

 

Escolhemos a cor Verde pois ela significa esperança, liberdade, saúde e vitalidade. O verde simboliza a natureza, o dinheiro e a juventude. É cor da natureza viva. Está associada ao crescimento, à renovação e à plenitude. EEEEeeeh VEemmEeveeEeEm de Verdeee na Tabernaaaa meuuu AAAaAaaaAAhhh moouuUur o/\o

 

Apresentadora: Brennah Satiez 

arte-joaquina-5 festa pre 2018 - BRENNAH

Apresentador: Bruno Santoro 

arte-joaquina-5 festa pre 2018 (1)

IMPERDÍVEL – :P :) :3 Atrações e Atividades :)

Humorista Titia Marieta Escoxaveta – 22:00 Hrs – Rio Claro/SP

arte-joaquina-5 festa pre marieta

DJ Angelo Grego – 00:00 Hrs – Rio Claro/SP

arte-joaquina-5 festa pre 2018 - ANGELO

DJ Lucius – 01:00 Hrs – Araras/SP

arte-joaquina-5 festa pre 2018 - LUCIUS

DJ FraNn – 02:00 – Rio Claro/SP

arte-joaquina-5 festa pre 2018 - FRANn

Portaria/ Arrecadação: R$ 5,00

Link do Evento: https://www.facebook.com/events/219449265503544/

*** Importante – Não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos.

 

Agradecemos novamente a todos que estão somando forças conosco nessa PRIMEIRINHA PARADA.

 

Durante todo o ano de 2018, nós do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP, junto com nossa comissão organizadora e nossos patrocinadores, iremos realizar uma festa por mês até a data de nossa Primeira Semana e Parada Oficial para arrecadarmos fundos para o Evento.

 

Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do
dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close !

Primeira Semana e Parada LGBT De Rio Claro/SP
Link do Evento Oficial:
https://www.facebook.com/events/1987158644887736/

Primeira Parada LGBT De Rio Claro/SP
Link do Evento Oficial: https://www.facebook.com/events/380795379007949/

 

Vai ter muito Glitter simmmm e muito amor!!!

 

CAMPANHA 2018 CONTRA A LGBTFOBIA ;)

CHEGA DE OPRESSÕES! É HORA DE DAR CLOSE

Você quer apoiar as pessoas que sofrem com a LGBTFOBIA e mostrar para todo mundo que BASTA DE TANTA INTOLERÂNCIA E FALTA DE RESPEITO?! QUE CHEGA DE OPRESSÕES?! POR MAIS AMOR?!

Então Junte-se a nós!!!

 

PRIMEIRA PARADA LGBT+ DE RIO CLARO/SP
21 DE OUTUBRO DE 2018

Domingo – HRS: 13:00
Concentração no Jardim Público – Praça Central de Rio Claro/SP – Avenida 1 com a Rua 3, N°945 – Centro, Rio Claro – SP

COMPARTILHA!!!

 

Acesse o Website

www.movimentolgbt.com.br

 

Não aceitamos tanta intolerância e continuamos lutando
Contra a LGBTFOBIA – Junte-se a nós!
Por mais Educação e Informação para todos!
Acreditamos que o mundo está precisando!
Amor as coisas, a si mesmo e principalmente ao próximo!


ARTE FINAL PADRAO 2018
5 de junho de 2018

A 4ª Festa Pré Parada do Movimento LGBT de Rio Claro/SP foi muito legal e a 5ª será melhor  ainda!!!

 

Dia 27/05, foi um lindo domingo para curtir uma piscininha com os amigos e conhecer as atividades/ações que estamos realizando para a NOSSA GRANDE E PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT DE RIO CLARO e quem apareceu viu tudoooo!! Rss o/\o

O Movimento LGBT de Rio Claro/SP agradece novamente a todos que colaboraram, o nosso muito obrigada!!!

 

Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close!

 

Nessa Pré escolhemos a cor Azul para a nossa Pool Party, pois ela significa tranquilidade, serenidade e harmonia.

 

E foi sensacional, rs!!!

Confere só como foi!!!  ;)

 

Apresentadora: Brennah Satiez

 

ARTE FINAL PADRAO 2018

 

Apresentador: Bruno Santoro

 

ARTE FINAL PADRAO - BRUNO

 

Pop/Rock – Tiago Lee

 

ARTE FINAL PADRAO - TIAGO LEE

 

Pop/Rock – DJ Wés

 

ARTE FINAL PADRAO - WES

 

Rolou aquele pastelzinho quentinho FRITO NA HORA… 

 

ARTE FINAL PADRAO - ANINHA PASTEIS

E Teve Glitter simmmm e muito amor!!!

 

ARTE FINAL PADRAO - ANINHA PASTEIS (2)

 

Sorteios e muito mais – Agradecimentos especial para todos os artistas, amig@s, equipe da Tia Dai Pet Shop, e a todos os patrocinadores envolvidos nas ações e campanhas do Movimento LGBT – Ano de 2018, obrigada novamente pessoal, e rumo a Semana e Parada LGBT de Rio Claro/SP!!! Vem Veeem Veeem Primeirinhaaaa :) :P :)

\0/ \0/ \0/ <3 <3 <3

 

 


11
26 de abril de 2018

Justiça Eleitoral recebeu pedidos em 551 municípios de todos os estados e do Distrito Federal. Solicitações podem ser feitas até 9 de maio para votar este ano.

 

Um levantamento realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que, até a última semana, 1.465 travestis e transexuais haviam solicitado à Justiça Eleitoral a inclusão de seus nomes sociais no título de eleitor. Além disso, 791 eleitores pediram a alteração de sua identidade de gênero no Cadastro Eleitoral. Os pedidos começaram a ser apresentados aos cartórios eleitorais no dia 3 de abril.

 

Nome social é a forma como transexuais ou travestis querem ser reconhecidos socialmente. Já a identidade de gênero estabelece com que gênero – masculino ou feminino – a pessoa se identifica. A opção pela autoidentificação foi reconhecida pelo TSE em sessão administrativa realizada no dia 1º de março deste ano.

 

No último dia 22, o Tribunal decidiu também que transexuais e travestis podem solicitar a emissão de título de eleitor com seu nome social. Os ministros ainda determinaram a manutenção, no Cadastro Eleitoral, dos dois nomes, tanto o social quanto o civil.

 

Quem optar pela autodeclaração de nome e gênero até 9 de maio, data do fechamento do Cadastro Eleitoral, poderá votar nas Eleições 2018 com seu nome social consignado no título de eleitor, no cadastro da urna eletrônica e no caderno de votação.

 

Já o reconhecimento da identidade de gênero é importante, sobretudo, para transexuais e travestis que planejam se candidatar, pois, embora não seja impressa no título, a informação será levada em conta para o cálculo dos percentuais mínimos e máximos de gênero no pleito deste ano, de acordo com a legislação eleitoral.

 

A inclusão do nome social e a atualização da identidade de gênero podem ser feitas no cartório ou no posto de atendimento que atenda à zona eleitoral do interessado. Basta apresentar um documento de identificação com foto no ato da solicitação.

 

São Paulo lidera número de requerimentos

 

De acordo com o levantamento realizado pelo TSE, os pedidos foram apresentados por eleitores de 551 municípios de todos os estados e do DF, incluindo 25 capitais. Apenas as capitais de Sergipe (Aracaju) e do Piauí (Teresina) não haviam registrado nenhum pedido até a última semana.

 

A pesquisa também mostra que 678 eleitores do gênero atual masculino solicitaram a inclusão do nome social no título, contra 787 mulheres. O município que mais contabilizou requerimentos para a inserção do nome social foi São Paulo, com 129 solicitações, sendo 68 de eleitores do gênero atual feminino e 61 do masculino.

 

Já no que se refere à alteração do gênero e à inserção do nome social no Cadastro Eleitoral, foram registrados 235 pedidos apresentados por eleitores do gênero atual masculino e 556 do feminino. A capital paulista também foi a cidade com o maior número de solicitações desse tipo: 19 requerimentos apresentados por homens e 54 por mulheres.

 

Regulamentação

Foi publicada na edição desta terça-feira (19) do Diário de Justiça Eletrônico do TSE a portaria que regulamenta a inclusão do nome social no cadastro eleitoral. O ato (Portaria Conjunta TSE nº 1, de 17 de abril de 2018) fixa as regras que deverão ser observadas pela Justiça Eleitoral para concretizar as solicitações de interessados.

LC/RC, DM, LR

 

Leia mais:

19/04/2018 – TSE publica portaria que regulamenta a inclusão do nome social no cadastro de eleitores

02/04/2018 – TSE abre prazo para eleitores transexuais e travestis registrarem nome social

22/03/2018 – Plenário: nome social constará no título de eleitor

 

2


arte-joaquina-vini
24 de abril de 2018

Durante todo o ano de 2018, nós do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP, junto com nossa comissão organizadora e nossos patrocinadores, iremos realizar uma festa por mês até a data de nossa Primeira Semana e Parada Oficial para arrecadarmos fundos para o Evento.

 

Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close!

CAMPANHA 2018 CONTRA A LGBTFOBIA ;)

CHEGA DE OPRESSÕES! É HORA DE DAR CLOSE

Você quer apoiar as pessoas que sofrem com a LGBTFOBIA e mostrar para todo mundo que BASTA DE TANTA INTOLERÂNCIA E FALTA DE RESPEITO?! QUE CHEGA DE OPRESSÕES?! POR MAIS AMOR?!

Então Junte-se a nós!!!

PRIMEIRA PARADA LGBT+ DE RIO CLARO/SP
21 DE OUTUBRO DE 2018 <3 <3 <3
Domingo – HRS: 13:00
Concentração no Jardim Público – Praça Central de Rio Claro/SP – Avenida 1 com a Rua 3, N°945 – Centro, Rio Claro – SP

COMPARTILHA!!!

Link da Primeira Semana LGBT+ de Rio Claro/SP:
https://www.facebook.com/events/1987158644887736/

Link da Primeira Parada LGBT+ de Rio Claro/SP
https://www.facebook.com/events/380795379007949/

Acesse o Website

www.movimentolgbt.com.br

 

A terceira festa será no dia 27/04, a partir das 21h no Joaquina Lounge Bar, onde utilizaremos a cor de nossa bandeira: Amarela.

  

arte-joaquina-3festa

Escolhemos a cor Amarela, pois desejamos chamar a atenção CONTRA A LGBTFOBIA que anda ocorrendo no Brasil todo,

a falta de tolerância MATA e isso é gravíssimo!

Não aceitamos tanta intolerância e continuamos lutando
Contra a LGBTFOBIA – Junte-se a nós!
Por mais Educação e Informação para todos!
Acreditamos que o mundo está precisando!
Amor as coisas, a si mesmo e principalmente ao próximo!

A cor amarela também significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria. É uma cor inspiradora e que desperta a criatividade. Estimula as atividades mentais e o raciocínio.

#VemVem2018 #MovimentoLGBT #ResistênciaLGBT #RioClaro #SP

Apresentadora: Brennah Satiez   

arte-joaquina-brennah

Apresentador: Bruno Santoro   

arte-joaquina-bruno

IMPERDÍVEL – Line Up:

DJ Vinícius Harmando – Comemorando seu BDay 

arte-joaquina-vinicius

DJ Storn 

arte-joaquina-STORN (1)

Pocket Show: Lauren Folks   

arte-joaquina-lauren

Drag Performance: Verônica Drag   

arte-joaquina-veronica

Link do Evento: https://www.facebook.com/events/232609723955538

 

Portaria: R$ 15,00 sendo R$ 10,00 consumíveis.
*** Importante – Não é permitido a entrada de menores de 18 anos.
Será solicitado o RG na portaria.


1
3 de abril de 2018

Ontem por volta das 2h30 da manhã , Euler Calixto, estava retornando para sua casa quando sofreu um ataque homofóbico, em frente a UPA 24h de Araras (SP). A vítima alega que foi agredida por pelo menos seis rapazes, com idades entre 20 e 25 anos.

 

“Fui pego de surpresa com um soco no nariz e vários chutes e pauladas, foram me agredindo até eu entrar dentro do hospital. Pensei que iria morrer com o ódio das pessoas, depois dizem que a homofobia não existe, ela existe sim e precisamos mudar isso pois hoje foi eu, amanhã pode ser um filho seu ou algum parente, as feridas não são só fisicamente mais mentalmente também, temos sentimentos e isso tem que parar”, disse Calixto.

 

A homofobia é a repulsa ou aversão aos homossexuais, o preconceito em muitas sociedades impede que gays possam exercer livremente a sua cidadania ou viver em segurança. Alvo de discriminação, são constantemente ameaçados com insultos ou agressões físicas que muitas vezes levam à morte.

 

Fonte: Beto Ribeiro Repórter


1
2 de abril de 2018

Luiz Fux cancelou o interrogatório de Jair Bolsonaro, que estava marcado para a quarta-feira desta semana (04), nas ações em que o deputado é réu por apologia ao estupro.

 

O ministro do STF quer ouvir todas as testemunhas antes de ouvir o presidenciável.

 

Foto: O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ)


arte-joaquina-dioor
13 de março de 2018

Durante todo o ano de 2018, nós do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP, junto com nossa comissão organizadora e nossos patrocinadores, iremos realizar uma festa por mês até a data de nossa Primeira Semana e Parada Oficial para arrecadarmos fundos para o Evento.

 

E a Segunda Festa do Movimento LGBT de Rio Claro/SP em prol da Primeira Semana e Parada LGBT na cidade, será no dia 16/03/2018, a partir das 21h no Joaquina Lounge Bar, onde utilizaremos a segunda cor de nossa bandeira: Laranja. 

 

Escolhemos a cor Laranja, pois ela significa alegria, vitalidade, prosperidade e sucesso, e é justamente isso que o Movimento LGBT deseja para cada um de vocês que lutam, cada um a sua forma, e resistem conosco. #ResistênciaLGBT

 

 

Apresentadora: Brennah Satiez

arte-joaquina-2-BRENNAH

Apresentador: Bruno Santoro

arte-joaquina-2-BRUNO

IMPERDÍVEL – Line Up:

22:00 – Dryka Santos    

arte-joaquina-dricka

00:00 – Dior Dellamor    

arte-joaquina-dioor

 

Link do Evento: https://www.facebook.com/events/803552443170511/

 

Portaria: R$ 15,00 sendo R$ 10,00 consumíveis.
Importante!!
- Não é permitido a entrada de menores de 18 anos. 
Será solicitado o RG na portaria.

 

 

PRIMEIRA PARADA LGBT+ DE RIO CLARO/SP
21 DE OUTUBRO DE 2018   

Domingo – HRS: 13:00
Concentração no Jardim Público – Praça Central de Rio Claro/SP

Avenida 1 com a Rua 3, N°945 – Centro, Rio Claro – SP

‍❤️‍‍‍❤️‍‍‍❤️‍‍❤️‍‍❤️‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍‍☝️✌️

A Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close!

Link da Primeira Semana LGBT+ de Rio Claro/SP:
https://www.facebook.com/events/1987158644887736/

Link da Primeira Parada LGBT+ de Rio Claro/SP
https://www.facebook.com/events/380795379007949/

Acesse o Website

www.movimentolgbt.com.br

Contato: contato@movimentolgbt.com.br

Participe! 


bandeira-orgulho-gay
6 de março de 2018

Decisão acolheu pedido da Procuradoria-Geral da República em ação proposta em 2009

 

Transexuais e transgêneros poderão solicitar a mudança de prenome e gênero em registro civil sem a necessidade de cirurgia de mudança de sexo e decisão judicial autorizando o ato ou laudos médicos e psicológicos. A decisão desta quinta-feira (1º), do Supremo Tribunal Federal (STF), foi na conclusão do julgamento, iniciado em junho do ano passado, de ação proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em 2009.

 

Por maioria, os ministros julgaram a ação procedente para que seja dada interpretação conforme a Constituição ao artigo 58 da Lei 6.015/73, na redação dada pela Lei 9.708/98. Ou seja, para que seja reconhecido o direito dos transexuais a substituírem o prenome e sexo no registro civil, independentemente da realização de cirurgia de transgenitalização.

 

O reconhecimento do direito de alteração do nome e do gênero no registro civil por transexuais, independentemente de cirurgia para mudança de sexo, foi unânime. No entanto, alguns ministros estabeleceram requisitos para a mudança, o que foi rejeitado pela maioria.

 

Durante o julgamento, os ministros destacaram a importância da decisão. “Estamos escrevendo uma página libertadora para um dos grupos mais marginalizados e estigmatizados da sociedade”, salientou o ministro Luís Roberto Barroso. Ao concluir a votação, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, afirmou que a igualdade é uma conquista permanente: “Não se respeita a honra de alguém se não se respeita a imagem que tem”.

 

Memorial – Em novembro do ano passado, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou memorial aos ministros do STF defendendo o uso do nome social sem cirurgia de mudança de sexo. No documento, Raquel Dodge destacou que não se pode exigir mutilação física do indivíduo para garantir direito constitucional básico assegurado: “Certamente não será ela – a transgenitalização – pressuposto para o exercício de um dos direitos da personalidade”, comentou em um dos trechos do memorial.

 

Para a procuradora-geral, utilizar o nome social é direito fundamental à identidade de gênero. Dodge sustentou que só há que se falar em dignidade humana quando se permite à pessoa afirmar de forma autônoma suas diferentes identidades, escolhas existenciais básicas e perseguir seus projetos de vida. “O direito à autodeterminação sexual constitui direito individual que decorre diretamente do princípio de dignidade da pessoa enquanto valor fonte que informa e conforma todo o ordenamento constitucional”, sustentou a PGR no memorial.

 

Raquel Dodge acrescentou que a medida tem por objetivo proteger as pessoas transexuais contra humilhações, constrangimentos e discriminações em função do nome. “Impor a uma pessoa a manutenção de um nome em descompasso com a sua identidade é, a um só tempo, atentatório à sua dignidade e comprometedor de sua interlocução com terceiros nos espaços públicos e privados”, sustentou a PGR.

 

Nome social no MPU – Ao final do julgamento, a procuradora-geral da República cumprimentou o Tribunal pela decisão e anunciou a edição, na data de hoje, de portaria para regulamentar o uso do nome social para membros, servidores, estagiários e terceirizados, no âmbito do Ministério Público da União (MPU).

 

Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria-Geral da República
(61) 3105-6406 / 6415
pgr-imprensa@mpf.mp.br
facebook.com/MPFederal
twitter.com/mpf_pgr


2 de março de 2018

Supremo encerrou hoje (1º) julgamento sobre a alteração de nome e gênero de pessoas trans que não passaram por cirurgias de redesignação sexual.

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) encerrou nesta tarde o julgamento sobre a alteração de nome e gênero de pessoas trans que não passaram por cirurgias de redesignação sexual.

 

Os ministros foram unânimes em relação à possibilidade da mudança de nome (no caso, o prenome, mantendo-se o sobrenome) e gênero. Discordaram, somente, como o procedimento de mudança deve ser feito.

 

Por maioria, a corte decidiu que, para alterar o registro civil, basta que a pessoa trans vá até um cartório e peça a modificação. Com isso, será capaz de pedir novos documentos, como RG, título de eleitor e passaporte, por exemplo, já com o nome social e gênero autodeterminado.

 

A corrente que acabou vencida, apesar de também defender o direito da pessoa trans sem cirurgia alterar seu registro, entendia que isso só seria possível mediante um pedido à Justiça, o que traria maior burocracia.

 

Durante o julgamento, o decano (ministro com mais tempo de Casa) do Supremo, Celso de Mello, disse que todas as pessoas têm o direito de buscar a felicidade e o direito fundamental de ter reconhecida sua identidade de gênero.

 

Celso ainda comentou que o Supremo, ao tomar tal decisão, garantiu o direito de minorias, promovendo um avanço civilizatório para o Brasil.

 

PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA E TSE

 

Durante o julgamento desta tarde, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, revelou que a PGR editou nesta quinta-feira uma portaria para garantir que os integrantes do Ministério Público, servidores e estagiários, ficam autorizados a usar seus nomes sociais e gênero nos documentos da instituição.

 

Mais cedo, o Tribunal Superior Eleitoral também decidiu aceitar que o nome social e o gênero autodeterminado poderão ser usados na identificação de candidatos e listas de votação.

 

Fonte: BuzzFeed

Foto: HuffPostBrasil


movimento-lgbt2018
29 de janeiro de 2018

“Ser trans no Brasil é transgredir”. A frase, dita por Marina Reidel, coordenadora-geral de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), resume a vida de quem tem que lutar por trabalho, políticas de saúde, contra a violência e, inclusive, pelo reconhecimento da própria existência. Para evidenciar as particularidades dessa população, o dia 29 de janeiro foi consagrado como Dia da Visibilidade Trans – população que engloba travestis, bem como homens e mulheres trans. A data marca uma das primeiras iniciativas públicas contra a transfobia, a campanha Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos, lançada em 2004 pelo Ministério da Saúde.

 

De lá para cá, conquistas foram obtidas por essa população. Uma das mais importantes foi o decreto presidencial, publicado em abril de 2016, que autorizou o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal. Como resultado disso, segundo Marina Reidel, órgãos públicos têm discutido o tema e publicado regras sobre uso do nome social, sendo a mais recente a resolução do Ministério da Educação que autoriza o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica, decisão que reforça uma anterior, do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais.

 

O caminho para a superação do preconceito, contudo, é longo, e muitas portas fechadas são encontradas pelas pessoas que assumem uma identidade de gênero diferente do sexo biológico. Para Marina Reidel, a sociedade brasileira é “transfóbica” e condiciona as pessoas a viverem a hetenormatividade [a heterossexualidade como padrão impositivo]. Por isso, “ser travesti no Brasil é prova de resistência e embate na luta por políticas públicas de igualdade de direitos. Somos cidadãs e cidadãos; temos o direito de viver nossas vidas como nos compreendemos”, defende.

 

 

 

 

Uma grave evidência dessa situação foi explicitada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), no Mapa dos Assassinatos de Travestis e Transexuais no Brasil em 2017. O estudo comprova que, apenas em 2017, ocorreram 179 assassinatos de travestis ou transexuais, o maior índice de homicídios relacionados à transfobia em 10 anos . Isso significa que, a cada 48 horas, uma pessoa trans é morta no país. Organizações que atuam em defesa dos direitos dessa população apontam que políticas são necessárias para romper com esse cenário de violência. Hoje, isso faz com que a expectativa de vida dela seja de, aproximadamente, 35 anos, conforme a pesquisa que resultou no livro Travestis Envelhecem, do doutor em psicologia social Pedro Sammarco.

 

Marginalização

 

Cientista político, Marcelo Caetano afirma que a realidade das pessoas trans no Brasil atual é a da marginalização. “Números apontam que mais de 90% das mulheres trans trabalham com prostituição: quando todo um segmento populacional é relegado a uma única profissão, especialmente uma tão marginalizada, não se pode falar em vontade e autonomia, mas sim na total falta de opção e completa exclusão das possibilidades da vida social”, alerta.

 

Hoje com 30 anos, Caetano assumiu sua real identidade de gênero aos 18, e enfatiza que não há sequer dados sobre a existência de homens trans como ele, “o que por si só já diz muito sobre o estado das coisas”. Diante do quadro, diz ser “urgente compreender que as diferenças nos fazem melhores como sociedade, como indivíduos, por isso não devem nunca ser fator de exclusão. É preciso entender que vidas trans importam, e nos garantir emprego, educação, saúde e outros direitos fundamentais é apenas nos tratar como o mínimo: seres humanos”.

 

As duas dimensões – do desafio e das possibilidades – também são evidenciadas pela presidenta da Antra, Keila Simpson. Embora ser trans seja, para ela, “enjaular um leão a todo dia”, é também ser perseverante e sonhadora. “É sonhar que a luta de hoje é lutada para que quem venha depois de nós possa experimentar alguns avanços que a gente conseguiu plantar. Por mais adversidades que a gente tenha, e a gente tem todos os dias, existe ainda esperança de continuar na luta, de reagir, de saber que um dia a gente vai viver num país mais igual para todas nós”.

 

 

Helena Martins – Repórter da Agência Brasil

www.agenciabrasil.ebc.com.br

 

 

Denuncie sempre! – www.movimentolgbt.com.br/denuncie

movimento-lgbt2018


1
12 de dezembro de 2017

Você já imaginou ser agredido apenas por existir? E por abraçar, beijar ou andar de mãos dadas com alguém que você ama?

 

A população LGBT já. Na verdade, não apenas imagina, como sente na pele todos os dias a violência física e verbal e a discriminação.

 

Some a isso o despreparo policial e a falta de uma lei que trate desses tipos de agressão, e você terá um mar de casos não resolvidos, subnotificados e uma sociedade que, em boa parte, acredita que homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia não existem e, consequentemente, não precisam ser combatidas.

 

O HuffPost Brasil e o Curso Abril de Jornalismo se uniram para investigar o labirinto das denúncias de LGBTfobia no País, entender a disparidade das estatísticas existentes e, sobretudo, ouvir a voz das vítimas do ódio pelo diferente.

 

O resultado é a nossa série especial Como a LGBTfobia se esconde no Brasil?

lgbtfobia

 

Somos a nação que mais mata pessoas trans no mundo. De acordo com a ONG alemã Transgender Europe e seu mapa de monitoramento, foram 546 casos entre 2011 e 2015. Para se ter uma ideia, o segundo lugar, o México, teve 190 no mesmo período.

 

Quando contamos os assassinatos de lésbicas, gays e bissexuais nestes últimos quatro anos, o número, contabilizado pelo Grupo Gay da Bahia, salta para 1.560. Já as denúncias de violência reportadas ao poder público federal por meio do Disque 100 totalizam 8.099.

 

Os dados vêm de diferentes frentes, e a fragmentação das informações é um dos principais problemas enfrentados por uma sociedade que precisa urgentemente de políticas públicas que eduquem os cidadãos sobre a diversidade.

 

A violência não está apenas nas ruas e não vem exclusivamente de desconhecidos. Ela está presente em todos os âmbitos da sociedade e pode surgir de quem menos se espera. Pais, mães e irmãos são citados em grande parte dos relatos como os primeiros agressores. Foi assim a primeira experiência de LGBTfobia, sofrida pela professora Bárbara Souza, hoje com 23 anos.

 

Eu tinha 12 anos. Minha mãe e meu padrasto bateram com o chinelo na minha cara, falando que eu só podia ser lésbica se não estivesse debaixo do teto deles.

 

Vinícius de Vita, jornalista de 22 anos, relembra o sentimento de culpa ao se identificar como homossexual.

 

“Quando me descobri gay, achava que era uma doença e que meus pais deveriam ter percebido antes para dar tempo de me curar. Quando tinha 17 anos, cheguei a falar para eles: ‘agora é tarde demais, não dá para voltar atrás, eu já estou velho’. Eu não queria contar para eles porque não queria ser uma decepção.”

 

Vinicius e Bárbara foram localizados por nossa reportagem em nosso mapeamento próprio da LGBTfobia no Brasil (ler mais abaixo).

 

Como os dados não são unificados e, na maioria das vezes, nem computados pelas secretarias de Segurança Pública dos estados, não há relatórios que comprovem a real dimensão do problema.

 

O despreparo das delegacias

 

O ator Gabriel da Silva Cruz, de 24 anos, decidiu não ficar quieto ao ser intimidado em um restaurante por dois funcionários enquanto aguardava seu namorado voltar do banheiro.

 

Eles tinham acabado de trocar um selinho e ouviram que não deveriam ter feito aquilo pois estavam em um ambiente familiar. Para contestar a abordagem, o casal resolveu dar outro beijo.

 

A resposta foi imediata: o garçom e o segurança do local acabaram quebrando o nariz e abrindo o supercílio de Jonathan de Favari, namorado de Gabriel. O casal relembra o que ouviu do segurança:

 

Você tá achando que a gente é preconceituoso, seu babaca? Já tirei sangue do seu namorado, para tirar sangue da sua cara não custa nada. Chama a polícia, vamos ver quem tem razão” disse o segurança ao casal. O caso aconteceu em 2014, em São Paulo, e foi divulgado na mídia e nas redes sociais, mas pouco foi dito sobre uma das principais partes desta história: o despreparo da polícia para lidar com esse tipo de situação.

 

Depois de chamarem uma viatura, Jonathan e Gabriel foram desencorajados a prestar queixa pelos próprios policiais. Os dois insistiram e acabaram indo a delegacia ao lado do garçom que os agrediu. “A todo momento, coisas esquisitíssimas aconteciam. O garçom não sabia seu RG, telefone, endereço, mas ficou com uma cópia do nosso boletim de ocorrência com todos os nossos dados”, conta Gabriel. “No documento, ficou registrado como agressão corporal leve. A versão do garçom foi ele quem escreveu, ele quem redigiu, ele quem assinou. A nossa versão foi o policial quem escreveu e a gente só assinou.” Ainda pior: eles contam que o policial se referiu ao casal como “viadinhos” ao contar o caso para o delegado.

 

Em São Paulo, uma lei estadual penaliza estabelecimentos por homofobia. Se uma loja ou restaurante paulista discriminar por orientação sexual, terá que pagar multa e pode até ter a licença de funcionamento cassada.

 

Mas muita gente não tem conhecimento da legislação. Nem os empresários, tampouco os representantes do Estado na segurança pública.

 

“Estávamos em uma situação de fragilidade extrema, sem ter conhecimento dos procedimentos legais que envolvem essa burocracia toda, e a única entidade que esperávamos que nos acolhesse era a polícia”, lamenta Gabriel. “Os policiais foram absolutamente machistas e homofóbicos, assim como o garçom. Então é como se estivéssemos sendo agredidos mais e mais, a noite inteira.”

 

Boa parte da população LGBT tem medo da própria polícia ou não acredita que ela possa atuar diante de uma manifestação de ódio. Vinícius, o jornalista gay, já levou pedradas em uma praça, ao lado de um comboio policial — que simplesmente ignorou o que estava acontecendo.

 

Eu não teria coragem de ir a uma delegacia e conversar com a polícia porque eles não dão nenhum tipo de respaldo para nós. Quem vai à delegacia registrar uma agressão é tratado de forma negligente, porque o crime que vai ser classificado é o de agressão. Nunca vai ser homofobia, que é um crime de ódio.

 

A produtora cultural Daniela Biancardi, 40 anos, endossa o coro:

 

“Na maioria dos casos, os delegados falam: ‘Que isso, cara? Você me vem com esse problema? Você tá louco? Se você é maricas, se cuida, para de ficar se mostrando desse jeito pros outros’. É difícil acreditar na polícia como um órgão que nos defenda. Eu não vejo horizontalidade nesse lugar da defesa pública de segurança. Eu não confio nos caras.”

 

Mas é possível que a polícia seja uma aliada nessa luta. Um exemplo é a Delegacia de Repressão a Crimes Homofóbicos de João Pessoa, a única do País que trata exclusivamente das demandas LGBT e é reconhecida pela comunidade e por entidades como um espaço de acolhimento.

 

Como a informação se perde

 

Não há dados concretos que comprovem como a LGBTfobia é grave no Brasil, já que apenas algumas delegacias registram a real motivação dos crimes contra homossexuais nos boletins de ocorrência.

 

Sem essas informações, é muito mais difícil formular políticas públicas que respondam ao problema. Falta educação nas escolas, com conversas que abordem orientação sexual e identidade de gênero, além de treinamento específico aos funcionários das delegacias para identificarem, orientarem e darem apoio às vítimas.

 

“Para além desse jogo de empurra que ouvimos como desculpa, o que falta mesmo é vontade política em todos os âmbitos: federal, estadual e municipal. Isso acontece quando a presidente da República proíbe a distribuição do kit anti-homofobia, reconhecido pela Unesco como importante material pedagógico a ser trabalhado nas escolas, e vai a público dizer que seu governo ‘não fará propaganda de opção sexual’”, examina o delegado Mário Leony, de Aracaju (SE), também membro do Grupo de Trabalho LGBT da Secretaria Nacional de Segurança Pública. “Acontece quando a campanha de prevenção a aids para jovens gays é impedida de ser veiculada. Acontece quando as polícias estaduais tratam com descaso ou truculência as ocorrências envolvendo LGBTs. Acontece quando estados e municípios retiram dos planos de educação as discussões de gênero e diversidade sexual.”

 

lgbtfobia

 

 

Não há dados fidedignos porque não existe uma lei nacional, argumenta a coordenadora-geral da promoção dos direitos LGBT, Symmy Larrat, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

 

“Atualmente, a homofobia não é agravante. O termo é usado e conhecido no movimento [gay], mas não tem justificativa criminal. Nos boletins de ocorrência não há espaço para motivação. Alguns estados contam com o campo, mas a falta de uma lei nacional faz que o sistema não seja unificado. Ou seja, se fôssemos contar, ia parecer que alguns estados são mais violentos, já que eles registram, o que pode não ser verdade.”

 

A aprovação de um marco legal que criminalize a homofobia e transfobia é uma demanda de boa parte da população LGBT e das delegacias especializadas, bem como da própria Secretaria de Direitos Humanos, que tem dificuldade para coletar os dados e divulgá-los no seu Relatório de Violência Homofóbica, única referência governamental em mapeamento da LGBTfobia no Brasil.

 

“Lamentavelmente, inexiste legislação específica para o enfrentamento, prevenção e contenção desse tipo de violência, a exemplo da Lei Maria da Penha, que protege as mulheres. O PLC 122, que buscava criminalizar a homofobia, equiparando-a ao racismo, foi sepultado no Congresso Nacional, onde a cidadania LGBT enfrenta boicote ferrenho pela bancada conservadora e fundamentalista”, critica o delegado sergipano.

 

É possível às autoridades colher informações sobre feminicídios porque há a opção de filtrar estatísticas pelo sexo biológico (feminino ou masculino) nos bancos de dados — do Sistema de Informação sobre Mortalidade e DataSUS (Ministério da Saúde), do Instituto de Medicina Legal (IML) e do IBGE — e, a partir daí, cruzá-las com outras informações.

 

Mais uma vez, o fato de a maior parte das delegacias não anotar orientação sexual, identidade de gênero, nome social ou mesmo a motivação do crime contra homossexuais acaba impossibilitando a contagem da LGBTfobia. A ficha do IML, inclusive, não possui campo para esses dados.

 

O Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) foi criado com o intuito de padronizar a forma como todos os crimes são anotados. Lá já é possível preencher campos de orientação sexual, identidade de gênero e nome social, por exemplo, e resta às delegacias e secretarias de Segurança Pública estaduais realizarem o cadastro dos dados de forma completa.

 

Para que isso passe a ocorrer, seria necessária toda uma mudança nos boletins de ocorrência estaduais, como houve em São Paulo, no fim do ano passado. A fim de motivar o correto preenchimento da ferramenta, os estados que não o fizerem são prejudicados no recebimento de recursos do governo federal, conforme explicado no site oficial do sistema.

 

Atualmente, no relatório do governo, não estão incluídas as ocorrências policias, mas apenas as denúncias do Disque 100 (também conhecido como Disque Direitos Humanos), da Ouvidoria do SUS e da Ouvidoria da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

 

Para suprir essa subnotificação de agressões e mortes por LGBTfobia, o Grupo Gay da Bahia elabora uma contagem hemerográfica (por meio de notícias divulgadas na mídia). A associação é a principal fonte de coleta e análise de dados de mortes por ódio a LGBT, e seu levantamento anual é usado por ONGs do mundo todo.

 

Até a ONU, quando precisa de um panorama sobre o assunto, compara dados do governo com os de organizações da sociedade civil para “tornar as informações mais próximas da realidade”, diz o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil.

 

Uma alternativa para a falta de dados

 

A maior quantidade de denúncias vem por meio do Disque 100, mas ele ainda é pouco conhecido e utilizado pela população LGBT, conforme o HuffPost Brasil apurou em dezenas de entrevistas com homossexuais agredidos.

 

Em 2015, foram contabilizadas 1.201 notificações, mas poderia ser muito mais, se houvesse campanhas e mais colaboração dos estados na divulgação do telefone.

 

Em 2012, as polícias estaduais investiram mais recursos para divulgar o Disque 100 e, por isso, mais denúncias foram feitas:

 

 

 

 

“Eu não voltaria a falar com o Disque 100. A vez que precisei, tive que ligar três vezes até me atenderem e eles foram extremamente grossos e sem nenhuma empatia, mesmo eu estando em uma situação de fragilidade”, relembra Marina Garcia, 22 anos, profissional de Rádio e TV.

 

Atualmente, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) encabeça um projeto de lei para criminalizar diversas manifestação de intolerância, incluindo aquelas contra a população LGBT. Violência por orientação sexual, identidade de gênero e expressão de gênero seria agravante, podendo aumentar a pena de outros crimes.

 

Além disso, o PL 7582/2014 busca estimular estudos e pesquisas que possibilitem mapear esses delitos, melhorar o atendimento policial especializado e punir aqueles que impedem a entrada da comunidade LGBT em transportes públicos e o acesso a empregos, estabelecimentos de ensino e todo tipo de espaço público ou privado.

 

Criminalizar a homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia pode não mudar a mentalidade da população que pratica essas violências, mas sem dúvida ajudaria a padronizar o modo como os órgãos públicos registram as ocorrências e descortinaria a realidade das violências contra LGBT.

 

Em uma tentativa de tirar os dados sobre LGBTfobia do armário, o HuffPost Brasil produziu um mapa colaborativo, que está no ar desde o início de março. Em apenas três semanas, a iniciativa já reuniu cerca de 500 relatos de agressões sofridas por LGBT –  Postado HuffPost Brasil  –  24/03/2016 

 

Caso você tenha sofrido ou presenciado algum caso de violência, pode ajudar nosso mapeamento aqui.

Como a LGBTfobia se esconde no Brasil

Texto: Nathalia Levy e Germana Zanettini

Reportagem: Nathalia Levy, Germana Zanettini, Daniela Flor, Lucas Baptista, Dayane Saleh, Mauricio Fidalgo, Lynn Court e Tainá Ceccato

Identidade visual, ilustrações e infografia: Tainá Ceccato

Edição: Diego Iraheta

 

 

Fonte: HUFFPOSTBRASIL