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7 de fevereiro de 2019

Felipe Soave Viegas Vianna é o novo gerente do Senac Rio Claro


Com quatro livros lançados, prêmios e uma carreira de sucesso, o profissional assumiu o posto no final de 2018.

 

O Senac Rio Claro está sob nova gerência. Felipe Soave Viegas Vianna assumiu oficialmente a unidade no fim de 2018, em substituição a Alexandre Martinez, que agora responde pelo Senac Salto. Com quatro livros lançados, uma premiação internacional e várias nacionais, além de uma carreira consolidada, Felipe pretende integrar ainda mais a instituição com a cidade por meio de projetos educacionais.

 

Graduado em Tecnologia em Gastronomia pelo Centro Universitário Senac – Águas de São Pedro, o novo gerente é especialista em alimentação escolar e gestão de operação em cozinhas. No Senac São Paulo, coordenou a área de desenvolvimento de gastronomia por cinco anos, estabelecendo estratégias para o segmento e contribuindo para o portfólio dos cursos.

 

Atuou também no Projeto Práticas Inovadoras na Alimentação, que estabeleceu uma conexão entre as áreas de alimentação do Senac e propôs um novo formato para os ambientes de aprendizagem, os chamados laboratórios de alimentação, desenvolvendo situações de aprendizagem inovadoras que possibilitam a participação ativa dos alunos na construção do conhecimento.

 

Agora em Rio Claro, Felipe espera desenvolver projetos que envolvam alunos, corpo docente e a comunidade. “Mudar a sociedade por meio da educação sempre será um de meus objetivos profissionais. E isso não será diferente nesta nova etapa. De início, planejamos o desenvolvimento de uma comunidade de aprendizagem com o objetivo de unir e tratar de assuntos comuns para a comunidade escolar”, afirma.

 

Série Senac Gastronomia

 

Além da carreira educacional, Felipe Soave Viegas Vianna em conjunto com profissionais da área de alimentação lançou quatro livros pela Editora Senac São Paulo, três deles da Série Senac Gastronomia: Manual Prático de Cozinha; Manual Prático de Confeitaria; e Manual Prático de Panificação. A outra obra é Sanduíches Especiais – Receitas Clássicas e Contemporâneas, publicada em 2015.

 

Em 2018, os livros da série ganharam o Prêmio Gourmand Brasil em suas categorias e agora, em 2019, estão concorrendo em nível mundial. O Gourmand World Cookbook Awards é a maior premiação internacional de editoração de gastronomia e vinhos.

 

Senac Rio Claro

 

Com 20 anos de atuação no mercado, o Senac Rio Claro oferta cursos livres, técnicos e qualificações profissional em diversas áreas do conhecimento, como eventos e lazer, meio-ambiente, segurança e saúde no trabalho, gestão e negócios, saúde e bem-estar e tecnologia da informação. Oferece ainda o Programa Senac de Aprendizagem, em parceria com empresas da cidade, e é polo de educação a distância para cursos de graduação e pós-graduação. Para mais informações, acesse o Portal Senac: www.sp.senac.br/rioclaro.


unesp
31 de janeiro de 2019

Unesp divulga sexta (1/2) o resultado final do Vestibular 2019


A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgará a partir das 10 horas de sexta, 1º. de fevereiro, nos endereços vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br, o resultado final do Vestibular 2019, com 98.435 inscritos e oferta de 7.365 vagas em 23 cidades de todas as regiões.

 

As matrículas serão feitas primeiramente de forma virtual, etapa obrigatória, no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br). Os convocados em primeira chamada se matricularão das 10 horas de sexta (1/2) às 18 horas de segunda (4/2).

 

A segunda chamada será divulgada a partir das 10 horas de 6 de fevereiro (quarta), quando se iniciam as matrículas para os convocados desta chamada, com prazo até as 18 horas de 7 de fevereiro (quinta).

 

Após a divulgação da terceira chamada, prevista para 11 de fevereiro, será aberto o período para confirmação de interesse por vaga, destinado a todos os classificados que ainda não tiverem sido convocados até a terceira chamada. Estes candidatos deverão manifestar o interesse pelo site da Vunesp, até 14 de fevereiro, para serem eventualmente incluídos nas chamadas seguintes. O calendário completo prevê 10 chamadas. Todas as convocações para matrícula, após a terceira chamada, só incluirão nomes de candidatos que tenham confirmado no site interesse por vaga.

 

As provas da Unesp foram aplicadas em duas fases, em 31 cidades paulistas (além das 23 onde há cursos oferecidos neste vestibular, os exames acontecerão em Americana, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André e Sorocaba) e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG).

 

As cidades para as quais há oferta de carreiras neste vestibular são Araçatuba (170 vagas), Araraquara (855), Assis (405), Bauru (1.045), Botucatu (600), Dracena (80), Franca (410), Guaratinguetá (310), Ilha Solteira (310), Itapeva (80), Jaboticabal (280), Marília (475), Ourinhos (90), Presidente Prudente (640), Registro (40), Rio Claro (490), Rosana (80), São João da Boa Vista (40), São José do Rio Preto (460), São José dos Campos (120), São Paulo (185), São Vicente (80) e Tupã (120).

 

A Unesp destina 3.698 vagas, 50% do total, ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. A porcentagem de ingressantes oriundos de escolas públicas no Vestibular Unesp 2018 foi de 55,8%. Quando o programa foi iniciado, em 2014, era de 40,7%, ou seja, incentivou o aumento de 37,1% no intervalo de quatro anos.

 

Mais informações:
Informações sobre todos os cursos da Universidade no Guia de Profissões, em www.unesp.br/guiadeprofissoes

 

Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 18 horas)
Sites – unesp.br – vestibular e www.vunesp.com.br


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18 de janeiro de 2019

Étienne de La Boétie: Como nos escravizamos


Desde o nascimento da civilização, os governantes tirânicos atormentaram a humanidade. Impulsionados por um apetite insaciável pelo poder, esses indivíduos têm feito o melhor que podem para controlar tanto a mente quanto o corpo de seus súditos. Visto sob esta luz, a história da civilização é uma história de vários graus de escravização humana.

 

Especialmente no caso de regimes mais autoritários, tem sido comum supor que as massas são meramente vítimas de sua escravização, incapazes de montar qualquer forma de resistência devido à ameaça da força exercida pelos que estão no poder.

 

No século 16, o filósofo francês Etienne de La Boétie desafiou essa visão em seu ensaio The Discourse on Voluntary Servitude (O Discurso da Servidão Voluntária). Todos os governos, ele argumentou, incluindo os mais tirânicos, só podem governar por longos períodos se tiverem o apoio geral da população. Não só os que estão no poder são em grande desvantagem em número daqueles sobre os quais eles governam, mas os governos confiam nas populações subjugadas para fornecer-lhes um suprimento contínuo de recursos e mão de obra.

 

Se um dia um número suficiente de pessoas se recusasse a obedecer e deixasse de entregar sua riqueza e propriedade, seus opressores, nas palavras de La Boétie, “Tornar-se nu e desfeito e nada, assim como, quando a raiz não recebe alimento, o ramo murcha e morre.” (Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária) Portanto, a submissão em massa até mesmo aos regimes políticos mais opressivos é sempre uma servidão voluntária, baseada no consentimento popular. Como de La Boétie explica:

 

“Obviamente, não há necessidade de lutar para superar este tirano único, pois ele é automaticamente derrotado se o país recusar o consentimento para sua própria escravização: não é necessário privá-lo de nada, mas simplesmente não lhe dar nada; não há necessidade de que o país faça um esforço para fazer tudo por si mesmo, desde que não faça nada contra si mesmo. São, portanto, os próprios habitantes que permitem, ou melhor, provocam sua própria sujeição, pois, deixando de se submeter, acabariam com sua servidão. Um povo se escraviza, corta sua própria garganta, quando, tendo uma escolha entre ser vassalos e ser homens livres, deserta suas liberdades e assume o jugo, dá seu próprio sofrimento, ou melhor, aparentemente o recebe. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Neste artigo, vamos explorar os insights de La Boétie sobre por que as pessoas ao longo da história e nos dias modernos agiram contra seus melhores interesses e consentiram em sua escravização.

 

A maioria dos animais exibe um instinto natural de ser livre. Quando é feita uma tentativa de capturar um animal, ele foge aterrorizado ou reage com agressiva agressão. Quando tomado de seu habitat natural e colocado em cativeiro, seu vigor inato atrofia e é substituído por letargia e desânimo. A domesticação bem sucedida de uma espécie, portanto, geralmente requer inúmeras gerações de reprodução seletiva, a fim de erradicar o instinto do animal de vagar e viver livre. La Boétie afirma que nos seres humanos esse instinto de liberdade é especialmente pronunciado. Vários fatores sociais, no entanto, atrofiaram esse instinto natural ao longo do tempo, a ponto de agora “o próprio amor à liberdade não mais parecer natural” ( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária ).

 

Um desses fatores, segundo La Boétie, é “a poderosa influência do costume”, ou seja, nossa tendência a nos acostumarmos às condições sociais e políticas em que nascemos. Assim como um animal nascido em cativeiro nada sabe da liberdade que lhe falta e, portanto, não resiste a suas cadeias, os nascidos na escravidão do Estado também não têm o conhecimento do que significa ser livre, e assim tendem a aceitar sua servidão como se fosse natural. Quando alguém passa seus anos de formação observando aqueles que os rodeiam não resistindo a seus opressores, mas aceitando-os, e até adorando-os, os efeitos do costume tendem a superar o instinto natural de liberdade, e a submissão torna-se habitual.

 

“É verdade que no princípio os homens se submetem sob restrição e pela força; mas aqueles que vêm depois deles obedecem sem se arrepender e executam de bom grado o que seus antecessores fizeram porque tiveram que fazê-lo. É por isso que os homens nascidos sob o jugo e depois nutridos e criados na escravidão estão contentes, sem mais esforço, em viver em sua condição nativa, desconhecendo qualquer outro estado ou direito, e considerando como natural a condição em que nasceram. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Mas o costume por si só não explica a prontidão com que as pessoas consentem em sua servidão, já que as classes dominantes sabem há muito tempo que, para manter o poder, elas devem desempenhar um papel ativo no consentimento da engenharia. “Jogos, farsas, espetáculos, gladiadores, animais estranhos, medalhas, imagens, e outros tais opiáceos, estes eram para os povos antigos a isca para a escravidão, o preço de sua liberdade, os instrumentos da tirania.” (Étienne de La Boétie, Discurso sobre a Servidão Voluntária) Nos dias modernos, esses instrumentos de tirania mudaram de forma, mas sua essência permanece a mesma. O suprimento infinito de diversões irracionais fornecidas pela mídia de massa e indústria do entretenimento, os efeitos entorpecedores das drogas farmacêuticas.

 

Outra tática para o consentimento de engenharia usada pelos tiranos antigos era análoga ao que hoje chamamos de estado de bem-estar social. La Boétie observa que em determinados dias do ano as classes dominantes costumavam distribuir pão, vinho e um pouco de dinheiro para seus súditos, e logo depois aqueles que estavam contentes e satisfeitos gritavam “Viva o Rei!”:

 

“Os tolos não perceberam”, escreve La Boétie, “que eles estavam meramente recuperando uma parte de sua propriedade, e que seu governante não poderia ter dado a eles o que estavam recebendo sem primeiro tê-los tirado.” ( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Mas o pão e os circos proverbiais não são os únicos instrumentos de tirania, pois as classes dominantes há muito tentam evocar não apenas o consentimento, mas a adoração e reverência de seus sujeitos, cooptando técnicas usadas pelas religiões para fazer com que sua autoridade pareça sagrada. Mitos, rituais, o uso de simbolismo religioso e de culto, e a construção de edifícios simbolizando poder e autoridade e assemelhando-se a locais de culto, têm sido usados ??por classes dominantes para tomar emprestado, nas palavras de La Boétie, “um pouco perdido da divindade”. para reforçar os seus maus caminhos. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Apesar do fato de que a servidão voluntária a uma classe dominante política tem sido a norma ao longo da história, La Boétie não considera inevitável que esta situação continue indefinidamente. Pois assim como sempre existiram aqueles que buscam governar e explorar os outros, também em todas as épocas existem indivíduos que se rebelam instintivamente contra qualquer forma de servidão e, assim, são torturados pelas correntes que outros parecem não notar. “Mesmo que a liberdade tenha perecido inteiramente da terra”, observa La Boétie, “esses homens teriam que inventá-la. Para eles, a escravidão não tem satisfação, por mais bem disfarçada que seja. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária)

 

Aqueles que compõem essa elite de vanguarda da elite dedicam grande parte de seu tempo à educação e ao desenvolvimento de suas capacidades críticas, a fim de despertar os outros para a natureza nefasta e enganosa do governo político. Este trabalho é feito na percepção de que se uma massa crítica se torna consciente de sua escravização e do verdadeiro valor da liberdade, a servidão voluntária, em larga escala, terminará abruptamente, pois, como La Boétie explica:

 

“De todas essas indignidades, como as próprias feras do campo não resistiriam, vocês podem se livrar se tentarem, não agindo, mas apenas desejando ser livres. Resolva não servir mais e você é liberado imediatamente. Eu não peço que você coloque as mãos sobre o tirano para derrubá-lo, mas simplesmente que você não o apoie mais; então você o contemplará, como um grande Colosso cujo pedestal foi arrancado, caiu de seu próprio peso e se despedaçou. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Esse artigo é uma transcrição traduzida do vídeo How We Enslave Ourselves do canal Academy of Ideas

 


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16 de janeiro de 2019

Movimentos apostam em criminalização da LGBTfobia em 2019 via STF


“É inadmissível que a gente continue sendo o País que mais mata LGBTs no mundo”, afirma presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais.

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) definiu uma nova data para analisar duas ações que abrem caminho para a criminalização da LGBTfobia no Brasil. Depois de quase 7 anos e 2 adiamentos nos últimos meses, o julgamento está previsto para o dia 13 de fevereiro de 2019.

 

As ações pedem que o STF reconheça a omissão do Congresso Nacional em legislar sobre o assunto e determine um prazo para que deputados e senadores aprovem uma lei que criminalize atos de preconceito e violência baseados na orientação sexual ou identidade de gênero das vítimas.

 

Os pedidos sustentam que as condutas de discriminação de cunho homofóbico e transfóbico podem ser consideradas como um tipo de racismo ou que devem ser entendidas como “atentatórias a direitos e liberdades fundamentais” e, em ambos os casos, devem ter punição legal conforme determina a Constituição Federal.

 

“O STF já decidiu que racismo é qualquer inferiorização de um grupo social relativamente a outro. Entender a homotransfobia como racismo implica interpretar e aplicar a lei já existente, sem legislar”, explica o autor das peças, o advogado Paulo Iotti. Os processos foram apresentados ao STF em 2012 e 2013 pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas de Transgênero (ABGLT) e pelo partido PPS, respectivamente.

 

A lei penal terá o importante papel de mostrar que o Estado brasileiro não tolera a opressão homotransfóbica

– Paulo Iotti, autor e representante da ABGLT e do PPS nas ações.

 

O primeiro deles, o mandado de injunção 4733, relatado pelo ministro Edson Fachin, fundamenta que a cidadania e os direitos à livre orientação sexual e identidade de gênero de pessoas LGBTI são inviabilizados pelo alto grau de violência e discriminação sofridos por essas pessoas e pela ausência de lei que puna criminalmente tais condutas.

 

“A lei penal terá o importante papel de mostrar que o Estado brasileiro não tolera a opressão homotransfóbica”, argumenta Iotti, representante da ABGLT e do PPS nas ações apresentadas ao Supremo.

 

O jurista considera que o Código Penal é insuficiente para proteger a população LGBTI, porque as condutas mais comuns vivenciadas por essas pessoas, de discursos de ódio e de discriminação, não são criminalizadas. Somente no estado Rio de Janeiro, 431 pessoas foram vítimas de agressões LGBTfóbicas ao longo do ano passado, segundo relatório divulgado neste mês pela Secretaria de Estado de Segurança Pública.

 

“A homotransfobia precisa ser criminalizada porque vivemos verdadeira ‘banalidade do mal’ homotransfóbico, no sentido de muitas pessoas se acharem detentoras de um pseudo ‘direito’ de ofender, discriminar e até mesmo agredir e matar pessoas LGBTI por sua mera orientação sexual ou identidade de gênero”, afirma Iotti.

 

Os números da LGBTfobia em 2018

 

Uma pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia e divulgada em janeiro apontou que, em 2017, foi registrado o maior número de casos de morte relacionados à LGBTfobia desde que o monitoramento começou a ser elaborado pela entidade, há 38 anos. No ano passado, 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em crimes motivados por discriminação LGBTfóbica. Os dados representam uma vítima a cada 19 horas.

 

“É inadmissível que a gente continue sendo o País que mais mata LGBTs no mundo, e o Congresso Nacional não olhe para esses números e consiga aprovar um projeto para erradicar esse tipo de crime. E é por isso que a gente recorre ao Supremo”, afirma Keila Simpson, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA).

 

É inadmissível que a gente continue sendo o País que mais mata LGBTs no mundo e o Congresso Nacional não olhe para esses números

– Keila Simpson, presidente da ANTRA.

 

“Em 1995 tivemos as primeiras discussões no Congresso sobre o assunto e até 2018 não temos nenhuma lei”, reforça Toni Reis, diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI+. Um projeto, o PL 5.003/2001, de autoria da ex-deputada federal pelo PT Iara Bernardi, chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados em 2006, mas acabou arquivado no Senado Federal em 2014.

 

A recusa do Congresso Nacional em votar legislação que tipifique o crime é tratada na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 26, impetrada pelo PPS em 2013. O texto defende que “o legislador não aprova, mas também não rejeita, deixando este e todos os outros temas relativos à população LGBT em um verdadeiro limbo deliberativo”.

 

A discussão no STF em 2019

 

Depois de 6 anos em tramitação, o mandado de injunção havia sido incluído na pauta de julgamento em novembro, mas foi retirado a pedido da própria ABGLT, para que fosse julgado em conjunto com a ADO 26. Havia o temor de que o STF entendesse que o mandado não seria o instrumento adequado fazer essa alteração na lei, afirma Iotti.

 

Os dois pedidos foram pautados para o dia 12 de dezembro, mas na semana do julgamento foram adiados novamente. Dessa vez, a iniciativa partiu do relator da ADO, ministro Celso de Mello.

 

Em 1995 tivemos as primeiras discussões no Congresso sobre o assunto e até 2018 não temos nenhuma lei

– Toni Reis, diretor-presidente da ABGLT.

 

As duas ações já foram incluídas pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, na pauta de julgamentos do dia 13 de fevereiro, mas ainda que os votos dos relatores sejam lidos na sessão, qualquer outro ministro pode interromper a análise se fizer um pedido de vista.

 

A expectativa de Iotti e de outros ativistas do movimento LGBT, no entanto, é de que a análise do tema seja concluída ainda no ano que vem e de forma favorável à criminalização.

 

Os 2 pedidos já tiveram parecer favorável da Procuradoria-Geral da República, lembra o advogado. A procuradoria apenas não concorda com o pedido de indenização das vítimas de homotransfobia pelo Estado defendido nas ações.

 

Para Keila Simpson, da Antra, a estratégia de adiar o julgamento para fevereiro, apesar de um pouco frustrante, é razoável. “Agora é importante continuar mobilizando nossos pares e atuando muito fortemente junto ao Supremo para que eles possam apreciar a matéria e votar favoravelmente”, reforça a ativista.

 

Toni Reis, da Aliança Nacional LGBTI+, conta que esteve com Toffoli em novembro e reforça a expectativa otimista para o julgamento. “O STF já deu provas que está do lado da Constituição e isso nos dá uma grande segurança”, avalia.

 

 

HUFFPOSTBRASIL


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8 de janeiro de 2019

Dia do Leitor: confira os 10 livros mais vendidos em 2018


Livros de autoajuda e de autores youtubers estão na lista de best-sellers.

 

Nesta segunda, 7 de janeiro, é comemorado o Dia do Leitor! A data, dedicada aos apaixonados por uma boa leitura, é também uma boa oportunidade para buscar um novo livro para ler, não é mesmo?

 

Se você já leu todos os livros da sua prateleira e está sem ideias de qual título devorar para começar bem 2019 que tal conferir os mais lidos do ano passado? Pode ser que alguma publicação tenha passado despercebida por você.

 

1º) A sutil arte de ligar o f*da-se (Editora Intrínseca) – Mark Manson

 (Saraiva/Divulgação)

2º) As Aventuras na Netoland com Luccas Neto (Editora Nova Fronteira) – Luccas Neto 

 (Saraiva/Divulgação)

3º) Álbum da Copa do Mundo Rússia 2018 – Capa Dura (Editora Panini) – Panini

 (Saraiva/Divulgação)

4º) O poder da autorresponsabilidade – a ferramenta comprovada que gera alta performance e resultados em pouco tempo (Editora Gente) – Paulo Vieira

 (Saraiva/Divulgação)

5º) O Milagre da Manhã (Editora Record) – Hal Elrod 

 (Saraiva/Divulgação)

6º) Seja Foda! (Buzz Editora Ltda.) – Caio Carneiro

 (Saraiva/Divulgação)

7º) O Poder da Ação (Editora Gente) – Paulo Vieira

 (Saraiva/Divulgação)

8º) Felipe Neto – A Vida por Trás das Câmeras (Editora Nova Fronteira) –  Felipe Neto

 (Saraiva/Divulgação)

9º) Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente (Editora Globo) – Coletivo TCD

 (Saraiva/Divulgação)

10º) O Poder do Hábito (Editora Companhia das Letras) – Charles Duhigg

 (Saraiva/Divulgação)

  
Fonte: Claudia


haddad
7 de janeiro de 2019

Haddad rebate Damares sobre Sisu: “Aprisionar a juventude não fará bem ao Brasil”


Ministra criticou o Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação, que permite ao estudante aproveitar a nota do Enem para estudar em universidades de todo o país.

 

Fernando Haddad usou sua conta no Twitter para rebater as declarações da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. Ela criticou o Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação (Sisu), que permite que estudantes aproveitem a nota do Enem para estudar em universidades de todo o país.

 

“SiSU foi criado para dar liberdade aos jovens. Mesma regra do Prouni, duas enormes conquistas da nossa gestão. Educação é liberdade. Aprisionar a juventude não fará bem ao Brasil”, escreveu Haddad.

 

Fernando Haddad
@Haddad_Fernando
SiSU foi criado para dar liberdade aos jovens. Mesma regra do Prouni, duas enormes conquistas da nossa gestão. Educação é liberdade. Aprisionar a juventude não fará bem ao Brasil.https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/01/04/damares-alves-provoca-nova-polemica-ao-criticar-regra-do-sisu.ghtml …
14,8 mil
11:01 – 7 de jan de 2019

 

Damares havia dito o seguinte sobre o Sisu: “O menino lá do Rio Grande do Sul faz o Enem, ele passa no vestibular para medicina lá no Amapá, que é o grande sonho dele e da família. Esse menino é tirado do contexto. Às vezes tem apenas 16 anos. Será que nós não poderíamos estar começando a pensar em políticas públicas, que este menino ficasse um pouco mais próximo da família? ‘Ah, mas em outros países acontece’. Mas nos outros países o papai tem dinheiro para ir lá na universidade visitar de vez em quando o filho”.

 
 
Foto: Ricardo Stuckert

Fonte: Revista Forum


unesp
30 de novembro de 2018

Vestibular Unesp 2019 divulga segunda (3/12) o resultado da primeira fase


Provas comuns da segunda fase serão aplicadas nos dias 16 e 17 de dezembro.

 

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgará a partir das 10 horas de segunda (3/12) o resultado da primeira fase do Vestibular 2019, com oferta de 7.365 vagas em 23 cidades. O exame registra 98.435 inscritos. A consulta do desempenho na prova do dia 15 de novembro e a eventual consulta de local de prova dos convocados para a segunda fase poderão ser feitas no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br), responsável pelo exame. A lista de convocados para a segunda fase e a tabela com o número mínimo de acertos por curso dos convocados serão divulgadas no decorrer do dia 3, no site da Vunesp e também na página da Unesp (unesp.br/vestibular).

 

As provas comuns da segunda fase serão aplicadas nos dias 16 e 17 de dezembro, domingo e segunda, em 31 cidades paulistas (além das 23 onde estão sendo oferecidos cursos, os exames acontecerão em Americana, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André e Sorocaba) e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG).

 

Para os cursos do Instituto de Artes, na capital, e de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais e Design, de Bauru, é aplicada a prova de habilidades, entre os dias 9 e 15 de dezembro, conforme o calendário do Manual do Candidato, disponível para consulta na página da Vunesp.

 

As cidades para as quais há oferta de carreiras neste vestibular são Araçatuba (170 vagas), Araraquara (855), Assis (405), Bauru (1.045), Botucatu (600), Dracena (80), Franca (410), Guaratinguetá (310), Ilha Solteira (310), Itapeva (80), Jaboticabal (280), Marília (475), Ourinhos (90), Presidente Prudente (640), Registro (40), Rio Claro (490), Rosana (80), São João da Boa Vista (40), São José do Rio Preto (460), São José dos Campos (120), São Paulo (185), São Vicente (80) e Tupã (120).

 

A Unesp destina 3.698 vagas, 50% do total, ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. A porcentagem de ingressantes oriundos de escolas públicas no Vestibular Unesp 2018 foi de 55,8%. Quando o programa foi iniciado, em 2014, era de 40,7%, ou seja, incentivou o aumento de 37,1% no intervalo de quatro anos.

 

Mais informações:
Informações sobre todos os cursos da Universidade no Guia de Profissões, em www.unesp.br/guiadeprofissoes
Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)
Sites – unesp.br/vestibular e www.vunesp.com.br


senac
30 de novembro de 2018

Jogos em 2D: uma plataforma em ascensão


Dentro dessa perspectiva, o Senac Rio Claro oferece a capacitação Games 2D – criando seu primeiro jogo para interessados no setor.

 

Em algumas situações – na fila do supermercado ou na espera pelo transporte ou num dia comprometido pela chuva -, muitas pessoas recorrem aos jogos no celular para passar o tempo enquanto esperam. Esse comportamento, além de evidenciar o uso constante dos smartphones, também mostra como os games móveis ganharam espaço no mercado. Os aplicativos desenvolvidos na plataforma 2D, em duas dimensões, são exemplos dessa expansão.

 

Durante as décadas de 80 e 90, a vez foi dos consoles como o Super Nintendo e o Mega Drive. Atualmente, as produções de entretenimento parecidas estão mais associadas à indústria independente e aos dispositivos móveis. O que ajudou a ganharem novos adeptos. Segundo Jonathan Perdiza de Campos Leite, docente da área de tecnologia da informação do Senac Rio Claro, a plataforma 2D requer menos recursos de processamento, os desenvolvedores encontram um amplo campo criativo, tornando-os mais atraentes e práticos.

 

“O mercado está em plena ascensão e tem se expandido com facilidade. E hoje, quando falamos em games de sucesso, associar sua popularidade somente à perspectiva dimensional é um equivoco. O 3D pode ser mais chamativo, mas não garante qualidade”, ressalta. Para o docente, a prova de que a plataforma 2D voltou com tudo são os jogos premiados anualmente pela cerimônia The Game Awards, equivalente à popularidade do Oscar, que, neste ano, tem entre os destaques o jogo Celeste, construído dentro dessa visão.

 

Para auxiliar quem pretende investir nesse mundo virtual, a unidade disponibiliza o curso Games 2D – criando seu primeiro jogo. Na capacitação, o aluno entende os conceitos de programação e construção que estão por trás dos jogos em duas dimensões, além de conhecer os caminhos que levam ao desenvolvimento de um game.

 

Para se inscrever, o estudante precisa ter conhecimentos básicos no sistema operacional Windows e ter concluído o curso Lógica de Programação ou possuir conhecimento equivalente. “A capacitação é indicada para quem está começando na área, porém, exige certo grau de entendimento dos desenvolvedores”, explica Jonathan. As aulas estão previstas para começar em fevereiro de 2019.

 

Para mais informações, acesse o Portal Senac: www.sp.senac.br/rioclaro. No endereço on-line, você confere ainda a programação completa da unidade.

 

Serviço:
Games 2D – criando seu primeiro jogo
Data: 8 de fevereiro a 7 de junho de 2019
Horário: sexta-feira, das 19 às 22 horas

 

Senac Rio Claro
Endereço: Avenida Dois, 720 – Centro – Rio Claro/SP
Informações e inscrições: www.sp.senac.br/rioclaro


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12 de novembro de 2018

Enem aborda direitos humanos, racismo e manipulação na internet


No primeiro domingo do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), foram aplicadas as provas de linguagem, ciências humanas e redação.

 

Alguns temas abordados foram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, racismo, ditadura militar e violência contra a mulher.

 

Logo na sexta questão, a prova citou a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Audrey Azoulay, em uma fala sobre a existência da discriminação e do ódio na sociedade. “A Declaração Universal dos Direitos Humanos está completando 70 anos em tempos de desafios crescentes, quando o ódio, a discriminação e a violência permanecem vivos”.

 

Racismo

 

O exame também incluiu o trecho de uma matéria de jornal que cita a “intolerância do internauta” brasileiro, traduzida em mensagens de racismo, posicionamento político e homofobia. O racismo também foi abordado em um poema que faz menção ao discurso racista internalizado na sociedade. O racismo apareceu ainda na prova de ciências humanas, através da ativista Rosa Parks.

 

Rosa Parks foi uma costureira negra norte-americana que entrou para a história da luta pela igualdade de direitos civis ao recusar-se a ceder seu lugar no ônibus a uma pessoa branca. Parks foi presa por um dia, mas seu gesto deu início a um boicote ao transporte público local e culminou, meses depois, com o fim da lei que determinava a separação de negros em assentos separados dos brancos nos Estados Unidos. O episódio envolvendo Rosa Parks foi incluído na prova.

 

Violência

 

A violência contra a mulher foi outro tema levantado nas provas. Na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias, uma campanha publicitária contra o assédio a mulheres em trens de Porto Alegre foi tema de uma questão.

 

Uma peça publicitária da década de 1940 foi tema de outra questão na prova de ciências humanas e suas tecnologias. A peça reforça os estereótipos de mulher submissa e a prova questionou o estudante sobre essas distorções da visão, predominante à época, que se tinha da mulher.

 

Ditadura militar

 

A ditadura militar foi tema na prova de ciências humanas. O exame reproduziu a carta do cartunista Henfil ao presidente Ernesto Geisel escrita em 1979. Na carta, Henfil declara a devolução do seu passaporte, uma vez que os passaportes de outras oito pessoas, dentre elas Leonel Brizola e Miguel Arraes, tinham sido negados.

 

Redação

 

No domingo (4), os estudantes fizeram provas de linguagem, ciências humanas e redação. O tema da redação foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. O exame segue no dia 11 de novembro, quando os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.

 

Prova mais conteudista

 

Para o professor de redação, sócio e vice-presidente de educação do curso online Descomplica, Rafael Cunha, o Enem manteve o padrão das provas dos últimos anos. “Muita leitura, uma variedade bastante grande de textos, desde técnicos, passando por literários, gráficos, ilustrações, fotografias e obras de arte”.

 

Segundo Cunha, a prova foi essencialmente de leitura e interpretação. “Foi uma prova de diversos textos ligados a questões sociais bastante relevantes como imagem da mulher, preconceito em relação à mulher, racismo. Uma prova com preocupação social bastante forte”.

 

O professor de filosofia e sociologia do curso pré-vestibular online ProEnem, Leandro Vieira, concorda que o Enem 2018 seguiu tendência de anos anteriores e estava mais complexo. “A prova estava mais complexa, mais conteudista. Os participantes precisavam de mais conteúdo e menos intepretação para resolver questões”, diz e acrescenta: “a prova estava extremamente cansativa, muitos textos longos. Exigiu do aluno atenção e cuidado, exigiu que se mantivesse calmo.”

 

De acordo com o professor, as questões sociais foram mantidas e havia mais questões de história. Geografia perdeu um pouco o espaço, na avaliação de Vieira.

 

A tendência conteudista, para Vieira, pode excluir estudantes menos preparados. “Eu acho que o Enem, quando iniciou lá atrás, tinha a proposta de ser uma prova mais abrangente, que possibilitava abranger o Brasil em maior escala. Está perdendo um pouco esse viés. Distanciando alunos que não têm acesso a cursinho e à educação de maior qualidade”.

 

O gabarito oficial do Enem 2018 será divulgado pelo Inep até 14 de novembro. Já o resultado deverá ser divulgado no dia 18 de janeiro de 2019.

 

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

 

 

Por Agência Brasil


unesp
10 de novembro de 2018

Vestibular Unesp 2019 aplica prova da primeira fase no dia 15


Prova só pode ser feita com caneta de tinta preta em tubo transparente.

 

Será realizada em 15 de novembro, quinta-feira, a prova da primeira fase do Vestibular Unesp 2019. Os 98.224 vestibulandos podem consultar local de exame no site www.vunesp.com.br.

 

Os portões serão fechados às duas horas da tarde.

 

Os candidatos devem comparecer ao prédio com uma hora de antecedência, portando original de um dos seguintes documentos: RG, Carteira de Habilitação, Certificado Militar, Carteira de Trabalho, Passaporte, Registro Nacional de Estrangeiros, Identidade expedida pelas Forças Armadas ou carteira de órgão ou conselho de classe.

 

Os materiais de prova a serem levados pelos candidatos são lápis preto (proibido uso de lapiseira), apontador, borracha, caneta esferográfica com tinta preta (fabricada em material transparente) e régua transparente. O exame terá duração de quatro horas e meia.

 

O exame será aplicado em 31 cidades paulistas (além das 23 onde estão sendo oferecidos cursos, os exames acontecerão em Americana, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André e Sorocaba) e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG).

 

A segunda fase será aplicada nas mesmas cidades, nos dias 16 e 17 de dezembro, domingo e segunda-feira.

 

As cidades para as quais há oferta de carreiras neste vestibular são Araçatuba (170 vagas), Araraquara (855), Assis (405), Bauru (1.045), Botucatu (600), Dracena (80), Franca (410), Guaratinguetá (310), Ilha Solteira (310), Itapeva (80), Jaboticabal (280), Marília (475), Ourinhos (90), Presidente Prudente (640), Registro (40), Rio Claro (490), Rosana (80), São João da Boa Vista (40), São José do Rio Preto (460), São José dos Campos (120), São Paulo (185), São Vicente (80) e Tupã (120).

 

A Unesp destina 3.698 vagas, 50% do total, ao Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública. A porcentagem de ingressantes oriundos de escolas públicas no Vestibular Unesp 2018 foi de 55,8%. Quando o programa foi iniciado, em 2014, era de 40,7%, ou seja, incentivou o aumento de 37,1% no intervalo de quatro anos.

 

 

Mais informações:
Informações sobre todos os cursos da Universidade no Guia de Profissões, em www.unesp.br/guiadeprofissoes
Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)
Sites – unesp.br/vestibular e www.vunesp.com.br