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Quando o adolescente comete ato infracional dentro da trajetória escolar, qual a postura da escola? Ele acolhido bem em sala de aula ou lá contribui mais para repor ideias como ‘aluno-problema’ e sem futuro? É sobre isso que trata a dissertação defendida esta semana na Unesp Rio Claro pela Priscila Carla Cardoso, psicóloga pela Unesp Bauru.

 

Orientada pela Profª Débora Cristina Fonseca, a pesquisa se baseou em relatos de adolescentes vindos da Fundação CASA, em que a pesquisadora por meio de entrevistas e bibliografia de autores ligados a educação percebeu a ideia construída por esses jovens no decorrer do processo e sua relação com o que entendem por escola. A escola para eles é necessária para se ter um trabalho, e não formadora integral do ser humano. Isso ocorre, segundo Priscila, por neste ambiente escolar não encontrarem aquilo que atende as necessidades do cotidiano. Também nota-se a reposição de identidade do ‘aluno-problema’ que eles mesmos vão levando e os professores, inspetores e mais pessoas ligadas a escola fortalecem. Percebe-se que por não ser reconhecido de maneira positiva na escola, o adolescente recorre ao meio infracional para assim ter a visibilidade que deseja.

 

Na Fundação

 

Ainda na Fundação CASA , os adolescentes tornam a incorporar o discurso de culpabilização que ocorre durante toda a trajetória escolar – eu sou responsável pelo fracasso escolar. Isso limita ainda mais a capacidade de emancipação, ou seja, saída da situação, o que necessita de um  horizonte maior  quanto a perceber que há outros determinantes para acarretar nesse resultado.

Ainda na instituição, a visibilidade ganha no ato infracional é perdida por se tornar ‘mais um’ ali, e portanto tenta negar a identidade de infrator apreciada no começo, segundo dizeres da pesquisadora.

E a escola? Qual seu papel? Se limita a formar mão de obra eficiente? Existe o perigo de dar continuidade à reposição de identidade negativa e de acordo com a psicóloga, seguir o projeto neoliberal de sociedade.

 

Relação professor-aluno

 

A dissertação revela o professor como potencializador que permite reverter a situação. Há possibilidade de haver uma ressignificação, ou seja, aquilo que era tumulto na aula pode se transformar em brincadeira sadia quando educador e aluno cooperam neste fim.

Na Fundação Casa, os adolescentes se sentem mais acolhidos nas aulas, o que justifica pela menor quantidade de alunos e pela tentativa de readmiti-los socialmente. É preciso, segundo Priscila, interromper a reposição da identidade estigmatizada e entender a fundo o educar, aliando todos os agentes: escola, professores, casa, sociedade. E ainda, a pesquisadora inclui uma frase da autoria para afirmar como é importante: A alienação do professor transforma o aluno alienado.


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Nessa manhã diretores, professores, funcionários e alunos da Escola Municipal “Benjamim Ferreira” ficaram horrorizados e choraram juntos ao se depararem com os atos de vandalismo e selvageria na depredação de seu local de trabalho, de estudos e de seu segundo lar.

 

Materias escolares e de infra estrutura foram roubados e outros foram destruídos em acessos de selvageria, de muita raiva e ódio por elementos maus, doentios, insanos e perigosos que a Polícia de Rio Claro e todas as autoridades tem a aobrigação de identificar e de punir severeramente, e se menores, responsabilizar seus pais com todos os rigores que a Lei permitir.

 

Fatos como esse se repetem em nossa comunidade a todos prejudicando, e chegou a hora de a isso dar um basta!

 

As autoridades competentes de Rio Claro, devem atuar conjuntamente e de forma responsável, e devem honrar seus salários pagos com o dinheiro da população que merece ser protegida desses marginais a serem punidos exemplarmente para coibir atos dessa natureza.

 

Ser tratado com decência e ter todos os direitos humanos garantidos é para pessoas de bem, pessoas que não fazem o mal para seus semelhantes, bandidos e marginais devem ser identificados, detidos, julgados e condenados com todos os rigores que a Lei e a Justiça permitirem, e para que sirva de exemplo para que outras sementes podres não germinem e nem deem árvores podres. Essa é a realidade doa a quem doer.

 

Os cidadãos e cidadãs de Rio Claro não podem mais ficar a tudo assistindo apenas se lamentando nas redes sociais da internet. Devem usar seus direitos como cidadãos e cidadãs e exigir das autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário providências enérgicas em casos como esse e muitos outros mais.

 

As destruição nas fotos dessa matéria falam por si sobre a demência, a brutalidade, a insanidade, e a selvageria de seus autores, que devem agora serem identificados e punidos.

 

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Na tarde deste dia 1º de agosto, terça-feira, o Reitor do Claretiano, Pe. Sérgio Ibanor Piva; o pró-reitor administrativo da instituição, Pe. Luiz Claudemir Botteon, a coordenadora pedagógica do Claretiano, a professora doutora Pricila Bertanha, o coordenador administrativo do Claretiano – Stella Maris, Wander Malagutti, além do prefeito de Rio Claro, João Teixeira Júnior e do presidente da Câmara Municipal da cidade, André Luís Godoy, estiveram em Brasília participando da assinatura do ato que autoriza a criação de novos cursos de Medicina no País.
Leia mais em:

https://claretiano.edu.br/rioclaro/noticias/88686/curso-de-medicina-do-claretiano-faculdade-e-autorizado

Fonte: Claretiano


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Mais de 17 mil alunos da rede municipal de ensino público de Rio Claro voltaram às aulas nessa segunda-feira (24), após treze dias de recesso escolar.

 

“No período foram mantidas atividades para cerca de 3.100 alunos da Educação Infantil que têm atividades em período integral”, observa Adriano Moreira, secretário da Educação.

 

A prefeitura de Rio Claro atende mais de 20 mil alunos em 56 unidades de ensino. Desde o início deste ano o governo municipal criou mais de 400 vagas entre creches e pré-escolas. Na escola Arlindo Ansanello foram criadas 153 vagas; no Jardim Esmeralda, 120; na Elpidio Mina, 40; e na Luiz Martins, 30.


unesp

Odontologia solicitou suspensão de entradas no curso noturno diante da falta de verbas; reitoria não atendeu aos apelos

 

Com recursos escassos, faculdades da Universidade Estadual Paulista (Unesp) têm apelado à reitoria para reduzir o número de vagas oferecidas no próximo vestibular. A administração reconhece os pedidos, mas recusou as solicitações. A instituição enfrenta grave crise financeira desde 2014.

 

A Faculdade de Odontologia, em Araçatuba, pediu a suspensão da oferta de 30 vagas da graduação à noite. O curso teve concorrência de 18,5 candidatos por vaga no último vestibular – mais do que o diurno da mesma unidade (11,1 por vaga).

 

Em documento enviado à reitoria, a Faculdade de Odontologia atribui o interesse em congelar vagas às restrições orçamentárias dos últimos anos, “além do grande número de aposentadorias sem reposição e da previsão de aposentadoria de mais de 10 servidores em 2017”.

 

A Unesp recebe cota de 2,34% da arrecadação paulista de ICMS. Com a crise econômica, o recolhimento do imposto no Estado caiu 1,6%, em valores corrigidos, entre janeiro e maio, ante o mesmo período de 2016, o que impactou as contas da instituição.

 

Alunos relatam que eles próprios têm de comprar alguns materiais usados em aulas práticas, que custam caro. Neste semestre, os universitários têm feito protestos contra a falta de estrutura. “A situação está tão complicada que a sensação é de que a faculdade está se autodestruindo”, afirma Lucas Lourenço, recém-formado dentista pela faculdade e ex-integrante do movimento estudantil.

 

O Instituto de Artes, na capital, pediu suspensão de 30 vagas no curso noturno de licenciatura em Arte – Teatro. A proposta enviada era de alternar a oferta desse curso com o bacharelado em Artes Cênicas – Interpretação Teatral como saída para não fechar nenhum dos cursos.

 

A Unesp de Rio Claro também pediu redução de vagas – nas graduações de Geologia e Matemática. Mas não apresentou justificativas, o que motivou a recusa da reitoria.

 

Segundo dados internos, a Unesp – que tem cerca de 3,8 mil docentes – tinha 850 vagas de professores não preenchidas em maio. Com a crise, as contratações estão restritas. No primeiro semestre, foram contratados 571 professores emergenciais. Para o próximo, a liberação de vagas ainda está em processo.

 

Reitoria

 

A Unesp diz que, para Odontologia, há obrigação legal de manter a proporção de um terço das vagas à noite e dar oportunidade a quem não pode estudar durante o dia. Já a proposta do Instituto de Artes poderia prejudicar alunos que precisassem repetir disciplinas, por exemplo. Informa ainda que a política é manter o número de vagas, “mesmo em momentos de crise”, por seu compromisso em formar “profissionais bem qualificados.”

 

 

Fonte: Estadão


CRISE UNESP

Sistema foi criado, de acordo com reitoria, após denúncias de fraudes entre candidatos que se inscreveram como pretos ou pardos

 

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) vai averiguar se alunos cotistas da instituição são realmente pretos ou pardos, como indicado na inscrição do processo seletivo. Segundo a instituição, o sistema foi criado após denúncias de falsas declarações entre candidatos cotistas.

 

A ideia, por enquanto, não é verificar a etnia de todos os estudantes. Passarão pela checagem só alunos que forem alvos de denúncias vindas de dentro ou de fora da Unesp. No futuro, há intenção de ampliar a abrangência da averiguação. E terá efeito retroativo: se houver denúncia, será avaliada a suposta inconsistência na autodeclaração dos já matriculados.

Na análise, serão usados critérios físicos, como a cor da pele ou o tipo de cabelo. Diferentemente de outras comissões do tipo para vestibulares e concursos públicos, também poderão ser considerados, entre alunos com pele menos escura, aspectos subjetivos, como a identidade negra do candidato em contextos sociais ou culturais.

 

 

“Há casos em que gostaríamos de considerar: estudantes que desenvolveram sua identidade em espaços de construção cultural negra, como escola de samba, capoeira ou organização quilombola”, explica Juarez Tadeu de Paula Xavier, assessor da Pró-reitoria de Extensão Universitária da instituição. Esse perfil sociocultural pode ajudar o aluno a seguir na instituição, mas não significa que será obrigatório para ter direito à cota. A universidade diz que vai dar amplo direito de defesa aos avaliados, como o uso de fotografias, documentos e vídeos. A análise será feita caso a caso.

 

O estudante será avaliado por uma comissão formada por professores alunos e funcionários. Caso não seja enquadrado como preto ou pardo, será excluído da universidade.

 

O mecanismo foi criado após denúncias levadas pela ONG Educafro – que busca a inclusão de pobres e negros na educação – e por coletivos da universidade. Houve queixas em pelo menos metade dos 24 municípios onde a Unesp tem câmpus, segundo Xavier. “É um volume considerável”, diz ele, sem precisar números. Todas ainda estão em apuração.

 

Em 2013, a Unesp foi a primeira a adotar cotas entre as estaduais paulistas, de forma escalonada. Agora, a reserva é de 50% das vagas para alunos de escola pública e, dentro desse grupo, 35% para pretos, pardos e indígenas (PPI), segundo a distribuição populacional no Estado de São Paulo medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos 7.403 calouros da Unesp neste ano, 1.922 – 26% do total – são PPI.

 

De olho

 

Frei David Santos, diretor executivo da Educafro, afirma que o movimento negro é defensor da autodeclaração. “Mas ela só tem valor se houver uma comissão antifraude.” É comum que falsos cotistas, segundo ele, usem truques para se passarem como pretos e pardos – desde o uso de turbantes até o bronzeamento artificial. Para o ativista, deve ter direito a cotas raciais aquele que enfrenta preconceito pela aparência. Uma pessoa de pele clara, ainda que tenha familiares negros, sofre pouco com a discriminação, diz.

 

Ele propõe que as universidades atuem em três frentes: obrigar os fraudadores a ressarcirem a instituição, usar o dinheiro para um fundo de bolsas para estudantes negros e criar edital para que a vaga aberta após o desligamento do falso cotista seja ocupada por um candidato PPI.

 

A ideia também é alvo de críticas. Para o professor de Direito Administrativo da USP Floriano de Azevedo Marques, comissões como essa “criam uma segregação justamente onde se queria evitar”, uma vez que “vai continuar marcando aquele aluno como ‘uma pessoa especial’ que precisa provar o quanto é especial, o que anula o principal proveito da política inclusiva, que é criar diversidade”. Marques diz ainda que “a quantidade de melanina na pele não é fator objetivo que define se o sujeito é ou não merecedor da inclusão”.

 

Fonte: Estadão


vunesp

Com inscrições encerradas em 19 de maio, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) contará a partir deste ano com a participação da Fundação Vunesp para a correção das suas redações. No ano passado, o exame registrou 8.630.306 inscritos, segundo o site do Ministério da Educação. A redação representa 20% da nota final do candidato.

 

A Vunesp participará do Enem em conjunto com as fundações Getúlio Vargas e Cesgranrio, encarregadas da aplicação e correção das provas de Linguagens, Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza. A prova deste ano será aplicada em dois domingos, 5 e 12 de novembro, em todo o País. A redação constará da primeira prova, junto com questões de Linguagens e Ciências Humanas.

 

Para o presidente da Fundação Vunesp, Professor Antonio Nivaldo Hespanhol, “será um trabalho muito importante, para o qual a instituição está preparada. Prova disso são os trabalhos feitos recentemente em importantes avaliações, como o Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar/SP); o SisPAE (Sistema Paraense de Avaliação Educacional); o Revalida (Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos); e a Anasem (Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina)“.

 

Responsável pela equipe encarregada das correções das redações, a Professora Tania Cristina Arantes Macedo de Azevedo, superintendente acadêmica da Vunesp há mais de oito anos, aponta o Enem como o “resultado de um trabalho desenvolvido e aperfeiçoado ao longo do tempo para contar hoje com uma grande equipe de profissionais colaborando com as correções e uma estrutura tecnológica avançada para realizar trabalhos volumosos com segurança, alto padrão e dentro dos cronogramas”.

 

Mais informações:

Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)

Site – www.vunesp.com.br


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Dr. Orlando de Pilla Filho

 

ADEUS, MEU GRANDE AMIGO

ORGULHO RIOCLARENSE – DR. ORLANDO DE PILLA FILHO

 

O Dr. Orlando de Pilla Filho, foi advogado, Presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da 4ª Subseção de São Paulo, professor, autor de livros e projetos, palestrante e conferencista, ganhador de diversas moções e menções, e consultor jurídico.

 

O Dr. Pilla, como era mais conhecido, sempre será um orgulho para Rio Claro, e um dos expoentes do Brasil no ensino, na defesa, e na prática do que é e do realmente deve ser, Direitos Humanos.

 

Fomos amigos desde nossa juventude, e tive a honra e o privilégio de com ele conviver, de compartilhar sonhos e ideais, e na área dos Direitos Humanos, muito aprender. Foi o Dr. Pilla um dos mais especiais seres humanos que eu já conheci, e eu precisaria de muitas e muitas linhas para descrever tudo que ele foi como ser humano e como profissional, assim como a emoção nesse momento me impedem de faze-lo.

 

Os temas das palestras do Dr. Orlando de Pilla Filho foram de extrema importância para estudantes, professores, empresários, organizações governamentais e não governamentais, e de uma forma ampla para todos os cidadãos na defesa dos direitos humanos e livre exercício da cidadania.

 

O Dr. Pilla desenvolveu muitos projetos e defendeu muitas causas, liderando, apoiando, incentivando e orientando, como por exemplo com a moçada da AJA (Carol e equipe), com o trabalho anti Bulling (Elisandra), com a Chácara dos Pretos (Cláudio), com a Casa de N.Senhora (irmã Judithe) e tantas e tantas outras causas e lutas…

 

Em junho/2016 criamos o I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro, e com o apoio da Nautilus Publicidade e da Revista Eletrônica Rio Claro Online na pessoa da Leila Duckur Pizzotti , e o total apoio do NAPEC – Núcleo de Apoio e Proteção às Entidades Civis, órgão da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP, comissão essa presidida pelo Dr. Orlando de Pilla Filho, uma das maiores autoridades no país na área dos Direitos Humanos, realizamos o sonho que era do próprio Dr. Pilla de reunirmos numa única frente de luta todas as entidades filantrópicas de Rio Claro, e ele viu esse sonho começar a ser realizado, pois o I Forum foi um sucesso, reuniu diversas entidades, e ele ficou muito feliz.

 

Em setembro de 2016, já a Leila como Assessora de Imprensa voluntária da Comissão de Direitos Humanos, e assessora direta do Dr. Pilla, foi organizado a realização CONGENUS, que é a Convenção Geral dos Núcleos da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, núcleos esses, que apoiam na área jurídica e de Direitos Humanos as entidades civis rioclarenses, e esse era outro sonho do Dr. Pilla que, com muita dedicação e trabalho, e sobretudo, admiração e respeito por aquele que sempre nos inspirava, conseguimos realizar e o deixamos muito feliz.

 

Durante a realização da CONGENUS uma notícia comunicada pelo Dr. Martim de Almeida Sampaio, Coordenador da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, recebido com muita honra e galhardia pela Diretoria da OAB local, muito alegrou a todos os presentes: a oficialização da nomeação do Dr. Orlando de Pilla Filho, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de Rio Claro, como Coordenador Regional de Direitos Humanos.

 

O Dr. Orlando de Pilla Filho, que presidiu a Comissão de Direitos Humanos em diversas gestões dos ilustres presidentes Dr. William Nagib Filho, Dra. Rosa Luzia Catuzzo e Dr. Mozart Gramiscelli Ferreira, se destacou por sua brilhante atuação na área de Direitos Humanos, assim como pelo excelente trabalho “Roteiro Procedimental de Direitos Humanos”, que vem sendo adotado por Comissões de Direitos Humanos das Subsecções da OAB, como Piracicaba, entre muitas outras cidades do Pais.

 

Dessa forma, com essas simples linhas que, em absoluto, não conseguem expressar meus mais profundos sentimentos de admiração, respeito e amor por esse que foi um irmão para mim, e com o meu mais profundo respeito e pesar a sua amada esposa EDY, me despeço de você meu querido amigo.
Nesse momento, você está próximo do Grande Arquiteto do Universo, e no Infinito, entre as Estrelas e Galáxias que estão te dando a Glória e a Eternidade. Adeus Pilla.

 

Jenyberto Pizzotti
Algumas informações sobre o Dr. Orlando de Pilla Filho:

 

ADVOGADO

  • Formou-se em Direito – Ciências Jurídicas e Sociais – pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC em Campinas, São Paulo, Brasil no ano de 1985.
  • Presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da 4ª Subseção de São Paulo triênios 2007-2009, 2010-2012 e 2013-2015.
  • Foi Presidente da Associação dos Advogados da Comarca de Rio Claro, São Paulo.
  • Presidente da Subcomissão de Justiça e de Legislação do Conselho Comunitário.
  • Conciliador junto ao Juizado Informal de Conciliação no Fórum da Comarca.
  • Membro da Assistência Judiciária da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da 4ª Subseção de São Paulo de 1.991 até final gestão.
  • Membro da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da 4ª Subseção de São Paulo de 1.998 até final gestão.
  • Membro da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da 4ª Subseção de São Paulo de 2.004 até final gestão.
  • Membro Titular da Comissão de Direitos Humanos (CDH) junto ao Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de 2.004, até final gestão.

 

AUTOR / OBRAS E PROJETOS

  • Autor de livros e matérias jurídicas publicadas nas áreas do Direito Tributário, Direito Constitucional e Direitos Humanos.
  • Obra: Embargos À Execução Fiscal – Led – Editora de Direito – Leme, São Paulo, Brasil, ed. 1.998.
  • Obra: Prática Forense Tributária – 02 Volumes – Aga Juris Editora – Campinas, São Paulo, Brasil, ed. 1.999.
  • Obras Inéditas: em Direito Tributário, Direito Processual Civil, Direitos Humanos e Direito Constitucional.
  • Obras e Projetos:
  • Roteiro Procedimental de Direitos Humanos
  • Conhecendo e Exercendo Direitos Humanos
  • Cartilha de Direitos Humanos
  • Núcleos de Apoio, Proteção e Promoção dos Direitos Humanos – com a criação do Núcleo de Apoio e Proteção às Pessoas (NAPES) – , Núcleo de Apoio e Proteção às Entidades Civis (NAPEC) e Núcleo de Apoio e Proteção ao Advogado ( NAPAD).
  • Todas as obras e projetos aprovados e implantados pela OAB/SP da 4º Subseção de Rio Claro, Estado de São Paulo, Brasil e devidamente registrados junto a Biblioteca Nacional.
  • Criador da Coluna Temas & Debates, junto ao Jornal da Região e Jornal Regional, com mais de setenta matérias jurídicas periódicas (semanárias) publicadas.
  • Autor do Projeto nº 01 de Maio de 2.008 de Direitos Humano, objeto do Termo de Parceria entre a Prefeitura Municipal de Rio Claro, PROCON e OAB, firmado e adotado em 12 de março de 2.009.

 

CAMPANHAS SOCIAIS

  • Comissão de Direitos Humanos da OAB participa da reabertura do Banco de Sangue

As denúncias na Saúde Pública e retorno do Banco de Sangue levaram a Comissão de Direitos Humanos da OAB local a efetuar diligências e exigir dos entes públicos medidas de imediata concreção.

O Presidente da Comissão de Direitos Humanos assim recomendou e a OAB autorizou, apoiando os expedientes, todos constatados pela CDH/OAB, Imprensa, Grupo ‘Mais Vida’ e MP, divulgados pela mídia.

Após a atuação inicial de março/12 da CDH/OAB, os responsáveis pelas Instituições públicas e políticas domésticas, em trabalho conjunto, reinauguraram o Banco de Sangue no dia 21 de junho de 2013.

  • Campanha de Doação de Sangue e Medula Óssea

A Comissão de Direitos Humanos, pela terceira vez, em apoio ao Grupo “Mais Vida”, e em parceria com o Hospital do Câncer Amaral Carvalho de Jaú, São Paulo, apoiou e incentivou campanha para que advogados e estagiários, para Doarem Sangue e Medula Óssea.

 

MOÇÕES E MENÇÕES

  • Moção de Aplausos Concedida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), 4ª Subseção de São Paulo, Brasil, em 26 de julho de 2012, como notório reconhecimento pela brilhante atuação da Comissão de Direitos Humanos em prol da cidadania, motivo de orgulho de toda a Classe.
  • Moção de Aplausos Concedida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), 4ª Subseção de São Paulo, Brasil, em 23 de novembro de 2012, pelos relevantes serviços prestados à Ordem dos Advogados do Brasil, notadamente a 4ª Subseção de Rio Claro, São Paulo, Brasil na qualidade de Presidente da Comissão de Direitos Humanos, motivo de orgulho de toda a Classe e que dignifica a advocacia rioclarense.
  • Menção de Reconhecimento concedida pelo Proteção ao Consumidor (PROCON) em 15 de março de 2013, pela concreção de expedientes de interesse público afetos aos consumidores, sujeitos titulares de direitos humanos, na qualidade de Presidente da Comissão de Direitos Humanos.
  • Moção de Aplausos conferida pela Câmara Municipal de Rio Claro/SP, em 31 de outubro de 2013, pela brilhante atuação na realização do 1º Desfile Beneficente de Rio Claro: Sustentabilidade e Economia Solidária.

 

CONVITE

A CÂMARA MUNICIPAL DE RIO CLARO-SP, tem a honra de convidar Vossa Senhoria e família para a SESSÃO SOLENE que será realizada no dia 27 de junho de 2017, terça-feira, às 20:00 horas, na Sala de Sessões desta Edilidade, oportunidade em que será outorgada a “MEDALHA POST MORTEM”, aos familiares de “Orlando de Pilla Filho”, conforme Decreto Legislativo n° 527/2017, aprovado pelos Vereadores. 

 

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No ano passado, 408 pessoas foram atendidas pelos nomes sociais durante as provas.

 

Traravestis, transexuais e qualquer outro candidato que fará o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e deseja ser atendido pelo nome social deve fazer a solicitação pelo site http://enem.inep.gov.br/participante, a partir das 10h desta segunda-feira (29). O prazo vai até as 23h59 do dia 4 de junho.

 

Segundo o edital, o participante deve encaminhar documentos que comprovem a condição que motiva a solicitação de atendimento pelo nome social como fotografia atual e cópia de documento de identificação.

 

Os candidatos que tiverem o pedido negado serão avisados por e-mail e terão três dias para o envio de um novo documento comprobatório. Caso o documento enviado não seja aceito, o participante fará o exame conforme nome civil.

 

Aumento de 46% em 2016

 

 

No ano passado, 408 pessoas foram atendidas por seus nomes sociais durante o Enem. O número representa um aumento de 46% em relação ao ano anterior, quando havia 278 candidatos nestas condições.

 

Em 2016, ao todo, o Ministério da Educação recebeu 842 solicitações. Destas, 434 foram reprovadas porque os interessados não encaminharam a documentação, conforme exigia o edital do exame.

 

A possibilidade de uso do nome social ocorreu pela primeira vez em 2014, quando foram feitos 102 pedidos.

 

Fonte: G1


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Estão abertas as inscrições para o concurso com 590 vagas de escrevente técnico do Tribunal de Justiça de São Paulo, com cargos disponíveis em 18 circunscrições judiciárias na Grande São Paulo e no interior.

 

Os interessados poderão se cadastrar até 17 de maio, pelo site da Fundação Vunesp, responsável pela seleção. O endereço é o www.vunesp.com.br. A taxa é de R$ 68,00.

 

As oportunidades na Grande São Paulo são para a região administrativa da capital, com 400 vagas para São Paulo e 60 para as circunscrições judiciárias com sedes em Guarulhos, Itapecerica da Serra, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André e São Bernardo do Campo.

 

No interior, as 130 opções de vagas são para circunscrições com sedes em Campinas, Americana, Amparo, Bragança Paulista, Jundiaí, Limeira, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Rio Claro e São João da Boa Vista.

 

O salário oferecido para escrevente é de 4.473,16, mais auxílios para alimentação, saúde e transporte. A escolaridade exigida para participação é o ensino médio completo.

 

A aplicação das provas está prevista para 2 de julho, um domingo.

 

Mais informações:

Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)

Site – www.vunesp.com.br


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Cadastro para o exame deve ser feito exclusivamente pela internet até 19 de maio

 

Começam nesta segunda-feira (8), a partir das 10h, as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do Enem. O prazo de inscrição termina às 23h59 do dia 19 de maio. A taxa do exame este ano é R$ 82. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.
 

Na hora da inscrição, os candidatos devem informar telefones fixo ou celular, além de e-mails, para que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) possa entrar em contato com o participante. Os dados devem estar atualizados.

 
O estudante também terá que criar uma senha de, no mínimo, seis e, no máximo, dez caracteres. Essa senha deve ser guardada, pois o candidato precisará dela até o ano que vem seja para conferir o resultado do exame ou para participar de processos seletivos que utilizam as notas das provas, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni).

 

Informações

 

A inscrição começa com o fornecimento do CPF e da data de nascimento. O Inep cruzará as informações com o banco de dados da Receita Federal. O nome do participante, o nome da mãe e a data de nascimento serão preenchidos automaticamente e não podem ser alterados.

 

Segundo o Inep, caso as informações estejam incorretas no processo de inscrição, embora corretas na base da Receita Federal, o participante deve sinalizar o fato em um campo próprio e prosseguir com a inscrição. Se o participante souber que seus dados estão errados, inclusive na Receita Federal, deve procurar a Receita, solicitar a correção e também sinalizar o fato no campo próprio.

 

É também na inscrição que os candidatos escolhem a opção de língua estrangeira, inglês ou espanhol. Eles devem indicar a cidade onde querem fazer o exame, que não precisa ser o local onde o participante reside.

 
Os candidatos poderão ainda solicitar atendimento especializado ou específico. Atualmente, o Inep disponibiliza guia-intérprete, tradutor-intérprete de Libras, leitura labial, prova ampliada, prova em braile, prova super ampliada, auxílio para leitura, auxílio para transcrição, entre outros mecanismos para promover a acessibilidade.
 
Nesta edição, um novo recurso vai auxiliar participantes com surdez e deficiência auditiva: a prova em vídeo Libras, oferecida em caráter experimental. Participantes com surdez e deficiência auditiva poderão selecionar apenas um tipo de recurso.

 

Os participantes transexuais e travestis devem fazer a inscrição com o nome civil. Só depois, entre 29 de maio e 4 de junho, poderão solicitar, pela Página do Participante, o uso do nome social.

 

Quando for finalizado o processo de preenchimento dos dados, será gerado um número de inscrição em uma página, com o resumo das informações fornecidas. Nessa seção também é indicada a situação da inscrição. Os candidatos devem conferir os dados. Até o término das inscrições, é possível atualizar dados de contato, mudar o município escolhido para a realização das provas e a opção de língua estrangeira, além de solicitar atendimento especializado e/ou específico. Terminado o prazo de inscrição não é possível fazer qualquer alteração.

 

Isenções

 

Três grupos terão direito à isenção do pagamento da taxa de R$ 82. Para os concluintes do ensino médio no ano letivo de 2017, matriculados na rede pública de ensino, a isenção é automática. Os membros de família de baixa renda que declarem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, de acordo com o Decreto 6.135/2007, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), têm direito à isenção. Outro grupo beneficiado é o de membros de família com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio (R$ 1.405,50) e que cursaram todo o ensino médio na rede pública de ensino ou como bolsista integral em escola da rede privada, seguindo a Lei 12.799/2013.

 

A isenção deve ser solicitada na inscrição, por meio de Declaração de Carência Socioeconômica. Nesse momento, o próprio sistema vai cruzar os dados inseridos pelo participante, de renda e de escolaridade, entre outros. Se a solicitação não for aceita, o sistema vai gerar, automaticamente, a Guia de Recolhimento da União (GRU). “Os participantes que tentarem burlar os critérios de isenção, que oferecerem informações falsas, poderão ser eliminados a qualquer momento do Enem, inclusive quando estiverem participando de processos seletivos para o ensino superior”, diz Eunice.

 
O prazo para o pagamento da taxa de inscrição vai até 24 de maio, respeitando os horários de compensação bancária. O participante isento da taxa no Enem 2016 e que não compareceu à prova só terá direito à isenção no Enem 2017 se justificar o motivo da ausência no sistema de inscrição.

 

Enem

 

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para obter financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

 

No primeiro domingo, dia 5 de novembro, os estudantes farão provas de ciências humanas, linguagens e redação. No segundo, no dia 12, as provas serão de matemática e ciências da natureza.

 

Caso haja algum problema na hora de inscrição, os candidatos podem acionar o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

 

Fonte: A Tribuna

Foto: Agência Brasil


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Todos devem se lembrar dos protestos ocorridos em 2013. Capitaneados pela direita e pela mídia, especialmente a TV globo, as imensas manifestações populares se constituíram no início do processo golpista. Na ocasião se forjou toda uma narrativa para justificar a trama com vistas a deslegitimar o governo e o Partido dos Trabalhadores e para se iniciar o enredo que culminou num golpe sem canhões. Uma ruptura democrática que levou ao poder um governo sem votos e cujo programa é exatamente o oposto daquele que venceu nas eleições de 2014.

 

Nas democracias, mesmo as de baixíssima intensidade como a brasileira, as massas populares nas ruas têm um poder descomunal. Quando menciono as massas, não estou tratando de manifestações organizadas por setores de direita e de esquerda. Essas foram abundantes (e importantes) nos dois últimos anos, mas se limitam às disputas entre esses dois segmentos. Quero me referir aos eventos públicos que envolvem vários segmentos sociais, políticos e econômicos que se congregam na luta por pautas comuns, ou contra um determinado regime ou governo.

 

É por isso que a greve anunciada para o próximo dia 28 de abril é tão importante. Ao que tudo indica e até que enfim, parece que há uma união de diversos segmentos da sociedade (sindicatos, partidos, movimentos sociais e eclesiais) a se levantarem contra o bando que tomou o poder e produz o maior assalto às riquezas e aos direitos dos brasileiros.

 

A greve do dia 28 tem potencial para iniciar uma reversão do golpe. Se, realmente, os trabalhadores dos setores estratégicos da economia cruzarem os braços e a população tomar as ruas poderemos, pela primeira vez, vislumbrar uma reação popular ao golpe. O que não ocorreu até agora.

 

É preciso que as lideranças sociais, políticas e sindicais de vanguarda deixem por algum tempo as picuinhas que as dividem e somem esforços no sentido de fazer do dia 28 de abril o primeiro de uma série de imensas paralisações sequenciais no país. E que não haja uma desmobilização quando algumas migalhas forem oferecidas (pelo bando no poder) em troca do avanço das medidas legislativas que rasgam a Constituição Federal de 1988.

 

Como todos percebem, a coalizão perversa que rouba os nossos direitos e soberania tem presa para executar o trabalho sujo encomendado pelos rentistas. Querem liquidar a fatura do golpe o mais rápido possível, alterando a Constituição, eliminando a justiça do trabalho, eliminando direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, reduzindo drasticamente a capacidade interventiva do Estado em benefício do rentismo local e internacional, além de entregar o país numa condição colonial aos usurpadores do Norte.

 

Como nenhuma instituição da república, lamentavelmente, tem as mãos limpas para liderar processos de enfrentamento da coalizão golpista, somente as grandes massas populares nas ruas poderão sinalizar ao bando no poder que o povo não aceitará a agenda neoliberal que está em curso.

 

É preciso aproveitar desse evento para o início de uma grande concertação nacional, respaldada pela população, para a superação do golpe. Essa concertação deve ter como fulcro não necessariamente um candidato ou partido, mas uma agenda que priorize eleições diretas e a convocação de uma nova constituinte para reformar os sistemas político, de justiça, de mídia e de tributação, entre outros.

 

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Fonte: Brasil 247


senac

Evento conta com feira de troca de livros, palestra, musical, teatro de cordel, contação de história e sessão de cinema; todas as atividades são gratuitas

 

O Senac Rio Claro realiza, entre 24 e 29 de abril, de segunda a sábado, a Semana Senac de Leitura, com o tema Literatura fantástica e HQs, que tem como objetivo estimular a reflexão sobre a importância da produção escrita e da leitura como elementos formadores de indivíduos críticos. A ação, que é gratuita e aberta ao público de todas as idades, acontece em várias unidades do Senac São Paulo.

 

Em Rio Claro, o evento tem início com a palestra da escritora Mara Sampaio, autora do livro Descubra com Alice seu País das Maravilhas, da Editora Senac São Paulo. Por meio das aventuras da personagem criada por Lewis Carroll, a autora aborda formas de desenvolver uma atitude empreendedora, o que é essencial para o crescimento profissional, seja como funcionário de uma empresa, seja à frente do próprio negócio. O encontro literário acontece na segunda-feira, 24 de abril.

 

No dia 25, será realizado o teatro de cordel Amores Breves de Metrô. Utilizando a poesia nordestina, a atividade faz uma reflexão sobre as jornadas da vida, o amor e a literatura, simbolizados pelas viagens e estações urbanas (ônibus, trens, metrôs). No dia 26, o público poderá conferir uma apresentação musical com os alunos do Programa Educação para o Trabalho.

 

Já no dia 27, é a vez do espetáculo de contação de história Malas Portam Histórias, da Cia Malas Portam. Motivados pelo contador, o publico é convidado a viajar por uma história cheia de surpresas, com contos, trava-línguas, parlendas e cantigas populares. Na sexta-feira, dia 28, haverá a sessão de cinema com o filme Alice Através do Espelho, que fala do retorno de Alice ao país das maravilhas.

 

Durante toda a semana, inclusive no sábado, será realizada a tradicional Feira de Troca de Livros. Promovida pelo Senac há mais de dez anos, a ação permite a troca de exemplares com o intuito de aproximar o público da biblioteca e estimular o acesso aos livros. A troca pode ser feita entre livros ou gibis e são aceitas obras da literatura estrangeira, nacional, infantil e infanto-juvenil.

 

É importante frisar que não são recebidos exemplares muito antigos, bem como materiais didáticos, livros de cunho político/partidário e religioso, dicionários, lista de endereços e telefones, teses e dissertações, enciclopédias, pornográficos e sobre sexologia, código civil e legislação, e livros de informática.

 

“Nosso objetivo é incentivar a leitura por meio de uma programação variada e inteiramente gratuita. Ações práticas como o encontro literário, que traz um bate-papo com a escritora Mara Sampaio, é uma forma de despertar o desejo de ler e escrever”, afirma Alexandre Martinez, gerente do Senac Rio Claro.

 

Para conferir a programação completa, acesse o Portal Senac: www.sp.senac.br/rioclaro.

 

Serviço:

Semana Senac de Leitura

Programação gratuita

 

Feira de Troca de Livros

Data: 24 a 29 de abril de 2017

Horário: de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas, e no sábado, das 8 às 16 horas

 

Palestra Descubra com Alice seu País das Maravilhas

Data: 24 de abril de 2017

Horário: das 15 às 16 horas

 

Teatro de cordel Amores Breves de Metrô

Data: 25 de abril de 2017

Horário: das 15 às 16 horas

 

Apresentação Musical: Programa Educação Para o Trabalho

Data: 26 de abril de 2017

Horário: das 15 horas às 15h30

 

Contação de história Malas Portam Histórias

Data: 27 de abril de 2017

Horário: das 15h30 às 16h30

 

Sessão de Cinema Alice Através do Espelho

Data: 28 de abril de 2017

Horário: 15h30

 

Local: Senac Rio Claro

Endereço: Avenida Dois, 720 – Centro

Informações: (19) 2112-3400 / www.sp.senac.br/rioclaro

 

Abril/2017


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Falta de recursos e de capacidade administrativa coloca em risco o avanço de experiências educacionais bem sucedidas

 

Depois do sucesso da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – criada em 2005 pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e que no ano passado contou com 17 milhões de competidores e um número recorde de escolas inscritas –, outras competições semelhantes estão sendo criadas por fundações, centros de pesquisa e universidades públicas com o objetivo de mostrar o lado prático do que é ensinado em sala de aula, incentivar a curiosidade das novas gerações pelo conteúdo das ciências exatas e biomédica, identificar talentos e atrair os melhores alunos para as carreiras de cientista e pesquisador.

 

O formato desses eventos encoraja a competição saudável, que motiva os estudantes, melhorando seu desempenho. Também motiva os professores a ensinar suas disciplinas de modo mais criativo. A Olimpíada de Matemática de 2016 concedeu 500 medalhas de ouro, 1,5 mil medalhas de prata, 4,5 mil medalhas de bronze e 46,2 mil menções honrosas, além de premiar os professores e as escolas que mais se destacaram pelo desempenho de seus alunos.

 

Atualmente, os alunos do ensino médio já podem participar de olimpíadas de conhecimento nas áreas de informática, biologia, neurociências, astronomia, saúde, meio ambiente e agropecuária. Em algumas delas, o conteúdo das provas vai muito além do que está contemplado no currículo básico das escolas. Existem, também, competições para alunos das séries iniciais do ensino fundamental, na faixa etária de 11 a 12 anos, o que os estimula a participar de programas de iniciação científica à medida que vão mudando de série.

 

Nos eventos organizados para alunos do ensino médio, os primeiros colocados costumam receber ajuda financeira e logística para participar de olimpíadas internacionais. Na maioria das vezes, os vencedores das competições realizadas no Brasil também conseguem obter com facilidade, quando concluem o ensino superior, vagas nos programas de mestrado das universidades federais e em cursos de doutorado em prestigiadas universidades americanas e europeias.

 

Diante da multiplicação dessas competições, dirigentes escolares e professores universitários propuseram ao governo federal sua conversão num projeto educacional de grande alcance em áreas técnicas nas quais o Brasil é carente de pesquisadores e cientistas. Contudo, faltam recursos e capacidade administrativa para que essa proposta seja posta em prática. Por causa dos bilhões de reais desperdiçados com programas mal formulados – um bom exemplo disso é o Ciência sem Fronteiras – e da queda da arrecadação provocada pela grave crise econômica em que o País está mergulhado, nem o Ministério da Educação nem os órgãos de fomento à pesquisa e qualificação – como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) – dispõem de recursos suficientes para custear as olimpíadas de conhecimento.

 

Há quatro anos, os estudantes selecionados para participar da Olimpíada Ibero-Americana de Biologia, realizada em Portugal, não receberam, nas condições previstas, o dinheiro prometido para passagem e estadia. Entre 2015 e 2016, as verbas do CNPq para patrocínio dessas competições caíram de R$ 4 milhões para R$ 2,5 milhões. A situação continua difícil porque, para este ano, a estimativa é de que não ultrapassem R$ 1,25 milhão. No caso específico da Olimpíada de Matemática, até recentemente os estudantes de ensino médio que obtiveram os primeiros lugares na competição de 2016 não tinham recebido o prêmio que ganharam – um dia de aula por mês com docentes de universidades federais – por falta de verba pública para transporte.

 

Problemas como esses estão pondo em risco experiências educacionais que deram certo e frustram estudantes de escolas públicas que se esforçaram para aprender mais.

 

Fonte: Estadão Opinião

Foto: Senai


enem

Inscrições começam em 8 de maio às 10h. Exame será aplicado em dois domingos: 5 e 12 de novembro; taxa de inscrição subiu de R$ 68 para R$ 82.

 

O Exame Nacional do Ensino Médio  vai ficar mais caro para quem não conseguir isenção. Em 2017, a taxa para se inscrever nas provas subiu de R$ 68 para R$ 82. O novo valor, que representa um aumento de 20,5%, consta no edital publicado nesta segunda-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU). Além disso, o texto confirma as mudanças no Enem já divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 

Destaques do Enem 2017

 

  • Prazo de inscrição começa em 8 de maio e vai até 23h59 de 19 de maio.
  • Taxa de inscrição subiu de R$ 68 para R$ 82
  • Boleto precisa ser pago até 24 de maio
  • Provas serão em dois domingos: 5 de novembro (linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova) e 12 de novembro (matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia de prova)
  • Cadernos de prova serão personalizados, com nome do participante na capa e cartão de respostas
  • Participante ainda terá que preencher a “frase da capa” do caderno de questões
  • Isenção: Estudante da rede pública (no terceiro ano do ensino médio), pessoas cadastradas no CadÚnico e candidato que se encaixa na Lei 12.799/2013 (clique aqui para saber mais).
  • Isentos que não comparecem perdem direito ao benefício no ano seguinte se a ausência não for justificada por meio de atestado médico, documento oficial judicial ou, ainda, por meio de boletim de ocorrência
  • Enem não valerá como certificado do ensino médio
  • Solicitação de tempo adicional para atendimento especial deve ser solicitada na inscrição

 

O Inep afirma que o aumento da tarifa da inscrição se deu para atualizar os valores conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) praticado em 2016 e para arcar com os custos operacionais e as melhorias implementadas no certame.

 

Segundo o Inep, entre 2000 e 2014, a taxa manteve-se em R$ 35. De acordo com a instituição, os preços cobrados em 2015 (R$ 63) e 2016 (R$ 68) foram inferiores aos apurados pelo IPCA no período. O valor representa uma alta de 20%.

 

“Esse valor ainda não é o suficiente para cobrir todas as despesas do Enem”, disse a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Durante reunião técnica na sexta-feira (7) para apresentar o edital à imprensa, Maria Inês informou que o custo por participante é de R$ 91,49. Por causa desse valor e das isenções, o governo precisa arcar com cerca de um terço do valor do exame.

 

Como o Enem não poderá ser mais usado como certificado do ensino médio, o Inep calcula que o número de inscritos cairá para cerca de 7,5 milhões. Em 2016, a prova teve 8,6 milhões de inscrições.

 

As inscrições para o Enem 2017 ficarão abertas a partir de 8 maio às 10h. Os interessados poderão se cadastrar até 19 de maio de 2017, às 23h59 (horário de Brasília).

 

Confira as principais informações sobre o Enem 2017, que começa a receber inscrições no dia 8 de maio (Foto: Editoria de Arte/G1)

 

Confira as principais informações sobre o Enem 2017, que começa a receber inscrições no dia 8 de maio (Foto: Editoria de Arte/G1)

 

Isenção

 

Estudantes de escolas públicas concluintes do ensino médio em 2017 continuarão a ter o direito da isenção da taxa de inscrição, assim como os candidatos com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e aqueles que cursaram o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral de escola privada.

 

A novidade do Enem 2017 é que passam a ser isentos também as pessoas que tiverem cadastro no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), que reúne famílias em situação de pobreza e pobreza extrema. Para comprovar o dado, o candidato deverá informar, no ato da inscrição, o NIS (número de identificação social) – o sistema permitirá a busca automática.

 

O Inep afirma que poderá consultar o órgão gestor do CadÚnico para verificar as informações prestadas pelos concorrentes. Se for constatado algum dado falso, o participante será eliminado do exame e deverá ressarcir ao governo os custos com a taxa de inscrição. Além disso, o estudante que tiver a solicitação de carência indeferida terá que pagar o valor do boleto para ter a inscrição confirmada.

 

Provas aos domingos

 

Após consulta pública sobre o exame, que ocorreu entre 18 de janeiro e 17 de fevereiro, dos mais de 600 mil participantes, 63,70% votaram que o Enem deveria ocorrer em dois dias.

 

Aqueles que participaram da pesquisa também tiveram de responder à seguinte questão: “Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, qual formato deverá ser realizado?”.

 

A maior parte (42,30%) optou que ele ocorresse em dois domingos seguidos.

A consulta pública e a demanda dos candidatos sabatistas – religiosos que só podem estudar ou trabalhar aos sábados após o sol se pôr – motivaram o MEC a implementar a mudança. O exame será realizado em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro.

 

Todos os anos, os sabatistas entravam no local de prova às 13h (horário de Brasília) e ficavam isolados em uma sala até as 19h, quando começavam a fazer o exame. “Era uma coisa desumana”, apontou Maria Inês.

 

Horários das provas

 

Nos dois domingos do exame, em 5 e 12 de novembro, os portões nos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário oficial de Brasília). As provas terão início às 13h30, em todas as unidades da federação.

 

A ida ao banheiro, a partir das 13h, será permitida desde que o participante seja acompanhado pelo fiscal, sob pena de eliminação do exame.

 

Atendimento especializado

 

Os candidatos que precisarem de atendimento especializado na prova, como no caso daqueles que têm alguma deficiência, deverão fazer a solicitação de tempo adicional no ato da inscrição, apresentando um documento que comprove a necessidade do benefício.

 

No Enem 2016, o requerimento era feito nos dias de aplicação do exame – foram 68.907 solicitações na última edição da prova.

 

Os concorrentes surdos poderão participar, neste ano, de uma aplicação experimental de dispositivo em vídeo contendo questões traduzidas em libras. Além desse recurso, continuam sendo oferecidos a esse público prova em braille, prova com letra ampliada e tradutor-intérprete de libras.

 

“Essa era uma demanda antiga. Por anos, ela foi negociada, mas decidimos enfrentar o desafio neste ano”, disse a presidente do Inep, Maria Inês Fini.

 

Redação: 1º dia de prova

 

O MEC não alterou o número de questões ou qualquer item de conteúdo, mas mudou o dia da prova de redação. Antes, ela era cobrada no segundo dia, junto com as 45 questões de matemática e as 45 de linguagens. Na configuração anterior, nesse dia os alunos tinham cinco horas e meia de prazo.

 

Agora, redação, linguagens e ciências humanas serão os temas do primeiro domingo (5/11). Com a alteração, o primeiro dia de provas passa a ter duração de cinco horas e meia de prova. Uma semana depois (12/11) será feita a prova de matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia para realização.

 

Segurança da prova

 

Os participantes do Enem 2017 vão receber cadernos de prova personalizados, com o nome escrito na capa, juntamente com os cartões de resposta encartados, que também levam os dados do candidato. Os quatro cadernos diferentes, identificados por cores, vão ser mantidos.

 

Ausência

 

O candidato que obtiver a isenção da taxa de inscrição e não comparecer à prova perderá o benefício no Enem 2018, caso precise solicitá-lo novamente. No entanto, a exceção ocorrerá apenas se o estudante justificar sua ausência por meio de atestado médico ou documento oficial que comprove a impossibilidade de seu comparecimento. Antes, bastava fazer uma autodeclaração com a justificativa da ausência.

 

Gabaritos

 

Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no site do Inep e no aplicativo oficial do Enem até o terceiro dia útil após a realização da segunda prova.

 

Fim do ‘ranking’ do Enem por escola

 

O MEC decidiu que não haverá mais o resultado do Enem por escola – dado que costuma ser disponibilizado anualmente. A lista é popularmente conhecida como “ranking” do Enem por escolas.

Por meio do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), as instituições públicas e privadas poderão saber suas classificações em relação a outras escolas do país. Conforme explicou a presidente do INEP, Maria Inês Fini, caso um colégio não queira participar dessa avaliação não terá o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

 

Certificação do ensino médio

 

O Inep confirmou que o Enem não poderá mais ser usado como certificação do ensino médio. A partir de 2017, os jovens poderão obter o documento pelo Encceja (Exame Nacional de Certificação De Competências de Jovens e Adultos) – tanto para ensino fundamental quanto para ensino médio.

 

“O Enem não foi feito para certificação. Temos um exame muito mais preparado para isso: o Encceja”, explicou a presidente do Inep.

 

Fonte: G1


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Versão final da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi entregue pelo ministro da Educação nesta quinta (6)

 

O ministro da Educação, Mendonça Filho, entregou, nesta quinta-feira (6), a proposta de Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Na versão final da proposta, o processo de alfabetização, que atualmente é feito até o 3º ano do ensino fundamental, deverá ser antecipado para o 2º ano do ensino fundamental, quando as crianças geralmente têm 7 anos.

 

A definição antecipa o que está previsto em lei. O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece que todas as crianças sejam alfabetizadas até o 3º ano do ensino fundamental, até 2024. Um total de 77,8% das crianças, até 2014, tinha aprendizado adequado em leitura dentro desse prazo; 65,5%, em escrita; e, 42,9%, em matemática.

 

“[A antecipação] gera mais equidade, principalmente para famílias mais pobres. Famílias de classe média conseguem ter a criança alfabetizada em idade inferior à média das escolas públicas. A medida fixada na BNCC está assegurando o mesmo direito para as crianças que estudam em escolas públicas“, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho.

 

Mais mudanças

 

Exercitar a empatia, o diálogo, a cooperação e o respeito deverá fazer parte do cotidiano das escolas. Além disso, os estudantes deverão acolher e valorizar a diversidade. Essas são algumas competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

 

O texto define, ainda, dez competências gerais, que deverão ser desenvolvidas em todas as disciplinas ao longo da vida escolar do estudante. Entre essas competências, está a necessidade das escolas serem capazes de fazer os estudantes se conhecerem, apreciar-se e cuidar da sua saúde física e mental, reconhecendo suas emoções e as dos outros. O objetivo é atingir a chamada formação humana integral.

 

Ainda na nova proposta, o ensino religioso não fará mais parte do currículo. O MEC alega respeitar a lei que determina que a disciplina seja optativa e sua regulamentação ser de competência de estados e municípios.

 

O conteúdo de história passa a ser organizado segundo a cronologia dos fatos, e o inglês passa a ser o idioma obrigatório. Numa versão anterior do BNCC, as redes de ensino escolhiam a língua estrangeira que seria ministrada.

 

As escolas não trabalharão o conceito de gênero. De acordo com o Ministério da Educação, o texto defende a pluralidade inclusive do ponto de vista do gênero, de raça, de sexo.

 

Prazo para implementação

 

As escolas terão dois anos para a implementação dos currículos. Estados, municípios e o Distrito Federal manterão sua autonomia, o que significa que poderão acrescentar conteúdos e competências.

 

A previsão é de que o Conselho Nacional conclua a avaliação do documento até o segundo semestre deste ano. Uma vez aprovada, a BNCC será homologada pelo Ministério da Educação e terá suas diretrizes gerais seguidas por todas as escolas.

 

O ministro garantiu apoio a estados e professores para a implementação das novas diretrizes. “O MEC assegurará todo o apoio técnico, do ponto de vista de suporte, para que os estados e municípios possam avançar na definição dos currículos, que obedecerão justamente às normas e diretrizes gerais consagradas na BNCC”, disse. “O apoio à formação de professores também está garantido.”

 

Base Nacional Curricular

 

A Base Nacional Comum Curricular estabelece conteúdos e competências que todo estudante deve saber e ser capaz de fazer na educação básica e será referência obrigatória na elaboração dos currículos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil.

 

O documento apresentado trata exclusivamente da educação infantil (creche e pré-escola) e do ensino fundamental (1º ao 9º ano). Segundo o ministro, a Base referente ao ensino médio será entregue até o final de 2017, já adaptada às diretrizes do Novo Ensino Médio.

 

Além de dar visibilidade a conteúdos essenciais, a Base determina o que os alunos devem saber a cada ano de escolarização. Desse modo, ajudará professores e escolas a organizarem a progressão das aprendizagens em todo o território nacional.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação e da Agência Brasil


unesp

Estarão abertas até sexta-feira (7/4) as inscrições para o pedido de isenção ou redução de 50% da taxa do Vestibular Meio de Ano 2017 da Universidade Estadual Paulista, a Unesp.

 

Para pedir isenção, o candidato deverá imprimir, até sexta (7/4), o requerimento de solicitação, disponível na página da Fundação Vunesp, no endereço www.vunesp.com.br.

 

Podem pedir isenção vestibulandos com renda familiar mensal igual ou inferior a R$ 1.405,50 por pessoa, o equivalente a um salário mínimo e meio. É necessário que cada solicitante preencha seus dados e envie, junto com os documentos comprobatórios pedidos em edital, o requerimento por Sedex ou outra modalidade de correspondência com aviso de recebimento, até o dia 10 de abril.

 

O resultado dos pedidos de isenção será divulgado em 26 de abril, no site da Vunesp e na página vestibular.unesp.br. Os pedidos deferidos significarão a efetivação da inscrição do solicitante.

 

O pedido de redução de 50% do valor da taxa destina-se a candidatos matriculados no ensino médio ou em curso pré-vestibular e que recebam remuneração mensal inferior a dois salários mínimos ou estejam desempregados. O prazo é semelhante ao do pedido de isenção, bem como a necessidade de impressão e preenchimento do documento disponível no site da Vunesp, além de seu envio até 10 de abril, por Sedex ou remessa com aviso de recebimento. O resultado dos pedidos de redução será publicado em 24 de abril, no site da Vunesp.

 

Os cursos oferecidos pela Unesp neste exame são as Engenharias Agronômica (Ilha Solteira e Registro), Ambiental (Sorocaba), Aeronáutica (São João da Boa Vista), Civil (Ilha Solteira), de Controle e Automação (Sorocaba), de Produção (Bauru), Elétrica (Ilha Solteira) e Mecânica (Ilha Solteira).

 

Os documentos com todas as informações sobre isenção e redução da taxa podem ser vistos nas páginas da Vunesp e da Unesp, esta no endereço vestibular.unesp.br.

 

Sobre a Unesp

 

A Unesp, Universidade Estadual Paulista, é uma universidade pública, gratuita, que está entre as maiores e melhores do país. Está presente em 24 cidades do Estado de São Paulo com 34 faculdades e institutos, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento. Fundada em 1976, a instituição oferece 182 cursos de graduação e 146 programas de pós-graduação. Tem 51.311 alunos (37.770 na graduação, 13.541 na pós stricto sensu), 3.826 professores e 6.782 servidores técnico-administrativos. Possui cerca de 1.900 laboratórios. Oferece cursos pré-vestibulares gratuitos em suas unidades, bem como diversos programas de extensão de serviços à comunidade. Três escolas de ensino técnico são mantidas pela Universidade: o Colégio Técnico Industrial em Bauru, o Colégio Técnico Industrial em Guaratinguetá e o Colégio Técnico Agrícola em Jaboticabal.

 

Mais informações:

Informações sobre todos os cursos da Universidade no Guia de Profissões, em www.unesp.br/guiadeprofissoes

Assista um vídeo sobre a Unesp em www.unesp.br/unespvideos

Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (de segunda a sábado, das 8 às 20 horas)

Sites – http://vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br


rioclaroonline

População sai às ruas de Rio Claro nessa quarta-feira (15) para mostrar o seu descontentamento, houve um consenso sobre o perigo de tal proposta para os setores menos privilegiados pelo governo ilegítimo do presidente Temer.

 

Dentre os segmentos representados, destacamos os Movimentos Sociais e Sindical, os movimentos abrem a resistência contra reformas do governo Temer e defesa de conquistas dos trabalhadores.

 

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Por El País

 

A mobilização contra os planos do Planalto, em especial contra o aumento das exigências para se obter uma aposentadoria no sistema público do país, foi o primeiro grande protesto nacional do ano. A jornada alimenta de combustível uma crise política que, nove meses após o impeachment e em meio ao escândalo da Operação Lava Jato, já se tornou crônica

 

Por Rede Brasil Atual – Dia Nacional de Mobilização

 

As atividades contra a reforma da Previdência proposta pelo presidente Michel Temer, que mobilizam milhares de pessoas em todo o Brasil, foi o eixo principal das mobilizações de 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e é o mote do dia de mobilização e paralisações que acontece em todas as capitais e diversas cidades. O dia também é de protestos contra a reforma trabalhista e a liberação irrestrita da terceirização em todos os níveis das empresas.

 

Diversos sindicatos também realizarão assembleias e atos. A maior mobilização prevista será a dos professores e funcionários da educação que, segundo a CNTE, deve contar com a participação de milhões de trabalhadores em todo o Brasil.


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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação(CNTE) aprovou greve dos educadores a partir desta quarta-feira (15) nos estados e municípios de todo o país. A mobilização da Confederação e das entidades filiadas conta como principais reivindicações a não aprovação da reforma previdenciária e trabalhista.

 

“É um dia de luta contra a reforma da previdência, que, no caso dos professores, atinge brutalmente, porque perdemos direitos que foram conquistados depois de muita luta. Com a reforma, para um professor se aposentar integralmente, ele tem que começar a trabalhar aos 16 anos de idade”, afirma a coordenadora geral do Sepe-RJ, Marta Moraes.

 

A medida pretende acabar com a aposentadoria especial do magistério tanto para os novos concursados como para quem tem menos de 45 anos, no caso de professoras, e menos de 50 anos, no caso de professores.

 

A CNTE alega que a reforma traz ainda outros prejuízos como o aumento da idade mínima para aposentadoria, que será de 65 anos para homens e mulheres, além da exigência de 49 anos de contribuição para ambos.

 

A adesão extrapola a área da educação, e já tem adeptos da justiça, da polícia civil e de servidores da saúde do estado do Rio de Janeiro. O Sindicato dos Professores do Município do Rio e Região (Sinpro-Rio) também aderiu a paralisação, incluindo escolas particulares.

 

“Quando outras categorias aderem é o indício de uma greve geral. Todos estão vendo a gravidade desse momento. Não existe déficit na previdência, a gente vem afirmando isso há muito tempo”, disse Marta.

 

Para esta quarta-feira (15) está marcado um ato em frente a Igreja Candelária, no Centro do Rio, às 16h. Redes como São Gonçalo, Valença, e outras do interior, também já aderiram à greve e participarão do ato público na Candelária.

 

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Fonte: Jornal do Brasil


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Exame deixará de ser aplicado aos sábados. MEC ampliou possibilidade de isenção de taxa, vai personalizar cadernos e eliminar ‘ranking’ de escolas.

 

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 será realizado em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro. No ano passado, a prova foi aplicada em um fim de semana (sábado e domingo, 5 e 6 de novembro). A modificação integra uma lista de novidades divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) na manhã desta quinta-feira (9).

 

As demais mudanças foram:

 

Primeiro domingo terá linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova; no segundo, matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia de prova.
Cadernos de prova serão personalizados, com nome e número de inscrição na capa e cartão de respostas
Passam a ser isentos da taxa de inscrição também aqueles que tiverem cadastro no CadÚnico (que reúne famílias de baixa renda).
Não serão divulgados dados do Enem por escola.
Isentos do pagamento da inscrição que não comparecem perdem direito ao benefício no ano seguinte se a ausência não for justificada.
Enem não valerá como certificado do ensino médio.
Solicitação de tempo adicional para atendimento especial deve ser solicitada na inscrição.
MEC diz que estudantes recusaram, em consulta pública, possibilidade de fazer a prova no computador.
Ministério da Educação apresenta mudanças no Enem para 2017.

 

A decisão de alterar o esquema de datas do Enem foi tomada após a realização da consulta pública sobre o exame, entre os dias 18 de janeiro e 17 de fevereiro. Dos mais de 600 mil participantes, 63,70% votaram que o Enem deveria ocorrer em dois dias e 36,30% opinaram que deveria ser aplicado em um dia só.
Em seguida, aqueles que participaram da consulta pública tiveram de responder à seguinte questão: “Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, qual formato deverá ser realizado?”.

 

A maior parte (42,30%) optou que ele ocorresse em dois domingos seguidos – por isso, o MEC implementou a mudança.

 

Em segundo lugar, ficou a opção de um domingo e uma segunda-feira (que se tornaria feriado escolar), votada por 34,10% dos participantes. Por último, restou a alternativa de manter-se o esquema até então vigente, de sábado e domingo, com 23,60% dos votos.

 

 

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Sabatistas

 

Uma das consequências da realização do exame somente aos domingos é atender uma antiga reclamação dos candidatos sabatistas – por causa da religião, eles só podem estudar ou trabalhar aos sábados após o sol se pôr.

 

Consequentemente, todos os anos, eles entram no local de prova às 13h (horário de Brasília) e ficam isolados em uma sala até as 19h, quando começam o exame. No Acre, por exemplo, por causa do fuso horário, o tempo de espera é de 9 horas.

 

De acordo com o Inep, isso faz com que cada candidato sabatista custe para o governo R$ 16,39 a mais do que os demais participantes, devido às despesas extras trazidas pela aplicação do exame à noite no sábado. No Enem 2016, os 76 mil sabatistas que fizeram a prova acarretaram um gasto de aproximadamente R$ 646 mil.

 

Ordem das provas em cada dia

 

Redação, linguagens e ciências humanas serão os temas do primeiro dia, com duração de cinco horas e meia de prova. Uma semana depois será feita a prova de matemáticas e ciências da natureza, com quatro horas e meia para realização.

 

A diagramação das provas também será alterada, buscando uma apresentação “mais amigável”, segundo o Inep.

 

Inscrições

 

As inscrições para o Enem 2017 ficarão abertas entre os dias 8 e 19 de maio de 2017. O edital com mais informações sobre o exame será publicado até o dia 10 de abril, segundo o MEC.

 

Isenção da taxa de inscrição

 

De acordo com a pasta, continuarão isentos da taxa de inscrição os concluintes do ensino médio de escolas públicas, os candidatos com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e aqueles que cursaram o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral de escola privada.

 

A novidade do Enem 2017 é que passam a ser isentos também aqueles que tiverem cadastro no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), que reúne famílias em situação de pobreza e pobreza extrema. Para comprovar o dado, o candidato deverá informar, no ato da inscrição, o NIS (número de identificação social) – o sistema permitirá a busca automática.

 

Data do resultado

 

Os resultados do Enem 2017 serão divulgados em 19 de janeiro de 2018. Os candidatos continuarão podendo acessar o resultado por área de conhecimento e o desempenho individual.

 

Fim do ‘ranking’ do Enem por escola

 

O MEC também decidiu que não haverá mais o resultado do Enem por escola – dado que costuma ser disponibilizado anualmente. A lista é popularmente conhecida como “ranking” do Enem por escolas.

 

Sobre a exclusão desse dado, a presidente do INEP Maria Inês Fini afirmou que a mudança é uma reivindicação antiga dos especialistas em educação. “O Enem não avalia escola, avalia o estudante e isso é só um dos muitos indicadores para poder avaliar uma escola”.

 

Ainda sobre o cancelamento do resultado por escola o ministro da Educação, Mendonça Filho afirmou que “o ranking das escolas que é utilizado como propaganda, e não é missão do Estado brasileiro estabelecer esse ranking. Produzia um desserviço e uma desinformação. ”

 

Ausência

 

O candidato que obtiver a isenção da taxa de inscrição e não comparecer à prova perderá o benefício no Enem 2018, caso queira solicitá-lo novamente. A exceção ocorrerá nos casos em que o indivíduo justificar sua ausência por meio de atestado médico ou documento oficial que comprove a impossibilidade de seu comparecimento. Antes, bastava fazer uma autodeclaração com a justificativa da ausência.

 

Estrutura da prova e segurança

 

Os participantes do Enem 2017 receberão cadernos de prova personalizados, com o nome e o número de inscrição escritos na capa, juntamente com os cartões de resposta encartados, que também levam os dados do candidato.

 

Continuam havendo quatro cadernos diferentes, identificados por cores, para manter a segurança do exame.

 

Certificação do ensino médio

 

O MEC já havia informado que o Enem não poderia mais ser usado como certificação do ensino médio. A partir de 2017, os jovens poderão obter o documento pelo Encceja (Exame Nacional de Certificação De Competências de Jovens e Adultos) – tanto para ensino fundamental quanto para ensino médio.

 

Atendimento especializado

 

Aqueles candidatos que precisarem de atendimento especializado na prova, como no caso daqueles que têm alguma deficiência, deverão fazer a solicitação de tempo adicional no ato da inscrição, apresentando um documento que comprove a necessidade do benefício.

 

No Enem 2016, o requerimento era feito nos dias de aplicação do exame – foram 68.907 solicitações na última edição da prova.

 

Reforma do ensino médio

 

É importante esclarecer que as mudanças no Enem 2017 não têm relação com a reforma do ensino médio. O MEC lembra que ainda é preciso concluir a Base Nacional Curricular Comum (BNCC), documento que lista os conteúdos obrigatórios a serem ensinados nas escolas, para que as instituições de ensino tenham tempo de ensinar essas matérias em sala de aula. Só depois é que ocorrerão mudanças no conteúdo do exame.

 

Prova virtual

 

Outra questão levantada pela consulta pública diz respeito à realização da prova por computador. O MEC já havia avisado que, caso a mudança fosse aprovada, não seria implementada antes de 2018. Mas os participantes votaram contra a prova virtual: 70,10% disseram não a ela.

 

Sobre o resultado, o ministro se disse surpreso e afirmou ainda acreditar que a medida será inevitável. “De fato foi uma surpresa, eu imaginava que a maioria indicaria o computador como mecanismo para aplicação da prova e aí contradiz um pouco ou bastante a própria tendência do jovem. De um lado acho que há sempre um receio com relação à segurança, de que o computador poderia facilitar fraudes e, de outra parte, o medo com relação ao novo. O ser humano gosta do novo, mas ele não gosta de ousar. Eu acho que é uma coisa inevitável, não sei em quanto tempo a gente vai conseguir promover essa mudança, mas ela virá”, disse o Mendonça Filho.

 

Consulta pública

 

O MEC realizou uma consulta pública sobre o Enem do dia 18 de janeiro até 17 de fevereiro. Os participantes, após preencherem um formulário com nome completo, e-mail e CPF, responderam três questões:

 

– A primeira questionava se o exame deveria continuar ocorrendo no formato atual, em dois dias, ou se aconteceria em um dia só, com um número reduzido de questões. A intenção, conforme declarado pelo ministro Mendonça Filho, era estudar a possibilidade de haver economia nos custos de segurança e de volume de papel.

 

Segundo o Inep, especialistas contratados pelo governo garantiram que não haveria redução na qualidade do exame caso ele ficasse concentrado em uma jornada. Em janeiro, o MEC reforçou que não haveria a possibilidade de eliminar a redação do Enem.

 

– A segunda questão era sobre a possibilidade de aplicação da prova por computador. A pasta afirmou que, caso a mudança fosse aprovada, não seria implementada antes de 2018, por exigir uma nova demanda de infraestrutura e de modificação no sistema de segurança do Enem.

 

– A última pergunta da consulta pública permitia que o participante escrevesse contribuições para o aprimoramento do exame.

 
Caderno de prova do Enem 2016 (Foto: G1)

Fonte G1

Enem 2017 será realizado em dois domingos: 5 e 12 de Novembro


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