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6 de dezembro de 2016

Trabalhador terá de contribuir 49 anos para receber 100% da aposentadoria


Para receber 100% do valor da aposentadoria, o trabalhador brasileiro terá, na prática, que contribuir para o INSS por 49 anos, segundo a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo.

 

A proposta do governo estabelece o mínimo de 65 anos de idade e 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Porém, esses 25 anos de contribuição dariam direito a só 76% do valor da aposentadoria.

 

Esse percentual subiria gradativamente: a cada ano a mais de contribuição, o trabalhador teria direito a um ponto percentual a mais. Como a diferença de 76% para 100% é de 24 pontos percentuais, são necessários 24 anos de contribuição. Somando os 25 obrigatórios aos 24 adicionais, são 49 anos de contribuição.

 

Os pontos da reforma foram explicados pelo secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, nesta terça-feira (6). A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que trata da reforma da Previdência foi protocolada na noite de ontem no Congresso e publicada hoje no Diário Oficial da União.

O governo propôs exigir a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, segurados do INSS e servidores públicos, trabalhadores rurais e urbanos e também para políticos e detentores de cargos eletivos. A exceção será para deficientes físicos e trabalhadores em condições insalubres, que continuarão com regras especiais.

 

Essas novas regras valeriam para homens com até 49 anos inclusive e para mulheres com até 44 anos inclusive, na data em que a proposta entrar em vigor. Para homens com 50 anos ou mais e para mulheres com 45 anos ou mais haverá uma regra de transição.

 

A reforma ainda precisa ser aprovada pelo Congresso e pode sofrer mudanças. Até lá, as regras atuais seguem valendo.

 

(Com Reuters)

Fonte: Uol


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24 de outubro de 2016

Ajude o Abrigo da Velhice Săo Vicente de Paulo


Você pode colaborar com a rifa do Abrigo da Velhice Săo Vicente de Paulo de duas formas: adquirindo sua adesão para concorrer aos prêmios, ou retirando os talões e vendendo para seus amigos e familiares.

 

O vendedor do primeiro prêmio receberá uma bonificação no valor de R$ 500,00.

 

1º PRÊMIO: 1 VW Fusca na cor Verde, Ano/Modelo 1969
2º PRÊMIO: 1 Smartphone Samsung Galaxy Gran Prime Duos
3º PRÊMIO: 1 Bike 18 marchas

 

Informe-se sobre a ação e outras formas de colaborar com a obra do Abrigo São Vicente. Ligue: (19) 3524.3188 / 3534-0232

 

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4 de julho de 2016

Aposentadoria não é fim de carreira


A aposentadoria é uma época de sentimentos antagônicos e complexos. Se, por um lado, há a sensação de alívio, liberdade e dever cumprido, por outro, há o vazio e a falta de perspectiva em relação ao futuro.

O trabalho é parte integrante e crucial da identidade das pessoas e, ao sair da rotina e do ambiente profissional ao qual estavam habituadas há décadas, é comum que se deparem com um tempo livre ao qual não estavam acostumadas  e que se sintam obrigadas a preenchê-lo para não serem rotuladas de improdutivas.

A própria sociedade impõe isso ao dizer que o trabalho dignifica o homem. Começa então a cruzada das pessoas com 60 anos (ou mais) em busca da carreira perdida. Mas o que fazer com o medo do desconhecido e a falta de direcionamento na busca por uma recolocação profissional?  

Com base em sua experiência como consultora e coaching empresarial, a linguista Vivian Rio Stella, Diretora da VRS Cursos, dá cinco dicas para quem deseja dar novos rumos à carreira depois da aposentadoria. 

 

1.  Abra-se para o novo


É muito comum ouvir profissionais aposentados dizerem que querem trabalhar em algo diferente, mas, contraditoriamente, não estão dispostos a fazer um curso de capacitação, a aprender a usar aplicativos, a lidar com as novidades do mercado. O primeiro passo é despir-se de pré-conceitos, abrir-se para as novidades e estar disposto a desenvolver novas competências. Afinal, só envelhece quem para de aprender coisas novas, não é.

 

2.  Priorize o que ama fazer


É possível empreender a partir de um hobby, fazer um curso para atuar numa área que sempre sonhou ou em uma carreira nova que desperta interesse. Nessa fase da vida, o compromisso de ter e ser é muito menor, então, por que não aproveitar a leveza desse novo momento para descobrir ou fazer algo que sempre quis? E se acha que tem muitas opções, que tal elencá-las e priorizar a que mais te dá prazer e energia?

 

3.  Sem medo de recomeçar


Há aqueles que estão dispostos a aprender e sabem o que amam fazer, mas sentem um enorme receio de se abrir com amigos e familiares e, especialmente, de agir para colocar suas vontades e ideias em prática. Saiba que o que não faltam são inúmeros exemplos de CEOs e de empreendedores que obtiveram sucesso depois dos 50/60 anos. Portanto, dê o primeiro passo, por mais tentador que seja ficar paralisado diante do medo de recomeçar.

 

4.  Não compare o incomparável


Há profissionais bem-sucedidos em determinado segmento que, quando se aposentam, pretendem trabalhar ganhando a mesma coisa (ou mais) ou mantendo o mesmo status de antes de se aposentar. Muitos dizem: por menos do que eu ganhava ou para fazer este trabalho, eu nem saio de casa! Mas será mesmo possível comparar esses dois momentos tão distintos da carreira? Por que não encarar a nova fase com menos cobrança e stress e com mais abertura às oportunidades e à chance de se manter ativo e em constante desenvolvimento?

 

5.  Coexista além da sua geração 


Conviver com pessoas de diferentes idades é sempre uma forma de se manter atualizado e de trocar experiências diversificadas e muito positivas. Pré-julgamentos ou embates de valores entre gerações só servem para criar barreiras, gerar conflitos e perder chances de aprender e fazer coisas incríveis. 


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2 de dezembro de 2015

Congresso derruba veto e estende aposentadoria compulsória para 75 anos


O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (1º) o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) ao projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que eleva de 70 para 75 anos a idade para aposentadoria compulsória de todos os servidores públicos da União, Estados, Distrito Federal e municípios.

 

Foram 64 votos favoráveis e 2 contrários à derrubada do veto no Senado. Em seguida, a Câmara dos Deputados seguiu o entendimento dos senadores e manteve a derrubada do veto: foram 350 votos favoráveis e 15 contrários, com 4 abstenções.

 

Eram necessários 257 votos dos deputados para a manutenção ou não do veto; já no Senado, eram precisos 41 votos para a manutenção ou não do veto. Dessa forma, a decisão será comunicada ao governo e o projeto será promulgado.

 

Serra justificou que a derrubada do veto iria trazer uma economia anual de R$ 800 milhões a R$ 1,2 bilhão por ano aos cofres públicos no futuro. Segundo o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), o governo só vetou o projeto por conta do vício de iniciativa, que teria de ser do Executivo, mas concorda com a derrubada da decisão de Dilma.

 

O veto derrubado refere-se à chamada lei da Bengalinha e deriva de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que elevou de 70 para 75 anos a idade para aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), demais tribunais superiores e ministros do Tribunal de Contas da União (TCU).

 

Durante as discussões, lideranças do governo e da oposição fecharam um acordo para que o veto fosse derrubado e, em garantia, o último dos quatro vetos analisados na sessão do Congresso fosse realizado ainda nesta terça-feira. O último veto, já avaliado, anulou o projeto de lei complementar que regulamentava a profissão de designer.

 

Com isso, a pauta está limpa para que sejam avaliados os projetos a revisão da meta fiscal de 2015, para um déficit de até R$ 119,9 bilhões, ou 2% do Produto Interno Bruto (PIB), bem como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016, a qual prevê um superávit de 0,7% no próximo ano.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

 


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29 de outubro de 2015

A CONFUSÃO MENTAL DOS IDOSOS


Arnaldo Lichtenstein, médico

Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
– Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: *”Tumor na cabeça”.
Eu digo: “Não”.
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”
Respondo, novamente: “Não”.
A cada negativa a turma se espanta…. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
– diabetes descontrolado;
– infecção urinária;
– a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos (“batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte..
Insisto: não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

1 – O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

2 – Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.

“Líquido neles e rápido para um serviço médico”.

 

 

 (*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).


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21 de agosto de 2015

Fotografias resgatam a memória de idosos


Olhar para uma fotografia, identificar seu tempo e o lugar onde foi clicada são atitudes comuns para a maioria das pessoas. Para outras nem tanto. A falta de memória ou a ausência total podem estar relacionadas a diversos fatores que precisam ser investigados e tratados por especialistas.

Os moradores do Bellatrix Residencial para Idosos, de São Pedro (SP), além do acompanhamento com profissionais especializados na área de saúde, recebem atenção especial com exercícios que ajudam a manter a memória ativa. Fotografias, músicas, oficinas de trabalhos manuais e atividades sociais, como passeios, estimulam e promovem a socialização.

“A fotografia, por exemplo, é uma grande aliada do trabalho que desenvolvemos”, conta a musicoterapeuta e especialista em psicomotricidade, Lívia Rocha Coelho. “Registramos quase todos os eventos realizados pelo Bellatrix e, depois de impressas, as fotos são mostradas aos participantes. Alguns, por causa do Alzheimer mais avançado, não se identificam, mas esta dinâmica é importante para integração dos moradores”, fala.

Outra ação positiva é o mural no corredor de entrada do residencial. “As fotos são trocadas com a ajuda de idosos e enquanto realizamos as mudanças conversamos sobre elas. É uma terapia cognitiva com o objetivo de também incentivar a sensibilidade e dialogar sobre o passado e o presente de cada um”, explica Lívia.

 

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NOVO CONCEITO DE MORADIA GERIÁTRICA

Moradia, acompanhamento médico, segurança, lazer, entretenimento, contato com a natureza e uma vista privilegiada da serra da Estância de São Pedro. Tudo isso faz parte do novo conceito de moradia geriátrica oferecido pelo Bellatrix Residencial para Idosos. Num espaço de 10 mil metros quadrados, rodeado de árvores e infraestrutura totalmente planejada para atender cerca de 30 moradores, o Bellatrix é uma das melhores opções para quem busca conforto, qualidade de vida e todo o suporte de uma Instituição de Longa Permanência.

Idealizado há 10 anos pelos empresários Alvaro Molinari e Alvaro de Andrade Molinari, o Bellatrix Residencial conta com 20 apartamentos, entre simples e duplos, com segurança 24 horas e profissionais como cuidadores, técnicos em enfermagem, enfermeiros, médico, nutricionista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, musicoterapeuta, psicólogo, psiquiatra, cozinheiras, camareiras, passadeiras, lavadeiras, equipes de limpeza, jardinagem e multidisciplinar para realização de atividades voltadas ao convívio social, lazer e integração com a natureza.

“Além de toda acessibilidade, com corredores largos, acessos com rampas e apoiadores em todos os ambientes, os moradores dispõem de uma equipe altamente capacitada para atender as mais variadas e específicas necessidades de cada um”, explicam os proprietários. “Graças aos avanços na qualidade de vida e saúde dos idosos, temos um projeto para ampliar o espaço e em breve oferecer mais 10 apartamentos”, ressalta Alvaro de Andrade Molinari, diretor administrativo do Bellatrix.

Para moradores com doenças crônicas, degenerativas ou com alguma deficiência específica, o Bellatrix Residencial para Idosos oferece um tratamento diferenciado, com profissionais e acompanhantes qualificados para tornar seus dias mais prazerosos e com mais qualidade de vida. “Desde o surgimento da instituição contamos com uma equipe diferenciada para cuidar, dar carinho e atenção, principalmente aos que estão com Alzheimer e Parkinson”, destaca Molinari.

SERVIÇO – O Bellatrix Residencial para Idosos fica na Avenida das Azaleias, quadra 39, lotes 12 e 13, no bairro Alpes das Águas, em São Pedro. Mais informações pelo (19) 3481-4282 ou www.bellatrixresidencial.com.br

Crédito das fotos: Daniella Oliveira

 


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8 de julho de 2015

Fralda gratuita para idoso e pessoa com deficiência é lei.


A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, na semana passada, a distribuição obrigatória de fraldas descartáveis, pelo Poder Público, a idosos e pessoas com deficiência. A medida está prevista no Projeto de Lei 328/11, do deputado Hugo Leal (Pros-RJ), e recebeu parecer pela aprovação da relatora, deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ).

Cristiane Brasil afirma que, para quem necessita, fraldas não são mero assistencialismo: “São fundamentais”.

“A obrigatoriedade dessa distribuição reafirma que o Estado tem o dever constitucional de proporcionar à população o bem-estar físico, mental e social, principalmente às pessoas de baixa renda. O fornecimento gratuito do produto aos que dele necessitam cotidianamente, face às suas condições precárias de saúde, não pode ser entendido como mero assistencialismo. Para esses cidadãos, as fraldas são fundamentais”, afirmou Cristiane Brasil.

Ela observou que, embora o governo federal tenha incluído determinados tipos de fraldas geriátricas no programa Farmácia Popular do Brasil, ainda existe burocracia para conseguir o item. Fralda Gratuita para Idoso

Cristiane Brasil afirma que, para quem necessita, fraldas não são mero assistencialismo: “São fundamentais”.

“A obrigatoriedade dessa distribuição reafirma que o Estado tem o dever constitucional de proporcionar à população o bem-estar físico, mental e social, principalmente às pessoas de baixa renda. O fornecimento gratuito do produto aos que dele necessitam cotidianamente, face às suas condições precárias de saúde, não pode ser entendido como mero assistencialismo. Para esses cidadãos, as fraldas são fundamentais”, afirmou Cristiane Brasil.

Ela observou que, embora o governo federal tenha incluído determinados tipos de fraldas geriátricas no programa Farmácia Popular do Brasil, ainda existe burocracia para conseguir o item. Fralda Gratuita para Idoso

 

Emendas

 

A proposta foi aprovada com emendas que alteram a redação do texto original. Duas delas substituem a expressão “portadores de necessidade especial” por “pessoas com deficiência”, que é o termo utilizado atualmente.

No que diz respeito aos idosos, outra emenda especifica que as fraldas serão geriátricas e destinadas aos que apresentam quadro de incontinência e aos portadores de doenças que comprovem sua necessidade.

Nesse ponto, a proposta altera o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03), que já prevê a distribuição gratuita de medicamentos, próteses e órteses a idosos.

 

Tramitação

 

A Comissão de Seguridade rejeitou as quatro propostas que tramitam em conjunto (PLs 823/11, 540/15, 6216/13 e 6872/13), por entender que o projeto principal, de Hugo Leal, aborda bem o assunto. Fralda Gratuita para Idoso

O PL 328/11 tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: http://controlesocialdesarandi.com.br/ 

 


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16 de junho de 2015

Fator 85/95: Planejamento do aumento da idade mínima para aposentadoria


A Previdência Social está, mais uma vez, na mira do governo. Depois de começar este ano editando as Medidas Provisórias 64 e 65, que reduzem direitos como o auxílio-doença, pensão por morte e PIS, o governo Dilma já se articula para aprovar o Fator 85/95, mecanismo que aumenta a idade mínima para ter direito a aposentadoria.

Segundo entrevista com o ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, ao jornal O Estado de S. Paulo, a intenção do governo Dilma é aprovar as mudanças na Previdência, através das MPs 664 e 665, e depois girar todos os esforços para substituir o atual Fator Previdenciário pela nova fórmula 85/95.

A fórmula 85/95 é a melhor para aposentados”, afirmou na maior cara de pau o ministro.  “Em média, a expectativa de vida chega a 84 anos e a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição é de 54 anos. Então, o cidadão fica 30 anos, em média, recebendo aposentadoria. Não há sistema que aguente”, disse.

Como sempre, o governo repete os velhos e falsos argumentos de que é preciso reduzir as “despesas” com a Seguridade, que “gasta muito e é deficitária”. Contudo, os objetivos por trás das medidas são os mesmos de sempre: desviar recursos da Previdência para o pagamento dos juros da Dívida, garantindo lucros a banqueiros e especuladores internacionais, e favorecer o bilionário mercado dos planos privados de aposentadoria.

 

Piorar o que já é ruim
Para um trabalhador se aposentar atualmente, o governo aplica o chamado Fator Previdenciário. Criado em 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para dificultar a aposentadoria, o Fator Previdenciário é um cálculo que leva em conta a idade, tempo de contribuição, expectativa de sobrevida e a média dos 80% maiores salários de contribuição desde 1994.

Na prática, esse fator reduz o valor do benefício de quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos (no caso de homens) e 60 anos (de mulheres). O tempo mínimo de contribuição para aposentadoria é de 35 anos para homens e de 30 para mulheres.

Estudos revelam que o Fator reduz em até 50% o valor dos benefícios dos trabalhadores.

O fim do fator previdenciário foi aprovado em 2010 na Câmara dos Deputados, mas a decisão, ironicamente, acabou vetada pelo então presidente Lula (PT).

O mecanismo é fortemente criticado pelos trabalhadores, aposentados e sindicatos e sofre cada vez mais pressão pelo seu fim. Contudo, a proposta do governo Dilma com a fórmula 85/95 piora o que já é ruim, pois na prática significa a instituição da idade mínima para se aposentar.

A fórmula 85/95 manteria o atual tempo mínimo de contribuição (35 anos para homens e 30 para mulheres). Mas, na prática, aumentaria o tempo de contribuição e estabeleceria a idade mínima de aposentadoria. Isso porque essa fórmula prevê que a soma da idade com o tempo de contribuição deve atingir 95, para homens, e 85, para mulheres.

Ou seja, esse mecanismo seria tão ou mais prejudicial quanto o atual fator, penalizando principalmente os mais pobres, que precisam começar a trabalhar mais cedo.

 

Aposentadoria cada vez mais tarde
Um homem que comece a trabalhar com 15 anos, por exemplo, ao completar o tempo de contribuição de 35 anos, terá 50 anos de idade. A soma da idade (50 anos) com o tempo de contribuição (35 anos) daria 85. Ou seja, para atingir 95 ele teria que trabalhar mais 5 anos (assim ele aumentaria em 5 anos a idade e o tempo de contribuição, atingindo 95). Lembrando que, para o governo, essa fórmula seria tão somente uma transição para o fator 95/105.

Um trabalhador que começou a trabalhar aos 14 anos e conseguiu completar 35 anos ininterruptos de trabalho e de contribuição à Previdência pode se aposentar com 49 anos de idade. Porém, por causa do Fator Previdenciário, se ele resolver exercer seu direito, terá o benefício reduzido. Por isso, o Fator de certa forma força o trabalhador a continuar trabalhando, seja para conseguir futuramente uma aposentadoria maior, seja para complemente o benefício reduzido da aposentadoria.

Pela proposta do fator 85/95, não será permitida a aposentadoria enquanto não for alcançado fator.

Voltando ao exemplo do trabalhador que começou sua vida profissional aos 14 anos. Se aos 49 anos de idade ele completar 35 anos de contribuição, não será possível se aposentar porque a soma da idade com o tempo de contribuição não atinge o fator que para homem seria 95 (49+35=84).

Neste caso, ele teria que trabalhar mais 6 anos conforme tabela demonstrativa abaixo:

49 anos de idade + 35 anos de contribuição= 84

50 anos de idade + 36 anos de contribuição= 86

51 anos de idade + 37 anos de contribuição= 88

52 anos de idade + 38 anos de contribuição= 90

53 anos de idade + 39 anos de contribuição= 92

54 anos de idade + 40 anos de contribuição= 94

55 anos de idade + 41 anos de contribuição= 96 (apto a se aposentar)

Vale ressaltar ainda que para as mulheres a situação ainda é pior, afinal, todos sabemos que as trabalhadoras são alvo maior da precarização do trabalho, do desemprego, da informalidade, etc.

E pior: o governo já deu a entender por várias vezes (uma vez que essa proposta não é novidade), que essa fórmula 85/95 seria apenas uma transição para uma fórmula ainda pior, 95/105. Ou seja, só irá se aposentar no país quem estive à beira da morte!

 

Derrotar os ataques do governo Dilma
Para Toninho Ferreira, presidente do PSTU de São José dos Campos e suplente de deputado federal, só a mobilização e a pressão dos trabalhadores e da maioria do povo pode derrotar os ataques do governo Dilma.

O governo está decidido a atacar ferozmente os direitos e as condições de vida dos trabalhadores e da maioria da população para beneficiar um punhado de banqueiros e empresários. Querem novamente que o povo pague pela crise que eles criaram. Só a luta pode barrar esses ataques”, disse Toninho.

As mobilizações como dos trabalhadores do Paraná, que derrotaram o pacote de maldades do governador Beto Richa, do PSDB, os metalúrgicos da Volks e da GM que enfrentaram os ataques das montadoras em defesa dos seus empregos, mostram que o caminho é a luta”, afirmou Toninho.

Fonte: pstu.org.br

 

 


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16 de junho de 2015

3° Paella Caipira Beneficiente do Lar Bethel.


Dia 05/07/2015

Compareça do 12:00hrs ás 14:30hrs

Valor R$ 25,00 – Crianças até 10 anos não pagam, a bebida será vendida no local.

Local: Salão de Festa Phoenix eventos – Rua 14 esquina com a avenida 23 – Bairro do Estádio.

Aguardamos você! ;)

 

 


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12 de junho de 2015

Tipos de Violência: Denuncia já!


Violência Física: Uso de força física, que fere, provoca dor ou até a morte.

Violência Psicológica: Vem de agressões verbais ou gestuais com o objetivo de aterrorizar, humilhar, restringir a liberdade ou isolar do convívio social.

Violência sexual: refere-se ao ato ou jogo sexual de caráter homo ou heterorrelacional. Esses abusos visam obter excitação, relação sexual ou práticas eróticas por meio de aliciamento, violência física ou ameaças.

 

Abandono: é uma violência que se manifesta pela ausência ou deserção dos responsáveis governamentais, institucionais ou familiares de prestarem socorro a uma pessoa que necessite de proteção e assistência.

 

Negligência: refere-se à recusa ou omissão de cuidados devidos e necessários por parte dos responsáveis familiares ou institucionais. A negligência é uma das formas de violência mais presente no país. Ela se manifesta frequentemente associada a outros abusos que geram lesões e traumas físicos, emocionais e sociais, em particular, para as que se encontram em situação de múltipla dependência ou incapacidade.

 

Autonegligência: Diz respeito à conduta da propria pessoa que ameaça sua saúde ou segurança, pela recusa de prover cuidados a si mesmo.

 

Violência Econômica: consiste na exploração impropria, ou ilegal, ou ao uso de não consentido pela pessoa de sues recursos financeiros e patrimoniais,

 

Violencia emocional e social: refere-se à agressão verbal crônica, incluindo palavras depreciativas que possam desrespeitar a identidade, dignidade e autoestima. Caracteriza-se pela falta de respeito à intimidade, falta de respeito com os desejos, negação do acesso a amizades, desatenção as necessidades sociais e de saúde.

 

Violência Medicamentosa: é a administração por familiares, cuidadores e dos profissionais dando medicamentos de forma indevida, aumentando, ou diminuindo ou excluindo os medicamentos orientados.

 

Chega de violência! Vamos nos respeitar e cuidar de quem precisa.