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EVENTO BENEFICENTE – CAUSA ANIMAL \0/    TODOS POR ELES
Arrecadação de Ração e Apresentação de 10 Bandas/Artistas
Maiores Informações em Breve

Data: 10/06/2017

Horário: 12:00 às 22:00

Entrada: Adesões R$ 10,00 ou Comprar R$ 10,00 de Ração

Local: Rua 7JA, N° 847 – Bairro Jardim América – Rio Claro/SP

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sentindo-se agradecido em Chácara Belly.

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Comprando a sua Adesão pela Internet o seu Nome estará na Lista da Entrada do Evento. ;)

Campanha Doe sangue – Doe vida ;)

Seu Cão ou Gato pode ser um Doador de Sangue

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Seja Voluntário, no evento estaremos passando uma lista para possíveis doadores!

#SalveumAmig@

Requisitos para cães e gatos doarem sangue:

* Ter entre 1 e 8 anos
* Pesar 27 quilos ou mais (cão) *Pesar 4 quilos ou mais (gato)
* Ser vacinado e vermifugado
* Cadelas não podem estar prenhas ou amamentando
* Ser dócil (o cão fica consciente o tempo todo, mas precisa ficar quieto)
* Exames dentro da normalidade
* Não ter sofrido transfusões prévias

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Animais de até 60 centímetros e com guia podem passear com seus donos no empreendimento

Um lugar de compras, refeição, diversão para os pequenos e também para passear com seu pet. Assim é o Pátio Limeira Shopping, que agora está com suas portas abertas para os clientes virem acompanhados dos seus animais de estimação.
 

Essa é uma determinação recente do shopping que vem para agradar um público que cresce cada vez mais no Brasil.
 

Segundo dados da última Pesquisa Nacional de Saúde feita em 2013 pelo IBGE, um total de 44,3% dos domicílios do País possuíam pelo menos um cachorro. Estima-se que mais de 52,2 milhões de cães habitem os lares brasileiros. Quando é incluso outros animais – aves, peixes, répteis e gatos -, esse número vai para 132,4 mi.
 

Segundo determinação da administração do Pátio Limeira Shopping, os pets podem transitar livremente pelos corredores. As únicas partes proibidas para eles são: área de alimentação; cafés; playground; e cinema. E obrigatório o uso de guia e não são aceitos animais acima de 60 centímetros.
 

Vale ressaltar que cães-guia, para portadores de necessidades visuais, podem circular livremente por todo espaço do shopping conforme garantido em lei.
 

Pátio Limeira Shopping
Horário de Funcionamento: Segunda a Sábado 10h às 22h / Domingos e Feriados 12h às 22h
Endereço: Rua Carlos Gomes, 1321 – Centro – Limeira/SP
Telefone: (19) 3404.2828
Site: www.patiolimeira.com.br
Facebook: www.facebook.com.br/Patiolimeirashopping

Instagram: patiolimeirashopping


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Ela é uma das doenças caninas com maior taxa de mortalidade: 85%

 

Os sintomas são confusos e podem levar a erros de diagnóstico, a doença é pouco conhecida e não existem muitas campanhas focadas em sua prevenção ou na importância da vacinação. Esses fatores, combinados à força do vírus CDV (Canine Distemper Vírus), fazem da cinomose uma das doenças caninas com maior taxa de mortalidade — 85%.

 

A veterinária Maria Carolina Carvalho Mota e Silva explica que a cinomose é uma doença viral cuja gravidade depende do órgão afetado. “O vírus é muito inespecífico, então tudo depende de onde ele vai atacar”, completa. A veterinária explica que o CDV é um vírus oportunista, atinge os animais que se encontram com o sistema imunológico enfraquecido, o que ocorre com mais frequência em filhotes e naqueles de idade avançada.

 

A cinomose é sintomática e caracterizada por fases. Os sintomas iniciais são menos preocupantes e podem ser confundidos com um mal-estar passageiro, o que geralmente acontece, resultando em um diagnóstico tardio, no qual as chances de recuperação são reduzidas. Os primeiros sistemas a serem atingidos são o respiratório e o digestivo — daí os episódios de diarreia, vômitos, espirros e secreção nasal e ocular. Uma vez subestimado, o quadro evolui rapidamente para febre alta, pústulas e pneumonia.

 

Em seu estágio mais avançado, a cinomose atinge o sistema nervoso do animal. Os sintomas se caracterizam por tiques nervosos, espasmos musculares, comportamentos estranhos, como andar em círculos, convulsões e coma. Uma vez nesse estado, há poucas chances de reversão e, quando isso ocorre, o pet costuma ficar com sequelas.
 

O veterinário Gustavo Venezian Rovai explica que o foco do tratamento é diminuir o sofrimento da mascote. Quando os sintomas são tratados de forma isolada e sem o diagnóstico correto, o problema volta com maior intensidade. Diante dessa perspectiva, o pode ser feito? Segundo Maria Carolina, a única esperança reside no diagnóstico precoce. Se a cinomose for confirmada, deve ser ministrado um tratamento que não debilite ainda mais o cão, com remédios destinados a subir a imunidade. A partir desse momento, conta-se muito com a força do bicho.
 

Infelizmente, a sobrevida dos infectados é curta. “É difícil reverter o quadro de cinomose”, reconhece Maria Carolina. Em geral, é feito um controle dos sintomas, o que permite que o cão tenha certa qualidade de vida enquanto o mal se instala. Esse foi o caso de Lobo, diagnosticado tardiamente, com apenas 3 meses de vida. Os estudantes de direito Bianca Ramos Coutinho, 26 anos, e seu namorado Victor Hugo Diogo Barboza, 26, perceberam que o filhote de pastor belga estava fragilizado logo após comprá-lo. Ele apresentava diarreia, mas os donos pensaram tratar-se de algum tipo de verminose.
 

O casal conta que, mesmo seguindo o tratamento, não havia sinal de melhora. Um dia, Lobo sofreu uma convulsão, o que os alarmou. Retornaram ao veterinário para que mais exames fossem feitos. A jovem conta que chegou a suspeitar de epilepsia e, para checar a genética de Lobo, ligou para a criadora que o vendeu. Esta negou que o cão tivesse qualquer problema de saúde e não deu mais informações.
 

Quando o diagnóstico de cinomose se confirmou, começou uma luta para que o filhotinho conseguisse se fortalecer e vencer a doença. Lobo chegou a ficar internado, mas seu sistema neurológico já estava comprometido — o filhote faleceu com apenas 5 meses de vida. “Foi um mês de sofrimento, a doença é muito instável, você não sabe o que vai acontecer, se ele conseguiria reagir”, lembra Bianca.
 

A jovem explica que o cão era oficialmente de Victor, mas que fazia parte da vida dos dois, uma vez que estavam sempre juntos. “Acompanhei tudo, é muito sofrido”, lamenta. Bianca conta que ela e o namorado compraram Lobo em uma feira e acredita que as condições nas quais os cães ficavam expostos favoreceu o contágio da doença, que se dá pelo ar ou pelo contato direto entre os animais. “Eles ficavam todos juntos nas gaiolinhas, amontoados. Um cão doente pode contaminar muitos outros”, alerta.
 

A preocupação da estudante é bem fundamentada, confirma a veterinária Maria Carolina. Ela explica que os cães filhotes são muito vulneráveis, pois o sistema imunológico ainda está se formando, e que, mesmo com as vacinas em dia, o contato com humanos e com outros cães deve ser evitado até os 4 meses de vida, medida que poderia ter poupado Lobo.
 

Apesar da triste história vivida com Lobo, o casal acabou recebendo uma benção no mesmo dia em que perdeu o pastor belga. Bianca e Victor decidiram fazer uma visita ao Centro de Controle de Zoonoses do Distrito Federal, lá conheceram Aika. A cadela da raça cane corso seria sacrificada devido a um diagnóstico de leishmaniose, mas, em conversa com o antigo dono, o casal o convenceu a fazer um teste mais específico, que retira material da medula do animal, dificultando a ocorrência do falso positivo. Por fim, Aika não tinha leishmaniose e acabou sendo adotada por seus anjos da guarda, que perderam Lobo mas ganharam uma nova amiga.
 

A doença, por mais devastadora, pode ser prevenida. O esquema vacinal deve ser levado a sério e doses V10 e V8, que combatem, respectivamente, 10 e 8 doenças diferentes, entre elas a cinomose, devem ter suas doses reforçadas ao longo da vida do pet.
 

Outro cuidado importante ressaltado pelo veterinário Gustavo Rovai é que proprietários que perderam cães para a cinomose devem esperar um determinado período antes de adquirir um novo pet, principalmente se for filhote. No entanto, uma higienização do local diminui esse período, que pode variar de alguns meses a um ano. “É importante fazer a desinfecção, a limpeza diminui muito esse tempo de espera”, esclarece Gustavo.
 

Fonte: Uai


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A caça profissional e esportiva é proibida há mais de 50 anos no país. Ambientalistas já lutam para impedir aprovação

 

Proibida no Brasil há 53 anos, completados no último dia 3, a caça profissional e esportiva de animais silvestres pode ser liberada pelo Congresso Nacional. É o que propõe projeto de lei do deputado ruralista Valdir Collato (PMDB-SC), que começou a tramitar na Câmara no fim do ano passado, mas, por enquanto, não foi analisado nem discutido em nenhuma comissão ou audiência pública. O texto altera o Código de Caça, editado em 1967, que proíbe essa prática em todo o território nacional, salvo em caso de autorização expressa do governo federal por meio de seus órgãos ambientais.

 

O projeto também altera a Lei de Crimes Ambientais, para reduzir o agravamento da pena de detenção de seis meses a um ano e multa, para quem matar ou capturar animais sem licença se isso for feito durante o abate profissional. Hoje essa punição é triplicada se ocorrer durante uma caçada.

 

Propõe ainda a criação de reserva particular própria para caçadas e de criatórios de animais para serem mortos. E prevê também que animais que atacarem propriedades e rebanhos podem ser abatidos se houver um laudo técnico de algum órgão ambiental – o texto não específica qual – autorizando a caça.

 

Na justificativa do projeto, o deputado alega que a proximidade com os animais silvestres no meio rural traz risco para as pessoas e também para as propriedades e rebanhos, o que torna a caçada uma prática regular que, futuramente, pode vir a ser até mesmo uma fonte de renda. “Nesses casos sem finalidade de entretenimento e de esporte, mas como prática de relação com o ambiente, a qual, com o passar do tempo, pode se organizar como uma atividade de cunho cultural, como uma prática social e mesmo como atividade geradora de ganho social e econômica para as populações do meio rural”, afirma o parlamentar.

 

Retrocesso

O projeto de lei, no entanto, já é alvo de protestos de diversas entidades ligadas à proteção dos animais e do meio ambiente expressamente contrárias à caça esportiva. “Autorizar que o ser humano se divirta com uma mira eletrônica matando por esporte um animal é um retrocesso tremendo, além de um risco enorme para a nossa fauna”, defende a presidente da Associação Mineira de Defesa do Meio ambiente (Amda), Maria Dalce Ricas. Saiba mais: Comissão considera animais não humanos como sujeitos de direitos.

 

Segundo ela, o país já quase não tem mais animais silvestres, nem mesmo nas áreas de conservação, pois não há controle sobre o desmatamento dessas áreas nem sobre o tráfico e matança de espécies. “Para além da crueldade, o Estado não tem condição de liberar a caça esportiva, pois não tem como fiscalizar essa prática.”

 

Além disso, aponta Dalce, o projeto do deputado não traz nenhum dado ou informação técnica que embase essa decisão e não foi feita nenhuma discussão com a sociedade sobre o assunto. Ela cita como exemplo dessa falta de controle a caça de javali europeu, liberada pelo Ibama em 2013. A espécie foi trazida para o Sul do Brasil para o comércio da carne e acabou se transformando em um problema ao ser introduzida na mata nativa. Como não há predadores, os javalis se multiplicaram matando espécies nativas e rebanhos. Seu abate, então, foi liberado, mas segundo Dalce, são muitos relatos de crueldade e de morte de outras espécies durante as caçadas.

 

Armadilhas e falta de discussão técnica

O coordenador-geral da Rede Nacional de Controle do Tráfico de Animais (Renctas), Dener Giovanini, também cobra uma discussão ampla e técnica sobre a regulamentação da caça. “Esse é um assunto que deve partir de uma permissão absolutamente técnica”, afirma Denner. Segundo ele, os técnicos da Renctas já estão debruçados sobre o projeto. “Mas somos absolutamente contra a caça esportiva”, defende.

 

Segundo ele, o manejo de javalis, por exemplo, precisa ser rediscutido e melhor regulamentado, para evitar que outros animais sejam abatidos junto com essa espécie. Para ele, o Brasil não tem a menor condição de liberar a caça esportiva por absoluta falta de meios para fiscalizar a atividade. Ele também teme que haja a criação artificial de pragas animais para justificar sua caça.

 

Para ele, algo semelhante pode ter acontecido com os javalis citados por Dalce, que chegaram inicialmente no Sul do país e hoje já são problema até em Roraima. “Não credito que um javali andou 6 mil quilômetros, do Sul ao Norte. Acho que ele foi artificialmente introduzido para ser caçado.”

 

O ambientalista Paulo Pizzi, que integra o Conselho Nacional do Meio Ambiente e uma rede de organizações ambientais que se contrapõem a esse projeto, batizada de “Aliança Pró-Diversidade”, também classifica o projeto como um retrocesso. Segundo ele, o texto é cheio de armadilhas e tenta dar uma aparência de cunho ambiental à proposta, mas seu único objetivo é liberar a caça.

 

Uma das armadilhas, segundo ele, é a permissão dada por qualquer órgão ambiental para matar animais silvestres. “O projeto não pede nem ao menos um estudo técnico, apenas um laudo de qualquer órgão ligado ao meio ambiente. É um risco muito grande.” Para ele, o projeto não tem nem como ser melhorado. “Não deve tramitar”, defende. O autor do projeto não foi localizado pela reportagem para comentar as críticas.

 

 

O que diz a lei

Lei 5.197, de 3 de janeiro 1967

 

Art. 1º. Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.

 

§ 1º Se peculiaridades regionais comportarem o exercício da caça, a permissão será estabelecida em ato regulamentador do Poder Público Federal.

 

§ 2º A utilização, perseguição, caça ou apanha de espécies da fauna silvestre em terras de domínio privado, mesmo quando permitidas na forma do parágrafo anterior, poderão ser igualmente proibidas pelos respectivos proprietários, assumindo estes a responsabilidade de fiscalização de seus domínios.

 

Art. 2º É proibido o exercício da caça profissional.

 

Art. 3º. É proibido o comércio de espécimes da fauna silvestre e de produtos e objetos que impliquem a sua caça, perseguição, destruição ou apanha.

 

Fonte: Em


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Ação realizada pela Ong GPAC com o apoio da Cobasi

 

Neste sábado, 04 de março, das 12h às 17h, o Shopping Center Limeira recebe o Carna Pet – evento realizado pela Ong GPAC com o apoio da Cobasi. Gatos e cachorros são atores principais deste espetáculo, que promete ser recheado de fofura e beleza.

 

Para participar basta comparecer com o animal no dia do evento e preencher a ficha de inscrição. Durante o período do evento, será permitida a entrada de animais, desde que estejam acompanhados de seus tutores, com guia e coleira, além do saquinho para higiene. Não será permitida a circulação de animais na praça de alimentação e cinema, conforme normas da vigilância sanitária e animais das raças Mastin Napolitano, Pit Bull, Rotweiller e American Stafforshire Terrier devem utilizar focinheira.

 

Os participantes serão fotografados no local e as imagens publicadas no dia 07 de março na fanpage do Grupo de Proteção aos Animais Carentes, onde haverá o concurso da foto mais curtida e melhor fantasia. As fotos serão julgadas entre os dias 07 e 12 de março.

 

Ao todo três pets serão premiados: os dois com maior número de curtidas e a melhor fantasia – esta definida por uma comissão de três membros.

 

Os vencedores serão agraciados e presenteados com kits especiais como brinquedos, shampoo, ecobag, entre outros itens e mimos. O resultado será divulgado no domingo, 12, às 20h.

 

Feira de Adoção

 

Além disso, os clientes e visitantes poderão participar da Feirinha de Adoção de Cães e Gatos – animais já vacinados, vermifugados e com castração garantida e conhecer os trabalhos da ong, que atua na luta e proteção aos animais carentes de Limeira.

 

SERVIÇO
Carna Pet

Data: 04 de março
Horário: das 12h às 17h
Local: Próximo à loja World Tennis

 

Entrada gratuita

 

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Algumas espécies de lagarto rabo-de-chicote só têm fêmeas

 

Rituais de acasalamento são comuns em diversas espécies do reino animal. Incomum é ocorrer entre duas fêmeas. No entanto, entre uma espécie híbrida de lagartos rabo-de-chicote, em que só há fêmeas, o sexo lésbico existe e mais: as fêmeas se reproduzem sem contato com um macho.

 

Estes animais, que habitam a região compreendida entre o México e o sudoeste dos Estados Unidos, se procriam por partenogênese, uma forma de reprodução assexuada que é caracterizado pelo desenvolvimento e crescimento de um embrião sem a fertilização.

 

O que chama atenção no caso das lagartos rabo-de-chicote é que elas prescindem do sexo com fins reprodutivos, mas não dispensam o ritual de acasalamento, feito entre elas, em um “romance lésbico” animal.

 

Neste ritual, uma das lagartos fêmeas, tomada por uma “onda” de progesterona, simula o papel do macho, “montando” na parceira, que a morde. Este ato sexual, aparentemente sem nenhuma relação com a questão reprodutiva dos animais, no entanto, tem implicações sensíveis na procriação destas espécies.

 

Estudos científicos apontam que fêmeas que realizam esta simulação são mais férteis do que aquelas que não a fazem.

 

Como isso funciona

 

As espécies de lagartos em que existem apenas fêmeas se originam por hibridização: duas espécies diferentes de lagartos rabo-de-chicote, macho e fêmea, se cruzam e dão origem a uma terceira. Este animal híbrido, no entanto, não é estéril e se reproduz por partenogênese.

 

Normalmente, animais que nascem por este tipo de reprodução possuem organismos geneticamente idênticos aos progenitores, sendo, por isso, mais vulneráveis. Mas isso não ocorre com as lagartos rabo-de-chicote.

 

Na formação dos óvulos, elas podem recombinar cromossomos irmãos ao invés de cromossomos homólogos: este mecanismo incomum garante a manutenção da diversidade genética.

 

Às vezes, ocorre na natureza, também, o cruzamento entre esta espécie híbrida fêmea com um macho de outra espécie. Deste acasalamento pode surgir outra espécie híbrida partenogenética. Deste “híbrido do híbrido” combinações cromossômicas estranhas podem surgir: a soma cromossômica do espermatozoide com o óvulo, um mais dois, origina uma espécie com três conjuntos de cromossomos.

 

“Essa espécie híbrida já é considerada uma outra espécie, que pode vir a cruzar com uma terceira, ou ainda cruzar com uma daquelas que deram origem a ela. E aí você tem diferenças no número de cromossomos. Você pode ter envolvido na partenogênese bichos que são diploides e bichos que tem um conjunto de cromossomos a mais, que são triploides”, diz a professora de Genética e Evolução da Unifesp Katia Pellegrino.

 

Diversidade genética

 

Em geral, as células sexuais –ou gametas– têm a metade de cromossomos que o restante das células, mas essas fêmeas híbridas de lagartos rabo-de-chicote fogem à regra e possuem a mesma quantidade –daí estas combinações possíveis.

 

Graças à duplicação cromossômica, estas espécies podem recombinar cromossomos irmãos e ter como mínimo o mesmo jogo de cromossomos que seus progenitores. Com um rico repertório genético, podem, então, dar origem a uma nova linhagem.

 

E assim vão se sucedendo as gerações de lagartos de rabo-de-chicote. Sem machos, com “romances lésbicos”.

 

Por André Carvalho

Do UOL, em São Paulo


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Quando há conflito entre dois direitos, o que deve prevalecer é o que possui maior peso relativo, desde que não cause qualquer dano a terceiros. Assim entendeu o desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, do Tribunal de Justiça de Goiás, ao permitir que um morador de um condomínio pode manter seu animal de estimação no apartamento.

 

Em decisão monocrática, o desembargador também anulou a cláusula do regulamento interno do condomínio que proíbe a permanência de quaisquer espécies de animal. O desembargador destacou que, para prevalecer a proibição sobre a existência de animais no condomínio, é preciso comprovar prejuízo à saúde e à segurança dos outros moradores.

 

“O direito de propriedade do autor de manter animal doméstico de pequeno porte em sua unidade não pode ser tolhido em razão de norma prevista em convenção de condomínio, quando o exercício de tal direito não causa nenhuma perturbação, desconforto ou risco aos demais condôminos, sob pena de implicar restrições ao uso da sua propriedade”, registrou na decisão.

 

O direito do morador de manter seu bicho em seu apartamento já havia sido confirmado em primeiro grau pelo juiz Rodrigo de Melo Brustolin, da 3ª Vara Cível da comarca de Rio Verde.

 

O condomínio alegava na ação que a permanência de animais no edifício foi proibida pela maioria dos moradores em votação durante assembleia deveria prevalecer. Também argumentou que não é relevante para o debate o potencial ofensivo do animal, conforme citou o dono do bicho.

 

De acordo com o Kisleu Filho, apesar de a regra que rege a relação entre os moradores ser resultado da vontade da maioria, essa limitação não pode ser verdade absoluta. “O juiz a quo entendeu que a proibição genérica da presença de animais em condomínios tem sido flexibilizada pela jurisprudência, principalmente quando se trata de animal de estimação de pequeno porte e que não seja nocivo nem afete a tranquilidade dos demais condôminos.”

 

Kisleu Filho citou que quando há esse tipo de conflito, deve prevalecer o direito de maior peso relativo, desde que não haja qualquer dano a terceiros. “Não se evidenciam motivos suficientes para proibir a permanência do animal no condomínio, pois não se está diante de uso anormal da propriedade, conforme previsto no artigo 1.277, do Código Civil de 2002”, finalizou o desembargador. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO.

 

Clique aqui para ver a decisão.

 

Fonte: www.conjur.com.br


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Vaquejada em Campina Grande (PB): falta de regulamentação atrapalha

 

Com o veto do STF (Supremo Tribunal Federal) à lei cearense que tornava a vaquejada como prática esportiva e cultural no Estado, os seus defensores se uniram e passaram a pressionar o Congresso para aprovar o projeto de lei que regulamenta e define regras para a atividade.

 

Mas por que a vaquejada entrou na mira do STF e os rodeios — também questionados por defensores de animais –, ocorrem sem problemas?

 

A diferença básica é que a prática de rodeios foi regulamentada por duas leis federais em 2002, que estabeleceram regras que minimizam os maus-tratos aos animais. No caso da vaquejada, não há leis desse tipo.

 

A vaquejada é uma prática onde o vaqueiro, montado no cavalo, precisa segurar o rabo do boi e derrubar o animal na área demarcada. Para isso, outro vaqueiro vai ao lado do animal para evitar que ele fuja para as pontas da pista. Já no rodeio, o montador vence ao se segurar por mais tempo em cima de um boi ou cavalo, que salta para o derrubar.

 

Demora em criar regras

 

Segundo o consultor jurídico da Abvaq (Associação Brasileira de Vaquejada) e representante do Nordeste da Associação Brasileira de Criadores de Quarto de Milha (raça de cavalo usada na prática), o advogado Henrique Carvalho, o problema da vaquejada foi que a definição de regras para proteção animal e divulgação ao público demoraram a ocorrer.

 

“A vaquejada demorou a vir a público mostrar que não há maus-tratos, como já fez o rodeio. Agora é que os meios de comunicação de grande alcance estão chegando, diferente do que houve com o rodeio”, explica, citando que a solução agora é votar o projeto de lei sobre o assunto.

 

Segundo Carvalho, todas as questões relativas a maus-tratos aos animais foram sanadas. “Resolvemos todos os passivos. Existia, antigamente, uma fratura de cauda do boi, e existe um protetor desenvolvido e patenteado que é usado há dois anos. Esse problema foi solucionado completamente, com 100% de êxito. Outro problema que dizem, e que é mentira, que na vaquejada e no rodeio usava choque no animal. Quando se dá choque no boi, ele fica mais lento, e precisamos que ele corra e, no rodeio, pule. Já em relação à queda do boi, foi resolvido com um colchão de areia de mais de 30 cm, que garante a segurança do animal”, disse.

 

O advogado explica ainda que os bois usados em rodeio são caros e não sofrem qualquer tipo de ferimento, sob pena de prejuízo aos participantes.

 

“O boi participa da corrida apenas uma vez na vida, porque após isso ele cria uma habilidade, passa a ter uma destreza que ninguém consegue derrubar. Esses bois maiores, da fase final da vaquejada, vão da prova direto para o abate. Se machucasse, os frigoríficos não receberiam. O custo de um boi desse varia de R$ 2 mil a R$ 4.000, ou seja, ficaria completamente inviável sob a perspectiva econômica”, explica.

 

Sobre a decisão do STF, Carvalho conta que é necessário ainda esperar a publicação do acórdão e dos votos dos ministros. Por ora, o calendário de vaquejadas segue normalmente.

 

“A votação foi apertada (6×5), e o que vai atingir as outras vaquejadas não é a decisão, mas sim o motivo pelo qual os ministros votaram. Se julgaram que a lei é ilegal porque causa maus-tratos, transcenderá para todos os Estados. Se isso não ficar específico, se algum ministro votou contra porque a lei não tinha previsão de colchão de areia, do protetor de cauda, aí muda tudo”, conta.

 

Rodeio dentro da lei

 

Reinaldo Canato – 28.ago.2015/UOL

Peão compete em rodeio na tradicional festa de Barretos (SP)

 

 

Já no lado do rodeio, a prática tem regulamentação federal que prevê uma série de regras que garantiriam o bem-estar animal. “São duas leis criadas juntas com a confederação. Entramos com uma solicitação, passou no Congresso, foi para o então presidente Fernando Henrique Cardoso, que a sancionou”, explica Roberto Vidal, presidente da Cnar (Confederação Nacional de Rodeio), que também defende a regulamentação da vaquejada.

 

Apesar da regulamentação, o rodeio não escapa de decisões de juízes e até de leis municipais que vetam a prática. Isso ocorre com relativa frequência, segundo Vidal. Desde 2013, foram pelo menos 13 decisões derrubadas que vetaram rodeios.

 

“Eles entram com ações e conseguem essas decisões. Às vezes, o cara é de uma cidade, fala com o promotor, diz um monte de barbaridade, e o MP entra com a ação e o juiz acolhe. Mas temos ido em instâncias superiores e derrubado. Metade ou mais conseguimos derrubar”, explica.

 

Hoje, o rodeio conta com uma confederação, que tem federações em 16 Estados e 1.800 eventos no Brasil. “Começamos com cinco federações e crescemos. Defendemos que tem de ocorrer, sim, um controle. Sem dúvida, mas com esse parâmetro, não há problemas, como é o nosso caso”, explica.

 

Com a lei, a confederação criou o “selo verde”, que garante que aquele rodeio está realizando de forma legal e sem maus-tratos. Além da lei, há uma instrução normativa de 2008, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e manual de responsabilidade técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária, de 2010.

 

“Quem garante do bem-estar animal é uma comissão de veterinários. Eles que andam e vão ver uma série de fatores. Existem lendas, por exemplo, de que o rodeio aperta os testículos do boi. Não é verdade”, disse.

 

Projetos e leis

 

Eraldo Peres – 25.out.2016/AP

Apoiadores da vaquejada têm pressionado o Congresso pela regulamentação da atividade

 

 

Na última terça-feira (1), o Senado aprovou o projeto de lei que eleva a vaquejada e o rodeio à condição de “manifestação cultural nacional”.

 

Ainda há projetos na Câmara: um projeto de lei e uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que podem definir as regras e regulamentar a vaquejada no Brasil. O tema não é novidade na casa, mas ganhou força com a decisão do STF que considerou a prática inconstitucional.

 

Em 2014, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara aprovou um p rojeto de lei do deputado Efraim Filho (DEM-PB) que classifica a vaquejada como “atividade desportiva”. “Sua prática deve respeitar as regras de proteção à saúde e à integridade física dos animais”, diz o projeto, que aguarda votação.

 

Já a PEC citada é 270/16, que classifica rodeios e vaquejadas patrimônio cultural imaterial brasileiro, de autoria do deputado João Fernando Coutinho (PSB-PE). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu criar uma comissão especial para analisar a PEC.

 

Além da lei cearense derrubada, outros Estados têm leis próprias. Na Bahia, há uma lei sancionada em novembro de 2015 regulamentando as vaquejadas. Em setembro também do ano passado, foi a vez de Alagoas aprovar uma lei que transformou a vaquejada em esporte.

 

Depois da decisão do STF, as assembleias do Rio Grande do Norte e do Piauí tiveram projetos apresentados projetos para tornar a vaquejada patrimônio cultural e regulamentando-a como atividade esportiva. Na Paraíba, houve a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Vaquejada.

 

Maus-tratos em ambos

 

Para os defensores de animais, não há muita diferença entre as duas práticas. “É uma prática cruel, não tem nada de tradição, cultura, esporte: é sadismo e tortura animal! E mesmo se for tradição, tem que acabar. A escravidão não era tradição, cultura e não acabou?”, questiona Geuza Leitão, presidente da UIPA (União Internacional de Proteção Animal), que questionou a lei cearense.

 

Segundo ela, tanto a vaquejada, como o rodeio, submetem a um tratamento cruel os animais, com práticas que não seriam mostradas ao público. “Os rodeios, por exemplo, para o boi pular, é colocado um cinto para apertar a virilha. Na vaquejada, cortam o chifre do animal para não furar o cavalo e o montador. Regulamentar é um erro. Não existem essas práticas sem crueldade aos animais”, disse.

 

Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), a vaquejada deve ser proibida por ser ofensiva aos animais, e por ser dever do Estado protegê-los.

 

“É ressabido que as vaquejadas traduzem situação notória de maus tratos a animais. A prática é inconstitucional, ainda que realizada em contexto cultural. (…) O fato de a atividade resultar em algum ganho para a economia regional tampouco basta a convalidá-la, em face da necessidade de respeito ao ambiente que permeia toda a atividade econômica”, disse, em parecer na ação do STF que derrubou a lei cearense, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

 

Fonte: Uol


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Há pouco mais de um ano, o brasileiro Brunno Velasco cansou de ‘deslogar’ sua conta do Instagram para que suas filhas postassem fotos de sua cadela de estimação. Ele criou o Instapet, app gratuito de fotos voltado apenas para perfis de bichos de estimação.

 

O UOL baixou a versão para Android e iOS para experimentar. Como atesta o nome, ele não esconde a inspiração no Instagram: você cria um perfil, segue outros perfis, publica fotos e vídeos e interage com as fotos dos outros, com comentários e curtidas. Com um detalhe: o botão de curtir é uma marca de pata de cachorro.

 

Ele traz 13 tipos de filtros, recorte, emojis, stickers, caneta e outros recursos de edição de imagens já consagrados no Snapchat e no Instagram. Há ainda uma área de troca de mensagens privadas.

 

No entanto, o teste revelou alguns pequenos problemas nas duas plataformas: os botões para seguir novos perfis estavam respondendo lentamente. Após seguir alguns, não foi possível clicar em “seguindo” para ver a lista completa de amigos. E ao tentar apagar o perfil, ele também apresentou um erro e não concluiu a operação.

Criado em agosto de 2015, o aplicativo já conta com mais de 10 mil usuários, segundo Velasco.

 

“As minhas filhas me pediram para criar um perfil no Instagram da Mel, a cachorrinha delas. Só que elas usavam o meu celular para publicar fotos dela. Para isso eu tinha que sair do meu perfil pessoal do Instagram e entrar no perfil da Mel quase toda hora. Foi aí que eu tive a ideia de desenvolver um app só para pets”, diz ele.

 

Na época, o Instagram não tinha a opção de criar mais de um perfil. Esse recurso surgiu no começo do ano.

 

E se alguém tentar criar um perfil “humano”, o que acontece? “Eu envio um e-mail explicando o objetivo do app”, diz Velasco.

 

Ele também não teme a comparação e a concorrência com o mais famoso app de fotos. “Quando eu colocava fotos da cachorrinha da minha filha no meu instagram meus amigos reclamavam. Na verdade a intenção é fazer a migração de todos que têm perfis de pets do Instagram para o Instapet”, vislumbra.

 

Foto: Instapet

Fonte: Uol


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O Banco Nacional de Genes (CNGB) quer reunir 300 milhões de amostras

 

A China inaugurou nesta quinta-feira (22), na cidade de Shenzhen, no sul do país, seu primeiro Banco Nacional de Genes (CNGB), local que abre com dez milhões de amostras e tem como objetivo chegar a 300 milhões quando estiver em plena operação.

O projeto, iniciado pela Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento em 2011, procura promover pesquisas sobre saúde e conservação da biodiversidade, informou a agência oficial “Xinhua”.

“Esperamos fazer com que o banco de genes seja o maior centro de dados biológicos da China e, inclusive, do mundo. Seria como um Google, mas no campo dos dados de vida e de saúde”, disse o diretor do CNGB, Mei Yonghong, em declarações citadas pela “Xinhua”

 

Com uma superfície de 47.500 metros quadrados, o centro reúne um banco de informações biológicas, outro de amostras genéticas e mais um de amostras vivas de plantas, animais e micro-organismos. Por isso, alguns veículos de imprensa do país já batizaram o projeto de “Arca de Noé da China”.

 

“A missão do banco de genes é preservar a essência de 1 bilhão de anos de experiência evolutiva e armazenar os fundamentos da vida de milhões de pessoas”, explicou Yonghong.

 

Já o diretor-executivo do CNGB, Xu Xun, afirmou que as células humanas armazenadas podem ajudar a curar muitas doenças no futuro, com a melhora da tecnologia médica. Além disso, o banco de genes chinês colaborará com mais de cem organizações internacionais dedicadas à pesquisa da saúde, da biodiversidade e da evolução.

 

Os Estados Unidos, o Reino Unido e o Japão já contam com instituições similares, mas o órgão na China, um país com quase 1,4 bilhões de habitantes, tem aspirações de se transformar no maior do mundo.

 

Fonte: EFE


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O bullying (violência física ou psicológica ocorrido repetidas vezes no colégio) tem se tornado um tema comum de debate em vários segmentos sociais. O crescimento da prática tem mobilizado uma série de eventos e projetos sobre o tema. É o caso do projeto “FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO” criado por Elisandra Pauleli. Segundo ela, o projeto foi idealizado com o objetivo de divulgar o tema bullying, e envolver adultos e crianças, no espírito de utilizar a AMIZADE e outros valores essenciais para convivência humana, no apoio ao combate contra esse mal social, e criar um ambiente que propícia convivência pacífica. Na maioria das vezes, mesmo que a criança não entenda direito o que é Bullying, mas saiba que o respeito e a amizade e outros valores, é que torna um ambiente favorável para convivência, o projeto realizará uma parte de sua missão.

 

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Elisandra Pauleli, autora do livro infantil Betinho, O Porquinho Cenógrafo e idealizadora da Campanha Faça Amizades,  Bullying Não; conta que em maio/2016 firmou parceria com a revista Rio Claro Online, com o objetivo de criar a Campanha Faça Amizades, Bullying Não. A ideia com essa Campanha é motivar crianças e adultos praticar valores como a AMIZADE, a SOLIDARIEDADE, o ALTRUÍSMO, o RESPEITO e o AMOR AO PRÓXIMO, valores como esses e outros que combatem o BULLYING.

 

Valores provocam um ambiente de colaboração entre indivíduos, que transforma o ambiente de convivência de escolas e lares. Adquirido o respeito reciproco e praticando valores dirigidos a todos os ambientes do indivíduo, podemos até arriscar, que a convivência harmoniosa possa se tornar um hábito constante na vida. Sendo assim se tornando naturais, os valores que se perderam com o tempo, que nunca foi aprendido ou assimilado. Essa é uma atitude que somente a teoria não gera resultados, mas sim tentando ser um exemplo, e praticando é que gera resultados concretos.

Então, conforme esses princípios o Projeto FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO, vem arrecadando em parceria com o SUPERMERCADO LIMA, localizado no bairro JARDIM NOVO I em Rio Claro, alimentos, materiais de higiene e limpeza  para entidades civis localizada em Rio Claro – SP. É uma campanha permanente no bairro. Cada mês será beneficiada uma entidade diferente. Quem quiser colaborar é só se dirigir ao supermercado Lima, e oferecer um produto de higiene, limpeza ou alimentos não perecíveis.

Ponto de Arrecadação Supermercado Lima Rua 06 c/ av. 02 – Jardim novo 1

 E também, agora lança a  Campanha FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO – Adote um amigo, em parceria AGRO PET NOVO I e a AGRO PET CONTATO com o intuito de arrecadar  ração para cães e gatos de rua.

Ponto de Arrecadação AGRO PET NOVO I: Rua 03 entre as avs: 01 e 03 – Jardim Novo I

Ponto de Arrecadação AGRO PET CONTATO: Rua 06, 684 – Jardim Novo I

Se chegou até aqui é porque esta causa também é sua. Chega mais perto e aceite o nosso convite: Campanha FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO – Adote um amigo, e Campanha FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO – Compartilhe essa idéia, e seja um inspirador. 

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Sábado, dia 21 de maio, será realizada a primeira feirinha de adoção dos animais do Canil Municipal aqui de Rio Claro.

O evento contará com algumas fofurinhas que moram no Canil e que merecem uma chance de encontrar uma família e um lar acolhedor.

Eles vão estar lá cheirosinhos e elegantes só esperando um tutor que se apaixone por eles.

Caso não possa dar essa chance para um deles, venha oferecer um carinho e ganhará muitos lambebeijos!

São cachorrinhos muito carentes e merecem todo respeito e amor do mundo!!

Para quem se interessar: será na Praça Central – das 9h ás 14h.
É só ir lá, se apaixonar, assinar o termo de compromisso e responsabilidade e ganhará o carinho e a gratidão mais pura!!

ELES ESPERARÃO POR VCS!

Para maiores informações:
99712-0600 (Fernanda)

 

Clique aqui e saiba mais do evento…

 

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

 

Reprodução/PETA

 

O reino animal perdeu seu ‘’príncipe’’. Um vegano comprometido que nunca se esquivou de falar a verdade, Prince expôs os motivos pelos quais os animais não devem ser consumidos nas letras inspiradoras da canção “Animal Kingdom”:

 

Nenhum membro do reino animal nunca fez nada contra mim
É por isso que eu não como carne vermelha ou branca
Não me dê nenhum queijo azul
Somos todos membros do reino animal
Deixe seus irmãos e irmãs no mar

 

Prince era um apoiador orgulhoso da PETA e cedeu os direitos de “Animal Kingdom” para a organização usar como um convite musical para seu 20º aniversário em Nova York.

 

Ele também participou da festa de gala da PETA de 2005, e em 2006, o príncipe foi considerado a celebridade vegetariana mais sexy pela PETA.

 

Ao explicar sua escolha em deixar de comer animais, ele afirmou que não “come nada que tenha pais” porque “Não matarás” significa exatamente isso.

 

Prince  também se recusou a usar animais e orgulhosamente explicou a todos o motivo. Ele usava uma jaqueta de lã sintética em uma das capas de seus álbuns para o Joy Fantastic and contatou a PETA para obter informações para incluir no encarte.Ele escreveu:

 

“Se esta jaqueta fosse de lã verdadeira, teriam morrido sete cordeiros cujas vidas iriam começar assim … Poucas semanas depois de seu nascimento, seus ouvidos seriam perfurados, suas caudas cortadas e os machos seriam castrados ainda conscientes.

 

As  altas taxas de mortalidade são consideradas normais: de 20 a 40% dos cordeiros morrem antes de oito semanas de vida, oito milhões de ovelhas adultas morrem a cada ano de doenças, exposição ou negligência.

 

Muitas pessoas acreditam que a tosa ajuda os animais, que devem sentir muito calor. Mas, para evitar a perda de lã, os fazendeiros tosquiam as ovelhas antes dos pelos atingirem o crescimento, resultando em milhões de mortes de ovelhas pela exposição ao frio.”

 

Quando as pessoas questionavam sua preocupação com os animais em face do sofrimento humano generalizado, Prince respondia: “A compaixão é uma palavra de ordem que não possui limites.”

 


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Chegou a hora de unirmos força Galerinha.

Não adianta a gente só postar pedindo socorro.

Temos que nos unir e fazer valer.

A presença de todos é fundamental.

Terça feira (5) às 19h na Casa do Advogado.

Avenida 7, esquina da rua 5, Centro. – Rio Claro -SP

Participe, converse e discuta. Pelos direitos animais. Por mais dignidade aos carroceiros.

Por uma melhor condição de vida para todos!

 

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10. PICANDO A MULA

 

Bicho Mula

Perigo Incêndio

Onde McMinnville, EUA

 

Quem diz que a mula é burra não conheceu Lou. Em 2009, essa simpática quadrúpede ajudou sua dona, Jolene Solomon, de 63 anos, a perceber que a casa estava pegando fogo. Lou, que normalmente é calma, começou a zurrar e a ficar muito agitada. Estranhando o comportamento do animal, Jolene notou que o sótão da propriedade estava em chamas e conseguiu fugir. Foi por pouco: o imóvel ficou totalmente destruído

 

9. ESPANTA TUBARÃO

 

Bicho Golfinho

Perigo Ataque de tubarão

Onde Whangarei, Nova Zelândia

 

Em 2004, o salva-vidas Rob Howes nadava no mar com sua filha e duas amigas quando sete golfinhos se aproximaram e começaram a circundá-los. Howes achou que estavam brincando, mas, quando tentava sair do círculo, os animais o traziam de volta. Só então notou que um tubarão-branco rondava ali perto. Os golfinhos mantiveram os humanos protegidos por 40 minutos, até o predador desistir

 

8. VALEU ATÉ PRÊMIO

 

Bicho Gato

Perigo Gás

Onde Great Falls, EUA

 

Trudy Guy dormia em sua casa quando acordou com seu gato, Schnautzie, dando patadas em seu nariz. Ela não deu muita bola e voltou a dormir. Sorte que o bichano insistiu. Na segunda vez em que despertou, Trudy notou que a mascote farejava demais o ar. Um chiado confirmou sua suspeita: o porão estava cheio de gás, que havia escapado de uma tubulação quebrada. Pelo resgate, Schnautzie recebeu o prêmio Purple Paw, da Fundação Animal da cidade

 

7. ANJO COM PENAS

 

Bicho Papagaio

Perigo Sufocamento

Onde Denver, EUA

 

O papagaio Willie salvou sua dona, uma menina de 2 anos que estava morrendo engasgada. Os dois estavam sozinhos na mesa de café da manhã quando a ave percebeu o problema. Willie fez um escarcéu, batendo as asas e berrando “mama!” e “baby!” A babá, Megan Howard, correu para a cozinha e viu que a criança já estava azul. Conseguiu desengasgá-la, mas foi a ave que levou uma medalha pelo salvamento

 

6. LARGA O VIDEOGAME!

 

Bicho Cachorro

Perigo Incêndio

Onde Concepción, Chile

 

O adolescente Chrístian deve a vida ao seu vira-lata, Lucky. Em 2009, o garoto estava jogando videogame no 2o andar de sua casa, que era feita de madeira. Um curto-circuito deu início a um incêndio, que se espalhou rapidamente. O garoto ficou paralisado pelo medo. Mas não seu cão: Lucky arriscou-se no fogo para buscá-lo, mordeu seu braço e o arrastou escada abaixo, até a porta. Chrístian escapou ileso e o animal só teve alguns pelos chamuscados

 

 

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 ILUSTRA Opala Rosa Choque

 

5. QUEM AVISA AMIGO É

 

Bicho Cachorro

Perigo Afogamento

Onde Cuiabá, Brasil

 

Durante um assalto a uma residência no ano passado, uma menina de 1 ano não parava de chorar e irritou os ladrões. Os bandidos tiraram-na dos pais e, antes de ir embora, a fecharam em um tambor cheio de água, do outro lado da rua. Foi a vira-lata Kesha que avisou à família onde a menina estava, latindo e arranhando o tambor. “Ela foi nossa salvação”, afirmou ao site G1 o avô da criança

 

4. O BELO E A FERA

 

Bicho Cachorro

Perigo Ataque de puma

Onde Boston Bar, Canadá

Em 2010, Austin Forman, de 11 anos, saiu para buscar lenha com seu golden retriever, Angel. Geralmente, o cão preferia correr livremente, mas, desta vez, permaneceu ao seu lado. Ainda bem: um puma avançou sobre o garoto, mas Angel se colocou entre os dois. A fera abocanhou a cabeça do cachorro, mas instantes depois um policial atirou no felino, salvando o cachorro. A história virou matéria no canal CNN e o vídeo está disponível no YouTube. Clique aqui para ver.

 

3. NADANDO CACHORRINHO

 

Bicho Cachorro

Perigo Afogamento

Onde Ridgefield, EUA

 

Em 2009, Taylor Morgan, de 6 anos, passeava com os pais e a cadela Maggie à beira de um rio quando se desequilibrou, caiu e foi arrastada pela correnteza. O animal não teve dúvidas: saltou no rio, agarrou a garotinha pela camisa e nadou por 100 m de volta à terra firme. E essa não foi a primeira vez que salvou sua dona. Quando Taylor era pequena, Maggie conseguiu alertar os pais que a bebê havia sido picada por uma abelha

 

2. AMOR DE MÃE

 

Bicho Gorila

Perigo Queda

Onde Brookfield, EUA

 

Em 1996, no zoológico da cidade de Brookfield, um menino de 3 anos caiu no poço onde ficavam os gorilas – uma queda de 6 m! Ele quebrou a mão e ficou inconsciente. A multidão ficou em pânico quando um dos bichos se aproximou. Era uma fêmea, chamada Binti Jua (“Filha da Luz do Sol”, em suaíli). Ela gentilmente pegou o menino no colo e o levou com muito cuidado até a grade de entrada dos tratadores. Ele foi enviado ao hospital e se recuperou

 

1. SEGURA FIRME!

 

Bicho Cachorro

Perigo Ataque epilético

Onde County Clare, Irlanda

 

A família Lynch começou a dormir mais sossegada desde que Charlie, um dogue alemão, entrou em sua vida. Brianna, a filha de 5 anos, sofre de epilepsia desde que nasceu. Um dia, a mãe da menina, Arabella, notou que o cão estava muito agitado, andando em círculos em volta da criança. Minutos mais tarde, ela teve um ataque epilético. Dias depois, Arabella foi ao quintal e viu que Charlie segurava gentilmente a menina contra a parede, enquanto ela convulsionava. Desde então, o animal de estimação, que nunca foi treinado para ser um cão de alerta, avisa a família sempre que Brianna vai ter uma crise, andando em círculos e a imobilizando para que não se machuque. Isso é que é anjo da guarda!

 

Fonte: Mundo Estranho

 


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A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro, por intermédio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), inicia no próximo sábado (13) a campanha de vacinação contra a raiva na área urbana. Cães e gatos devem ser imunizados.

 

As equipes estarão em pontos estratégicos dos bairros nos finais de semana para garantir o máximo de cobertura. Os proprietários de animais devem acompanhar o calendário com dia e horário estabelecidos para a vacinação. De acordo com o gerente do CCZ, Josiel Hebling, a campanha de vacinação segue até o dia 9 de abril. Em caso de chuva o trabalho será remarcado.

 

Na zona rural cães e gatos já receberam a vacinação, que foi realizada em julho de 2015. Foram imunizados 2.767 cães e 897 gatos. Os animais de grande porte (equinos e bovinos) também precisam ser vacinados. Neste caso os proprietários devem adquirir as vacinas – disponíveis em agropecuárias – e providenciar a aplicação.

 

A imunização é a única forma de prevenção contra a raiva. A doença é transmitida por morcegos e, além de ser fatal para os animais, também provoca a morte do ser humano que for contaminado, através de mordeduras ou contato direto com secreções de animais infectados.

 

Sinais da doença

 

Os sinais da raiva variam conforme a espécie. Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior frequência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica).

 

No entanto, em todos os animais costumam ocorrer os seguintes sintomas: dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares, mudança de hábitos e paralisia das patas traseiras. Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”; e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

 

Fonte: Guia Rio Claro

 


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Sábado dia 30/01/2016 às 15:00 – 19:00

Local:Bar da Montanha

Av. Laranjeiras, 2601 · Pq. Egisto Ragazzo, 13486-110 Limeira

 

Toda a renda da entrada será 100% revertida ao GPAC – Grupo de Proteção aos Animais Carentes!
Muito agito com as bandas: Mestre Muamba e Rock in Samba!! ♥

 

Valor: R$ 15,00
Os ingressos estarão disponíveis a partir de 14/01 nos pontos de venda a serem divulgados ou com nossos voluntários.

 

Agradecimento ao Bar da Montanha, banda e patrocinadores pela oportunidade!!

 

 

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O Projeto Tomba-Latas, convida todos para o primeiro bazar. Será no dia 23 de janeiro, sábado, das 9 às 14h, na avenida 8A, n. 1061, entre ruas 11 e 12B – Bela Vista!

 

Terá roupas, sapatos, livros, acessórios e muito mais!!
Venham conferir! Chamem seus amigos.
O dinheiro arrecado será para os animais amparados pelo projeto!
Esperamos vocês. ;)

 

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Participe do Mega Bazar Beneficente – Amigo dos animais!

Roupas – Sapatos – Brinquedos

Peças a partir de R$ 2,00

Sábado, 19 de Dezembro

Local: Av. 7 , N° 425 – Centro

Toda verba arrecada será destinada a causa animal ;)

 

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rioclaroonline

A China abrirá o maior centro do mundo de clonagem de animais para uso comercial em 2016 na cidade de Tianjin, no norte do país, segundo um acordo entre cientistas locais anunciado nesta segunda-feira.

 

A estrutura será criada na chamada Área Econômica de Desenvolvimento Tecnológico de Tianjin (Teda, na sigla em inglês), um parque industrial subsidiado pelo governo chinês. No local serão clonados animais como cachorros farejadores e domésticos, gado bovino e cavalos de corridas.
O edifício central da estrutura de clonagem já está sendo construído e as operações devem ter início na primeira metade do ano que vem, confirmaram fontes que preferiram não se identificar à agência oficial “Xinhua”.

 

O acordo foi assinado entre a Sinica, uma subsidiária do Grupo Boyalife, que atua no segmento de células-tronco e medicina regenerativa, e o Teda, e representa um investimento de 200 milhões de iuanes (US$ 31 milhões).

 

O centro, que contará com um estoque de genes e um museu, será construído pela Sinica, pelo Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Pequim, pela Academia de Biomedicina Internacional de Tianjin e pela Fundação de Pesquisa de Biotecnologia Sooam da Coreia do Sul.

 

Inicialmente, a previsão é que o centro produza 10 mil embriões de gado bovino por ano. No futuro, a expectativa é que a produção aumente para até 1 milhão, disse Xu Xiaochun, presidente do Conselho do Grupo Boyalife, com sede na província de Jiangsu.

 

Xu destacou que os criadores de gado chineses enfrentam muitas dificuldades para produzir carne suficiente para atender a demanda do mercado do país.

 

Desde 2000, os cientistas chineses estão clonando ovelhas, cabeças de gado e porcos. A primeira companhia comercial de clonagem foi aberta em setembro de 2014 na província de Shandong, no leste do país, graças a um acordo entre a Boyalife e a Sooam.

 

Antes da data, a clonagem na China tinha se restringido à pesquisa científica.

 

EFE

 

 


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.