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13 de março de 2017

A caça profissional e esportiva é proibida há mais de 50 anos no país. Ambientalistas já lutam para impedir aprovação

 

Proibida no Brasil há 53 anos, completados no último dia 3, a caça profissional e esportiva de animais silvestres pode ser liberada pelo Congresso Nacional. É o que propõe projeto de lei do deputado ruralista Valdir Collato (PMDB-SC), que começou a tramitar na Câmara no fim do ano passado, mas, por enquanto, não foi analisado nem discutido em nenhuma comissão ou audiência pública. O texto altera o Código de Caça, editado em 1967, que proíbe essa prática em todo o território nacional, salvo em caso de autorização expressa do governo federal por meio de seus órgãos ambientais.

 

O projeto também altera a Lei de Crimes Ambientais, para reduzir o agravamento da pena de detenção de seis meses a um ano e multa, para quem matar ou capturar animais sem licença se isso for feito durante o abate profissional. Hoje essa punição é triplicada se ocorrer durante uma caçada.

 

Propõe ainda a criação de reserva particular própria para caçadas e de criatórios de animais para serem mortos. E prevê também que animais que atacarem propriedades e rebanhos podem ser abatidos se houver um laudo técnico de algum órgão ambiental – o texto não específica qual – autorizando a caça.

 

Na justificativa do projeto, o deputado alega que a proximidade com os animais silvestres no meio rural traz risco para as pessoas e também para as propriedades e rebanhos, o que torna a caçada uma prática regular que, futuramente, pode vir a ser até mesmo uma fonte de renda. “Nesses casos sem finalidade de entretenimento e de esporte, mas como prática de relação com o ambiente, a qual, com o passar do tempo, pode se organizar como uma atividade de cunho cultural, como uma prática social e mesmo como atividade geradora de ganho social e econômica para as populações do meio rural”, afirma o parlamentar.

 

Retrocesso

O projeto de lei, no entanto, já é alvo de protestos de diversas entidades ligadas à proteção dos animais e do meio ambiente expressamente contrárias à caça esportiva. “Autorizar que o ser humano se divirta com uma mira eletrônica matando por esporte um animal é um retrocesso tremendo, além de um risco enorme para a nossa fauna”, defende a presidente da Associação Mineira de Defesa do Meio ambiente (Amda), Maria Dalce Ricas. Saiba mais: Comissão considera animais não humanos como sujeitos de direitos.

 

Segundo ela, o país já quase não tem mais animais silvestres, nem mesmo nas áreas de conservação, pois não há controle sobre o desmatamento dessas áreas nem sobre o tráfico e matança de espécies. “Para além da crueldade, o Estado não tem condição de liberar a caça esportiva, pois não tem como fiscalizar essa prática.”

 

Além disso, aponta Dalce, o projeto do deputado não traz nenhum dado ou informação técnica que embase essa decisão e não foi feita nenhuma discussão com a sociedade sobre o assunto. Ela cita como exemplo dessa falta de controle a caça de javali europeu, liberada pelo Ibama em 2013. A espécie foi trazida para o Sul do Brasil para o comércio da carne e acabou se transformando em um problema ao ser introduzida na mata nativa. Como não há predadores, os javalis se multiplicaram matando espécies nativas e rebanhos. Seu abate, então, foi liberado, mas segundo Dalce, são muitos relatos de crueldade e de morte de outras espécies durante as caçadas.

 

Armadilhas e falta de discussão técnica

O coordenador-geral da Rede Nacional de Controle do Tráfico de Animais (Renctas), Dener Giovanini, também cobra uma discussão ampla e técnica sobre a regulamentação da caça. “Esse é um assunto que deve partir de uma permissão absolutamente técnica”, afirma Denner. Segundo ele, os técnicos da Renctas já estão debruçados sobre o projeto. “Mas somos absolutamente contra a caça esportiva”, defende.

 

Segundo ele, o manejo de javalis, por exemplo, precisa ser rediscutido e melhor regulamentado, para evitar que outros animais sejam abatidos junto com essa espécie. Para ele, o Brasil não tem a menor condição de liberar a caça esportiva por absoluta falta de meios para fiscalizar a atividade. Ele também teme que haja a criação artificial de pragas animais para justificar sua caça.

 

Para ele, algo semelhante pode ter acontecido com os javalis citados por Dalce, que chegaram inicialmente no Sul do país e hoje já são problema até em Roraima. “Não credito que um javali andou 6 mil quilômetros, do Sul ao Norte. Acho que ele foi artificialmente introduzido para ser caçado.”

 

O ambientalista Paulo Pizzi, que integra o Conselho Nacional do Meio Ambiente e uma rede de organizações ambientais que se contrapõem a esse projeto, batizada de “Aliança Pró-Diversidade”, também classifica o projeto como um retrocesso. Segundo ele, o texto é cheio de armadilhas e tenta dar uma aparência de cunho ambiental à proposta, mas seu único objetivo é liberar a caça.

 

Uma das armadilhas, segundo ele, é a permissão dada por qualquer órgão ambiental para matar animais silvestres. “O projeto não pede nem ao menos um estudo técnico, apenas um laudo de qualquer órgão ligado ao meio ambiente. É um risco muito grande.” Para ele, o projeto não tem nem como ser melhorado. “Não deve tramitar”, defende. O autor do projeto não foi localizado pela reportagem para comentar as críticas.

 

 

O que diz a lei

Lei 5.197, de 3 de janeiro 1967

 

Art. 1º. Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.

 

§ 1º Se peculiaridades regionais comportarem o exercício da caça, a permissão será estabelecida em ato regulamentador do Poder Público Federal.

 

§ 2º A utilização, perseguição, caça ou apanha de espécies da fauna silvestre em terras de domínio privado, mesmo quando permitidas na forma do parágrafo anterior, poderão ser igualmente proibidas pelos respectivos proprietários, assumindo estes a responsabilidade de fiscalização de seus domínios.

 

Art. 2º É proibido o exercício da caça profissional.

 

Art. 3º. É proibido o comércio de espécimes da fauna silvestre e de produtos e objetos que impliquem a sua caça, perseguição, destruição ou apanha.

 

Fonte: Em


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2 de março de 2017

Ação realizada pela Ong GPAC com o apoio da Cobasi

 

Neste sábado, 04 de março, das 12h às 17h, o Shopping Center Limeira recebe o Carna Pet – evento realizado pela Ong GPAC com o apoio da Cobasi. Gatos e cachorros são atores principais deste espetáculo, que promete ser recheado de fofura e beleza.

 

Para participar basta comparecer com o animal no dia do evento e preencher a ficha de inscrição. Durante o período do evento, será permitida a entrada de animais, desde que estejam acompanhados de seus tutores, com guia e coleira, além do saquinho para higiene. Não será permitida a circulação de animais na praça de alimentação e cinema, conforme normas da vigilância sanitária e animais das raças Mastin Napolitano, Pit Bull, Rotweiller e American Stafforshire Terrier devem utilizar focinheira.

 

Os participantes serão fotografados no local e as imagens publicadas no dia 07 de março na fanpage do Grupo de Proteção aos Animais Carentes, onde haverá o concurso da foto mais curtida e melhor fantasia. As fotos serão julgadas entre os dias 07 e 12 de março.

 

Ao todo três pets serão premiados: os dois com maior número de curtidas e a melhor fantasia – esta definida por uma comissão de três membros.

 

Os vencedores serão agraciados e presenteados com kits especiais como brinquedos, shampoo, ecobag, entre outros itens e mimos. O resultado será divulgado no domingo, 12, às 20h.

 

Feira de Adoção

 

Além disso, os clientes e visitantes poderão participar da Feirinha de Adoção de Cães e Gatos – animais já vacinados, vermifugados e com castração garantida e conhecer os trabalhos da ong, que atua na luta e proteção aos animais carentes de Limeira.

 

SERVIÇO
Carna Pet

Data: 04 de março
Horário: das 12h às 17h
Local: Próximo à loja World Tennis

 

Entrada gratuita

 

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14 de fevereiro de 2017

Algumas espécies de lagarto rabo-de-chicote só têm fêmeas

 

Rituais de acasalamento são comuns em diversas espécies do reino animal. Incomum é ocorrer entre duas fêmeas. No entanto, entre uma espécie híbrida de lagartos rabo-de-chicote, em que só há fêmeas, o sexo lésbico existe e mais: as fêmeas se reproduzem sem contato com um macho.

 

Estes animais, que habitam a região compreendida entre o México e o sudoeste dos Estados Unidos, se procriam por partenogênese, uma forma de reprodução assexuada que é caracterizado pelo desenvolvimento e crescimento de um embrião sem a fertilização.

 

O que chama atenção no caso das lagartos rabo-de-chicote é que elas prescindem do sexo com fins reprodutivos, mas não dispensam o ritual de acasalamento, feito entre elas, em um “romance lésbico” animal.

 

Neste ritual, uma das lagartos fêmeas, tomada por uma “onda” de progesterona, simula o papel do macho, “montando” na parceira, que a morde. Este ato sexual, aparentemente sem nenhuma relação com a questão reprodutiva dos animais, no entanto, tem implicações sensíveis na procriação destas espécies.

 

Estudos científicos apontam que fêmeas que realizam esta simulação são mais férteis do que aquelas que não a fazem.

 

Como isso funciona

 

As espécies de lagartos em que existem apenas fêmeas se originam por hibridização: duas espécies diferentes de lagartos rabo-de-chicote, macho e fêmea, se cruzam e dão origem a uma terceira. Este animal híbrido, no entanto, não é estéril e se reproduz por partenogênese.

 

Normalmente, animais que nascem por este tipo de reprodução possuem organismos geneticamente idênticos aos progenitores, sendo, por isso, mais vulneráveis. Mas isso não ocorre com as lagartos rabo-de-chicote.

 

Na formação dos óvulos, elas podem recombinar cromossomos irmãos ao invés de cromossomos homólogos: este mecanismo incomum garante a manutenção da diversidade genética.

 

Às vezes, ocorre na natureza, também, o cruzamento entre esta espécie híbrida fêmea com um macho de outra espécie. Deste acasalamento pode surgir outra espécie híbrida partenogenética. Deste “híbrido do híbrido” combinações cromossômicas estranhas podem surgir: a soma cromossômica do espermatozoide com o óvulo, um mais dois, origina uma espécie com três conjuntos de cromossomos.

 

“Essa espécie híbrida já é considerada uma outra espécie, que pode vir a cruzar com uma terceira, ou ainda cruzar com uma daquelas que deram origem a ela. E aí você tem diferenças no número de cromossomos. Você pode ter envolvido na partenogênese bichos que são diploides e bichos que tem um conjunto de cromossomos a mais, que são triploides”, diz a professora de Genética e Evolução da Unifesp Katia Pellegrino.

 

Diversidade genética

 

Em geral, as células sexuais –ou gametas– têm a metade de cromossomos que o restante das células, mas essas fêmeas híbridas de lagartos rabo-de-chicote fogem à regra e possuem a mesma quantidade –daí estas combinações possíveis.

 

Graças à duplicação cromossômica, estas espécies podem recombinar cromossomos irmãos e ter como mínimo o mesmo jogo de cromossomos que seus progenitores. Com um rico repertório genético, podem, então, dar origem a uma nova linhagem.

 

E assim vão se sucedendo as gerações de lagartos de rabo-de-chicote. Sem machos, com “romances lésbicos”.

 

Por André Carvalho

Do UOL, em São Paulo


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8 de fevereiro de 2017

Quando há conflito entre dois direitos, o que deve prevalecer é o que possui maior peso relativo, desde que não cause qualquer dano a terceiros. Assim entendeu o desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, do Tribunal de Justiça de Goiás, ao permitir que um morador de um condomínio pode manter seu animal de estimação no apartamento.

 

Em decisão monocrática, o desembargador também anulou a cláusula do regulamento interno do condomínio que proíbe a permanência de quaisquer espécies de animal. O desembargador destacou que, para prevalecer a proibição sobre a existência de animais no condomínio, é preciso comprovar prejuízo à saúde e à segurança dos outros moradores.

 

“O direito de propriedade do autor de manter animal doméstico de pequeno porte em sua unidade não pode ser tolhido em razão de norma prevista em convenção de condomínio, quando o exercício de tal direito não causa nenhuma perturbação, desconforto ou risco aos demais condôminos, sob pena de implicar restrições ao uso da sua propriedade”, registrou na decisão.

 

O direito do morador de manter seu bicho em seu apartamento já havia sido confirmado em primeiro grau pelo juiz Rodrigo de Melo Brustolin, da 3ª Vara Cível da comarca de Rio Verde.

 

O condomínio alegava na ação que a permanência de animais no edifício foi proibida pela maioria dos moradores em votação durante assembleia deveria prevalecer. Também argumentou que não é relevante para o debate o potencial ofensivo do animal, conforme citou o dono do bicho.

 

De acordo com o Kisleu Filho, apesar de a regra que rege a relação entre os moradores ser resultado da vontade da maioria, essa limitação não pode ser verdade absoluta. “O juiz a quo entendeu que a proibição genérica da presença de animais em condomínios tem sido flexibilizada pela jurisprudência, principalmente quando se trata de animal de estimação de pequeno porte e que não seja nocivo nem afete a tranquilidade dos demais condôminos.”

 

Kisleu Filho citou que quando há esse tipo de conflito, deve prevalecer o direito de maior peso relativo, desde que não haja qualquer dano a terceiros. “Não se evidenciam motivos suficientes para proibir a permanência do animal no condomínio, pois não se está diante de uso anormal da propriedade, conforme previsto no artigo 1.277, do Código Civil de 2002”, finalizou o desembargador. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO.

 

Clique aqui para ver a decisão.

 

Fonte: www.conjur.com.br


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3 de novembro de 2016

Vaquejada em Campina Grande (PB): falta de regulamentação atrapalha

 

Com o veto do STF (Supremo Tribunal Federal) à lei cearense que tornava a vaquejada como prática esportiva e cultural no Estado, os seus defensores se uniram e passaram a pressionar o Congresso para aprovar o projeto de lei que regulamenta e define regras para a atividade.

 

Mas por que a vaquejada entrou na mira do STF e os rodeios — também questionados por defensores de animais –, ocorrem sem problemas?

 

A diferença básica é que a prática de rodeios foi regulamentada por duas leis federais em 2002, que estabeleceram regras que minimizam os maus-tratos aos animais. No caso da vaquejada, não há leis desse tipo.

 

A vaquejada é uma prática onde o vaqueiro, montado no cavalo, precisa segurar o rabo do boi e derrubar o animal na área demarcada. Para isso, outro vaqueiro vai ao lado do animal para evitar que ele fuja para as pontas da pista. Já no rodeio, o montador vence ao se segurar por mais tempo em cima de um boi ou cavalo, que salta para o derrubar.

 

Demora em criar regras

 

Segundo o consultor jurídico da Abvaq (Associação Brasileira de Vaquejada) e representante do Nordeste da Associação Brasileira de Criadores de Quarto de Milha (raça de cavalo usada na prática), o advogado Henrique Carvalho, o problema da vaquejada foi que a definição de regras para proteção animal e divulgação ao público demoraram a ocorrer.

 

“A vaquejada demorou a vir a público mostrar que não há maus-tratos, como já fez o rodeio. Agora é que os meios de comunicação de grande alcance estão chegando, diferente do que houve com o rodeio”, explica, citando que a solução agora é votar o projeto de lei sobre o assunto.

 

Segundo Carvalho, todas as questões relativas a maus-tratos aos animais foram sanadas. “Resolvemos todos os passivos. Existia, antigamente, uma fratura de cauda do boi, e existe um protetor desenvolvido e patenteado que é usado há dois anos. Esse problema foi solucionado completamente, com 100% de êxito. Outro problema que dizem, e que é mentira, que na vaquejada e no rodeio usava choque no animal. Quando se dá choque no boi, ele fica mais lento, e precisamos que ele corra e, no rodeio, pule. Já em relação à queda do boi, foi resolvido com um colchão de areia de mais de 30 cm, que garante a segurança do animal”, disse.

 

O advogado explica ainda que os bois usados em rodeio são caros e não sofrem qualquer tipo de ferimento, sob pena de prejuízo aos participantes.

 

“O boi participa da corrida apenas uma vez na vida, porque após isso ele cria uma habilidade, passa a ter uma destreza que ninguém consegue derrubar. Esses bois maiores, da fase final da vaquejada, vão da prova direto para o abate. Se machucasse, os frigoríficos não receberiam. O custo de um boi desse varia de R$ 2 mil a R$ 4.000, ou seja, ficaria completamente inviável sob a perspectiva econômica”, explica.

 

Sobre a decisão do STF, Carvalho conta que é necessário ainda esperar a publicação do acórdão e dos votos dos ministros. Por ora, o calendário de vaquejadas segue normalmente.

 

“A votação foi apertada (6×5), e o que vai atingir as outras vaquejadas não é a decisão, mas sim o motivo pelo qual os ministros votaram. Se julgaram que a lei é ilegal porque causa maus-tratos, transcenderá para todos os Estados. Se isso não ficar específico, se algum ministro votou contra porque a lei não tinha previsão de colchão de areia, do protetor de cauda, aí muda tudo”, conta.

 

Rodeio dentro da lei

 

Reinaldo Canato – 28.ago.2015/UOL

Peão compete em rodeio na tradicional festa de Barretos (SP)

 

 

Já no lado do rodeio, a prática tem regulamentação federal que prevê uma série de regras que garantiriam o bem-estar animal. “São duas leis criadas juntas com a confederação. Entramos com uma solicitação, passou no Congresso, foi para o então presidente Fernando Henrique Cardoso, que a sancionou”, explica Roberto Vidal, presidente da Cnar (Confederação Nacional de Rodeio), que também defende a regulamentação da vaquejada.

 

Apesar da regulamentação, o rodeio não escapa de decisões de juízes e até de leis municipais que vetam a prática. Isso ocorre com relativa frequência, segundo Vidal. Desde 2013, foram pelo menos 13 decisões derrubadas que vetaram rodeios.

 

“Eles entram com ações e conseguem essas decisões. Às vezes, o cara é de uma cidade, fala com o promotor, diz um monte de barbaridade, e o MP entra com a ação e o juiz acolhe. Mas temos ido em instâncias superiores e derrubado. Metade ou mais conseguimos derrubar”, explica.

 

Hoje, o rodeio conta com uma confederação, que tem federações em 16 Estados e 1.800 eventos no Brasil. “Começamos com cinco federações e crescemos. Defendemos que tem de ocorrer, sim, um controle. Sem dúvida, mas com esse parâmetro, não há problemas, como é o nosso caso”, explica.

 

Com a lei, a confederação criou o “selo verde”, que garante que aquele rodeio está realizando de forma legal e sem maus-tratos. Além da lei, há uma instrução normativa de 2008, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e manual de responsabilidade técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária, de 2010.

 

“Quem garante do bem-estar animal é uma comissão de veterinários. Eles que andam e vão ver uma série de fatores. Existem lendas, por exemplo, de que o rodeio aperta os testículos do boi. Não é verdade”, disse.

 

Projetos e leis

 

Eraldo Peres – 25.out.2016/AP

Apoiadores da vaquejada têm pressionado o Congresso pela regulamentação da atividade

 

 

Na última terça-feira (1), o Senado aprovou o projeto de lei que eleva a vaquejada e o rodeio à condição de “manifestação cultural nacional”.

 

Ainda há projetos na Câmara: um projeto de lei e uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que podem definir as regras e regulamentar a vaquejada no Brasil. O tema não é novidade na casa, mas ganhou força com a decisão do STF que considerou a prática inconstitucional.

 

Em 2014, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara aprovou um p rojeto de lei do deputado Efraim Filho (DEM-PB) que classifica a vaquejada como “atividade desportiva”. “Sua prática deve respeitar as regras de proteção à saúde e à integridade física dos animais”, diz o projeto, que aguarda votação.

 

Já a PEC citada é 270/16, que classifica rodeios e vaquejadas patrimônio cultural imaterial brasileiro, de autoria do deputado João Fernando Coutinho (PSB-PE). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu criar uma comissão especial para analisar a PEC.

 

Além da lei cearense derrubada, outros Estados têm leis próprias. Na Bahia, há uma lei sancionada em novembro de 2015 regulamentando as vaquejadas. Em setembro também do ano passado, foi a vez de Alagoas aprovar uma lei que transformou a vaquejada em esporte.

 

Depois da decisão do STF, as assembleias do Rio Grande do Norte e do Piauí tiveram projetos apresentados projetos para tornar a vaquejada patrimônio cultural e regulamentando-a como atividade esportiva. Na Paraíba, houve a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Vaquejada.

 

Maus-tratos em ambos

 

Para os defensores de animais, não há muita diferença entre as duas práticas. “É uma prática cruel, não tem nada de tradição, cultura, esporte: é sadismo e tortura animal! E mesmo se for tradição, tem que acabar. A escravidão não era tradição, cultura e não acabou?”, questiona Geuza Leitão, presidente da UIPA (União Internacional de Proteção Animal), que questionou a lei cearense.

 

Segundo ela, tanto a vaquejada, como o rodeio, submetem a um tratamento cruel os animais, com práticas que não seriam mostradas ao público. “Os rodeios, por exemplo, para o boi pular, é colocado um cinto para apertar a virilha. Na vaquejada, cortam o chifre do animal para não furar o cavalo e o montador. Regulamentar é um erro. Não existem essas práticas sem crueldade aos animais”, disse.

 

Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), a vaquejada deve ser proibida por ser ofensiva aos animais, e por ser dever do Estado protegê-los.

 

“É ressabido que as vaquejadas traduzem situação notória de maus tratos a animais. A prática é inconstitucional, ainda que realizada em contexto cultural. (…) O fato de a atividade resultar em algum ganho para a economia regional tampouco basta a convalidá-la, em face da necessidade de respeito ao ambiente que permeia toda a atividade econômica”, disse, em parecer na ação do STF que derrubou a lei cearense, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

 

Fonte: Uol


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10 de outubro de 2016

Há pouco mais de um ano, o brasileiro Brunno Velasco cansou de ‘deslogar’ sua conta do Instagram para que suas filhas postassem fotos de sua cadela de estimação. Ele criou o Instapet, app gratuito de fotos voltado apenas para perfis de bichos de estimação.

 

O UOL baixou a versão para Android e iOS para experimentar. Como atesta o nome, ele não esconde a inspiração no Instagram: você cria um perfil, segue outros perfis, publica fotos e vídeos e interage com as fotos dos outros, com comentários e curtidas. Com um detalhe: o botão de curtir é uma marca de pata de cachorro.

 

Ele traz 13 tipos de filtros, recorte, emojis, stickers, caneta e outros recursos de edição de imagens já consagrados no Snapchat e no Instagram. Há ainda uma área de troca de mensagens privadas.

 

No entanto, o teste revelou alguns pequenos problemas nas duas plataformas: os botões para seguir novos perfis estavam respondendo lentamente. Após seguir alguns, não foi possível clicar em “seguindo” para ver a lista completa de amigos. E ao tentar apagar o perfil, ele também apresentou um erro e não concluiu a operação.

Criado em agosto de 2015, o aplicativo já conta com mais de 10 mil usuários, segundo Velasco.

 

“As minhas filhas me pediram para criar um perfil no Instagram da Mel, a cachorrinha delas. Só que elas usavam o meu celular para publicar fotos dela. Para isso eu tinha que sair do meu perfil pessoal do Instagram e entrar no perfil da Mel quase toda hora. Foi aí que eu tive a ideia de desenvolver um app só para pets”, diz ele.

 

Na época, o Instagram não tinha a opção de criar mais de um perfil. Esse recurso surgiu no começo do ano.

 

E se alguém tentar criar um perfil “humano”, o que acontece? “Eu envio um e-mail explicando o objetivo do app”, diz Velasco.

 

Ele também não teme a comparação e a concorrência com o mais famoso app de fotos. “Quando eu colocava fotos da cachorrinha da minha filha no meu instagram meus amigos reclamavam. Na verdade a intenção é fazer a migração de todos que têm perfis de pets do Instagram para o Instapet”, vislumbra.

 

Foto: Instapet

Fonte: Uol


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22 de setembro de 2016

O Banco Nacional de Genes (CNGB) quer reunir 300 milhões de amostras

 

A China inaugurou nesta quinta-feira (22), na cidade de Shenzhen, no sul do país, seu primeiro Banco Nacional de Genes (CNGB), local que abre com dez milhões de amostras e tem como objetivo chegar a 300 milhões quando estiver em plena operação.

O projeto, iniciado pela Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento em 2011, procura promover pesquisas sobre saúde e conservação da biodiversidade, informou a agência oficial “Xinhua”.

“Esperamos fazer com que o banco de genes seja o maior centro de dados biológicos da China e, inclusive, do mundo. Seria como um Google, mas no campo dos dados de vida e de saúde”, disse o diretor do CNGB, Mei Yonghong, em declarações citadas pela “Xinhua”

 

Com uma superfície de 47.500 metros quadrados, o centro reúne um banco de informações biológicas, outro de amostras genéticas e mais um de amostras vivas de plantas, animais e micro-organismos. Por isso, alguns veículos de imprensa do país já batizaram o projeto de “Arca de Noé da China”.

 

“A missão do banco de genes é preservar a essência de 1 bilhão de anos de experiência evolutiva e armazenar os fundamentos da vida de milhões de pessoas”, explicou Yonghong.

 

Já o diretor-executivo do CNGB, Xu Xun, afirmou que as células humanas armazenadas podem ajudar a curar muitas doenças no futuro, com a melhora da tecnologia médica. Além disso, o banco de genes chinês colaborará com mais de cem organizações internacionais dedicadas à pesquisa da saúde, da biodiversidade e da evolução.

 

Os Estados Unidos, o Reino Unido e o Japão já contam com instituições similares, mas o órgão na China, um país com quase 1,4 bilhões de habitantes, tem aspirações de se transformar no maior do mundo.

 

Fonte: EFE


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24 de julho de 2016

O bullying (violência física ou psicológica ocorrido repetidas vezes no colégio) tem se tornado um tema comum de debate em vários segmentos sociais. O crescimento da prática tem mobilizado uma série de eventos e projetos sobre o tema. É o caso do projeto “FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO” criado por Elisandra Pauleli. Segundo ela, o projeto foi idealizado com o objetivo de divulgar o tema bullying, e envolver adultos e crianças, no espírito de utilizar a AMIZADE e outros valores essenciais para convivência humana, no apoio ao combate contra esse mal social, e criar um ambiente que propícia convivência pacífica. Na maioria das vezes, mesmo que a criança não entenda direito o que é Bullying, mas saiba que o respeito e a amizade e outros valores, é que torna um ambiente favorável para convivência, o projeto realizará uma parte de sua missão.

 

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Elisandra Pauleli, autora do livro infantil Betinho, O Porquinho Cenógrafo e idealizadora da Campanha Faça Amizades,  Bullying Não; conta que em maio/2016 firmou parceria com a revista Rio Claro Online, com o objetivo de criar a Campanha Faça Amizades, Bullying Não. A ideia com essa Campanha é motivar crianças e adultos praticar valores como a AMIZADE, a SOLIDARIEDADE, o ALTRUÍSMO, o RESPEITO e o AMOR AO PRÓXIMO, valores como esses e outros que combatem o BULLYING.

 

Valores provocam um ambiente de colaboração entre indivíduos, que transforma o ambiente de convivência de escolas e lares. Adquirido o respeito reciproco e praticando valores dirigidos a todos os ambientes do indivíduo, podemos até arriscar, que a convivência harmoniosa possa se tornar um hábito constante na vida. Sendo assim se tornando naturais, os valores que se perderam com o tempo, que nunca foi aprendido ou assimilado. Essa é uma atitude que somente a teoria não gera resultados, mas sim tentando ser um exemplo, e praticando é que gera resultados concretos.

Então, conforme esses princípios o Projeto FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO, vem arrecadando em parceria com o SUPERMERCADO LIMA, localizado no bairro JARDIM NOVO I em Rio Claro, alimentos, materiais de higiene e limpeza  para entidades civis localizada em Rio Claro – SP. É uma campanha permanente no bairro. Cada mês será beneficiada uma entidade diferente. Quem quiser colaborar é só se dirigir ao supermercado Lima, e oferecer um produto de higiene, limpeza ou alimentos não perecíveis.

Ponto de Arrecadação Supermercado Lima Rua 06 c/ av. 02 – Jardim novo 1

 E também, agora lança a  Campanha FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO – Adote um amigo, em parceria AGRO PET NOVO I e a AGRO PET CONTATO com o intuito de arrecadar  ração para cães e gatos de rua.

Ponto de Arrecadação AGRO PET NOVO I: Rua 03 entre as avs: 01 e 03 – Jardim Novo I

Ponto de Arrecadação AGRO PET CONTATO: Rua 06, 684 – Jardim Novo I

Se chegou até aqui é porque esta causa também é sua. Chega mais perto e aceite o nosso convite: Campanha FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO – Adote um amigo, e Campanha FAÇA AMIZADES, BULLYING NÃO – Compartilhe essa idéia, e seja um inspirador. 

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20 de maio de 2016

Sábado, dia 21 de maio, será realizada a primeira feirinha de adoção dos animais do Canil Municipal aqui de Rio Claro.

O evento contará com algumas fofurinhas que moram no Canil e que merecem uma chance de encontrar uma família e um lar acolhedor.

Eles vão estar lá cheirosinhos e elegantes só esperando um tutor que se apaixone por eles.

Caso não possa dar essa chance para um deles, venha oferecer um carinho e ganhará muitos lambebeijos!

São cachorrinhos muito carentes e merecem todo respeito e amor do mundo!!

Para quem se interessar: será na Praça Central – das 9h ás 14h.
É só ir lá, se apaixonar, assinar o termo de compromisso e responsabilidade e ganhará o carinho e a gratidão mais pura!!

ELES ESPERARÃO POR VCS!

Para maiores informações:
99712-0600 (Fernanda)

 

Clique aqui e saiba mais do evento…

 

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22 de abril de 2016

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

 

Reprodução/PETA

 

O reino animal perdeu seu ‘’príncipe’’. Um vegano comprometido que nunca se esquivou de falar a verdade, Prince expôs os motivos pelos quais os animais não devem ser consumidos nas letras inspiradoras da canção “Animal Kingdom”:

 

Nenhum membro do reino animal nunca fez nada contra mim
É por isso que eu não como carne vermelha ou branca
Não me dê nenhum queijo azul
Somos todos membros do reino animal
Deixe seus irmãos e irmãs no mar

 

Prince era um apoiador orgulhoso da PETA e cedeu os direitos de “Animal Kingdom” para a organização usar como um convite musical para seu 20º aniversário em Nova York.

 

Ele também participou da festa de gala da PETA de 2005, e em 2006, o príncipe foi considerado a celebridade vegetariana mais sexy pela PETA.

 

Ao explicar sua escolha em deixar de comer animais, ele afirmou que não “come nada que tenha pais” porque “Não matarás” significa exatamente isso.

 

Prince  também se recusou a usar animais e orgulhosamente explicou a todos o motivo. Ele usava uma jaqueta de lã sintética em uma das capas de seus álbuns para o Joy Fantastic and contatou a PETA para obter informações para incluir no encarte.Ele escreveu:

 

“Se esta jaqueta fosse de lã verdadeira, teriam morrido sete cordeiros cujas vidas iriam começar assim … Poucas semanas depois de seu nascimento, seus ouvidos seriam perfurados, suas caudas cortadas e os machos seriam castrados ainda conscientes.

 

As  altas taxas de mortalidade são consideradas normais: de 20 a 40% dos cordeiros morrem antes de oito semanas de vida, oito milhões de ovelhas adultas morrem a cada ano de doenças, exposição ou negligência.

 

Muitas pessoas acreditam que a tosa ajuda os animais, que devem sentir muito calor. Mas, para evitar a perda de lã, os fazendeiros tosquiam as ovelhas antes dos pelos atingirem o crescimento, resultando em milhões de mortes de ovelhas pela exposição ao frio.”

 

Quando as pessoas questionavam sua preocupação com os animais em face do sofrimento humano generalizado, Prince respondia: “A compaixão é uma palavra de ordem que não possui limites.”

 


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4 de abril de 2016

Chegou a hora de unirmos força Galerinha.

Não adianta a gente só postar pedindo socorro.

Temos que nos unir e fazer valer.

A presença de todos é fundamental.

Terça feira (5) às 19h na Casa do Advogado.

Avenida 7, esquina da rua 5, Centro. – Rio Claro -SP

Participe, converse e discuta. Pelos direitos animais. Por mais dignidade aos carroceiros.

Por uma melhor condição de vida para todos!

 

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11 de fevereiro de 2016

A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro, por intermédio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), inicia no próximo sábado (13) a campanha de vacinação contra a raiva na área urbana. Cães e gatos devem ser imunizados.

 

As equipes estarão em pontos estratégicos dos bairros nos finais de semana para garantir o máximo de cobertura. Os proprietários de animais devem acompanhar o calendário com dia e horário estabelecidos para a vacinação. De acordo com o gerente do CCZ, Josiel Hebling, a campanha de vacinação segue até o dia 9 de abril. Em caso de chuva o trabalho será remarcado.

 

Na zona rural cães e gatos já receberam a vacinação, que foi realizada em julho de 2015. Foram imunizados 2.767 cães e 897 gatos. Os animais de grande porte (equinos e bovinos) também precisam ser vacinados. Neste caso os proprietários devem adquirir as vacinas – disponíveis em agropecuárias – e providenciar a aplicação.

 

A imunização é a única forma de prevenção contra a raiva. A doença é transmitida por morcegos e, além de ser fatal para os animais, também provoca a morte do ser humano que for contaminado, através de mordeduras ou contato direto com secreções de animais infectados.

 

Sinais da doença

 

Os sinais da raiva variam conforme a espécie. Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior frequência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica).

 

No entanto, em todos os animais costumam ocorrer os seguintes sintomas: dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares, mudança de hábitos e paralisia das patas traseiras. Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”; e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

 

Fonte: Guia Rio Claro

 


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25 de janeiro de 2016

Sábado dia 30/01/2016 às 15:00 – 19:00

Local:Bar da Montanha

Av. Laranjeiras, 2601 · Pq. Egisto Ragazzo, 13486-110 Limeira

 

Toda a renda da entrada será 100% revertida ao GPAC – Grupo de Proteção aos Animais Carentes!
Muito agito com as bandas: Mestre Muamba e Rock in Samba!! ♥

 

Valor: R$ 15,00
Os ingressos estarão disponíveis a partir de 14/01 nos pontos de venda a serem divulgados ou com nossos voluntários.

 

Agradecimento ao Bar da Montanha, banda e patrocinadores pela oportunidade!!

 

 

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18 de janeiro de 2016

O Projeto Tomba-Latas, convida todos para o primeiro bazar. Será no dia 23 de janeiro, sábado, das 9 às 14h, na avenida 8A, n. 1061, entre ruas 11 e 12B – Bela Vista!

 

Terá roupas, sapatos, livros, acessórios e muito mais!!
Venham conferir! Chamem seus amigos.
O dinheiro arrecado será para os animais amparados pelo projeto!
Esperamos vocês. ;)

 

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26 de novembro de 2015

Participe do Mega Bazar Beneficente – Amigo dos animais!

Roupas – Sapatos – Brinquedos

Peças a partir de R$ 2,00

Sábado, 19 de Dezembro

Local: Av. 7 , N° 425 – Centro

Toda verba arrecada será destinada a causa animal ;)

 

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rioclaroonline
25 de novembro de 2015

A China abrirá o maior centro do mundo de clonagem de animais para uso comercial em 2016 na cidade de Tianjin, no norte do país, segundo um acordo entre cientistas locais anunciado nesta segunda-feira.

 

A estrutura será criada na chamada Área Econômica de Desenvolvimento Tecnológico de Tianjin (Teda, na sigla em inglês), um parque industrial subsidiado pelo governo chinês. No local serão clonados animais como cachorros farejadores e domésticos, gado bovino e cavalos de corridas.
O edifício central da estrutura de clonagem já está sendo construído e as operações devem ter início na primeira metade do ano que vem, confirmaram fontes que preferiram não se identificar à agência oficial “Xinhua”.

 

O acordo foi assinado entre a Sinica, uma subsidiária do Grupo Boyalife, que atua no segmento de células-tronco e medicina regenerativa, e o Teda, e representa um investimento de 200 milhões de iuanes (US$ 31 milhões).

 

O centro, que contará com um estoque de genes e um museu, será construído pela Sinica, pelo Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Pequim, pela Academia de Biomedicina Internacional de Tianjin e pela Fundação de Pesquisa de Biotecnologia Sooam da Coreia do Sul.

 

Inicialmente, a previsão é que o centro produza 10 mil embriões de gado bovino por ano. No futuro, a expectativa é que a produção aumente para até 1 milhão, disse Xu Xiaochun, presidente do Conselho do Grupo Boyalife, com sede na província de Jiangsu.

 

Xu destacou que os criadores de gado chineses enfrentam muitas dificuldades para produzir carne suficiente para atender a demanda do mercado do país.

 

Desde 2000, os cientistas chineses estão clonando ovelhas, cabeças de gado e porcos. A primeira companhia comercial de clonagem foi aberta em setembro de 2014 na província de Shandong, no leste do país, graças a um acordo entre a Boyalife e a Sooam.

 

Antes da data, a clonagem na China tinha se restringido à pesquisa científica.

 

EFE

 

 


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13 de outubro de 2015

Anêmonas-do-mar são facilmente avistadas no litoral de muitas cidades, mas apesar de sua aparência colorida e brilhante, elas têm um ancestral comum com os humanos. Mas não é por essa característica que esses animais marinhos vêm atraindo a atenção da comunidade científica. Pesquisadores estão estudando se as anêmonas-do-mar podem guardar o segredo da vida eterna. A especialista britânica em meio ambiente Mary Colwell comenta por quê.

 

A bruxa do conto de fadas Branca de Neve tornou-se famosa pela pergunta retórica: “Espelho meu espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?” Mas seu sonho da juventude eterna é ilusório – na medida em que os anos passam, o corpo humano perde o viço dado que as células sofrem mutação e morrem. Perdemos audição, mobilidade, agilidade mental, massa muscular e cerebral.

 

A Rainha Má segue o caminho de todos os seres vivos, exceto por uma criatura um tanto quanto negligenciada do mar – a anêmona-do-mar.

 

Outrora consideradas plantas, as anêmonas-do-mar são animais de corpo flexível que se agarram às rochas e recifes de coral em águas rasas. Seus tentáculos injetam veneno em pequenos peixes e camarões que se arriscam em atravessá-los e levam as presas paralisadas à sua boca –um orifício que também funciona como ânus.

 

Há mais de mil espécies de anêmonas-do-mar, cujo tamanho varia de alguns centímetros a mais de alguns metros. Elas vivem no oceano, das águas mais quentes às mais frias.

 

A espécie mais familiar na Grã-Bretanha é a Actinia equina, também conhecida como morango-do-mar. Na maré baixa, seus tentáculos permanecem recolhidos e o animal parece uma mancha vermelha na rocha. Mas na medida em que a maré sobe, as anêmonas-do-mar se transformam e se assemelham a flores, seus tentáculos dançam com a correnteza como pétalas ao vento, buscando comida.

 

Como diz o biólogo Philip Henry Gosse em seu livro A Year at the Shore (“Um ano no litoral”, em tradução livre): “A elegância maravilhosa da forma, o brilho requintado das cores, a grande variedade, os instintos, os poderes, o organismo extremamente elaborado, tudo isso foi outorgado a essas criaturas”. Sua prosa efusiva inspirou quem estava começando a explorar o seu litoral. Seus leitores costumavam coletar anêmonas-do-mar e guardá-las em aquários em casa.

 

Imortalidade?

Normalmente, as anêmonas-do-mar não vivem por muito tempo, mas em condições ideais a realidade é diferente.

 

“Pelo que sabemos até agora, esses animais são imortais”, diz Dan Rokhsar, professor de genética da Universidade da Califórnia, em Berkeley. “Elas vivem por muito tempo –uma delas teria vivido 100 anos segundo um registro documentado. As anêmonas-do-mar não envelhecem. Esses animais vivem para sempre e se proliferam, tornando-se cada vez maiores”.

 

Se os tentáculos são cortados, por exemplo, nascem novos. Mesmo se as bocas são cortadas, novas “cabeças” surgem. Se elas não forem envenenadas ou comidas por outras criaturas, elas parecem poder viver para sempre.

 

Elas parecem evitar o processo de envelhecimento e os efeitos adversos que nós, seres humanos, sofremos ao longo do tempo. “Você deveria ver tumores nesses animais, mas há poucas descrições disso na literatura científica. Eles estão constantemente se recompondo sem apresentar nenhum sinal de câncer”, diz Rokhsar.

 

Ao invés de envelhecer, as anêmonas-do-mar parece permanecer jovens e em pleno funcionamento. “Se você olhar para uma anêmona-do-mar hoje e uma semana depois a estrutura será igual, mas muitas das células terão sido substituídas por outras novas”.

 

Os cientistas não sabem ainda como isso é possível. “Adoraríamos poder descobrir um gene ou uma pista que nos permita evitar o envelhecimento”, diz Rokhsar. Mas ele e sua equipe ainda estão buscando pelo Santo Graal.

 

Semelhanças

Mas se eles acharem o que estão buscando, isso terá algum impacto no processo de envelhecimento humano? Na verdade, as anêmonas-do-mar são mais parecidas com os humanos do que muitas pessoas pensam.

 

“As anêmonas-do-mar são os animais mais simples de que temos conhecimento com um sistema nervoso –a estrutura não é organizada como a nossa, mas elas têm uma rede de neurônios que lhes permite responder aos estímulos e ser predadoras muito ativas”, diz Rokhsar.

 

Seus tentáculos podem imobilizar a presa, suas bocas podem abrir e fechar voluntariamente, e elas têm um aparelho intestinal que digere a comida –uma característica que as une aos seres humanos em um ancestral comum.

 

“As anêmonas-do-mar têm muito em comum conosco. Descobrimos muitas semelhanças que não tínhamos constatado quando comparamos os humanos com mosca-das-frutas ou nematódeos. Há paralelos na forma como os genomas estão organizados e como os genes estão estruturados, revelando uma conexão que data de 700 milhões de anos atrás.”

 

Mas há questões filosóficas também. “Até que ponto a imortalidade para uma anêmona-do-mar e a imortalidade para um ser humano são iguais?”, questiona Rokhsar.

 

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Anêmonas-do-mar são facilmente avistadas no litoral de muitas cidades

Fonte:  BBC

 

 


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27 de agosto de 2015

Ativistas de proteção animal se mobilizaram para resgatar os porcos sobreviventes, que foram levados para abrigo

 

Uma carreta que transportava suínos tombou na madrugada desta terça-feira (25/8) no quilômetro 14 oeste do Rodoanel, em frente a uma praça de pedágio, no sentido interior de São Paulo. O motorista não ficou ferido e alguns animais morreram.

De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, o motoristaia entrar em uma praça de pedágio e resolveu, de última hora, entrar em outra. Este teria sido o motivo do tombamento.

Rodovia Castelo Branco, ficou bloqueada até por volta das 11h, de acordo com a concessionária que administra o trecho, CCR Rodoanel. De manhã, o acidente chegou a provocar 10 quilômetros de congestionamento no local, do quilômetro 4 ao 14.

Por volta das 11h45, equipes da CCR removiam a carga da carreta. Duas pistas estavam liberadas e três praças de pedágio funcionavam normalmente – duas manuais e uma automática. Não havia registro de lentidão na via, informou a concessionária.

Vaquinha

Um grupo de ativistas de proteção aos animais se mobilizou durante toda a terça-feira para resgatar os porcos sobreviventes.

Os ativistas removeram os porcos do local para evitar que fossem levados a um matadouro, em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. Segundo eles, havia cerca de 100 porcos no local. A empresa responsável pelos suínos, o frigorífico Raja, não quis se manifestar sobre o caso.

Uma vaquinha online foi criada para auxiliar nos custos com o transporte e, até as 16h30, já acumulava mais de R$ 16 mil. O objetivo, segundo a organização, é atingir R$ 50 mil.

 

Fonte: Globo Rural

 


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13 de julho de 2015

1 – Chocolate

Essa deliciosa guloseima é uma tentação para as pessoas, mas nem pense em oferecer ao seu cão. Entre os seus problemas, está o fato do chocolate conter teobromina, que é estimulante e funciona de forma semelhante à cafeína, e que é venenosa para os cães.

Embora a quantidade dessa substância varie de acordo com o tipo de chocolate, sendo que quanto mais escuro mais ele possui a teobromina, mesmo doses pequenas podem afetar o coração, sistema nervoso central e rins do seu pet.

Caso ele tenha ingerido, saiba que o envenenamento ocorre entre quatro e 24 horas após o consumo. O grau de envenenamento depende da quantidade de chocolate que o pet comeu, sendo que ele pode ter vômitos, diarreia, agitação, tremores, hiperatividade e até mesmo crises convulsivas.

O melhor é levar o cão ao veterinário, sendo que a primeira medida é fazê-lo vomitar. O tratamento vai depender dos sintomas que ele apresentar, podendo precisar de fluidos intravenosos (gota a gota) e/ou medicamentos para controlar a frequência cardíaca, pressão arterial e as convulsões.

 

2 – Café, chá, bebidas estimulantes e outros produtos com cafeína

Da mesma forma que o chocolate, essas bebidas contém uma substância estimulante, a cafeína. Vale dizer que os cães são mais sensíveis aos efeitos da cafeína do que as pessoas.

Embora um pouco de café ou chá não vá causar danos sérios no cachorro, é melhor evitar que ele se aproxime desse tipo de bebida. Se ingerir borra de café ou sacos de chá pode sofrer com problemas mais graves. Os sinais de envenenamento por cafeína são semelhantes ao que acontece com o consumo de chocolate. O tratamento também é semelhante.

 

3 –Cebola, alho, cebolinha

Esses vegetais podem causar no pet irritação gastrointestinal (estômago e intestino), levando a danos nas células vermelhas do sangue. Embora os gatos sejam mais suscetíveis a esses alimentos, os cães também estão em risco se forem ingeridos sem grandes quantias.

As cebolas são particularmente tóxicas e os sinais de envenenamento podem aparecer apenas alguns dias depois do consumo. Além disso, todos os tipos de cebola são prejudiciais, mesmo que esteja desidratada, crua ou cozida. Por isso, na hora de comer pizzas, não deixe o pet prová-la.

 

4 – Álcool

Qualquer bebida contendo álcool é significativamente mais tóxica para os cães do que para as pessoas. Caso o cão as ingira pode causar vômitos, diarreia, diminuição da coordenação, depressão do sistema nervoso central, dificuldade respiratória, tremores, acidez anormal do sangue, coma e até mesmo a morte.

 

5 – Abacate

O principal problema dessa fruta para o cão é que ela possui uma substância chamada persin, que também está nas folhas e nas sementes do abacate, inclusive, na casca. Se o pet ingerir, pode provocar diarreia e vômitos.

 

6 – Uvas e passas

Esses alimentos não devem ser dados ao pet porque podem causar insuficiência renal. Os cães que já têm determinados problemas de saúde podem ter uma reação ainda mais grave.

 

7 – Caqui, pêssego e ameixas

As sementes dessas frutas podem causar inflamação ou obstrução do intestino delgado.

 

8 – Macadâmia

Depois de 12 horas que o cão come a macadâmia pode mostrar sinais de fraqueza, depressão, tremores, vômitos e hipertermia (aumento da temperatura corporal). Esses sintomas tendem a durar até 48 horas, sendo importante levá-lo ao veterinário.

 

9 – Massas

Quando são usadas leveduras como fermento no preparo de massas, esse alimento não é indicado para cães. Massas contendo levedura podem causar gases que se acumulam no sistema digestivo. Além dissoser doloroso, os gases podem fazer com que o estômago ou intestinos sejam obstruídos e mesmo distendidos.

 

10 – Ossos

Embora seja muito comum dar aos cães os ossos, é importante dizer que os animais domésticos podem se engasgar com eles, além de sofrer prejuízos com estilhaços que podem se alojar no trato digestivo. Caso você dê a ele um osso, é melhor estar por perto para observar se ele não se engasga.

Também é mais indicado oferecer ao seu pet ossos crus, pois depois de cozidos lascam mais facilmente, além de preferir os ossos menores. De qualquer forma, não faça disso um hábito, pois muitos ossos podem causar prisão de ventre.

 

11 – Espiga de milho

Diferente da maioria dos produtos hortícolas, esse não digere bem no estômago de um cão. Caso ele engula um pedaço grande, pode provocar obstrução intestinal, sendo que os sintomas são vômitos, perda de apetite, falta de fezes ou mesmo diarreia. Nesse caso, leve-o ao veterinário imediatamente.

 

12 – Açúcar

Alimentos com açúcar não devem ser dados ao cão, mais um motivo para afastar chocolates do seu melhor amigo. Além de causar obesidade, pode provocar problemas dentais e possivelmente diabetes.

Da mesma forma, oxilitol – uma espécie de adoçante – deve ser evitado, embora se trate de um adoçante natural usado atualmente em muitos produtos, como chicletes e alimentos diabéticos. Os sintomas de intoxicação incluem letargia, vômitos e perda de coordenação, podendo evoluir para decúbito e convulsões.

 

13 – Leite

Como os cães não têm quantidades significativas da lactase, enzima que quebra a lactose no leite, a bebida não é digerida pelo organismo do pet. Por isso, ele terá diarreia ou outros problemas digestivos. O mesmo serve para iogurte e outros alimentos com leite. Caso ele beba, leve-o ao veterinário.

 

14 – Ovos, carnes e peixes crus

Alimentos crus são perigosos e podem provocar intoxicação alimentar devido a bactérias como a Salmonella e E. coli. Uma enzima existente em ovos crus também interfere na absorção das vitaminas do complexo B, podendo resultar em problemas de pele e pelagem.

Tudo o que você precisa fazer é cortar esses grupos de alimentos da dieta do seu cão para que ele se desenvolva com muita saúde. Acompanhe aqui também nossas dicas de como fazer uma alimentação adequada e balanceada para ele!

 

15 – Ração Comercial

Já venho alertando isso há tempos. Não só eu, mas diversos e diversos veterinários e cientistas ao redor do mundo:

A maioria das rações comerciais para cachorro são uma verdadeira porcaria!

Você deveria  dar elas quando realmente não tem tempo para dar uma comida de qualidade para o seu peludo.