oficial

O trio de rock paulera da roça, o Garrafa Vazia, acaba de lançar seu primeiro trabalho oficial.

 

Trata-se do compacto de sete polegadas, “Corotinho”.

 

O vinil, lançado pela Neves Records, foi prensado na Europa e traz nove canções do Garrafa Vazia, como a própria faixa título, “Back to Bacana”, “Copo Vazio”, “Cirrose”, entre outras.

 

O disco pode ser adquirido online pelo site da gravadora:
http://www.nevesrecords.com.br/index.php?route=product/product&product_id=4435&search=garrafa

 

Formado no ano de 2009, o Garrafa Vazia fez história, caindo na estrada incessantemente nesses anos todos, tocando sem parar.

 

Rodando por quatro estados, em vários bares (como Hangar 110, 92 Graus em Curitiba), festivais (tocando ao lado de bandas gringas como GBH, Biohazard), participou de programas de rádio fm na Argentina, coletâneas na Grécia, Peru, Canadá, sempre com o lema da cooperação, diversão, e do it yourself.

 

O Garrafa Vazia faz rock irreverente.

 

Suas letras, em português, vão da ironia a uma espécie particular de “surrealismo-dadá-maionese.”

 

Com uma levada dançante e um refrão empolgante, a banda é reconhecida pela energia em suas apresentações. Não à toa, seu lema é: “Faltou folia? Garrafa Vazia!”

 

Décimo lançamento da gravadora, a Neves Records tem em seu cast bandas históricas do rock nacional.

 

Bandas de renome, muita tradição, como os cariocas do Gangrena Gasosa e Metalmorphose, os curitibanos do Ovos Presley, além dos mestres do interior Muzzarelas (Campinas) e The Mullet Monster Mafia (Piracicaba), e ainda o Capricorn, da Alemanha.

 

O disco tem tiragem de 300 cópias. Corra e garanta sua cópia!
http://www.nevesrecords.com.br/index.php?route=product/product&product_id=4435&search=garrafa

 

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Imperdível  – Super Bailão do Rock!

Rio Claro Vai Tremer – Preparem-se ;) 

 

17 de Dezembro ás 21:00 horas no El Gato

Local: Av.2 entre Ruas 8 e 9 Centro  – Rio Claro/SP

Vamos agitar pessoal!

Apresentação de 9 BANDAS + DISCOTECAGEM

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Quinta dia 08 de Dezembro às 20:00hs Rio Claro recebe a Temporada 2016 do Circuito do Violão no Teatro do SESI, Localizado na Av. M 29, 1800, bairro Santa Clara.

 

Será apresentação da Orquestra Intermunicipal de Violões, que sob a regência do violonista Welton Nadai traz para seu espetáculo um programa diversificado e abrangente, com obras do período renascentista e barroco, onde exibe pequenas peças alterando movimentos pequenos e vivos, nostálgicos e alegres, irônicos e contemplativos, sem deixar de lado os compositores da nossa música popular e erudita, estreitando o contato do público com a música genuinamente brasileira. O evento conta ainda com a participação do “Coral Solar das Artes” e “Ivone e seus Sanfoneiros”.

 

A Entrada é Gratuita e livre para todas as idades.

Informações: (19) 9.9914.6442 / (19) 3523-8147
ORQUESTRA INTERMUNICIPAL DE VIOLÕES

 

Um dos projetos mais inovadores dentro do ensino coletivo de música é a Orquestra Intermunicipal de Violões, projeto este com sede em Rio Claro, em parceria com a escola de Música Solar das Artes, diversos violonistas renomados e prefeituras municipais, busca formar uma grande orquestra através de pequenas Cameratas nas cidades participantes, visto que cada Camerata tem um programa de estudo programado sistematicamente para que ao juntar os alunos de todos os Pólos, aconteça uma bela apresentação. A meta este ano é dobrar o número de polos, sendo que todos serão com ensino gratuito.

 

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POLOS: CORUMBATAÍ, RIO CLARO E SÃO PEDRO

 

PROGRAMA

 

Philipp Heinrich Erlebach (1657-1710) – Gavotte

 

Jean Baptiste Lully (1633-1687) – Menuett

 

Samuel Scheidt (1587-1654) – Allemande

 

Joh. Caspar Ferd. Fischer (1660-1746) – Marsch

 

Georg Friedrich Handel (1685-1759) – Air

 

Johann Jos. Fux (1660-1711) – Bourrée

 

Baden Powell (1937-2000) – Só Você ( Arr. Edson Lopes)

 

Leonhard Von Call (1767-1815) – Andante e Rondó

 

Scott Joplin (1868-1917) – Enterteiner

 
 

O PROJETO  

A idéia da criação da Orquestra Intermunicipal de Violões traz consigo a nova concepção de trabalho em rede, onde um grupo de violonistas se reúne e define um repertório onde este será repassado aos seus alunos, criando assim uma Metodologia coletiva e organizada de pratica musical, desfrutando de todas as possibilidades quo o mundo moderno oferece através da internet e das redes sociais. Como o trabalho será feito com pequenos grupos em cada cidadade participante (Cameratas), consequentemente o nível artístico do coletivo aumenta consideravelmente e os custos são reduzidos pelo fato de que o municipio contribuirá apenas com a hora/aula do orientador. 

OBJETIVO 

Estão entre nossos objetivos: 

– Estabelecer a Orquestra de Violões como referência no interior Paulista;
– Executar em média uma apresentação mensal em diferentes cidades da região;
– Conseguir Investimento do Governo Estadual e Federal através de Leis de Incentivo e Editais;
– Estabelecer a rede em 10 cidades até o final de 2015.


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Rita Lee está prestes a completar 69 anos. Ela se aposentou da música e vive tranquila num sítio. Numa carreira de meio século, vendeu 55 milhões de discos e está em quarto lugar no ranking de artistas mais populares do Brasil, atrás apenas de Tonico e Tinoco (150 milhões), Roberto Carlos (120 milhões) e Nelson Gonçalves (75 milhões). Seus discos venderam mais que os de Bethânia, Gal e Elis somados.

 

Rita Lee revolucionou a música pop brasileira não uma, mas duas vezes: a primeira na virada dos 60 para os 70, com a inventividade sonora dos Mutantes, e a segunda dez anos depois, com quatro discos de pura perfeição pop. Ela não precisa provar nada para ninguém.

 

Dias atrás, Rita Lee lançou sua autobiografia, e os fãs se animaram. Eu me animei. Este era o legado dela, a obra definitiva sobre sua vida e carreira, o documento que ela vai deixar para que admiradores e futuras gerações entendam quem foi Rita Lee e o que inspirou sua música. É, provavelmente, a última criação artística de sua carreira. Não é um livro qualquer.

 

Por isso é uma tristeza ler “Rita Lee – Uma Autobiografia” (Editora Globo) e descobrir que a cantora fez uma espécie de diário escrito em linguagem adolescente, em que se recusa a falar a fundo sobre sua carreira, passa voando ou ignora informações relevantes, e gasta boa parte do tempo acertando contas com o passado e remoendo antigos ressentimentos.

 

Todo mundo sabe que Rita Lee foi despedida dos Mutantes de maneira grosseira e pouco diplomática. Ela conta que foi expulsa por Arnaldo Baptista, então seu marido, antes de um ensaio da banda. “Uma escarrada na cara teria sido menos humilhante”, escreve Rita. Não duvido.

 

Rita Lee tem todo o direito de odiar quem quiser. Mas já se passaram mais de 40 anos e ela está eternizando suas memórias em livro. Não seria a hora de botar antigas rusgas de lado e dar a devida importância ao seu legado com os Mutantes e às pessoas com as quais gravou nove discos (seis dos Mutantes, dois discos solo e mais o LP “Tropicália ou Panis et Circensis”)?

 

Mas não foi o que rolou. Veja como Rita Lee introduz a figura de Sergio Dias, guitarrista dos Mutantes:

 

“Serginho, o caçula gordinho, apelido Pipa, não completou o ginasial, nunca leu um livro na vida, raramente escovava os dentes, protótipo do caçula pentelho, o Sancho Pança do mano mais velho. Em compensação, tocava guitarra com incrível rapidez a precisão, algo circense até, eu diria 95% técnica e 5% alma. Serginho gozava da minha cara e eu da dele, coisa de irmão mais novo, digamos que rolava uma não-camaradagem suportável entre nós.”



Em outro trecho, ela escreve:

 

“A virtuosidade de Sergio na guitarra era fato inegável, apenas sua técnica instrumental se mostrava inversamente proporcional ao talento como compositor.”

 

Será? Rita está falando do mesmo Sergio Dias que ajudou a compor “O Relógio”, “Ave Genghis Khan”, “Dom Quixote, “Caminhante Noturno” e “Ando Meio Desligado”?

 

Sobre Arnaldo, as opiniões são ainda menos elogiosas. Em um trecho, ela comenta a condição mental de Arnaldo e diz que ele “vende sua imagem de coitadinho, tão apreciada pelas viúvas e críticos de música”. Para provar, diz ter ligado para a casa dele fazendo-se passar por uma assessora de Kurt Cobain:

 

“Dali a pouco Loki entra na linha todo empolgado, se apresentando fluentemente sem gaguejar e sem o menor sinal de retardamento mental.”

 

Ela está falando de um homem que, alguns anos antes, fora internado à força numa clínica psiquiátrica, se jogou do terceiro andar do prédio e passou dois meses em coma.

 

De novo: o livro é de Rita Lee e ela escreve o que quiser. Qualquer biografia de banda de rock que não traga histórias picantes sobre brigas e porra-louquices não presta. Mas não seria legal falar também das gravações dos discos dos Mutantes? Que tal explicar ao leitor como três moleques paulistanos criaram aquelas obras-primas? Sei que Rita Lee odeia críticos (ela deixa isso bem claro no livro), mas seria muito interessante conhecer o processo criativo da banda.

 

O desinteresse da autora pela informação é exasperante: inúmeras vezes ela diz que não lembra certas datas, e não faz o menor esforço para pesquisar. Pessoas de quem ela não gosta são tratadas por apelidos maldosos e não identificadas: a atual esposa de Arnaldo, Lucinha Barbosa, é chamada de ”A fã”, enquanto a ex-empresária de Rita, Mônica Lisboa, é tratada por ”Miss Governanta”. E os leitores, que não têm a menor obrigação de saber a quem Rita está se referindo, que se danem.

 

 

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Também impressiona o desprezo de Rita Lee por outros colaboradores: Manoel Barenbein produziu “Tropicália ou Panis et Circensis” e os dois primeiros discos dos Mutantes. Total de menções a Barenbein no livro: zero. Guto Graça Mello produziu três dos melhores discos de Rita: “Babilônia”, “Rita Lee (Mania de Você)” e “Rita Lee (Lança Perfume)”. Total de menções a Guto: uma. Pena Schmidt ajudou a montar o famoso sistema de som dos Mutantes e produziu o LP ”Entradas e Bandeiras”, de Rita & Tutti Frutti. Total de menções a Pena: zero. Não há uma linha sobre os métodos de trabalho de Rogério Duprat, o genial arranjador dos maiores discos da época da Tropicália.

 

Se os colaboradores estão ausentes, o mesmo não se pode dizer dos bichinhos de estimação de Rita. Há capítulos e mais capítulos sobre cães, gatos, cobras e até uma onça que ela adotou. Uma barata de estimação adotada pelo pai de Rita merece mais espaço que Lincoln Olivetti, o grande músico e arranjador que colaborou em vários sucessos da cantora.

 

Rita não diminuiu apenas seu trabalho com os Mutantes, mas também passa voando pelos quatro discos clássicos que lançou com Roberto de Carvalho entre 1979 e 1982 e que trouxeram hits como “Mania de Você”, “Doce Vampiro”, “Caso Sério”, “Flagra” e “Lança Perfume”. Esses discos transformaram Rita de roqueira porra-louca em astro pop e influenciaram todo mundo. Lulu Santos disse bem: “Os Mutantes, por um período, e depois a Rita solo foram meus faróis, minhas luzes-guia (…) as músicas tinham uma linguagem mais suave, mais gostosa, era uma música acessível”.

 

Foi uma época em que o público brasileiro consumidor de discos ficou mais jovem e as rádios FM tornaram as AM obsoletas; um período muito importante de nossa indústria musical e que teve em Rita Lee uma de suas personagens centrais. É difícil imaginar que gravadoras, TVs e rádios investiriam tanto em Legião Urbana, Paralamas e Ultraje a Rigor se Rita e Roberto não tivessem arrebentado de vender discos e tocar em rádio. Eles abriram as portas para o rock brasileiro dos anos 80.

 

Nada disso está no livro. Rita não fala de sua relação com a gravadora Som Livre e de como se tornou uma das maiores máquinas de compor trilhas de novelas; não fala de sua guinada pop ou da sonoridade cristalina desses discos, que foram gravados pensando em como soariam nas rádios FM. Encontros com Nelson Gonçalves, Raul Seixas e Eric Clapton são resumidos em poucas linhas e nenhum aprofundamento. Gente de quem ela gostava, como Cazuza, Hebe Camargo e Elis, são tratados por “fofos”. Quando Rita faz uma besteira, termina as frases com “Dããã”.

 

Em breve deve sair no Brasil a autobiografia de Bruce Springsteen, ”Born to Run”. Sugiro ler as duas para comparar a abordagem, contextualização e senso de importância histórica. Bruce fala detalhadamente sobre seus discos, explica suas inspirações e conta casos interessantes sobre gravações e turnês. Ele gasta várias páginas contando como seu primeiro empresário o ajudou e influenciou sua carreira, mesmo que, anos depois, esse mesmo empresário o tenha processado. Bruce sabe que, no fim das contas, o que fica é a música.

 

Fonte: Blog do Barcinski


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Foi um único erro. Na 12ª música, “Children of the Grave”, a última antes do bis, Ozzy Osbourne começou a cantar cedo demais, percebeu o deslize e disse “Sorry” (“desculpa”) no microfone. O guitarrista Tony Iommi caiu na gargalhada.

 

Na sua turnê de despedida dos palcos, o Black Sabbath chegou ao Brasil na noite desta segunda-feira (29) e empolgou a plateia de 18 mil pessoas em Porto Alegre. Serão mais três shows no país (em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo) – e os brasileiros podem ficar tranquilos. Embora quase setentões, os ingleses continuam entregando o peso que, ao longo de quase 50 anos, tornou o Black Sabbath uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos.

 

Para evitar erros ou desgaste físico, a banda vem repetindo o repertório de 13 músicas nos shows – uma preocupação justificada para um vocalista de 67 anos que abusou das drogas ao longo de décadas e um guitarrista de 68 anos que vem tratando um câncer desde 2012. Portanto, não espere surpresas. O setlist pelo Brasil deve ser o mesmo executado no show do Estacionamento da Fiergs, na capital gaúcha. A única diferença pode ser a entrada de “Hand of Doom”, música do segundo disco da banda, “Paranoid”, que constava no setlist divulgado pela produção, mas que não foi tocada em Porto Alegre e vem aparecendo em alguns shows da turnê.

 

Desde 2013, na última vez que o Black Sabbath se apresentou no Brasil, o show também diminuiu de duração, de quase 2h para 1h35min. A grande diferença do repertório de lá para cá foi o corte das músicas do último disco de estúdio, “13”. Neste setlist, predominam faixas dos discos “Paranoid” (5), “Black Sabbath” (3) e “Master of Reality” (3), todos do início da carreira da banda, nos anos 1970.

 

A banda está empenhada em encerrar o roteiro mundial de megashows com dignidade. Ozzy parece ler parte das letras nos monitores em frente ao seu microfone. A manobra tira um pouco da naturalidade da performance, mas garante que o vocalista não se perca nos versos – como já ocorreu inúmeras vezes em shows do Sabbath no passado. Ozzy sentiu o peso da idade nos últimos anos: até 2013, ainda era o frontman incendiário, apelidado de “Madman” (o “louco”), que corria de lado a lado interagindo com o público.

 

Em Porto Alegre, pouco deixou seu posto em frente à bateria, arriscando corridas pelas laterais do palco apenas durante “Children of the Grave”, já no final do show. No resto da noite, comandou coreografias da plateia com os braços e pouco falou com o público. O comportamento contido e a apresentação mais concisa, no entanto, deixam a banda mais concentrada na música. Iommi reduziu os solos rápidos ao longo dos anos, mas vem compensando com frases mais melódicas e expressivas. Além disso, ele conta com o apoio do público para cantar junto os riffs de guitarra, um luxo que poucos guitarristas do mundo podem se gabar. O baixista Geezer Butler foi prejudicado pela equalização do som e pouco foi ouvido em alguns setores da pista, mas distribuiu pancadas nas cordas como de costume, colaborando com a força da banda no seu estilo peculiar de atacar as notas.

 

O único que não precisa se poupar é o atlético baterista Tommy Clufetos, de 36 anos, que substituiu o integrante original do Sabbath, Bill Ward. Depois do clássico “N.”, Clufetos fica sozinho no palco para um solo de nove minutos, quando os companheiros podem aproveitar para tomar uma água no backstage. O público entrou no clima e interagiu com a apresentação do baterista.

 

Mas uma turnê batizada como “The End” tem ares de evento histórico que vai além da preocupação com a execução das músicas. As camisetas oficiais estampam a frase “Black Sabbath´s last show ever in Porto Alegre, BR – 28/11/2018″ (“o último show do Black Sabbath em Porto Alegre”). Na tenda de souvenirs, é possível levar CDs autografados pelos integrantes da banda por R$ 250. Após o bis, com “Paranoid”, o quarteto saúda o público a frente de telões com a frase “The End” em letras garrafais, enquanto alguns fãs enxugavam as lágrimas na pista vip.

 

Na quarta-feira, 30, será a vez dos curitibanos se despedirem dos astros do metal na Pedreira Paulo Leminski. Os cariocas poderão prestar homenagens na sexta, dia 2, na Praça da Apoteose. O último show do Black Sabbath em solo brasileiro ocorre em São Paulo, no domingo, dia 4, no estádio do Morumbi.

 

Depois do Brasil, a banda volta para a Europa, onde tem mais nove shows agendados. Se tudo seguir conforme o planejado até o momento, os ingleses encerram a carreira nos palcos no dia 4 de fevereiro de 2017, em Birmingham, a terra natal do grupo que inventou o rock pesado.

 

Veja abaixo o setlist do show:

 

Black Sabbath
Fairies Wear Boots
After Forever
Into the Void
Snowblind
War Pigs
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
Rat Salad (e solo de bateria)
Iron Man
Dirty Women
Children of the Grave

 

Bis:
Paranoid

 

Fonte: Uol


ZUMBIS

zumbilly

Confira o bate papo com Zumbilly, batera do Zumbis do Espaço!

 

E não se esqueça: sábadão é dia de Equinócio !!

 

Rio Claro Online: Zumbilly, qual o álbum mais marcante pra você do Zumbis? Porque?

 

Bom, se você me perguntar qual álbum do Zumbis eu mais gosto, minha resposta seria o Abominável Mundo Monstro, porém, o mais marcante para mim foi o Destructus Maximus.

 

Porque o Destructus foi gravado num estúdio renomado (Mr. Som estúdio, que mais tarde ganhou o Grammy latino de produção), e eu, como músico e baterista, pela primeira vez estava realizando o sonho de gravar com um grande equipamento, e com uma grande produção.

 

Rio Claro Online: Você pode citar suas bandas e bateristas favoritos?

 

Meu top 5 do rock, sem dúvida, é AC/DC, Motorhead, Ramones, Social Distortion e Slayer ( Vou colocar mais uma, Suicidal Tendencies). E baterista vou citar um só porque pra mim ele agrega o que é necessário para ser um ótimo baterista de rock roll. Mike Dee, ex-Motorhead/ King Diamond e atualmente no Scorpions. O cara tem uma presença de palco invejável, tem uma pegada monstruosa, e alia isso a uma técnica refinadíssima. Vou falar mais o que…? rs….

 

Rio Claro Online: No sábado vocês tocarão no Equinócio, histórico festival na Antiga Estação Ferroviária de Rio Claro.  Já tivemos Korzus , Krisiun, Claustrofobia, Genocídio, Olho Seco , Ratos de Porão em 15 anos de festival. Qual o sentimento, qual a expectativa de retornar a Rio Claro para esse show emblemático?

 

Rio Claro é uma cidade muito legal. Tocamos aí uma vez e fomos muito bem recebidos. Sensacional saber que estamos tocando num festival de renome e já consagrado na cidade. Vamos detonar no palco tocando os velhos clássicos e músicas do novo álbum. Deixem aquela cerveja gelando esperando pela gente.

 

Rio Claro Online: Que recado você deixaria pra molecada que está começando agora e quer montar uma banda de rock ?

 

Molecada, montem a banda, façam ensaios regados a cervejas, chamem as garotas para assistir e se divirtam…rock roll é isso.  Acreditem no seu potencial, gravem suas músicas e caiam na estrada. Vocês podem até não ganhar nada com isso, mas suas lembranças serão inesquecíveis.

 

Acesse: www.rioclaroonline.com.br/equinocio


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A 27ª edição do Prêmio da Música Brasileira, realizado nesta quarta-feira (22), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, homenageou à obra de Gonzaguinha. O evento foi apresentado por Julio de Andrade e Dira Paes.

 

Zélia Duncan foi a grande vencedora da noite. A artista ganhou três prêmios pelo trabalho no álbum “Antes Do Mundo Acabar”. Ela venceu categorias de Melhor Canção, Melhor Álbum de Samba e Melhor Cantora de Samba. Zélia também foi a artista com mais indicações, acumulando cinco no total.

 

Fafá de Belém e Elba Ramalho ganharam dois prêmios cada. Fafá ganhou o melhor álbum (“Do tamanho certo para o meu sorriso”) e melhor cantora na categoria Canção Popular. Elba Ramalho também ganhou melhor álbum (“Cordas, Gonzaga e Afins – Sagrama e Encore”) e melhor cantora, porém na categoria Canção Regional.

 

Com dificuldades para caminhar, Elza Soares foi ovacionada quando subiu ao palco para receber o prêmio de melhor álbum por “A Mulher do Fim do Mundo” na categoria Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk.

 

Caetano Veloso se destacou ao vencer na categoria de melhor álbum de MPB com Gilberto Gil em “Dois Amigos, Um Século de Músico”. O cantor ainda ganhou na categoria de Melhor Cantor de MPB. Seu filho, Tom Veloso, completou a dobradinha familiar vencendo com a banda Dônica na categoria Melhor Grupo de MPB.

 

A premiação foi aberta com uma pequena homenagem feita ao cantor Cauby Peixoto, que morreu no dia 15 de maio deste ano. Logo em seguida, a cerimônia começou com o Julio Andrade, interpretando Gonzaguinha. No cinema, o ator também deu vida ao cantor em “Gonzaga de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.

 

A primeira apresentação musical da noite ficou por conta de Alcione, que interpretou “Com A Perna No Mundo”, também de Gonzaguinha. O cantor Criolo também se apresentou na noite. Sozinho no palco, o artista interpretou “Comportamento Geral” e agitou a plateia com um discurso contra a homofobia, machismo e o racismo. “Machismo e racismo vão continuar matando geral”, protestou.

 

Uma das apresentações mais emocionantes da noite foi quando os três filhos de Gonzaguinha, Daniel, Fernanda e Amora, subiram ao palco e interpretaram três músicas do cantor, encerrando com “Redescobrir”, imortalizada na voz de Elis Regina.

 

Pouco antes de apresentar os indicados das Categorias Especiais, Dira Paes falou sobre os horrores da ditadura militar. A plateia se manifestou aos gritos de “Fora Temer”, interrompendo o discurso de Dira. Logo em seguida, a atriz retomou o discurso sob os aplausos do público.

 

Ao todo, 83 artistas e grupos competiram em 16 categorias. O sistema de votação foi composto por 21 integrantes. Todos tiveram acesso a um sistema 100% informatizado. Para eleger os finalistas, o júri fez uma pré-seleção de 532 CDs e 61 DVDs, incluindo tanto os trabalhos de gravadoras nacionais e multinacionais quanto aqueles distribuídos de forma independente ao longo de 2015 em todo o país. O foco não foi apenas os lançamentos em CD, mas também nos novos formatos e configurações da indústria, como mp3s e downloads.

 

LISTA DE TODOS OS PREMIADOS:

 

Arranjador

  • Francis Hime por ’50 anos de música’, de Francis Hime
  • Guinga por ‘Porto da Madama’, de Guinga (VENCEDOR)
  • Swami Jr. por ‘Partir’, de Fabiana Cozza

Melhor Canção

  • “Antes Do Mundo Acabar”, de Zeca Baleiro e Zélia Duncan, intérprete Zélia Duncan (CD “Antes do mundo acabar”); (VENCEDOR)
  • “Mulher do Fim do Mundo”, de Romulo Fróes e Alice Coutinho, intérprete Elza Soares (CD “A Mulher do Fim do Mundo”)
  • “Por Água Abaixo”, de Pretinho da Serrinha, Leandro Fab e Fred Camacho, intérprete Zélia Duncan (CD “Antes do mundo acabar”)

Revelação

  • Alfredo Del-Penho (“Samba Sujo”)
  • Simone Mazzer (“Férias em Videotape”) (VENCEDOR)
  • Trio Capitu (“Novos Ventos”)

Projeto Visual

  • Tereza Bettinardi por “Dancê”, de Tulipa Ruiz (VENCEDOR)
  • Marcos Faria por “Café no Bule”, de Zeca Baleiro, Naná Vasconcelos e Paulo Lepetit
  • Simone Mina por “Antes do mundo acabar”, de Zélia Duncan

CANÇÃO POPULAR

Álbum

  • “Angela à vontade em Voz e Violão”, de Angela Maria, produtor Thiago Marques Luiz
  • “Do tamanho certo para o meu sorriso”, de Fafá de Belém, produtores Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro (VENCEDOR)
  • “Tom do Sertão”, de Chitãozinho e Xororó, produtores Cláudio Paladini , Ney Marques e Edgard Poças

Cantor

  • Luiz Caldas (“Cassino”)
  • Roberto Carlos (“Primeira Fila”) (VENCEDOR)
  • Vander Lee (“#9″)

Cantora

  • Angela Maria (“Angela à vontade em Voz e Violão”)
  • Fafá de Belém (“Do tamanho certo para o meu sorriso”) (VENCEDOR)
  • Vanusa (“Vanusa Santos Flores”)

Dupla

  • Chitãozinho e Xororó (“Tom do Sertão”) (VENCEDOR)
  • João Bosco e Vinicius (“Estrada de Chão”)
  • Victor & Léo (“Irmãos”)

Grupo

  • Banda Calypso (“Calypso 15 anos ao vivo”)
  • Jamz (“Insano”) (VENCEDOR)
  • Melanina Carioca (“Vivendo de Amor – ao vivo”)

CATEGORIAS ESPECIAIS

Álbum eletrônico

  • “Gaia Musica – vol. 1″, de Dj Tudo e Sua Gente de Todo Lugar, produtor DJ Tudo (VENCEDOR)
  • “Raw Wave”, de Seashore Darkcave, produtor Mário Mamede
  • “Sotaque Recarregado”, de Dj Mam, Produtores: DJ MAM, Alex Moreira, Marcelinho da Lua, Bruno LT, DeepLick, Batida Nacional, DJ Patife, Furmiga Dub, Mauro Telefunksoul, Andre´ T, DJ Tide, DJ Rai´z, Lucio K, DJ Waldo Squash, Luan Rodrigues, DJ Incidental, Projeto Ccoma e DJ Kenneth Bager.

Álbum em língua estrangeira

  • “Canela”, de Renato Braz e Maogani, produtores Sergio Valdeos e Maogani
  • “Cauby Sings Nat King Cole”, de Cauby Peixoto, produtor Thiago Marques Luiz (VENCEDOR)
  • “Unexpected”, de Indiana Nomma e Osmar Milito, produtores Indiana Nomma & Osmar Milito

Álbum Erudito

  • “Seresta, Choro e Homenagem a Fructuoso Vianna”, de Camargo Guarnieri, interpretado por Karin Fernandes e Orquestra Sinfônica da USP, produtora Karin Fernandes
  • “Sinfonia Nº3, Suíte Cita e Esboço de Outono”, de Sergei Prokofiev, interpretado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, produtor OSESP
  • “Sinfonia nº12, Uirapuru e Mandu-Çarará”, de Villa-Lobos, interpretado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, produtor OSESP (VENCEDOR)

Álbum Infantil

  • “Estórias de Cantar”, de Banda Estralo, produtor Marcos Lucatelli
  • “Crianceiras – Poesias de Mario Quintana musicadas por Márcio de Camillo”, de Márcio de Camillo, produtor Márcio de Camillo
  • “Para Ficar Com Você”, de Palavra Cantada, produtores Paulo Tatit e Sandra Peres (VENCEDOR)

Álbum Projeto Especial

  • “Sambabook Dona Ivone Lara”, de vários artistas, produtor Musickeria
  • “Sambas para a Mangueira”, de vários artistas, produtora Nilcemar Nogueira
  • “Café no Bule”, de Zeca Baleiro, Naná Vasconcelos e Paulo Lepetit, produtores Zeca Baleiro, Naná Vasconcelos e Paulo Lepetit (VENCEDOR)

Melhor DVD

  • “Baby Sucessos – A Menina Ainda Dança”, de Baby do Brasil, direção de Paula Lavigne e Fernando Young
  • “Dois Amigos, um século de música”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil, direção de Fernando Young, Henrique Alqualo e Pedro Secchin
  • “Loucura – Adriana Calcanhotto canta Lupicínio Rodrigues”, de Adriana Calcanhotto, direção de Gabriela Gastal (VENCEDOR)

CATEGORIA INSTRUMENTAL

Álbum

  • “Brasileiro Saxofone – vol. 2″, de Nailor Proveta, produtores Paulo Aragão e Maurício Carrilho
  • “Sebastião Biano e seu terno esquenta muié”, de Sebastião Biano, produtor André Magalhães
  • “Tocata à Amizade”, de Tocata à Amizade, produtores Yamandu Costa e Rogério Caetano (VENCEDOR)

Grupo

  • Barbatuques (“Ayú”)
  • Pau Brasil (“Daqui”)
  • Tocata à Amizade (“Tocata à Amizade”) (VENCEDOR)

Solista

  • Nailor Proveta (“Velha Amizade”, de Alessandro Penezzi e Nailor Proveta)
  • Hamilton de Holanda (“Pelo Brasil”) (VENCEDOR)
  • Yamandu Costa (“Tocata à Amizade”)

CATEGORIA MPB

Álbum

  • “Do meu olhar pra fora”, de Elba Ramalho, produtores Luã Mattar e Yuri Queiroga
  • “Dois Amigos, um século de música” de Caetano Veloso e Gilberto Gil, produtores Caetano Veloso e Gilberto Gil (VENCEDOR)
  • “Mama Kalunga”, de Virginia Rodrigues, produtores Tiganá Santana e Sebastian Notini

Cantor

  • Caetano Veloso (“Dois Amigos, um século de música”) (VENCEDOR)
  • Gilberto Gil (“Dois Amigos, um século de música”)
  • Djavan (“Vidas pra Contar”)

Cantora

  • Elba Ramalho (“Do meu olhar pra fora”)
  • Ná Ozzetti (“Ná e Zé”)
  • Virginia Rodrigues (“Mama Kalunga”) (VENCEDOR)

Grupo

  • Dá no coro (“Cores do Brasil”)
  • Dônica (“Continuidade dos Parques”) (VENCEDOR)
  • Novíssimos (“Um”)

CATEGORIA POP / ROCK / REGGAE / HIPHOP / FUNK

Álbum

  • “A Mulher do Fim do Mundo”, de Elza Soares, produtor Guilherme Kastrup (VENCEDOR)
  • “Carbono”, de Lenine, produtores Lenine, Jr. Tostoi e Bruno Giorgi
  • “Dilúvio”, de Dani Black, produtor Conrado Goys

Cantor

  • Chico César (“Estado de Poesia”)
  • Lenine (“Carbono”) (VENCEDOR)
  • Seu Jorge (“Música para Churrasco II”)

Cantora

  • Elza Soares (“A Mulher do Fim do Mundo”)
  • Gal Costa (“Estratosférica”) (VENCEDOR)
  • Simone Mazzer (“Férias em Videotape”)

Grupo

  • Funk Como Le Gusta (“A nave-mãe segue viagem…”)
  • Maglore (“III”)
  • Titãs (“Nheengatu – ao vivo”) (VENCEDOR)

CATEGORIA REGIONAL

Álbum

  • “AR”, de Almir Sater e Renato Teixeira, produtores Almir Sater e Eric Silver
  • “Cordas, Gonzaga e Afins (Sagrama e Encore)”, de Elba Ramalho, Produtores: Sergio Campello e Tostão Queiroga (VENCEDOR)
  • “Xangai”, de Xangai, produtor Mario Ulloa

Cantor

  • Renato Teixeira (“Amizade Sincera II”)
  • Sérgio Reis (“Amizade Sincera II”)
  • Xangai (“Xangai”) (VENCEDOR)

Cantora

  • Alessandra Leão (“Língua”)
  • Elba Ramalho (“Cordas, Gonzaga e Afins (Sagrama e Encore)”) (VENCEDOR)
  • Socorro Lira (“Amazônia entre águas e desertos”)

Dupla

  • Almir Sater e Renato Teixeira (“AR”) (VENCEDOR)
  • Caju e Castanha (“Mistura de Ritmos”)
  • Cezar e Paulinho (“Alma Sertaneja – vol. II”)

Grupo

  • Catadoras de Mangaba de Sergipe (“Quero ver rodar… Com as griôs da Restinga Sergipana”)
  • Cia. Cabelo de Maria (“Baianá – Parece Cinema”)
  • Ilê Aiyê (“Bonito de se Ver”) (VENCEDOR)

CATEGORIA SAMBA

Álbum

  • “Antes do mundo acabar”, de Zélia Duncan, produtora Bia Paes Leme (VENCEDOR)
  • “Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 10 anos e outros sambas”, de Moacyr Luz e Samba do Trabalhador, produtor Moacyr Luz
  • “Terreiros”, de Roque Ferreira, produtor Julio Caldas

Cantor

  • Alfredo Del-Penho (“Samba Sujo”) (VENCEDOR)
  • Arlindo Cruz (“Na veia”, de Rogê e Arlindo Cruz)
  • Zeca Pagodinho (“Ser Humano”)

Cantora

  • Ana Costa (“Pelos Caminhos do Som”)
  • Renata Jambeiro (“Fogaréu”)
  • Zélia Duncan (“Antes do mundo acabar”) (VENCEDORA)

Grupo

  • Fundo de Quintal (“40 anos – Fundo de Quintal no Circo Voador”)
  • Moacyr Luz e Samba do Trabalhador (“Moacyr Luz e Samba do Trabalhador – 10 anos e outros sambas”) (VENCEDOR)
  • Trio Gato com Fome (“Em Busca dos Sambas de Raul Torres”)

Fonte: Uol


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O evento Festival de Rock Rio Claro/SP está desde 2008 na cidade e neste ano (2016) está em sua 7ª edição!

Data: 16/07/2016 

Horário: 13:00 – Estação Ferroviária.

O seu principal objetivo é promover um evento de qualidade e segurança para o público e para as bandas e nunca esquecendo de sempre ajudar o próximo. A entrada é uma caixinha de leite. Participe!

Confira as Bandas 7° Edição do FEST ROCK

Adimi *
Anguere *
Drive To Glory *
Head Bones *
Inocoops *
Last Shot *
Second Veil *

MISS ROCK FEST 2016

******INSCRIÇÕES ABERTAS****** Conheça as candidatas!

O festival de 2016 vai dar o que falar…PARTICIPE!

Clique aqui e se inscreva já! ;)

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Você ou a sua empresa tem interesse em participar do evento Fest Rock Rio Claro/SP 7° Edição que vai acontecer no dia 16/07 na Estação Ferroviária ás 13:00 horas? O evento é beneficente e a entrada é 1 litro de leite! Gostaria de participar doando para sorteio alguma coisa?! Na paralela, a sua empresa entra como patrocinadora, parceira e apoiadora do evento, e vamos divulgar em massa o seu logo/arte/site no site Oficial do Festival:

http://festrockrc.com.br/parceiros/

Vamos nos ajudar e participar desse Evento Solidário que vai acontecer na cidade de Rio Claro/SP?!

 

O evento tem por objetivo levar ao público da cidade e da região um evento com bandas independentes e não independentes, onde todos possam aproveitar independentemente de idade. Eventos desse tipo na cidade são poucos, assim deixando de lado um ponto de cultura na cidade, onde o público deste festival não tem pontos na cidade que atenda seu estilo. Assim também abrindo espaço para novas bandas poderem divulgar seus trabalhos.

História: Este evento tem por finalidade promover shows de rock na cidade de Rio Claro – SP, trazendo bandas da região e de subgêneros aleatórios dentro do rock. Tem por intuito atender o gosto de todos, fazendo assim a unificação do rock na cidade. Elaborado pelo Cristian Hebling, com sua primeira edição em 2008.

Missão: Promover um evento para os amantes da boa musica de forma a sempre ajudar o próximo. E sempre abrindo espaço para bandas independentes da cidade e região.

Valores: Promover um evento de qualidade para o publico.

Atingir o gosto de todos os interessados no evento.

Respeito com o publico e com as bandas.

Dedicação de toda a equipe com o evento.

Visão: Organização e responsabilidade, sabendo promover um evento de qualidade e gratuito para a população, não deixando de sempre ajudar o próximo.

O evento Festival de Rock Rio Claro está desde 2008 na cidade e neste ano (2016) está em sua 7ª edição, nunca perdendo seu principal objetivo que é promover um evento de qualidade e segurança para o publico e para as bandas e nunca se esquecendo de sempre ajudar o próximo.

Convite da banda Head Bones para o FestRockRc 2016

 

 

Convite da banda Anguere para o FestRockRc 2016

 


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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

 

Reprodução/PETA

 

O reino animal perdeu seu ‘’príncipe’’. Um vegano comprometido que nunca se esquivou de falar a verdade, Prince expôs os motivos pelos quais os animais não devem ser consumidos nas letras inspiradoras da canção “Animal Kingdom”:

 

Nenhum membro do reino animal nunca fez nada contra mim
É por isso que eu não como carne vermelha ou branca
Não me dê nenhum queijo azul
Somos todos membros do reino animal
Deixe seus irmãos e irmãs no mar

 

Prince era um apoiador orgulhoso da PETA e cedeu os direitos de “Animal Kingdom” para a organização usar como um convite musical para seu 20º aniversário em Nova York.

 

Ele também participou da festa de gala da PETA de 2005, e em 2006, o príncipe foi considerado a celebridade vegetariana mais sexy pela PETA.

 

Ao explicar sua escolha em deixar de comer animais, ele afirmou que não “come nada que tenha pais” porque “Não matarás” significa exatamente isso.

 

Prince  também se recusou a usar animais e orgulhosamente explicou a todos o motivo. Ele usava uma jaqueta de lã sintética em uma das capas de seus álbuns para o Joy Fantastic and contatou a PETA para obter informações para incluir no encarte.Ele escreveu:

 

“Se esta jaqueta fosse de lã verdadeira, teriam morrido sete cordeiros cujas vidas iriam começar assim … Poucas semanas depois de seu nascimento, seus ouvidos seriam perfurados, suas caudas cortadas e os machos seriam castrados ainda conscientes.

 

As  altas taxas de mortalidade são consideradas normais: de 20 a 40% dos cordeiros morrem antes de oito semanas de vida, oito milhões de ovelhas adultas morrem a cada ano de doenças, exposição ou negligência.

 

Muitas pessoas acreditam que a tosa ajuda os animais, que devem sentir muito calor. Mas, para evitar a perda de lã, os fazendeiros tosquiam as ovelhas antes dos pelos atingirem o crescimento, resultando em milhões de mortes de ovelhas pela exposição ao frio.”

 

Quando as pessoas questionavam sua preocupação com os animais em face do sofrimento humano generalizado, Prince respondia: “A compaixão é uma palavra de ordem que não possui limites.”

 


bowie

O cantor David Bowie, um dos mais versáteis e inovadores nomes do rock e do pop desde os anos 1970 e autor de clássicos como “Starman” e “Space Oddity”, morreu no domingo (10), aos 69 anos, após lutar 18 meses contra um câncer. Reservado com sua vida pessoal, a doença do artista só veio a público agora.

 

“David Bowie morreu hoje, pacificamente, cercado por sua família após uma luta corajosa de 18 meses contra o câncer. Ainda que muitos de vocês compartilhem nossa dor, pedimos que respeitem a privacidade da família neste período de luto”, informou um comunicado divulgado por volta das 5h desta segunda-feira (11) na página oficial do cantor no Facebook.

 

Filho de Bowie, o cineasta Duncan Jones também se pronunciou em sua página no Twitter. “Muito triste em dizer que é verdade. Ficarei offline por um tempo. Amor para todos”.

 

A morte de Bowie acontece apenas dois dias após o lançamento de seu mais recente álbum, “Blackstar”, divulgado na última sexta-feira, quando também comemorou seu aniversário de 69 anos.

 

Durante anos houve rumores sobre a saúde do cantor, que fazia poucas aparições públicas. Bowie se manteve longe dos holofotes desde que passou por uma cirurgia cardíaca de emergência, em 2004, quando durante um show no Hurricane Festival, na Alemanha, encurtou o setlist ao sentir dores no peito. Do palco ele foi direto para o hospital, fazendo-o cancelar o resto da turnê do disco “Reality”, e desaparecendo lentamente do olho público.

 

Desde 2004, ele realizou poucos shows, fez uma participação no show de David Gilmour em 2006, outra em um programa de TV com a banda canadense Arcade Fire. Seu último show havia sido uma atuação com fins beneficentes em Nova York em 2006.

 

“Camaleão”

Filho de uma garçonete e do administrador de uma instituição de caridade, David Robert Jones nasceu no bairro londrino de Brixton em 1947. Conhecido por fãs e críticos como “o camaleão” da música pop, aprendeu a tocar saxofone aos 13 anos e começou a tocar em bandas em 1962, aos 15 anos. Mudou o sobrenome artístico para evitar confusões com Davy Jones, do grupo The Monkees, que começou a fazer sucesso em 1966, e lançou seu primeiro álbum, “The World of David Bowie”, em 1967.

 

O cantor só chegou ao estrelato em 1969, com “Space Oddity”, seu primeiro grande hit. A aventura espacial de Major Tom, um astronauta abandonado em órbita da Terra, foi um dos maiores hits daquele ano, o mesmo quando o homem chegou à Lua pela primeira vez.

 

Logo depois, Bowie adotou um visual andrógino para se apresentar como o alter ego Ziggy Startdust, um extraterrestre de sexualidade ambígua que virou estrela do rock. Foi esse personagem que mostrou duas das obsessões do cantor: o teatro japonês kabuki e a ficção científica. Mas Ziggy foi apenas uma das variadas personalidades que Bowie adotou ao longo de sua carreira, como Aladdin Sane e o Duque Blanco.

 

Em 1975, Bowie chegou ao seu primeiro êxito nos Estados Unidos com a música “Fame”, que escreveu junto com John Lennon, assim como com seu disco “Young Americans”. Nessa mesma década, produziu os álbuns “Transformer”, de Lou Reed, e “Raw Power”, de Iggy & The Stooges. Em 1981, junto ao Queen, compôs “Under Pressure”.

 

Os anos 1990 foram marcados pelo pioneirismo em outros campos e pouco sucesso musical: Bowie se tornou um dos primeiros artistas do mundo a lançar um website e lançou ações na Bolsa de Nova York, faturando US$ 55 milhões.

 

Em 50 anos de carreira, Bowie lançou 26 discos de estúdio e vendeu 136 milhões de álbuns no mundo todo. Ele se tornou um dos artistas mais respeitados da cena pop, explorando os mais diversos gêneros, desde o glam e hard rock ao punk, psicodelia e música eletrônica. Para o biógrafo David Buckley, “ele penetrou e modificou mais vidas do que qualquer outra figura comparável”.

 

Provocador, enigmático e inovador, ele se destacou por suas múltiplas habilidades como ator, produtor fonográfico e arranjador, além de ser venerado também como ícone da moda. Ele também brilhou no teatro, interpretando o papel-título de “O Homem-Elefante” na Broadway. Formado em teatro de vanguarda e mímica, Bowie também usou seu poder de camaleão no cinema e fez papéis delirantes, inesquecíveis e alguns que passaram sem ninguém perceber.

 

De vampiro e rei dos duendes a Andy Warhol e Pôncio Pilatos, ele teve suas atuações elogiadas, tendo participado de filmes como “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986) e “Zoolander” (2001), além de ter sido dirigido por cineastas como Martin Scorsese em “A Última Tentação de Cristo” (1988) e Christopher Nolan em “O Grande Truque” (2006).

 

Vida e obra

Em 2006, o cantor anunciou que tiraria um ano sabático. Após dez anos de silêncio, Bowie “ressuscitou” em 2013 com o lançamento de “The Next Day”, disco produzido pelo veterano Tony Viscontti, seu homem de confiança. E um ano depois lançou ao mercado a antologia “Nothing Has Changed” para comemorar meio século de carreira.

 

Em 2013, o Museu Victoria & Albert de Londres dedicou a Bowie uma exposição que foi uma das mais bem-sucedidas de sua história. A mostra veio logo em seguida a São Paulo e bateu recordes de público, com um total de 80.190 visitantes.

 

Na semana passada, Bowie lançou o clipe de “Lazarus”, um inquietante vídeo de quatro minutos de duração em que aparece com os olhos vendados, levitando na cama de um hospital psiquiátrico. O tema é baseado em uma peça de teatro que estreou recentemente no circuito off-Broadway, em Nova York.

 

Com tom por vezes fantasmagórico, em seu novo disco Bowie canta nas entrelinhas sobre vida e morte, reminiscências e visões e o universo bélico e espiritual. Como de praxe nos últimos anos, o cantor não deu entrevistas, nem divulgou informações sobre as letras. Segundo o saxofonista Donny McCaaslin, que acompanhou Bowie na gravação do disco “Blackstar”, a faixa de dez minutos que dá nome ao trabalho é uma referência ao Estado Islâmico.
O músico foi casado por dez anos com Angela Barnett, com quem teve um filho, Zowie –que mudou de nome para Duncan Jones. Em 1992, ele casou-se com a modelo somali Iman Abdulmajid, com quem teve a filha Alexandria Zahra “Lexi” Jones, de 16 anos.
Fonte: Uol

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David Bowie lançou nesta quinta-feira (7), um dia antes de completar 69 anos, mais um clipe do novo disco, “Blackstar”. Desta vez, a canção “Lazarus” ganhou um vídeo com clima fantasmagórico. Assista aqui.

Bowie aparece deitando na cama de um hospital, com uma venda na cabeça e dois botões no lugar dos olhos – o cantor aparece da mesma forma no clipe anterior, para a música “Blackstar”.

Ambos os clipes foram dirigidos por Johan Renck, que afirmou, segundo a “NME”: “Intuitivo, brincalhão, misterioso e profundo… Eu não tenho vontade de fazer mais vídeos conhecendo que o processo nunca fique tão formidável e gratificante como este. Eu basicamente toquei o sol.”
As cenas no hospital podem fazer referência ao problema de saúde que Bowie sofreu em 2004. A estrela passou por uma inesperada operação de coração, à qual teve que submeter-se devido a uma obstrução arterial, logo após sentir dores durante um show na Alemanha. Desde então, Bowie não saiu mais em turnês e deu margem a rumores sobre seu estado de saúde.

 

A faixa faz parte da trilha sonora do musical “Lazarus”, que estreou neste mês em Nova York.

 

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David Bowie em cena do novo clipe, “Lazarus”

Fonte: Uol


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Trombei o Mosquito no Sujinhos, noite de domingão.

 

Comprei meu cd do Anguere, CHOQUE. Tava na captura deste trampo, foi chique.

 

E o Fly, Mosquito ou Cleber Roccon é o cara.

 

Na palhetada sangue no zóio ele avança distorção hi gain aveludada com cachaça mineira das boa.

 

Ele voa, ele avança, vai voando baixo e pesado guitarra brizolada e encorpada em riffs do ritual do mal, chefia, confira e curta, veja ao vivo!

 

São sete cordas de muito peso e uma multiplicidade de riffs e texturas chapantes.

 

Decididamente, você poderá presenciar um encontro sabbath hardcore haxixe thrash de prima, com harmônicos derretendo seu cerebelo.

 

É um puta cd.

 

Arte do chefia Wildner Lima. Baixo do Luciano Cecagno.

 

É um puta cd!

 

Um puta corre!

 

Muito corre no embrião.

 

Corre, correria chapa quente.

 

Os caras tão na ativa desde 2008, e esse é o trampo com o novo vocal, Thiago Soares, que representa e raivoso comanda a linha de frente.

 

A BANDA, A CENA, O UNDERGROUND

O Anguere é uma banda que carrega o espírito do underground enquanto coletividade viva.

 

Coletividade viva, de atitudes vivas, no corre construindo ações práticas, banda pulsando à milhão, cheia de estrada, energia.

 

Na bateria vemos o Adriano Prado, lá vai o Dri na contenção, quebrando tudo, varrendo o marasmo: vai o Dri com levadas de arquitetura bruta e flutuante, flamejante – dos tribais pós mangue pós roots, uma bateria metronômica, cheia de vozes, cheia de almas.

 

É uma puta banda, que faz um puta corre.

 

O lançamento do segundo cd’s dos brothers conta com a força da Confronto Discos, Imundo Recs e Brasil Porrada, dentre outras forças somadas nesse 2015 com trombose espiritual em muitos momentos.

 

Adquira por dez reais o cd.  E curta numa boa, na goma, curta uma coleção sincera de canções propulsão-nervo.

 

Aqui é o som pesado que reverbera , metal e hardcore honesto e porrada – é o Anguere representando Rio Claro e o interior paulista com seu trampo cabulosão.

 

 

 


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Filmado com três câmeras e com edição de César Passa-Mal, o trio punk rock de Rio Claro levou toda sua fúria e descontração na décima edição do tradicional Punktoberfest!

 

O festival aconteceu em outubro desse ano e trouxe também Baby Lou (Alemanha), Excluídos (Rio de Janeiro), Gritando HC e Periferia S/A!

 

Confira o show completo do Garrafa, boa diversão:

 

E lembre-se, aqui o lema é: punk rock, refrão e cachaça!

 


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O Garrafa Vazia, banda de Rio Claro, interior de São Paulo, acaba de lançar seu mais novo ep.

 

“Corotinho” tem 4 músicas, incluindo a empolgante faixa título, que atualmente contabiliza cinco mil acessos no YouTube.

 

São 4 faixas de puro punk rock/hardcore que leva a identidade da banda: refrões grudentos, letras engraçadas e irônicas, atitude faça-você-mesmo.

 

O disco é uma parceria da Pé de Macaco S/A de São Carlos com a Two Beers or not Two Beers de Goiânia, selo com mais de 14 anos de tradição no underground nacional.

 

Nos shows o disco sai por 5 reais e pelo correio 10 reais – pode ser adquirido via depósito bancário pelo email: mariomariones@gmail.com ou no facebook da banda: https://www.facebook.com/GARRAFA-VAZIA-206708446038506/?fref=ts

 

A gravação e mixagem do disco foi feita por Rodolfo Nei. A masterização é de Rafael Simões. O disco foi gravado em apenas uma noite no estúdio da Pé de Macaco.

 

A capa é do guitarrista da banda, Hebert Nascimento.

 

capa corotinho

 

 


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Católico em um país de maioria anglicana, Guy Fawkes sabia que a música seria fator fundamental durante sua aventura mais ambiciosa: explodir o Parlamento inglês.

 

Antes de participar do complô (que também pretendia matar o rei e sequestrar sua filha), Fawkes preparou meticulosamente uma seleção com hits que abalariam as estruturas da Monarquia.

 

Remember, remember, the 5th of November com essa playlist:

 

 

 

Fonte: Mundo Estranho


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São 53 páginas de puro entretenimento, conhecimento e cultura.

E é a partir disso e de outros fatores que consideramos essa oitava edição da Revista Arte Brasileira a melhor em questão de conteúdo jornalístico e de direção de arte.

Trazemos grandes novidades como uma matéria sobre a musicalidade e poesia dos índios, sobre a semana da arte moderna e sobre a morte de John Lennon.

E como de costume, as poesias fazem parte dessa edição, contando com 16 poesias de anônimos, além de três contos, também de anônimos.

Contudo, a manchete deste mês é da matéria ENSAIO SOBRE UM POUCO DA TRAJETÓRIA DO ROCK NO BRASIL – DE ROBERTO A SEPULTURA, sem contar com outras matérias incríveis que irão lhe proporcionar muito conforto e prazer através de uma leitura jovial, objetiva e clara.

Curiosidades e indicações de livros também agregam a Revista.

Eu, como idealizador e editor chefe da Revista Arte Brasileira, posso garantir que seus oito reais serão bem investidos, simplesmente porque temos o maior prazer em levar o Brasil aos brasileiros; esse é o nosso trabalho.

OBS: Ao comprar a revista, você receberá como brinde, um ebook de poesia de Matheus Luzi.

Clique no botão abaixo para efetuar sua compra:




Após efetuar a compra, iremos lhe mandar a revista por e-mail, juntamente com o brinde.

Caso queira conhecer a revista, basta baixar a sétima edição gratuitamente, clicando aqui

Conheça o novo Website da Revista Arte Brasileira: www.revistaartebrasileira.com.br

Entre em contato pelo e-mail: contato@revistaartebrasileira.com.br

Participe!

 


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Dizer que a música PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES, de GERALDO VANDRÉ foi um hino contra a ditadura de 64 não é nenhuma novidade, contudo, dizer que essa canção realmente ajudou as pessoas daquela época a se ligarem no que de fato estava acontecendo é algo um pouco discreto. Por ter sido um hino contra a ditadura, a música de Vandré foi censurada, no mesmo compasso em que conseguiu “despertar” o publico brasileiro sobre a situação sócio-política daquele momento histórico.

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Para entender um pouco mais sobre Vandré, vale informar que ele formou-se em direito e tinha grande interesse em sua juventude por movimentos estudantis; era membro do CPC (Centro Popular de Cultura) e da UNE (União Nacional dos Estudantes), era um militante dos movimentos que surgiram contra a ditadura e foi um ícone para todos os sonhadores da época, ditando a liberdade em nome da própria liberdade de expressão.

Para continuar lendo essa matéria, dentre outras, acesse gratuitamente a revista Arte Brasileira, clicando aqui

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show

Um grande Concerto!
O Maestro Luciano Filho e a Orquestra Filarmônica de Rio Claro, Apresentam: WORLD MUSIC

 

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Ingressos: $ 20,00
FAMÍLIAS TEM DESCONTO!
Local de Venda:

Jog Music (19) 3522-3888
Music Hall (19) 3525-5390
Informações: (19) 3524-8480

Saiba mais no Link do evento, clique aqui :)

Imperdível! ;)

 

Regente Maestro Luciano Filho, compositor e arranjos instrumentais das músicas: O. Luciano B. Filho, formado em piano erudito pelo conservatório Dramático e Musical Dr. “Carlos De Campos” de Tatuí-SP. Estudou estilos de piano na história do Jazz na Unicamp, Arranjo com o Maestro Ciro Pereira, harmonia com Ricardo Goldenberg, MPB Jazz no Conservatório de Tatuí, Orquestração com Jaques Morellianbaumm (Ex-Arranjador de Tom Jobim e produtor de trilhas cinematográficas).

Trabalhou na Rede Bandeirantes junto ao Maestro Záccaro, produziu vinhetas para a Rede Globo, Rede TVA e Rádios FM da região, produziu vários CDs e é Arranjador do Beat Estúdio e professor de música do Colégio Integrado. Estudou composição com Edmundo Cortez Villani. Foi tecladista da dupla Christian e Ralf, tendo lançado em agosto de 2003 seu primeiro CD com músicas inéditas de sua autoria.

Atualmente é professor de música e regente de coral, além de atuar em estúdios de gravação, cursando o bacharelado em composição na UNICAMP.

 


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Corotinho é o novo single do Garrafa Vazia.

A música foi registrada na sede da Pé de Macaco em São Carlos.

Gravada e mixada por Rodolfo Nei, foi masterizada por Rafael Simões.

Corotinho fará parte do novo disco do Garrafa Vazia, a ser lançado em setembro de 2015.

 

Aperte o play:

 


cartaz oficial Rio Claro Black City

Palco que já recebeu Racionais Mc´s, Sabotage e Thaíde, volta à ativa nesse sábado (04/07/15) às 22h com muita blackmusic.

A atração principal é o DJ Easy Nylon, diretamente da rádio 105 FM, referência nacional do rap.

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Após mais de 10 anos sem promover eventos de Hip Hop, Patrô recebe nesse sábado a Rio Claro Black City, baile black que contará com banda, dj´s e mc´s. “Mais da metade da comunidade da Grasifs cresceu e viveu ali, principalmente o pessoal que é ligado ao Hip Hop. Pessoas casaram ali, tiveram seus filhos ali…O intuito de realizarmos a festa lá é dar um ponto de referência para a comunidade negra e, principalmente, para a comunidade do rap da cidade”, afirmou o produtor cultural Helio Carmo.

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Nos anos 1990/2000, o produtor Ademir Souza Jr. realizava bailes no local em parceria com produtores da cena hip hop, esse trabalho rendeu visitas e apresentações ilustres no palco da comunidade, como os Racionais Mc´s, RZO, Sabotage, Thaíde, entre outros. Helio pretende retomar a dimensão dos eventos, o que acredita ser fundamental para a juventude periférica da cidade: “A gente sabe da importância [do rap] na vida de cada um. O que as letras de rap acabam causando hoje no desenvolvimento da molecada, né? … Racionais, e hoje uns caras mais novos, como Emicida, Criolo, o peso do que esses caras dizem pode fazer aquele moleque, que nunca leu um livro na vida, refletir. Esse moleque pode virar um filósofo a partir de uma letra de rap.”

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A Rio Claro Black City contará com as seguintes atrações:

-banda Base Viva (23h)

-Daniel Garnet & Peqnoh

Nos toca-discos:

-DJ Roooo & DJ Junior (Banca Forte da Sul)

-Dj Lucas (Americana)

-Dj Easy Nylon (SP)

A festa será na quadra da Grasifs Voz do Morro (Av.19 com Rua 15, Consolação). Os ingressos custam 10 reais e podem ser adquiridos na portaria. Para maiores informações, visite a página do evento: https://www.facebook.com/events/1447642462224318/1451497495172148/

“Nosso objetivo é mostrar para as pessoas que não acreditam nesse tipo de movimento, o quanto o hip hop pode ser legal e organizado.”

 


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.