cor-pantone-2018-ultra-violet
14 de dezembro de 2017

Olá Xuxus!

Daqui a pouco se fará um novo ano….Então, vamos falar de um SUPER assunto legal que vamos ver nas vitrines ano que vem…A COR DO ANO!

Anualmente a Pantone, uma empresa que começou fabricando cartões e tintas e hoje tem seu próprio sistema de cores, assim como cria as tendências de moda, designer, arquitetura e por ai vai, anunciou a COR DE 2018!

pantone

A cor, segundo a própria empresa é: “Complexa e contemplativa, Ultra Violet sugere os mistérios do Cosmos, a intriga daquilo que ainda está por vir e as descobertas que estão além do lugar onde nos encontramos agora”

Então, iremos ver isso em TUDO e TODOS, portanto use e abuse dessa tendência, CLARO, se for uma cor que lhe agrade aos olhos.

Vale a pena o look monocromático em Violeta, em sua decoração da sala, no detalhe do buquê de noiva, ou apenas uma peça do look e até mesmo no cabelo!

12_ambientes_com_a_cor_de_2018-10              cor-do-ano-ultravioleta-ultra-violet-pantone-2018-blog-belle-almeida03

IMG-BLOG-23    Ultra-Violet-PANTONE-18-3838

 

PESSOALMENTE, não é uma cor que me agrada, já que não tenho NADA puxado para os tons de roxo em meu guarda roupa, pois confesso que roxo me lembra aquelas faixas de “Meus sentimentos” que ficam nos velórios… Mas como essa proposta do Violet é trazer uma mistério, o desbravar de nós mesmos e nos reinventarmos…quem sabe consigo usar uma peça mais básica.

Se der certo, eu coloco uma foto aqui para vocês!

Um Beijo Xuxus, da Marcela Inocêncio, a Dilim.

______________________________________________________________

Corre nas minhas redes sociais me acompanhar:

  • Facebook: Marcela Inocêncio
  • Instagram: Mainocencio
  • Twitter: marcelainocen
  • Youtube: DilimTv
  • Blog: tenhamodosmenina.wordpress.com

Se você quiser que eu fale sobre um assunto específico, me escreva:

  • E-mail: marcelaa.i@hotmail.com

1
21 de novembro de 2017

Episódios de homofobia estimulam ações que se amontoam nos tribunais do país

 

SÃO PAULO — O debate no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a doação de sangue por homens homossexuais, que foi suspenso no mês passado, é apenas uma entre as diversas ações na Justiça propostas pelo público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) para garantir seus direitos. Episódios de homofobia estimulam ações que se amontoam nos tribunais do país e chegam até a última instância com pedidos como o direito de usar o banheiro conforme identificação pessoal, maior proteção no ambiente escolar e a substituição do nome e do sexo na carteira de identidade sem precisar da cirurgia de redesignação de gênero. Esta última questão está pautada para ser votada amanhã (quarta-feira) no STF.

 

A estudante de Psicologia e atriz Dodi Leal, de 33 anos, busca há meses na Justiça de São Paulo o direito de trocar o nome de batismo, ainda no masculino, em seu registro civil.

 

— Não acredito que, em pleno 2017, a gente esteja discutindo o direito de colocar um nome na carteira de identidade — desabafa.

 

Há dez anos utilizando o nome social, Dodi exibe, orgulhosa, os cartões dos bancos, do plano de saúde e até o CPF com a retificação. Mesmo assim, ela ainda briga com serviços de telefonia, TV por assinatura e companhias aéreas para ser atendida pelo nome que escolheu: “Significa ‘amada’ em hebraico”, frisa ela, que nunca pensou em modificar o corpo.

 

— Ser trans não é necessariamente fazer transformação corporal. Essa condição de modificação nos oprime. Vivi muito tempo achando que o feminino que habita em mim não tinha legitimidade por não ter feito mudanças. Sou a mulher que sou sem precisar mexer em nada.

 

Em 2009, a Procuradoria Geral da República (PGR) ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para que pessoas na mesma condição de Dodi não compartilhem mais essa experiência. A relatoria está nas mãos do ministro Marco Aurélio Mello, do STF.

 

Já a ação que visa ao fim das normas que impedem homens homossexuais de doarem sangue pelo período de um ano após a última relação sexual, proposta pelo PSB, foi suspensa por tempo indeterminado depois de o ministro Gilmar Mendes pedir vista. Cinco dos 11 ministros já votaram. No placar, quatro votaram a favor e um parcialmente a favor da inconstitucionalidade das regras atuais estabelecidas pelo Ministério da Saúde e pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). O argumento principal é o de que, estatísticamente, homens gays constituem o maior grupo de risco de contaminação do sangue por doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids.

 

Enquanto o julgamento segue suspenso, casos como o do publicitário de Recife Gabriel Dias, de 29 anos, vêm se multiplicando. Em setembro deste ano, a tia dele descobriu um tumor e precisou ser operada às pressas. O hospital onde ela se encontrava pediu doações para o estoque de sangue. Quando chegou sua vez, foi barrado ao afirmar ter mantido relações com outros homens.

 

— Saí extremamente constrangido, pois meus parentes não entenderam o porquê de não ter doado e nem tive coragem de falar. Agora estou otimista que os demais ministros entendam o quão inconstitucional e discriminatória é essa portaria. Não faz sentindo impedir um determinado grupo, considerando a orientação sexual e não a conduta dele — opina o jovem.

 

A presidente do Conselho LGBT de Niterói, Bruna Benevides, passou pela mesma situação. Ela, que é transexual, e o companheiro, com quem está casada desde 2011, já foram impedidos em algumas ocasiões de doar de sangue:

 

— Somos vistos como vetores de doenças como Aids. É preciso que se adote outra política para a doação sem criminalizar e estigmatizar ninguém, sem que impeça a igualdade.

 

O STF analisa ainda pedido ajuizado pelo PSOL, em março deste ano, para que as escolas públicas e particulares atuem na prevenção e coibição do bullying homofóbico. O advogado do partido Paulo Iotti, do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero (Gadvs), avalia que é dever do Ministério da Educação estabelecer parâmetros para que esses espaços promovam a tolerância.

 

— Somos acusados de querer transformar a criança em gay e defendem que a homossexualidade é opção, mas estudos apontam que não é. Esse discurso é usado de má-fé. A escola não pode proibir a discussão sobre o tema — analisa Iotti.

 

Para a estudante de Direito Daniella Veyga, de 23 anos, a discriminação dentro das salas de aula já virou rotina, acarretando no que chama de exclusão escolar. Natural de Cuiabá (MT), ela foi diretora LGBT da União Nacional dos Estudantes (UNE) e conta que testemunhou inúmeros casos de preconceito:

 

— Já vi muitas meninas desistirem do Ensino Básico por conta da opressão. A escola se omite e joga o “problema” para os pais, que por sua vez deixam seus dogmas falarem mais alto. No Ensino Médio, quando comecei minha transformação, em 2013, fui proibida de usar o banheiro feminino e sofri represálias, mas dei a cara a tapa e a direção recuou.

 

GARANTIAS CONSTITUCIONAIS

 

O uso do banheiro é objeto de um Recurso Extraordinário (RE) registrado há dois anos, depois que uma pessoa transexual teria sido constrangida por um funcionário de um shopping em Florianópolis (SC) ao tentar entrar num sanitário feminino. O texto da ação, cujo julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Luiz Fux, informa que a decisão atingirá, ao menos, 778 processos sobre o assunto.

 

Diferente de uma ADI, quando uma entidade entra com ação para declarar uma lei inconstitucional, o RE julga um caso específico, mas que pode servir de parâmetro para outros semelhantes, conforme explica o advogado Marcelo Gallego, presidente da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB Jabaquara, em São Paulo.

 

— Cada juiz interpreta um caso conforme suas convicções, mas se o Supremo bate o martelo, a decisão servirá como referência e dificilmente o magistrado impedirá.

 

O defensor federal Erik Boson, coordenador do Grupo de Trabalho Identidade de Gênero e Cidadania LGBTI da Defensoria Pública da União (DPU), observa que frequentemente identifica “questões de fobia” durante os debates em cima dessas ações. Ele conta, por exemplo, que numa discussão sobre o uso do banheiro por pessoas trans levantou-se a possibilidade de “homens vestidos de mulher serem potenciais estupradores”.

 

— Não se reconhece a mulher trans. Acham que são homens que vão se vestir de mulher para atacar — aponta Boson. — A defesa das garantias constitucionais necessita de um órgão como o Supremo para tomar algumas decisões, às vezes não populares. Mas estamos tentando atuar em todas as instâncias para isso acontecer.

 

Veja também

 

Fonte: O Globo


1
17 de novembro de 2017

RIO — Um exoplaneta recém-descoberto pode ser o mundo mais próximo da Terra a oferecer condições confortáveis para abrigar vida. Com tamanho aproximado ao do nosso planeta, Ross 128b está a “apenas” 11 anos-luz de distância, e medições indicam que ele possui clima ameno, com temperaturas variando entre – 60 graus Celsius e 20 graus Celsius, ideais para a manutenção da vida como conhecemos.

 

A órbita de Ross 128b é de apenas 9,9 dias, a uma distância 20 vezes menor que a distância entre o Sol e a Terra. Entretanto, o exoplaneta orbita uma estrela anã vermelha particularmente pouco volátil, fazendo com que a radiação recebida, apesar da proximidade, seja de apenas 1.38 vezes à da Terra. Normalmente, anãs vermelhas são bastante instáveis, com erupções mortais de radiação ultravioleta e raios-X.

 

É o que acontece em Proxima Centauri b, o exoplaneta mais próximo da Terra dentro da chamada “zona habitável”. Segundo Xavier Bonfils, líder da equipe que descobriu Ross 128b, pesquisador da Universidade de Grenoble, na França, “parece que Ross 128 é uma estrela muito quieta, e então os seus planetas talvez sejam a moradia mais confortável para a vida que conhecemos”.

 

E a estrela Ross 128 está se movendo na direção do nosso Sistema Solar. Segundo os cálculos, em 79 mil anos, um instante em termos cósmicos, Ross 128b estará mais perto da Terra que Proxima Centauri b.

 

Entretanto, ainda existem incertezas. Apesar de os cientistas considerarem Ross 128 um planeta temperado, ainda não se sabe se ele se encontra dentro, fora ou nos limites da chamada zona habitável. Os pesquisadores também aguardam a inauguração do Extremely Large Telescope (ELT), prevista para 2024, para a detecção de biomarcadores, como a presença de oxigênio.

 

— Novas instalações do Observatório Europeu do Sul irão desempenhar papel crítico no censo de planetas amenos com massa próxima a da Terra. Em particular, o braço infravermelho do HARPS (High Accuracy Radial velocity Planet Searcher) aumentará nossa eficiência na observação de anãs vermelhas — comentou Bonfils. — E então o ELT fornecerá a oportunidade de observar e caracterizar grande fração desses planetas.

 
 

Fonte: O Globo

Ilustração artística de Ross 128b - ESO/M. Kornmesser


lgbt
17 de novembro de 2017

Contra a Lgbtfobia, o fundamentalismo religioso e em defesa do Rio de Janeiro.

 

Data: 19 de Novembro

Horário: Domingo às 9:00 – 20:00

Local: Praia De Copacabana – Posto 6

 

A Parada do Orgulho LGBTI do Rio, organizada pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI, não é a única afetada por essa mistura de religião e governança. A principal Parada do Rio de Janeiro – existente desde 1995 – não vai deixar de acontecer por falta de apoio dessa gestão. Vamos resistir colocando a Parada em Copacabana através da ajuda de pessoas e empresas privadas.Vários setores da cultura, cidadania e liberdade religiosa estão sofrendo com o atual governo fundamentalista religioso na Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

Além desse cenário obscurantista, serviços públicos essenciais comosaúde, educação e segurança pública estão sendo cada vez mais precarizados pela Prefeitura da Cidade e pelo Governo do Estado do Rio. Funcionários públicos estaduais, aposentados e pensionistas vêm sofrendo com o atraso em seus pagamentos, faltando-lhe até recursos para alimentos e remédios.

 

Ainda nesse contexto, temos vivenciado o aumento da violência contra LGBTI, mulheres, moradores de comunidades e favelas, pessoas negras – principalmente sua juventude, que vem sofrendo um assustador genocídio e encarceramento.

 

Os quatro anos desses desgovernos vão passar, nossa luta não.

 

Num momento em que vivemos essa grave crise, que ataca direitos e a cidadania do povo carioca e fluminense, vamos unir o Rio e o Brasil na Parada da Resistência, contra a discriminação e em defesa do Rio! Agora é o momento da gente dar as mãos.

 

A Parada LGBTI continuará empunhando a sua bandeira pela diversidade sexual, identidade de gênero e pelos direitos, e neste ano abraça também a luta em defesa do nosso Rio.

 

Participe da nossa campanha de financiamento coletivo para realizar a Parada LGBT do Rio 2017, acesse https://benfeitoria.com/paradadaresistencia e contribua! Compartilhe e peça ajuda a amigxs e familiares.

 

Somos milhões de LGBTI e pessoas aliadas contra o preconceito e não vamos recuar pelas duras conquistas de mais de 20 anos de luta! Contra a discriminação e em defesa do Rio as nossas armas são a atitude, a liberdade, o amor e muita alegria por que o Estado é laico!

 

Saiba mais, acesse o link do evento clicando aqui! Participe!


lgbt-rioclaro-sp
16 de novembro de 2017

Promovendo a Discórdia, Censura e a Ditadura Cultural, sem consulta popular vigente, a Secretária de Cultura Daniela Ferraz desenvolveu e articulou “O projeto de lei 215/2017″, que trata sobre a reorganização do Conselho Municipal de Política Cultural, o Concult, a secretária alegando que as propostas são devido a falta de quórum nas reuniões, (mas é claro que são por falta de quórum, depois do escândalo público no começo desse ano de 2017 que a tão secretária de Cultura Daniela Ferraz e a atual administração pública se envolveram com o Ministério Público, muitas pessoas e conselheiros do Concult – o Presidente e o vice renunciaram – não quiseram se envolver mais ainda nessa situação), está querendo jogar uns contra os outros e retirar a voz de determinados segmentos da população e querendo que os gestores se omitam, retirando também as cadeiras deles inclusive (para não se comprometerem em ouvir a população)!

 

O projeto de lei 215/2017 que a Secretaria de Cultura está defendendo sem pensar tecnicamente e sem ouvir a população permitiu uma “brecha terrível” para o desenvolvimento de uma Emenda: “Emenda Supressiva: exclui a alínea (h) – 01 (um) representante da Diversidade Sexual, do Inciso I do artigo 3º, no Projeto de Lei nº215/2017”. Entre outras exclusões…

 

lgbt-brasil-rioclaro

 

Da emenda constam as assinaturas dos vereadores Anderson (PMDB), Pereira (PTB), La Torre (PP), Irander (PRB), Rogério Guedes (PSB), Paulo Guedes (PSDB), Thiago (PSB), Julinho Lopes (PP) e Seron (DEM).

 

“Sou contra a lei que subiu para alteração do Conselho e caso esta lei venha ser alterada sou a favor da emenda” Vereador Anderson

 

A Sessão foi lotada e agitada nessa segunda-feira (13) em votação do projeto de lei 215/2017, diversos militantes do Movimento LGBT da cidade de Rio Claro/SP e do país e representantes de diversas religiões se fizeram presentes, e realizaram a sua manifestação pacificamente. Contudo, houve tumulto.

 

A Emenda que extinguia cadeira LGBT foi rejeitada em sessão camarária

lgbt-rioclaro-sp-brasil

 

A Empresária de 31 anos que aparece de costas na capa do Jornal Cidade do dia 14 de Novembro de 2017 com a bandeira LGBT, representante do Movimento Brasileiro LGBT em nível nacional, Leila Duckur Pizzotti, se pronunciou em defesa do Movimento LGBT frente aos evangélicos na Câmara Municipal de Rio Claro/SP:

 

“O meu recado vai ser bem claro: AMIGOS EVANGÉLICOS, CATÓLICOS E UMBANDISTAS, NOS NÃO SOMOS SEUS INIMIGOS! O INIMIGO É OUTRO…EXISTE ESPAÇO PARA TODOS…TEMOS QUE TODOS NOS RESPEITAR!” (…)

 

Depois da CÂMARA LOTADA como jamais foi vista e repercussão, onde toda a cidade de Rio Claro/SP (e o interior paulista) ainda está comentando o vídeo do Vereador Homofóbico, a militante do movimento LGBT, comentou:

 

“Eles não passarão! Foi bem tensa a situação que armaram para a cidade de Rio Claro/SP, cada um enxerga ao nível que alcança, confundiram a população com diversas informações equivocadas desde o começo desse ano de 2017, estão manipulando as pessoas para disseminarem o ódio e a maldade na cidade, por puro divertimento próprio, ás custas de pessoas inocentes, mas por outro lado, valeu demais, Rio Claro está se movimentando agora mais do que nunca, outra vez…e está se movimentando para cobrar todos os seus direitos. Vamos continuar cobrando mais educação, saúde, lazer, segurança e CULTURA… graças a cada um que se fez presente nesse dia para LUTAR JUNTOS contra o preconceito, matança e homofobia, diversos movimentos somaram força novamente!

 

Eu sou apenas a porta voz do recado de muitos amigos e famílias! Nos aguardem cidade de Rio Claro/SP risos, a educação contra a homofobia será distribuída de graça e divulgada em massa, obrigada pessoal pela força de cada um de vocês, cada um de vocês é um universo, ando muito emocionada por ver a luta de muita gente boa que é humilhada sem motivo algum!

 

Contem comigo Rio Claro/SP e vamos espalhar muito amor durante todo o ano de 2018! Vai ser divertidíssimo, vamos animar! rss o/\o <3

#VAMOSCRIMINALIZARAHOMOFOBIA #RIOCLAROSP”

 

CONFIRA ALGUMAS FOTOS:

 

CONFIRA OS VÍDEOS ABAIXO:

 

 

Veja a verdade de como TODA ESSA LAMA QUE ASSOLA A CIDADE, O CONCULT E A CULTURA DE RIO CLARO começou:

 

 

Saiba mais nos link’s:

http://rioclaroonline.com.br/rio-clarosp-a-cultura-no-lixo/

http://rioclaroonline.com.br/presidente-da-sbc-rebate-criticas-do-presidente-do-concult-e-indica-indicios-de-ingerencia-religiosa-e-politica-dentro-da-secretaria-de-cultura/

 

E a pergunta que ainda não quer calar é: CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO?!


quandoaimprensasecala
16 de novembro de 2017

Quando a imprensa de um país ou de uma cidade se cala, se amedronta, ou passa a ser apenas uma ferramenta de poder para a dominação e alienação das massas, não é apenas a liberdade do povo que está em perigo, é muito mais que isso: é a nossa capacidade de nos indignarmos e reagirmos; nossa capacidade de discernir entre o Bem e o Mal, entre o Certo e o Errado, e do que queremos ou não para nossas vidas, para nossos filhos, e sobretudo, para um  Futuro digno, se é que nos deixarão ter um.

 

O povo rioclarense é gado ou somos cidadãos livres com direito a informação e cidadania ? O que as pessoas não podem saber ? Quem decide o que o povo deve ou não saber ?

 

No caso específico sobre indícios de VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP, denunciado a Promotoria de Justiça da Comarca, caso esse, que parece apenas indicar, e ser a “ponta do iceberg”, de ações muito mais amplas a serem devidamente investigadas, apuradas e denunciadas pela digna Promotoria Pública, ações envolvendo outras Secretarias, e até mesmo a própria Câmara Municipal de Rio Claro, a imprensa rioclarense se parece autista, apática, indiferente, acovardada, dependente, omissa, e irresponsável com sua obrigação e sua missão perante seus leitores, ouvintes e telespectadores. Nesse caso específico, em absoluto, a imprensa rioclarense não está cumprindo seu papel e sua razão de existir.

 

Como comunicado no início desse mês (abril) a digna Promotoria de Justiça, e já divulgado pelo único meio (mídia) independente e livre nesta cidade (as redes sociais da Internet), a denúncia original feita corajosamente pelo Presidente do Conselho de Cultura de Rio Claro, Ivan Bonifácio, ao jornal Cidade de Rio Claro (a repórter Carine Corrêa) que nada divulgou, e a  revista digital rioclarense Rio Claro Online (através da editora Leila Pizzotti), que divulgou e repassou a denúncia a presidência da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, sobre a violação de direitos humanos envolvendo uma funcionária municipal injustamente EXONERADA de seu cargo e funções (Diretora de Políticas Especiais), exoneração essa sumária, por se recusar a cometer ilegalidades, deu origem a busca de maiores informações , e essas informações conduziram a outros fatos que foram, e estão, construindo um verdadeiro mosaico de indícios de improbidades administrativas envolvendo a Prefeitura e a própria Câmara Municipal de Rio Claro.

 

E nada, absolutamente nada se apura, se comenta ou se divulga na mídia tradicional de Rio Claro. Qual a dependência que a mídia rioclarense tem com os poderes Executivo e Legislativo dessa cidade que a impede de bem informar seus leitores e patrocinadores ? Ou os reais patrocinadores dessa mídia são os poderes públicos que a mantém maquiada, controlada e marionetada ?  Esse tipo de mídia faz jornalismo verdadeiro ou apenas se trata de empresas comerciais que visam apenas “lucro”, sobrevivência, vantagens e nada mais ?

 

Tudo o que já foi divulgado e comunicado a Promotoria de Justiça de Rio Claro, e mais o que está sendo apurado e denunciado, configura uma série de violações e crimes, e tudo isso deixa mais que evidente, que a Cultura em Rio Claro está em perigo e em risco, e não só a Cultura, mas toda uma Administração. Mas, a imprensa se omite e se cala.

 

Verifica-se que, nem o vereador que recebeu o poder para transformar a Secretaria de Cultura num feudo e num cabide de empregos de apadrinhados políticos e religiosos, nem os indicados para assumirem cargos e funções (que obviamente estão defendendo seus salários), e nem mesmo pessoas estranhas a Secretaria de Cultura, e que tem ingerência na mesma, devem ser responsabilizados, isso porque a eles foi dado a autorização e o poder para assim agirem.

 

Então, o verdadeiro “x” da questão, o que realmente importa, e o que deve ser apurado para as devidas responsabilizações, é como esse processo de Nepotismo Cruzado e Tráfico de Influência, caso confirmado, se deu, por quem foi idealizado, planejado, autorizado, e porque foi autorizado. Qual foi a “troca” ou “recompensa” ?

 

A “moeda de troca” (a distribuição de cargos e ingerência externa e indireta) já se tornou evidente, cabe esclarecer quem foram os idealizadores e operadores dessa transação, e porque ela aconteceu indo na contra mão dos reais interesses do povo de Rio Claro, que votou e escolheu seus candidatos, representantes e administradores acreditando na honestidade e transparência de suas ações, e de que a nova Administração Pública (Executivo e Legislativo) realmente tinha “Coragem para Mudar Rio Claro”.

 

O caso verificado na Secretaria de Cultura colocou todos os funcionários da Secretaria sob diversos tipos de coação e de dependência de ordem financeira, profissional, moral, psicológica e religiosa de um grupo particular, e com interesses pessoais, interesses que foram e são colocados acima do Bem Comum, e isso é ignóbil, obscuro e inaceitável.

 

E nada, absolutamente nada se apura, se comenta ou se divulga na mídia tradicional de Rio Claro. A Imprensa é indiferente, se acovardada, é omissa perante seus leitores, e principalmente, perante o povo rioclarense. Nesse caso específico, não está cumprindo seu papel histórico e honrando sua nobre história, e isso é lamentável para quem já teve a honra e o privilégio de ter participado dessa mídia e dessa história.

 

Esse triste, infeliz e lamentável FATO verificado na Secretaria de Cultura de Rio Claro pode apenas indicar e ser a “ponta do iceberg” de ações muito mais amplas a serem devidamente investigadas, apuradas e denunciadas pela digna Promotoria Pública, envolvendo outras Secretarias e até mesmo a própria Câmara Municipal de Rio Claro.

 

O Povo Rioclarense espera que os eleitos para os cargos públicos (Executivo e Legislativo), a Promotoria Pública, a Comissão de Direitos Humanos da OAB, o Prefeito e seu Vice eleitos, e a imprensa rioclarense, cumpram seu papel e razão de suas existências, e que coloquem acima de tudo os reais interesses de Rio Claro e de sua população, para que assim tenhamos todos realmente… “Coragem para Mudar Rio Claro”.

 

JP – 26/04/2017

jenyberto@yahoo.com.br

 

Saiba mais nos link’s:

http://rioclaroonline.com.br/rio-clarosp-a-cultura-no-lixo/

http://rioclaroonline.com.br/presidente-da-sbc-rebate-criticas-do-presidente-do-concult-e-indica-indicios-de-ingerencia-religiosa-e-politica-dentro-da-secretaria-de-cultura/


1
7 de novembro de 2017

Presidente americano disse ter posicionado três porta-aviões e um submarino na península coreana. Em visita a Seul, ele disse ter visto progresso na relação com a Coreia do Norte.

 

m visita à Coreia do Sul, o presidente americano, Donald Trump, afirmou na manhã desta terça-feira (7) que a Coreia do Norte é uma ameaça mundial e que a crise exige uma ação que deve mobilizar outras potências, segundo a CNN. Essa é a 2ª parada da primeira viagem do chefe de estado americano à Ásia.

 

“A Coreia do Norte é uma ameaça mundial que exige ação mundial. Nós fazemos um apelo para que todas as nações responsáveis, incluindo a China e a Rússia, exijam que o regime norte-coreano acabe com suas armas nucleares e seu programa de mísseis”, afirmou Trump, em entrevista coletiva ao lado do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, em Seul.

 

Trump mencionou “bom progresso” na relação com a Coreia do Norte e fez apelo para Pyongyang a negociar um acordo, de acordo com a Associated Press. “Eu acho que estamos mostrando muita força. Enviamos três dos maiores porta-aviões do mundo [para a península coreana] e um submarino nuclear também está posicionado. Esperamos que nunca precisemos usar”, afirmou.

 

“Dito isso, eu realmente acredito que faz sentido que a Coreia do Norte chegue à mesa de negociações e faça um acordo que seja bom para o povo da Coreia do Norte. Eu vejo certo movimento, mas vamos ver o que acontece”, afimou.

 

O presidente sul-coreano afirmou que os dois chefes de estados concordam em buscar uma diplomática para a crise com a Coreia do Norte. “Presidente Trump e eu concordamos em trabalhar para resolver a crise nuclear com a Coreia do Norte de uma maneira pacífica”, afirmou o presidente sul-coreano.

 

Especialistas divergem sobre as chances reais de um confronto direto – e potencialmente destrutivo – entre os dois países, mas os programas balístico e nuclear da Coreia do Norte prosseguem apesar dos incessantes apelos da comunidade internacional.

 

Compra de armas

 

Trump anunciou que a Coreia do Sul comprará armas americanas para se defender e que os Estados Unidos, avalista da segurança sul-coreana, aceitou eliminar o tamanho que impunha aos mísseis balísticos de Seul.

 

Segundo o presidente americano, a Coreia do Sul, que acolhe 28.500 soldados americanos em seu território, vai comprar uma grande quantidade de armas americanas, como aviões e mísseis.

 

“A Coreia do Sul pedirá milhares de milhões desse material, o que para eles faz muito sentido e para nós significa empregos e a redução de nosso déficit comercial com a Coreia do Sul”, afirmou.

 

Moon classificou de essencial a compra de armas e acrescentou que Seul concordou em iniciar negociações para conseguir material americano estratégico a fim de reforçar a capacidade de defesa de seu país.

 

Viagem à Ásia

 

Na primeira escala da sua viagem, o presidente americano visitou o Japão, onde se reuniu com o imperador do Japão, Akihito, e com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe. Ao lado de Abe, Trump declarou que “a era da paciência estratégica acabou”. O Japão que nos últimos meses viu o regime de Pyongyang lançar dois mísseis que sobrevoaram seu território apoiou a proposta americana.

 

A viagem de Trump é a mais longa de um presidente americano em 25 anos à Ásia acontece após meses de tensão entre Washington e Pyongyang. O governo de Kim Jong-un troca ameaças verbais com a administração Trump.

 

Trump seguirá para a China. Ele participará ainda da cúpula da APEC (Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), no Vietnã, e do fórum da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), nas Filipinas.

 

Fonte: G1


1
3 de novembro de 2017

Sayfullo Saipov, do Uzbequistão, atropelou e matou 8 pessoas em uma ciclovia de Manhattan e deixou 12 feridos.

 

O grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou na madrugada desta sexta-feira (3) a autoria do atentado terrorista em Nova York que deixou 8 mortos e 12 feridos, na terça-feira (31). Na quarta-feira (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu que Sayfullo Saipov, autor do ataque, seja condenado à morte.

 

Segundo a agência Reuters, a responsabilidade pelo ataque com um caminhão em uma ciclovia de Manhattan foi reivindicada pelo grupo na publicação online do jornal Al-Naba.

 

Na edição semanal do jornal, o Estado Islâmico afirmou que “o atacante é um dos soldados califados”, entretanto, não forneceu provas para sustentar a reivindicação.

 

Uzbeque Sayfullo Saipov, de 29 anos, foi apontado como autor do ataque que deixou 8 mortos em Nova York, na tarde de terça-feira  (Foto: Department of Corrections/Reuters)

 

Uzbeque Sayfullo Saipov, de 29 anos, foi apontado como autor do ataque que deixou 8 mortos em Nova York, na tarde de terça-feira (Foto: Department of Corrections/Reuters)

 

Ligações com o EI

 

Durante as investigações após o atentado, a polícia encontrou 90 vídeos e 3.800 fotos no celular do autor do atentado, com inúmeras imagens do Estado Islâmico, incluindo do líder do grupo, Abu Bakr al-Baghdadi.

 

Entre os vídeos, há cenas de extrema violência, com prisioneiros sendo baleados no rosto, um homem sendo atropelado por um tanque e pelo menos uma cena de decapitação. Outro vídeo fornece instruções para fabricar explosivos caseiros.

 

O governador de NY, Andrew Cuomo, confirmou que o autor do ataque, o uzbeque Sayfullo Saipov, era ligado ao grupo.

 

Autoridades investigam a cena perto de corpo coberto, em Nova York  (Foto: Bebeto Matthews/AP)

Autoridades investigam a cena perto de corpo coberto, em Nova York
(Foto: Bebeto Matthews/AP)

 

De acordo com a Procuradoria do Distrito Sul de Nova York, em seus primeiros depoimentos, Saipov declarou que cometeu o ataque inspirado por vídeos do Estado Islâmico, especialmente um em que o líder al-Baghdadi perguntava o que muçulmanos nos EUA estavam fazendo para responder às mortes dos muçulmanos no Iraque.

 

Ele também contou que alugou outro caminhão em 22 de outubro para “praticar manobras” e que escolheu o Halloween para atacar por acreditar que nesta data haveria mais gente nas ruas. Saipov também afirmou que cogitou colocar uma bandeira do Estado Islâmico no caminhão na terça, mas mudou de ideia porque percebeu que chamaria muita atenção.

 

Mapa do ataque em Nova York (Foto: Alexandre Mauro, Igor Estrella e Roberta Jaworski/G1)

 

Mapa do ataque em Nova York
(Foto: Alexandre Mauro, Igor Estrella e Roberta Jaworski/G1)

 

O ataque

 

Na tarde de terça-feira (31), ele usou um caminhão para invadir uma ciclovia no sul de Manhattan para atropelar diversas pessoas. Além dos oito mortos, 12 pessoas ficaram feridas.

 

Após atingir os ciclistas, o caminhão seguiu pela rua e bateu em um ônibus escolar. O motorista saiu do veículo gritando “Allahu Akhbar” (Deus é Grande, em árabe), segundo testemunhas, e portando uma arma de paintball e outra de ar comprimido. Dentro do caminhão a polícia encontrou um bilhete com referências ao Estado Islâmico.

 

Fonte: G1


1
3 de novembro de 2017

Iniciativa para facilitar evangelização em comunidades isoladas partiu de cardeal brasileiro

 

RIO — O Papa Francisco permitiu que seja aberta uma discussão na Igreja Católica sobre a possível suspensão parcial do celibato para os padres, segundo fontes do Vaticano ouvidas pelo jornal “Il Messaggero”. A proposta inusitada dentro do tradicionalismo católico teria vindo do cardeal brasileiro Claudio Hummes, que tem uma próxima relação com o Pontífice e quer encontrar uma solução prática e definitiva para a falta de padres na região amazônica. O tema tabu poderá ser discutido no sínodo de 2019.

 

De acordo com a imprensa italiana, os bispos de toda a região amazônica foram convocados para encontrar uma nova estrada para a evangelização. O projeto defendido por Hummes, presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia, seria que homens fiéis casados pudessem ser nomeados a cargos de administração espiritual das suas comunidades, que muitas vezes ficam em áreas isoladas e de difícil acesso, evitando, assim, que o celibato continue a ser um dogma indiscutível em Roma.

 

O celibato de padres não é considerado um dogma católico, mas sim uma disciplina. Isso significa que não é uma verdade revelada pela fé, uma vez que por diversos séculos os sacerdotes puderam se casar e ter filhos.

 

Os relatos são de que, nos últimos dias, Dom Erwin Krautler, secretário da Comissão Episcopal para a Amazônia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), falou sobre a urgência de lidar com a questão amazônica. O assunto teria sido tratado diretamente com o Papa Francisco, segundo a agência austríaca Kna, que teria respondido a Krautler que pedisse aos bispos para formular propostas válidas sobre o tema.

 

Krautler reconhece que esse é um assunto que pode ser discutido, mas ressalta que não é o ponto principal do sínodo.

 

— O sínodo não tem esse tema. O tema é a evangelização e novos caminhos em relação aos povos indígenas na Amazônia, que está ameaçada em sua sobrevivência. Fala-se também da escassez do clero nessas comunidades. Mas o sínodo foi convocado no dia 15 de outubro e não tem proposta nenhuma dessas ainda. Está tudo no começo — pontuou Dom Erwin.

 

De acordo com ele, o Papa já deu as “linhas mestres” para os “novos caminhos para a evangelização na Amazônia”, como abordar uma Igreja com “rosto amazônico” e debater a a destruição na região.

 

— O proximo passo é ouvir as conferências, que farão suas propostas e, a partir de então, formar um manual de alinhamento para depois ser discutido em 2019. O principal é encontrar soluções para as comunidades que não têm eucaristia regular, como podemos enfrentar essa situação.

 

Por mais de três décadas, Krautler dirigiu a Prelazia do Xingu, diocese em formação no Pará, e conquistou destaque internacional por defender a Amazônia e os direitos dos povos indígenas.

 

Procurado pelo GLOBO, Hummes não quis dar entrevista.

 

Em março, o Papa Francisco já havia levantado publicamente a discussão sobre a possibilidade de mudar a disciplina do celibato eclesiástico. Sugeriu que poderia vir à pauta da Igreja o debate sobre a ordenação de Viri probati — ou seja, os homens de fé comprovada — que já fossem casados.

 

— É necessário determinar quais tarefas podem ser confiadas aos homens de fé, sobretudo nas comunidades mais remotas — disse o Pontífice à época.

 

Fonte: O Globo

Foto: Papa Francisco já havia levantado a discussão sobre a mudança na disciplina do celibato – ANDREAS SOLARO / AFP


1
3 de novembro de 2017

Reação do SUV japonês atrapalha os planos da FCA de ser tricampeã de vendas no Brasil na disputa com a GM

 

Não é à toa que a Nissan anda empolgada com o Kicks e estuda até lançar uma versão híbrida com a nova tecnologia e-Power, que o faria ter uma autonomia de 34 km/litro de gasolina. O carro vai muito bem nas vendas e terminou em quarto lugar no ranking de vendas de SUVs em outubro, à frente dos ex-campeões Ford EcoSport e Jeep Renegade.

 

O Kicks vender mais que o Eco já era meio esperado, mas ter ultrapassado o Renegade tem consequências maiores. Isso sinaliza que existe uma briga real pela nona posição no ranking das 10 marcas mais vendidas no Brasil (aliás, além dessa, só tem briga pelo quarto lugar, entre Ford e Hyundai).

 

Passar de nono para décimo lugar pode não significar nada para a Jeep, mas pesa para a FCA. Afinal, na soma da Fiat com Jeep, Dodge, Chrysler e RAM, ela pode perder seu tricampeonato como maior montadora do Brasil para a GM (que tem apenas a marca Chevrolet no Brasil).

 

Em outubro, menos de 300 carros marcaram a diferença entre a Jeep (7.991) e a Nissan (7.694). No acumulado dos dez meses de 2017, a distância é maior e passa um pouco dos 10 mil carros. A Jeep tem 4,1% do mercado (71.708 emplacamentos) e a Nissan tem 3,5% (61.500). Para este ano, o ranking dificilmente vai mudar, mas em 2018 pode ser diferente.

 

Será que o público cansou do Renegade? Talvez. Afinal, ele foi um dos primeiros a chegar nessa onda de SUVs/crossovers que destronaram o EcoSport. Por isso, o ótimo desempenho do Compass talvez não esteja segurando a onda da Jeep. Com 3.949 vendas/mês de média, o Compass ainda é o líder do segmento. E o Renegade está em quarto lugar, com média de 3.157 carros/mês. O Kicks aparece em quinto, com 2.571 de média. Porém, nos últimos dois meses, a média de vendas do Kicks foi de 3.502.

 

E onde está a diferença? No varejo. Ou seja, nas vendas feitas em concessionárias. Enquanto as vendas diretas para frotistas apontam a dupla Compass/Renegade à frente do Kicks, nas vendas para o público em geral a situação é diferente. O Kicks virou o jogo contra o Renegade e vendeu 2.145 unidades em outubro, contra 1.296 do rival.

 

Nessa disputa entre a Jeep e a Nissan, a marca estadunidense conta somente com seus dois SUVs. Já a Nissan tem também o hatchback March e os sedãs Versa e Sentra. Dos três, quem vai melhor é o Versa, que emplacou 17.320 unidades este ano. O Sentra – maior e muito mais caro – só conseguiu 3.315 vendas. E o March segue discreto, com 11.826.

 

A Nissan já trabalha na nova geração da dupla March/Versa, que será lançada em 2018. E, ao contrário do que aconteceu na Europa, o March não será reposicionado para cima – vai mesmo ganhar uma solução local para continuar com preço acessível e brigar por volume. Bom para a Nissan.

 

Fonte: MotorShow

Nissan Kicks: à frente do Jeep Renegade e do Ford EcoSport em outubro e média de 3.502 carros vendidos nos últimos dois meses. Foto: Divulgação


1
1 de novembro de 2017

Um motorista de uma caminhonete matou oito pessoas e feriu mais de 12 ao avançar em uma ciclovia em Nova York na tarde desta terça-feira (31), no que as autoridades disseram ser um ataque terrorista.

 

O motorista de 29 anos foi baleado pela polícia no abdômen e levado sob custódia depois de ter batido a caminhonete em um ônibus escolar e fugido de seu veículo, disse o comissário da polícia de Nova York, James O’Neill, em entrevista coletiva.

 

Um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA chamou o incidente de “um aparente ato de terrorismo”.

 

Perguntado na entrevista sobre os relatos de que o motorista gritou “Allahu Akbar” –“Deus é grande”, em árabe–, O’Neill disse que uma declaração feita pelo suspeito quando ele saiu de seu veículo e as circunstâncias gerais do ataque levam investigadores a chamar o incidente de “evento terrorista”.

 

O’Neill afirmou que a polícia não identificaria o motorista neste momento e que a caminhonete foi alugada.

 

O ataque representou uma lembrança de vários ataques similares realizados na Europa no último ano.

 

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, disse que o suspeito parece ter agido sozinho.

 

“Não há evidências para sugerir uma trama mais ampla ou um esquema mais amplo. Estas são as ações de um indivíduo, para causar dor e danos e provavelmente morte”, disse Cuomo na coletiva de imprensa.

 

O prefeito Bill de Blasio chamou o ataque de “um ato covarde de terrorismo”.

 

O motorista entrou na ciclovia em Manhattan às 15h05, disse O’Neill, acrescentando que ele estava com uma arma de ar comprimido e uma de paintball.

 

Duas crianças e dois adultos ficaram feridos quando a caminhonete atingiu o ônibus escolar, segundo ele.

 

Após o ataque, as bicicletas amassadas e quebradas ficaram jogadas na ciclovia, que é paralela à West Side Highway, no oeste de Manhattan, ao longo do rio Hudson.

 

Das oito pessoas mortas, seis foram declaradas mortas no local e outras duas em um hospital próximo, disse O’Neill.

 

O comissário do corpo de bombeiros Daniel Nigro disse que 11 sobreviventes com lesões graves, mas que não ameaçam a vida, foram levados para hospitais.

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado sobre o incidente e disse no Twitter: “Não podemos permitir a volta do Estado Islâmico, ou sua entrada, em nosso país depois de derrotá-los no Oriente Médio e em outros lugares. Basta.”

 

Ataques similares na Europa no ano passado mataram dezenas de pessoas.

 

Em 14 de julho de 2016, um suspeito dirigiu um grande caminhão contra uma multidão que comemorava o Dia da Bastilha na cidade francesa de Nice, matando 86 pessoas e ferindo centenas em um ataque assumido pelo Estado Islâmico.

 

Cinco meses depois, um imigrante de 23 anos do Paquistão jogou um caminhão em um mercado de Natal lotado no centro de Berlim, matando 12 pessoas e ferindo 48.

 

Fonte: Terra


1
1 de novembro de 2017

Segundo jornais, o suspeito deixou um bilhete dizendo que cometeu o atentado em nome do grupo militante Estado Islâmico

 

Nova York – Um imigrante uzbeque acusado de matar oito pessoas na cidade de Nova York ao invadir uma ciclovia com uma caminhonete alugada na terça-feira (31) parece ter agido sozinho, mas o ataque cometido no dia de Halloween tem todas as marcas registradas do terrorismo, disseram autoridades dos Estados Unidos.

 

O suspeito, que foi baleado pela polícia e preso momentos depois do ataque no oeste de Manhattan, deixou um bilhete dizendo que cometeu o atentado em nome do grupo militante Estado Islâmico, segundo o jornal New York Times e a rede CNN.

 

O saldo de mortes é baixo quando comparado às dezenas de mortos de ataques semelhantes no ano passado na França e na Alemanha. Mesmo assim, foi o ataque mais letal em Nova York desde o 11 de setembro de 2001, quando suicidas sequestraram dois aviões de passageiros e os lançaram contra o World Trade Center, matando mais de 2.600 pessoas.

 

O Ministério de Relações Exteriores da Argentina informou em comunicado que cinco cidadãos argentinos estão entre os mortos.

 

O local das Torres Gêmeas se situa a poucas quadras do cenário do atropelamento de terça-feira, ocorrido quando o suspeito entrou com a caminhonete em uma ciclovia também usada por pedestres no final da tarde.

 

Movendo-se a uma velocidade estimada em mais de 100 km/h, o veículo derrubou todos em seu caminho antes de atingir a lateral de um ônibus escolar.

 

Depois disso o motorista saiu do veículo brandindo o que pareciam ser armas e foi confrontado por um policial, que o baleou no abdômen. A polícia disse ter recuperado uma arma de paint-ball e outra de chumbinho no local.

 

O ataque terminou em questão de segundos. Imagens de vídeo feitas por um pedestre que circularam na internet mostraram bicicletas destruídas espalhadas ao longo da ciclovia e ao menos duas pessoas caídas no chão.

 

Além das oito mortes, ao menos 11 pessoas foram hospitalizadas com ferimentos descritos por autoridades dos bombeiros como sérios, mas sem risco de morte. Isso exclui o suspeito, que foi operado devido aos ferimentos de bala.

 

A polícia não quis identificá-lo publicamente, mas uma fonte a par da investigação disse que ele se chama Sayfullo Saipov e tem 29 anos. Acredita-se que ele mora em Paterson, Nova Jersey, um ex-polo industrial localizado cerca de 40 quilômetros ao noroeste do sul de Manhattan.

 

Segundo reportagens, ele alugou o veículo em uma loja de equipamentos da rede Home Depot localizada em Passaic, ao sul de Paterson.

 

Fonte: Exame

Foto: Ataque – trata-se do ataque mais letal em Nova York desde o 11 de setembro (Andrew Kelly/Reuters)


lixo3
27 de outubro de 2017

Projetar aparelhos com defeitos e peças pouco duráveis para que o consumidor tenha de comprar novamente. É a obsolescência programada, uma prática que nos leva a um beco sem saída

 

A frase foi publicada em 1928 na Printer’s Ink, revista do setor publicitário norte-americano: “Um artigo que não estraga é uma tragédia para os negócios.” Para que vender menos se você pode vender mais projetando produtos com um defeito incorporado? Por que não abandonar esse afã romântico de fabricar produtos bem feitos, consistentes, duradouros, e ser logo prático? Não será melhor para o business fazer com que o cliente tenha de abrir a carteira mais vezes?

 

Essa é história de uma ideia que ganhou força como salvação dinamizadora nos anos da Grande Depressão, transformou-se num mantra da sociedade de consumo – comprar, usar, jogar fora, voltar a comprar – e se tornou, já na atualidade, uma séria ameaça ao meio ambiente. É uma história escrita aos poucos, capítulo por capítulo. O último e mais importante deles é o destaque que a questão ganhou nos debates da Europa, sinal de que existe uma crescente conscientização: em 4 de julho, o Parlamento Europeu aprovou (por 622 votos a favor e 32 contra) o Relatório sobre Produtos com Uma Vida Útil Mais Longa: Vantagens para os Consumidores e as Empresas, pedindo que a Comissão Europeia adote medidas.

 

Não só isso. A França, país com a legislação mais dura da Europa contra a obsolescência programada, acaba de registrar a primeira denúncia de um coletivo de consumidores contra os fabricantes de impressoras. O fato ocorreu em 18 de setembro: a associação Halte à l’ Obsolescence Programmée (HOP, Contra a Obsolescência Programada) acusou marcas como Epson, HP, Canon e Brother de práticas destinadas a reduzir deliberadamente a vida útil de impressoras e cartuchos.

 

O truque não é novo. Começou a ser usado no final do século XIX na indústria têxtil (quando os fabricantes começaram a utilizar mais amido e menos algodão) e se consolidou em 1924, quando General Electric, Osram e Phillips se reuniram na Suíça e decidiram limitar a vida útil das lâmpadas a 1.000 horas, tal como aponta o festejado documentário espanhol Comprar, Tirar, Comprar (“comprar, jogar fora, comprar”), de Cosima Dannoritzer. E assim foi assinado o atestado de óbito da durabilidade.

 

Até então, as lâmpadas duravam mais. Como a que brilha ininterruptamente desde 1901 na central dos Bombeiros de Livermore, na Califórnia. De filamento grosso e intensidade menor que a de suas sucessoras (o que impede o alto aquecimento), essa lâmpada foi concebida para perdurar. E continua lá, brilhando, mostrando que a obsolescência programada está longe de ser um mito.

 

Desde a sensação causada nos anos trinta pelas meias de náilon Du Pont, que não rasgavam, até o telefone inteligente que fica burro sem razão aparente – e só um ano e meio depois de ser adquirido –, muita água passou debaixo da ponte. A obsolescência programada (OP) foi aprimorada. E a intenção de fraude por parte do fabricante não é algo fácil de demonstrar.

 

“Hoje, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento são para ver como reduzir a durabilidade dos aparelhos, mais do que para melhorá-los ao consumidor”. Quem se expressa de forma tão contundente é Benito Muros, um ex-piloto de 56 anos que há anos denuncia a OP. Presidente da Fundação Energia e Inovação Sustentável Sem Obsolescência Programada (Feniss), ele afirma que a OP está presente em todos os dispositivos eletrônicos que compramos, “até mesmo nos carros”.

 

Muros lidera uma empresa que desenvolve lâmpadas, semáforos e projetos de iluminação pública para Prefeituras da Espanha, conta que hoje é possível observar muitas formas de OP no mercado: dispositivos com carcaças que não permitem a dissipação do calor, e cujo aquecimento gera falhas prematuras; componentes como os condensadores eletrolíticos, cujas dimensões determinarão a vida do produto (perdem líquido com as horas de uso; quanto menor for a capacidade de armazenamento de líquido eletrolítico, menos vai durar); baterias que não podem ser retiradas (como foi o caso do iPhone) e que obrigam o usuário a comprar um novo aparelho; chips que agem como contadores e que estão programados para que o sistema pare de funcionar após certo número de utilizações, como ocorreu com algumas impressoras (o consumidor que ousar tentar consertar uma logo escutará que é mais barato comprar outra).

 

JOSEBA ELOLA

Fonte: EL PAIS

 

lixo3 lixo2 lixo1


kennedy1
27 de outubro de 2017

No dia 1º. de outubro de 1963, uma terça-feira, um homem magro liquidou sua fatura no hotel Comercio. Após quatro dias completos na Cidade do México, não tinha obtido nenhum resultado. Com expressão perdida, dirigiu-se ao terminal da viação Transportes del Norte e lá ocupou o assento número 12 do ônibus a linha 332. Eram 8h30 quando o veículo partiu. O bilhete marcava como parada final Nuevo Laredo, na fronteira com os EUA. Um destino que era insuficiente para esse norte-americano mal encarado, que 53 dias depois mataria com um tiro na cabeça o 35º. presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy.

 

A estadia de Lee Harvey Oswald no México guarda uma das grandes incógnitas do crime que abalou os Estados Unidos no século XX. Inicialmente menosprezada durante a investigação, a estranha viagem se tornou ao longo dos anos um dos capítulos mais intrigantes do caso. Os contatos do magnicida com agentes da KGB (serviço secreto soviético) e com diplomatas cubanos na capital mexicana motivaram teorias conspiratórias de todo tipo, ao mesmo tempo em que mostravam as atitudes ambíguas da inteligência norte-americana.

 

Os passos de Oswald foram notados e seguidos pela CIA, mas os relatórios que detalham suas aventuras nunca vieram completamente à tona. Pertencem a esse secreto corpus de 3.100 documentos que o presidente Donald Trump ordenou liberar e que, se nada o impedir, vai sacudir os alicerces da memória coletiva norte-americana. “São telegramas, correspondências, memorandos, relatórios, orçamentos, fotografias e gravações. No caso da CIA, seus documentos mais importantes se referem a operações de agentes contrários a Kennedy, imersos em operações anticastristas”, explica o especialista Jefferson Morley, ex-jornalista do The Washington Post e autor de The Ghost: The Secret Life of CIA Spymaster James Jesus Angleton (“o fantasma – a vida secreta do mestre da espionagem da CIA James J. Angleton”, inédito no Brasil).

 

Guardados nos Arquivos Nacionais, os documentos estão blindados por uma lei de 1992 que expira nesta quinta-feira. Nos bastidores, sabe-se que a CIA está pressionando para que não sejam divulgados. “A agência está especialmente preocupada com os documentos dos anos sessenta que se referem a programas que ainda continuavam ativos nos anos noventa e que poderiam expor redes de espionagem”, detalha o especialista Phil Shenon, autor de Anatomia de um Assassinato: A História Secreta da Morte de JFK (Companhia das Letras, 2013). Junto a esse temor se oculta também um mecanismo de autodefesa contra a possibilidade de que a incompetência das agências de inteligência venha à tona.

 

“A Comissão Warren, encarregada da investigação do magnicídio, concluiu que Oswald só era alvo de revisões rotineiras por parte do FBI e da CIA. Mas se tratava de uma pessoa que o próprio chefe de contrainteligência da CIA, James Angleton, tinha sob atenção constante e próxima. E é muito possível que os documentos lancem uma luz sobre esse interesse nada rotineiro”, indica Morley.

 

“Os relatórios mostrarão que a CIA e o FBI sabiam muito mais de Oswald do que contaram à Comissão Warren. A história oficial o desenha como um lobo solitário cuja trama para matar Kennedy nunca foi notada. Mas as agências dispunham de mais dados do que disseram. Se tivessem agido conforme a sua informação, talvez Oswald fosse freado antes da chegada de Kennedy a Dallas”, explica Shenon.

 

As omissões dos serviços inteligência serão a chave desses papéis. A magnitude desse erro será revelada pelas investigações internas feitas nas agências, até agora ocultas. Isso inclui também o monitoramento de Oswald no México. “É o capítulo mais importante e secreto do assassinato de Kennedy. O índice documental mostra que o escritório da CIA no México o manteve sob vigilância. E um relatório não sigiloso de 1966 revela que Oswald chegou a falar abertamente de matar Kennedy no consulado cubano. A CIA soube disso em tempo real? Informou sobre isso?”, pergunta-se Shenon.

 

As respostas poderão passar mais 25 anos enterradas. Tudo dependerá do alcance final da perda do sigilo sobre os arquivos. Mas os passos de Oswald no México têm, por enquanto, outra fonte. A Direção Federal de Segurança, a polícia secreta mexicana. Sob as ordens de Fernando Gutiérrez Barrios, o mesmo agente que em 1956 deteve Fidel Castro e Che Guevara, os agentes redigiram relatórios detalhados e interrogaram todos os indivíduos que estiveram com o assassino.

 

A leitura dos documentos sigilosos, depositados no Arquivo Geral da Nação, na Cidade do México, e aos quais o EL PAÍS teve acesso, dão conta da personalidade oscilante e ressentida de Oswald, um desertor do Corpo de Marines, casado com uma russa e que depois de um fracassado exílio na União Soviética pretendia abandonar o Texas e voltar a Moscou.

 

Para isso, fazendo-se passar por fotógrafo, cruzou o rio Grande em 26 de setembro de 1963 e dirigiu-se à Cidade do México num ônibus da viação Flecha Roja. Ao longo das 20 horas dessa viagem, em nenhum momento ocultou suas simpatias comunistas. A dois turistas australianos falou sobre seus anos na URSS e lhes recomendou que se alojassem no hotel Cuba. Ele ficaria no hotel Comercio, localizado na rua Sahagún, bairro de Guerrero.

 

Já na capital mexicana, a primeira coisa que fez foi se dirigir à Embaixada cubana. Lá solicitou um visto de trânsito para a URSS. Mostrou seu passaporte, sua antiga carteira de trabalho soviética e sua certidão de casamento, e declarou ser membro do Partido Comunista dos EUA. A funcionária que o atendeu, Silvia Tirado de Durán, iniciou a tramitação e lhe solicitou fotos novas. Oswald saiu para fazê-las e, sempre segundo os documentos confidenciais mexicanos, aproveitou para ir à representação soviética, onde conversou com dois agentes da KGB que atuavam como funcionários consulares. Depois de lhes assegurar que o FBI não o queria vivo, manifestou seu desejo de obter um visto o mais rapidamente possível. Quando lhe explicaram a lentidão do processo, Oswald estourou e, com o rosto avermelhado, provocou um dos russos: “Isto vai terminar em tragédia para mim!”.

 

Depois, voltou à Embaixada de Cuba para entregar as fotos. Então voltou a se enfurecer ao saber que sem a autorização soviética não poderia conseguir a permissão cubana de trânsito. Seus gritos levaram a secretária Tirado a chamar o cônsul para que tentasse acalmá-lo. Foi em vão. Diante da atitude violenta do norte-americano, o diplomata se irritou e anunciou que não lhe concederia o visto.

 

Oswald, com 23 anos, estava em queda livre. Os que o viram o descrevem como um homem mal vestido, colérico e teimoso. Tanto que, no dia seguinte, voltou à embaixada russa. Era sábado, e os funcionários se preparavam para um jogo de vôlei. Em tom dramático, insistiu em que necessitava do visto. Chorou, avisou que estava com medo do FBI e sacou um revólver como prova de que estava ameaçado. Deixou-o sobre uma mesa. Um funcionário, com cuidado, o descarregou. Oswald, diante das negativas, foi embora arrasado.

 

A partir daí, o fio se perde. Sabe-se que no domingo foi a uma tourada e visitou museus, e na segunda, visitou a Cidade Universitária em busca do apoio de estudantes castristas. De nada lhe valeu.

 

Seu último movimento foi registrado na noite da própria segunda-feira, quando foi visto uma festa twist organizada por funcionários cubanos. No evento, ao qual compareceu a escritora Elena Garro, ex-mulher do poeta Octavio Paz, Oswald teria se encontrado com a funcionária Silvia Durán, com quem, concluiu-se depois, chegou a ter uma relação sentimental. Garro se recordaria de tê-lo visto falando com dois homens junto a uma lareira.

 

Na manhã seguinte, às 6h30, deixou o hotel Comercio para voltar aos Estados Unidos. Quase oito semanas depois, em 22 de novembro, mataria o presidente dos Estados Unidos. E dois dias mais tarde seria assassinado pelo mafioso Jack Ruby.

 

Deixou para trás um imenso mistério. A investigação oficial norte-americana o apontou como único culpado. Os interrogatórios mexicanos não encontraram nenhuma contradição. Mas as forças da agência mexicana de inteligência DFS (Dirección Federal de Seguridad, em espanhol) chegavam tarde e só agiram depois do do assassinato. Antes, o escritório local da CIA tinha seguido os passos de Oswald. O que viu, o que informou, ainda é secreto. Agora pode deixar de ser.

 

JAN MARTÍNEZ AHRENS

Fonte: EL PAIS

 

kennedy3

kennedy4 kennedy2

kennedy1


1
16 de outubro de 2017

Antes, divulgação da lista estava a cargo de área técnica do Ministério do Trabalho. Em nota, ministério afirmou que portaria ‘aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado’.

 

Uma portaria publicada pelo governo nesta segunda-feira (16) estabelece que a divulgação da chamada “lista suja“, que reúne as empresas e pessoas que usam trabalho escravo, passará a depender de uma “determinação expressa do ministro do Trabalho”.

 

A portaria anterior, de maio de 2016, não fazia menção à necessidade de aprovação pelo ministro. Ela definia que a organização e a divulgação do Cadastro ficaria “a cargo da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae)”.

 

De acordo com a nova portaria, assinada pelo ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho), “a organização do cadastro ficará a cargo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), cuja divulgação será realizada por determinação expressa do Ministro do Trabalho”.

 

Em nota, o Ministério do Trabalho afirmou que mudança promovida pela portaria “aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado Brasileiro” (veja a íntegra da nota ao final desta reportagem).

 

A nova portaria também altera as regras para a inclusão de nomes de pessoas e empresas na lista suja de trabalho escravo e os conceitos sobre o que é trabalho forçado, degradante e trabalho em condição análoga à escravidão (veja mais abaixo, neste texto).

 

O QUE MUDOU NA FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO

 


ANTES AGORA
>> ‘Lista suja’ era organizada e divulgada pela Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) >> Organização fica a cargo da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) e divulgação será realizada por “determinação expressa” do ministro do Trabalho.
>> Para a comprovação da condição análoga à escravidão o auditor fiscal deveria apenas elaborar um Relatório Circunstanciado de Ação Fiscal >> Exigência de anexar um boletim de ocorrência policial ao processo que pode levar à inclusão do empregador na “lista suja”.
>> Fiscais usavam conceitos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Código Penal para determinar o que é trabalho escravo. >> Portaria estabelece quatro pontos específicos para definir trabalho escravo: submissão sob ameaça de punição; restrição de transporte para reter trabalhador no local de trabalho; uso de segurança armada para reter trabalhador; retenção da documentação pessoal.

 

MPT critica mudanças

 

 

O texto foi duramente criticado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O vice-coordenador nacional da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, Maurício Ferreira Brito, afirmou que as mudanças “esvaziam a lista suja”.

 

“A divulgação deixa de ser feita por critérios jurídicos e passa a ser feita por critérios políticos do ministro do Trabalho”, afirmou.

 

Brito também criticou outra mudança promovida pela portaria publicada nesta segunda: a exigência de anexar um boletim de ocorrência policial ao processo que pode levar à inclusão do empregador na lista suja.

 

Segundo ele, é mais burocracia para dificultar o combate ao trabalho escravo.

 

Definição

 

A portaria também altera os conceitos que devem ser usados pelos fiscais para identificar um caso de trabalho escravo. Até então, os fiscais usavam conceitos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do código penal.

 

De acordo com a portaria, será considerado trabalho análogo à escravidão:

 

  • a submissão do trabalhador a trabalho exigido sob ameaça de punição, com uso de coação, realizado de maneira involuntária;
  • o cerceamento do uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador com o fim de retê-lo no local de trabalho em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto, caracterizando isolamento geográfico;
  • a manutenção de segurança armada com o fim de reter o trabalhador no local de trabalho em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto;
  • a retenção de documentação pessoal com o fim de reter o trabalhador no local de trabalho.

 

Brito, do MPT, criticou as restrições aos conceitos do que seria, ou não, condição de trabalho análogo à escravidão. Ele afirma que hoje o Código Penal traz conceitos amplos, mas a nova portaria atrela o trabalho análogo à escravidão à ideia de restrição de liberdade.

 

“É um conceito totalmente ultrapassado”, disse Brito.

 

Os conceitos definidos pela portaria serão usados na concessão de seguro-desemprego pago para quem é resgatado de regime forçado de trabalho ou em condição similar à escravidão. Mas o novo texto também norteará a atuação dos auditores do trabalho, que são os responsáveis pelas fiscalizações.

 

Veja a íntegra da nota do Ministério do Trabalho:

 

O Ministério do Trabalho publicou, na edição de hoje do Diário Oficial da União, Portaria nº 1.129, de 13 de outubro de 2017, que aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado Brasileiro, ao dispor sobre os conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravo, para fins de concessão de seguro-desemprego ao trabalhador que vier a ser resgatado em fiscalização promovida por auditores fiscais do trabalho, bem como para inclusão do nome de empregadores no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores à condição análoga à de escravo, estabelecido pela PI MTPS/MMIRDH nº 4, de 15.05.2016.

 

O combate ao trabalho escravo é uma política pública permanente de Estado, que vem recebendo todo o apoio administrativo desta pasta, com resultados positivos concretos relativamente ao número de resgatados, e na inibição de práticas delituosas dessa natureza, que ofendem os mais básicos princípios da dignidade da pessoa humana.

 

Reitera-se, ainda, que o Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores à condição análoga à de escravo é um valioso instrumento de coerção estatal e deve coexistir com os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.

  

Foto: BBC

Fonte: G1


1
16 de outubro de 2017

Votos a favor de disciplinar o comércio e o porte de armas de fogo em território nacional são maioria, até a tarde desta segunda-feira

 

RIO – O Senado Federal abriu uma consulta pública em seu site para tratar do Estatuto do Desarmamento. A enquete coloca em discussão o projeto de lei 378/2017 – que sugere “disciplinar a fabricação, importação, comercialização, registro, posse e porte de armas de fogo e munição no território nacional”, perguntando ao internauta se ele concorda ou não com a proposta.

 

Até as 16h desta segunda-feira, mais de 4,5 mil pessoas já haviam votado a favor da ementa, enquanto cerca de 500 haviam se manifestado contra o projeto.

 

O projeto foi protocolado em 5 de outubro pelo senador Wilder Morais (PP-GO) e tem o objtivo de revogar o Estatuto do Desarmamento para criar o Estatuto do Armamento no Brasil. Entre outras mudanças, estabelece 18 anos como idade mínima para ter arma (hoje é 25 anos) e “validade mínima” de 10 anos para o registro (atualmente de cinco anos).

 

O texto vai na mesma linha que outro projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento da Câmara. Essa proposta já passou em comissão especial e aguarda ser pautada no plenário. Entre outras mudanças, amplia as categorias profissionais com acesso à arma, reduz a idade mínima para ter arma de 25 para 21 anos e torna a posse permanente (sem necessidade de revalidação).

 

O Senado e a Câmara dos Deputados têm sites voltados para a consulta pública de diferentes projetos de lei e outras medidas em discussão no Congresso. Os resultados não têm impacto direto na matéria em questão, a ideia é envolver a população nas propostas.

 

Mas as consultas não deixam de ser uma ferramenta para que os parlamentares conheçam a opinião da sociedade sobre um determinado assunto, como este que versa sobre a segurança pública.

 

 

Foto: Porte de arma diverge opiniões – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

Fonte: O Globo


_DSC9628
16 de outubro de 2017

O fotografo Rioclarense Renato Hoffmann participará  uma exibição fotográfica “The London Photo Show” de 18 a 22 de outubro e irá exibir 9 fotos de Rio Claro, com foco na Floresta Estaual Navarro de Andrade.

 

Renato  nascido em Rio Claro em 1978 é apaixonado por fotografia e já participou de palestras e workshop de fotografia em Rio Claro. Ele se considera um fotografo semi profissional, por ter a fotografia como um hobby e porque   utiliza principalmente uma camera semi profissional para fazer suas fotos.

 

Hoje Renato mora na Inglaterra, mas anualmente vem para Rio Claro para visitar sua familia e amigos e aproveita o tempo para atualizar suas fotos na região. Na Europa, ele procura viajar e registrar seus momentos em fotos. Todas as aventuras de Renato podem ser conferidos no site de viagem Viajario (www.viajar.io)

 

Renato recebeu com muito orgulho o convite para participar da exposição “The London Photo Show” que ocorre de 18 a 22 de outubro na Strand Gallery, 32 John Adam St, (WC2N 6BP) em Londres das 11h até as 18h. A Exposição é organizada por fotografos e conta com cerca de 30 expositores de todo o mundo e não possui um assunto específico a ser abordado. “Escolhi fotos de Rio CLaro, principalmente da Floresta Estadual, para mostrar as belezas da minha cidade natal  as pessoas da Europa. Assim como quando eu cheguei fiquei impressionado com muitas coisas aqui por serem diferentes,  desejo impressionar os Ingleses com a natureza do nosso país e da nossa cidade.”

 

_DSC9621


005
11 de outubro de 2017

Em meio aos rumores de que a Coreia do Norte prepara o lançamento de múltiplos mísseis para as próximas semanas, dois bombardeiros supersônicos dos Estados Unidos sobrevoaram a península ao lado de caças da Coreia do Sul para dar uma demonstração de força ao regime de Pyongyang.

 

Os jatos partiram na tarde da última terça-feira (10) de Guam, território ultramarino norte-americano já ameaçado por Kim Jong-un, e entraram na chamada Zona de Identificação de Defesa Aérea Coreana (Kadiz) por volta de 20h50 (horário local).

 

Segundo o Comando do Estado-Maior de Seul, os bombardeiros B-1B dos EUA simularam ataques ar-terra no Mar do Japão com dois aviões militares sul-coreanos modelo F-15K. Em seguida, os jatos fizeram manobras na parte ocidental do Mar Amarelo. Os caças ficaram na região da península até 23h30.

 

Os mesmos bombardeiros já haviam realizado atividades similares com a Aeronáutica do Japão, em manobras definidas pelos EUA como “missões bilaterais nas proximidades da Coreia”. Além disso, em julho passado, os caças sobrevoaram a península após o disparo de um míssil intercontinental por Pyongyang.

 

Segundo a imprensa local, militares norte-americanos e sul-coreanos detectaram o transporte de 30 foguetes Scud para a cidade de Nampo, que abriga o maior porto da Coreia do Norte. A movimentação pode indicar a preparação para um possível lançamento múltiplo de mísseis de curto alcance.

 

Existe a expectativa de que Kim Jong-un ordene novos disparos em 18 de outubro, quando deve começar o 19º congresso do Partido Comunista da China. O lançamento simultâneo de foguetes seria incomum, mas não inédito. Em março de 2014, por exemplo, Pyongyang disparou 71 mísseis em uma única semana.

 

Essa seria uma forma de a Coreia do Norte mostrar que é capaz de diferentes tipos de ameaças, após o país ter passado os últimos meses concentrado em projéteis balísticos de longo alcance e testes nucleares.

 

005

 

Fonte: ANSA


004
11 de outubro de 2017

Há cinco anos, o mundo conhecia a história da paquistanesa Malala Yousafzai, que em 2012 foi baleada na cabeça pelo Talibã e sobreviveu para se tornar um símbolo da luta pela defesa das mulheres à educação.

 

Malala começou a ganhar fama e ser perseguida em seu país pelo grupo fundamentalista quando tinha entre 11 e 12 anos, por escrever um blog para a emissora britânica “BBC” sobre seu cotidiano na cidade em que morava.

 

No dia 9 de outubro de 2012, na época com 15 anos, a jovem voltava para casa em um ônibus escolar quando um homem disparou três tiros contra ela, um deles atingindo sua cabeça. Malala chegou a ficar em estado crítico, mas conseguiu se salvar e desde então é uma ativista pelos direitos das mulheres.

 

Em 2014, aos 17 anos, Malala, que hoje vive no Reino Unido, venceu o Prêmio Nobel da Paz por causa de sua “luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação” e se tornou a pessoa mais nova a receber a honraria.

 

004

 

Fonte: ANSA


002
11 de outubro de 2017

Em 8 de outubro de 1967, o exército boliviano, com o apoio de agentes da CIA, capturou Ernesto Guevara de la Serna, o Che, num lugar chamado Quebrada del Churo.

 

Ferido numa perna, o guerrilheiro foi levado a uma escola abandonada do vilarejo de La Higuera, onde passou sua última noite. No dia seguinte, foi executado.

 

A imagem de seu cadáver, exibida aos jornalistas e curiosos, deu a volta ao mundo e lhe garantiu um lugar permanente na História, consolidando seu status de mito revolucionário.

 

002

 

Fonte: El Pais


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.