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21 de setembro de 2018

Cientistas criam espermatozóide a partir de célula feminina


A gente aprende na escola que a reprodução é possível a partir da combinação das células reprodutivas de uma fêmea e de um macho. Ao que tudo indica, pelo menos no caso dos seres humanos, essa máxima pode estar com os dias contados.

 

Cientistas britânicos foram capazes de desenvolver espermatozoide em laboratório a partir de células-tronco da medula óssea feminina. Segundo os responsáveis pela descoberta, esse pode ser o fim da necessidade do pai na reprodução (humana, pelo menos).

 

Experimento com células-tronco abre caminho para reprodução sem pai.

 

Cientistas britânicos afirmam ter criado espermatozóides a partir de células-tronco da medula óssea feminina – abrindo caminho para o fim da necessidade do pai na reprodução.

 

A experiência vem sendo desenvolvida por especialistas da Universidade de New Castle que, em abril do ano passado, anunciaram ter conseguido transformar células-tronco da medula óssea de homens adultos em espermatozóides imaturos.

 

Em entrevista à última edição da revista New Scientist, Karim Nayernia, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, disse que agora os cientistas repetiram a experiência com células-tronco da medula óssea de mulheres, podendo “abrir caminho para a criação do espermatozóide feminino”.

 

No trabalho, ainda não publicado, Nayernia disse à New Scientist estar esperando a “permissão ética” da universidade para dar continuidade ao trabalho, que consistiria em submeter os espermatozóides primitivos à meiose, um processo que permitiria a maturação do espermatozóide, tornando-o apto para a fertilização.

 

“Em princípio, eu acredito que isso seja cientificamente possível”, disse Nayernia.

 

O estudo, afirma a revista, poderia possibilitar que um dia, casais de lésbicas poderão ter filhos sem a necessidade de um homem, já que o espermatozóide de uma mulher poderia fertilizar o óvulo da outra.

 

Brasil

 

A New Scientist ainda relata uma experiência que está sendo realizada por cientistas brasileiros no Instituto Butantan, em São Paulo.

 

Segundo a revista, os especialistas estariam desenvolvendo óvulos e espermatozóides a partir de uma cultura de células-tronco embrionárias de ratos machos.

 

A revista cita o trabalho publicado pelos brasileiros na revista especializada Cloning and Stem Cells (Clonagem e células-tronco, em tradução literal), em que os pesquisadores disseram ainda não ter provado que os óvulos masculinos poderão ser fertilizados e procriar.

 

“Estamos agora começando experimentos com céulas-tronco embrionárias humanas e, se bem-sucedidos, o próximo passo será ver se óvulos masculinos poderão ser feitos a partir de outras células”, disse a coordenadora da pesquisa, Irina Kerkis.

 

Essas outras células, que se comportariam de maneira semelhante às embrionárias, poderiam ser encontradas na pele humana, afirma a revista.

 

Isso abriria a possibilidade para que casais gays masculinos também tenham filhos com 100% de seu material genético.

 

Nesse caso, um dos homens doaria células de sua pele, que seriam transformadas em um óvulo a ser fecundado pelo espermatozóide do parceiro.

 

Uma vez fertilizado, o óvulo seria implantado no útero de uma mulher.

 

“Eu acredito que isso seja possível, mas não sei como as pessoas encarariam isso de forma ética”, disse Kerkis.

 

Com informações do O Globo, BBC e Segredos do Mundo.


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5 de setembro de 2018

A ciência perdida no incêndio do Museu Nacional


Além do fóssil mais antigo das Américas, local abrigava registros não digitalizados de línguas nativas que já não existem mais.

 

As cinzas do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, consumido pelas chamas na noite do último domingo, são mais do que restos de fósseis, cerâmicas e espécimes raros. O museu abrigava entre suas mais de 20 milhões de peças os esqueletos com as respostas para perguntas que ainda não haviam sido respondidas —ou sequer feitas— por pesquisadores brasileiros. E pode ter calado para sempre palavras e cantos indígenas ancestrais, de línguas que não existem mais no mundo.

 

Três dias depois do incêndio que queimou o edifício de 200 anos que abrigava a primeira instituição científica do Brasil, ainda não há um balanço preciso do que se perdeu e do que se salvou. Mas o clima entre os professores e alunos é de pessimismo: eles convivem com a possibilidade de que o objeto de seus estudos tenha virado pó.

 

Uma das maiores preocupações é com o material coletado no sítio arqueológico de Lagoa Santa, no Estado de Minas Gerais, considerado de fundamental importância para entender as origens dos povos americanos pré-históricos. O museu abrigava o maior acervo do mundo coletado no Estado: são cerca de 200 indivíduos fossilizados que integram o que os pesquisadores chamam de “o grupo de Luzia”, em referência ao nome dado ao mais antigo esqueleto já encontrado nas Américas, descoberto em 1974, e com idade aproximada de 11.500 anos.

 

Luzia era a joia da coroa do museu. Sua descoberta abriu as portas para uma série de hipóteses sobre a colonização do continente. Estudos feitos com seu crânio na década de 80 pelo professor Walter Neves apontaram para uma possível origem africana dos primeiros nativos das Américas. Os traços de Luzia em pouco lembravam os de indígenas brasileiros da época do descobrimento. A partir daí formulou-se a hipótese de que houve uma primeira corrente migratória para o Brasil com estas características morfológicas africanas, que teria cruzado da Ásia para a América pelo estreito de Bering há 14.000 anos, seguida por outra leva de migrantes com traços asiáticos, como os dos ameríndios, há cerca de 12.000. Seu delicado crânio estava guardado dentro de uma caixa de aço nos arquivos do museu incendiado. Até o momento, não se sabe o que aconteceu com ele.

 

“Existem pequenas coleções do material escavado em Lagoa Santa na Universidade de São Paulo, na Universidade Federal de Minas Gerais e algo em Copenhague, mas não chega à metade do que havia no Museu Nacional”, lamenta Mercedes Okumura, coordenadora do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP, que trabalhou no acervo do museu por quatro anos. Segundo ela, uma série de exames modernos nos esqueletos, que ainda estavam sendo feitas ou aguardavam financiamento, como análise de isótopos e sequenciamento do genoma, poderiam confirmar (ou refutar) a teoria da migração africana para as Américas.

 

Nos corredores e armários do Museu Nacional também estavam guardados fósseis que trazem a hipótese dos ameríndios serem descendentes diretos de povos polinésios. São cerca de 40 esqueletos de índios botocudos, grupo já extinto, datados do período de contato com os portugueses. “Trata-se de um material que não existe em nenhum outro museu do mundo”, afirma Okumura.

 

O incêndio também pode ter colocado um fim em algumas pesquisas envolvendo uma das populações mais peculiares do Brasil: os sambaquianos. Eram indígenas que habitavam a região costeira do país e moravam no topo de pilhas de conchas e ossos de peixes (chamados de sambaquis). Estas estruturas, que podiam atingir muitos metros de altura, também eram local de sepultamento. Era um povo que habitava o litoral do país, então atualmente a maioria dos sambaquis já não existe mais, deu lugar a prédios e a outras construções. O museu abrigava a maioria do material destes povos do país –entre artefatos, esqueletos e pedaços do próprio sambaqui.

 

As vozes que calam

 

O acervo do local também continha gravações de conversas, cantos e rituais de dezenas de sociedades indígenas, muitas feitas durante a década de 1960 em antigos gravadores de rolo e que ainda não haviam sido digitalizadas. Alguns dos registros abordavam línguas já extintas, sem falantes originais ainda vivos. “A esperança é que outras instituições tenham registros destas línguas”, diz a linguista Marilia Facó Soares. A pesquisadora, que trabalha com os índios Tikuna, o maior grupo da Amazônia brasileira, crê ter perdido parte de seu material. “Terei que fazer novas viagens de campo para recompor meus arquivos. Mas obviamente não dá para recuperar a fala de nativos já falecidos, geralmente os mais idosos”, lamenta.

 

Lá também estavam arquivos considerados clássicos para o estudo da cultura indígena. Como os do professor Roquette Pinto, que durante uma expedição em 1912 realizou com um fonógrafo as primeiras gravações de música indígena que se tem conhecimento. Ou o material do etnólogo alemão Curt Nimuendajú, que na primeira metade do século XX percorreu centenas de aldeias de grande parte dos povos nativos do país, e é tido como o pai da etnologia brasileira —o museu abrigava seus negativos originais, cadernos de campo e outros manuscritos de valor inestimável.

 

No campo da biologia, as perdas do museu são inestimáveis, especialmente na área de invertebrados. “Tínhamos uma coleção centenária com alguns milhões de insetos, dentre eles milhares de espécimes-tipo, que são exemplares que ancoram a descrição de toda a espécie e se tornam um padrão, não podendo ser substituídos”, explica Ronaldo Fernandes, professor associado do departamento de vertebrados do museu. “Tudo isso foi perdido. O setor de aracnologia, que estuda aranhas, escorpiões e carrapatos, foi completamente queimado”, afirma. Segundo Fernandes, a coleção de malacologia (estudo de moluscos) foi salva graças a um professor e um funcionário que conseguiram resgatar, com o prédio já em chamas, 80% dos espécimes-tipo do acervo.

 

Alguns pesquisadores assistiram ao vivo pela TV todo seu trabalho ser consumido pelo fogo. “As bibliotecas dos professores foram todas embora. Meus arquivos, cadernos de campo, registros, fitas gravadas ao longo de 40 anos de pesquisas no Brasil, pesquisas ainda em andamento, tudo isso se perdeu”, conta Luiz Fernando Dias Duarte, antropólogo e diretor adjunto do museu. “Tínhamos a melhor biblioteca de antropologia social do país. Tudo virou cinzas”.

 

Nem tudo, entretanto, está perdido. Alguns departamentos do museu, localizados fora do prédio principal do palácio, continuam intactos, como o de invertebrados, com 500.000 espécies, e o de botânica, que possui um herbário com mais de 450.000 exemplares. Também se salvou o meteorito Bendegó, o maior do Brasil e o 16º maior do mundo. Apesar da dimensão das perdas e do clima de desalento, professores e alunos se mostram dispostos a reconstruir de alguma forma o Museu Nacional o mais rapidamente possível. A linguista Marilia Facó, se mostra esperançosa: “Dezenas de pesquisadores do Museu Nacional são arqueólogos. O que restou do local agora é um grande sítio arqueológico, e este pessoal não vê a hora de poder entrar lá para tentar recuperar, do meio das cinzas, os pedaços que ainda restaram”.

 

 

Fonte: El País

Foto: Crianças observam reconstrução do rosto de Luzia no Museu Nacional. AP


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20 de agosto de 2018

Morre primeiro militar em confronto desde o início da intervenção federal no Rio


Outro militar ficou ferido durante operação em três complexos de favela da Zona Norte

 

RIO — Um militar do Exército, identificado como Fabiano Oliveira Santos, morreu baleado durante a megaoperação do Comando Conjunto realizada nesta segunda-feira, na Zona Norte do Rio. Ele, que foi atingido no ombro, é o primeiro agente morto em confronto desde o início da intervenção federal no Rio, há cerca de seis meses. Um outro militar, Marcus Vinicius Viana Ribeiro, acabou ferido na perna, mas sem gravidade. O Comando Militar do Leste (CML) não informou em qual comunidade eles foram atingidos.

 

A operação, que teve início nesta madrugada, com equipes em comunidades da Penha e nos complexos do Alemão e da Maré, ainda estava em andamento por volta das 17h10m.

 

De acordo com o CML, Marcus Vinicius Viana Ribeiro foi levado para o Hospital Central do Exército, em Benfica, na Zona Norte. Um inquérito policial militar será instaurado para apurar as circunstâncias do episódio.

 

Em coletiva no início da tarde desta segunda-feira, o CML informou que, além do militar, cinco pessoas morreram durante a operação na Zona Norte do Rio. No fim da manhã, policiais civis apreenderam um adolescente na Vila Cruzeiro. Em redes sociais, moradores da comunidade falavam em intensos tiroteios. Há relatos, também, de que telefones celulares estariam sendo revistados durante a ação.

 

Os militares chegaram às favelas por volta das 4h. Houve retirada de barreiras das ruas e revista de carros e pedestres para a checagem de antecedentes criminais.

 

Policiais que participam da ação conferem denúncias referentes a tráfico de drogas e podem cumprir mandados judiciais. Ao todo, 4.270 agentes participam da operação.

 

 

Fonte: O Globo
Foto: Operação do Comando Conjunto no Complexo da Maré – Pablo Jacob

Agência O Globo


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13 de agosto de 2018

Google rastreia localização do usuários mesmo quando função está desativada, diz AP


Segundo relatório da agência, informações eram armazenadas automaticamente

 

NOVA YORK – Os serviços de smartphone da Google armazenam dados de localização dos usuários mesmo quando as configurações de privacidade estão ajustadas para desligar estes recursos, de acordo com um novo relatório da Associated Press.

 

Enquanto a companhia pede permissão dos usuários para compartilhar a informação da localização com seus aplicativos, ela não suspende seus serviços de rastreio quando a pessoa pausa o Histórico de Localização, mostra o estudo da AP.

 

O Google Maps, por exemplo, coleta informações quando o usuário simplesmente abre o aplicativo. Já as atualizações diárias automáticas do clima nos celulares Android dão um dado aproximado sobre a localização do usuário. Pesquisadores de ciência da computação confirmaram as descobertas da AP.

 

A mensagem oficial do Google é para promover a autonomia do usuário quando o assunto é decidir qual informação compartilhar: “você pode desligar o Histórico de Localização a qualquer momento. Com o Histórico de Localização desligado, os lugares aos quais você vai não são mais armazenado”, afirma a página de privacidade da empresa.

 

A AP, no entanto, afirma que isso não é verdade. Mesmo pausando o Histórico de Localização, alguns aplicativos do Google armazenam, automaticamente, dados de localização com a data sem a permissão do usuário, descobriu a agência.

 

Em comunicado à agência de notícias, o Google afirmou: “Damos descrições claras dessas ferramentas, e controles robustos para que as pessoas possam ligá-las ou desligá-las, e apagar seus históricos a qualquer momento”.

 

Procurado pela Bloomberg, o Google não respondeu imediatamente.

 

Uma fatia significativa da receita da gigante das buscas vem da venda de anúncios, que é impulsionada por dados gerados por usuários, que fornecem informações úteis para usuários como métricas de tráfego.

 

POR BLOOMBERG NEWS


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4 de julho de 2018

Paralisação de caminhoneiros faz indústria ter pior queda desde 2008


A paralisação de caminhoneiros ocorrida em maio passado teve impacto negativo sobre a produção industrial naquele mês.

 

Segundo divulgou o IBGE nesta quarta-feira (4), a produção da indústria brasileira teve queda de 10,9% em relação a abril, quando havia subido 0,8%.

 

Foi a pior taxa desde dezembro de 2008, quando recuou 11,2%.

 

A mobilização de caminhoneiros começou a partir de 21 de maio e durou 11 dias. O impacto da paralisação foi sentido nacionalmente. Sem caminhões para entregar a produção agrícola nos centros urbanos, o país registrou desabastecimento de combustíveis e alimentos. Alguns produtos chegaram a triplicar de preços no período.

 

Também ocorreram perdas na indústria de proteína animal. Criadores de frangos na Bahia, por exemplo, perderam frangos ainda sem idade para abate devido à falta de ração para as aves. Produtores de leite, por exemplo, não conseguiram escoar a produção pelas estradas do país e tiveram que descartar parte do fabricado naquele mês.

 

Segundo a CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária), 289 litros de leite tiveram que ser descartados em meio à crise. O setor teria deixado de exportar 120 toneladas de aves e suínos no período.

 

A paralisação teve impacto ainda na indústria têxtil, de celulose e automobilística. A Suzano, empresa brasileira de papel e celulose, por exemplo, divulgou perdas de 80 mil toneladas na produção de celulose. Em papel, as perdas teriam atingido 25 mil toneladas.

 

 

Foto: El Pais – El País

Fonte: Correio do Estado


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4 de julho de 2018

COMEÇA A CHANTAGEM DOS BANCOS CONTRA A DEMOCRACIA


Da mesma maneira que em 2002, quando diante da quase certeza da eleição de Lula os bancos causaram uma tempestade na economia brasileira, eles retomam a chantagem contra o país, diante da inviabilidade dos candidatos do golpe e a adesão popular à nova candidatura de Lula. A ameaça parte agora do Bank of America (BofA), o segundo maior dos EUA e, não à toa, o maior gestor de fortunas de milionários do mundo. Para o banco americano, há possibilidade de se concretizar “o pior dos cenários”, a eleição de um candidato progressista, e com isso, ameaça, “o País voltaria para recessão em 2019 e a Selic passaria para dois dígitos”, informa o repórter Rodrigo Tolotti Umpieres do site InfoMoney, um porta-voz não oficial do mercado financeiro. Como em 2002, quando a economia do país estava arruinada pela gestão de FHC, a política econômica do golpe arrastou o país para o buraco.

 

No título do artigo, o tamanho da ameaça: “Dólar pode ir a R$ 5,50 se o ‘pior dos cenários’ se concretizar, aponta Bank of America”. O banco comprou em 2004 o grupo do BankBoston. Henrique Meirelles fez uma carreira de 28 anos no BankBoston, entre 1974 e 2002 e presidiu a subsidiária brasileira da instituição por 12 anos. Com a aquisição de 2004, a situação hoje beira o escândalo: o banco que abre a temporada de chantagens do sistema financeiro contra a democracia no país é quem paga a aposentadoria dourada do ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do MDB: mais de $ 250 mil reais por mês.

 

Em números, o BofA projeta, no cenário de vitória de Lula ou de outro candidato progressista um crescimento da economia de 0,8% este ano, sendo que para 2019 o País voltaria para uma recessão, com o PIB (Produto Interno Bruto) caindo 1%. Enquanto isso, a Selic iria voltar para o nível dos dois dígitos e a inflação chegaria a 7%, levando assim o dólar para o temido R$ 5,50.

 

“O ruído político associado ao ciclo eleitoral deve se intensificar nos próximos meses, adicionando riscos ao processo de retomada econômica”, afirmam os analistas do banco no relatório.

 

 

Leia a íntegra aqui.

Com informações do Brasil247


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4 de julho de 2018

EM MAIS UMA ENTREGA, TEMER AVALIZA COMPRA DA EMBRAER PELA BOEING


Em mais um capítulo da entrega do patrimônio nacional às empresas estrangeiras, iniciada com o desmonte da Petrobras e a venda do pré-sal às petroleiras internacionais, o governo Michel Temer deu o sinal verde para que a linha regional da fabricante de aeronaves Embraer – da qual a brasileira é líder mundial – seja incorporada pela norte-americana Boeing; Boeing terá 80% do controle acionário da nova empresa.

 

A formalização do acordo deverá acontecer nos próximos dias e prevê a criação de uma terceira empresa, que absorverá a fabricante nacional. O controle acionário de 80% desta empresa será da Boeing. Apesar disto, o negócio terá que ser informado oficialmente ao governo e submetido a auditorias.

 

Em seguida, o Conselho de Administração da companhia terá que ser consultado, sendo que o governo tem direito a veto. O processo todo poderá levar até cinco meses até sua conclusão, segundo matéria publicada pelo portal UOL.

 

Com informações do Brasil247


fora temer
27 de junho de 2018

Pence cobra Temer enquanto Brasil propõe pagar volta de crianças detidas nos EUA


Em Brasília, vice de Trump pediu maior empenho do Brasil contra o regime Maduro, na Venezuela. Chanceler brasileiro descarta sanções unilaterais.

 

 

O mais importante encontro diplomático da era Michel Temer – a visita do vice-presidente dos EUA, Mike Pence, a Brasília nesta terça-feira – teve gosto agridoce. O número 2 de Trump aplicou um discurso duro a respeito de migração no momento em que as políticas da Casa Branca afetam dezenas de crianças brasileiras e ainda cobrou do Brasil mais pressão sobre o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Do presidente Michel Temer o vice-presidente norte-americano ouviu que o governo brasileiro está disposto a bancar a viagem das crianças brasileiras que migraram ilegalmente para os Estados Unidos com seus pais e acabaram detidas pelas autoridades americanas e que esta é “uma questão extremamente sensível para a sociedade e o Governo brasileiro”. “Nosso Governo está pronto a colocar o transporte dos menores brasileiros de volta ao Brasil se esse, naturalmente, for o desejo das famílias”, afirmou o presidente brasileiro após duas reuniões com Pence.

 

Desde que a política migratória se tornou mais radical, cerca de 50 brasileiros menores de 18 anos de idade foram apreendidos juntamente com seus pais e acabaram levados a abrigos nos quais não tinham nenhum contato com seus familiares. O presidente Donald Trump emitiu um decreto no qual proibiu a separação das crianças de seus parentes, mas o processo para uni-los novamente ainda é lento e incerto. No caso dos jovens brasileiros, ao menos três estão seguindo para lares de familiares que vivem legalmente nos Estados Unidos. Todos os que foram apreendidos só retornarão ao Brasil se suas famílias concordarem que eles sejam enviados para cá e se a Justiça americana assim o decidir.

 

Segundo o ministro Aloysio Nunes Ferreira, das Relações Exteriores, Pence analisou de maneira positiva a proposta feita por Temer. “Ele se mostrou disposto a ajudar, a apressar a unificação das famílias que foram separadas em razão dessas medidas”, afirmou.

 

Na visita a Temer, Pence se queixou da onda migratória e disse que nos últimos meses cerca de 150.000 cidadãos da América Central, principalmente, migraram para os Estados Unidos. Em seu discurso ao fim do encontro, o vice-presidente chegou a fazer um apelo a quem tem intenção de migrar. “Vocês são nossos vizinhos. Queremos que vocês e suas nações prosperem e floresçam em toda América Central. Não arrisquem suas vidas ou as vidas de seus filhos tentando entrar nos Estados Unidos via contrabandistas e traficantes de pessoas. Se não tem condições de entrarem legalmente, não venham”. Segundo o vice-presidente, os Estados Unidos receberam 1,1 milhão de migrantes de maneira legal no último ano.

 

 

Cobrança sobre a Venezuela

Em tom de cobrança, Pence ainda pediu que o Governo brasileiro seja mais duro nas sanções contra a Venezuela. Os dois países concordam que o país governado por Nicolás Maduro deixou de ser democrático e, por conta das crises econômica e humanitária, tem enfrentado um fluxo migratório jamais visto no continente. Entre dois milhões e três milhões de venezuelanos já deixaram o país. “Enquanto Maduro negar a democracia e os direitos básicos ao seu povo a Venezuela continuará se desmontando e os venezuelanos continuarão sofrendo. Ele destruiu a democracia da nação e construiu uma ditadura brutal”, disse Pence.

Apesar do pedido feito pelo vice-presidente, a tendência é que o Brasil não tome nenhuma atitude direta com relação à gestão Maduro. “O Brasil não aceita sanções unilaterais. Para nós, o tema da Venezuela está colocado onde ele deveria estar, na OEA”, disse Nunes Ferreira em alusão à Organização dos Estados Americanos. No início do mês a entidade que reúne os países do continente puniu a Venezuela e considerou ilegítima a reeleição de Maduro.

 

Céus abertos

No encontro oficial, o primeiro entre Temer e algum representante da cúpula do Governo dos EUA, o presidente assinou um decreto que promulgou o acordo de “céus abertos”. Na prática, fica extinto o limite de voos entre os Estados Unidos e o Brasil. O termo havia sido assinado em 2011, mas ainda dependia da aprovação do Congresso Nacional, o que só aconteceu neste ano. Os dois países e comprometeram a autorizar voos charter (operados por uma companhia aérea que transporta carga ou passageiro de outra empresa que fica fora da sua operação regular) sem limite para o número de operações.

Depois de visitar Brasília, Mike Pence segue nesta quarta-feira para Manaus, onde conhecerá um abrigo de acolhimento de migrantes venezuelanos e, na sequência vai para o Equador e para a Guatemala.

 

Fonte: El País


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27 de junho de 2018

5ª Festa Oficial Pré Parada LGBT de Rio Claro/SP – 30/06/2018


A 5ª Festa Pré Parada do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP está em TrAnCe toOOotaaaal com o universooooo!!

 

O Trance é um dos estilos musicais que revive o conceito original da música onde os ritmos são usados para alterar estados de consciência e trazer a espiritualidade e dissociação.

 

A diferença destes estilos musicais como o Trance, é que o foco geralmente não está sobre o conteúdo das letras das canções mas no som como um todo.

 

Veeem curtir um SOooOooom e conhecer as atividades e ações que o Movimento LGBT está desenvolvendo na cidade!!!  ;)

 

Fique Atent@ e Confere só as News  ;)

Dia 30/06/2018, último Sabadão do mês para curtir os amigos e conhecer as atividades/ações que estamos realizando para a NOSSA GRANDE E PRIMEIRA SEMANA E PARADA LGBT DE RIO CLARO/SP

 

A partir das 20:00 hrs esperamos você e a sua turma, vem que vem, utilizaremos a cor de nossa bandeira: VERDE. 

 

Endereço: Rua 2, entre avs 5 e 7 n°813
em frente ao Posto Confiante
Taberna de Asgard – Bairro:Centro – Rio Claro/SP

 

Escolhemos a cor Verde pois ela significa esperança, liberdade, saúde e vitalidade. O verde simboliza a natureza, o dinheiro e a juventude. É cor da natureza viva. Está associada ao crescimento, à renovação e à plenitude. EEEEeeeh VEemmEeveeEeEm de Verdeee na Tabernaaaa meuuu AAAaAaaaAAhhh moouuUur o/\o

 

Apresentadora: Brennah Satiez 

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Apresentador: Bruno Santoro 

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IMPERDÍVEL – :P :) :3 Atrações e Atividades :)

Humorista Titia Marieta Escoxaveta – 22:00 Hrs – Rio Claro/SP

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DJ Angelo Grego – 00:00 Hrs – Rio Claro/SP

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DJ Lucius – 01:00 Hrs – Araras/SP

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DJ FraNn – 02:00 – Rio Claro/SP

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Portaria/ Arrecadação: R$ 5,00

Link do Evento: https://www.facebook.com/events/219449265503544/

*** Importante – Não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos.

 

Agradecemos novamente a todos que estão somando forças conosco nessa PRIMEIRINHA PARADA.

 

Durante todo o ano de 2018, nós do Movimento LGBT+ de Rio Claro/SP, junto com nossa comissão organizadora e nossos patrocinadores, iremos realizar uma festa por mês até a data de nossa Primeira Semana e Parada Oficial para arrecadarmos fundos para o Evento.

 

Nossa Semana e Parada Oficial ocorrerá do
dia 15/10 ao dia 21/10/2018.

O Tema será: Chega de Opressões! É hora de dar close !

Primeira Semana e Parada LGBT De Rio Claro/SP
Link do Evento Oficial:
https://www.facebook.com/events/1987158644887736/

Primeira Parada LGBT De Rio Claro/SP
Link do Evento Oficial: https://www.facebook.com/events/380795379007949/

 

Vai ter muito Glitter simmmm e muito amor!!!

 

CAMPANHA 2018 CONTRA A LGBTFOBIA ;)

CHEGA DE OPRESSÕES! É HORA DE DAR CLOSE

Você quer apoiar as pessoas que sofrem com a LGBTFOBIA e mostrar para todo mundo que BASTA DE TANTA INTOLERÂNCIA E FALTA DE RESPEITO?! QUE CHEGA DE OPRESSÕES?! POR MAIS AMOR?!

Então Junte-se a nós!!!

 

PRIMEIRA PARADA LGBT+ DE RIO CLARO/SP
21 DE OUTUBRO DE 2018

Domingo – HRS: 13:00
Concentração no Jardim Público – Praça Central de Rio Claro/SP – Avenida 1 com a Rua 3, N°945 – Centro, Rio Claro – SP

COMPARTILHA!!!

 

Acesse o Website

www.movimentolgbt.com.br

 

Não aceitamos tanta intolerância e continuamos lutando
Contra a LGBTFOBIA – Junte-se a nós!
Por mais Educação e Informação para todos!
Acreditamos que o mundo está precisando!
Amor as coisas, a si mesmo e principalmente ao próximo!


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1 de junho de 2018

7 APPS PARA EXERCITAR A MENTE


Tão benéfico quanto malhar os músculos do corpo é exercitar um órgão muito importante: o cérebro.

 

Você pode até estar preocupado em ir à academia para malhar os músculos do corpo, mas tão benéfico quanto erguer um peso é exercitar um órgão muito importante: o cérebro. Com exercícios que estimulam neurônios, é possível melhorar habilidades como memória, concentração e raciocínio. A ginástica cerebral tem como proposta a prática e estímulo do cérebro de maneira integrada e harmoniosa, oferecendo experiências fora da rotina, variadas e com grau de desafio crescente. Para ajudar na tarefa, existe uma série de aplicativos que prometem exercitar o cérebro. Veja uma seleção deles a seguir:

 

Breathe, Think, Do with Sesame

Respire, pense, com Sesame. Este é um aplicativo de recursos para que você possa usar com seu filho e ajudá-lo a aprender habilidades como resolução de problemas, autocontrole, planejamento e persistência nas tarefas. Disponível nos idiomas inglês e espanhol, o app é baseado em pesquisa e ensina a criança a respirar fundo e pensar. É a estratégia da Sesame para resolução de problemas. É possível ajudar o amigo monstro respirar fundo, pensar em planos, e testá-los! Disponível para IOS e Android.

 

Fit Brains Trainer

Desenvolvido por Paul Nussbaum, professor adjunto de Cirurgia Neurológica na Universidade de Pittsburgh (EUA), o Fit Brains Trainer é definido como um programa de aptidão cerebral. A proposta do aplicativo é estimular concentração, memória, velocidade de raciocínio e a lógica, com 360 sessões de treinamento. Disponível para IOSWindows Phone e Android.

 

Elevate

Melhore suas habilidades matemáticas com o Elevate. Além do desenvolvimento da memória, velocidade de processamento e concentração ele ajuda também estudo do inglês, já que está disponível apenas neste idioma. O Elevate ainda se destaca pela possibilidade de escolher a área do conhecimento que se quer desenvolver. Disponível para Android.

 

Focus Keeper: Work & Study Timer

Focus Keeper ajuda você a manter sua produtividade alta evitando o desgaste usando o temporizador. Trabalhe com o tempo. Não contra! O app tem interface simples, bonita e intuitiva. Nele, é possível personalizar sessões de foco, metas, cores e sons, além de acompanhar sua produtividade com gráficos perspicazes. Disponível para IOS e Android.

 

Fitbrains

O app oferece um ‘programa de treinamento para o cérebro’, que reúne uma série de exercícios – baseados em princípios da psicologia cognitiva e da neurociência – para melhora de raciocínio lógico, memória e linguagem. Disponível em versões para celulares Android e com sistema iOS, o app é em inglês.

 

Peak

Peak permite que o usuário escolha desde o começo qual habilidade deseja treinar, entre as possibilidades: memória, foco, solução de problemas, agilidade mental e linguagem. Mais de 20 jogos estão disponíveis para melhorar o potencial cerebral. O destaque do aplicativo é a análise detalhada do desempenho do jogador, com comparativos, mapas cerebrais e visualizações de dados e gráficos por categoria.

Disponível para IOS e Android.

 

Inclass

Entre outras funcionalidades, o aplicativo organiza a grade do semestre e armazena todas as notas dos estudantes que estão com dificuldade para se organizar no dia a dia acadêmico. Assim, fica muito mais fácil manter os estudos em dia. Também em inglês, o app está disponível gratuitamente para celulares com sistema iOS.

 

Fonte: Dialogando