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Leiam, divulguem e compartilhem

A DESTRUIÇÃO DE UM MUSEU – 20 JUNHO 2010

(Relembrando a Destruição de um Museu)

Jenyberto Pizzotti

“e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32)

 

Conforme amplamente divulgado pela imprensa local, regional e nacional o prédio onde estava instalado o Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, patrimônio nacional e sob responsabilidade da administração municipal de Rio Claro, foi totalmente destruído em 20 de junho de 2010 por um incêndio de grandes proporções.

Inicialmente, vou demonstrar minha ligação com a história do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, e do papel determinante que tive em sua criação e implantação, e com base nessa exposição, acredito ter conhecimento e autoridade moral para expor o que segue:

Em 17 de outubro e 02 novembro de 1969, portanto há 47 anos, através de dois artigos que escrevi: “O Museu Histórico e suas Atividades Culturais” e “Sociedade Amigos do Museu”, ambos publicados no jornal “Cidade de Rio Claro”, alertei as autoridades da cidade e a população em geral, para a necessidade de ativação do Museu Histórico, que na ocasião já se encontrava tombado, mas inativo, e para a necessidade de apoio a então diretora do museu, Professora Dra. Jeanne Berrance de Castro, da UNESP.

Nesses meus artigos, também sugeri a criação da “Sociedade Amigos do Museu”, o que acabou ocorrendo e também a criação da primeira Diretoria Executiva do Museu, formada por historiadores e pessoas ilustres da cidade. Foi também criado o Conselho Consultivo do Museu, do qual participei e que era assim formado: Profa. Dra. Jeanne Berrance de Castro (presidente), Dr. Fernando Altenfelder (vice), Jenyberto Pizzotti (primeiro secretário) e Dr. Augusto Hofling (segundo secretário). O Museu Histórico, depois dessas iniciativas tomou impulso e iniciou diversas atividades culturais, mas ainda faltava algo para que funcionasse plenamente;

Em 06 abril de 1971, há 45 anos, através do artigo “Um Museu Agoniza”, publicado pelo jornal “Cidade de Rio Claro” no formato de uma reportagem realizada com o proprietário do Museu Mineralógico e Arqueológico “Albertina Pensado Dias”, Sr. Argemiro Martins Dias, apresentei uma denúncia e um alerta sobre a situação em que se encontrava esse outro museu rioclarense por falta de apoio das autoridades da cidade. O museu, que funcionava na Rua 8 esquina com a Avenida 12, além de Mineralógico e Arqueológico, era também Geológico, Botânico, Zoológico, Oceanológico, Indígena e Histórico e declarado de Utilidade Pública, estava para ser vendido para outro Estado da Federação por descaso total das autoridades rioclarenses.

Nesse artigo que escrevi em 1971, além da denúncia e alerta à população, apresentei a sugestão de que o Museu “Albertina Pensado Dias” fosse transferido para o prédio do Museu “Amador Bueno da Veiga” na Avenida 2. As autoridades municipais (o prefeito era o Dr. Álvaro Perin) então sensibilizadas, atenderam meu apelo e minha sugestão e o museu do Sr. Argemiro foi salvo e transferido para o Museu da Avenida 2. O Museu do Sr. Argemiro foi muito bem instalado em amplas salas, sendo a primeira grande contribuição e o fator determinante para que o Museu “Amador Bueno da Veiga” realmente passasse a funcionar, dando vida ao local, recebendo inúmeros visitantes, sobretudo estudantes.

Dessa forma, após demonstrar minha ligação com a história do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, vou expor o que segue:

Em 2010, conforme amplamente divulgado pela imprensa de Rio Claro em relação ao incêndio e destruição do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga, houve negligência e irresponsabilidade por parte da Administração Municipal, e ineficiência por parte dos serviços que operaram no local dos fatos.

Conforme publicação do Jornal “Diário do Rio Claro” em sua edição do dia 24 de julho de 2010, página 3, a atual administração municipal tinha conhecimento desde julho de 2009, portanto, um (1) ano antes do incêndio, do risco eminente de destruição do prédio e nada fez para que isso fosse evitado. O “Diário”, através de uma reportagem, alertou na ocasião a administração municipal, que foi omissa e nada fez.

Conforme amplamente divulgado pela imprensa, o fator determinante para as falhas verificadas na contenção das chamas, foi a falta de hidrantes próximos ao prédio do museu, enquanto aproximadamente 70 hidrantes estavam estocados no Departamento Autônomo de Água e Esgoto (DAAE).

Ainda segundo a imprensa, o prédio do museu (assim como outros prédios municipais) não dispunha, de vistoria do Corpo de Bombeiros por negligência da Secretaria de Planejamento Desenvolvimento e Meio Ambiente – SEPLADEMA, da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural e da Secretaria de Cultura do município.

Evidenciando assim, a insensibilidade, negligência e irresponsabilidade do  prefeito de Rio Claro e das pessoas sob seu comando em relação ao risco de destruição IRREVERSÍVEL do Patrimônio Público e da destruição real do prédio do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, no dia 02 de julho de 2010 entrei com uma representação junto a Promotoria Pública de Rio Claro, representada pelo Exmo. Sr. Dr. Antonio Nilton Victório, 3º Promotor responsável pela Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Público e Social.

Nessa representação encaminhada ao MP em 02 de julho de 2010 eu ACUSEI e DENUNCIEI:

  1. a) o prefeito e vice-prefeito por NEGLIGÊNCIA com a preservação do patrimônio histórico e cultural de Rio Claro e, em especial, com o Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, negligência essa que foi fatal para o citado museu, assim como denunciei por IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA por causarem, por NEGLIGÊNCIA, prejuízos ao erário público;
  2. b) o Superintendente do Departamento de Água e Esgoto de Rio Claro (DAAE) por IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA e NEGLIGÊNCIA com a preservação do patrimônio histórico e cultural de Rio Claro, optando, de forma deliberada e consciente, por manter “em estoque” hidrantes novos e operacionais, ao invés de instalá-los próximos aos prédios municipais, o que poderia facilitar o trabalho do Corpo de Bombeiros de Rio Claro;
  3. c) o Secretário de Planejamento Desenvolvimento e Meio Ambiente – SEPLADEMA por NEGLIGÊNCIA na preservação do patrimônio público, por não ter solicitado ao Corpo de Bombeiros, em nenhum momento de sua gestão, a tão necessária vistoria no prédio do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, o que poderia ter evitado a tragédia;
  4. d) o Secretário de Cultura, e a Diretora do Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria de Cultura de Rio Claro por NEGLIGÊNCIA na preservação do patrimônio histórico e cultural de Rio Claro e, em especial, com o Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”, negligência essa que foi fatal para o prédio do citado museu, patrimônio público nacional.

Nessa representação ao Ministério Público, e no interesse e defesa do patrimônio histórico-cultural de Rio Claro, no interesse do BEM COMUM, e como cidadão desta cidade, também solicitei ao senhor Promotor Público:

  1. a) Determinar a Administração Municipal a manter o prédio citado (Avenida 2 com Rua 7), assim como os acervos do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga” e do Museu Mineralógico e Arqueológico “Albertina Pensado Dias”, acervos atualmente depositados em local precário (prédio à Rua 1 entre Avenidas 2 e 4), sob vigilância patrimonial armada durante as 24 horas do dia, utilizando-se de sua segurança institucional (Guarda Civil Municipal) ou servindo-se de serviço terceirizado, a ser contratado sob regime de urgência;
  2. b) Determinar a Administração Municipal a inspeção do Corpo de Bombeiros nos imóveis que detenham patrimônio histórico-cultural, inclusive com parecer sobre as instalações elétricas;
  3. c) Determinar a Administração Municipal a inspeção na estrutura por entidades capacitadas, como o CREA e outros;
  4. d) Determinar a Administração Municipal a abertura de Inquérito Administrativo para a apuração dos fatos e da possível NEGLIGÊNCIA e IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA dos envolvidos;
  5. e) Apurar, e se necessário for, condenar civil e criminalmente, os envolvidos acima citados;

E fechei na ocasião minha representação com a frase “Tendo absoluta certeza da gravidade do caso, acredito que a Promotoria Pública de Rio Claro irá encontrar, dentro da Lei, do bom senso e da racionalidade, o que for melhor para a população desta cidade, e que irá realmente realizar a promoção da Justiça e da proteção e defesa dos interesses coletivos, finalidade única de sua existência”.

O tempo passou. Foram 7 anos. Ninguém foi punido. O Poder da Justiça e do Ministério Público não prevaleceu. O Patrimônio Público não foi ressarcido dos prejuízos causados pela total negligência de quem administrava a cidade de Rio Claro na ocasião.

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

 

 

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Patrimônio Histórico e Cultural ABANDONADO

SÍTIO ARQUEOLOGICO DE RIO CLARO TRANSFORMADO EM LIXÃO E WC

 

Patrimônio Histórico, Cultural e Turístico, no caso o Sítio Arqueológico da “Gruta do Leão” do Jardim Público, que já chegou a receber a visita de pesquisadores, professores e estudantes do Ensino Fundamental, sítio arqueológico esse, que hoje encontra-se lacrado e abandonado, é utilizado nessa nova Administração por indigentes e viciados em álcool e drogas como “lixão”, local para uso de drogas, e para fazerem suas necessidades fisiológicas, e isso tudo com a total omissão, desinteresse, descaso, desumanidade, e irresponsabilidade de secretários de Cultura e Turismo, diretor de Patrimônio Público, e vereadores, que simplesmente não cumprem sua missão, missão essa para a qual foram eleitos, contratados e remunerados com o dinheiro dos cidadãos e cidadãs de Rio Claro.

 

Em Rio Claro existe Secretaria de Cultura? Secretaria de Turismo? Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural? Existem vereadores?

 

Esse é um grave problema que existiu e permaneceu durante toda a administração passada (Dú/Olga), e continua existindo nessa atual Administração, que para alguns problemas prefere simplesmente adotar uma postura de ignorar alertas e críticas.

 

De qualquer forma, cumprindo nosso papel na defesa do Bem Comum e na defesa intransigente e determinada na Defesa do Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico do povo rioclarense, fica aqui registrado mais uma vez essa triste realidade, na esperança de que a atual Administração tome as devidas providências para resolver definitivamente mais esse problema.

 

Jenyberto Pizzotti para a Rio Claro Online

jenyberto@yahoo.com.br

www.rioclaroonline.com.br

 

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Patrimônio Histórico e Cultural ABANDONADO

CORETO PÚBLICO TRANSFORMADO EM ALBERGUE E PONTO DE USO DE ÁLCOOL E DROGAS

 

Em Rio Claro existe Secretaria de Cultura? Secretaria de Turismo? Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural? Existe Assistência Social ou Fundo de Solidariedade? Existem vereadores?

 

Trata-se do uso indevido de Patrimônio Histórico, Cultural e Turístico, no caso o Coreto Municipal do Jardim Público, por indigentes carentes e alguns viciados em álcool e drogas, que permanecem e ocupam o local com a total omissão, desinteresse, descaso, desumanidade, e irresponsabilidade de secretários de Cultura e Turismo, diretor de Patrimônio Público, diretoria de Assistência Social Municipal, e vereadores, que simplesmente não cumprem sua missão, missão essa para a qual foram eleitos, contratados e remunerados com o dinheiro dos cidadãos e cidadãs de Rio Claro.

 

Esse é um grave problema que existiu e permaneceu durante toda a administração passada (Dú/Olga), e continua existindo nessa atual Administração, que para alguns problemas prefere simplesmente adotar uma postura de ignorar alertas e críticas.

 

De qualquer forma, cumprindo nosso papel na defesa do Bem Comum e na defesa intransigente e determinada na Defesa do Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico do povo rioclarense, fica aqui registrado mais uma vez essa triste realidade, na esperança de que a atual Administração tome as devidas providências para resolver definitivamente mais esse problema.

 

Jenyberto Pizzotti para a Rio Claro Online

jenyberto@yahoo.com.br

www.rioclaroonline.com.br

 

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A imprensa quando é livre e independente, e cumpre seu papel de bem informar, as vezes apresenta alertas, denúncias e críticas, mas também informa a população sobre ações de pessoas que lutam pelo Bem Comum e pelo povo de uma cidade ou país.

 

E esse é o caso que queremos deixar aqui registrado para enaltecer a postura séria, respeitosa, responsável, eficiente, e sobretudo, de demonstração de amor a Rio Claro e ao seu povo, do Vice Prefeito, e Secretário da Segurança Pública, Defesa Civil e Mobilidade Urbana, comandante Marco Antonio Bellagamba, no episódio do alerta que demos a população e as autoridades referente ao prédio da Avenida 2, esquina com Rua 2, que apresenta perigo e risco as pessoas e aos veículos que ali transitam.

 

Em poucas horas o comandante Bellagamba se posicionou, e em poucos dias acionou sua equipe da Defesa Civil e outros Departamentos, e  deu início em ações para resolver o problema, provavelmente evitando uma tragédia que poderia acontecer.

 

Se antes o senhor vice prefeito, a quem ainda não tive a honra de conhecer pessoalmente, tinha o meu respeito, agora tem também minha admiração.

 

Esse é um pequeno exemplo de como administrar bem uma cidade. Com resposta e presença imediata aos clamores da população, até mesmo dos críticos, conhecendo os problemas e, dentro do possível, os solucionando. Jamais se omitindo ou se escondendo de forma prepotente e arrogante dentro de torres de marfim ou fazendo como um avestruz autista, enfiando a cabeça num buraco escuro (ou num mundinho particular povoado por puxa-sacos), e acreditando que não existe nada de sério lá fora.

 

Fica aqui a pequena história desse episódio e o exemplo do comandante Bellagamba, exemplo esse, que deve ser imitado por toda a Administração de Rio Claro.

 

Fica aqui registrado nosso respeito e admiração, não só nosso, mas de toda Rio Claro ao Bellagamba. Parabéns comandante.

(Jenyberto Pizzotti para Rio Claro Online)

 

 

PARTE I – Nosso Alerta pelo Facebook ( 08/04/2017)

 

ALERTA RIO CLARO – TRAGÉDIA ANUNCIADA

 

As paredes agora sem nenhuma estrutura interna e superior podem cair e ferir e matar rioclarenses e danificar veículos. Prédio na Avenida 2 esquina com Rua 2.

 

O prédio foi sucateado e destruído, agora deixaram as paredes com mais de 5 metros de altura para desabar em cima de transeuntes, homens, mulheres e crianças, e NINGUÉM que represente qualquer uma das Secretarias da Administração, assim como NENHUM VEREADOR está cuidando do caso.

 

ISSO É UM ALERTA SOBRE UMA TRAGÉDIA QUE PODE ACONTECER A QUALQUER MOMENTO – CUIDADO !!!

 

Em frente (na outra calçada) existia uma casa com azulejos portugueses (patrimônio histórico e cultural de Rio Claro) que foi demolida e virou uma loja de produtos populares…
É Rio Claro “progredindo” com o “apoio” da mediocridade das administrações das Secretarias anteriores e parece que da atual também, que sempre estiveram e estão “cagando mole” para a Cultura e o Turismo em Rio Claro, e Patrimônio e Bem Público coisa que nem sabem o que é ou do que se trata… e as outras Secretarias que cuidam disso ? E os “nobres” vereadores ?

 

POR FAVOR SENHOR PREFEITO, RESOLVA ISSO URGENTE

ANTES QUE OCORRA UMA TRAGÉDIA… Je

 

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PARTE II – Comentário e Alerta de Fabíola da Silva Cunha ( 08/04/2017)

 

Fabíola Da Silva Cunha – Boa noite. Já fiz denúncia para a ouvidoria, cerca de 2 meses atrás. Todo o madeiramento removido do telhado está dentro do próprio terreno (não é possível ver da rua) apodrecendo ao ar livre desde novembro de 2016. Sugiro que denunciem formalmente também, quem sabe a imobiliária Hofling, cujas faixas estão no local, aciona o proprietário do local para remover a madeira podre de lá e também fornece informações sobre como foi feito o escoramento das paredes para que não desabem sobre os transeuntes – se é que foi feito (na foto abaixo, explico: foi tirada quando estavam removendo o telhado em outubro/novembro passado, hoje toda essa madeira está jogada dentro do próprio prédio, ao relento). O prédio atualmente está só a casca. O que se vê da rua, da calçada, é o que resta dele, realmente: só as paredes bem altas e nada mais. A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre

 

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PARTE III – Comentário e Apelo ao Prefeito Juninho (09/04/2017)

 

Jenyberto Pizzotti – Acredito que valeu ter postado esse alerta ! Nada menos do que 11.564 pessoal alcançadas e alertadas !

 

Tenho certeza que o prefeito João Teixeira Jr vai ver esse caso com carinho e resolver essa parada. Os proprietários do imóvel acredito que também agora resolvem isso, e só não pode deixar assim. Perigoso demais ! Je

 

 

PARTE IV – O Vice Prefeito Bellagamba se manifesta pelo Facebook ( 09/04/2017)

 

Marco Antonio Bellagamba – Obrigado pelo alerta. Estarei encaminhando equipe da Defesa Civil para avaliar o local e iniciar providências nos demais órgãos responsáveis.

 

 

PARTE V – Agradecemos ao Vice Prefeito ( 10/04/2017)

 

PARABÉNS comandante Marco Antonio Bellagamba !!! É desse tipo de reação e de homens com esse tipo de caráter que Rio Claro precisa ! Seriedade, humildade, honestidade, profissionalismo, mas sobretudo…amor a Rio Claro e aos rioclarenses ! Muito bom parabéns e conte com nosso apoio comandante. Manda bala ! Je

 

PARTE VI – O Vice Prefeito Bellagamba se manifesta pelo Facebook ( 10/04/2017)

 

Marco Antonio Bellagamba – Conforme disse em mensagem acima, na data de hoje o Diretor de Defesa Civil compareceu ao local e, após vistoria, elaborou ofício solicitando inspeção de engenheiro da secretaria de obras. Até a decisão do setor técnico, a Defesa Civil sinalizará a área. Acompanharemos o caso com atenção e cobrando dos setores co responsáveis.

 

PARTE VII – O RESULTADO NAS FOTOS (13/04/2017)

 

Em 11 de abril (três dias após o alerta) o prédio e a área já estava toda vistoriada, cercada e as paredes já em fase de demolição para evitar um possível desmoronamento.

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Vice-prefeito Coronel Marco Antonio Bellagamba, Secretário da Segurança Pública, Defesa Civil e Mobilidade Urbana

 

contato@rioclaroonline.com.br

 


a cultura no lixo

ESCLARECIMENTO – CASO CULTURA

Prezado Ivan Bonifácio,

Presidente do Conselho de Cultura

 

Nas últimas horas, após a divulgação da matéria da Rio Claro Online referente a Secretaria de Cultura e ao ofício que encaminhei ao DD Promotor Público, Dr. Gilberto Porto Camargo e ao Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Dr. Percival Camargo,  sobre os absurdos e atos ilegais que estão sendo cometidos na Secretaria citada, você está tentando, através de diálogos no grupo do CONCULT, me desmerecer, desmerecer o material por mim encaminhado e divulgado, desmerecer a Leila que realizou a entrevista com a funcionária injustamente exonerada, e desmerecer a Rio Claro Online que divulgou a matéria jornalística, e o pior do pior, está querendo agora “tirar o cú da seringa” e aparecer de “bonzinho” e de “vítima” para a atual Secretária de Cultura e sei lá mais quem atrás dela.

 

Na verdade foi você Ivan quem entrou em contato com a Leila e pediu que ela divulgasse uma nota atacando e denunciando a Secretária de Cultura conforme prints gravados e que demonstra o que estou afirmando. Desconheço suas razões, as razões pelas quais você queria atacar a Secretária de Cultura, e você quis fazer isso através da Leila e através da Rio Claro Online.

 

Não sabia você que estava lidando com pessoas íntegras e que amam e defendem Rio Claro, e sobretudo, lidando com profissionais.

 

Realmente, sua informação foi válida, tanto foi válida, que foi a partir dela que num trabalho de jornalismo investigativo brilhante realizado pela Leila e pela Rio Claro Online se chegou a funcionária exonerada, e a partir dela foram obtidas informações estarrecedoras sobre a Secretaria de Cultura.

 

Então, não queira agora “sair por cima” ou mesmo “pela tangente” junto aos demais membros do Conselho. Como Presidente do CONCULT assuma teu papel e assuma o que fez e, na minha opinião, o que você fez serviu para que pudéssemos começar a mostrar a podridão que se transformou a Secretaria de Cultura e, quem sabe, talvez toda essa nova Administração Municipal.

 

Outras coisas que quero esclarecer, pois li o que foi comentado no grupo a meu respeito:

1 – Sim, sou Integralista. E sou Integralista desde 1977 quando ainda você andava de quatro e babava, se é que já tinha nascido. E sou Integralista com o maior orgulho. E sim, sou um dos principais líderes Integralistas como foi dito. E tenho o mais absoluto orgulho de ser Integralista. E o Integralismo jamais foi Nazismo ou Fascismo como você e outros aprenderam de forma errada. Foi o maior movimento nacionalista e de massas que esse país já viu. E em nossas fileiras contávamos e contamos com irmãos negros com o maior orgulho e com suas culturas e crenças afro. Contávamos e contamos com a nata da intelectualidade brasileira entre eles Dom Helder Câmara, Miguel Reale (o maior jurista do Brasil) e muitos homens e mulheres ilustres que esse país jamais viu. Lutamos contra o Nazismo na Europa com muitos soldados que lá morreram e eram Integralistas. E os comandantes dos navios afundados pelo Eixo eram Integralistas, assim como 80% do Exército e da Marinha Brasileira. Eu escreveria um livro para você saber o que foi o Integralismo, então não fale por preconceito sobre o que vocês são ignorantes. Em relação a mim, sempre lutei contra ditaduras, nunca apoiei ou idolatrei o ditador Fidel Castro ou o assassino sanguinário e ditador Nicolás Maduro que desgraçou o povo venezuelano com o apoio de Lula/Dilma e a esquerda brasileira.

 

2 – Em relação a eu ter me candidatado nas últimas eleições e ter conseguido apenas 24 votos (e não 27 como alguém falou ai), realmente descobri que sou muito ruim de política partidária, tanto é que me desfiliei, e tenho absoluto orgulho e agradeço de coração esses 24 votos que para mim valeram 1.000 cada um, não tenho vergonha disso, tenho orgulho, pois outros que se elegeram com muitos votos já estão mostrando para o que foram eleitos.

 

3- Em relação a eu ter “me oferecido” para ser o Secretário de Cultura ao prefeito eleito, é verdade, fiz isso de forma transparente, limpa, honesta e sobretudo corajosa…e o fiz por julgar que eu poderia e posso realizar um brilhante trabalho na Cultura da cidade que meus antepassados ajudaram a existir. Faço coisas por Rio Claro na área da Cultura, criando coisas ou salvando coisas desde meus 17 anos, (1969) é só ir pesquisar, o que já fiz e ainda faço…Me apresentei a esse cargo deixando a humildade um pouco de lado (e quem me conhece sabe que sou humilde) por julgar que devido ao que já fiz, faço e ainda farei, por minha experiência profissional em Gestão, Administração e Marketing, Cultura, e conhecimento amplo e diversificado, eu poderia ser provavelmente a melhor opção para realizar um belíssimo trabalho para a nova Administração, mas sobretudo para a cidade que amo. Mas a escolha foi outra e respeitei isso, sem mágoas, nem rancores. Sou um cara de Amor não de Ódio, Raiva ou Inveja, isso é para os inferiores. Eu perdi de poder fazer mais coisas por Rio Claro, mas Rio Claro perdeu muito mais. Então não tenho nenhuma pretensão não. Pode acreditar nisso.

 

4 – Finalmente, quero esclarecer, e é só ler o ofício ao promotor que está já divulgado, que tudo fiz para poupar o Geraldo, a Daniela e o Juninho desse vexame, não existe nada pessoal nisso, muito pelo contrário, o Geraldo sempre foi um excelente vereador, e o Juninho apesar dos pesares acredito que ainda dá tempo de ajustar as coisas seele tiver cabeça e independência, mas não quiseram entrar em contato, me ignoraram, e como Presidente da Sociedade do Bem Comum não pude mais me omitir, e depois de esgotadas todas as tentativas de contato com o Juninho, tive de comunicar os FATOS ao Ministério Público e a Comissão de Direitos Humanos. Cumpri meu dever, e pago o preço que for, até com minha vida se necessário for, pois para mim acima dos meus interesses, ou de interesses de grupos, está os interesses de Rio Claro e a Justiça.

 

5 – Sinto muito Ivan se você “deu um tiro no pé”. Íamos preservar a fonte de informações, mas você nos querer jogar contra os envolvidos, e querer aparecer de “bonzinho” ou “ovelhinha” é o “fim-da-picada”. Você quis usar a Leila sem perceber que você estava diante de uma excelente profissional e, sobretudo, uma mulher íntegra, honesta, valente, inteligente e corajosa, que luta pela Verdade, pela Justiça e pelos Direitos Humanos, que luta pelos nossos irmãos negros, e por todas as minorias e necessitados, até por animais abandonados.

 

Segue prints de seu diálogo com a Leila, e temos outros onde você envolve e cita pessoas expressivas das crenças envolvidas, e pessoas da comunidade de nossos irmãos negros e da Secretaria, e em respeito a eles, e ao que acreditam, não vamos divulgar, mas não queira jogar xadrez ou poker comigo porque você perde.

 

Fica na tua e respeite teus companheiros do Conselho.

 

Sem mágoas e esperando que todos se acertem, um forte abraço. Jenyberto.

 

PRINTS QUE DEMONSTRAM O INÍCIO DAS INFORMAÇÕES 

 

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Rio Claro – Ontem e Hoje

A descaracterização sistemática de uma cidade

MAIS UM !!!

Jenyberto Pizzotti

A Rio Claro Online continua apresentando em fotos, o resultado da total falta de amor e respeito ao Patrimônio Histórico e Cultural de uma cidade, num processo destrutivo e irreversível formado pela união de uma especulação imobiliária selvagem e predatória e administrações municipais irresponsáveis dominadas por interesses financeiros pessoais e de grupos.

 

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contato@rioclaroonline.com.br


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CARNE ESTRAGADA E OPERAÇÃO ABAFA

Jenyberto Pizzotti

 

Após o povo brasileiro receber mais uma facada nas costas com a notícia estarrecedora de que tem consumido carne estragada, vem agora esse desgoverno, que é a outra face da mesma moeda de um desgoverno que destruiu, desgraçou e infelicitou o Brasil, tentar minimizar a gravidade do problema e “tranquilizar a população”, colocando esse escândalo como “pontual”. O problema é tudo, menos “pontual”, e a população não deve ficar tranquila, mas deve despertar de seu eterno sono letárgico, caso contrário, irá continuar não só comendo carne podre, mas continuará vivendo num país podre, dominado e manipulado por um Executivo, um Legislativo, um Judiciário e um Empresariado podre.

O problema seria “pontual” se detectado em apenas um estabelecimento produtor e ou distribuidor de carne, ou no máximo em apenas uma determinada empresa e marca, mas o problema foi investigado, apurado, e comprovado durante dois anos pela Polícia Federal Brasileira, a melhor polícia do mundo, sendo constatado ações que adulteram e maquiam carne estragada que é vendida e consumida pelo povo e pelas crianças brasileiras por um CONGLOMERADO DE GRANDES EMPRESAS de forma METÓDICA E SISTEMÁTICA e ao MESMO TEMPO, e isso tudo caracteriza uma AÇÃO PLANEJADA E COMBINADA, portanto, jamais ocasional ou pontual.

É perfeitamente compreensível que não podemos sequer imaginar que TODA a carne produzida no Brasil está estragada, ou que os brasileiros passaram dois anos ou mais consumindo carne estragada, ou que não se deve mais consumir carne por estar estragada. Pensar assim é um equivoco, pois obviamente a Indústria Brasileira de carne atingiu um grande patamar de qualidade na produção do produto, e a quase totalidade do produto que já foi consumido ou que está ou será consumido tem alto nível de controle na produção e distribuição, agora querer minimizar o problema e o desgoverno e a mídia querer induzir a população de que estamos diante de algo pontual, é mais que irresponsabilidade e querer idiotizar ainda mais o povo brasileiro, é com certeza um crime.

Existem diversas formas de exterminar uma população ou de cometer um genocídio ou um crime contra a humanidade, e as pessoas (empresários, químicos, fiscais e políticos – veja a lista abaixo) que participaram direta ou indiretamente desse genocídio do povo brasileiro, genocídio esse no formato de uma “bomba relógio”, pois os efeitos só serão (se é que serão) comprovados no futuro, devem pagar caro por seus atos insanos  e por esse crime hediondo. Deveriam ser fuzilados ou deveriam sentar numa cadeira elétrica se o povo brasileiro tivesse dignidade e vergonha na cara.

E lembramos aqui do filme “O Encouraçado Potemkin”, um filme russo, mudo, em preto e branco, de 1925, e é a maior obra prima do grande diretor Serguei Eisenstein. O filme é um clássico e considerado um marco na montagem cinematográfica. O filme baseado num fato histórico de 1905, mostra a revolta dos marinheiros num navio de guerra russo, quando descobrem que estavam comendo CARNE ESTRAGADA, e ao irem indignados e revoltados reclamar para os oficiais, esses os desmerecem o que causa uma revolta. Os oficiais então mandam fuzilar alguns revoltosos, mas os marinheiros se recusam a fuzilar seus próprios companheiros, dando início então a Revolução no navio e depois nas ruas. A obra de Serguei Eisenstein fala contra a injustiça e sobre o poder coletivo que existe em toda revolta popular. Demorou, pesquisei bastante, mas consegui uma cena do filme sobre a REVOLTA CONTRA A CARNE ESTRAGADA SERVIDA AO POVO. Como seria bom se o povo brasileiro tivesse vergonha na cara e aproveitasse esse episódio criminoso, desumano e maligno da CARNE ESTRAGADA SERVIDA AO POVO E AS CRIANÇAS BRASILEIRAS e partisse para as ruas e fizesse uma REVOLUÇÃO… mas talvez o povo brasileiro prefira continuar comendo carne estragada…

veja o trecho do clipe do filme sobre a carne estragada em:

https://www.youtube.com/watch?v=HLW9n40LBXc

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

 

 


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Como o Corpo de Bombeiros de Rio Claro foi criado

 

O CORPO DE BOMBEIROS QUE AJUDEI A CRIAR

 

Jenyberto Pizzotti

 

Em 1977 (eu então com 25 anos), através de artigos e reportagens nas páginas do jornal “Diário do Rio Claro”, da família de Jodate David, fui um dos primeiros cidadãos a incentivar, alertar e apelar as autoridades através da imprensa, sobre a necessidade da criação e implantação de um Corpo de Bombeiros em Rio Claro.

 

Existia a preocupação, mas nada acontecia, então publiquei um artigo de ficção (domingo, 17 de julho de 1977) no Suplemento Especial do Jornal “Diário do Rio Claro”. Com foto de primeira página e um longo artigo no suplemento, alertei sobre a possibilidade de um incêndio destruidor no Cine Excelsior e Prédio Padula, com ameaça até ao Hospital “Santa Filomena”.

 

O artigo de ficção e ao mesmo tempo, um alerta, provocaram comoção e a reação dos rioclarenses.

 

O artigo e o jornal ficaram expostos durante semanas na vitrine da “Casa Edison” (Avenida 1/Rua 4) com velas acessas, e isso despertou uma brilhante e intensa campanha paralela de idealistas de Rio Claro e dos Clubes Sociais e Filantrópicos de Rio Claro que exigiram e apelaram  as autoridades, até a criação do Corpo de Bombeiros em nossa cidade.

 

Na continuidade dessa matéria, vou transcrever a reportagem e publicar, pois o texto é muito interessante.

 

Fotos: Jornal Diário do Rio Claro, EPTV, Prefeitura Municipal

 

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

 

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NUVEM OU UFO ?

Apenas um fenômeno psicológico denominado pareidolia, que nos faz imaginar imagens aleatórias com significado em nuvens ou montanhas por exemplo, ou um OVNI sobrevoou os céus de Rio Claro / SP no final da tarde do último dia 8 de março ?

Com total exclusividade para a Revista Eletrônica Rio Claro Online apresentamos essas fotos, que podem ser visualizadas em:

http://rioclaroonline.com.br/nuvem-ou-ufo/

Era mais um simples pôr do sol em Rio Claro, interior de São Paulo, por volta das 18:36 horas e algumas fotos foram tiradas através de um celular Samsung – Galaxy – GT – modelo S6102B, com definição gráfica de 2048 x 1536 pixels  uma câmera de 3.1 megapixels.

A visão era na orientação Leste-Oeste de um dia parcialmente nublado, e no momento das fotos, sem chuva, com céu com excelente visibilidade e luminosidade.

Data: 08/03/2017 – Local: Rua 2 entre Avenidas 22 e 24 – Hora: 18:36 h

As observações nas imagens só foram notadas , após as fotos serem “descarregadas” no computador. Em seguida, foi utilizado o programa Photoshop para melhor análise das fotos, assim como para a aplicação de filtros e efeitos (brilho, contraste, inversão, etc) para melhorar a análise do material. E o resultado segue abaixo

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

contato@rioclaroonline.com.br

 

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Foto 001 – J.Pizzotti/Rio Claro Online

 

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Foto 002 – J.Pizzotti/Rio Claro Online

 

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Foto 01 – 18:36 horas

 

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Foto 003 – J.Pizzotti/Rio Claro Online

 

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Foto 02 – 18:36 horas

 

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Foto 004 – J.Pizzotti/Rio Claro Online

 

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Foto 03 – 18;37 horas

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Rio Claro – Ontem e Hoje

A descaracterização sistemática de uma cidade

Jenyberto Pizzotti

Veja a reportagem completa com inúmeras fotos na Rio Claro Online

A Rio Claro Online apresenta em fotos, o resultado da total falta de amor e respeito ao Patrimônio Histórico e Cultural de uma cidade, num processo destrutivo e irreversível formado pela união de uma especulação imobiliária selvagem e predatória e administrações municipais irresponsáveis dominadas por interesses financeiros pessoais e de grupos.

Faça seus comentários e compartilhe. Em seus comentários, coloque as informações que souber sobre os prédios, nos ajudando assim a reconstruir o passado de Rio Claro.

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Foto 01

Rua 3 – Avenidas 3 e 5

 

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Foto 02 – Avenida 2 – Rua 2

Denominação: Casa dos Azulejos

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Demolida em:

Administração:

Observações:

 

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Foto 03 – Avenida 1 – Rua 3

Denominação:

Construida em:

Demolida em:

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Observações:

 

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Foto 04 – Avenida 3 – Ruas 3 e 4

Denominação:

Construida em:

Demolida em:

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Observações:

 

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Foto 05 – Avenida 3 – Rua 3

Denominação: Casarão da Família Cartolano

Construida em:

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Administração:

Observações:

 

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Foto 06 – Avenida 3 – Rua 4

Denominação: A Toca

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Observações:

 

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Foto 07 – Avenida 1 – Ruas 1 e 2

Denominação:

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Foto 08 – Avenida 8 – Ruas 4

Denominação: Hotel Stein

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Foto 09 – Avenida 2 – Rua 5

Denominação:

Construida em:

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Administração:

Observações:

 

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Foto 10 – Avenida 2 – Rua 3

Denominação:

Construida em:

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Administração:

Observações:

 

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Foto 11 – Avenida 1 – Rua 2

Denominação:

Construida em:

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Administração:

Observações:

 

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Foto 12 – Avenida 1 – Ruas 7 e 8

Denominação: Antiga Prefeitura Municipal

Construida em:

Demolida em:

Administração:

Observações:

 

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Foto 13 – Rua 3 – Avenidas 1 e 2

Denominação: Teatro São João / Teatro Phenix / Bar Phenix (José Alexandre)

Construida em:

Demolida em:

Administração:

Observações:

 

contato@rioclaroonline.com.br

 


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Retomando as Investigações

 

Importantes Informações da Arqueóloga que Entrou nos Túneis

 

Dando continuidade na matéria “Os misteriosos Túneis Secretos de Rio Claro” para a Revista Eletrônica Rio Claro Online, apresentamos nesse artigo as importantes declarações da arqueóloga Marizilda Couto Campos na época da descoberta dos túneis, declarações essas, prestadas a mídia em geral e, em especial, ao Jornal Cidade de Rio Claro, que fez uma boa cobertura jornalística na ocasião.

 

Marizilda, que foi Diretora do Patrimônio Histórico de Rio Claro quando da descoberta dos túneis, trabalhava para a Prefeitura de São Paulo, e solicitou ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) autorização para realizar escavações e pesquisas no sítio descoberto.

 

A arqueóloga Marizilda Couto Campos, após alguns dias de trabalho de pesquisa, prestou alguns depoimentos e forneceu algumas interessantes informações.

 

Vejamos o que Marizilda informou a repórter Vivian Guilherme do JC:

 

“ Tinha muito entulho, levamos um bom tempo escavando. Nesse período muita gente apareceu contando histórias e uma senhora surgiu descrevendo o túnel e dizendo que havia andado por ele quando era criança”.

 

“o túnel era muito semelhante às características que a aquela senhora havia descrito”.

 

“Era um túnel alto com uns 3 metros de altura, muito bem feito, com arco de sustentação e tinha cerca de 20 metros de comprimento.”

 

“foi encontrado material de farmácia, como garrafas, tubos de ensaio, louças, etc”.

 

“Especulamos que um dos proprietários, que era médico, acabou utilizando aquele espaço para autópsias. Rio Claro tinha muitos leprosos, o túnel pode ter sido usado para a cremação.”

 

E a repórter, num bom trabalho jornalístico aprofunda a questão…

 

“Quanto às lendas sobre uma malha de túneis interligando o Colégio das Freiras (atualmente o Puríssimo), a Igreja Matriz, a prisão (atualmente o Fórum), a Estação Ferroviária e o Casarão, Marizilda é cética, e afirma que “é tudo crença popular”. Marizilda explica que perfurou toda a região em volta do Puríssimo e da igreja, mas não encontrou nada. Entretanto, um estudo da Unesp afirma que existe um túnel embaixo do Jardim Público. “Não há comprovação nenhuma de que este túnel do Jardim tenha ligação com este trecho do Casarão. Eu pesquisei muito e até hoje não achei nada.”

 

Dessa forma, com exceção do trabalho da arqueóloga Marizilda Couto Campos, de algumas análises e conjecturas históricas do Dr. Rodrigo Pires de Oliveira, e de um trabalho de mestrado na UNESP (esse último no que se refere a um suposto túnel de ligação no subsolo da Praça da Liberdade ou no Jardim Público), pouco, ou quase nada, foi realizado de forma metódica e científica na ocasião da descoberta dos túneis em Rio Claro.

 

Paredes lacrando passagens e a continuidade dos túneis permaneceram lacradas. Ninguém se atreveu a prosseguir na abertura desses “portais” e verificar o que existe além. O sítio arqueológico todo foi, não se sabe por quem e por ordem de quem ou do que, vedado, lacrado e blindado. Prédios antigos que poderiam conter outras entradas e passagens foram sendo sistematicamente destruídos sem nenhum respeito ao Patrimônio Público e a Cultura e História de Rio Claro e, em seus lugares, foram construídos estacionamentos e outras edificações tornando praticamente impossível qualquer tentativa de pesquisas ou escavações do subsolo rioclarense. A mídia rioclarense também se calou ou foi calada. Nada mais se comentou após a descoberta dos túneis na década de 90, e tudo caiu no esquecimento.

 

A Revista Rio Claro Online reabriu o caso, e foram e tem sido milhares de pessoas de Rio Claro e de outras cidades do país que “descobriram” ou voltaram a se interessar pelos “Misteriosos Túneis de Rio Claro”. Manifestações pelas redes sociais e centenas de e-mails comprovam não só a curiosidade dos cidadãos e cidadãs, mas sobretudo a busca pelo direito a informação sobre a História da cidade e do local onde muitos nasceram ou estabeleceram suas vidas.

 

E é exatamente nesse sentido e nessa direção, visando a defesa a informação e ao Bem Comum, que daremos prosseguimento nessa matéria e nessas investigações.

 

Na Revista Eletrônica Rio Claro Online você pode ver mais fotos e os artigos anteriores – veja mais em www.rioclaroonline.com.br

Fonte Fotos – Google

Jenyberto Pizzotti para Rio Claro Online

jenyberto@yahoo.com.br

 

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H Nona

O meu desejo na chegada deste Natal de 2016, é que Jesus venha fazer parte de sua vida, e que você possa ter a absoluta certeza que com Ele ao Nosso lado somos maioria…
Quero que Cristo Jesus, seja a direção, o apoio e fundamento de sua vida…
Nós da Família Ministério Hora Nona, desejamos um Feliz Natal a todos…
Deus nos abençoe.
Pastora
Márcia Valéria

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Artigo

FERIDAS EMOCIONAIS

Dra. Débora Regina Freschi

Você sabia que a sua vida é dirigida pelas feridas emocionais inconscientes?

Você sabia que existem feridas emocionais também e não apenas físicas e que elas são tão dolorosas, acredito que até bem mais do que as físicas, e ainda por cima são inconscientes, por isso você nem percebe que a sua vida é dirigida por elas e você se culpa, além das outras pessoas  e situações pelas suas  frustrações e decepções?

Mas a verdade é que o outro apenas tica à sua ferida emocional trazida com você de infância pelas suas necessidades emocionais básicas que não terem sido supridas. Sempre que você se sente hoje sozinho, não tendo toda à atenção e o reconhecimento almejado ou se sente  reprovado e controlado você reage automaticamente dentro desta ferida, que neste estado inconsciente  é chamado de “bolha” emocional. Mas por quê “bolha”?

Porque você realmente acredita  que o outro está te ferindo de propósito  e reage  da maneira que aprendeu a sobreviver,  empregando estratégias semelhantes àquelas que utilizava  ainda quando era criança.  A metáfora da “bolha” portanto,  é para ajudar você a compreender que dentro deste espaço interno,  que não tem porta ou janela, como uma “bolha”  de sabão, você não  vê  o mundo do lado de fora  como ele é realmente, mas você está num estado mental da criança emocional,  presa na armadilha de crenças negativas  e expectativas idealizadas.

Contudo, a “bolha” pode ser estourada a qualquer momento, basta você ter consciência e se arriscar. Então entender o fenômeno da “bolha” vai te ajudar  a ver que ela não é o que “Você é”.

Aprenda então a  se arriscar, desafiando  a verdade de tudo o que você acredita a seu respeito e do outro quando está  dentro da “bolha” e a ter mais compreensão e compaixão deste espaço mental e emocional inconsciente da criança interior. Quando conseguir fazer isso a imagem que você tem dentro da “bolha” começará a se desfazer, a transformação ocorrerá e aos poucos  você irá  parando de permitir que o gatilho dispare com tanta facilidade e não obterá mais as mesmas respostas das outras pessoas e nem da vida.

 

DRA DÉBORA REGINA FRESCHI

Para entrar em Contato:

http://www.espacoessenciadoser.com.br/

WhatsApp: +5519997619061

Celular/SMS: (19) 99761-9061

Tel: (19) 3524-0587 – 3596-3777

Email: contato@deborafreschi.com.br

Skype: DéboraFreschi-EspaçoEssênciadoSer

Endereço: Rua 6, nº 388 – Centro – Rio Claro/SP

SOBRE A DRA DÉBORA REGINA FRESCHI:

Graduação em Psicologia pela Unimep/Piracicaba-SP. Pós-Graduada em Terapia de Casal e Família – Abordagem Sistêmica pela Puc-SP, Sexóloga pelo Instituto Kaplan-SP, Instituto H.Ellis-SP e pela SBRASH, (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana). Especialização em Terapia Cognitiva Comportamental pelo Instituto Pieron/Campinas-SP e em Co-dependência Afetiva em Relacionamentos, através da Formação continuada de 12 anos com o Dr. Thomas Trobe, psiquiatra graduado pela Universidade Harvard e pela Universidade de Califórnia. Formações e Estudos Aprofundados Contínuos em Física Quântica, PNL e Afins. Ministrou diversos Grupos de Crescimento, Oficinas Terapêuticas e Workshops em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Formações em Dinâmicas de Grupo, Terapias Corporais, Danças Circulares, Dançaterapia, Biodança, Musicoterapia, Clown (Doutores da Alegria) e outras.


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A Rio Claro Online reproduz um artigo maravilhoso do professor Kal Machado sobre um grande e muito amado rioclarense: o professor João Galassi. Ninguém melhor que Kal Machado com sua inteligência, mas sobretudo, com sua sensibilidade, para deixar registrado essa linda homenagem a esse grande mestre rioclarense, tão importante para a Vida, a Cultura e a História de Rio Claro, um mestre que ficará eternamente em nossos corações.

REQUIEM PARA UMA LENDA
KAL MACHADO

Conheci o prof. João Galassi nos primórdios dos anos 70, quando eu ainda era estudante de Engenharia Civil. Foi quando, juntamente com o colega Luis Carlos Brumatti (prof. Budh) fundamos o cursinho Novo Triunfo, que, posteriormente, viria a se tornar o Centro de Ensino Novo Triunfo-Anglo, uma das instituições de ensino mais respeitada e premiada do interior paulista, tendo na co-direção os professores Asdrubal Bellan e profa. Rosangela Iamondi Machado Furlani, além, é claro, de um corpo docente e funcional de fazer inveja.

O prof. Galassi foi o primeiro a subir no tablado do Novo Triunfo, para dar aulas de português e inglês, mas, se fosse preciso ele também lecionaria alemão, francês, espanhol, entre outras línguas, pois era poliglota.

Viemos a nos tornar grandes amigos. Lembro-me que no início de nossas carreiras, depois das aulas noturnas íamos comer capellete com bracciolas, numa cantina italiana que ficava na rua 2, entre avenidas 1 e 2 ou lanchar no Bar da Hilda, quando ainda estava localizado na Av. 1, em Rio Claro. Eram momentos em que singrávamos pelos nossos sonhos.

Às vezes, ele me dava carona em sua camionete creme, um verdadeiro calhambeque, que não abria os vidros nem a porta, pois não tinha maçanetas, tínhamos que fazer malabarismos, para entrar e sair. Certo dia, quando ele já namorava a Nice, lá pelas bandas da av 32, ele estacionou e esqueceu-se de deixar a marcha engatada, uma necessidade imperiosa já que a o freio de mão da camionete também não funcionava.

Enquanto ele declamava alguns versos para sua amada, a camionete foi descendo a ladeira até colidir e deixar inclinada uma Roda Gigante, de um parque de diversões mambembe, que se instalara nas imediações do Lago Azul. Não houve vítimas, mas o gerente chamou a polícia e queria uma indenização pelos danos materiais, só que valor da camionete, mal dava para comprar alguns ingressos do parque.

Riamos muito quando relembrávamos deste e de outros acontecimentos de uma época, em que o que mais imperava era o idealismo. Estive em seu casamento, acompanhei o nascimento de seus filhos João Marcelo, Neli e Milena e acabei me tornando professor deles. João e Cleonice Galassi formaram uma família exemplar, digna e laborativa.

João Galassi era filho de mãe francesa e na época da faculdade, voltou à França para se graduar em literatura comparada, língua e literatura francesa. Trouxe de lá nove certificados de nível superior. Infelizmente, seu diploma francês não teve validade aqui, porque não havia convênio Brasil-França. Chegou até a pensar em pôr fogo em todos os certificados franceses, mas, a Nice, sua amada esposa, não deixou. Acabou fazendo letras na Unicamp e frequentemente acabava tendo atrito com vários docentes da universidade, pois, em muitos casos, seus conhecimentos eram superiores ao dos seus professores.

Fomos colegas de corpo docente por décadas e ele sempre foi o professor mais popular do Anglo-Novo Triunfo e certamente, de outras escolas em que lecionou. Quando exerci o cargo de Prefeito Municipal de Rio Claro ele foi meu assessor na área de comunicações, revisando e ajudando-me na formulação de correspondências e discursos.

Sua cultura possibilitava que ele pudesse viver sob holofotes e ocupando manchetes, porém, inspirado em seu pai, optou por uma vida de simplicidade. Recentemente, já no outono da nossa existência, costumávamos nos encontrar quando caminhávamos errantes pelo Jardim Público ou pelas ruas da Cidade Azul e ele sempre com seu inseparável cachorrinho preto, esbanjava simpatia.

Sua amizade e competência deixam um vazio insuperável, mas, com certeza, continuarão a inspirar os que aqui permanecem. A luz da sabedoria e do conhecimento que ele sempre irradiou será, certamente, proporcional à saudade que ele deixou no coração de muitos. Que a Cleonice, seus filhos, netos, nora e genro consigam mitigar a dor da separação no conforto divino.

Tenho certeza que, quando o barqueiro deixá-lo na outra margem do Jordão, o Senhor estará esperando-o de braços abertos, para agradecer-lhe por ter cumprido com tanto júbilo e eficiência a missão que lhe foi confiada.

João Galassi deixou de ser homem, para se tornar uma lenda.

machadokal@hotmail.com

 


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OS MISTERIOSOS TÚNEIS DE RIO CLARO – PARTE 4

A REDE DE TÚNEIS REALMENTE EXISTE !

IMPORTANTE DEPOIMENTO REVELA NOVOS DETALHES

Dando continuidade na matéria “Os misteriosos Túneis Secretos de Rio Claro”, para a Revista Eletrônica Rio Claro Online, conseguimos pesquisar e obter um importantíssimo depoimento realizado em maio de 2013 pelo senhor Leandro José Martinez onde, numa linguagem clara, objetiva e muito sincera, novos fatos são apresentados, tudo conduzindo a realidade da existência de uma rede de túneis no subsolo de Rio Claro.

Leiam na íntegra esse importante depoimento:

“Nos anos 50, mais precisamente 1958, eu estava com 12 anos e frequentava a sede dos escoteiros que ficava na esquina da Avenida 3 com a Rua 6, onde hoje está o Edifício Iracema.

Em uma ocasião festiva estávamos elevando uma torre de varas de eucaliptos. Quando ao furar o chão para fincar uma das varas, a cavadeira bateu em algo que parecia uma carreira de tijolos, então o saudoso Dr. Mendonça, que era o escoteiro, e eu seu amigo inseparável, o ajudava na tarefa, temeroso por ele ter quebrado os tijolos, e aquele buraco ter se alargado, que conseguimos avistar como um corredor largo e profundo. Entramos na sede para levar ao conhecimento do chefe dos escoteiros, outros escoteiros que se encontravam lá dentro jogando sinuca, e em outra mesa ping-pong, nos alertaram para cobrir rapidamente antes que chefe chegasse, pois aquele túnel poderia ser a rede de esgoto e o Mendonça seria expulso. Se não me falha a memória, houve uma brincadeira pelo Paul Roth, “o baixinho não sabe nadar e ele afundar no buraco nos vamos encontra-lo lá no brinquinho” (local onde desaguava o Córrego da Servidão).

Realmente, ficamos impressionados pela largura e profundidade daquele “esgoto”. Como eu trabalhava como aprendiz na Fábrica de Calçados Lincoln, que pela rua 6 fazia fundos com a sede, lá encontramos algumas ripas e papelão, fechamos o buraco e voltamos a cobri-lo com terra, mudando a localização das pernas da torre, o que causou uma advertência do chefe designado pelo Sr. Raul, pela torre ter sido montada fora do local indicado. Todos ficaram quietos e não mencionaram o ocorrido, recordo-me ainda que por conta do dito buraco o Mendonça teve que suprir sozinho, as latas de salsichas no acantonamento, que foi realizado na sequencia para os colegas não o entregarem.

Passado algum tempo, frequentávamos a Igreja da Boa Morte, e após as rezas ficávamos um bom tempo conversando com o Sr. Alexandre, zelador, e que morava ao lado da Igreja. Numa dessas ocasiões, comentei o ocorrido da abertura acidental do esgoto e que quase caímos dentro dele por seu tamanho, ele interpelou “onde foi isso?”, eu respondi “ali onde era a casa do Dr. Colli, Avenida 3 com a Rua 6”.

Ele prontamente respondeu “na esquina da farmácia?” respondi “no lado de cá onde é a sede dos escoteiros”.

“Quem mais ficou sabendo disso?”  e eu respondi “eu, meu colega Mendonça e uns quatro escoteiros, mas somente um viu o buraco e nos ajudou fechar e cobrir com terra”.

O senhor Alexandre então disse “aquele buraco aberto não é e nunca foi esgoto, agora eu preciso fechar a igreja, a filha do Brochini já está saindo, amanhã vai começar a quermesse traga seu amigo que eu vou mostrar uma coisa pra vocês”.

No dia seguinte fui na casa do Leãozinho, apelido que tratávamos o Roberto Mendonça e combinamos nos encontrar na Boa Morte. Assim aconteceu. Procuramos o Sr. Alexandre e ainda o ajudamos a carregar as prendas nas barracas da quermesse. Outros colegas se juntaram a nós. Sentamos no salão e ficamos aguardando. Dali a pouco vem o Sr. Alexandre, carregando um rolo de papel, andava ele lentamente devido a deficiência que tinha numa das pernas e foi dizendo:

“Esta minha perna é assim por causa de acidente que sofri na CARACÚ” e começou a desenrolar o papel e o estendeu em cima de um banco. O papel era um traçado a lápis. “Olha, aqui era o Cemitério (Rua 7 – Grupo Escolar Joaquim Salles)”, então eu disse “isto eu já sei, estudava lá quando construíram o refeitório e acharam um monte de esqueletos”.

“Vai ouvir ou vai atrapalhar ?” ele respondeu e continuou “Aqui o cemitério, onde é a Cadeia (hoje Fórum), aqui era a Casa da Baronesa (hoje Bayeux), de lá saí um tunel que passa em baixo da praça, encontra outro que sai de baixo da matriz desce do lado da rua 6 até o hospital. que ficava no meio do quarteirão entre avenida um e dois”. E prosseguiu “quando construíram o Variedades soterraram o túnel que passava em baixo. Do hospital o túnel desce pela Avenida 2 e passa em baixo do casarão do Otto Jordan, que era o coletor de impostos (hoje o Museu Histórico)”

Alguém então perguntou ao senhor Alexandre “como o senhor sabe disso ? quem fez esse desenho ?”

O senhor Alexandre então respondeu “esse desenho não fui eu que fiz, me foi dado pelo pedreiro Italiano que construiu também a Igreja da Santa Cruz, e o alemão que fizeram a chaminé da CARACUÚ. Acharam o túnel entraram nele, e ele sai do Casarão e vai em direção ao Mercado, que era Quartel naquela época. Inclusive a CARACÚ, usou parte dele para atravessar a Avenida 4 eu acho”

Agradecemos o Sr. Alexandre, e fomos curtir o resto da quermesse.

Passou o tempo. Onde era o dito hospital, passou a ser o consultório do Dr. Takara que vendeu o prédio para o Sr. Saraiva (da Imobiliária Saraiva), e ao reformar o prédio para construir a garagem, aconteceu, desmoronou, e o pedreiro achou um salão com uma passagem vindo pela rua 6 e outra saindo em direção da avenida 2. Como todos os colegas, principalmente a turma do Gato Preto, a noticia correu e tivemos a oportunidade, juntamente com o Saraivinha (filho de Irineu Saraiva) descer dentro do salão que era revestido de pedras cinzas de calcário e as saídas das passagens eram iguais as que aparecem nas fotos.

Todos que tiveram conhecimento deste túnel, imaginam que sua existência se deu como rota de fuga pela ligação com o hospital e o Quartel”.

Fonte: Depoimento do senhor Leandro José Martinez em 02 de maio de 2013 no grupo Rio Claro Retrô no Facebook

Continuem acompanhando. Nos próximos artigos estaremos apresentando as opiniões de pessoas de credibilidade, pesquisadores acadêmicos, arqueólogos que estudaram o caso, e de pessoas que apresentam fatos e evidências em bases racionais e lógicas desse caso extremamente misterioso e polêmico.

Jenyberto Pizzotti para Rio Claro Online

www.rioclaroonline.com.br

jenyberto@yahoo.com.br

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Em seguida, a lista descritiva dos locais enumerados no mapa.

01 Prédio (antiga Imobiliária Saraiva) onde na década de 90 foram iniciadas escavações, em seguida as entradas e passagens foram lacradas

02 Residência do Barão de Porto Feliz (construído -1864) / atual cine/foto

03 Antigo Hotel dos Reis (DESTRUÍDO) / atual Imobiliária

04 Cine Teatro Variedades (construído – 1912) / atual supermercado

05 Residência Família Negreiros (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

06 Residência do Barão de São João de Rio Claro (construído – 1865) – atual Escola Marcelo Schmidt

07 Gabinete de Leitura (construído – 1890)

08 Solar do Barão e Baronesa de Dourado (construído – 1863) (DESTRUÍDO/Restaurado) – atual Museu

09 Antiga Prefeitura (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

10 Antiga Loja Maçonica – atual Loja Maçonica

11 Residência de Siqueira Campos (construído – 1868) / atual Casa da Cultura

12 Residência Família Fontes (construído – 1937) – Casa de Ulisses/Puríssimo

13 Igreja Matriz (construído – 1828 / reformado – 1869)

14 Residência Família Almeida Santos (construído – 1910)

15 Colégio Puríssimo (construído – 1909)

16 Escola Cel Joaquim Salles (construído – 1900) / antigo Cemitério

17 Antiga Cadeia Municipal (DESTRÍDO) / atual Fórum

18 Residência de Dna Luisa Botão (construído – 1899) / atual Escola Bayeux

19 Prédio Família Pires (DESTRUÍDO) / atual Farmácia

20 Antigo Teatro São João/ Teatro Phenix (DESTRUÍDO) / atual loja de calçados

21 Residência Família Dr. Coelho (DESTRUÍDO) / atual Banco Itaú

22 Residência Família Mazziotti / Família Cartolano (DESTRUÍDO) / atual farmácia

23 Residência Família (?) – frente Prefeitura –  (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

24 Residência Família Timoni (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

25 Residência Família Cel Marcello Schmidt / Família Dr. Ruy (DESTRUÍDO) / atual estacionamento


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OS MISTERIOSOS TÚNEIS DE RIO CLARO – PARTE 3

IMPORTANTE ARTIGO DE MÉDICO RIOCLARENSE REVELA:

TÚNEIS PODEM TER SIDO USADOS PARA SATANISMO

Dando continuidade na matéria “Os misteriosos Túneis Secretos de Rio Claro”, estamos procurando contatar e levantar as mais diversas opiniões que foram emitidas durante a descoberta dos túneis em Rio Claro/SP, durante as escavações realizadas, e após os túneis serem lacrados.

Estaremos apresentando as opiniões de pessoas de credibilidade, pesquisadores acadêmicos, arqueólogos que estudaram o caso, e de pessoas que apresentam fatos e evidências em bases racionais e lógicas desse caso extremamente misterioso e polêmico.

Um dos depoimentos “bombásticos” e contundente sobre o caso foi dado pelo Dr. Rodrigo Pires de Oliveira, médico endocrinologista, com clínica estabelecida em Rio Claro, que diz ter suas convicções no evangelho cristão, e se apresenta sempre como um defensor intransigente das denominadas “teorias de conspiração”, e contra a “Nova Era” ou “Nova Ordem Mundial”.

O Dr. Rodrigo esteve no local por ocasião das escavações e realizou estudos e observações muito importantes, e esse é o seu artigo:

NEGANDO A EVIDÊNCIA

  1. RODRIGO PIRES DE OLIVEIRA

François-Marie Arouet, famoso filósofo do século dezoito, mais conhecido como VOLTAIRE, foi membro de uma IRMANDADE SECRETA de libertinos e livres-pensadores chamada “SOCIEDADE DO TEMPLO”, que recebeu esse nome por ter como objetivo a “reconstrução do TEMPLO de Salomão”, metáfora que representa o ideal iluminista do “CONSTRUTIVISMO”.

Construtivismo é uma diretriz conferida às sociedades secretas para a destruição da atual civilização cristã, a fim de estabelecer, sobre os seus escombros, uma nova civilização racionalista e pagã, onde não haja mais espaço para a fé em Deus. Em nossos dias, essa meta de caráter socialista vem sendo perseguida, de forma obsessiva, principalmente pelo sistema educacional, um dos três veículos que estão preparando o caminho para a vinda de um ditador mundial anticristão.

Voltaire detestava a igreja católica e defendeu a burguesia contra a aristocracia feudal, participando de forma significativa da revolução francesa ao fazer de suas idéias uma arma para destruir o cristianismo e a monarquia francesa.

Seu papel naquele movimento seria fazer de suas idéias a principal arma da revolução e transmiti-las, tanto aos revolucionários, como aos demais iluminatti, o que foi concluído através de uma frase chavão, nos seguintes termos:

“É PRECISO MENTIR COMO UM DEMÔNIO, NÃO TIMIDAMENTE, NEM SÓ TEMPORARIAMENTE, MAS SEMPRE, E COM AUDÁCIA” (Voltaire, “Carta a Thériot”)

Um outro filósofo iluminista do século dezoito exprimia as idéias de Voltaire, dizendo:

“O MARAVILHOSO É QUE, PARA TRANQÜILIZAR OS POVOS, BASTA, APENAS, NEGAR A EVIDÊNCIA.”

Esta é a razão pela qual as informações a respeito de determinados episódios chegam de forma totalmente distorcida à população. Tivemos um exemplo disso, ao surgir a oportunidade, obtida pela imprensa, de fotografar uma antiga CÂMARA SECRETA, que existe há aproximadamente cento e setenta anos nos subterrâneos de Rio Claro, mais precisamente, no quarteirão localizado na rua seis entre as avenidas um e dois: Assim que surgiram as fotografias, comprovando a existência daquela reforçada estrutura subterrânea de alvenaria construída no século dezoito logo surgiram as vozes que, por conspirarem em favor do “construtivismo”, e não tendo outro recurso para “abafar” a revelação dessas imagens, a não atitude de “NEGAR A EVIDÊNCIA”, não perdem tempo em lançar mão dela.

E realmente, a primeira reação das referidas “vozes”, alarmadas ante o aparecimento das provas fotográficas da existência, tanto da câmara, quanto do túnel, foi mais uma vez, a atitude de negar as evidências e confundir as pessoas, tentando associá-las ao que afirmaram não passar de uma “teoria” de conspiração, quando a existência da mesma é um FATO CONCRETO E COMPROVÁVEL, pois até mesmo os próprios conspiradores, que são os militantes do movimento “NOVA ERA”, confessam abertamente a natureza de sua ação no mundo, pois deram ao seu movimento o nome de CONSPIRAÇÃO AQUARIANA!

E, se a Nova Era é uma conspiração luciferiana, não se trata, portanto, de uma “teoria”, mas, sim, de um FATO, cuja existência estas as “vozes” se apressaram em negar. Essa negação inescrupulosa vem acontecendo apesar dos fortes sinais de sua presença, tais como a formação, cada vez mais frequente, de gigantescos monopólios econômicos, que veem resultando do rapidíssimo processo de globalização econômica, política e religiosa, que são as três principais metas dessa Conspiração Global Aquariana.

Uma vez que este esforço desesperado em esconder a verdade perante a opinião pública, é facilmente percebido como uma tentativa de “tapar o sol com a peneira”, as tais “vozes” acabaram se desmoralizando perante ela.

Conforme as primeiras páginas dos principais jornais de Rio Claro noticiaram e documentaram, através de fotografias, existe, de fato, uma câmara secreta no referido local, cujo teto tem, nada menos, que CINCO METROS DE ALTURA, tendo sido edificado nos moldes de uma construção religiosa, em formato de abóbada; com sete metros de cumprimento por três metros de largura.

As vastas dimensões deste enorme cômodo subterrâneo, deixa bem claro, que o mesmo não poderia de maneira alguma, ser chamado de “túnel”; a não ser que se queira negar a evidência, conforme a “receita” do filósofo Voltaire.
De fato, como se poderá constatar através das imagens, a câmara subterrânea não se parece, em nada, com um túnel, pois, a mesma encontra-se dividida em DOIS AMBIENTES, sendo o maior deles uma sala principal e o outro uma antecâmara, semelhante a um altar (foto). No teto desta antecâmara, que também tem o formato de abóbada, encontra-se uma abertura quadrangular, semelhante a um alçapão, que se localiza em sua parte mais elevada de sua abóbada. Nesta abertura encontra-se, até hoje, uma caixa de ferro, servia de elevador, podendo ter sido usada para descer algum alimento ou oferenda, a partir parte externa do imóvel até o interior da vigorosa estrutura de alvenaria.
Ainda que, os longos anos a tenham deixado bem enferrujada, a referida estrutura metálica, cujas imagens vêm ocupando as páginas dos jornais de nossa cidade veio a tornar-se uma evidência inegável de que esta construção subterrânea teria sido muito mais que um simples túnel.

Essa evidencia, no entanto, foi deliberadamente ignorada por aquelas “vozes”, pois, enquanto um túnel não passa de uma simples via de acesso que conduz a algum lugar, uma câmara secreta com todos estes atributos teria finalidades bem diferentes que esta, cuja divulgação poderia se tornar insuportavelmente incômoda para alguns.

As grandes dimensões de todos os seus tijolos, e a ampla espessura de suas quatro paredes, construídas com QUATRO FILEIRAS destes gigantescos tijolos, se consistem em provas irrefutáveis de que a estrutura conserva, até hoje, o mesmo formato que tinha no século dezoito, quando foi construída.

Já não se pode dizer o mesmo do túnel que, partindo deste cômodo, estende para o leste, em direção à rua seis. Este túnel, que é precedido por uma rampa íngreme e cujo formato triangular lembra um símbolo esotérico chamado “o olho que tudo vê” (vide foto), na verdade não possui, desde a sua construção, mais do que um metro de altura, consistindo-se, portanto, numa passagem que foi concebida para ser transposta apenas “engatinhando”. No entanto, após estender-se por aproximadamente seis metros, em seu cumprimento, o estreito túnel apresenta sinais de ter sido “emparedado”, ou seja, obstruído, à altura de seu seguimento que se encontra bem próximo à rua seis.

Há, portanto duas estruturas nesta construção subterrânea: Uma câmara secreta que permanece intacta até hoje e um túnel estreito que foi obstruído por uma parede a fim de que, através dele não se pudesse chegar até alguma outra passagem que existisse sob a rua seis, pois, no final da década de setenta, um arqueólogo rioclarense encontrou uma outra câmara secreta situada embaixo da “Praça da Liberdade” concluiu que, existiria um túnel que, partindo de lá, se estenderia ao longo da rua seis. Isso significa que este passaria, portanto, bem diante daquela casa onde o túnel que parte da câmara secreta foi construído.

 

Afirmou-se, porém, que o referido túnel teria sido usado pelo saudoso médico, Dr. Negreiros, para ir, diariamente, por baixo da terra, ate o seu consultório, que se localizava do outro lado da rua. Pergunta-se, no entanto: Porque um médico, vestido de branco, desceria UMA ESCADA DE CINCO METROS DE ALTURA, iria engatinhando até seu local de trabalho, onde teria que subir novamente uma escada de dois metros de altura, para chegar ao nível do seu consultório, apenas para não ter que atravessar a rua? Isso é o que poderíamos chamar de folclore e especulações da imaginação “popular”.
Estando no local e tendo visto tudo, detalhadamente, testifico que somente a câmara secreta tem uma altura de cinco metros, e que apenas a estrutura do túnel foi emparedada, e isso a uma distância de mais ou menos seis metros da sala de rituais, quando seu trajeto se aproxima da rua seis.
Hipóteses absurdas como aquela, somente são formuladas quando se procura negar a evidencia, que neste caso se consiste no fato de existir, naquele local, tanto de uma câmara secreta, composta por dois ambientes distintos, como, também, um túnel, deliberadamente obstruído num ponto que se localiza a uma distancia de cinco metros da referida sala subterrânea.
Quem nega o obvio está se sujeitando a cair no ridículo. O que estão tentando esconder ? As profecias afirmam que não há nada oculto que não venha a ser revelado, nem escondido que não venha a ser conhecido… Que as coisas que são ditas nos subterrâneos serão proclamadas sobre os telhados das casas. Mais cedo ou mais tarde tudo virá à tona. Por que não agora ?
Ademais, até onde sabemos, o referido médico teria morado na casa que se situa na esquina da avenida dois, com a rua seis, local onde funcionou o antigo Hotel dos Reis, enquanto que a câmara secreta e o túnel que apareceram nos jornais encontram-se situados nos subterrâneos de uma casa localizada NO MEIO DO QUARTEIRÃO!

Estas afirmações errôneas teriam sido um grande equivoco, ou somente mais uma tentativa de negar a evidência para “tranquilizar os povos” ? De qualquer forma, é certo que proferir inverdades como esta, seja de forma deliberada, ou por ignorância, não é a melhor maneira de acalmar a população, pois todos têm o direito de saber a verdade, bem como, de conhecer a realidade da sua história local.
Outra hipótese levantada pelas tais “vozes” “tranquilizadoras” é que aquela câmara, que às vezes afirmam ser apenas um túnel, teria sido um local utilizado para o trafico de escravos e para puni-los. No entanto, até o ano de 1888, quando veio a abolição da escravatura, não era necessário um porão secreto para açoitar ou para comerciar os escravos, pois, naquela época, atividades como estas não eram ilícitas ou condenadas.

 

Em outras palavras, não havia nada a esconder, em relação a isso, durante os cinquenta anos que precederam a libertação dos escravos e a tal sala já existia. Hipóteses “tranquilizadoras” como esta é o que poderíamos, verdadeiramente, chamar de “lendas e fantasias provenientes da imaginação popular”.
Será que os escravos daquela época tinham quatro metros de altura para que fosse necessário construir um cômodo com cinco metros de altura para guardá-los? Teria sido necessário assentar quatro fileiras de tijolos gigantes em cada parede?
Para funcionar como um porão doméstico ou como uma senzala não seria preciso, em absoluto, construir nenhuma estrutura dotada de “uma arquitetura forte e resistente a qualquer fenômeno, seja ele natural ou artificial” e cujo formato se parece mais com uma pequena “catedral” da idade média do que qualquer outra coisa.
Nega-se, pois, a evidencia, e pronuncia-se os maiores absurdos, na esperança de que tais mentiras repetidas inúmeras vezes, acabem se transformando em “verdades”. A mentira, porém, “tem pernas curtas”, e, portanto, não vai muito longe.

Negligenciar deliberadamente provas arqueológicas com o intuito de distorcer as verdades históricas de nossa cidade é prejudicar a imensa maioria da população rioclarense em favor de uns poucos iniciados que teriam algo a esconder.
O fato é que a explicação mais convincente para esta misteriosa construção é que a mesma teria sido usada, por alguma sociedade secreta para a realização de rituais de iniciação extremamente obscuros, a ponto de precisarem ser realizados no subsolo e entre paredes suficientemente espessas para isolarem qualquer tipo de som. Não de deve esquecer que “satanismo é real”.
Em razão disso, pode ser que, alguém, por falta de imaginação suficiente para inventar explicações folclóricas mais convincentes para este importante achado arqueológico, venha a afirmar que cem anos antes da invenção da bomba atômica, alguns rioclarenses, em seu “pioneirismo”, teriam construído, sob aquela casa da rua seis, “o primeiro abrigo antinuclear da face da terra”…
Como diria o jornalista Boris Casoy: “ISTO É UMA VERGONHA!”

  1. RODRIGO PIRES DE OLIVEIRA

Fonte: http://www.previnasedamarca.com/arquivo.php?recebe=materia/maconaria/29/29.html

Existe também um vídeo onde o Dr. Rodrigo faz parte desse depoimento:

Nos próximos artigos estaremos apresentando as opiniões de pessoas de credibilidade, pesquisadores acadêmicos, arqueólogos que estudaram o caso, e de pessoas que apresentam fatos e evidências em bases racionais e lógicas desse caso extremamente misterioso e polêmico.

Jenyberto Pizzotti para Rio Claro Online

jenyberto@yahoo.com.br

 

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RIO CLARO NO RETROCESSO:

GRUTA DO LEÃO – SÍTIO ARQUEOLÓGICO DE RIO CLARO

TRANSFORMADO EM LIXÃO E PONTO DE PROSTITUIÇÃO

Jenyberto Pizzotti

Emoldurando e iniciando esse artigo com a notícia de que a nova administração municipal, após tomar posse em janeiro, irá reduzir a verba com a Cultura em Rio Claro em 50 %, alertamos e registramos o total descaso e abandono, da atual e das administrações anteriores, para com o sítio arqueológico denominado “Gruta do Leão” no Jardim Público, Avenida 2 com Rua 4.

A Gruta do Leão foi provavelmente construída por Samuel Coli, natural de Lucca, Itália, e que fixou residência e formou família em Rio Claro por volta de1874. O senhor Samuel foi o construtor da antiga “Cascata do Jardim”, onde hoje está o “Lago de Diana, a Caçadora (lenda grega).

(Vide fotos na Revista Eletrônica “Rio Claro Online” clicando no link da revista)

Após um interessante trabalho de escavações desenvolvido por arqueologistas e historiadores, e o início de visitações até por estudantes de escolas de ensino fundamental, o local foi, de forma estranha e não muito bem explicado, lacrado e abandonado.

Hoje (há muito tempo) o local foi transformado em um lixão em pleno jardim, local onde à noite, indigentes fazem suas necessidades fisiológicas, e durante o dia o local tem servido como ponto de prostituição. Isso tudo sobre as barbas da omissa e negligente administração pública municipal, e das autoridades e do policiamento que deveriam atuar de forma mais séria na defesa do Patrimônio Público, da História e da Cultura de Rio Claro.

“Coragem para Mudar Rio Claro”, não pode ser só um slogan para se ganhar uma eleição. “Coragem para Mudar Rio Claro” envolve sobretudo comprometimento, não com grupos que se revezam no poder para defender seus próprios interesses, mas com colocar os interesses coletivos do povo rioclarense e o Bem Comum acima de tudo.

A Cultura em Rio Claro, e todas as pessoas que nela atuam (funcionários municipais), e as organizações que a representam, como Bibliotecas Públicas, Pinacoteca, Museus, e profissionais como arqueólogos, restauradores, bibliotecários, produtores de eventos artísticos e culturais, artistas e literatos, e tudo que envolve a Cultura, merecem apoio, incentivo e cada vez mais investimentos, sejam públicos e/ou privados, NÃO CORTES.

Sobre a importância desse sítio arqueológico, hoje abandonado, transcrevo aqui um excelente artigo de Lourenço Favari com colaboração da arqueóloga Maryzilda Couto Campos publicado na Revista do Arquivo – Junho 2011 – Arquivo Público e Histórico de Rio Claro, sobre o trabalho de escavações realizado na Gruta do Leão.

Fonte: Revista do Arquivo – Junho 2011 – Do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro

“A Gruta do Leão – O imaginário, o Redescobrimento e a Inclusão nos Registros Históricos”

Autor:Lourenço Favari

Colaboração: Maryzilda Couto Campos

Famosa pelas histórias que a cercam, a Gruta do Leão, localizada no Jardim Público de Rio Claro, sempre despertou interesse da população e também dos órgãos administrativos. A arqueóloga Maryzilda Couto Campos lembra que foi procurada pela prefeitura na passagem dos anos 80 para os anos 90 para descobrir o local exato que estaria enterrada a edificação. “Fui procurada pela prefeitura de Rio Claro e pelas funcionarias do Arquivo Público para realizar uma prospecção para identificar onde ficava a gruta do leão”, disse.

De acordo com a arqueóloga, a iniciativa começou após a descoberta de uma foto que registrava duas senhoras e uma criança e ao fundo figurava a gruta artificial. “Algumas informações indicavam que a gruta ficava em frente do Cinema Excelsior. Assim, aproveitando um fim de semana prolongado que estive na cidade, com a ajuda dos funcionários da prefeitura realizei um corte no local indicado, mas nada foi encontrado”, pontua.

No entanto, Maryzilda, que contava com a experiência de 20 anos na área arqueológica, propôs a realização de uma nova busca. “Escolhi um local onde a vegetação era mais baixa e o nível do canteiro do jardim mais alto, e logo no início da escavação apareceu uma cúpula de tijolos e cimento, na esquina da Rua 4, com a Avenida 2, em frente da Telefônica”, destaca argumentando que no momento não existia condições de realizar uma escavação arqueológica, desse modo, tapou novamente os vestígios e aguardou uma nova oportunidade.

Muito tempo depois a profissional retornou para Rio Claro para desenvolver outro trabalho: o Projeto do Túnel da Rua 6. “Enquanto esperava a autorização para pesquisa do IPHAN, aproveitamos e demos andamento na escavação da Gruta do Leão e aplicação de métodos geofísicos para identificação de objetos enterrados”.

Ela recorda que aconteceu uma movimentação geral no Jardim Público. “As pessoas passavam e contavam histórias. Meu pai contava que tinha um Leão velho, minha avó disse que o leão foi abandonado pelo Circo, disseram também que o Leão era de mármore branco, outros que era de granito preto”. E os mistérios acerca do local só aumentavam e existem até hoje.

Maryzilda revela que gostou da reação da população e realizou um questionário para especular a memória dos transeuntes, além de descobrir quem acertaria de fato o que estava enterrado.

“Abrimos a gruta pelas beiradas. Só ficou fechada ao meio, onde ficava a entrada da ‘Toca’ e não ‘Gruta’ como foi chamada anteriormente.

O Leão era de argila misturada com cimento e fragmentos de tijolos. Estava todo quebrado, suas patas dianteiras eram mãos femininas e seus olhos pintados com uma sombra anil”, revela.

De acordo com os registros oficiais a edificação teria sido construída no final do século XIX e se tratava de uma atração no jardim, onde os pais passeavam com os filhos. “Evidência disso foram os brinquedos encontrados no decorrer das escavações, outros materiais encontrados foram as pinhas de ferro que adornavam o gradil que fechava o jardim, portanto associamos o seu aterramento com a época da retirada das grades que cercavam o jardim”.

Vale ressaltar que o Jardim Público era cercado por grades e visitado apenas por famílias tradicionais e de alto poder aquisitivo do município. Depois da abertura do local e a retirada das proteções construídas em aço, o portão de entrada foi recondicionado na entrada da Santa Casa de Misericórdia, localizado na Rua 2, com a Avenida 15.”

Revista do Arquivo | Rio Claro | Junho 2011

Jenyberto Pizzotti para Rio Claro Online

jenyberto@yahoo.com.br

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OS MISTERIOSOS TÚNEIS DE RIO CLARO – PARTE 2

 

SUPOSTA REDE DE TÚNEIS SUBTERRÂNEOS

 

LIGANDO EDIFÍCIOS IMPORTANTES EM RIO CLARO

 

Essa suposta Rede de Túneis Subterrâneos em Rio Claro é apenas uma hipótese.

 

Em relação ao sítio arqueológico descoberto na década de 90, alguns pesquisadores que tiveram acesso à parte do local (pois existe passagens lacradas) fizeram uma avaliação (desconheço a metodologia científica aplicada) de que os túneis foram construídos no século XVIII. No entanto, o mais provável é que a construção foi realizada em meados do século XIX (por volta de 1864, pois a residência do Barão de Porto Feliz, onde foram realizadas as primeiras escavações, foi construída em 1864). Interessante também observar no cruzamento de dados e informações que estamos realizando, que alguns outros importantes prédios também foram construídos ou reformados (como é o caso da Igreja Matriz – reformada em 1869) nessa mesma época. Por outro lado, alguns outros importantes prédios dessa suposta “rede” foram construídos já no século XX, nas primeiras décadas. Não podemos deixar de mencionar uma importante observação: dos 25 locais dessa “rede”, a metade dos prédios foi destruída, ou traduzindo…se existiam outras passagens ou “entradas” as mesmas foram lacradas e escondidas por obras de engenharia sobrepostas nesses locais.

 

O tema é muito polêmico e exige investigação e metodologia científica. E as hipóteses e teorias levantadas são as mais diversas possíveis. Podemos desde comparar fotos tiradas do interior da “sala” subterrânea com imagens (veja anexo) de uma sala de sacrifícios dos Maias em Bonampak um sitio arqueológico Maia, localizado na Selva Lacandona, no municipio de Ocosingo, estado de Chiapas, México, a uns 30 km ao sul de Yaxchilán, na fronteira do México com a Guatemala onde prisioneiros eram preparados para sacríficio humano, até lugar de esconderijo para abolicionistas e escravos fugidos, o que acredito ser mais provável, devido ao período de luta abolicionista e/ou período das lutas pela República em Rio Claro e no Brasil.
Apenas o trabalho de pesquisas com metodologia científica aplicada poderá esclarecer realmente o que são e com que finalidade foram construídos esses túneis. Estaremos buscando as respostas.

 

Jenyberto Pizzotti para Rio Claro Online

jenyberto@yahoo.com.br

 

Em seguida, a lista descritiva dos locais enumerados no mapa.

 

 1 – Prédio (antiga Imobiliária Saraiva) onde na década de 90 foram iniciadas escavações, em seguida as entradas e passagens foram lacradas

 

 2 – Residência do Barão de Porto Feliz (construído -1864) / atual cine/foto

 

 3 -Antigo Hotel dos Reis (DESTRUÍDO) / atual Imobiliária

 

4 – Cine Teatro Variedades (construído – 1912) / atual supermercado

 

 5 – Antigo Hotel (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

 

6 – Residência do Barão de São João de Rio Claro (construído – 1865) – atual Escola Marcelo Schmidt

 

7 – Gabinete de Leitura (construído – 1890)

 

8 – Solar do Barão e Baronesa de Dourado (construído – 1863) (DESTRUÍDO/Restaurado) – atual Museu

 

9 – Antiga Prefeitura (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

 

10 – Antiga Loja Maçonica – atual Loja Maçonica

 

11 – Residência de Siqueira Campos (construído – 1868) / atual Casa da Cultura

 

12 – Residência Família Fontes (construído – 1937) – Casa de Ulisses/Puríssimo

 

13 – Igreja Matriz (construído – 1828 / reformado – 1869)

 

14 – Residência Família Almeida Santos (construído – 1910)

 

15 – Colégio Puríssimo (construído – 1909)

 

16 – Escola Cel Joaquim Salles (construído – 1900) / antigo Cemitério

 

17 – Antiga Cadeia Municipal (DESTRUÍDO) / atual Fórum

 

18 – Residência de Dna Luisa Botão (construído – 1899) / atual Escola Bayeux

 

19 – Prédio Família Pires (DESTRUÍDO) / atual Farmácia

 

20 – Antigo Teatro São João/ Teatro Phenix (DESTRUÍDO) / atual loja de calçados

 

21 – Residência Família Dr. Coelho (DESTRUÍDO) / atual Banco Itaú

 

22 – Residência Família Mazziotti / Família Cartolano (DESTRUÍDO) / atual farmácia

 

23 – Residência Família (?) – frente Prefeitura – (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

 

24 – Residência Família Timoni (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

 

25 – Residência Família Cel Marcello Schmidt / Família Dr. Ruy (DESTRUÍDO) / atual estacionamento

 

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Sala de sacrifícios dos Maias em Bonampak um sitio arqueológico Maia, localizado na Selva Lacandona, no municipio de Ocosingo, estado de Chiapas, México, a uns 30 km ao sul de Yaxchilán, na fronteira do México com a Guatemala onde prisioneiros eram preparados para sacríficio humano

 

 

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Com um Triple/Double do astro LeBron James que anotou 27 pontos, pegou 11 rebotes e distribuiu 11 assistências, além de aplicar um “toco” antológico no ala Iguodala, o Cleveland Cavaliers venceu o Golden State Warriors por 93 a 89 e tornou-se a primeira equipe a virar uma desvantagem de 3 a 1, no playoff final, para 4 a 3 e conquistar o título da NBA.

O sétimo e decisivo jogo, realizado na noite deste domingo foi de tirar o fôlego. Com vinte trocas de comando do placar e por onze vezes empatada, a partida ganhou ares de dramaticidade nos minutos finais quando o placar apontava 89 a 89 a 4 minutos e 39 segundos para o encerramento do jogo. O ansiedade começou a tomar conta dos jogadores que passaram a querer decidir rapidamente e sem sucesso.

Faltando 53 segundos para o fim do jogo o armador Kyrie Irving matou uma espetacular bola de 3 pontos, colocando o Cleveland Cavaliers com 92 a 89. O Golden State Warriors ainda teve chance de virar o jogo mas o Cleveland Cavaliers estava mais bem postado defensivamente e não permitiu a reação, fechando o jogo e conquistando o primeiro título da franquia, para delírio da sua apaixonada torcida. A cidade de Cleveland não via um título nas principais ligas esportivas profissionais há 52 anos. Acabou a seca!

Antes de ser anunciado como o MVP das finais, LeBron James falou sobre a emoção de estar cumprindo a promessa feita há dois anos quando retornou a Cleveland. “Eu estou feliz por fazer parte da história”, “Eu estou em casa”, “Eu estou em casa”. “Cleveland, isto é para você”, foram palavras do emocionado James.

Além do desempenho deste “monstro” chamado LeBron James, o Cleveland Cavaliers ainda contou com boas atuações do armador Kyrie Irving com 26 pontos, e do ala/pivô Kevin Love com 14 rebotes e 9 pontos.

Pelo Golden State Warriors o grande nome foi o ala/pivô Draymond Green, que ficou a uma assistência do Triple/Double ao anotar 32 pontos, sendo 18 em 6 bolas de 3 pontos convertidas em 8 arremessadas, ou seja, 75% de aproveitamento, pegar 15 rebotes e distribuir 9 assistências.

Nesta segunda-feira a partir das 21:00 horas, o SporTV2 estará exibindo o VT inédito do jogo 7 entre Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers.

Segunda-feira, 20/06/2016 às 02:05 por Byra Bello

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No último sábado (18) um importante encontro social e filantrópico foi realizado com absoluto sucesso em Rio Claro. O evento reuniu diversas entidades civis dos mais diversos segmentos, como filantropia, ongs sem fins lucrativos, preservação ambiental e do patrimônio, proteção aos animais e outras, pautando expediente de extrema relevância e fundamental interesse geral pelo bem comum da coletividade rioclarense. O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi realizado na Casa de Nossa Senhora.

O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi criado e realizado por iniciativa de Jenyberto Pizzotti, presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, e contou com a organização e apoio da Agência Interativa Nautilus Publicidade, da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e recebeu total apoio do NAPEC – Núcleo de Apoio e Proteção às Entidades Civis, órgão da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP, comissão essa presidida pelo Dr. Orlando de Pilla Filho, uma das maiores autoridades no país na área dos Direitos Humanos.

Os objetivos que se esperou alcançar com a realização desse I Fórum foi identificar, aproximar e conectar as entidades civis de Rio Claro para que, através de um processo de sinergia, pudessem expor suas atividades, realizações, dificuldades e necessidades, e nessa troca de informações e experiências, buscar juntas a potencialização de seus mecanismos de comunicação e busca de maiores e melhores recursos junto à população e aos poderes públicos.

Com a realização do I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro, foi também disponibilizado as entidades civis, o apoio irrestrito do NAPEC – Grupo de Apoio as Entidades Civis da CDH/OAB, na área dos Direitos Humanos, e o apoio voluntário e logístico nas áreas de Comunicação, através da Agência Interativa Nautilus Publicidade com sua diretora Leila Duckur Pizzotti e sua equipe de Marketing.

As apresentações e levantamento de informações e necessidades das entidades obtidas no Fórum, serão apresentadas com maior detalhamento na realização do CONGENUS (Convenção Geral dos Núcleos), evento realizado anualmente pela Comissão de Direitos Humanos da OAB, que será realizado em agosto próximo.

O evento contou com diversas entidades e seus representantes: OAB – Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro (Dr. Orlando de Pilla Filho, Dr. Juarez Vicente de Carvalho, Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame), OAB – Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Piracicaba (Dra. Chrystiane Castellucci Fermino), GACC – Grupo de Apoio às Crianças com Câncer (Thamires Meira Rodrigues), APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Sonia Maria Bastos Buchdid , Renata Claro de Oliveira), Hospedaria de Emaús (Mirieli Gracini Oliveira), Associação Pastoral de Assistência Social N. Senhora Aparecida (Regina Claret Kapp dos Santos), Movimento LGBT de Rio Claro (Leila M. Duckur Pizzotti, Giovana C. Sampaio), AJA – Associação da Juventude Ativa (Kauan Alves Talarico, Juliana Negruzzi, Aline Magalhães, Ronaldo Henrique do Monte, Leonardo Augusto Bernardo), Casa de N.Senhora (irmã Judithe Maria Rodrigues, irmã Tereza Palermo, Adriana Codo Ricardo), Associação Chácara dos Pretos (Claudio Roberto Pereira), DEFCON – Instituto de Defesa do Consumidor (Dr. Sérgio Santoro), UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro (Maria Cristina Schmidt, Michele Crespo, Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame), Grupo Informando e Salvando Vidas (Victoria Alejandra Hiriart), Projeto Ambiental Amor Verde (Rosa Rosangela Perinetti Cruz), Sociedade do Bem Comum (Jenyberto Pizzotti), e contou também com a honrosa presença de cidadãos e cidadãs, entre eles, Heitor Roberto Tommasini, Kaly Castellucci, Jessica Moraes Silva, Edi Conceição Cristofoletti de Pilla, Airton Moreira Junior, vereador José Júlio Lopes de Abreu, escritora Elisandra Pauleli, autora do projeto “Faça Amizades, Bullying Não”, e o psicopedagogo Jucá Júlio Sanchez Trindade.

A cobertura jornalística desse histórico evento foi realizada por João Baptista Pimentel Junior, editor da Rede Cidade Livre Comunicação Comunitária, Editor na empresa Diálogos do Sul e Produtor Executivo na empresa CREC – CINEVÍDEO Roberto Palmari, Eber Novo também da Rede Cidade Livre, e pelos profissionais Michael Edward Willis e Isabella Argento da Willis Fotografia, Giovana C. Sampaio da Nautilus Publicidade e Revista Eletrônica Rio Claro Online, e o fotógrafo Lauriel Luiz Claro.

O evento recebeu o apoio de Victoria Alejandra Hiriart do Grupo “Ongs e Entidades Civis de Rio Claro” (Facebook), Aline Rossi da “Valentina Salgados” e Carlos e Sarita Trost da “Quero Bolo”.

Maiores informações podem ser obtidas através dos telefones (19) 9 9801. 7240 / (19) 9 9292.9080 ou do e-mail contato@rioclaroonline.com.br

 

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