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16 de fevereiro de 2019

Saudades da Manuzinha e da nossa família completa Rio Claro/SP


Em dezembro de 2017, Manuelly Caroline Borges Fávaro, de um ano e cinco meses, morreu depois de ter passado várias vezes pelas Unidades de Pronto Atendimento da 29 e do Cervezão e feito uma consulta particular. O atestado de óbito constatou problemas cardíacos, insuficiência respiratória, pneumonia extensa.

 

A Família levou menina de 1 ano e 5 meses quatro vezes em UPAs e uma vez a consulta particular.

 

A família contou que enfrentou uma peregrinação em busca de atendimento. Durante mais de uma semana, pai e mãe levaram a pequena Manuelly Caroline Borges Fávaro várias vezes ao médico. “Estamos despedaçados, isso dói demais”, disse o pai, Bem Hur Fávaro Borges.

 

No começo do mês, Manuelly apresentou tosse, respiração ofegante, vômitos e palidez. O plano de saúde particular não atendeu porque mãe tinha sido demitida dias antes.

 

Os pais então foram à UPA da Avenida 29. Segundo eles, o pediatra diagnosticou problemas de garganta e receitou expectorantes, antiinflamatórios, inalação por quatro dias e liberou a menina, que não melhorou.

 

Preocupados, os pais ainda marcaram uma consulta com um médico particular. Ele confirmou o diagnóstico do clínico geral e manteve a medicação. Sem melhora no quadro, a família levou a menina novamente à UPA do Cervezão.

 

Uma pediatra receitou sete injeções que deveriam ser tomadas todos os dias durante uma semana.

 

A medica pediu raio x e constatou a pneumonia.

 

Manuelly Caroline Borges Fávaro não resistiu e morreu no domingo 10/12/2017.

 


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Os pais contam para a Rio Claro Online, que Manuzinha gostava de correr, nadar de escorregador, balança e muito pula pula. O pai Ben Hur comenta: “Viu como ela era bem cuidada e amada, onde nos iamos, ela estava junto, fora nossos banhos diários e dormir juntinhos, na hora de comer era uma farra meu Deus, nos divertíamos muito mesmo, ela sempre foi muito meiguinha e sorridente, uma benção de menina, saudades da Manuzinha e da nossa família completa Rio Claro/SP. Nossa CIDADE está banhada em Sangue pela morte da minha filha MANÚ e das outras crianças… “.

 

Segundo fontes, a Prefeitura de Rio Claro/SP abriu sindicância interna e um ex assessor disse que foi constatada a negligência médica, e que ainda está em apuração o caso.

 

A mãe, Mariana Favaro está buscando e precisando de atendimento psicológico no momento.

 

A dor e perda dos pais são enormes, essas imensuráveis e irreparáveis, a família ainda cobra por Justiça incansavelmente, tanto pessoalmente como nas redes sociais da cidade, e grita em meio a um silêncio ensurdecedor da Prefeitura nas denúncias de negligência.

 


karma
8 de fevereiro de 2019

Escolhas Versus Destino


Alguns enfrentam de peito aberto. Outros se esquivam, até chegar ao extremo.

 

Mas o fato é que todos os dias, inevitavelmente, se você escuta axé ou metal, se mora numa cabana ou num iglu. Você faz escolhas. E às vezes nem percebe. Simplesmente não há como fugir.

 

Sim, às vezes dá vontade de ir para as colinas e ficar enrolado num cobertor, comendo salgadinho e assistindo Caverna do Dragão. Mas… crescer é isso. É ter que decidir. Todos os dias. Bem-vindo ao mundo dos adultos.

 

Até os indecisos, procrastinadores e despreocupados já decidiram. Eles só ainda não perceberam que ‘não escolher’ também é uma escolha.

 

Realmente, acredito que algumas situações já fazem parte do nosso ‘karma’.

 

A palavra ‘Karma’ vem do sânscrito e significa “ação”. Muitas doutrinas utilizam esse termo no contexto de que há sempre uma responsabilidade em cada ação nossa. Justíssimo, não!?

 

Eu acredito em karma. Acredito ser responsável pelas minhas ações e que elas terão uma consequência. Mas me nego ter que aceitar tudo como um fardo imutável.

 

Pois cabe a nós permitir ou manter. Coisas, pessoas, situações. Nada vem ou fica em vão.

 

Assim como nada vai embora antes da hora. Se ainda está ali é porque há algum aprendizado. Ou, algumas vezes, teimosia. Mas ainda assim, mesmo na teimosia, há uma lição. Culpar a vida, o destino e se sentar confortavelmente na posição vítima é uma péssima escolha. Só traz sofrimento e é uma perda de tempo precioso.

 

“Mas essa situação não muda! ”. “Essa pessoa não vai embora! ”. “Nada acontece! ”. Se nada muda, mude você!

 

Pergunte-se: qual a parte de mim que ainda precisa disso e que está se agarrando – mesmo inconscientemente – nesta pessoa/situação/emprego? Por que ainda preciso disso em minha vida? O que ainda não estou entendendo?

 

Aceitar as situações que nos chegam e principalmente aprender a lição que elas trazem é um ato de muita maturidade e acelera os processos dolorosos. É milagroso. É um ato de amor consigo e responsabilidade com a própria vida.
E o que isso tem a ver com escolhas então? Tudo! Cabe a você escolher se quer manter ou não!

 

“A cada escolha, uma renúncia.”. Faz sentido. Mas ainda quero acreditar que a cada escolha, surge uma nova oportunidade. A realidade vai se moldando ao nosso redor. O caminho se faz ao caminhar.

 

Se uma palavra pode mudar tudo, que dirá uma decisão.

 

‘Mas e se…’ “E se eu tivesse escolhido diferente? ”

 

Pra mim, essa é uma das perguntas mais inúteis e torturantes que alguém pode fazer a si mesmo.

 

Se você se pergunta isso e realmente tivesse escolhido diferente, provavelmente se perguntaria exatamente a mesma coisa.

 

“Se fosse hoje eu não me casaria! ”. “Se fosse hoje eu não teria escolhido essa faculdade. ”. “Se fosse hoje eu teria feito diferente. ”.

 

Ah, assim é fácil falar, depois que já passou… As pessoas às vezes confundem a realidade concreta da imaginária.

 

Acham que sabem os misteriosos caminhos da vida. Alguns falam de destino, sina. “Tinha que acontecer “. Outros colocam a culpa ao acaso. Destino nada mais é do que o resultado de toda a vida que foi processada até então.

 

Todos os seus comportamentos, crenças, ações. Tudo isso combinado vai dar em algo. Que nada mais é do que o seu momento atual. O seu presente, um dia foi um futuro distante.

 

Hoje você vive a consequência das suas escolhas do passado. Boas, ruins, planejadas ou não.

 

Você quem quis assim.

 

“Ah, mas é muito injusto isso”. Por que injusto? Foi você quem escolheu.

 

Ora, que livre arbítrio fajuto seria esse que nos prometeram se não pudéssemos escolher?

 

Assuma o seu poder, o poder que pode mudar sim a sua realidade. Ninguém falou que seria fácil.

 

Mas ainda dá tempo de fazer valer a pena.

  

Fonte: O Segredo


aprendi
8 de fevereiro de 2019

Aprendi A Não Bater De Frente Com Quem Só Entende O Que Lhe Convém


Uma das coisas mais desagradáveis que ocorrem é sermos mal entendidos, quando o outro deturpa nossas palavras ou nossas atitudes, descontextualizando-as e utilizando-as em proveito próprio, enquanto nos coloca como o vilão da história. A gente acaba até ficando sem saber se nós é que não soubemos nos colocar ou se o outro é que não sabe interpretar um texto.

 

Infelizmente, quanto mais tentarmos provar o nosso ponto de vista, quanto mais nos explicarmos, pior ficaremos, porque quem não entende da primeira vez raramente compreenderá dali em diante.

 

Quem se faz de bobo e de vítima jamais será capaz de assumir seus erros, de se responsabilizar por seus atos, de se colocar no lugar de alguém. Tentar fazê-los enxergar além de seu umbigo é inútil.

 

Na verdade, teremos que sempre ser verdadeiros e claros, com todo mundo, pois, assim, quem nos conhece de fato e gosta de nós não se abalará com as maledicências que alguém tentar espalhar sobre nossa pessoa.

 

Temos que ter a tranquilidade de que vivemos de acordo com o que somos, sem dissimulações e meias verdades, para que a mentira alheia não nos atinja nunca, tampouco possa ser levada em conta por quem nos é importante.

 

Eu costumava bater de frente, quando entendiam errado o que eu dizia, quando maldiziam minhas atitudes. Hoje, não perco mais tempo tentando provar nada a ninguém, de jeito nenhum. O meu tempo é por demais precioso e resolvi aproveitá-lo fazendo o que eu gosto, junto com quem me faz bem.

 

Hoje, tenho a certeza de que muitas pessoas só entenderão aquilo que quiserem e da maneira que melhor lhes convier.

 

Não importa o que eu diga ou o que eu faça, muitas pessoas somente interpretarão minha vida de acordo com o nível de percepção delas mesmas, para que possam se justificar através dos erros que transferem ao mundo – segundo elas mesmas, elas nunca erram. Não tenho muito tempo livre, portanto, não gastarei mais energia com quem não merece. Vivamos!

 

 

Por Marcel Camargo – Portal Raízes


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7 de fevereiro de 2019

DO-e: instalação de software nos departamentos é concluída


Foi finalizada a primeira etapa de implantação da versão eletrônica do Diário Oficial do Município.

 

A informação é do Ouvidor Carlos Marques, que liderou equipe de servidores responsáveis por desenvolver o software público que organiza de forma sistemática o material para a publicação.

 

A única secretaria que deve ter o software instalado nesta quarta-feira (6) é a de Esportes, chefiada por Ronald Penteado (Progressistas). “Todas as demais estão com software funcionando. Cada departamento que demanda publicações oficiais também”, esclarece.

 

“Essa é a primeira etapa. A partir de agora, passamos a desenvolver novas ferramentas para consulta e exibição do DO-e, introduzindo novas ferramentas e, com elas, podendo indexar mais e melhor os buscadores, buscando facilitar para a consulta pública”, diz.

 

FACILIDADE

 

De acordo com Marques, 78 servidores já podem enviar os atos oficiais de seus respectivos departamentos pelo novo sistema. “Com a [pasta de] Esportes, serão 80 pessoas plugadas no mesmo sistema, formando uma rede para dar publicidade aos atos aficiais”, explica.

 

ADAPTAÇÃO

 

Questionado sobre a adaptação dos servidores ao novo modelo, destacou: “não encontramos dificuldades na adaptação, pois optamos por não quebrar a cultura no primeiro momento. Ao contrário, recebemos muitos elogios pela facilidade e autonomia que o sistema oferece”.

 

SEGUNDA ETAPA

 

A próxima etapa do projeto pretende avançar na construção do Sistema de Informações Municipais (Sim), órgão implantado no Plano Diretor 2017, e que é responsável por disponibilizar ao cidadão informações legais e oficiais. “A próxima etapa depende de um servidor que está sendo providenciado, o que nos possibilitará dar um grande passo na construção do Sistema de Informações Municipais (Sim), renovando o site e as ferramentas de transparência tão necessárias e desejadas pelo cidadão”, informa.

 

O investimento no novo equipamento deve ficar entre R$ 8 e R$ 10 mil, com garantia de funcionamento de cinco anos, mesmo período de vigência do último contrato de impressão do antigo Diário Oficial, e que custou aos cofres municipais R$ 1.925.000,00.

 

MANUAL

 

Um manual de normas técnicas também está em fase de produção para auxiliar os servidores na produção dos documentos oficiais. “O Arquivo Público Municipal irá nos ajudar a completá-lo, não só com normas, mas com modelos de documentos a serem adotados com o objetivo de padronizarmos a produção em todas as secretarias e departamentos, o que vai facilitar ainda mais o entendimento por parte do cidadão”, enfatiza.

 

DIÁRIO OFICIAL

 

O Diário Oficial é uma ferramenta do poder público que tem como objetivo dar publicidade aos atos oficiais da prefeitura. Até novembro de 2018, a versão impressa custava aos cofres municipais R$ 385 mil ao ano. Decreto de 17 de dezembro, editado pelo prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria (Democratas), permitiu que a publicação fosse editada apenas na versão digital.

 

 

Diário do Rio Claro


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28 de janeiro de 2019

Prefeitura de Rio Claro eliminará 32 prédios de sua lista de aluguéis


Além de devolver imóveis, prefeitura tem renegociado valores dos aluguéis.

 

A prefeitura de Rio Claro está conseguindo diminuir o número de imóveis alugados em sua lista de despesas. Até o fim deste ano, 32 prédios deixarão de ser ocupados por repartições públicas municipais e serão devolvidos aos seus proprietários. Até o momento, foram devolvidos 16 imóveis e outros 16 estão em processo de devolução sempre observando as regras contratuais. São imóveis que eram locados por várias secretarias como Educação, Saúde, Esportes e Turismo, Desenvolvimento Social, entre outras.

 

“Vamos manter esta estratégia de diminuir custos também com os aluguéis”, afirma o secretário municipal de Economia e Finanças, Gilmar Dietrich, lembrando que os valores dos aluguéis sofrem reajustes anuais. “Os custos eram cada vez maiores, então estamos reduzindo a lista de prédios alugados e renegociando valores daqueles que continuam alugados”, informa Dietrich. Recentemente, a prefeitura também economizou com o Diário Oficial, que deixou de ser impresso e agora é exclusivamente eletrônico.

 

Para diminuir os gastos com aluguéis, alguns departamentos foram transferidos para prédios próprios ou aglutinados num único espaço, sem deixar de observar a qualidade do atendimento oferecido à população. A prefeitura também fez renegociação de contratos. “Temos que levar em conta não somente a economia de recursos, mas também a funcionalidade do serviço, o bem estar dos funcionários e as condições de atendimento à população”, destaca o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria.

 

A prefeitura tem atualmente 69 imóveis alugados, dos quais 16 estão em processo de devolução. Mais de 70% desses contratos foram assinados pela administração municipal anterior nos anos de 2013 a 2016. A atual gestão municipal alugou 17 imóveis, sendo a maior parte para abrigar escolas e oferecer melhor estrutura para os alunos. Nos último dois anos, cinco unidades de ensino e dois projetos educacionais ganharam novas e melhores instalações. É o caso da Escola Municipal Darci Reginatto que mudou para prédio melhor gerando economia mensal de R$ 3 mil em aluguel.

 

Da mesma forma, a Escola Marina Fredine Dainese Cyrino também mudou de endereço com redução de 57,80% no aluguel, que diminuiu de R$ 6,4 mil para R$ 2,7 mil por mês. A prefeitura também locou o prédio que abrigou a Faculdade de Tecnologia de Rio Claro (CBTA), no Jardim Anhanguera, onde está funcionando a Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) e será instalada uma escola para 550 crianças. O Banco do Povo saiu de prédio locado para espaço próprio no paço municipal, medida que também será adotada com o Atende Fácil, que em breve deixará de pagar mensalmente aluguel de R$ 21,5 mil. Na Saúde, as unidades de saúde da família do Mãe Preta e do Jardim Progresso saíram do aluguel para prédio próprio. A Fundação de Saúde tem atualmente 13 imóveis alugados, sendo 11 contratos herdados da gestão anterior.

 

Além dos imóveis alugados para abrigar escolas e serviços públicos, o município custeia aluguéis para serviços importantes para a população, como fórum, junta militar, cartório eleitoral, IBGE, entre outros. “Sem esse apoio, Rio Claro perderia vários serviços obrigando a população a se deslocar para outras cidades em busca de atendimento”, observa o prefeito Juninho da Padaria.

 

Vale lembrar que o processo de devolução tem que obedecer as regras contratuais e a prefeitura tem que devolver os imóveis nas mesmas condições em que foram locados, o que demanda certo tempo para que sejam feitas as manutenções necessárias.

 

 

IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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25 de janeiro de 2019

Não importa o que seus pais fizeram, agora o responsável pela sua vida é VOCÊ


Tanto faz. Não importa o que os seus pais fizeram ou deixaram de fazer no momento deles. No presente, o responsável pela sua vida é você.

 

Você é responsável pelo que você cria para si, pela família que constrói, pelo amor próprio que pratica, pelos abraços que dá em si mesmo, pelo calor de afeto que gera para si e para os que o rodeiam.

 

Sim, é verdade, o que acontece na infância, na adolescência, e até mesmo na vida adulta com os nossos progenitores nos marca para a toda a vida.

 

No entanto, isso não nos exime da responsabilidade que temos sobre a nossa vida e nossas emoções. O presente é o momento ideal para depurar o nosso passado e desintoxicar a nossa vida sentimental.

 

Se o frio do afeto paterno ainda é constante, é hora de deixar o casaco de lado e acender a lareira. As desculpas e os rancores não nos permitem viver, e muito menos construir um lar em nosso interior. Porque um lar é quente, e conviver em permanência com a recordação de uma criança com defeitos só transforma o nosso eu-afetivo em um gélido iglu.

 

Não podemos viver sem termos curado as nossas feridas, sem termos deixado de lado as lâminas das facas…

 

Curar feridas de um legado disfuncional da infância

 

Todos nós temos, em maior ou em menor grau, marcas de toxicidade na nossa infância. Acontece que em alguns casos o negativo supera o positivo e, portanto, a família se transforma em uma rede complexa de relações, vínculos e sentimentos distorcidos ou ambivalentes.

 

Há figuras paternas que não são sinônimo de alegria, identidade, união, lealdade, respeito, amor e fidelidade. A elaboração dos vínculos com os nossos pais longe desse ideal nos transforma em caldeirões em ebulição, os quais são gênese de dinâmicas complexas e nocivas.

 

Talvez à primeira vista nos vejam calmos, mas na realidade, lá no fundo escondemos verdadeiras forças antagônicas que lutam para lubrificar nossas crenças, nossos valores e nossos sentimentos sobre o mundo e sobre nós mesmos.

 

Na infância, a família é o que representa a nossa realidade e a nossa referência, por isso não é estranho tentarmos repetir certos padrões, mesmo que sejam disfuncionais.

 

Os pais são pessoas e, como pessoas que são, cometem erros. No entanto, a dor provocada no filho se mantém. Neste sentido, não importa que afirmemos sem pudor que devemos aprender com os nossos erros, também podemos aprender com os erros cometidos por nossos pais.

 

Assim, quem não teve a sorte de crescer em uma família totalmente funcional tem que realizar um trabalho duplo para se fortalecer e apreciar o sentimento de amor e respeito em relação a si mesmo e às pessoas ao seu redor. Para alcançar isso, é bom contar com o guia de um profissional de saúde mental, o qual nos ajudará a abrir as vias de comunicação com nós mesmos.

 

As condutas autodestrutivas e de castigo em relação aos outros devem ser reavaliadas e rejeitadas pelo nosso ‘eu’ do presente, o qual se constitui como um ‘eu’ adulto e com capacidade de discernir sobre a possibilidade de se realizar.

 

Resgatar a ideia de que somos merecedores de amor e de que podemos nos brindar segurança e afeto incondicional em primeira pessoa é essencial para curar as feridas que as figuras paternas, uma ou ambas, criaram na nossa criança interior.

 

Infância é destino, diria Freud; mas o certo é que não podemos viver indefesos toda a nossa vida sob a desculpa de que tivemos uma infância complicada e longe de ser a ideal. Devemos interiorizar a mensagem de que não importa o quão destrutivas tenham sido as nossas relações entre pais e filho, as perspectivas sobre o nosso futuro correspondem a nós.

 

Este ponto é realmente um desafio ambicioso, pois requer uma grande vontade de trabalho interior para rejeitar os julgamentos parentais que vimos alimentar (ou destruir) a nossa autoestima a vida inteira.

 

Seja quem for, sentir-se valioso ou merecedor da felicidade e do amor é um pilar fundamental para a sua capacidade de desenvolvimento de vida. Isto requer que você seja altamente empático ou empática consigo, reconhecendo através dessa empatia o direito de viver a sua própria vida da forma que você escolher.

 

 

Autora: Raquel Brito
Fonte: www.amenteemaravilhosa.com.br


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23 de janeiro de 2019

Espaço Livre do Lago Azul está sem iluminação, fios de energia elétrica são furtados novamente


O Lago Azul em Rio Claro/SP mais uma vez está sem iluminação devido a um furto de fios de energia elétrica na madrugada desta terça-feira (22).

 

Ladrões furtaram toda a fiação das quadras poliesportiva e do barracão utilizado para a realização de eventos.

 

O local está completamente abandonado e às escuras. Foram furtados aproximadamente 1.300 metros de fios.

 

“Infelizmente mais uma vez o parque sofre vandalismo. Esse tipo de crime prejudica os usuários e gera gastos ao poder público porque os cabos têm que ser repostos para que a iluminação seja restabelecida”, explica Emílio Cerri, secretário municipal de Agricultura, Abastecimento, Silvicultura e Manutenção.

 

A prefeitura irá providenciar os reparos dos danos, mas isso levará algum tempo, “A prioridade inicial é para o setor que abriga a sede da Vigilância Patrimonial e campo de bocha”, afirma o secretário Emílio.


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22 de janeiro de 2019

Flávio Bolsonaro empregou mãe e mulher de chefe do Escritório do Crime em seu gabinete


Senador eleito fez duas homenagens ao capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega.

 

Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete a mãe do chefe do Escritório do Crime, o Capitão Adriano. Ele empregou também sua mulher.

 

Diz O Globo:

 

“Adriano é amigo de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e investigado sob suspeita de recolher parte dos salários de funcionários do político. Teria sido Queiroz – amigo também do presidente Jair Bolsonaro desde os anos 1980 – o responsável pelas indicações dos familiares de Adriano.

 

A mãe de Adriano, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, ocuparam cargos no gabinete de Flávio Bolsonaro. Elas tinham o cargo CCDAL-5, com salários de R$ 6.490,35. Segundo o Diário Oficial do Estado, ambas foram exoneradas a pedido no dia 13 de novembro de 2018.”

 

 

Fonte: O Globo

O senador eleito Flávio Bolsonaro

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo


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18 de janeiro de 2019

Étienne de La Boétie: Como nos escravizamos


Desde o nascimento da civilização, os governantes tirânicos atormentaram a humanidade. Impulsionados por um apetite insaciável pelo poder, esses indivíduos têm feito o melhor que podem para controlar tanto a mente quanto o corpo de seus súditos. Visto sob esta luz, a história da civilização é uma história de vários graus de escravização humana.

 

Especialmente no caso de regimes mais autoritários, tem sido comum supor que as massas são meramente vítimas de sua escravização, incapazes de montar qualquer forma de resistência devido à ameaça da força exercida pelos que estão no poder.

 

No século 16, o filósofo francês Etienne de La Boétie desafiou essa visão em seu ensaio The Discourse on Voluntary Servitude (O Discurso da Servidão Voluntária). Todos os governos, ele argumentou, incluindo os mais tirânicos, só podem governar por longos períodos se tiverem o apoio geral da população. Não só os que estão no poder são em grande desvantagem em número daqueles sobre os quais eles governam, mas os governos confiam nas populações subjugadas para fornecer-lhes um suprimento contínuo de recursos e mão de obra.

 

Se um dia um número suficiente de pessoas se recusasse a obedecer e deixasse de entregar sua riqueza e propriedade, seus opressores, nas palavras de La Boétie, “Tornar-se nu e desfeito e nada, assim como, quando a raiz não recebe alimento, o ramo murcha e morre.” (Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária) Portanto, a submissão em massa até mesmo aos regimes políticos mais opressivos é sempre uma servidão voluntária, baseada no consentimento popular. Como de La Boétie explica:

 

“Obviamente, não há necessidade de lutar para superar este tirano único, pois ele é automaticamente derrotado se o país recusar o consentimento para sua própria escravização: não é necessário privá-lo de nada, mas simplesmente não lhe dar nada; não há necessidade de que o país faça um esforço para fazer tudo por si mesmo, desde que não faça nada contra si mesmo. São, portanto, os próprios habitantes que permitem, ou melhor, provocam sua própria sujeição, pois, deixando de se submeter, acabariam com sua servidão. Um povo se escraviza, corta sua própria garganta, quando, tendo uma escolha entre ser vassalos e ser homens livres, deserta suas liberdades e assume o jugo, dá seu próprio sofrimento, ou melhor, aparentemente o recebe. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Neste artigo, vamos explorar os insights de La Boétie sobre por que as pessoas ao longo da história e nos dias modernos agiram contra seus melhores interesses e consentiram em sua escravização.

 

A maioria dos animais exibe um instinto natural de ser livre. Quando é feita uma tentativa de capturar um animal, ele foge aterrorizado ou reage com agressiva agressão. Quando tomado de seu habitat natural e colocado em cativeiro, seu vigor inato atrofia e é substituído por letargia e desânimo. A domesticação bem sucedida de uma espécie, portanto, geralmente requer inúmeras gerações de reprodução seletiva, a fim de erradicar o instinto do animal de vagar e viver livre. La Boétie afirma que nos seres humanos esse instinto de liberdade é especialmente pronunciado. Vários fatores sociais, no entanto, atrofiaram esse instinto natural ao longo do tempo, a ponto de agora “o próprio amor à liberdade não mais parecer natural” ( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária ).

 

Um desses fatores, segundo La Boétie, é “a poderosa influência do costume”, ou seja, nossa tendência a nos acostumarmos às condições sociais e políticas em que nascemos. Assim como um animal nascido em cativeiro nada sabe da liberdade que lhe falta e, portanto, não resiste a suas cadeias, os nascidos na escravidão do Estado também não têm o conhecimento do que significa ser livre, e assim tendem a aceitar sua servidão como se fosse natural. Quando alguém passa seus anos de formação observando aqueles que os rodeiam não resistindo a seus opressores, mas aceitando-os, e até adorando-os, os efeitos do costume tendem a superar o instinto natural de liberdade, e a submissão torna-se habitual.

 

“É verdade que no princípio os homens se submetem sob restrição e pela força; mas aqueles que vêm depois deles obedecem sem se arrepender e executam de bom grado o que seus antecessores fizeram porque tiveram que fazê-lo. É por isso que os homens nascidos sob o jugo e depois nutridos e criados na escravidão estão contentes, sem mais esforço, em viver em sua condição nativa, desconhecendo qualquer outro estado ou direito, e considerando como natural a condição em que nasceram. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Mas o costume por si só não explica a prontidão com que as pessoas consentem em sua servidão, já que as classes dominantes sabem há muito tempo que, para manter o poder, elas devem desempenhar um papel ativo no consentimento da engenharia. “Jogos, farsas, espetáculos, gladiadores, animais estranhos, medalhas, imagens, e outros tais opiáceos, estes eram para os povos antigos a isca para a escravidão, o preço de sua liberdade, os instrumentos da tirania.” (Étienne de La Boétie, Discurso sobre a Servidão Voluntária) Nos dias modernos, esses instrumentos de tirania mudaram de forma, mas sua essência permanece a mesma. O suprimento infinito de diversões irracionais fornecidas pela mídia de massa e indústria do entretenimento, os efeitos entorpecedores das drogas farmacêuticas.

 

Outra tática para o consentimento de engenharia usada pelos tiranos antigos era análoga ao que hoje chamamos de estado de bem-estar social. La Boétie observa que em determinados dias do ano as classes dominantes costumavam distribuir pão, vinho e um pouco de dinheiro para seus súditos, e logo depois aqueles que estavam contentes e satisfeitos gritavam “Viva o Rei!”:

 

“Os tolos não perceberam”, escreve La Boétie, “que eles estavam meramente recuperando uma parte de sua propriedade, e que seu governante não poderia ter dado a eles o que estavam recebendo sem primeiro tê-los tirado.” ( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Mas o pão e os circos proverbiais não são os únicos instrumentos de tirania, pois as classes dominantes há muito tentam evocar não apenas o consentimento, mas a adoração e reverência de seus sujeitos, cooptando técnicas usadas pelas religiões para fazer com que sua autoridade pareça sagrada. Mitos, rituais, o uso de simbolismo religioso e de culto, e a construção de edifícios simbolizando poder e autoridade e assemelhando-se a locais de culto, têm sido usados ??por classes dominantes para tomar emprestado, nas palavras de La Boétie, “um pouco perdido da divindade”. para reforçar os seus maus caminhos. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Apesar do fato de que a servidão voluntária a uma classe dominante política tem sido a norma ao longo da história, La Boétie não considera inevitável que esta situação continue indefinidamente. Pois assim como sempre existiram aqueles que buscam governar e explorar os outros, também em todas as épocas existem indivíduos que se rebelam instintivamente contra qualquer forma de servidão e, assim, são torturados pelas correntes que outros parecem não notar. “Mesmo que a liberdade tenha perecido inteiramente da terra”, observa La Boétie, “esses homens teriam que inventá-la. Para eles, a escravidão não tem satisfação, por mais bem disfarçada que seja. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária)

 

Aqueles que compõem essa elite de vanguarda da elite dedicam grande parte de seu tempo à educação e ao desenvolvimento de suas capacidades críticas, a fim de despertar os outros para a natureza nefasta e enganosa do governo político. Este trabalho é feito na percepção de que se uma massa crítica se torna consciente de sua escravização e do verdadeiro valor da liberdade, a servidão voluntária, em larga escala, terminará abruptamente, pois, como La Boétie explica:

 

“De todas essas indignidades, como as próprias feras do campo não resistiriam, vocês podem se livrar se tentarem, não agindo, mas apenas desejando ser livres. Resolva não servir mais e você é liberado imediatamente. Eu não peço que você coloque as mãos sobre o tirano para derrubá-lo, mas simplesmente que você não o apoie mais; então você o contemplará, como um grande Colosso cujo pedestal foi arrancado, caiu de seu próprio peso e se despedaçou. ”( Étienne de La Boétie, O Discurso da Servidão Voluntária )

 

Esse artigo é uma transcrição traduzida do vídeo How We Enslave Ourselves do canal Academy of Ideas

 


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16 de janeiro de 2019

Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro – Ata de Dezembro 2018


Aos dezoito dias do mês de dezembro de dois mil e dezoito, deu-se inicio a reunião extraordinária do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro, às 19h00 na sala de reuniões da Fundação Municipal de Saúde, Rua 06, 2572 entre avenidas 30 e 32 – Centro.

 

Estiveram presentes na reunião, os seguintes conselheiros: Maria Helena Betanho Romualdo, Agnaldo Luís Biscaro e Gustavo Roberto Fink, representando Associação de Moradores e Movimento Popular; José Domingos de Almeida, José Elieser Barbosa Andrade e Aguinaldo Cesar Fiório, representando os Conselhos Gestores Locais; Vicente José Claro e Rosangela Deliberali Siqueira da Fonseca, representando o segmento pessoas com deficiência ou familiares; Djair Claudio Francisco e José Ricardo Naitzke, representando a Fundação Municipal de Saúde; Eduardo Kokobun, representantes de Entidade Formadora de Ensino Superior; Luiz Carlos Lauriano Jardim e Diego Reis representando Outras Secretarias ou órgãos da Prefeitura; Ariane Cristina Arruda Zamariola e Marcio Aparecido da Silva, representantes de Prestadores privados contratados ou Conveniados do SUS. Marta Teresa Gueldini Linardi Bianchi, Francisco Orides Nadai Junior e Alessandro Cristiano Ribeiro, representando os Funcionários da Fundação Municipal de Saúde.

 

Justificou ausência: Aretuza Maria Ferreira Nagata, Cacilda Lopes, José Manoel Martins e Leila M. Duckur Pizzotti, representantes de Associação de Moradores e Movimento Popular; Selma Varzenoli Beccaro, representante de Conselhos Gestores Locais; Danilo Ciriaco representantes de Entidade Formadora de Ensino Superior; Nadia Maria Augusta de Oliveira Joaquim, representando os Funcionários da Fundação Municipal de Saúde; e Talita Camargo Claro Pedroso, representando Sindicatos e ou Conselho de Profissionais.

 

Estiveram presentes ainda, Karla Pereira, secretária executiva do CMS, Lourival Romualdo e Davi Betanho Romualdo.

 

Assuntos de pauta: I – Ordem do Dia: 1. Apresentação do Projeto de Lei que dispõe sobre contratação de operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal.

 

O presidente, Sr. José Domingos saúda a todos e passa a discutir a pauta do dia:

 

I – 1. Dr. Djair inicia a apresentação e esclarece que o pleito de se contrair um empréstimo não é da Fundação Municipal de Saúde e sim da Prefeitura, portanto a Fundação não tem responsabilidade direta e a captação do empréstimo depende de uma deliberação legislativa, podendo ser aprovada ou não.

 

A tomada de recurso tem por garantia o FPM – Fundo de Participação dos municípios e caso seja efetivado, será destinado à Fundação Municipal de Saúde, R$ 5.000.000,00 (cinco milhões). Informa que a gestão já tem um planejamento das ações que serão apresentadas, todavia tendo esse recurso garantido, todas as ações apresentadas serão concluídas mais rapidamente. Dr. Djair informa que caso tenha o recurso aprovado, será formada uma comissão para acompanhamento da aplicação do recurso e inclusive destaca a importância de membros do Conselho participarem desta Comissão.

 

A gestão de recurso será mediante auditoria e deverá ser acompanhada efetivamente. Na analise da aplicação do recurso, Dr. Djair ressalta a demanda atendida na urgência e emergência, assim sendo foi pensado na implantação de três equipamentos: Hospital Geral, Hospital Dia e PAI – Pronto Atendimento Infantil. Para o Hospital Geral, coloca a dificuldade de leitos hospitalares, pois as pessoas aguardam no PSMI e UPAs, mas a estrutura é pré-hospitalar. Diariamente são em torno de 35 pessoas aguardando pelo leito hospitalar. A necessidade de atendimento aumentou e a capacidade diminuiu.

 

A previsão é que em Fevereiro a Santa Casa abra mais 10 leitos, pois atualmente são 70 leitos/ enfermaria, 10 leitos/UTI e 20 leitos para maternidade, sendo está mantida pela Fundação, inclusive o corpo clinico é pago pela Fundação. Com a implantação da residência terapêutica, a Casa de Saúde Bezerra de Menezes, tem uma área ociosa que já foi pleiteada ao Estado e Ministério da Saúde, ambos com autorização, para que se utilize o espaço. Ocorre que o COAPS – Contrato Organizativo de Ação Publica de Saúde, com a Faculdade Claretianas, está sendo planejado para que tenha uma gestão compartilhada no Hospital Geral, pois a Faculdade precisa ampliar o numero de leitos.

 

Dr. Djair informa que o recurso pleiteado via empréstimo não pode ser utilizado para obra em prédio privado, apenas em prédio público, portanto na implantação do Hospital Geral o recurso pode ser utilizado para equipamentos, totalizando R$ 1.325.000,00.

 

Dr. Gustavo questiona sobre a estrutura física e manutenção do prédio, pois são necessárias várias adequações no local. Dr. Djair esclarece que já conseguiu com a Aspacer todo revestimento e já buscava parcerias com a rede privada para implantação. Com o contrato com a Faculdade Claretianas a mesma poderá ser responsável pela obra e manutenção. Informa que com o funcionamento da Unidade e CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde cria-se uma série histórica e com o credenciamento é possível receber o incentivo para funcionamento do serviço.

 

A Sr.ª Maria Helena questiona se está provisionada a contração dos profissionais, pois o numero previsto no concurso é pouco e fica esclarecido, que na abertura do concurso trabalha-se com o numero mínimo, pois o numero definido deve ser contratado no período de vigência do concurso.

 

O Sr. Alessandro questiona se está prevendo no concurso às 30h semanais aos profissionais da enfermagem e Dr. Djair esclarece que não, pois atualmente são 40h e trabalham com a legislação vigente.

 

O Sr. Aguinaldo destaca que todos os serviços têm trabalhado com uma defasagem de profissionais e sugere que seja pauta da próxima reunião a convocação do gerente de Recursos Humanos para que apresente a atual situação, bem como, se o concurso vai suprir as necessidades. Sobre o quadro geral de leitos, há um déficit há tempos, a proposta irá ajudar, mas não cobrirá o 150 leitos necessários para o município. Sugere também que na próxima reunião seja formada uma comissão de três conselheiros para acompanharem os Projetos.

 

Dr. Djair continua a apresentação falando sobre a proposta de Implantação do Hospital Dia, sendo a readequação da UPA Cervezão que tem capacidade, inclusive a Unidade tem um centro cirúrgico, o qual nunca foi utilizado.

 

Atualmente são pagos R$ 370.000,00 mensalmente para as Unidades móveis, podendo esse recurso ser destinado ao hospital dia e, portanto, seria o responsável por atender toda a demanda. Considerando que a Unidade funciona em um prédio publico, o mesmo pode ser reformado com o recurso do empréstimo, totalizando R$ 1.500.000,00 para adequação da infra-estrutura e R$ 1.200.300,00 destinado para equipamentos. O espaço hoje está obsoleto e poderá ser transformado a fim de minimizar a demanda, garantindo qualidade no atendimento.

 

O Sr. Aguinaldo ressalta que na gestão passada houve a deliberação em transformar o PA em UPA e o mesmo foi o único que se posicionou ao contrário, justamente por saber que o espaço poderia acolher outra unidade. Sr. José Domingos ressalta que na época o motivo pela qual a maioria deliberou pelo credenciamento, foi que a Unidade não recebia nenhum incentivo, sendo custeada apenas por Fonte 1 e auxiliaria se recebesse recurso Federal para o funcionamento.

 

Dr. Djair informa que está no Planejamento ainda, a implantação do PAI – Pronto Atendimento Infantil, que vem sendo estudado desde as fatalidades que ocorreram com as crianças. Em media a UPA atende 60 crianças por dia, e informa que uma Pediatra chegou a atender em um dia, 120 crianças. Assim sendo, se reuniu com os Pediatras e apresentou a Proposta de implantação de um espaço especifico, sendo essa proposta bem aceita pelos profissionais, que inclusive destacaram, que garantir um espaço adequado e especifico, qualifica o atendimento. Como dito anteriormente, já buscava parceria com a iniciativa privada e o espaço para o funcionamento foi disponibilizado pela Casa das Crianças, portanto o recurso pleiteado será para equipar o espaço.

 

Os projetos poderão ser apresentados na reunião de Janeiro ou Fevereiro de forma detalhada, pois apesar da gestão já estar planejando essas ações, com a possibilidade de conseguir o recurso, foi necessário planejar de forma rápida e para que o Conselho não ficasse sem um posicionamento, decidiram por apresentar as ações que seriam desenvolvidas. Caso o recurso seja disponibilizado, Dr. Djair informa que será possível ainda, a reforma do PSMI, UPA 29 e a compra de um desfibrilador para o SAMU, totalizando R$ 400.000,00.

 

O Sr. Francisco questiona se na reforma da UPA 29 está previsto arrumar a rampa de acesso e Dr. Djair esclarece que sim. Dr. Djair esclarece que tudo foi pensado no sentido de qualificar o atendimento e destaca que as criticas não chegam oficialmente pelo cidadão, muitos procuram os vereadores, ao invés de trazer as necessidades e dificuldades para Fundação.

 

A Sr.ª Marta coloca que o usuário não ocupa o espaço que deveria, pois deveria estar em funcionamento, os Conselhos Gestores, para que discutissem sobre o funcionamento da Unidade.

 

O Sr. Aguinaldo questiona sobre o posicionamento da Fundação referente ao Projeto de Lei, que dispõe sobre prazos de atendimento e o Dr. Djair esclarece que não recebeu formalmente nenhuma consulta, mas coloca que o Projeto é inconstitucional, e nesse sentido, crê que não será aprovado.

 

Nada mais a ser tratado, o Presidente, Sr. José Domingos encerra a presente reunião. Para constar, eu Karla Pereira, lavrei a presente ata que após lida e aprovada, será assinada por mim e pelos presentes.