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21 de fevereiro de 2018

O remanejamento de servidores públicos e de equipes que atendem a saúde pública em Rio Claro/SP está causando polêmica e indignação entre os usuários e servidores do sistema único de saúde.

 

As pessoas estão pedindo ajuda do prefeito nas redes sociais e pessoalmente, para verificar o que está acontecendo na UBS e UPA do Cervezão, pois vários funcionários competentes estão sendo exonerados sem motivo.

 

O caso que chama bastante atenção no momento, e que já tem até movimento organizado, “PRÓ – Volta para o seu Posto”, é o Caso da Enfermeira Chefe Polyana, que atende na UBS do Cervezão.

 

A Polyana foi exonerada contra a sua vontade, contra a vontade das pessoas e pacientes que utilizam o posto conforme analisado em diversos alertas que estão sendo realizados pelos municípies.

 

Nesse caso específico, a funcionária é concursada, e exerceu a função de coordenação no posto do Cervezão por mais de 9 anos, com muita competência e extrema dedicação, como afirmam os seus colegas de trabalho e usuários do sistema único de saúde.

 

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As pessoas indignadas perguntam o porquê do afastamento? Ora, dizem se tratar de uma “reestruturação na saúde”, ora “justificam” com motivos banais como: “ela não atendia o celular”?!

 

Contudo, a questão detectada pela população é um pouco mais profunda.

 

Afinal o que é Restruturar a Saúde?

A população afirma que prefere buscar as respostas numa outra pergunta: será que Reestruturar a Saúde consiste em tirar de um posto que já sofre tanto com a falta de recursos um funcionário dedicado que caminhou e cresceu lado a lado das pessoas, enfrentando juntos uma série de dificuldades?

 

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Fontes afirmam que “A população que utiliza o posto, os médicos colegas de trabalho, enfim qualquer pessoa que conhece de perto a realidade do posto sabe o quão difícil é a sua coordenação. Até onde sabemos existe um grupo dentro da Fundação da Saúde que recebeu carta branca para destituir funcionários qualificados, sem levar em consideração o trabalho prestado a população durante todos os anos anteriores a essa gestão municipal, pessoas estão visando apenas interesses pessoais. Populares estão mais uma vez solicitando publicamente ao prefeito que seja verificado de perto o que está acontecendo nas UBS’s – Rio Claro/SP. O grupo que tem carta branca não sabe o que é coordenar uma unidade onde os recursos materiais e humanos são tão precários e a população é tão sofrida”.

 

“Por isso, na busca de cumprir os princípios do SUS, é necessário que se compreenda o conjunto de necessidades de ações e serviços de saúde que o usuário precisa para atingir a integralidade ” – Fonte: MATTOS, 2001 – Produção do cuidado no Programa Saúde da Família: olhares analisadores em diferentes cenários


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19 de fevereiro de 2018

Nesta segunda-feira (19), acontece a segunda Sessão da Câmara dos Vereadores de Rio Claro (SP) deste ano de 2018, que foi marcada por protestos.

 

Uma pessoa chamou atenção nesta Sessão da Câmara, José Laurindo mais conhecido como “Lemão”, que chegou vestido de padre fazendo referência ao Presidente da Câmara como “Sacristão” e com um bolo fictício na cabeça com críticas sobre a taxa de iluminação ao Prefeito.

 

 

 

As Sessões Ordinárias da Câmara de Rio Claro acontecem todas as segundas-feiras a partir das 17h30 e são abertas ao público.

 

Fonte e Fotos: Grupo Rio Claro SP


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8 de fevereiro de 2018

A cerimônia foi realizada às 18h30 no paço municipal na quinta-feira (25 de Janeiro de 2017).  Após eleição realizada, os novos membros do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro/SP tomaram posse.

 

O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, nomeou os novos integrantes pelo decreto 11025.

 

A entidade é dividida por segmentos e tem poder deliberativo. O SUS (Sistema Único de Saúde) prevê a participação da sociedade no processo de fiscalização dos recursos e do andamento dos trabalhos realizados na área. “A importância da atuação do conselho municipal é grande, porque inclui diretamente a população no controle e elaboração de políticas para a gestão de saúde na cidade”, afirmou o secretário de Saúde de Rio Claro, Djair Francisco.

 

O Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro é formado por prestadores de serviço, representantes do governo, profissionais da saúde e usuários, que têm direito à metade das cadeiras da entidade. Assim como na esfera municipal, existem os Conselhos Estaduais e o Conselho Nacional de Saúde.

 

A nova composição do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro terá os seguintes conselheiros:

 

Aretuza Nagata, (titular, Pastoral da Criança) e Cacilda Lopes (suplente, Associação dos Aposentados da Fundação Cesp); Maria Helena Romualdo (abrigo da velhice São Vicente de Paulo) e José Albano Figueiredo (Conselho Maçônico Rio-clarense); José Manoel Martins (pastoral da saúde) e Geraldo Luiz Gandolpho (projeto Despertai); Julio Cândido (União de Amigos) e Benedita Graziani (instituto Allan Kardec); Gustavo Roberto Fink (Nosso Lar), sem suplente; Leila Pizzotti (Movimento LGBT), sem suplente; Aldo de Oliveira (Sindicato dos Metalúrgicos), sem suplente; Eliana Cristina da Silva (rede Rio-clarense de combate ao câncer “Carmen Prudente” e Clube Siri) e Maria Cristina Esposti (associação Lute pela Vida – Grupo de Assistência e Cuidados – Gacc); Vicente Claro (Apae) e Rosangela da Fonseca (associação de pais e amigos do Centro de Habilitação Infantil Princesa Victoria – Apachi); José Domingos de Almeida (conselho gestor da USF Ajapi) e Benedita Izzo (conselho gestor da USF Bela Vista); José Elieser Andrade (conselho gestor do PA do Cervezão), sem suplente; Alvaro Camarinha (Associação Paulista de Medicina), sem suplente; Talita Pedroso (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 3ª Região – Crefito 3), sem suplente; Nádia Maria Augusta de Oliveira Joaquim  (USF Bela Vista) e Elias Dias (setor de transporte da Fundação de Saúde); Marta Bianchi (Caps ad) e Deise Elucyd Matos (Cead); Francisco Nadai Jr (RH da Fundação de Saúde) e Paula de Souza Rodrigues (Sepa); Ariane Zamariola (casa de saúde Bezerra de Menezes) e  Márcio da Silva (Unimed Rio Claro); Eduardo Kokubun (Instituto de Biociências da Unesp) e Danilo Ciriaco (Ação Educacional Claretianas); Luiz Carlos Jardim  (dispensário municipal de medicamentos) e Arnaldo Di Trani (setor municipal de manutenção); Djair Francisco (secretário municipal de Saúde) e Antonio Flavio Archangelo Junior (chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Saúde).

 

 

 Confira algumas fotos abaixo.

Presidente e Vice-presidenta do Conselho de Saúde

José Domingos e Ariane Zamariola – 2018/2019

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Participe das Reuniões

Horário as 19:00

Local: Nam Rio Claro/SP

Endereço: R. Dr. Elói Chaves, 342 – Alto do Santana Rio Claro – SP

 

 

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Rio Claro Online – Revista Colaborativa

Com informações da IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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29 de janeiro de 2018

“Ser trans no Brasil é transgredir”. A frase, dita por Marina Reidel, coordenadora-geral de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), resume a vida de quem tem que lutar por trabalho, políticas de saúde, contra a violência e, inclusive, pelo reconhecimento da própria existência. Para evidenciar as particularidades dessa população, o dia 29 de janeiro foi consagrado como Dia da Visibilidade Trans – população que engloba travestis, bem como homens e mulheres trans. A data marca uma das primeiras iniciativas públicas contra a transfobia, a campanha Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos, lançada em 2004 pelo Ministério da Saúde.

 

De lá para cá, conquistas foram obtidas por essa população. Uma das mais importantes foi o decreto presidencial, publicado em abril de 2016, que autorizou o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal. Como resultado disso, segundo Marina Reidel, órgãos públicos têm discutido o tema e publicado regras sobre uso do nome social, sendo a mais recente a resolução do Ministério da Educação que autoriza o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica, decisão que reforça uma anterior, do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais.

 

O caminho para a superação do preconceito, contudo, é longo, e muitas portas fechadas são encontradas pelas pessoas que assumem uma identidade de gênero diferente do sexo biológico. Para Marina Reidel, a sociedade brasileira é “transfóbica” e condiciona as pessoas a viverem a hetenormatividade [a heterossexualidade como padrão impositivo]. Por isso, “ser travesti no Brasil é prova de resistência e embate na luta por políticas públicas de igualdade de direitos. Somos cidadãs e cidadãos; temos o direito de viver nossas vidas como nos compreendemos”, defende.

 

 

 

 

Uma grave evidência dessa situação foi explicitada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), no Mapa dos Assassinatos de Travestis e Transexuais no Brasil em 2017. O estudo comprova que, apenas em 2017, ocorreram 179 assassinatos de travestis ou transexuais, o maior índice de homicídios relacionados à transfobia em 10 anos . Isso significa que, a cada 48 horas, uma pessoa trans é morta no país. Organizações que atuam em defesa dos direitos dessa população apontam que políticas são necessárias para romper com esse cenário de violência. Hoje, isso faz com que a expectativa de vida dela seja de, aproximadamente, 35 anos, conforme a pesquisa que resultou no livro Travestis Envelhecem, do doutor em psicologia social Pedro Sammarco.

 

Marginalização

 

Cientista político, Marcelo Caetano afirma que a realidade das pessoas trans no Brasil atual é a da marginalização. “Números apontam que mais de 90% das mulheres trans trabalham com prostituição: quando todo um segmento populacional é relegado a uma única profissão, especialmente uma tão marginalizada, não se pode falar em vontade e autonomia, mas sim na total falta de opção e completa exclusão das possibilidades da vida social”, alerta.

 

Hoje com 30 anos, Caetano assumiu sua real identidade de gênero aos 18, e enfatiza que não há sequer dados sobre a existência de homens trans como ele, “o que por si só já diz muito sobre o estado das coisas”. Diante do quadro, diz ser “urgente compreender que as diferenças nos fazem melhores como sociedade, como indivíduos, por isso não devem nunca ser fator de exclusão. É preciso entender que vidas trans importam, e nos garantir emprego, educação, saúde e outros direitos fundamentais é apenas nos tratar como o mínimo: seres humanos”.

 

As duas dimensões – do desafio e das possibilidades – também são evidenciadas pela presidenta da Antra, Keila Simpson. Embora ser trans seja, para ela, “enjaular um leão a todo dia”, é também ser perseverante e sonhadora. “É sonhar que a luta de hoje é lutada para que quem venha depois de nós possa experimentar alguns avanços que a gente conseguiu plantar. Por mais adversidades que a gente tenha, e a gente tem todos os dias, existe ainda esperança de continuar na luta, de reagir, de saber que um dia a gente vai viver num país mais igual para todas nós”.

 

 

Helena Martins – Repórter da Agência Brasil

www.agenciabrasil.ebc.com.br

 

 

Denuncie sempre! – www.movimentolgbt.com.br/denuncie

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26 de janeiro de 2018

Os novos membros do Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro tomaram posse na quinta-feira (25) em cerimônia realizada no paço municipal. Os conselheiros assumiram mandato de dois anos sem remuneração, que pode ser renovado até a designação de substitutos. Na noite de terça-feira (30) será realizada a primeira reunião onde serão eleitos o presidente e o vice-presidente do conselho que é dividido por segmentos e tem poder deliberativo. O órgão é formado por prestadores de serviço, representantes do governo, profissionais da saúde e usuários.

 

A solenidade no paço contou com a presença do prefeito de Rio Claro, João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que pediu efetiva participação dos novos conselheiros. “A saúde precisa da solidariedade e do comprometimento de cada um de vocês que estão assumindo hoje um cargo de extrema responsabilidade. O conselheiro tem a dura tarefa de ajudar a fazer uma saúde melhor. Espero contar com o apoio de cada um nesse trabalho”, destacou Juninho.

 

O prefeito lembrou as conquistas realizadas pela prefeitura no setor de saúde como a construção de seis unidades de saúde, a implantação do Espaço Mais Saúde e da Farmácia Todo dia, a aquisição de novos aparelhos de raios-x para as unidades de urgência e emergência, o novo pacto com a Santa Casa, entre outras realizações. Juninho também saudou os novos membros do Conselho de Saúde e agradeceu o trabalho realizado pelos anteriores.

 

O secretário municipal de Saúde, Djair Francisco, anunciou que as portas da Fundação de Saúde continuarão abertas para os conselheiros que terão acesso às informações inerentes ao conselho, a exemplo do que foi feito no ano passado. “Todas as ações e informações foram franqueadas ao conselho que muito nos ajudou no desenvolvimento de nosso trabalho”, disse Djair observando que a participação do Conselho de Saúde é fundamental para uma boa gestão da saúde pública. “Além de instrumento de fiscalização e controle social, eu entendo que é também papel do conselho auxiliar na gestão da saúde em prol do interesse público e da sociedade”, afirmou.

 

José Domingos Almeida fez seu último discurso como presidente do Conselho Municipal de Saúde no mandato que se encerra. Em sua fala, ele pediu aos novos conselheiros que visitem as unidades de saúde e verifiquem in loco os problemas e necessidades e não se pautem apenas pelas informações postadas na internet.  “Não dou valor ao que é postado na internet sem que seja verificada no local a realidade dos fatos. Vocês são representantes da população, façam valer essa representatividade com uma atuação séria e comprometida”, pontuou.

 

Também participaram da cerimônia o secretário de Economia e Finanças, Gilmar Dietrich, conselheiros novos e antigos, e representantes da comunidade e da administração municipal.

 

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IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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10 de janeiro de 2018

O Trabalho Voluntário do Grupo Voz & Violão existe desde 2001 e tem como proposta levar a Música aos Hospitais, pois cremos que a mesma contribui para a recuperação dos pacientes, além de trazer momentos de alegria aos acompanhantes e funcionários, respeitando sempre a individualidade e religião de cada um.

 

Hoje em dia realizamos este trabalho nos hospitais de Campinas e região:

 

- Hospital Mario Gatti

- Hospital Celso Pierro – Pucc Campinas

- Hospital Samaritano

- Hospital Centro Médico

- Hospital Estadual de Sumaré

- Hospital e Maternidade Santa Casa de Valinhos

- Hospital Augusto de Oliveira Camargo

- Hospital Samaritano Santa Ignes 

- Hospital Casa de Saude de Campinas

- Hospital Beneficiencia Portuguesa de Campinas

- Hospital Irmaos Penteado

- Hospital HC da Unicamp

- Hospital CAISM

- Hospital Madre Theodora de Campinas

- Hospital Santa Casa de Rio Claro

- Hospital e Maternidade Galileo – Valinhos

 
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Deseja participar também?

Nos reunimos as quintas-feiras as 20:00 hs e aos domingos as 19:00

Endereço: Rua 10-A, No: 2353 – Vila São Miguel – Rio Claro / SP

Pode tambem acessar nosso site: http://www.grupovozeviolao.com.br

 

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4 de dezembro de 2017

Novo diretor do Departamento Regional de Saúde da região de Piracicaba, Hamilton Bonilha de Moraes se reuniu nesta sexta­-feira (1) com o prefeito de Rio Claro, João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, e o secretário municipal de Saúde, Djair Francisco.

 

Os gestores rio-clarenses colocaram o município à disposição do DRS 10-Piracicaba e manifestaram a intenção de ampliar o bom relacionamento com o órgão regional. “Quem ganha com isso é a comunidade, pois a união de esforços permite alcançarmos maior apoio do governo estadual em nossas ações de saúde”, comentou o prefeito Juninho, lembrando que o setor tem sido uma das prioridades do governo. “Fomos muito bem recebidos e o diretor se mostrou solicito aos nossos pedidos”, afirmou.

 

Hamilton ouviu um breve relato dos avanços na saúde pública de Rio Claro neste primeiro ano do governo municipal e recebeu o pedido para uma reunião de trabalho, em que o município deverá apresentar em detalhes seus pleitos.

 

O secretário Djair lembrou que a proximidade com o DRS é importante para Rio Claro. “Temos que estar alinhados para ações de interesse público, sobretudo neste momento difícil dos municípios, uma vez que é a partir do departamento regional que temos maior acesso ao governo do estado”, destacou.

 

Fonte: IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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16 de novembro de 2017

Olá Xuxus, me contem uma coisa: vocês gostam de se exercitar e ir na academia malhar, suar e chegar em casa com a sensação de dever cumprido?!

Pois é, isso é uma DELÍCIA!

Agora, será que alguma dessas situações já aconteceu com você?!

Comigo, DIARIAMENTE isso acontece, e o que faço? Bom, eu dou risada do ocorrido e continuo minhas séries!

E se você se inspirou, corra já para uma academia, ou descubra uma atividade física que tenha a ver com seu perfil e não perca mais tempo, o exercício faz bem não apenas para corpo, mas para a alma!

Vale lembrar que é importante o acompanhamento de um médico, por isso, antes de tudo, vá até seu médico e realize todos os exames!

Certo, certo?!

Um Beijo Xuxus, da Marcela Inocêncio, a Dilim.

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Se você quiser que eu fale sobre um assunto específico, me escreva:

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31 de outubro de 2017

Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 200 milhões a estados e municípios da federação para conter o avanço da doença

 

O Ministério da Saúde anunciou a compra de 2.950 milhões ampolas de penicilina – única droga para o tratamento da sífilis – e a distribuição de mais 6 milhões testes até o final do ano. A compra do antibiótico soma R$ 13,5 milhões e está dividida em 2,5 milhões de ampolas de penicilina benzatina e 450 mil de penicilina cristalina  – usada para o tratamento em bebês.

 

Em 2016, foram notificados 87.593 casos de sífilis em adulto, sendo 37.436 casos em gestantes e 20.474 casos de sífilis congênita – quando a mãe é infectada e passa para o bebê. As notificações representam um aumento de 27,9% para adultos, 14,7% para gestantes e 4,7% para bebês se comparados a 2015.

 

A compra dos antibióticos, a distribuição dos testes e o lançamento da campanha fazem parte do programa de combate à sífilis, anunciado nesta terça-feira (31/10) pelo ministro, Ricardo Barros. O governo ainda anunciou o repasse de R$ 200 milhões a estados e municípios da federação para conter o avanço da doença. Terão prioridade 100 municípios que concentram 60% dos casos de sífilis.

 

O Ministério espera que o estoque do medicamento contemple todos os municípios brasileiros até março de 2019. É previsto também a melhora na detecção precoce da doença, principalmente em gestantes, o que evitaria o aumento dos casos de sífilis congênita que, hoje, tem uma taxa de mortalidade de 6,8 a cada mil nascidos vivos. “Todas as gestantes deveriam ser testadas”, afirmou Ricardo Barros, ministro da Saúde. Segundo a diretora do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Adele Benzaken, o ideal é que o diagnóstico da doença seja feito nos primeiros três meses da gestação.

 

Em 2016, 37% das gestantes com sífilis foram diagnosticadas no 1º trimestre – 15% a mais do que no ano anterior. O ministério calcula que o aumento está relacionado à distribuição dos testes de detecção – 4,7 milhões em 2016, e espera que os números cresçam ainda mais. “Quanto maior o número de casos detectados, maiores as chances de tratamento”, ponderou o ministro. Com isso, espera-se que os casos de sífilis congênita diminuam, o que levaria à queda da taxa de todos os três casos: adulto, gestante e bebê.

 

Até setembro deste ano, o governo havia distribuído 6,3 milhões de testes e a previsão é de que até o final deste ano consiga oferecer o dobro do ano anterior.  Para isso, o ministério lançou uma nova campanha que incentiva o teste precoce. Contudo, na visão do secretário de saúde do Distrito Federal, Humberto Fonseca, a falta do uso de preservativos e a negativa dos parceiros em aceitar o tratamento – que contempla o casal caso um deles seja contaminado – é preocupante e pode prejudicar a meta. “Não adianta tratar a mulher se o parceiro continua infectado. E  as repercussões dessa postura afetam a vida inteira de uma criança que foi infectada durante a gestação”, lamentou. Para o próximo ano, o governo espera 37.470 novos casos de sífilis em gestantes, sendo 17.818 bebês. Em adultos, a projeção de novos casos é de 94.460, em 2017.

 

Sífilis no Brasil

 

Desde 1986, a sífilis congênita é de notificação compulsória, ou seja, obrigatória. A partir de 2005 e 2010, os casos de sífilis em gestante e sífilis adquirido (adulto) também precisam ser notificados.

 

Os principais meios de transmissão da doença são o contato sexual, transmissão vertical – quando a gestante tem a doença e passa para o feto – e transfusão sanguínea.

  
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Em 2016, foram notificados 87.593 casos de sífilis em adulto. Ministério da Saúde


Site
26 de outubro de 2017

A campanha de prevenção do câncer de mama “Outubro Rosa” Estará hoje na sede da IGREJA BATISTA HORA NONA, com um encontro de profissionais da saúde. Além disso, durante todo o mês as unidades de saúde da cidade estarão mobilizadas para alertar as mulheres sobre a importância da mamografia para o diagnóstico precoce do câncer de mama, já que outubro é o mês dedicado à conscientização e prevenção da doença.

O encontro NA SEDE DA IGREJA BATISTA HORA NONA começara ás 20 horas, haverá uma palestra especial com profissionais da área, Este bate-papo visa conscientizar que o câncer de mama é uma realidade e que é possível superar a doença quando se faz o autoexame frequente e o diagnóstico é precoce.
Espero por você!
Atenciosamente
Pastora 
Márcia Valéria

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto


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16 de outubro de 2017

O Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro convocou a 13ª Conferência Municipal de Saúde de Rio Claro/SP, que será realizada no dia 02 de Dezembro de 2017, em Rio Claro.

 

TEMA DA CONFERÊNCIA:
“Responsabilidade do Controle Social no SUS”.

 

Os eixos temáticos da 13ª Conferência Municipal de Saúde de Rio Claro/SP serão:

I – Entendendo melhor o Controle Social;
II – Fortalecimento da Participação Social; e
III – A população como protagonista no SUS.

 

As pré-conferências poderão ser realizadas no período de 09 de Outubro a 11 de Novembro de 2017, para tanto, pedimos a gentileza que nos informe qual a melhor data de realização enviando e-mail para: conselho@saude.rc.sp.gov.br ou conselho@saude-rioclaro.org.br

 

CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO!

 

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3 de outubro de 2017

Realizada em parceria com a Udam, qualificação terá início em 9 de outubro

 

O Senac Rio Claro, em parceria com a União de Amigos do Menor (Udam), promove o curso gratuito Cuidador de Idoso, com início em 9 de outubro. A qualificação busca capacitar profissionais para o acompanhamento da pessoa idosa de forma a atuar pela preservação de uma vida saudável e valorização da convivência social e familiar.

 

Com aulas teóricas e práticas de cuidados, o curso será ministrado na Udam, no bairro Santana. As inscrições também podem ser feitas diretamente na entidade.

 

De acordo com Paula Capelazzo, docente do Senac Rio Claro, o aumento da expectativa de vida dos brasileiros faz com que o mercado nessa área seja promissor. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1940 e 2015 o índice teve um crescimento de 30 anos, passado de 45,5 para 75,5 anos.

 

“Essa é uma área em ascensão e a procura por cuidadores qualificados é ainda maior. Além de residências particulares, os profissionais podem atuar em hospitais, clínicas, creches para idosos, centros-dia, hotéis, clubes e instituições de longa permanência”, afirma Paula.

 

 

Serviço:

Cuidador de Idoso

Data: 9 de outubro a 18 de dezembro de 2017

Horário: de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h30

Inscrições e local das aulas: União de Amigos do Menor (Udam), Avenida 30, número 1210, entre ruas 10 e 11 – Santana

Informações: Senac Rio Claro

Endereço: Avenida Dois, 720 – Centro


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2 de outubro de 2017

O 1° Point do MotorHead Moto Grupo em Prol da ADERC foi um sucesso e aconteceu no último Sábado (30) na ADERC – Associação Dos Deficientes de Rio Claro – Av 8, N° 1397 – Bela Vista – Rio Claro/SP,  o Moto Clube MotorHead realizou o coletamento de novos integrantes e está desenvolvendo ações coletivas para a recuperação e replanejamento do espaço na Entidade.

 

O Evento reuniu diversos integrantes de outros moto clubes da região e a energia de solidariedade imperou.

 

A Banda Los Corleones se apresentou proporcionando um show fera para a galera que compareceu novamente para somar forças com o movimento solidário, animando a moçada, a planejar os novos passos para a arrecadação de materiais de construção conforme O Projeto do MotorHead de Revitalização do Espaço da ADERC.

 

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As Doações já começaram a chegar por parte de algumas empresas, a Tigre Brasil Tubos e Conexões Somou Forças com o Projeto e já realizou a sua doação! Obrigado #TIGREBRASIL

 

Participe das Próximas Ações do Clube MotorHead, a Solidariedade Prevalece e é Repassada! #MotorHead  \0/

 

O Moto Clube MotorHead está arrecadado doações através do

WhatsAPP – (19) 9 9842.4286  

e da Página do Facebook: www.facebook.com/motorheadmotogrupo

Qualquer Ajuda é Sempre Bem Vinda

Seja Voluntário!

 

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Revitalização do Espaço ADERC ;)


 


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2 de outubro de 2017

O que é Câncer de mama?

 

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários. Esse é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A proporção em homens e mulheres é de 1:100 – ou seja, para cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem terá a doença. No Brasil, o Ministério da Saúde estima 52.680 casos novos em um ano, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. Segundo o INCA, é que represente, em 2016, 28,1% do total dos cânceres da mulher.

 

Tipos

 

Existem diversos tipos e subtipos de câncer de mama. No geral, o diagnóstico leva em conta alguns critérios: se o tumor é ou não invasivo, seu tipo tipo histológico, avaliação imunoistoquímica e seu estadio (extensão):

 

Tumor invasivo ou não

 

Um câncer de mama não invasivo, também chamado de câncer in situ, é aquele que está contido em algum ponto da mama, sem se espalhar para outros órgãos – a membrana que reveste o tumor não se rompe, e as células cancerosas ficam concentradas dentro daquele nódulo. Já o tipo invasivo acontece quando essa membrana se rompe e as células cancerosas invadem outros pontos do organismo. Todo câncer in situ tem potencial para se transformar em invasor.

 

Avaliação Imunoistoquímica

 

Também chamada de IQH, a avaliação imunoistoquímica para o câncer de mama avalia se aquele tumor tem os chamados receptores hormonais. Aproximadamente 65 a 70% dos cânceres de mama tem esses receptores, que são uma espécie de ancoradouro para um determinado hormônio. Existem três tipos de receptores hormonais: o de estrógeno, o de progesterona e o de HER-2. Esses receptores fazem com que o determinado hormônio seja atraído para o tumor, se ligando ao receptor e fazendo com que essa célula maligna se divida, agravando a doença.

 

A progesterona e o estrógeno são hormônios que circulam normalmente por nosso organismo, que podem se ligar aos receptores hormonais do câncer de mama, quando houver. Já o HER-2 (sigla para receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano) é um gene que pode ser encontrado em todas as células do corpo humano, que tem como função ajudar a célula nos processos de divisão celular. O gene HER-2 faz com que a célula produza uma proteína chamada proteína HER-2, que fica na superfície das células. De tempos em tempos, a proteína HER-2 envia sinais para o núcleo da célula, avisando que chegou o momento da divisão celular. Na mama, cada célula possui duas cópias do gene HER-2, que contribuem para o funcionamento normal destas células. Porém, em algumas pacientes ocorre o aparecimento de um grande número de genes HER-2 no interior das células da mama. Com o aumento do número de genes HER-2 no núcleo, ficará também aumentado o número de receptores HER-2 na superfície das células.

 

Tipo histológico do câncer de mama

 

O tipo histológico é como se fosse o nome e o sobrenome do câncer. Os tipos histológicos se dividem em vários subtipos, de acordo com fatores como a presença ou ausência de receptores hormonais e extensão do tumor. Os tipos mais básicos de câncer de mama são:

 

Carcinoma ducta in situ:é o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Ele afeta os ductos da mama, que são os canais que conduzem leite. Ele não invade outros tecidos nem se espalha pela corrente sanguínea, a membrana que reveste o tumor não se rompe, e as células cancerosas ficam concentradas dentro daquele nódulo mas pode ser multifocal, ou seja, pode haver vários focos dessa neoplasia na mesma mama. Caracterizase pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das células.Todo câncer de mama in situ tem potencial para se transformar em invasor.

 

Carcinoma ductal invasivo:ele também acomete os ductos da mama, e se caracteriza por um tumor que pode invadir os tecidos que os circundam. O câncer do tipo ductal invasivo representa de 65 a 85% dos cânceres de mama invasivos. Esse carcinoma pode crescer localmente ou se espalhar para outros órgãos por meio de veias e vasos linfáticos. Caracteriza-se pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das células.

 

Carcinoma lobular in situ: ele se origina nas células dos lobos mamários e não tem a capacidade de invasão dos tecidos adjacentes. Frequentemente é multifocal. O carcinoma lobular in situ representa de 2 a 6% dos casos de câncer de mama.

 

Carcinoma lobular invasivo: ele também nasce dos lobos mamários e é o segundo tipo mais comum. O carcinoma lobular invasivo pode invadir outros tecidos e crescer localmente ou se espalhar. Geralmente apresenta receptores de estrógeno e progesterona na superfície das células, mas raramente a proteína HER-2.Tem maior de afetar as duas mamas.

 

Carcinoma inflamatório: raramente apresenta receptores hormonais, podendo ser chamado de triplo negativo. Ele é a forma mais agressiva de câncer de mama – e também a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e frequentemente tem uma grande extensão. Ele também começa nas glândulas que produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir metástases são grandes.

 

Doença de Paget: é um tipo de câncer de mama que acomete a aréola ou mamilos, podendo afetar os dois ao mesmo tempo. Ele representa de 0,5 a 4,3% de todos os casos de carcinoma mamário, sendo portando uma forma mais rara. Ele é caracterizado por alterações na pele do mamilo, como crostas e inflamações – no entanto, também pode ser assintomático. Existem duas teorias para explicar a origem da doença de Paget da mama: as células tumorais podem crescer nos ductos mamários e progredir em direção à epiderme do mamilo, ou então as células tumorais se desenvolvem já na porção terminal dos ductos, na junção com a epiderme.

 

Estadiamento do câncer de mama

 

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a extensão da doença, que vão do 0 ao 4:

 

Estadio 0: as células cancerosas ainda estão contidas nos ductos, por isso o problema é quase sempre curável
Estadio 1: tumor com menos de 2 cm, sem acometimento das glândulas linfáticas da axila
Estadio 3: nódulo com mais de 5 cm que pode alcançar estruturas vizinhas, como músculo e pele, assim como as glândulas linfáticas. Mas ainda não há indício de que o câncer se espalhou pelo corpo
Estadio 4: tumores de qualquer tamanho com metástases e, geralmente, há comprometimento das glândulas linfáticas. No Brasil cerca de 60 a 70% dos casos são diagnosticado em estadio 3 ou 4.

 

Fatores de risco

 

Os principais fatores de risco para o câncer de mama são:

 

Histórico familiar

 

Os critérios para identificar o risco genético para a doença são:

 

Dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama
Um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
Dois parentes de primeiro grau com esse tipo de câncer, sendo que um teve a doença antes de 45 anos
Um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral
Um parente de primeiro grau com a doença e um ou mais parentes com câncer de ovário
Um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário
Três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
E dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário.
Idade

 

As mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas. Isso porque a exposição ao hormônio estrógeno está no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, particularmente, os riscos entram em uma curva ascendente.

 

Menstruação precoce

 

A relação com a menstruação está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio em quantidades alteradas facilita a proliferação desordenada de células mamárias, resultando em um tumor. Quanto mais intensa e duradoura é a ação do hormônio nas células mamárias, maior é a probabilidade de um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos 9 ou 10 anos de idade, é porque os ovários intensificaram a produção do hormônio cedo e, assim, o organismo ficará exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida.

 

Menopausa tardia

 

A lógica nesse caso é a mesma do caso acima – enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, deixando as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado.

 

Reposição hormonal

 

Muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição – principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona – pode aumentar as chances. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Como alternativa à reposição hormonal, é indicada a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada.

 

Colesterol alto

 

O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, aumentando o risco de câncer de mama.

 

Obesidade

 

O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama principalmente após a menopausa. Isso porque a partir dessa idade o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Sob a ação de enzimas, a gordura armazenada nas mamas, por exemplo, é convertida em estrógeno. O alerta é mais sério para aquelas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30. A redução de apenas 5% do peso já cortaria quase pela metade os riscos de desenvolver alguns dos principais tipos da doença. A constatação é de pesquisadores do Centro de Prevenção Fred Hutchinson (EUA), com base na avaliação de dados de 439 mulheres acima do peso entre 50 e 75 anos de idade.

 

Ausência de gravidez

 

Mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances devido a ausência de amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea.

 

Lesões de risco

 

Já ter apresentado algum tipo de alteração na mama não relacionada ao câncer de mama também pode aumentar as chances do surgimento de tumores. Dessa forma, pequenos cistos ou calcificações encontrados na mama, ainda que benignos, devem ser acompanhados com atenção.

 

Tumor de mama anterior

 

Pacientes que já tiveram câncer de mama têm mais chances de apresentar outro tumor – nesse caso é chamado de câncer recidivo ou que sofreu uma recidiva.

 

Seus direitos

 

Reabilitação profissional: o serviço da Previdência Social visa readaptar ou reeducar o profissional para o retorno ao trabalho, com o fornecimento de materiais necessários à reabilitação (tais como taxas de inscrição em serviços profissionalizantes e auxílios para transporte e alimentação). Todos os segurados da Previdência têm direito à reabilitação.

 

Auxílio-doença: você terá direito ao benefício mensal desde que fique por mais de 15 dias com incapacidade para o trabalho atestada por perícia médica da Previdência Social e que tenha contribuído com o INSS por no mínimo 12 meses (embora haja exceções). Compareça pessoalmente ou por intermédio de procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. O auxílio-doença deixará de ser pago quando você recuperar a capacidade para o trabalho, ou caso o direito se reverta em aposentadoria por invalidez.

 

Aposentadoria por invalidez: você terá direito ao benefício se for segurada da Previdência Social e a perícia constatar que está incapacitada permanentemente par ao trabalho. Via de regra, é preciso ter contribuído com o INSS por, no mínimo, 12 meses para obter o benefício. Compareça pessoalmente ou por procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. Você ainda pode requerer o auxílio-doença pela internet, no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135.
Isenção de imposto de renda: você tem direito à isenção do imposto de renda sobre os valores recebido a título de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias, mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma. Procure o órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria, pensão ou reforma e solicite a isenção do imposto de renda que incide sobre esses rendimentos.

 

IPTU: não existe uma legislação nacional que garanta a isenção do IPTU para pessoas com determinadas patologias, como o câncer de mama, mas, como se trata de um imposto municipal, algumas cidades já garantes a isenção. Informe-se na Secretaria de Finanças do seu município.

 

Cirurgia de reconstrução mamária: você tem direito a realizar a cirurgia reparadora gratuitamente, tanto pelo SUS como pelo plano de saúde. Se estiver em tratamento no SUS, exija o agendamento da cirurgia no próprio local e, se não estiver, dirija-se a uma Unidade Básica de Saúde e solicite seu encaminhamento para uma unidade especializada em reconstrução mamária. Pelo Plano de Saúde, consulte um cirurgião credenciado.

 

Compartilhando a experiência

 

A solidão pode ser um sentimento que assola a paciente com câncer de mama. Mas lembre-se que você não está sozinha. Peça ajuda, compartilhe sua experiência, procure centros e locais que façam terapia em grupo. Dissemine seu conhecimento e sua luta contra o câncer de mama e ajude a quebrar o estigma que existe em torno da doença. Incentive as mulheres a fazer a mamografia, converse com suas amigas e colegas sobre a importância do exame. Relate sua experiência para entidades de apoio ao paciente ou crie um blog para dividir suas questões com os leitores.

 

Perguntas frequentes

 

Qual a porcentagem de cânceres de mama que acontecem por conta da mutação genética?

 

A população geral tem cerca de 10 a 12% de riscos de desenvolver a doença. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, a presença da mutação entre os casos de câncer de mama gira em torno de 5 a 10%, sendo que 5% de todos os cânceres de mama são de mulheres com a mutação genética BRCA. Por isso, a maneira mais segura de tratar e prevenir é visitar o seu mastologista, quando indicado, e seguir suas orientações.

 

Uma pessoa que tem risco comprovado para câncer de mama pode fazer uma mastectomia preventiva?

 

Uma mulher com alto risco pode, sim, optar por fazer a mastectomia preventiva. A mastectomia preventiva mamária consiste na retirada da região interna da mama – ou seja, da glândula mamária juntamente com os ductos mamários – que são os locais onde pode acontecer a formação de um tumor. Com a retirada do interior da mama, os riscos de câncer reduzem em até 90%. As chances do câncer ainda existem porque 10% do tecido mamário é preservado para a nutrir a pele, auréola e mamilo. Na cirurgia sempre serão removidas as duas mamas, daí a denominação de dupla mastectomia preventiva.

 

Existem também tratamentos que usam os chamados anti-hormônios ou moduladores hormonais, que inibem a produção de estrógeno e impedem as células da mama de se multiplicarem. Esse tratamento, no entanto, é recomendado apenas para cânceres de mama hormonais – ou seja, que acontecem ou podem acontecer em decorrência de alterações hormonais – não sendo indicado para pessoas que tem o risco genético, por exemplo.

 

Para pacientes com risco genético, uma alternativa é redobrar a atenção e acompanhamento da mamas, partindo para exames de rastreamento, como ultrassom de mamas e mamografias, em intervalos de tempos mais curtos, a cada seis meses, por exemplo, dependendo do que o seu médico considerar mais seguro. O objetivo nesse caso é identificar o câncer numa fase muito precoce e iniciar o tratamento adequado a partir desse diagnóstico.

 

Sintomas de Câncer de mama

 

Os sintomas do câncer de mama variam conforme o tamanho e estágio do tumor. A maioria dos tumores da mama, quando iniciais, não apresenta sintomas.

 

Caso o tumor já esteja perceptível ao toque do dedo, é sinal de que ele tem cerca de 1 cm³ – o que já é uma lesão muito grande. Por isso é importante fazer os exames preventivos (como a mamografia) na idade adequada, antes do aparecimento deste e de qualquer outro sintoma do câncer de mama.

 

Veja os outros sinais possíveis do câncer de mama:

 

Vermelhidão na pele, inchaço ou calor
Alterações no formato dos mamilos e das mamas, principalmente as alterações recentes, é possível até que uma mama fique diferente da outra
Nódulos na axila
Secreção escura saindo pelo mamilo
Pele enrugada, como uma casca de laranja
Em estágios avançados, a mama pode abrir uma ferida.

 

Diagnóstico de Câncer de mama

 

Além da mamografia, ressonância magnética, ecografia e outros exames de imagem que podem ser feitos para identificar uma alteração suspeita de câncer de mama, é necessário fazer uma biópsia do tecido coletado da mama. Nesse material da biópsia é que a equipe médica identifica se as células são tumorosas ou não. Caso seja feito o diagnóstico, os médicos irão fazer o estudo dos receptores hormonais para saber se aquele tumor expressa algum ou não, além de sua classificação histológica. O tratamento vai ser determinado pela presença ou ausência desses receptores na célula maligna, bem como o prognóstico do paciente.

 

Na consulta médica

 

Chegando ao consultório com a mamografia suspeita para câncer de mama, o médico fará perguntas sobre seu histórico familiar da doença, idade, data de início da menstruação, se você já está na menopausa e outras questões relacionadas a fatores de risco. Depois, fará a análise da mamografia e da biópsia a fim de encontrar o diagnóstico.

 

Caso você já tenha recebido o diagnóstico, é importante tirar todas as suas dúvidas com o médico e não deixar nada escapar. Confira algumas dicas para aproveitar ao máximo a consulta:

 

Se não entender o médico, peça que repita com termos mais simples ou usando desenhos
Leve um caderno para a consulta e anote os pontos mais importantes e para levar dúvidas anotadas para as consultas
Caso queira informações adicionais sobre seu caso, peça a seu médico que indique livros, sites ou artigos
Prefira levar um acompanhante para ajudar na assimilação de novas informações.
Segue uma lista de perguntas importantes para fazer na consulta:

 

Onde está a doença nesse momento e qual a sua extensão?
Meu câncer é receptor de hormônio positivo ou negativo?
Meu câncer é HER-2 positivo ou negativo?
Quais são as opções de tratamento e como elas funcionam?
Quais são os efeitos colaterais mais e menos comuns do tratamento?
Como esse tratamento me beneficiará?
Posso evitar os desconfortos do tratamento? Como?
Qual a previsão de duração do tratamento?
Precisarei visitar o médico e realizar exames com que frequência durante o tratamento? Quais exames serão necessários?
Precisarei ficar internada?
Precisarei seguir dieta específica?
Posso fazer a reconstrução mamária? Como ficará minha mama?
Posso apresentar linfedema? Quais são as chances?
Meu câncer voltará? Quais são as chances?
Para quem devo ligar se tiver dúvidas e problemas relativos ao tratamento?
Quando terminar, quais serão os próximos passos?
Eu tenho outras doenças concomitantes que afetam a minha capacidade de tolerar tratamentos?
Há alguma recomendação especial para esse momento?

 

 

Tratamento de Câncer de mama

 

Existem diversos tratamentos para o câncer de mama, que podem ser combinados ou não. Todo câncer deverá ser retirado com uma cirurgia, que pode retirar parte da mama ou ela toda – entretanto, em alguns casos pode ser que a cirurgia seja combinada com outros tratamentos.

 

O que vai determinar a escolha do tratamento é a presença ou ausência de receptores hormonais, o estadiamento do tumor, se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não.

 

Outro fator determinante para o tratamento é a paciente e qual o seu estado de saúde e época da vida. Tratar o quadro em uma mulher de 45 anos, saudável, é completamente diferente de fazer o tratamento em uma mulher com 80 anos e doenças relacionadas – ainda que o tipo e extensão do câncer sejam exatamente iguais. Nesse caso, deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade de vida da paciente. Os tratamentos são divididos entre terapia local e terapia sistêmica:

 

Terapia local de câncer de mama

 

O câncer de mama tratado localmente será submetido a uma cirurgia parcial ou total seguida de radioterapia:

 

Cirurgia: é a modalidade de tratamento mais antiga. Quando o tumor se encontra em estágio inicial, a retirada é mais fácil e com menor comprometimento da mama
Radioterapia: terapia que usa radiação ionizante no local do tumor. É muito utilizada para tumores que ainda não se espalharam e não metástases, para os quais não é necessária a retirada de grande parte da mama. A radioterapia também pode ser usada nos casos em que o câncer de mama não pode ser retirado completamente com a cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de o tumor voltar a crescer. Dura aproximadamente um mês.
Terapia sistêmica do câncer de mama

 

O tratamento sistêmico se faz com um conjunto que medicamentos que serão infundidos por via oral ou diretamente na corrente sanguínea. Em ambos os casos, o tratamento não é feito de forma local – ou seja, o medicamento irá circular por todo o organismo, inclusive onde o tumor se encontra. Há três modalidade de terapia sistêmica:

 

Quimioterapia: tratamento que utiliza medicamentos orais ou intravenosos, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes. A quimio pode ser feita antes ou após a cirurgia, e o período de tratamento varia conforme o câncer de mama e a paciente

 

Hormonioterapia: tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. A hormonioterapia, portanto, só poderá ser utilizada em pacientes que apresentam pelo menos um receptor hormonal em seu tumor. Essa terapia no geral é feita via oral, e as drogas agem bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão afetado

 

Imunoterapia: também conhecido como terapia anti HER-2, essa modalidade é constituída de drogas que bloqueiam alvos específicos de determinadas proteínas ou mecanismo de divisão celular presente apenas nas células tumorais ou presentes preferencialmente nas células tumorais. São medicamentos ministrados geralmente via oral. Quando o tumor expressa a proteína HER-2 em grande quantidade, por exemplo, são utilizadas drogas que irão destruir essas células especificamente. Existem outras proteínas ou processos celular que podem se acentuar no tumor e intensificar seu crescimento, e as drogas da terapia alvo irão agir nesses pontos específicos.

 

Caso o tumor tenha grande extensão, pode ser que o médico recomende uma terapia sistêmica inicialmente, para diminuir o tamanho do câncer de mama e assim fazer a cirurgia parcial. Se o câncer apresentar metástases, a terapia sistêmica também é indicada, já que as drogas agem no corpo inteiro, encontrando focos do tumor e eliminando. A escolha do tratamento tem que levar em conta a curabilidade da doença e a tolerância à toxicidade do tratamento (algumas mulheres não podem se expor a tratamentos muito severos durante um longo período). Pacientes que sofreram metástases deverão se submeter ao algum tratamento sistêmico para o resto da vida, além do acompanhamento clínico.

 

Complicações possíveis

 

Entre as complicações está a recidiva, que é a volta de um tumor já tratado. A recidiva do câncer de mama ocorre nos dois ou três primeiros anos após a retirada do tumor, por isso é necessário fazer um acompanhamento próximo nesse período, com mamografias regulares em intervalos de seis meses ou anualmente mais análise clínica do paciente. O tumor também pode invadir outros tecidos e se espalhar pela circulação sanguínea ou linfática, atingindo outros órgãos como fígado e ossos – causando as chamadas metástases. Se o câncer for metastático, o tratamento deve ser sistêmico e acompanhado também individualmente.

 

Além disso, há os efeitos colaterais das terapias. Após a cirurgia, é necessário acompanhamento com médico e fisioterapeuta para evitar o rompimento dos pontos e necrose de tecidos – também é importante manter a higienização do local para evitar infecções. A cirurgia também envolve a modificação e pode causar uma série de alterações psicológicas na paciente, além das físicas.

 

A hormonioterapia pode piorar os sintomas da menopausa, favorecer a osteoporose, aumentar o risco de trombose e coágulos nas pernas – entretanto, esses efeitos colaterais são raros e as pacientes no geral tem uma alta tolerância ao tratamento.

 

Durante a quimioterapia a mulher pode sofrer infecções bucais, queda de cabelo, diarreia, náuseas e baixa imunidade temporária. Algumas quimioterapias também pode afetar a saúde cardiovascular – por isso é importante o acompanhamento com cardiologista. O sistema reprodutor também pode ser afetado, por isso, se você estiver em idade reprodutiva e pretende ter filhos, discuta com seu médico e parceiro(a) a possibilidade de se fazer o congelamento de óvulos. A queda dos cabelos é efeito mais comum da quimioterapia e não é controlável – isso porque o tratamento irá matar tudo aquilo que está crescendo. Dessa forma, além da queda de cabelo, pode ser que você perceba as unhas mais fracas também.

 

A terapia anti HER-2 tem menos efeitos colaterais, mas pode induzir uma toxicidade no coração – por isso, muita atenção com o cardiologista se optar por esse tratamento. Os anticorpos monoclonais, ligando-se às células cancerígenas e destruindo-as especificamente, apresentam geralmente menor grau de toxicidade que os quimioterápios convencionais. Ainda sim, pode gerar efeitos como falta de ar, sensação de calor, queda da pressão arterial e rubor. Notifique imediatamente a equipe que te atende ao sinal desses sintomas. Normalmente, esses efeitos diminuem nas administrações posteriores. Já a radioterapia pode causar cansaço e queimaduras leves na pele que voltam ao normal com o fim da terapia.

 

Expectativas

 

A maior chance de cura é por meio do diagnóstico precoce. Um tumor diagnosticado no estadio 0 ou 1 chega a ter mais 90% de chance de cura. Já um câncer de mama no estadio 3 ou 4 tem de 30 a 40% de chance de cura total. Mas isso não é motivo para desistir ou achar que o seu caso não tem cura – com o tratamento adequado e força de vontade, todo o obstáculo é transpassado. Mesmo cânceres em estadios mais avançados podem responder bem ao tratamento, podendo ser operados e retirados completamente. Por isso é importante conversar com seu médico e sempre buscar novas formas de lidar com a doença.

 

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Convivendo/ Prognóstico

 

O prognóstico do câncer de mama depende de todas as características do tumor e paciente, como também da disponibilidade das drogas adequadas. No Brasil ainda não está disponível a terapia anti HER2 para doença metastática, por exemplo. Além disso, 40% das mulheres com câncer no geral que precisam de radioterapia não recebem o tratamento porque não tem equipamentos suficientes no país para suprir a demanda. Esse tipo de complicação pode piorar o prognóstico de uma paciente, que fica dependente de uma fila de espera ou então precisa se inscrever em programas internacionais. Existem modelos matemáticos que ajudam a estimar o risco de recidiva nos próximos dez anos – mas seus resultados não são 100% corretos ou perfeitos. Existem métodos mais modernos que avaliam o tumor da paciente em sua composição genética, individualmente. Com base na avaliação dos genes do tumor da paciente faz-se um prognóstico individualizado e o benefício que qualquer tratamento vai trazer para a cura do câncer de mama. Entretanto, esses testes são mais sofisticados e não precisam ser enviados para fora do país para avaliação.

 

O tratamento também envolve uma serie de cuidados e práticas para minimizar os efeitos das terapias:

 

Como minimizar os efeitos adversos da quimioterapia?

 

Náuseas e vômitos: consuma alimentos de fácil digestão e converse com seu oncologista sobre a necessidade da utilização de antieméticos.

 

Planeje a alimentação: algumas pessoas sentem-se bem comendo antes da quimioterapia e outras, não – nesse caso, o hábito varia conforme a necessidade da paciente com câncer de mama. Entretanto, deve-se sempre aguardar pelo menos uma hora após a sessão para consumir qualquer alimento ou bebida.

 

Coma devagar: consuma pequenas refeições, cinco ou seis vezes por dia, em vez de três grandes refeições, evitando ingerir líquidos enquanto come. Isso evite enjoos e vômitos.

 

Prefira alimentos frescos e evite consumi-los muito quentes

 

Evite alimentos e bebidas fortes, como café, peixe, cebola e alho. Eles também favorecem os vômitos.
Cuidados durante a radioterapia

 

O radioterapeuta e a equipe de enfermagem debem orientá-la sobre os cuidados específicos que deverão ser adotados durante o tratamento de radioterapia. Esses cuidados variam muito de acordo com a região a ser irradiada.

 

Pele: lave a pele irradiada com sabão suave e água morna. Tente não coçar nem esfregar a área.
Pomada: aplique pomadas ou cremes sobre a pele somende com aprovação médica.
Prefira roupas folgadas e confortáveis e se possível cubra a região irradiada com roupas claras.
Mais do que viver, a paciente pode viver bem, cuidando de si própria com carinho e atenção. Para ajudar as pacientes nesse desafio, é cada vez mais comum a abordagem multidisciplinar para o câncer de mama, com apoio de dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, preparadores físicos e etc.

 

Fisioterapia para câncer de mama

 

Ela promove a independência funcional da paciente, permitindo que realize as atividades que deseja sozinha e sem inconveniências. Proporciona alívio da dor e reduz a necessidade do uso de analgésicos. Geralmente o tratamento é indicado após a cirurgia.

 

Nutrição

 

O acompanhamento nutricional ajuda a prevenir a perda de peso e a desnutrição durante o tratamento. Além disso, ele ajuda a paciente com câncer de mama a seguir as restrições dietéticas corretas para evitar possíveis efeitos colaterais do tratamento.

 

Exercícios físicos e câncer de mama

 

Não importante a atividade – o que importa é praticar. A atividade física ajuda a “mandar” a fadiga embora, aumenta a energia, a disposição e a autoestima, além de proporcionar convívio social.

 

Depois da cirurgia: converse com seu médico sobre o retorno às atividades físicas. Isso varia de acordo com o tempo de recuperação esperado para cada procedimento e estado paciente.

 

Algumas pacientes podem apresentar queda de imunidade durante o tratamento, o que pode ocasionar infecções oportunistas. Por isso, não se recomendam atividades com a natação – já o contato com a água da piscina pode favorecer infecções.

 

Caso a ideia seja frequentar uma academia de ginástica, opte pela atividade supervisionada por um profissional de educação física. Relate seu caso, para que ele indique a série de exercícios mais adequada.

 

Sexualidade e sensualidade

 

Durante o tratamento do câncer de mama, diversas situações como diminuição da libido, alterações hormonais e incômodos emocionais podem influenciar diretamente no seu comportamento sexual. É importante que entenda que esses transtornos são causados por situações físicas que você está enfrentando e não tem a ver o que você é em essência. Tente resgatar nesse período a sensualidade que há em você – mas tudo em seu tempo.

 

Fale com seu parceiro ou parceira: converse sobre a diminuição da libido para que a pessoa não se sinta rejeitada e confusa com seu possível desinteresse sexual. A comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido.

 

Fale com seu oncologista: seu médico pode prescrever medicamentos para combater os efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual.

 

Fale com um psicólogo: o profissional pode ajudar identificando e tratando os obstáculos emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.

 

Cuidados com a autoestima

 

A queda de cabelos e a mastectomia são os pontos que mais podem afetar a autoestima da paciente. Tente não se render a esses sentimentos e procure saídas para esses incômodos, que são pequenos perto da sua qualidade de vida e da luta que você está travando. Você pode guardar os fios naturais para aplicar em rabo de cavalo quando cabelos voltarem a crescer, ou então comprar perucas e usar lenços coloridos, refletindo sua personalidade. Busque outras atividades que façam você se sentir bem, como cursos de uma área que você se interesse. Tudo vale para reconquistar a autoconfiança ou então não deixar que ela se vá.

 

Administrando sentimentos

 

O câncer de mama pode gerar uma série de sentimentos, diversos altos e baixos. Isso tudo é normal – o ser humano é cheio de emoções e a doença pode maximizar esse aspecto. Entenda que alguns dias serão melhores que outras, mas não permita que o mais estar se instale. O importante é que você não se desespere em meio aos sentimentos que experimenta. Se você perceber algum sinal de depressão, como tristeza profunda, falta de sono e apetite, insegurança e desânimo, converse com seu oncologista sobre o assunto. Ele poderá recomendar uma visita ao psicólogo.

 

Impacto do câncer de mama na minha vida

 

Casa: se você ainda não divide a tarefas com seu parceiro (a) e filhos, essa é a hora para determinar novas funções. Durante o tratamento pode ser que você se sinta indisposta, e todo o apoio é importante nesse sentido.
Trabalho: se você se sentir disposta e com vontade de trabalhar, vá em frente – isso ajudará a manter o convívio social e atrelará compromissos a sai vida que não estão relacionados com o tumor. Porém, em alguns momentos, você poderá se sentir debilitada e pode ser que opte por deixar o trabalho.

 

Vida financeira: seu orçamento pode ficar abalado caso você precise parar de trabalhar, mais as despesas do tratamento. Saiba que é possível requisitar auxílio-doença e não se envergonhe se precisar pedir ajuda a um parente ou amigo mais próximo. Rever os gastos durante esse período também é essencial.

 

Conversando com seus filhos

 

A pessoa mais indicada para contar é você. Fale o mais rápido possível, para não criar um clima de omissão. Além disso, evite omitir a palavra câncer ou tratar o câncer de mama como um tabu. Isso somente criará medo em torno da doença

 

Você não precisa contar detalhes da doença, mas esteja preparada para questionamentos

 

Explique os efeitos colaterais da doença do tratamento, que é normal você ficar mais triste em alguns momentos, que é normal a queda de cabelos e outros efeitos. Isso evite choques.

 

Seus filhos poderão apresentar mudanças de comportamento e desempenho na escola. É importante que o educador saiba lidar com isso e tenha liberdade de comentar com você se algo diferente ocorrer.

 

Se sentir a necessidade, busque apoio de um psicólogo familiar.

 

Conversando com seu marido ou companheiro

 

O seu companheiro ou companheira é a pessoa que, assim como os filhos, estará mais próxima de você nesse momento. Conversem francamente sobre as demandas que surgirão e peça ajuda para enfrentar a doença.

 

Reconstrução de mama

 

Passível de ser realizada em quase todas as pacientes porém há dificuldade de acesso nas pacientes do SUS principalmente por fatores econômicos. Para quem não tem acesso, é recomendado o uso de prótese externa afim de equilibrar um pouco do peso sobre a coluna e principalmente para alívio estético e maior liberdade para vestimenta da paciente.

 

Prevenção

 

A prevenção do câncer de mama pode ser dividida em primária e secundária: a primeira envolve a adoção de hábitos saudáveis, e a segunda diz respeito a realização de exames de rastreamento, a fim de fazer o diagnóstico precoce:

 

Exercícios

 

Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento do tumor. É importante na prevenção do câncer e na prevenção da recidiva.

 

Amamentação

 

Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver a doença. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente sanguínea.

 

Dieta balanceada

 

Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento.

 

Estresse

 

Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade.

 

Álcool

 

O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta esse risco ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de sinalização do estrógeno.

 

Controle do peso

 

Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver o tumor. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo.

 

Faça a mamografia

 

A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos, mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar 10 antes do caso mais precoce na família. Assim se um parente próximo teve esse tipo de câncer aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos. Fazer a mamografia anualmente em idade adequada pode reduzir a morte por câncer de mama em até 30%, segundo um estudo publicado na revista Radiology.

 

Fonte: Minha Vida


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25 de setembro de 2017

Colegiado entrou com agravo de instrumento para questionar decisão do juiz juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal

 

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) entrou, nesta quinta-feira, 21, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com agravo de instrumento contra a liminar concedida parcialmente, em 15 de setembro, pelo juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal, relacionada à Resolução CFP 01/99.

 

As informações são do site do Conselho Federal de Psicologia.

O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende a pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica.

 

“Entendemos que esta liminar não agrega nenhum benefício para a discussão da causa e ainda traz graves prejuízos à população LBGT. Consideramos que, neste caso, a interferência extrapola a competência do Judiciário, ao dizer como um conselho profissional deve interpretar a sua própria norma”, afirmou Rogério Giannini, presidente do CFP.

 

Norma. Segundo a resolução 001/1999, do Conselho Federal de Psicologia, ‘os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados’. “os psicólogos não exercerão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. Os autores da ação, que apoiam o tratamento de reversão sexual, pediam que a norma fosse considerada inconstitucional por supostamente ‘restringir’ a liberdade científica.

 

“A fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela resolução deve ser aquela no sentido de não provar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura preconceito ou discriminação. Até porque o tema é complexo e exige aprofundamento científico necessário”, anotou o magistrado, em ata de audiência no dia 15 de setembro.

 

O magistrado não considerou a norma que proíbe a cura gay como inconstitucional, mas disse entender que os profissionais não podem se ser censurados por fornecer o atendimento.

 

“Conforme pode ver, a norma em questão, em linhas gerais, não ofende os princípios maiores da Constituição. Apenas alguns de seus dispositivos, quando e se mal interpretados, podem levar à equivocada hermenêutica no sentido de se considerar vedado ao psicólogo realizar qualquer estudo ou atendimento relacionados à orientação ou reorientação sexual. Digo isso porque a Constituição, por meio dos já citados princípios constitucionais, garante a liberdade científica bem como a plena realização da dignidade da pessoa humana, inclusive sob o aspecto de sua sexualidade, valores esses que não podem ser desrespeitados por um ato normativo infraconstitucional, no caso, uma resolução editada pelo C.F.P.”, justificou o juiz.

 

Fonte: Estadão


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11 de setembro de 2017

O atendimento nas Carretas da Saúde começa no próximo dia 20 e a população já está sendo orientada pela prefeitura de Rio Claro sobre como o novo serviço vai funcionar. Além da distribuição de material impresso, o governo municipal também já disponibilizou as informações básicas sobre as carretas no site da prefeitura, endereço www.rioclaro.sp.gov.br/includes/folder_web02.pdf.

 

Consultas médicas de especialidades, exames e cirurgias serão feitas nas Carretas da Saúde, uma iniciativa inédita no interior paulista tomada pela prefeitura para reduzir a fila de espera na rede municipal, que é de aproximadamente 37 mil procedimentos. “Saúde é prioridade em nosso trabalho, estamos ampliando os serviços para oferecer maior atenção à população, especialmente aos que precisam da rede pública”, afirma o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria.

 

Para ser atendido no novo serviço, será preciso ter solicitação médica de alguma unidade de saúde municipal. A secretária de Saúde está chamando os pacientes por telefone, orientando e marcando o atendimento nas carretas, que ficarão instaladas no Espaço Mais Saúde, na Avenida Visconde do Rio Claro com Avenida 12.

 

Essas e outras informações estão no site da prefeitura, onde também estão orientações detalhadas sobre quais especialidades, exames e cirurgias terão atendimento nas Carretas da Saúde, quais documentos são necessários e como chegar às carretas – os pacientes e acompanhantes poderão usar linha especial gratuita de ônibus saindo da antiga estação ferroviária até o Espaço Mais Saúde. “Queremos facilitar o acesso das pessoas aos serviços de saúde”, ressalta o secretário municipal de Saúde, Djair Francisco.

 

As carretas chegaram ao município no final de agosto e desde estão a prefeitura está cuidando da instalação de equipamentos e treinamento dos profissionais que vão atender a população. O investimento da prefeitura é inicialmente de R$ 5 milhões. A iniciativa integra o programa Mais Saúde, que tem ações como a retomada das obras em seis Unidades de Saúde da Família interrompidas na administração anterior e a Farmácia Todo Dia, com atendimento também aos sábados, domingos e feriados.


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11 de setembro de 2017

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu Regional), sob a gestão da prefeitura de Rio Claro, realiza até a sexta-feira (15) a primeira edição da Semana de Educação em Atendimento Pré-hospitalar (APH). O ciclo de palestras, com exposição de um especialista por dia, está sendo realizado no auditório do Núcleo Administrativo Municipal (NAM), sempre com início às 19h30.

 

Na segunda-feira o enfermeiro Edney Pires e Silva, fala sobre “Arritmias e Interpretação de Eletrocardiogramas”. Na terça-feira (12) o evento terá palestra do cirurgião geral José Carlos Naitzke Junior, que irá dar orientações sobre “Grandes queimaduras, cuidados intra e extra-hospitalar”.

 

Abertas aos profissionais do Samu Regional, bombeiros e profissionais médicos e de enfermagem da Secretaria de Saúde de Rio Claro, as palestras prosseguem na quarta-feira (13) com a participação do médico anestesista e intensivista Moacir Rodrigues Junior, que falará sobre “Drogas na indução de intubação orotraqueal em urgência e emergência”.

 

Na quinta-feira (14) o enfermeiro Roni Daniel Gomes, especialista em cardiologia e cuidados intensivos abordará o tema “IAM e PCR na APH: duas faces da mesma moeda”.

 

No último dia do encontro, na sexta-feira (15), o cirurgião geral e especialista em gastroenterologia, Sérgio Pimenta Terra Junior falará sobre “Intoxicação exógena”.

 

O encontro é organizado pela Secretaria Municipal de Saúde por meio do Samu, com apoio do Núcleo de Educação em Saúde, Treinamento e Desenvolvimento (Nestd). O Samu Regional de Rio Claro é comandado pelo médico Rony Peterson Meyer (diretor médico), a enfermeira Silveli Pazetto (coordenadora geral) e pela enfermeira Lilian Fernanda Strabeli de Moraes (responsável técnica).


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23 de agosto de 2017

Equipamento, com digitalizadora de imagens radiográficas, elimina uso de filmes e produtos químicos

 

O Pronto Socorro Municipal Integrado (PSMI) de Rio Claro conta com novo e moderno aparelho de raios-X, adquirido pela prefeitura. O equipamento tornará mais rápido o atendimento e agilizará diagnósticos. Recebido nesta semana, o aparelho está em fase final de montagem e deve estar em operação a partir da próxima semana. Entre outras vantagens, o novo equipamento conta com digitalizadora de imagens radiográficas, que elimina o uso dos filmes e produtos químicos para revelação. O investimento de quase R$ 250 mil foi feito com recursos disponibilizados ao município após emenda parlamentar.

 

De acordo com a prefeitura, o antigo aparelho de raios-X do PSMI está inadequado para uso e, por isso, os exames de radiografia vinham sendo feitos por empresa contratada pelo município. Divulgou ainda que o novo aparelho vai melhorar o atendimento e proporcionar economia aos cofres públicos.

 

Um novo plano de manutenção preventiva e renovação nos aparelhos de raios-X das duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) também está em elaboração pela pasta.

 

Todas essas iniciativas fazem parte do programa Mais Saúde, implantado pela prefeitura para melhorias na rede pública municipal de Saúde. Fazem parte desse conjunto de ações a retomada das obras de seis unidades de saúde da família que foram abandonadas na administração anterior, a implantação da Farmácia Todo Dia, com atendimento também aos fins de semana e feriados, e as Carretas da Saúde, que em breve atenderão no Espaço Mais Saúde, na Avenida Visconde com Avenida 12.


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7 de agosto de 2017

A Prefeitura de Rio Claro retomou nesta semana as obras do prédio da Unidade de Saúde da Família (USF) do Jardim Brasília I, situada na Avenida dos Costas. Era uma das seis obras de USF’s que foram abandonadas no ano passado, na gestão anterior. Na semana passada a prefeitura anunciou a retomada das obras no São Miguel. Já a unidade do Santa Elisa está praticamente concluída. “Eram situações que geravam incômodo para os vizinhos devido à insegurança, mas principalmente representavam grande desperdício na área de saúde, que precisa muito de investimentos para ampliar o atendimento”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que na quinta-feira (3) vistoriou parte das obras no Jardim Brasília 1.

 

O secretário municipal de Saúde, Djair Francisco, e o vereador Rafael Andreeta, acompanharam a vistoria. De acordo com Djair, a retomada das obras nas USF’s que estavam paradas é uma das iniciativas do município dentro do programa Mais Saúde, que já tem ações como a Farmácia Todo Dia, com atendimento em finais de semana e feriados, além da instalação de estrutura médico-hospitalar em unidades móveis que em breve estarão no Espaço Livre do Centro. “Isso é fruto de nosso compromisso em melhorar o atendimento em saúde e investir o dinheiro público com responsabilidade e qualidade”, comenta.

 

As seis unidades de saúde à espera de conclusão, cujas obras foram abandonadas pelo governo municipal anterior, embora tenha recebido R$ 3,2 milhões da União para realizar o serviço, incluem ainda os bairros Bela Vista, Jardim Progresso e Vila Verde /Mãe Preta. O Ministério da Saúde cobrou do município a devolução dos recursos ou o término das obras. O município redobra esforços para retomar as obras nessas três.


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31 de julho de 2017

Da importância de amamentar o bebê até informações de cuidados para as mães, uma ampla programação integra neste ano a 19ª Semana de Aleitamento Materno em Rio Claro. A abertura será realizada na terça-feira, 1º de agosto, às 14 horas no Jardim Público, com orientações às mães também sobre temas como a importância das primeiras vacinas para os bebês. Em seguida haverá um “mamaço”, ação em que as mães estarão reunidas amamentando seus filhos. Todas as atividades são abertas ao público.

 

Na quarta-feira (02), iniciando o ciclo de palestras da Semana do Aleitamento Materno, Fernanda Maria Lucas e Gisele Thiele falam sobre “Manejo em Aleitamento Materno”. A palestra será realizada no auditório da Santa Casa de Misericórdia às 8 horas. Também na quarta-feira às 19 horas haverá roda de conversa com doulas (mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto) no CEU do Mãe Preta (Avenida 1 MP s/n).

 

A programação segue na quinta-feira (03) novamente com as palestrantes Fernanda Maria Lucas e Gisele Thiele, que falarão sobre “Manejo em Aleitamento Materno”, dessa vez no auditório principal do Núcleo Administrativo Municipal (NAM), às 8 horas, na Rua 6, 3265, no Alto do Santana.
Na noite de quinta haverá a palestra da coordenadora do Banco de Leite, Denise Lopes, no auditório da Santa Casa, às 14 horas. Ela falará sobre “Depressão pós-parto e suas consequências no cuidado à lactante”.

 

Na próxima sexta-feira (4), Janaina Gregório Pelarigo falará sobre “Como lidar com as dificuldades na amamentação. A palestra será realizada no auditório da Santa Casa às 15 horas.

 

Ainda na sexta, o médico Rogério Gonçalves Lima fará palestra com o tema “Humanização do parto”, às 19 horas no auditório do Instituto de Biociências da Unesp, na Avenida 24A, 1515.

 

No sábado (5) a partir das 9 horas no CEU Mãe Preta será realizado o “Dia da beleza da mãe que amamenta”, com a equipe Silvia Mega Hair.

 

Na segunda-feira (7) a programação é reiniciada com Rebeca Alves, coordenadora da UTI Neonatal, que falará sobre o tema “Importância do aleitamento materno”, no auditório da Santa Casa às 14 horas. A penúltima palestra da 19ª Semana do Aleitamento Materno de Rio Claro será realizada pela médica Ana Flavia Grillo e pela enfermeira Janaína Gregório Pelarigo Manesco, que darão informações e orientações para as mães. A palestra será realizada às 13 horas na Unimed, Rua 11, 1441, Santa Cruz. Às 18 horas, também na Unimed, atividade de encerramento vai reunir mães participantes e seus bebês em um novo “mamaço”.

 

Além da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro a 19ª Semana do Aleitamento Materno é organizada pela prefeitura de Rio Claro por meio da Secretaria de Cultura e Fundo Social de Solidariedade, com apoio da Unimed Rio Claro, banco de leite da Santa Casa, Proama – Projeto Amamentar da Unesp, Silvia Mega Hair e Câmara Municipal de Rio Claro.

 

Aleitamento

 

O Ministério da Saúde (MS) recomenda que até os seis meses de vida o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno para ter um crescimento forte e um desenvolvimento saudável. A amamentação é também reconhecida pelo MS como o primeiro direito da criança após o nascimento.

 

O leite materno contém componentes capazes de proteger a criança de várias doenças. Nenhum outro alimento oferece as características imunológicas do leite humano, que a mãe fornece ao filho enquanto o sistema de defesa do bebê amadurece.