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4 de dezembro de 2017

Novo diretor do Departamento Regional de Saúde da região de Piracicaba, Hamilton Bonilha de Moraes se reuniu nesta sexta­-feira (1) com o prefeito de Rio Claro, João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, e o secretário municipal de Saúde, Djair Francisco.

 

Os gestores rio-clarenses colocaram o município à disposição do DRS 10-Piracicaba e manifestaram a intenção de ampliar o bom relacionamento com o órgão regional. “Quem ganha com isso é a comunidade, pois a união de esforços permite alcançarmos maior apoio do governo estadual em nossas ações de saúde”, comentou o prefeito Juninho, lembrando que o setor tem sido uma das prioridades do governo. “Fomos muito bem recebidos e o diretor se mostrou solicito aos nossos pedidos”, afirmou.

 

Hamilton ouviu um breve relato dos avanços na saúde pública de Rio Claro neste primeiro ano do governo municipal e recebeu o pedido para uma reunião de trabalho, em que o município deverá apresentar em detalhes seus pleitos.

 

O secretário Djair lembrou que a proximidade com o DRS é importante para Rio Claro. “Temos que estar alinhados para ações de interesse público, sobretudo neste momento difícil dos municípios, uma vez que é a partir do departamento regional que temos maior acesso ao governo do estado”, destacou.

 

Fonte: IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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16 de novembro de 2017

Olá Xuxus, me contem uma coisa: vocês gostam de se exercitar e ir na academia malhar, suar e chegar em casa com a sensação de dever cumprido?!

Pois é, isso é uma DELÍCIA!

Agora, será que alguma dessas situações já aconteceu com você?!

Comigo, DIARIAMENTE isso acontece, e o que faço? Bom, eu dou risada do ocorrido e continuo minhas séries!

E se você se inspirou, corra já para uma academia, ou descubra uma atividade física que tenha a ver com seu perfil e não perca mais tempo, o exercício faz bem não apenas para corpo, mas para a alma!

Vale lembrar que é importante o acompanhamento de um médico, por isso, antes de tudo, vá até seu médico e realize todos os exames!

Certo, certo?!

Um Beijo Xuxus, da Marcela Inocêncio, a Dilim.

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31 de outubro de 2017

Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 200 milhões a estados e municípios da federação para conter o avanço da doença

 

O Ministério da Saúde anunciou a compra de 2.950 milhões ampolas de penicilina – única droga para o tratamento da sífilis – e a distribuição de mais 6 milhões testes até o final do ano. A compra do antibiótico soma R$ 13,5 milhões e está dividida em 2,5 milhões de ampolas de penicilina benzatina e 450 mil de penicilina cristalina  – usada para o tratamento em bebês.

 

Em 2016, foram notificados 87.593 casos de sífilis em adulto, sendo 37.436 casos em gestantes e 20.474 casos de sífilis congênita – quando a mãe é infectada e passa para o bebê. As notificações representam um aumento de 27,9% para adultos, 14,7% para gestantes e 4,7% para bebês se comparados a 2015.

 

A compra dos antibióticos, a distribuição dos testes e o lançamento da campanha fazem parte do programa de combate à sífilis, anunciado nesta terça-feira (31/10) pelo ministro, Ricardo Barros. O governo ainda anunciou o repasse de R$ 200 milhões a estados e municípios da federação para conter o avanço da doença. Terão prioridade 100 municípios que concentram 60% dos casos de sífilis.

 

O Ministério espera que o estoque do medicamento contemple todos os municípios brasileiros até março de 2019. É previsto também a melhora na detecção precoce da doença, principalmente em gestantes, o que evitaria o aumento dos casos de sífilis congênita que, hoje, tem uma taxa de mortalidade de 6,8 a cada mil nascidos vivos. “Todas as gestantes deveriam ser testadas”, afirmou Ricardo Barros, ministro da Saúde. Segundo a diretora do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Adele Benzaken, o ideal é que o diagnóstico da doença seja feito nos primeiros três meses da gestação.

 

Em 2016, 37% das gestantes com sífilis foram diagnosticadas no 1º trimestre – 15% a mais do que no ano anterior. O ministério calcula que o aumento está relacionado à distribuição dos testes de detecção – 4,7 milhões em 2016, e espera que os números cresçam ainda mais. “Quanto maior o número de casos detectados, maiores as chances de tratamento”, ponderou o ministro. Com isso, espera-se que os casos de sífilis congênita diminuam, o que levaria à queda da taxa de todos os três casos: adulto, gestante e bebê.

 

Até setembro deste ano, o governo havia distribuído 6,3 milhões de testes e a previsão é de que até o final deste ano consiga oferecer o dobro do ano anterior.  Para isso, o ministério lançou uma nova campanha que incentiva o teste precoce. Contudo, na visão do secretário de saúde do Distrito Federal, Humberto Fonseca, a falta do uso de preservativos e a negativa dos parceiros em aceitar o tratamento – que contempla o casal caso um deles seja contaminado – é preocupante e pode prejudicar a meta. “Não adianta tratar a mulher se o parceiro continua infectado. E  as repercussões dessa postura afetam a vida inteira de uma criança que foi infectada durante a gestação”, lamentou. Para o próximo ano, o governo espera 37.470 novos casos de sífilis em gestantes, sendo 17.818 bebês. Em adultos, a projeção de novos casos é de 94.460, em 2017.

 

Sífilis no Brasil

 

Desde 1986, a sífilis congênita é de notificação compulsória, ou seja, obrigatória. A partir de 2005 e 2010, os casos de sífilis em gestante e sífilis adquirido (adulto) também precisam ser notificados.

 

Os principais meios de transmissão da doença são o contato sexual, transmissão vertical – quando a gestante tem a doença e passa para o feto – e transfusão sanguínea.

  
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Em 2016, foram notificados 87.593 casos de sífilis em adulto. Ministério da Saúde


Site
26 de outubro de 2017

A campanha de prevenção do câncer de mama “Outubro Rosa” Estará hoje na sede da IGREJA BATISTA HORA NONA, com um encontro de profissionais da saúde. Além disso, durante todo o mês as unidades de saúde da cidade estarão mobilizadas para alertar as mulheres sobre a importância da mamografia para o diagnóstico precoce do câncer de mama, já que outubro é o mês dedicado à conscientização e prevenção da doença.

O encontro NA SEDE DA IGREJA BATISTA HORA NONA começara ás 20 horas, haverá uma palestra especial com profissionais da área, Este bate-papo visa conscientizar que o câncer de mama é uma realidade e que é possível superar a doença quando se faz o autoexame frequente e o diagnóstico é precoce.
Espero por você!
Atenciosamente
Pastora 
Márcia Valéria

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto


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16 de outubro de 2017

O Conselho Municipal de Saúde de Rio Claro convocou a 13ª Conferência Municipal de Saúde de Rio Claro/SP, que será realizada no dia 02 de Dezembro de 2017, em Rio Claro.

 

TEMA DA CONFERÊNCIA:
“Responsabilidade do Controle Social no SUS”.

 

Os eixos temáticos da 13ª Conferência Municipal de Saúde de Rio Claro/SP serão:

I – Entendendo melhor o Controle Social;
II – Fortalecimento da Participação Social; e
III – A população como protagonista no SUS.

 

As pré-conferências poderão ser realizadas no período de 09 de Outubro a 11 de Novembro de 2017, para tanto, pedimos a gentileza que nos informe qual a melhor data de realização enviando e-mail para: conselho@saude.rc.sp.gov.br ou conselho@saude-rioclaro.org.br

 

CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO!

 

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3 de outubro de 2017

Realizada em parceria com a Udam, qualificação terá início em 9 de outubro

 

O Senac Rio Claro, em parceria com a União de Amigos do Menor (Udam), promove o curso gratuito Cuidador de Idoso, com início em 9 de outubro. A qualificação busca capacitar profissionais para o acompanhamento da pessoa idosa de forma a atuar pela preservação de uma vida saudável e valorização da convivência social e familiar.

 

Com aulas teóricas e práticas de cuidados, o curso será ministrado na Udam, no bairro Santana. As inscrições também podem ser feitas diretamente na entidade.

 

De acordo com Paula Capelazzo, docente do Senac Rio Claro, o aumento da expectativa de vida dos brasileiros faz com que o mercado nessa área seja promissor. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1940 e 2015 o índice teve um crescimento de 30 anos, passado de 45,5 para 75,5 anos.

 

“Essa é uma área em ascensão e a procura por cuidadores qualificados é ainda maior. Além de residências particulares, os profissionais podem atuar em hospitais, clínicas, creches para idosos, centros-dia, hotéis, clubes e instituições de longa permanência”, afirma Paula.

 

 

Serviço:

Cuidador de Idoso

Data: 9 de outubro a 18 de dezembro de 2017

Horário: de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h30

Inscrições e local das aulas: União de Amigos do Menor (Udam), Avenida 30, número 1210, entre ruas 10 e 11 – Santana

Informações: Senac Rio Claro

Endereço: Avenida Dois, 720 – Centro


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2 de outubro de 2017

O 1° Point do MotorHead Moto Grupo em Prol da ADERC foi um sucesso e aconteceu no último Sábado (30) na ADERC – Associação Dos Deficientes de Rio Claro – Av 8, N° 1397 – Bela Vista – Rio Claro/SP,  o Moto Clube MotorHead realizou o coletamento de novos integrantes e está desenvolvendo ações coletivas para a recuperação e replanejamento do espaço na Entidade.

 

O Evento reuniu diversos integrantes de outros moto clubes da região e a energia de solidariedade imperou.

 

A Banda Los Corleones se apresentou proporcionando um show fera para a galera que compareceu novamente para somar forças com o movimento solidário, animando a moçada, a planejar os novos passos para a arrecadação de materiais de construção conforme O Projeto do MotorHead de Revitalização do Espaço da ADERC.

 

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As Doações já começaram a chegar por parte de algumas empresas, a Tigre Brasil Tubos e Conexões Somou Forças com o Projeto e já realizou a sua doação! Obrigado #TIGREBRASIL

 

Participe das Próximas Ações do Clube MotorHead, a Solidariedade Prevalece e é Repassada! #MotorHead  \0/

 

O Moto Clube MotorHead está arrecadado doações através do

WhatsAPP – (19) 9 9842.4286  

e da Página do Facebook: www.facebook.com/motorheadmotogrupo

Qualquer Ajuda é Sempre Bem Vinda

Seja Voluntário!

 

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Revitalização do Espaço ADERC ;)


 


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2 de outubro de 2017

O que é Câncer de mama?

 

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários. Esse é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A proporção em homens e mulheres é de 1:100 – ou seja, para cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem terá a doença. No Brasil, o Ministério da Saúde estima 52.680 casos novos em um ano, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. Segundo o INCA, é que represente, em 2016, 28,1% do total dos cânceres da mulher.

 

Tipos

 

Existem diversos tipos e subtipos de câncer de mama. No geral, o diagnóstico leva em conta alguns critérios: se o tumor é ou não invasivo, seu tipo tipo histológico, avaliação imunoistoquímica e seu estadio (extensão):

 

Tumor invasivo ou não

 

Um câncer de mama não invasivo, também chamado de câncer in situ, é aquele que está contido em algum ponto da mama, sem se espalhar para outros órgãos – a membrana que reveste o tumor não se rompe, e as células cancerosas ficam concentradas dentro daquele nódulo. Já o tipo invasivo acontece quando essa membrana se rompe e as células cancerosas invadem outros pontos do organismo. Todo câncer in situ tem potencial para se transformar em invasor.

 

Avaliação Imunoistoquímica

 

Também chamada de IQH, a avaliação imunoistoquímica para o câncer de mama avalia se aquele tumor tem os chamados receptores hormonais. Aproximadamente 65 a 70% dos cânceres de mama tem esses receptores, que são uma espécie de ancoradouro para um determinado hormônio. Existem três tipos de receptores hormonais: o de estrógeno, o de progesterona e o de HER-2. Esses receptores fazem com que o determinado hormônio seja atraído para o tumor, se ligando ao receptor e fazendo com que essa célula maligna se divida, agravando a doença.

 

A progesterona e o estrógeno são hormônios que circulam normalmente por nosso organismo, que podem se ligar aos receptores hormonais do câncer de mama, quando houver. Já o HER-2 (sigla para receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano) é um gene que pode ser encontrado em todas as células do corpo humano, que tem como função ajudar a célula nos processos de divisão celular. O gene HER-2 faz com que a célula produza uma proteína chamada proteína HER-2, que fica na superfície das células. De tempos em tempos, a proteína HER-2 envia sinais para o núcleo da célula, avisando que chegou o momento da divisão celular. Na mama, cada célula possui duas cópias do gene HER-2, que contribuem para o funcionamento normal destas células. Porém, em algumas pacientes ocorre o aparecimento de um grande número de genes HER-2 no interior das células da mama. Com o aumento do número de genes HER-2 no núcleo, ficará também aumentado o número de receptores HER-2 na superfície das células.

 

Tipo histológico do câncer de mama

 

O tipo histológico é como se fosse o nome e o sobrenome do câncer. Os tipos histológicos se dividem em vários subtipos, de acordo com fatores como a presença ou ausência de receptores hormonais e extensão do tumor. Os tipos mais básicos de câncer de mama são:

 

Carcinoma ducta in situ:é o tipo mais comum de câncer de mama não invasivo. Ele afeta os ductos da mama, que são os canais que conduzem leite. Ele não invade outros tecidos nem se espalha pela corrente sanguínea, a membrana que reveste o tumor não se rompe, e as células cancerosas ficam concentradas dentro daquele nódulo mas pode ser multifocal, ou seja, pode haver vários focos dessa neoplasia na mesma mama. Caracterizase pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das células.Todo câncer de mama in situ tem potencial para se transformar em invasor.

 

Carcinoma ductal invasivo:ele também acomete os ductos da mama, e se caracteriza por um tumor que pode invadir os tecidos que os circundam. O câncer do tipo ductal invasivo representa de 65 a 85% dos cânceres de mama invasivos. Esse carcinoma pode crescer localmente ou se espalhar para outros órgãos por meio de veias e vasos linfáticos. Caracteriza-se pela presença de um ou mais receptores hormonais na superfície das células.

 

Carcinoma lobular in situ: ele se origina nas células dos lobos mamários e não tem a capacidade de invasão dos tecidos adjacentes. Frequentemente é multifocal. O carcinoma lobular in situ representa de 2 a 6% dos casos de câncer de mama.

 

Carcinoma lobular invasivo: ele também nasce dos lobos mamários e é o segundo tipo mais comum. O carcinoma lobular invasivo pode invadir outros tecidos e crescer localmente ou se espalhar. Geralmente apresenta receptores de estrógeno e progesterona na superfície das células, mas raramente a proteína HER-2.Tem maior de afetar as duas mamas.

 

Carcinoma inflamatório: raramente apresenta receptores hormonais, podendo ser chamado de triplo negativo. Ele é a forma mais agressiva de câncer de mama – e também a mais rara. O carcinoma inflamatório se apresenta como uma inflamação na mama e frequentemente tem uma grande extensão. Ele também começa nas glândulas que produzem leite. As chances dele se espalhar por outras partes do corpo e produzir metástases são grandes.

 

Doença de Paget: é um tipo de câncer de mama que acomete a aréola ou mamilos, podendo afetar os dois ao mesmo tempo. Ele representa de 0,5 a 4,3% de todos os casos de carcinoma mamário, sendo portando uma forma mais rara. Ele é caracterizado por alterações na pele do mamilo, como crostas e inflamações – no entanto, também pode ser assintomático. Existem duas teorias para explicar a origem da doença de Paget da mama: as células tumorais podem crescer nos ductos mamários e progredir em direção à epiderme do mamilo, ou então as células tumorais se desenvolvem já na porção terminal dos ductos, na junção com a epiderme.

 

Estadiamento do câncer de mama

 

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a extensão da doença, que vão do 0 ao 4:

 

Estadio 0: as células cancerosas ainda estão contidas nos ductos, por isso o problema é quase sempre curável
Estadio 1: tumor com menos de 2 cm, sem acometimento das glândulas linfáticas da axila
Estadio 3: nódulo com mais de 5 cm que pode alcançar estruturas vizinhas, como músculo e pele, assim como as glândulas linfáticas. Mas ainda não há indício de que o câncer se espalhou pelo corpo
Estadio 4: tumores de qualquer tamanho com metástases e, geralmente, há comprometimento das glândulas linfáticas. No Brasil cerca de 60 a 70% dos casos são diagnosticado em estadio 3 ou 4.

 

Fatores de risco

 

Os principais fatores de risco para o câncer de mama são:

 

Histórico familiar

 

Os critérios para identificar o risco genético para a doença são:

 

Dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama
Um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
Dois parentes de primeiro grau com esse tipo de câncer, sendo que um teve a doença antes de 45 anos
Um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral
Um parente de primeiro grau com a doença e um ou mais parentes com câncer de ovário
Um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário
Três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença
E dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário.
Idade

 

As mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas. Isso porque a exposição ao hormônio estrógeno está no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, particularmente, os riscos entram em uma curva ascendente.

 

Menstruação precoce

 

A relação com a menstruação está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio em quantidades alteradas facilita a proliferação desordenada de células mamárias, resultando em um tumor. Quanto mais intensa e duradoura é a ação do hormônio nas células mamárias, maior é a probabilidade de um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos 9 ou 10 anos de idade, é porque os ovários intensificaram a produção do hormônio cedo e, assim, o organismo ficará exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida.

 

Menopausa tardia

 

A lógica nesse caso é a mesma do caso acima – enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, deixando as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado.

 

Reposição hormonal

 

Muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição – principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona – pode aumentar as chances. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Como alternativa à reposição hormonal, é indicada a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada.

 

Colesterol alto

 

O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, aumentando o risco de câncer de mama.

 

Obesidade

 

O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama principalmente após a menopausa. Isso porque a partir dessa idade o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Sob a ação de enzimas, a gordura armazenada nas mamas, por exemplo, é convertida em estrógeno. O alerta é mais sério para aquelas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30. A redução de apenas 5% do peso já cortaria quase pela metade os riscos de desenvolver alguns dos principais tipos da doença. A constatação é de pesquisadores do Centro de Prevenção Fred Hutchinson (EUA), com base na avaliação de dados de 439 mulheres acima do peso entre 50 e 75 anos de idade.

 

Ausência de gravidez

 

Mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances devido a ausência de amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea.

 

Lesões de risco

 

Já ter apresentado algum tipo de alteração na mama não relacionada ao câncer de mama também pode aumentar as chances do surgimento de tumores. Dessa forma, pequenos cistos ou calcificações encontrados na mama, ainda que benignos, devem ser acompanhados com atenção.

 

Tumor de mama anterior

 

Pacientes que já tiveram câncer de mama têm mais chances de apresentar outro tumor – nesse caso é chamado de câncer recidivo ou que sofreu uma recidiva.

 

Seus direitos

 

Reabilitação profissional: o serviço da Previdência Social visa readaptar ou reeducar o profissional para o retorno ao trabalho, com o fornecimento de materiais necessários à reabilitação (tais como taxas de inscrição em serviços profissionalizantes e auxílios para transporte e alimentação). Todos os segurados da Previdência têm direito à reabilitação.

 

Auxílio-doença: você terá direito ao benefício mensal desde que fique por mais de 15 dias com incapacidade para o trabalho atestada por perícia médica da Previdência Social e que tenha contribuído com o INSS por no mínimo 12 meses (embora haja exceções). Compareça pessoalmente ou por intermédio de procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. O auxílio-doença deixará de ser pago quando você recuperar a capacidade para o trabalho, ou caso o direito se reverta em aposentadoria por invalidez.

 

Aposentadoria por invalidez: você terá direito ao benefício se for segurada da Previdência Social e a perícia constatar que está incapacitada permanentemente par ao trabalho. Via de regra, é preciso ter contribuído com o INSS por, no mínimo, 12 meses para obter o benefício. Compareça pessoalmente ou por procurador a uma agência da Previdência Social, preencha o requerimento, apresente a documentação exigida e agende a perícia. Você ainda pode requerer o auxílio-doença pela internet, no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135.
Isenção de imposto de renda: você tem direito à isenção do imposto de renda sobre os valores recebido a título de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias, mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma. Procure o órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria, pensão ou reforma e solicite a isenção do imposto de renda que incide sobre esses rendimentos.

 

IPTU: não existe uma legislação nacional que garanta a isenção do IPTU para pessoas com determinadas patologias, como o câncer de mama, mas, como se trata de um imposto municipal, algumas cidades já garantes a isenção. Informe-se na Secretaria de Finanças do seu município.

 

Cirurgia de reconstrução mamária: você tem direito a realizar a cirurgia reparadora gratuitamente, tanto pelo SUS como pelo plano de saúde. Se estiver em tratamento no SUS, exija o agendamento da cirurgia no próprio local e, se não estiver, dirija-se a uma Unidade Básica de Saúde e solicite seu encaminhamento para uma unidade especializada em reconstrução mamária. Pelo Plano de Saúde, consulte um cirurgião credenciado.

 

Compartilhando a experiência

 

A solidão pode ser um sentimento que assola a paciente com câncer de mama. Mas lembre-se que você não está sozinha. Peça ajuda, compartilhe sua experiência, procure centros e locais que façam terapia em grupo. Dissemine seu conhecimento e sua luta contra o câncer de mama e ajude a quebrar o estigma que existe em torno da doença. Incentive as mulheres a fazer a mamografia, converse com suas amigas e colegas sobre a importância do exame. Relate sua experiência para entidades de apoio ao paciente ou crie um blog para dividir suas questões com os leitores.

 

Perguntas frequentes

 

Qual a porcentagem de cânceres de mama que acontecem por conta da mutação genética?

 

A população geral tem cerca de 10 a 12% de riscos de desenvolver a doença. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, a presença da mutação entre os casos de câncer de mama gira em torno de 5 a 10%, sendo que 5% de todos os cânceres de mama são de mulheres com a mutação genética BRCA. Por isso, a maneira mais segura de tratar e prevenir é visitar o seu mastologista, quando indicado, e seguir suas orientações.

 

Uma pessoa que tem risco comprovado para câncer de mama pode fazer uma mastectomia preventiva?

 

Uma mulher com alto risco pode, sim, optar por fazer a mastectomia preventiva. A mastectomia preventiva mamária consiste na retirada da região interna da mama – ou seja, da glândula mamária juntamente com os ductos mamários – que são os locais onde pode acontecer a formação de um tumor. Com a retirada do interior da mama, os riscos de câncer reduzem em até 90%. As chances do câncer ainda existem porque 10% do tecido mamário é preservado para a nutrir a pele, auréola e mamilo. Na cirurgia sempre serão removidas as duas mamas, daí a denominação de dupla mastectomia preventiva.

 

Existem também tratamentos que usam os chamados anti-hormônios ou moduladores hormonais, que inibem a produção de estrógeno e impedem as células da mama de se multiplicarem. Esse tratamento, no entanto, é recomendado apenas para cânceres de mama hormonais – ou seja, que acontecem ou podem acontecer em decorrência de alterações hormonais – não sendo indicado para pessoas que tem o risco genético, por exemplo.

 

Para pacientes com risco genético, uma alternativa é redobrar a atenção e acompanhamento da mamas, partindo para exames de rastreamento, como ultrassom de mamas e mamografias, em intervalos de tempos mais curtos, a cada seis meses, por exemplo, dependendo do que o seu médico considerar mais seguro. O objetivo nesse caso é identificar o câncer numa fase muito precoce e iniciar o tratamento adequado a partir desse diagnóstico.

 

Sintomas de Câncer de mama

 

Os sintomas do câncer de mama variam conforme o tamanho e estágio do tumor. A maioria dos tumores da mama, quando iniciais, não apresenta sintomas.

 

Caso o tumor já esteja perceptível ao toque do dedo, é sinal de que ele tem cerca de 1 cm³ – o que já é uma lesão muito grande. Por isso é importante fazer os exames preventivos (como a mamografia) na idade adequada, antes do aparecimento deste e de qualquer outro sintoma do câncer de mama.

 

Veja os outros sinais possíveis do câncer de mama:

 

Vermelhidão na pele, inchaço ou calor
Alterações no formato dos mamilos e das mamas, principalmente as alterações recentes, é possível até que uma mama fique diferente da outra
Nódulos na axila
Secreção escura saindo pelo mamilo
Pele enrugada, como uma casca de laranja
Em estágios avançados, a mama pode abrir uma ferida.

 

Diagnóstico de Câncer de mama

 

Além da mamografia, ressonância magnética, ecografia e outros exames de imagem que podem ser feitos para identificar uma alteração suspeita de câncer de mama, é necessário fazer uma biópsia do tecido coletado da mama. Nesse material da biópsia é que a equipe médica identifica se as células são tumorosas ou não. Caso seja feito o diagnóstico, os médicos irão fazer o estudo dos receptores hormonais para saber se aquele tumor expressa algum ou não, além de sua classificação histológica. O tratamento vai ser determinado pela presença ou ausência desses receptores na célula maligna, bem como o prognóstico do paciente.

 

Na consulta médica

 

Chegando ao consultório com a mamografia suspeita para câncer de mama, o médico fará perguntas sobre seu histórico familiar da doença, idade, data de início da menstruação, se você já está na menopausa e outras questões relacionadas a fatores de risco. Depois, fará a análise da mamografia e da biópsia a fim de encontrar o diagnóstico.

 

Caso você já tenha recebido o diagnóstico, é importante tirar todas as suas dúvidas com o médico e não deixar nada escapar. Confira algumas dicas para aproveitar ao máximo a consulta:

 

Se não entender o médico, peça que repita com termos mais simples ou usando desenhos
Leve um caderno para a consulta e anote os pontos mais importantes e para levar dúvidas anotadas para as consultas
Caso queira informações adicionais sobre seu caso, peça a seu médico que indique livros, sites ou artigos
Prefira levar um acompanhante para ajudar na assimilação de novas informações.
Segue uma lista de perguntas importantes para fazer na consulta:

 

Onde está a doença nesse momento e qual a sua extensão?
Meu câncer é receptor de hormônio positivo ou negativo?
Meu câncer é HER-2 positivo ou negativo?
Quais são as opções de tratamento e como elas funcionam?
Quais são os efeitos colaterais mais e menos comuns do tratamento?
Como esse tratamento me beneficiará?
Posso evitar os desconfortos do tratamento? Como?
Qual a previsão de duração do tratamento?
Precisarei visitar o médico e realizar exames com que frequência durante o tratamento? Quais exames serão necessários?
Precisarei ficar internada?
Precisarei seguir dieta específica?
Posso fazer a reconstrução mamária? Como ficará minha mama?
Posso apresentar linfedema? Quais são as chances?
Meu câncer voltará? Quais são as chances?
Para quem devo ligar se tiver dúvidas e problemas relativos ao tratamento?
Quando terminar, quais serão os próximos passos?
Eu tenho outras doenças concomitantes que afetam a minha capacidade de tolerar tratamentos?
Há alguma recomendação especial para esse momento?

 

 

Tratamento de Câncer de mama

 

Existem diversos tratamentos para o câncer de mama, que podem ser combinados ou não. Todo câncer deverá ser retirado com uma cirurgia, que pode retirar parte da mama ou ela toda – entretanto, em alguns casos pode ser que a cirurgia seja combinada com outros tratamentos.

 

O que vai determinar a escolha do tratamento é a presença ou ausência de receptores hormonais, o estadiamento do tumor, se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não.

 

Outro fator determinante para o tratamento é a paciente e qual o seu estado de saúde e época da vida. Tratar o quadro em uma mulher de 45 anos, saudável, é completamente diferente de fazer o tratamento em uma mulher com 80 anos e doenças relacionadas – ainda que o tipo e extensão do câncer sejam exatamente iguais. Nesse caso, deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade de vida da paciente. Os tratamentos são divididos entre terapia local e terapia sistêmica:

 

Terapia local de câncer de mama

 

O câncer de mama tratado localmente será submetido a uma cirurgia parcial ou total seguida de radioterapia:

 

Cirurgia: é a modalidade de tratamento mais antiga. Quando o tumor se encontra em estágio inicial, a retirada é mais fácil e com menor comprometimento da mama
Radioterapia: terapia que usa radiação ionizante no local do tumor. É muito utilizada para tumores que ainda não se espalharam e não metástases, para os quais não é necessária a retirada de grande parte da mama. A radioterapia também pode ser usada nos casos em que o câncer de mama não pode ser retirado completamente com a cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de o tumor voltar a crescer. Dura aproximadamente um mês.
Terapia sistêmica do câncer de mama

 

O tratamento sistêmico se faz com um conjunto que medicamentos que serão infundidos por via oral ou diretamente na corrente sanguínea. Em ambos os casos, o tratamento não é feito de forma local – ou seja, o medicamento irá circular por todo o organismo, inclusive onde o tumor se encontra. Há três modalidade de terapia sistêmica:

 

Quimioterapia: tratamento que utiliza medicamentos orais ou intravenosos, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes. A quimio pode ser feita antes ou após a cirurgia, e o período de tratamento varia conforme o câncer de mama e a paciente

 

Hormonioterapia: tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. A hormonioterapia, portanto, só poderá ser utilizada em pacientes que apresentam pelo menos um receptor hormonal em seu tumor. Essa terapia no geral é feita via oral, e as drogas agem bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão afetado

 

Imunoterapia: também conhecido como terapia anti HER-2, essa modalidade é constituída de drogas que bloqueiam alvos específicos de determinadas proteínas ou mecanismo de divisão celular presente apenas nas células tumorais ou presentes preferencialmente nas células tumorais. São medicamentos ministrados geralmente via oral. Quando o tumor expressa a proteína HER-2 em grande quantidade, por exemplo, são utilizadas drogas que irão destruir essas células especificamente. Existem outras proteínas ou processos celular que podem se acentuar no tumor e intensificar seu crescimento, e as drogas da terapia alvo irão agir nesses pontos específicos.

 

Caso o tumor tenha grande extensão, pode ser que o médico recomende uma terapia sistêmica inicialmente, para diminuir o tamanho do câncer de mama e assim fazer a cirurgia parcial. Se o câncer apresentar metástases, a terapia sistêmica também é indicada, já que as drogas agem no corpo inteiro, encontrando focos do tumor e eliminando. A escolha do tratamento tem que levar em conta a curabilidade da doença e a tolerância à toxicidade do tratamento (algumas mulheres não podem se expor a tratamentos muito severos durante um longo período). Pacientes que sofreram metástases deverão se submeter ao algum tratamento sistêmico para o resto da vida, além do acompanhamento clínico.

 

Complicações possíveis

 

Entre as complicações está a recidiva, que é a volta de um tumor já tratado. A recidiva do câncer de mama ocorre nos dois ou três primeiros anos após a retirada do tumor, por isso é necessário fazer um acompanhamento próximo nesse período, com mamografias regulares em intervalos de seis meses ou anualmente mais análise clínica do paciente. O tumor também pode invadir outros tecidos e se espalhar pela circulação sanguínea ou linfática, atingindo outros órgãos como fígado e ossos – causando as chamadas metástases. Se o câncer for metastático, o tratamento deve ser sistêmico e acompanhado também individualmente.

 

Além disso, há os efeitos colaterais das terapias. Após a cirurgia, é necessário acompanhamento com médico e fisioterapeuta para evitar o rompimento dos pontos e necrose de tecidos – também é importante manter a higienização do local para evitar infecções. A cirurgia também envolve a modificação e pode causar uma série de alterações psicológicas na paciente, além das físicas.

 

A hormonioterapia pode piorar os sintomas da menopausa, favorecer a osteoporose, aumentar o risco de trombose e coágulos nas pernas – entretanto, esses efeitos colaterais são raros e as pacientes no geral tem uma alta tolerância ao tratamento.

 

Durante a quimioterapia a mulher pode sofrer infecções bucais, queda de cabelo, diarreia, náuseas e baixa imunidade temporária. Algumas quimioterapias também pode afetar a saúde cardiovascular – por isso é importante o acompanhamento com cardiologista. O sistema reprodutor também pode ser afetado, por isso, se você estiver em idade reprodutiva e pretende ter filhos, discuta com seu médico e parceiro(a) a possibilidade de se fazer o congelamento de óvulos. A queda dos cabelos é efeito mais comum da quimioterapia e não é controlável – isso porque o tratamento irá matar tudo aquilo que está crescendo. Dessa forma, além da queda de cabelo, pode ser que você perceba as unhas mais fracas também.

 

A terapia anti HER-2 tem menos efeitos colaterais, mas pode induzir uma toxicidade no coração – por isso, muita atenção com o cardiologista se optar por esse tratamento. Os anticorpos monoclonais, ligando-se às células cancerígenas e destruindo-as especificamente, apresentam geralmente menor grau de toxicidade que os quimioterápios convencionais. Ainda sim, pode gerar efeitos como falta de ar, sensação de calor, queda da pressão arterial e rubor. Notifique imediatamente a equipe que te atende ao sinal desses sintomas. Normalmente, esses efeitos diminuem nas administrações posteriores. Já a radioterapia pode causar cansaço e queimaduras leves na pele que voltam ao normal com o fim da terapia.

 

Expectativas

 

A maior chance de cura é por meio do diagnóstico precoce. Um tumor diagnosticado no estadio 0 ou 1 chega a ter mais 90% de chance de cura. Já um câncer de mama no estadio 3 ou 4 tem de 30 a 40% de chance de cura total. Mas isso não é motivo para desistir ou achar que o seu caso não tem cura – com o tratamento adequado e força de vontade, todo o obstáculo é transpassado. Mesmo cânceres em estadios mais avançados podem responder bem ao tratamento, podendo ser operados e retirados completamente. Por isso é importante conversar com seu médico e sempre buscar novas formas de lidar com a doença.

 

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Convivendo/ Prognóstico

 

O prognóstico do câncer de mama depende de todas as características do tumor e paciente, como também da disponibilidade das drogas adequadas. No Brasil ainda não está disponível a terapia anti HER2 para doença metastática, por exemplo. Além disso, 40% das mulheres com câncer no geral que precisam de radioterapia não recebem o tratamento porque não tem equipamentos suficientes no país para suprir a demanda. Esse tipo de complicação pode piorar o prognóstico de uma paciente, que fica dependente de uma fila de espera ou então precisa se inscrever em programas internacionais. Existem modelos matemáticos que ajudam a estimar o risco de recidiva nos próximos dez anos – mas seus resultados não são 100% corretos ou perfeitos. Existem métodos mais modernos que avaliam o tumor da paciente em sua composição genética, individualmente. Com base na avaliação dos genes do tumor da paciente faz-se um prognóstico individualizado e o benefício que qualquer tratamento vai trazer para a cura do câncer de mama. Entretanto, esses testes são mais sofisticados e não precisam ser enviados para fora do país para avaliação.

 

O tratamento também envolve uma serie de cuidados e práticas para minimizar os efeitos das terapias:

 

Como minimizar os efeitos adversos da quimioterapia?

 

Náuseas e vômitos: consuma alimentos de fácil digestão e converse com seu oncologista sobre a necessidade da utilização de antieméticos.

 

Planeje a alimentação: algumas pessoas sentem-se bem comendo antes da quimioterapia e outras, não – nesse caso, o hábito varia conforme a necessidade da paciente com câncer de mama. Entretanto, deve-se sempre aguardar pelo menos uma hora após a sessão para consumir qualquer alimento ou bebida.

 

Coma devagar: consuma pequenas refeições, cinco ou seis vezes por dia, em vez de três grandes refeições, evitando ingerir líquidos enquanto come. Isso evite enjoos e vômitos.

 

Prefira alimentos frescos e evite consumi-los muito quentes

 

Evite alimentos e bebidas fortes, como café, peixe, cebola e alho. Eles também favorecem os vômitos.
Cuidados durante a radioterapia

 

O radioterapeuta e a equipe de enfermagem debem orientá-la sobre os cuidados específicos que deverão ser adotados durante o tratamento de radioterapia. Esses cuidados variam muito de acordo com a região a ser irradiada.

 

Pele: lave a pele irradiada com sabão suave e água morna. Tente não coçar nem esfregar a área.
Pomada: aplique pomadas ou cremes sobre a pele somende com aprovação médica.
Prefira roupas folgadas e confortáveis e se possível cubra a região irradiada com roupas claras.
Mais do que viver, a paciente pode viver bem, cuidando de si própria com carinho e atenção. Para ajudar as pacientes nesse desafio, é cada vez mais comum a abordagem multidisciplinar para o câncer de mama, com apoio de dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, preparadores físicos e etc.

 

Fisioterapia para câncer de mama

 

Ela promove a independência funcional da paciente, permitindo que realize as atividades que deseja sozinha e sem inconveniências. Proporciona alívio da dor e reduz a necessidade do uso de analgésicos. Geralmente o tratamento é indicado após a cirurgia.

 

Nutrição

 

O acompanhamento nutricional ajuda a prevenir a perda de peso e a desnutrição durante o tratamento. Além disso, ele ajuda a paciente com câncer de mama a seguir as restrições dietéticas corretas para evitar possíveis efeitos colaterais do tratamento.

 

Exercícios físicos e câncer de mama

 

Não importante a atividade – o que importa é praticar. A atividade física ajuda a “mandar” a fadiga embora, aumenta a energia, a disposição e a autoestima, além de proporcionar convívio social.

 

Depois da cirurgia: converse com seu médico sobre o retorno às atividades físicas. Isso varia de acordo com o tempo de recuperação esperado para cada procedimento e estado paciente.

 

Algumas pacientes podem apresentar queda de imunidade durante o tratamento, o que pode ocasionar infecções oportunistas. Por isso, não se recomendam atividades com a natação – já o contato com a água da piscina pode favorecer infecções.

 

Caso a ideia seja frequentar uma academia de ginástica, opte pela atividade supervisionada por um profissional de educação física. Relate seu caso, para que ele indique a série de exercícios mais adequada.

 

Sexualidade e sensualidade

 

Durante o tratamento do câncer de mama, diversas situações como diminuição da libido, alterações hormonais e incômodos emocionais podem influenciar diretamente no seu comportamento sexual. É importante que entenda que esses transtornos são causados por situações físicas que você está enfrentando e não tem a ver o que você é em essência. Tente resgatar nesse período a sensualidade que há em você – mas tudo em seu tempo.

 

Fale com seu parceiro ou parceira: converse sobre a diminuição da libido para que a pessoa não se sinta rejeitada e confusa com seu possível desinteresse sexual. A comunicação aberta poderá ajudar a buscar maneiras criativas de despertas a sua libido.

 

Fale com seu oncologista: seu médico pode prescrever medicamentos para combater os efeitos colaterais do tratamento, motivos que levam ao desinteresse sexual.

 

Fale com um psicólogo: o profissional pode ajudar identificando e tratando os obstáculos emocionais que colaboram com o desinteresse sexual.

 

Cuidados com a autoestima

 

A queda de cabelos e a mastectomia são os pontos que mais podem afetar a autoestima da paciente. Tente não se render a esses sentimentos e procure saídas para esses incômodos, que são pequenos perto da sua qualidade de vida e da luta que você está travando. Você pode guardar os fios naturais para aplicar em rabo de cavalo quando cabelos voltarem a crescer, ou então comprar perucas e usar lenços coloridos, refletindo sua personalidade. Busque outras atividades que façam você se sentir bem, como cursos de uma área que você se interesse. Tudo vale para reconquistar a autoconfiança ou então não deixar que ela se vá.

 

Administrando sentimentos

 

O câncer de mama pode gerar uma série de sentimentos, diversos altos e baixos. Isso tudo é normal – o ser humano é cheio de emoções e a doença pode maximizar esse aspecto. Entenda que alguns dias serão melhores que outras, mas não permita que o mais estar se instale. O importante é que você não se desespere em meio aos sentimentos que experimenta. Se você perceber algum sinal de depressão, como tristeza profunda, falta de sono e apetite, insegurança e desânimo, converse com seu oncologista sobre o assunto. Ele poderá recomendar uma visita ao psicólogo.

 

Impacto do câncer de mama na minha vida

 

Casa: se você ainda não divide a tarefas com seu parceiro (a) e filhos, essa é a hora para determinar novas funções. Durante o tratamento pode ser que você se sinta indisposta, e todo o apoio é importante nesse sentido.
Trabalho: se você se sentir disposta e com vontade de trabalhar, vá em frente – isso ajudará a manter o convívio social e atrelará compromissos a sai vida que não estão relacionados com o tumor. Porém, em alguns momentos, você poderá se sentir debilitada e pode ser que opte por deixar o trabalho.

 

Vida financeira: seu orçamento pode ficar abalado caso você precise parar de trabalhar, mais as despesas do tratamento. Saiba que é possível requisitar auxílio-doença e não se envergonhe se precisar pedir ajuda a um parente ou amigo mais próximo. Rever os gastos durante esse período também é essencial.

 

Conversando com seus filhos

 

A pessoa mais indicada para contar é você. Fale o mais rápido possível, para não criar um clima de omissão. Além disso, evite omitir a palavra câncer ou tratar o câncer de mama como um tabu. Isso somente criará medo em torno da doença

 

Você não precisa contar detalhes da doença, mas esteja preparada para questionamentos

 

Explique os efeitos colaterais da doença do tratamento, que é normal você ficar mais triste em alguns momentos, que é normal a queda de cabelos e outros efeitos. Isso evite choques.

 

Seus filhos poderão apresentar mudanças de comportamento e desempenho na escola. É importante que o educador saiba lidar com isso e tenha liberdade de comentar com você se algo diferente ocorrer.

 

Se sentir a necessidade, busque apoio de um psicólogo familiar.

 

Conversando com seu marido ou companheiro

 

O seu companheiro ou companheira é a pessoa que, assim como os filhos, estará mais próxima de você nesse momento. Conversem francamente sobre as demandas que surgirão e peça ajuda para enfrentar a doença.

 

Reconstrução de mama

 

Passível de ser realizada em quase todas as pacientes porém há dificuldade de acesso nas pacientes do SUS principalmente por fatores econômicos. Para quem não tem acesso, é recomendado o uso de prótese externa afim de equilibrar um pouco do peso sobre a coluna e principalmente para alívio estético e maior liberdade para vestimenta da paciente.

 

Prevenção

 

A prevenção do câncer de mama pode ser dividida em primária e secundária: a primeira envolve a adoção de hábitos saudáveis, e a segunda diz respeito a realização de exames de rastreamento, a fim de fazer o diagnóstico precoce:

 

Exercícios

 

Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento do tumor. É importante na prevenção do câncer e na prevenção da recidiva.

 

Amamentação

 

Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver a doença. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente sanguínea.

 

Dieta balanceada

 

Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento.

 

Estresse

 

Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade.

 

Álcool

 

O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta esse risco ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de sinalização do estrógeno.

 

Controle do peso

 

Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver o tumor. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo.

 

Faça a mamografia

 

A maioria das mulheres devem começar a fazer mamografias anualmente após os 50 anos, mas, para quem tem histórico familiar de câncer de mama, o exame deve começar 10 antes do caso mais precoce na família. Assim se um parente próximo teve esse tipo de câncer aos 40, é preciso começar a fazer mamografias anualmente a partir dos 30 anos. Fazer a mamografia anualmente em idade adequada pode reduzir a morte por câncer de mama em até 30%, segundo um estudo publicado na revista Radiology.

 

Fonte: Minha Vida


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25 de setembro de 2017

Colegiado entrou com agravo de instrumento para questionar decisão do juiz juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal

 

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) entrou, nesta quinta-feira, 21, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com agravo de instrumento contra a liminar concedida parcialmente, em 15 de setembro, pelo juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal, relacionada à Resolução CFP 01/99.

 

As informações são do site do Conselho Federal de Psicologia.

O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende a pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica.

 

“Entendemos que esta liminar não agrega nenhum benefício para a discussão da causa e ainda traz graves prejuízos à população LBGT. Consideramos que, neste caso, a interferência extrapola a competência do Judiciário, ao dizer como um conselho profissional deve interpretar a sua própria norma”, afirmou Rogério Giannini, presidente do CFP.

 

Norma. Segundo a resolução 001/1999, do Conselho Federal de Psicologia, ‘os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados’. “os psicólogos não exercerão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. Os autores da ação, que apoiam o tratamento de reversão sexual, pediam que a norma fosse considerada inconstitucional por supostamente ‘restringir’ a liberdade científica.

 

“A fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela resolução deve ser aquela no sentido de não provar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura preconceito ou discriminação. Até porque o tema é complexo e exige aprofundamento científico necessário”, anotou o magistrado, em ata de audiência no dia 15 de setembro.

 

O magistrado não considerou a norma que proíbe a cura gay como inconstitucional, mas disse entender que os profissionais não podem se ser censurados por fornecer o atendimento.

 

“Conforme pode ver, a norma em questão, em linhas gerais, não ofende os princípios maiores da Constituição. Apenas alguns de seus dispositivos, quando e se mal interpretados, podem levar à equivocada hermenêutica no sentido de se considerar vedado ao psicólogo realizar qualquer estudo ou atendimento relacionados à orientação ou reorientação sexual. Digo isso porque a Constituição, por meio dos já citados princípios constitucionais, garante a liberdade científica bem como a plena realização da dignidade da pessoa humana, inclusive sob o aspecto de sua sexualidade, valores esses que não podem ser desrespeitados por um ato normativo infraconstitucional, no caso, uma resolução editada pelo C.F.P.”, justificou o juiz.

 

Fonte: Estadão


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11 de setembro de 2017

O atendimento nas Carretas da Saúde começa no próximo dia 20 e a população já está sendo orientada pela prefeitura de Rio Claro sobre como o novo serviço vai funcionar. Além da distribuição de material impresso, o governo municipal também já disponibilizou as informações básicas sobre as carretas no site da prefeitura, endereço www.rioclaro.sp.gov.br/includes/folder_web02.pdf.

 

Consultas médicas de especialidades, exames e cirurgias serão feitas nas Carretas da Saúde, uma iniciativa inédita no interior paulista tomada pela prefeitura para reduzir a fila de espera na rede municipal, que é de aproximadamente 37 mil procedimentos. “Saúde é prioridade em nosso trabalho, estamos ampliando os serviços para oferecer maior atenção à população, especialmente aos que precisam da rede pública”, afirma o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria.

 

Para ser atendido no novo serviço, será preciso ter solicitação médica de alguma unidade de saúde municipal. A secretária de Saúde está chamando os pacientes por telefone, orientando e marcando o atendimento nas carretas, que ficarão instaladas no Espaço Mais Saúde, na Avenida Visconde do Rio Claro com Avenida 12.

 

Essas e outras informações estão no site da prefeitura, onde também estão orientações detalhadas sobre quais especialidades, exames e cirurgias terão atendimento nas Carretas da Saúde, quais documentos são necessários e como chegar às carretas – os pacientes e acompanhantes poderão usar linha especial gratuita de ônibus saindo da antiga estação ferroviária até o Espaço Mais Saúde. “Queremos facilitar o acesso das pessoas aos serviços de saúde”, ressalta o secretário municipal de Saúde, Djair Francisco.

 

As carretas chegaram ao município no final de agosto e desde estão a prefeitura está cuidando da instalação de equipamentos e treinamento dos profissionais que vão atender a população. O investimento da prefeitura é inicialmente de R$ 5 milhões. A iniciativa integra o programa Mais Saúde, que tem ações como a retomada das obras em seis Unidades de Saúde da Família interrompidas na administração anterior e a Farmácia Todo Dia, com atendimento também aos sábados, domingos e feriados.


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11 de setembro de 2017

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu Regional), sob a gestão da prefeitura de Rio Claro, realiza até a sexta-feira (15) a primeira edição da Semana de Educação em Atendimento Pré-hospitalar (APH). O ciclo de palestras, com exposição de um especialista por dia, está sendo realizado no auditório do Núcleo Administrativo Municipal (NAM), sempre com início às 19h30.

 

Na segunda-feira o enfermeiro Edney Pires e Silva, fala sobre “Arritmias e Interpretação de Eletrocardiogramas”. Na terça-feira (12) o evento terá palestra do cirurgião geral José Carlos Naitzke Junior, que irá dar orientações sobre “Grandes queimaduras, cuidados intra e extra-hospitalar”.

 

Abertas aos profissionais do Samu Regional, bombeiros e profissionais médicos e de enfermagem da Secretaria de Saúde de Rio Claro, as palestras prosseguem na quarta-feira (13) com a participação do médico anestesista e intensivista Moacir Rodrigues Junior, que falará sobre “Drogas na indução de intubação orotraqueal em urgência e emergência”.

 

Na quinta-feira (14) o enfermeiro Roni Daniel Gomes, especialista em cardiologia e cuidados intensivos abordará o tema “IAM e PCR na APH: duas faces da mesma moeda”.

 

No último dia do encontro, na sexta-feira (15), o cirurgião geral e especialista em gastroenterologia, Sérgio Pimenta Terra Junior falará sobre “Intoxicação exógena”.

 

O encontro é organizado pela Secretaria Municipal de Saúde por meio do Samu, com apoio do Núcleo de Educação em Saúde, Treinamento e Desenvolvimento (Nestd). O Samu Regional de Rio Claro é comandado pelo médico Rony Peterson Meyer (diretor médico), a enfermeira Silveli Pazetto (coordenadora geral) e pela enfermeira Lilian Fernanda Strabeli de Moraes (responsável técnica).


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23 de agosto de 2017

Equipamento, com digitalizadora de imagens radiográficas, elimina uso de filmes e produtos químicos

 

O Pronto Socorro Municipal Integrado (PSMI) de Rio Claro conta com novo e moderno aparelho de raios-X, adquirido pela prefeitura. O equipamento tornará mais rápido o atendimento e agilizará diagnósticos. Recebido nesta semana, o aparelho está em fase final de montagem e deve estar em operação a partir da próxima semana. Entre outras vantagens, o novo equipamento conta com digitalizadora de imagens radiográficas, que elimina o uso dos filmes e produtos químicos para revelação. O investimento de quase R$ 250 mil foi feito com recursos disponibilizados ao município após emenda parlamentar.

 

De acordo com a prefeitura, o antigo aparelho de raios-X do PSMI está inadequado para uso e, por isso, os exames de radiografia vinham sendo feitos por empresa contratada pelo município. Divulgou ainda que o novo aparelho vai melhorar o atendimento e proporcionar economia aos cofres públicos.

 

Um novo plano de manutenção preventiva e renovação nos aparelhos de raios-X das duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) também está em elaboração pela pasta.

 

Todas essas iniciativas fazem parte do programa Mais Saúde, implantado pela prefeitura para melhorias na rede pública municipal de Saúde. Fazem parte desse conjunto de ações a retomada das obras de seis unidades de saúde da família que foram abandonadas na administração anterior, a implantação da Farmácia Todo Dia, com atendimento também aos fins de semana e feriados, e as Carretas da Saúde, que em breve atenderão no Espaço Mais Saúde, na Avenida Visconde com Avenida 12.


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7 de agosto de 2017

A Prefeitura de Rio Claro retomou nesta semana as obras do prédio da Unidade de Saúde da Família (USF) do Jardim Brasília I, situada na Avenida dos Costas. Era uma das seis obras de USF’s que foram abandonadas no ano passado, na gestão anterior. Na semana passada a prefeitura anunciou a retomada das obras no São Miguel. Já a unidade do Santa Elisa está praticamente concluída. “Eram situações que geravam incômodo para os vizinhos devido à insegurança, mas principalmente representavam grande desperdício na área de saúde, que precisa muito de investimentos para ampliar o atendimento”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que na quinta-feira (3) vistoriou parte das obras no Jardim Brasília 1.

 

O secretário municipal de Saúde, Djair Francisco, e o vereador Rafael Andreeta, acompanharam a vistoria. De acordo com Djair, a retomada das obras nas USF’s que estavam paradas é uma das iniciativas do município dentro do programa Mais Saúde, que já tem ações como a Farmácia Todo Dia, com atendimento em finais de semana e feriados, além da instalação de estrutura médico-hospitalar em unidades móveis que em breve estarão no Espaço Livre do Centro. “Isso é fruto de nosso compromisso em melhorar o atendimento em saúde e investir o dinheiro público com responsabilidade e qualidade”, comenta.

 

As seis unidades de saúde à espera de conclusão, cujas obras foram abandonadas pelo governo municipal anterior, embora tenha recebido R$ 3,2 milhões da União para realizar o serviço, incluem ainda os bairros Bela Vista, Jardim Progresso e Vila Verde /Mãe Preta. O Ministério da Saúde cobrou do município a devolução dos recursos ou o término das obras. O município redobra esforços para retomar as obras nessas três.


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31 de julho de 2017

Da importância de amamentar o bebê até informações de cuidados para as mães, uma ampla programação integra neste ano a 19ª Semana de Aleitamento Materno em Rio Claro. A abertura será realizada na terça-feira, 1º de agosto, às 14 horas no Jardim Público, com orientações às mães também sobre temas como a importância das primeiras vacinas para os bebês. Em seguida haverá um “mamaço”, ação em que as mães estarão reunidas amamentando seus filhos. Todas as atividades são abertas ao público.

 

Na quarta-feira (02), iniciando o ciclo de palestras da Semana do Aleitamento Materno, Fernanda Maria Lucas e Gisele Thiele falam sobre “Manejo em Aleitamento Materno”. A palestra será realizada no auditório da Santa Casa de Misericórdia às 8 horas. Também na quarta-feira às 19 horas haverá roda de conversa com doulas (mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto) no CEU do Mãe Preta (Avenida 1 MP s/n).

 

A programação segue na quinta-feira (03) novamente com as palestrantes Fernanda Maria Lucas e Gisele Thiele, que falarão sobre “Manejo em Aleitamento Materno”, dessa vez no auditório principal do Núcleo Administrativo Municipal (NAM), às 8 horas, na Rua 6, 3265, no Alto do Santana.
Na noite de quinta haverá a palestra da coordenadora do Banco de Leite, Denise Lopes, no auditório da Santa Casa, às 14 horas. Ela falará sobre “Depressão pós-parto e suas consequências no cuidado à lactante”.

 

Na próxima sexta-feira (4), Janaina Gregório Pelarigo falará sobre “Como lidar com as dificuldades na amamentação. A palestra será realizada no auditório da Santa Casa às 15 horas.

 

Ainda na sexta, o médico Rogério Gonçalves Lima fará palestra com o tema “Humanização do parto”, às 19 horas no auditório do Instituto de Biociências da Unesp, na Avenida 24A, 1515.

 

No sábado (5) a partir das 9 horas no CEU Mãe Preta será realizado o “Dia da beleza da mãe que amamenta”, com a equipe Silvia Mega Hair.

 

Na segunda-feira (7) a programação é reiniciada com Rebeca Alves, coordenadora da UTI Neonatal, que falará sobre o tema “Importância do aleitamento materno”, no auditório da Santa Casa às 14 horas. A penúltima palestra da 19ª Semana do Aleitamento Materno de Rio Claro será realizada pela médica Ana Flavia Grillo e pela enfermeira Janaína Gregório Pelarigo Manesco, que darão informações e orientações para as mães. A palestra será realizada às 13 horas na Unimed, Rua 11, 1441, Santa Cruz. Às 18 horas, também na Unimed, atividade de encerramento vai reunir mães participantes e seus bebês em um novo “mamaço”.

 

Além da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro a 19ª Semana do Aleitamento Materno é organizada pela prefeitura de Rio Claro por meio da Secretaria de Cultura e Fundo Social de Solidariedade, com apoio da Unimed Rio Claro, banco de leite da Santa Casa, Proama – Projeto Amamentar da Unesp, Silvia Mega Hair e Câmara Municipal de Rio Claro.

 

Aleitamento

 

O Ministério da Saúde (MS) recomenda que até os seis meses de vida o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno para ter um crescimento forte e um desenvolvimento saudável. A amamentação é também reconhecida pelo MS como o primeiro direito da criança após o nascimento.

 

O leite materno contém componentes capazes de proteger a criança de várias doenças. Nenhum outro alimento oferece as características imunológicas do leite humano, que a mãe fornece ao filho enquanto o sistema de defesa do bebê amadurece.


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31 de julho de 2017

Após praticamente finalizar o prédio da Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Elisa, a prefeitura de Rio Claro retomou nesta semana uma segunda obra que também estava paralisada. “É o nosso comprometimento com a população, que via nestas obras paradas um verdadeiro desrespeito e a má utilização do dinheiro público”, comentou o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria na tarde de sexta-feira (28) durante visita à construção da Unidade de Saúde da Família do São Miguel, que estava paralisada há mais de ano.

 

“Além de sabermos que teremos o privilégio de contar com um posto de saúde em frente de casa, ficamos felizes em ter de volta a sensação de segurança, pois isto aqui era invadido para consumo de drogas e tudo o mais”, relata o morador João Ricardo.

 

Além dessas unidades do Santa Elisa e do São Miguel, existem outras quatro unidades de saúde à espera de conclusão, cujas obras foram abandonadas pelo governo municipal anterior, embora tenha recebido R$ 3,2 milhões da União para realizar o serviço. O Ministério da Saúde cobrou do município a devolução dos recursos ou o término das obras. “Temos que terminar as obras ou devolver os R$ 3,2 milhões investidos pelo Ministério da Saúde”, informa o secretário municipal de Saúde Djair Francisco.

 

As unidades em construção estão localizadas nos bairros Jardim Santa Elisa, São Miguel, Bela Vista, Jardim Progresso, Jardim Brasília 1 e Vila Verde/Mãe Preta.

 

Desde o início deste ano a Saúde passou a ser prioridade para a prefeitura. Outras iniciativas estão em andamento com o programa Mais Saúde, como as carretas da saúde, que serão instaladas no Espaço Livre da Avenida Visconde do Rio Claro, e algumas já implantadas, como a Farmácia Todo Dia, que atende também nos feriados, sábado e domingo.


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24 de julho de 2017

O secretário de Saúde de Rio Claro, Djair Francisco, recebeu na manhã da última sexta-feira (21) secretários de saúde da região e representantes estaduais para discutir melhorias para o setor. A reunião da Comissão de Intergestores Regionais (CIR) foi realizada na sede da Fundação de Saúde de Rio Claro e contou com a participação de gestores de Ipeúna, Analândia, Corumbataí, Itirapina, Rio Claro e Santa Gertrudes. A diretora do Departamento Regional de Saúde (DRS X) de Piracicaba, Maria Clélia Bauer, também participou.

 

As reuniões são realizadas mensalmente. Esta foi a primeira vez neste ano que Rio Claro sediou a atividade.

 

“A Saúde tem que ser pensada e discutida além dos limites do município, mesmo porque nossas unidades em Rio Claro atendem pacientes que são residentes em outras cidades da região”, comenta Djair Francisco. “Encontros como esse são produtivos para pensarmos em melhorias no atendimento de saúde em todos os níveis, de forma regionalizada”, acrescenta.


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12 de julho de 2017

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu hoje, 10, lote do medicamento genérico Omeprazol 40 mg, pó liofilizado para solução injetável, como informa página da agência.

 

O medicamento, usado para o tratamento de úlceras gástricas, foi fabricado pela Eurofarma Laboratórios S.A e era válido até 12/2017.

 

Segundo comunicado de recolhimento voluntário apresentado pela empresa, o lote 486773A do Omeprazol apresentou desvios de qualidade relacionados à rotulagem.

 

A resolução RE 1.847/17 que suspende a distribuição, comercialização e uso do lote 486773A do Omeprazol, determina, também, que a empresa faça o recolhimento do produto descrito acima.

 

Como agir caso tenha medicamento desse lote em casa?

 

Se você utiliza este medicamento, confira na embalagem se o produto está no lote suspenso pela Agência. Caso seja, entre em contato com o SAC do fabricante para ser orientado sobre a troca.

 

Os outros lotes do produto, que não estão na lista, podem ser comercializados e utilizados normalmente.

 

Conheça os sintomas e causas de úlceras no estômago e no duodeno

 

Qual a diferença de úlcera ou azia? No estômago ou no duodeno? Para ajudar a gente a entender um pouco mais, o site Minha Vida conversou com especialistas e traz alguns esclarecimentos importantes:

 

Vistas como doenças comuns, as úlceras no estômago e no duodeno podem, na verdade, trazer sérios riscos para a saúde, podendo até mesmo levar à morte por sangramentos excessivos e perfurações desses órgãos. A gastroenterologista e hepatologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia Marta Deguti explica que às vezes os sintomas não aparecem por um longo tempo e, subitamente, ocorre uma crise. “Indivíduos com dor abdominal de fortíssima intensidade, vômito com sangue e fezes negras e fétidas devem procurar o serviço de emergência”, alerta.

 

Sintomas

 

Um dos principais sintomas que se manifestam é a dor abdominal, geralmente na parte superior central, logo abaixo do osso esterno. “Costuma ser uma dor que vai e vem, e que melhora quando o indivíduo usa antiácidos. Pode piorar após a refeição, e esse incômodo pode chegar a despertá-lo do sono pela forte intensidade”, descreve a especialista. O portador de úlcera gástrica ou duodenal também pode ter mal-estar, sensação de desconforto digestivo, impressão de ficar muito cheio após as refeições, gases, náuseas e salivação excessiva.

 

“Os sintomas são variáveis e não há como diferenciar úlceras de indigestões inocentes apenas pelo padrão deles. Portanto, um médico deve ser sempre consultado”, aconselha Marta. A necessidade de ir a um gastroenterologista é ainda maior se a pessoa tiver mais de 40 anos, souber de antecedentes de casos de infecção pela bactéria Helicobacter Pyori, úlcera ou câncer de estômago na família ou estiver usando remédios que afetem o sistema digestivo e a coagulação.

 

Causa

 

O que causa as feridas é um desequilíbrio na ação do ácido gástrico, que normalmente auxilia na digestão dos alimentos e combate bactérias. Os fatores mais comuns que levam a isso são infecção pela Helicobacter Pylori, que responde por cerca de 85% dos casos, e uso de anti-inflamatórios não-esteroidais. “São remédios como diclofenaco, aspirina e ibuprofeno, muito conhecidos e às vezes utilizados de maneira banal em entorses e resfriados. É bom ressaltar que essas medicações são perigosas e podem provocar úlceras”, diz. Estresse, álcool e cigarro também podem ser responsáveis.

 

Fonte: Catraca Livre

Foto: Créditos: iStock/_marvinh


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3 de julho de 2017

A detecção precoce de qualquer enfermidade pode ser determinante para salvar uma vida

 

A eficácia no tratamento médico de muitas doenças depende várias vezes da agilidade com que ele se inicia. Para isso, o diagnóstico precoce e preciso é fundamental. Se há bem pouco tempo os procedimentos para a detecção de certas doenças eram complexos e demorados, hoje a realidade é bem diferente. Os testes rápidos estão ganhando espaço no mercado e são capazes de confirmar, com um tempo médio de dez a quinze minutos, se um paciente é portador de determinada doença.

 

Oito novos testes de diagnóstico rápido acabam de chegar ao mercado brasileiro, todos trazidos pela MedLevensohn, distribuidora há 15 anos de produtos voltados para a saúde e bem-estar. São eles: teste de PSA (indicativo de câncer de próstata); Troponina/cardíaca (propensão a infarto de miocárdio); H. Pylori (bactéria localizada no estômago); Sangue oculto nas fezes ( possibilidade de câncer colorretal), Influenza A+B (H1N1), Dengue (NS1), HCV (Hepatite C) e HBsAg (Hepatite B). Eles se juntam, portanto, a outros dois já presentes na realidade clínica há alguns anos: os de HIV (Tipo 1, Tipo 2 e Subtipo O) e Dengue (Anticorpos IgG e IgM).

 

Praticidade e precisão nos testes

 

A praticidade dos testes rápidos para diagnóstico precoce é inegável. Facilita bastante a vida do paciente, sobretudo por otimizar seu tempo. Ele não precisa voltar ao local do exame no dia seguinte, ou no prazo que for, uma vez que já consegue obter o resultado em poucos instantes.

 

Para Alexandre Chieppe, médico especialista em saúde pública, o impacto desses exames no universo da saúde já é considerável:

 

Os testes são uma grande revolução do diagnóstico laboratorial, pois permitem que os profissionais de saúde tomem decisões precisas de tratamento e em pouco espaço de tempo.

 

Segundo Chieppe, os testes rápidos podem ser especialmente oportunos em casos epidêmicos e quando uma situação emergencial pressiona o profissional de saúde para que indique a melhor alternativa terapêutica. Ele menciona a importância da detecção rápida do vírus Influenza, por exemplo, cujos sintomas muitas vezes se confundem com os da gripe comum, o que faz com que o diagnóstico diferencial possa não ser conclusivo pelas vias tradicionais.

 

A aplicação do teste rápido numa fase inicial permite que você entre com um medicamento antiviral de forma imediata em uma pessoa com maior risco de complicação ? diz o médico, lembrando que, para certos grupos de risco, o influenza pode levar à morte.
Os MedTests já são muito utilizados no mercado hospitalar – Divulgação
Anna Luiza Szuster, diretora de relações internacionais da MedLevensohn, acrescenta que aplicar de forma equivocada um tratamento de influenza num quadro de gripe comum é prejudicial a todos.

 

Muitas vezes a pessoa vai passar por um tratamento mais forte do que o necessário. E é ruim também para o hospital – ou outra entidade médica –, que acaba gastando mais ? explica.

 

A administração dos testes é relativamente simples. É utilizada uma gota de sangue absorvida pela tira que indicará o resultado. Cabe a ressalva, no entanto, de que a consolidação gradual desses testes no âmbito clínico não exime necessariamente o paciente de outros exames convencionais.

 

Se a existência da bactéria H. Pylori, por exemplo, é confirmada pelo exame rápido, isso evita que a pessoa precise passar pela endoscopia digestiva, procedimento bem mais agressivo. Porém, com o teste rápido para diagnóstico de PSA, por exemplo, o mesmo não acontece. O exame de toque quando o paciente tem a suspeita de um câncer de próstata continua sendo totalmente necessário.

 

É a primeira coisa que os homens perguntam e a resposta é que uma coisa não exclui a outra nesse caso. O ideal é que os dois exames sejam realizados ? afirma Anna Luiza.

 

Futuro: testes efetuados pelo próprio paciente

 

Hoje os testes são ferramentas essenciais aos profissionais de saúde, mesmo que sua utilização ainda esteja aquém do potencial dessa nova tecnologia. Já está sendo estudado, por exemplo, que esse uso seja extrapolado dos consultórios e clínicas médicas e passe a ser utilizado pelo próprio paciente.

 

Existe a perspectiva de que, em um futuro próximo, o teste específico de HIV venha a ser comercializado em farmácias, de modo que permita à pessoa fazer o teste sem a necessidade de estar respaldada por um profissional.

 

Segundo Anna Luiza, as empresas do setor ainda estão se ajustando às exigências da Anvisa para que isso seja viabilizado:

 

Este será um caso isolado, em função da carga de preconceito que ainda cerca o HIV, pois muitas vezes a pessoa deixa de fazer o teste por medo do resultado, ou por não desejar se expor ? justifica.

 

Fonte: O Globo


sus
18 de maio de 2017

SUS – Rio Claro/SP – Ontem minha mãe foi a UPA do cervezon com sangramentos ao defecar, foram solicitados 10 exames de sangue e mandaram ela de volta pra casa para retornar hoje após 12h para ver os resultados.

 

Hoje ela foi, estava com diabetes 580, foi dado 3 vidros de soro para baixar o diabetes e foi visto os exames que deram alteração nas enzimas do fígado e a médica que atendeu fez um exame de toque para ver sobre o sangramento, sangrou.

 

A mesma afirmou que minha mãe está com sangramento no estômago e intestino e que o caso é grave e ela internaria, mas como minha mãe não está vomitando sangue e nem com anemia ainda por causa do sangramento ela não conseguiria essa internação. Que ela precisa fazer endoscopia e colonoscopia com urgência e deu um encaminhamento para um gastro.

 

Consegui falar com uma vereadora e amigos tbm falaram com outros e disseram que iam tentar a internação pra ela. Mas nada foi feito e a médica falou que podia ligar qm for lá que ela não daria o papel pra internação.

 

Oi?

 

Ela diz que por ela era internação e depois muda de idéia?

 

Falou pra Nós corrermos pra fazer os exames dela o mais rápido possível.

 

Tá, mas os exames no particular ficam mais de 1000 reais e no SUS demora muito, minha mãe está na fila pra endoscopia a mais de 2 meses. E então eu pergunto, esperamos morrer na fila do SUS? Ou roubamos um banco pra pagar pelos exames?

 

Ficamos a tarde toda em contato com várias pessoas e infelizmente nada foi feito.

 

Fui até a UPA e perguntei de novo pra médica e gravei a conversa onde ela afirma novamente que só interna em casos muito graves e se ela estiver com muita anemia e fraca ou botando sangue pela boca. Ou seja quase morrendo, aí interna pra morrer?

 

Estou indignada, estressada, triste e perplexa com o descaso da saúde nesse país.
Amanhã iremos novamente tentar os exames rápido e pode ter certeza que procuraremos nossos direitos.

 

Att, Cassi Menezes – 17/05/2017


senac
12 de maio de 2017

Voltado a estudantes e profissionais da saúde, evento será realizado entre os dias 15 e 18 de maio e contará com palestras, workshop, oficina e exposição

 

Com o propósito de oferecer ao público oportunidades de atualização e contribuir com a formação de profissionais capazes de transitar em toda a demanda do sistema de saúde, o Senac São Paulo promove anualmente a Semana Senac de Enfermagem. Na edição deste ano, as atividades estão voltadas ao tema Boas Práticas de Enfermagem e a Construção de uma Sociedade Democrática, conforme estipulado pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn Nacional).

 

Em Rio Claro, a programação inclui palestras, workshop, oficina e exposição, que acontecerão entre os dias 15 e 18 de maio. Todas as atividades são gratuitas e as vagas são limitadas. Para Ana Paula Gomes, coordenadora da área de saúde e bem-estar, a iniciativa possibilita um amplo debate sobre a profissão nos cenários nacional e internacional. “O evento contribui para estimular uma reflexão crítica sobre o trabalho na área de enfermagem, a importância da qualidade na assistência, a capacitação profissional e as tendências do mundo do trabalho”, afirma.

 

Para abrir o evento, será realizado, na manhã da segunda-feira (15), o workshop Gestão e Liderança – novas abordagens para o século 21. Ricardo Borin, master coach e especialista em gestão estratégica de negócios, falará sobre a inteligência emocional para o líder e a importância de criar referências em uma geração sem líderes. À tarde, acontecerá a palestra Cirurgia Segura, ministrada por Karina Deboni Zanão, enfermeira graduada e especialista em urgência e emergência. A atividade abordará as medidas que podem ser adotadas pela equipe de enfermagem para a redução do risco de eventos adversos nos procedimentos cirúrgicos.

 

No dia 16, acontecerá a oficina Cuidando da Sociedade, sobre pressão arterial e glicemia. A responsável será Paula Marcela Capelazzo, docente do Senac Rio Claro há 10 anos, enfermeira graduada e especialista em educação em saúde. Já no dia 17, Eleny Freitas de Almeida, diretora da gestão SUS em Rio Claro, vai liderar as discussões sobre a Participação da Enfermagem na Gestão SUS.

 

Para encerrar o evento, haverá duas palestras no dia 18, promovidas pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren). No período da manhã, o tema será Boas Práticas de Enfermagem – segurança do paciente. À tarde, as discussões serão pautadas dentro do assunto: Boas Práticas de Enfermagem e a Construção de uma Sociedade Democrática.

 

Durante toda a semana, o público também poderá conferir a Exposição de Projetos da Enfermagem. As inscrições para participar das demais atividades devem ser feitas pelo Portal Senac www.sp.senac.br/semanadeenfermagem ou diretamente na unidade. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (19) 2112-3400.

 

Serviço:

 

Semana Senac de Enfermagem

Data: 15 a 18 de maio de 2017

Local: Senac Rio Claro

Endereço: Avenida Dois, 720 – Centro

Informações: 19 2112-3400

Participação gratuita

Inscrições: www.sp.senac.br/semanadeenfermagem

 

Programação:

 

Exposição de Projetos da Enfermagem
Data: de 15 a 18 de maio

Horário: das 8 às 22 horas

Local: Senac Rio Claro
Paula Marcela Teixeira Capelazzo – enfermeira graduada e especialista em educação em saúde. Docente do Senac Rio Claro há 10 anos.

 

Workshop: Gestão e Liderança – novas abordagens para o século 21
Data: 15 de maio

Horário: das 10 às 11 horas

Local: Senac Rio Claro

Ricardo Borin – graduado em gestão de pessoas, especialista em gestão estratégica de negócios, master coach pela Sociedade Brasileira de Coaching, formado no curso “Como falar em público” pela Universidade de Washington (EUA).

 

Palestra: Cirurgia Segura

Data: 15 de maio

Horário: das 14 às 15 horas

Local: Senac Rio Claro

Karina Deboni Zanão – enfermeira graduada e especialista em urgência e emergência, atua há oito anos como responsável técnica pelo Hospital Unimed.

 

Oficina: Cuidando da Sociedade

(Pressão arterial e glicemia)
Data:
16 de maio

Horário: das 10 às 17 horas

Local: Supermercado Enxuto Rio Claro
(Avenida Visconde de Rio Claro, 2.230 – Vila Rádio)
Paula Marcela Teixeira Capelazzo – enfermeira graduada e especialista em educação em saúde. Docente do Senac Rio Claro há 10 anos.
Palestra: Participação da Enfermagem na Gestão do SUS
Data: 17 de maio

Horário: das 14 às 15 horas

Local: Senac Rio Claro

Eleny Freitas de Almeida – diretora da gestão SUS em Rio Claro. É enfermeira, especialista preceptora em residência médica, PSF e home care, APH e urgência e emergência, e credenciamento de enfermeira de bordo.

 

Palestra: Boas Práticas de Enfermagem – segurança do paciente
Data: 18 de maio

Horário: das 10 às 11 horas

Local: Senac Rio Claro

Marcelo Lobato – enfermeiro graduado e conselheiro do Coren São Paulo.

 

Palestra: Boas Práticas de Enfermagem e a Construção de uma Sociedade Democrática
Data: 18 de maio

Horário: das 14 às 15 horas

Local: Senac Rio Claro

Marcelo Lobato – enfermeiro graduado e conselheiro do Coren São Paulo.


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.