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A HORA DE CRITICAR E A HORA DE ELOGIAR

Jenyberto Pizzotti

Para que nossas vidas, e a vida de nossa comunidade sejam melhores, as vezes devemos apresentar alertas e críticas as autoridades que governam e administram nossa cidade, e devemos fazer isso, alertas e críticas, de forma franca, sincera, corajosa, inteligente, racional e leal, e as vezes, até mesmo com indignação e paixão.

E foi, e é isso que sempre fazemos desde longa, longa data.

Por outro lado, devemos também, da mesma forma, e com reconhecimento, alegria, gratidão e apoio, elogiar e enaltecer quando erros são reconhecidos e corrigidos em prol do BEM COMUM.

Humildade para reconhecer erros, e capacidade para rapidamente corrigi-los em benefício de todos, é uma demonstração de inteligência, de racionalidade, de sensibilidade, de amor ao próximo, e de realmente TER CORAGEM PARA MUDAR.

Dito isso, quero fazer desse instrumento um agradecimento público ao senhor Vice Prefeito e Secretário de Segurança Pública, Cel. MARCO ANTONIO MELLI BELLAGAMBA, ao senhor Prefeito JOÃO TEIXEIRA JUNIOR, que atenderam nosso alerta e apelo para o problema do cruzamento da Avenida 24A com Rua 12A, que fizemos através do artigo “QUANDO A MORTE TE ESPERA NA ESQUINA – CARTA ABERTA AO COMANDANTE BELLAGAMBA”, e resolveram rapidamente a situação que vitimou condutores de veículos e pedestres, e que estava colocando em alto risco principalmente estudantes e funcionários da UNESP e pessoas que por ali constantemente transitam, e isso, a partir de agora, salva vidas que ali poderiam ser perdidas.

Quero agradecer e enaltecer também as heroínas desse episódio Leila Duckur Pizzotti e Giovana Sampaio, que foram vitimas de um seríssimo acidente no local no último dia 3 de junho, que poderiam ali ter morrido, e que mesmo lesionadas com sérias escoriações (Leila por exemplo, levou 9 pontos no joelho), não vacilaram, e no meio de sofrimentos, lutaram, protestaram, se indignaram e exigiram que as autoridades ali atuassem e resolvessem o problema, salvando assim vidas de cidadãos e cidadãs.

Agradeço também aos queridos amigos e amigas que prontamente fizeram chegar as mãos do Bellagamba e do Juninho nosso pedido (como Deuzeli Teixeira e outros guerreiros e guerreiras), e a todos que apoiaram e sensibilizaram com o que passaram (e ainda estão passando) as meninas (Leila e Giovana). Deus os abençoe.

Ao comandante Bellagamba e ao João, nosso prefeito, meus parabéns e reconhecimento por essa ação imediata, que corrige erros, e protege e salva a vida de nossos cidadãos e cidadãs.

Com admiração e respeito, meu mais profundo agradecimento.

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

 

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O trecho da Avenida 24-A com a Avenida Ulysses Guimarães, no bairro Vila Alemã, terá mão única de direção a partir desta quarta-feira (07). A mudança será implantada até a Rua 12-A, próximo do anel viário.

 

O local que tinha mão dupla, passará a ter mão única de direção no sentido centro-bairro. Quem estiver transitando no anel viário no sentido bairro-centro, terá de entrar na Avenida 26-A para acessar a Avenida Ulysses Guimarães. Na bifurcação da Avenida 24-A com o anel viário, serão colocados blocos de concreto fechando a passagem de veículos.

 

A orientação da Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana é para que os motoristas que trafegarem pela região redobrem a atenção e fiquem atentos à mudança.  A alteração visa dar mais segurança a motoristas e pedestres e organizar o trânsito naquele local.

 

O trânsito do município tem recebido atenção especial da nova administração. Nos cinco primeiros meses, a prefeitura tornou mão única de direção a Rua 26, no bairro Jardim Mirassol; a Rua M-13, entre as Avenidas M-21 e M-19, no Cervezão; as Avenidas 50-A e 52-A, do bairro Vila Nova; a Rua 23, no bairro Jardim São Paulo; a Rua 15, entre a Via da Saudade e a Avenida 23, próximo ao velório; instalou semáforo de contagem regressiva na rotatória da Rua 14 com a Avenida Visconde do Rio Claro; tornou a Avenida 15 preferencial com a instalação de semáforos nos cruzamentos das Ruas 6, 8 e 9; e providenciou novos equipamentos na Avenida Tancredo Neves com a Rua 5, no Jardim Inocoop.

 

No cruzamento da Rua 8 com a Avenida 29, na região sul, oito semáforos para pedestres foram instalados para auxiliar a travessia no trecho. Também foram instalados “direita livre” na Avenida 7, no Jardim das Palmeiras, e na Rua 3-A com a avenida 80-A, no Distrito Industrial.

 

Fonte: Gazeta Rio Claro


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UANDO A MORTE TE ESPERA NA ESQUINA

Jenyberto Pizzotti

(CARTA ABERTA AO COMANDANTE BELLAGAMBA)

 

Ilmo. Sr.

 

Cel. MARCO ANTONIO MELLI BELLAGAMBA

 

Vice-Prefeito

e Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana

 

Prezado comandante,

 

Hoje não estou me dirigindo a V.Sa. como o cidadão que o admira como um dos melhores secretários dessa atual Administração, não escrevo como Presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, ou como um cidadão que as vezes faz críticas leais e honestas no interesse de Rio Claro, ou como um cidadão que sempre amou e lutou por sua cidade, hoje eu me dirijo ao senhor comandante, como PAI, um pai igual a milhares aqui dessa cidade, e um pai que ontem, dia 03 de junho, quase perdeu 2 filhas num acidente de trânsito, em local que foi mal planejado pela Administração anterior, e em local que hoje, por idiotice, e falta de inteligência, capacidade, e de responsabilidade de vossa equipe, continua mal planejado e administrado, local de inúmeros acidentes, e onde a morte espera nossos filhos na esquina.

 

O caso foi o seguinte:

 

Ontem, dia 03 de junho de 2017, por volta das 21:00 horas, trafegava Leila e Giovana, em velocidade compatível e normal ao local, com uma moto Honda CG 150, preta, placa DZN3516 pela Avenida 24A no sentido Centro-Bela Vista. Ao chegarem quase na esquina da Rua 12A (ou 9B, pois o nome altera ali), no “gargalo” da Via ou Anel Viário, foram confrontadas por um veículo Volkswagen, modelo Kombi, bege, placa BQI0250, que adentrou em alta velocidade a Avenida 24A, vindo pela Via do Anel Viário sentido Bairro-Centro.

 

Com o impacto, que poderia ter sido fatal, as jovens que regressavam do escritório/trabalho, foram atingidas e jogadas ao chão com diversas escoriações, sendo então posteriormente atendidas pelo SAMU e Pronto Socorro do Cervezão, onde Leila passou por intervenção cirúrgica no joelho levando 9 pontos.

 

Cumpre-me comunica-lo senhor comandante, que o motorista do veículo Kombi não prestou nenhum tipo de socorro as vítimas tendo se evadido do local, o que é CRIME.

 

A mudança do sentido de direção da Avenida 24A, local onde temos a nossa UNESP com centenas de estudantes, que todos os das por ali trafegam, a falta de dispositivos que aumentem a segurança do local (semáforos, etc), e principalmente, a falta de logística, e de capacidade para planejar e administrar esse local por vossa equipe, faz dele um potencial ceifador de vidas, principalmente de nossos jovens e de nossos filhos, portanto apelo ao senhor comandante, como pai e como cidadão desta cidade, para que verifique o que ali vem ocorrendo, e com vossa experiência, conhecimento, inteligência, e sobretudo seu amor por Rio Claro, resolva urgentemente esse problema.

 

Com admiração e respeito,

 

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

 

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Onde a morte te espera… Avenida 24A com Rua 12A (ou Rua 9B) Cuidado !!!

 

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A casa do meu irmão e da minha cunhada foi assaltada hoje (18) por volta do meio dia. Os bandidos renderam minha cunhada e a agrediram enquanto meu irmão estava trabalhando. Ela felizmente está bem (na medida do possível) e se recuperando do susto.

 

Mas no assalto eles também agrediram a cachorrinha deles, essa da foto. Ela acabou fugindo, machucada e ensanguentada, e está desaparecida. Isso aconteceu na região do bairro Benjamin De Castro, perto do Plaza Hotel, em Rio Claro, na manhã de hoje.

 

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Por favor, peço que compartilhem com os amigos/conhecidos que têm na cidade. O nome dela é Pepa, tem 3 anos e cerca de 10kg. É uma vira-latinha bastante assustada (deve estar escondida, com bastante medo, e machucada).

 

Agradeço desde já. Qualquer notícia é só me procurar por inbox que faço a ponte com o meu irmão (que não tem Facebook), ou falar diretamente com ele no (19) 99431-8948

 

Obrigado!

 

Att, Rafael Maia


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Um mega-ciberataque derrubou sistemas de comunicação de empresas e serviços públicos em diferentes locais durante a manhã desta sexta-feira (12).

 

Na Espanha, a rede interna da Telefónica foi hackeada, e funcionários foram orientados a desligar seus computadores. Relatos de funcionários indicam que também foram afetados os sistemas da seguradora espanhola Mapfre e do banco BBVA.

 

Nas telas, apareciam mensagens pedindo o pagamento de um resgate em bitcoins equivalente a US$ 300 (R$ 940) para reativar o sistema -o valor subiria com o passar do tempo.

 

No Reino Unido, ao menos 16 hospitais públicos enfrentaram problemas após um ataque análogo contra seus sistemas de tecnologia. O bloqueio de computadores impediu o acesso a prontuários e provocou o redirecionamento de ambulâncias.

 

Informações preliminares da imprensa espanhola indicam que os ciberataques têm origem na China.
Segundo o portal “IT Security News”, ao menos 11 países foram afetados nas últimas horas.

 

O ataque é resultado de um vírus “ransomware”, que exige um resgate para o retorno do funcionamento do sistema operacional, e se espalhou por meio de uma falha do Windows.

 

A Microsoft reportou a falha de segurança em março e recomendou a atualização de versões em diversos sistemas operacionais.

 

Segundo a assessoria de imprensa da Telefônica, as atividades da empresa no Brasil não foram impactadas, mas estão sendo tomadas “medidas preventivas para garantir” a operação. A empresa é dona da operadora Vivo.

 

A assessoria de imprensa do Santander afirmou que não teve suas operações afetadas no Brasil nem em outros países.

 

Fonte: Correio do Estado

Foto: Dominique Faget/ AFP


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A Rio Claro Online NÃO TEM MEDO de receber e de divulgar denúncias e ações incorretas, seja no contexto e na situação que for!

 

Agora a pouco (11:30 hrs – 09/05/2017) uma de nossas funcionárias estava descendo a Rua 9 – Centro para retomar sua jornada de trabalho, quando foi abordada descaradamente por um “Homem” de aproximadamente 50 anos, cabelos brancos/grisalhos, usava óculos escuros e estava em um carro Volkswagen Gol Trendline MB S com a PLACA PWK-6979 – Cor: Prata – Ano: 2015 – Belo Horizonte – MG.

 

A Jovem foi parada e o Homem solicitou no meio da rua informações de acessos á vias sentido Shopping Center, a jovem forneceu a informação correta e se abaixou sem encostar no carro para verificar quem a abordava, e passar a informação, quando o “Homem” (Isso não é homem!) começou com palavras de baixo calão a ofender a jovem, ele disse:

 

“Deixa eu ver seus peitos – Só um pouquinho? Entra aqui vai? Você é tão linda, entra aqui logo, não está vendo? Estou até parando o trânsito por você” – e mais coisas que não vale a pena colocar aqui (detalhe, nem de blusa decotada a jovem estava e nem calça apertada – só colocamos essas informações de blusa e calça para evidenciar que ela não estava querendo chamar a atenção de forma alguma (inclusive ela estava na rua trabalhando).

 

Assim que recebeu as ofensas a jovem começou a responder o “Homem” dizendo que ele estava doido, e que não a conhecia, que iria chamar a policia, pois em plena luz do dia ela estava recebendo ataques, o “Homem” mais do que depressa, após ouvir os gritos arrancou com o carro sentido Shopping Center.

 

A jovem constrangida psicologicamente e moralmente foi dispensada no dia de hoje do trabalho. A Rio Claro Online lamenta e informa que não vai se omitir frente a esse episódio lamentável nessa manhã.

 

#VOCÊNÃOPRECISAPASSARPORISSO
#FAÇABOSEMPRE #ASSÉDIOMORALÉCRIME#ASSÉDIOSEXUALÉCRIME
#NÃOVAMOSNOSCALAR #ELESNÃOPASSARAM#APRENDACOMASUAMÃERESPEITO
#MACHISTASNÃOPASSARAM

 

DENÚNCIE VOCÊ TAMBÉM – AMANHÃ PODE SER COM VOCÊ!


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A placa de um veículo funciona como a sua identificação e é possível encontrar informações sobre ele a partir da sua numeração. Isso serve tanto para quando uma pessoa precisa localizá-lo em casos de problemas envolvendo o carro (como acidentes, atropelamentos e assaltos) quanto para rastrear informações sobre ele em casos de compra.

 

Mas como rastrear um veículo a partir da placa?

 

A importância da identificação pela placa do veículo

 

Ao ver um veículo se envolver em algum tipo de acidente, seja um atropelamento ou alguma manobra irregular que tenha levado prejuízo a outro condutor ou a nós mesmos, inclusive quando notamos que aquele carro foi utilizado na participação de algum roubo ou assalto, sempre temos como instinto anotar a placa do automóvel. Mas de que forma essa informação é útil?

 

Pela consulta do número da placa, é possível saber algumas informações valiosas daquele carro, como o ano de fabricação, o número do chassi e o modelo correto do veículo. Isso fará com que as autoridades competentes se encarreguem de praticar as ações necessárias, para que você não tenha que lidar sozinho com atitudes alheias que poderão oferecer algum tipo de prejuízo.

 

Onde fazer a consulta

 

Uma das opções é se dirigir ao Detran mais próximo de sua residência. Eles contam com um serviço que fornece algumas informações a respeito de um veículo pela placa.

 

Este serviço também é disponibilizado no site de alguns Detrans. Normalmente, os sites têm o endereço: www + detran +sigla do estado +gov.br.

 

Para acessar o serviço, o caminho é entrar no site referente ao seu estado e encontrar a opção “Consulta de Veículo” ou “Consulta de Placa”. Mas se tratam de informações bem básicas.

 

Outra boa opção é a Carcheck. Fornecemos informações completas a respeito de um veículo pela sua placa, o que além de facilitar o rastreamento, proporciona segurança em negociações. Afinal, informamos o histórico do carro de maneira rica, evitando que ele seja adquirido sem os devidos dados sobre sinistros, multas e outros inconvenientes.

 

Lembrete

 

Muitos dos dados são considerados confidenciais, portanto não perca a sua razão com conflitos relacionados. Fornecer informações sobre o proprietário do veículo, por exemplo, é considerado ilegal e é um serviço que a Carcheck não realiza.

 

Outro fator que deve ser considerado é não confiar em sites que oferecem o rastreamento de placa de forma gratuita. Atualmente, na internet, existem muitos malfeitores que podem trazer várias dores de cabeça, como a instalação de vírus em seu computador e até mesmo o roubo de dados. Em caso de dúvidas quanto a melhor forma de realizar esse tipo de localização de maneira segura e com riqueza de dados, entre em contato com a gente.

 

Já passou por algum inconveniente em que foi necessário anotar a placa do veículo do infrator? O rastreamento necessário foi bem-sucedido? 

 

Fonte: CARCHECK

 


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O estudante do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (UFG), Mateus Ferreira, de 33 anos, que foi agredido por  um policial militar enquanto participava de uma manifestação na sexta-feira (28), em Goiânia, apresentou uma melhora clínica. Ele foi internado no Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) com traumatismo cranioencefálico e várias fraturas no rosto.

 

VEJA O VÍDEO:

 

Segundo boletim divulgado nesta terça-feira (02) pelo HUGO, o sistema respiratório do estudante está estável e a presão está normal. A suspensão da sedação para avaliação neurológica e início do processo de retirada da ventilação mecânica começou a ser feita nesta terça-feira.

 

Ainda de acordo com a assessoria do HUGO, apesar da melhora, Mateus encontra-se em estado estável, porém ainda grave, intubado e permanece internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Entretanto, ele não corre risco de morte.

 

PM Afastado

 

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO) decidiu pelo afastamento do capitão Augusto Sampaio, subcomandante da 37ª Companhia Independente da PM, suspeito de agredir o estudante.

 

Segundo a PM, o capitão foi afastado das atividades operacionais mas poderá continuar trabalhando na área administrativa. Além disso, a Polícia Militar se pronunciou sobre o caso por meio de uma nota encaminhada a imprensa, na qual a corporação repudiou a agressão ao estudante.
Confira a nota na íntegra:

 

A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) condena veementemente as agressões sofridas pelo estudante Mateus Ferreira da Silva, de 32 anos, do curso de ciências sociais, da Universidade Federal de Goiás (UFG), ocorridas durante as manifestações desta sexta-feira (28/04), no centro da Capital.

 

Tais agressões não condizem com as tradições e o legado histórico da Polícia Militar de Goiás, que tem uma trajetória de grandes serviços prestados à sociedade e ao estado. A SSPAP não compactua com esses atos que ferem a ética da corporação e das demais forças que compõem a Segurança Pública, cuja missão é proteger vidas e jamais atentar contra qualquer cidadão.

 

As livres manifestações, desde que pacíficas e ordeiras, são um direito constitucional e legítimo de todos os brasileiros e devem ser respeitadas e preservadas por todos. Mesmo quando houver eventual expressão de condutas delituosas, sempre minoritárias, essas devem ser reprimidas com rigor e cuidado técnico pela polícia, até em defesa do conjunto de manifestantes, mas sem jamais utilizar-se de recursos anti-éticos e perversos, causadores de graves e desnecessárias lesões.

 

A exigência de imobilização de eventuais manifestantes nunca justificará a transgressão de limites, o abuso e a truculência. A única resposta aceitável é a boa e rigorosa técnica. Diante disso, o comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, coronel Divino Alves, determinou o imediato procedimento para investigar a atuação dos policiais militares que ocasionaram as agressões ao estudante Mateus Ferreira da Silva.

 

A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária, uma vez comprovada a autoria, será rigorosa na punição, até para demonstrar cabalmente a sua contraposição aos desvios e o seu apoio à imensa maioria dos policiais que atuam com correção moral e autocontrole.

 

Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP)⁠⁠⁠⁠

 

Fonte: Portal 730


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O Conselho Comunitário de Segurança de Rio Claro  – CONSEG se reuniu na noite de ontem (25) para  discutir as principais demandas junto aos órgãos públicos e apresentar o CONSEG Jardim Floridiana onde a sua nova diretoria tomará posse no dia 30 de maio de 2017.

 

O começo da reunião foi marcado por diversas pautas, dentre elas, a situação do bairro Jardim São Paulo, as ruas e buracos, a sinalização do município, iluminação pública, limpeza de terrenos, cuidados com praças públicas, preservação do patrimônio público e perturbação do silêncio em chácaras como pontos comerciais, pois os moradores do bairro pagam a taxa de Zona Residencial e desejam desenvolver leis em relação a chácaras.

 

Participantes da reunião solicitaram um melhor planejamento do trânsito na cidade para o Diretor da Secretária de Mobilidade Urbana e Polícia Militar presentes na reunião a fim de evitar futuros acidentes, transtornos e prejuizos.

 

Informações sobre O Plano Diretor e as Palestras que vão acontecer na audiência pública prevista para os próximos dias 09 e 11 de maio de 2017 também foram mencionadas, no auditório do NAM (Núcleo Administrativo Municipal) de Rio Claro que tem por fim a exposição à população e às autoridades locais, pelo Ministério Público e sua equipe técnica, os riscos irreversíveis à VIDA pela exploração minerária irresponsável. Os vereadores que votarão o Plano Diretor receberão instruções normativas.

 

Importantes esclarecimentos acerca da lei do silêncio e de sua possíveis penalidades também foram colocados em pauta.

 

O ilustre Capitão Rev. do Exército Brasileiro, advogado, doutor Cláudio dos Santos Silva coordenador da FIA – Força Integrada Azul, um Grupo Especial de Estudo e Trabalho, que é integrada e recebe o apoio do Ministério Público (MP), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Polícia Militar (PM), da Guarda Civil Municipal (GCM), do Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG) e da Prefeitura Municipal, se manisfestou a respeito dos trabalhos e ações desenvolvidas pela FIA em nossa comunidade.

 

O Diretor da Secretária de Mobilidade Urbana,  Adilson da Silva Marques, comentou: “A Sociedade Unida não tem para ninguém, realizamos mais de 500 sinalizações até agora e tem muito mais a fazer. Hoje saio feliz da reunião do CONSEG, por ver a evolução e contar com aproximadamente 60 municípies e 3 vereadores presentes, nunca vi nada igual, nunca vi vereador no conselho de segurança, é ótimo que o poder legislativo esteja presente, das primeiras reuniões que fui tinha 7 pessoas, a população tem que participar mais!”

 

Na reunião estiveram presentes os vereadores Yves CarbinattiCarol Gomes e Val Demarchi.

 

Questionado pela Diretora da Rio Claro Online, e participante do CONSEG, Leila Pizzotti,  sobre a ideia inicial da Administração Municipal de realizar a transferência do Batalhão da PM para a Estação Ferroviária, declaração dada no ínicio de janeiro, o Cap. Barreto esclareceu que isso será impossível por tratar-se de Patrimônio Histórico e Cultural tombado, mas que a Polícia Militar pretende implantar uma base da PM na Estação ficando mais próxima da população, no que foi amplamente apoiado pelos presentes e pela Diretora da Rio Claro Online, que ressaltou a fundamental importância dessa decisão do Comando da PM, que não só fará a segurança da área,  mas que ampliará sobretudo seu relacionamento com a juventude rioclarense que tem participado há anos de diversos eventos beneficentes e de cunho social ali realizados e necessita muito desse contato, não só logístico, mas de valores.

 

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Foi apresentado nesta sexta-feira (13) o novo drone da DJI, que conta com melhorias em sua câmera. O Phantom 4 Advanced tem mudanças no desempenho óptico, somado a novos sensores e processadores.

 

O dispositivo tem uma câmera de 20 megapixels com sensor de 1 polegada e obturador mecânico, então é capaz de gravar vídeos em formato 4K a 60 quadros por segundo. Falando de maneira mais técnica, o processamento de vídeo suporta arquivos do tipo H.264 4K a 60 fps ou H.265 4K a 30 fps, ambos com 100 Mbps de bitrate.

 

Assim como o seu irmão Phantom 4 Pro, o modelo Advanced também oferece os modos de voo automáticos suaves, incluindo as opções Draw, ActiveTrack, TapFly, Gesture e Tripod.

 

O sistema FlightAutonomy equipado no aparelho evita choques frontais com obstáculos. A fabricante assegura um voo estável pela junção do sistema duplo de orientação por satélite (GPS e GLONASS) e dispositivos ultrassônicos. Na prática, isso significa que o Phantom 4 Advanced também pode voar e pairar com precisão em lugares fechados e sem acesso a orientação satelital, mesmo em situações complexas agravadas por barreiras.

 

Para os mais exigentes, existe ainda a variante Advanced + (plus), cujo controle remoto vem equipado com um display de 5,5’’ com 1080p. A tela oferece duas vezes mais nitidez que as de tablets e smartphones, o que pode ser bom para uso ao ar livre.

 

Especificações técnicas

 

  • Câmera: sensor 1’’ CMOS, 20 megapixels, Bitrate 100 Mbps
  • Armazenamento: micro SD com capacidade máxima de 128 GB, velocidade de gravação de 15 MB/s em Class 10 ou UHS-1
  • Tempo de voo: aproximadamente 30 minutos
  • Bateria: 5.870 mAh
  • Peso: 1,37 kg

 

 

O lançamento do Phantom 4 Advanced está previsto para 30 de abril e a chegada do novo modelo fará com que a produção do modelo Phantom 4 termine nessa mesma data. Mesmo assim, a DJI continuará a oferecer suporte pós-venda aos clientes desse equipamento que sairá de linha.

 

Fonte: Tecmundo


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A Cadernos de Campo — Revistas de Ciências Sociais divulga a chamada de artigos para o Dossiê “Tendências da criminalidade no Brasil: Porque o Crime no País Aumenta?” com o propósito de investigar as causas do aumento dos homicídios no Brasil, e do porquê, frente a uma tendência internacional de queda na criminalidade violenta, o país permanecer em uma trajetória quase que ininterrupta de aumento na taxa de homicídios nacional. A data-limite para submissão de artigos é 05 de maio de 2017.

Proposta do Dossiê:

Diversos estudos indicam que uma grande parte dos países do mundo está ficando mais segura (LaFree et al., 2015; Tseloni et al., 2010; Weiss et al., 2016; Zimring, 2006). Nos Estados Unidos, um dos países mais estudados pela criminologia internacional, a taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes decresceu de mais de 10 em 1991, para 6 em 2002: uma redução de quase 40% em apenas 11 anos. Esta redução abrupta nos homicídios foi uma grande supressa para os especialistas da época (Dilulio Jr., 1995).

O Canadá, por exemplo, atingiu a mesma redução nos crimes violentos durante os anos 90, apesar de ser bem menos violento que os Estados Unidos, e de não ter apresentado qualquer aumento em seu efetivo policial, ou população prisional (Ouimet, 2002). O mesmo foi observado em diversos países na Europa, Ásia e Oceania (LaFree et al., 2015; Tseloni et al., 2010).

Apesar das causas desta redução ainda serem um mistério, ela é observada em tantos países, e de forma tão consistente, que ela já foi considerada um fenômeno global (Aebi e Linde, 2012). Entretanto, estudos recentes mostram que nem todos os países participaram desta tendência (Weiss et al., 2016).

O Brasil é um destes países violentos, com uma taxa média de homicídios no período superior a 20 homicídios a cada 100 mil habitantes, um valor mais de três vezes maior do que a taxa dos Estados Unidos, cinco vezes maior do que a do Uruguai, e mais de 20 vezes o valor da Alemanha, ou do Japão.

Desta forma, propomos um dossiê temático objetivando investigar as causas desta trajetória dos homicídios no Brasil, e do porquê, frente a uma tendência internacional de queda na criminalidade violenta, o país permanece em uma trajetória quase que ininterrupta de aumento na taxa de homicídios nacional. O que torna a criminalidade no Brasil tão única, a ponto de confrontar as tendências do mundo, e permanecer tornando-se cada vez mais grave, apesar do conhecimento geral da seriedade do problema da segurança pública no país?

Organizadores:

Mateus Rennó Santos –  Doutorando do Departamento de Criminologia e Justiça Criminal da University de Maryland, College Park

Bráulio Figueiredo Alves da Silva –  Professor Adjunto do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Pesquisador do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública e do Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais da UFMG.

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Mais informações no site da Cadernos de Campo — Revista de Ciências Sociais, vinculada à UNESP.

Fonte: Observatório das Metrópoles


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Como o Corpo de Bombeiros de Rio Claro foi criado

 

O CORPO DE BOMBEIROS QUE AJUDEI A CRIAR

 

Jenyberto Pizzotti

 

Em 1977 (eu então com 25 anos), através de artigos e reportagens nas páginas do jornal “Diário do Rio Claro”, da família de Jodate David, fui um dos primeiros cidadãos a incentivar, alertar e apelar as autoridades através da imprensa, sobre a necessidade da criação e implantação de um Corpo de Bombeiros em Rio Claro.

 

Existia a preocupação, mas nada acontecia, então publiquei um artigo de ficção (domingo, 17 de julho de 1977) no Suplemento Especial do Jornal “Diário do Rio Claro”. Com foto de primeira página e um longo artigo no suplemento, alertei sobre a possibilidade de um incêndio destruidor no Cine Excelsior e Prédio Padula, com ameaça até ao Hospital “Santa Filomena”.

 

O artigo de ficção e ao mesmo tempo, um alerta, provocaram comoção e a reação dos rioclarenses.

 

O artigo e o jornal ficaram expostos durante semanas na vitrine da “Casa Edison” (Avenida 1/Rua 4) com velas acessas, e isso despertou uma brilhante e intensa campanha paralela de idealistas de Rio Claro e dos Clubes Sociais e Filantrópicos de Rio Claro que exigiram e apelaram  as autoridades, até a criação do Corpo de Bombeiros em nossa cidade.

 

Na continuidade dessa matéria, vou transcrever a reportagem e publicar, pois o texto é muito interessante.

 

Fotos: Jornal Diário do Rio Claro, EPTV, Prefeitura Municipal

 

Jenyberto Pizzotti

jenyberto@yahoo.com.br

 

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Ministros da Primeira Turma do Supremo decidem, por unanimidade, recusar os argumentos da defesa do deputado e reiteram decisão de abrir duas ações penais contra ele por incitação ao crime de estupro e injúria

 

Pré-candidato à Presidência da República, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) sofreu uma dupla derrota no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (7). Por unanimidade, os ministros da Primeira Turma rejeitaram recursos apresentados pela defesa do parlamentar contra a abertura de dois processos – por incitação ao crime de estupro e por uma queixa-crime por injúria, apresentada pela deputada Maria do Rosário (PT-RS). Os ministros confirmaram, assim, a decisão tomada em junho do ano passado de tornar o deputado réu nos dois processos.

 

Bolsonaro responderá aos processos por ter dito, em discurso no plenário da Câmara, em dezembro de 2014, que Maria do Rosário “não merecia ser estuprada”. O deputado reiterou os ataques à colega em entrevista publicada no dia seguinte pelo jornal gaúcho Zero Hora. “É muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria”, declarou.

 

Nos embargos de declaração, Bolsonaro alegava “obscuridade” na decisão da Turma, sob o argumento de que a campanha da deputada [#eunãomerecoserestuprada] não teria se iniciado em razão da fala dele. Ele também questionava o não reconhecimento da incidência da imunidade parlamentar no caso.

 

Relator dos recursos e dos processos, o ministro Luiz Fux concluiu pela “absoluta ausência dos vícios alegados” pelo deputado. Fux ressaltou que, para a análise da decisão do recebimento da denúncia, é insignificante verificar a data em que teve início a referida campanha. O acórdão cuidou unicamente de distinguir o lema da campanha, do sentido e da conotação que simbolicamente foram empregados pelo deputado, tendo o ato sido caracterizado, de início, como delituoso. “O embargante visa, pela via imprópria, rediscutir os temas que já foram objeto de análise quando da apreciação da matéria defensiva no momento do recebimento da denúncia pela Primeira Turma”, alegou o ministro, no que foi acompanhado pelos demais ministros.

 

O Supremo aceitou a abertura das duas ações penais contra Bolsonaro em 21 de junho de 2016, por quatro votos a um. Em 2014, o deputado subiu à tribuna logo depois de um discurso feito por Maria do Rosário sobre os 50 anos do golpe militar de 1964. Com severas críticas ao regime de exceção, a deputada despertou a indignação do colega de Parlamento (veja no vídeo abaixo), capitão da reserva e ferrenho defensor do militarismo.

 

“Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Fique aí, Maria do Rosário. Há poucos dias você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não a estuprava porque você não merece. Fique aqui para ouvir”, disse Bolsonaro em 9 de dezembro de 2014, logo após discurso da deputada sobre o Dia Internacional dos Direitos Humanos e a divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade.

 

“A violência sexual é um processo consciente de intimidação pelo qual as mulheres são mantidas em estado de medo”, disse o ministro-relator, Luiz Fux, ao emitir o parecer pelo acolhimento das denúncias. Os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Luis Roberto Barroso acompanharam o voto do relator. “Imunidade não significa impunidade”, destacou Rosa Weber.

 

Com a decisão, o deputado passa a responder formalmente por uma acusação no STF, passando da condição de alvo de inquérito para investigado em ação penal. Se for condenado, pode pegar de 3 a 6 meses de prisão, além de multa. Na ocasião, Bolsonaro publicou em seu Twitter uma imagem informando sobre a decisão da corte: “Diante de tantos escândalos no país, a ética e a moral serão condenadas?”.

 

A defesa do parlamentar alega que ele não fez qualquer incitação ao estupro e que é autor de projetos que endurecem punição a estupradores. “Ele é conhecido por projetos de lei que tendem a aumentar as penas de crimes e para que condenado por crime sexual deve ser submetido a castração química para obter benefícios. É uma mentira insinuar que o deputado tenha incitado a prática de qualquer crime”, alega a defesa.

 

Veja o vídeo:

 

 

 

Fonte: Congresso em Foco


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O Cade é o órgão que investiga cartel em obras da Lava Jato, negocia acordos e estipula multas a construtoras

 

Os acordos nas esferas administrativa e criminal assinados com empresas de construção e serviços de engenharia no âmbito da Operação Lava Jato, até fevereiro deste ano, determinaram a recuperação de cerca de R$ 11,5 bilhões em recursos. O dinheiro advém de acordos contra formação de cartel, firmados com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), e de acordos judiciais contra práticas de corrupção e lavagem de dinheiro, fechados com o MPF (Ministério Público Federal). De alguns acordos, também participou a Justiça dos Estados Unidos, da Suíça e do Reino Unido.

 

A recuperação do dinheiro não é imediata, uma vez que o pagamento de alguns valores foi parcelado. O valor do acordo judicial com a construtora Odebrecht, por exemplo, foi dividido em 23 anos.

 

Dos R$ 11,5 bilhões em recuperação, apenas R$ 300 milhões são oriundos exclusivamente dos acordos com o Cade. O critério utilizado para o cálculo das sanções do Cade teria gerado multas com valores muito baixos, na avaliação de um dos conselheiros do órgão.

 

Encarregado de fiscalizar e garantir a livre concorrência no Brasil, o Cade considera cartel a prática ou acordo feito entre concorrentes para fixar preços, dividir mercados, estabelecer cotas ou restringir produção e fraudar licitações públicas. Tem consequência grave, uma vez que gera, segundo cálculos oficiais, sobrepreço de 10% a 20% em relação a um mercado competitivo.

 

Essas sanções financeiras a empresas de construção envolvidas na Lava Jato dizem respeito apenas a condutas anticoncorrenciais na esfera administrativa e não têm a ver, por exemplo, com processos que correm contra elas na esfera criminal, conduzidos pelo Ministério Público Federal.

 

As multas se originaram de cinco acordos assinados com o Cade, denominados de termos de cessação de conduta (TCC). Por meio desses acordos, a empresa participante de um cartel assume a culpa e se compromete a interromper as práticas ilícitas e a ajudar nas investigações do caso, beneficiando-se de desconto nas multas aplicadas.

 

 

Os termos de cessação de conduta foram assinados em duas investigações do Cade: de cartel em licitações de obras continentais (“onshore”) de montagem industrial em unidades da Petrobras, como o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), do início dos anos 2000 a 2011/2012; e de cartel em concorrência de montagem eletromecânica na futura usina nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis, litoral sul do Rio de Janeiro, em 2013/2014, pertencente à Eletrobras Termonuclear. O contrato era de cerca de R$ 3 bilhões.

 

Pelo TCC no processo de formação de cartel em obras de montagem industrial da Petrobras, a construtora UTC recebeu multa de R$ 129 milhões; a construtora Camargo Corrêa, de R$ 104 milhões; e a construtora Andrade Gutierrez, de cerca de R$ 50 milhões.

 

No processo sobre o cartel em obras de Angra 3, o acordo estipulou o pagamento de multa de R$ 10 milhões à UTC e de R$ 6 milhões à Andrade Gutierrez.

 

Somadas, essas multas chegam a R$ 300 milhões, valor repassado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, do Ministério da Justiça, com a finalidade de reparar danos.

 

Divulgação/Andrade Gutierrez

Na usina de Angra 3, construtoras combinaram preços e dividiram mercado para fraudar licitação de obras de montagem, segundo a Lava Jato

 

Conforme a legislação em vigor, o Cade pode punir a empresa condenada por cartel a pagar multa de 0,1% a 20% do valor do faturamento bruto dela no exercício anterior ao processo. A punição também pode ser estendida aos administradores da empresa direta ou indiretamente envolvidos com o ato ilícito, com multa de 1% a 20% da aplicada à empresa.

 

Conselheiro criticou “baixo valor” de multa

 

Os valores das multas aplicadas às construtoras não são consenso dentro do próprio Cade. Para o conselheiro João Paulo de Resende, que votou contra a homologação dos TCCs da UTC e da Andrade Gutierrez no caso de cartel em obras da Petrobras, os valores de faturamento utilizados para calcular as multas resultaram em sanções rebaixadas e que não têm caráter dissuasório, isto é, não desencorajam novas práticas ilícitas. Contudo, o TCC foi aprovado em janeiro deste ano pela maioria do plenário do Cade.

 

Para a multa aplicada à Andrade Gutierrez, que ficou em pouco menos de R$ 50 milhões, o conselheiro avalia que o valor mais próximo da realidade seria de pelo menos R$ 620 milhões, considerando sobrepreço de 10%.

 

Em seu voto, Resende cita também entendimento do TCU (Tribunal de Contas da União), que avalia o sobrepreço do cartel em 17% e, por isso, levaria a multa à construtora para perto de R$ 1 bilhão.

 

Acordo beneficia primeira a delatar

 

Nos dois processos, o Cade também formalizou acordos de leniência. Nas execuções de montagem industrial da Petrobras, foi acertada com a Setal/SOG Óleo e Gás. No caso de Angra 3, o acordo de leniência foi assinado com a Camargo Corrêa.

 

Nos processos de investigações de práticas lesivas à livre concorrência, a leniência é negociada apenas com a primeira empresa a identificar a existência de um cartel, assumir sua participação e culpa e identificar os demais participantes dele. Para os participantes do mesmo cartel, a opção de acordo é o TCC. As empresas que assinaram os acordos de leniência com o Cade se beneficiaram de isenção da multa.

 

Na maioria dos casos, foi beneficiada a Andrade Gutierrez, que homologou sua delação premiada em 2015 com a força-tarefa da Lava Jato. Nela, os executivos citaram que o senador Edison Lobão (PMDB-MA) e o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) receberam propina da empreiteira. Atualmente, a empresa faz uma espécie de “recall”, motivada pela delação de 77 executivos da Odebrecht, para adicionar informações aos depoimentos já relatados.

 

Já foram assinados pelo Cade, até fevereiro deste ano, outros cinco acordos de leniência em processos de formação de cartel com construtoras envolvidas em denúncias surgidas com a Lava Jato e em desdobramentos dela.

 

Há cerca de outros 30 processos de cartel relacionados com a Lava Jato em andamento no Cade, mas sobre os quais o órgão não fala “por razões legais e no interesse das investigações em curso”.

 

Geraldo Bunniak/AGB/Estadão Conteúdo

Marcelo Odebrecht, ex-presidente da Odebrecht, é levado para depor em Curitiba. Construtora acertou leniência com Ministério Público

 

Punição suspende novos contratos públicos

 

Além das sanções contra a ordem econômica no âmbito do Cade, as construtoras investigadas na Lava Jato também estão sujeitas a duas outras esferas de investigação e possível punição: do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, que pode aplicar punições administrativas e multas em dinheiro, impedindo a empresa de participar de novas concorrências públicas; e do Ministério Público e da Justiça, na esfera criminal, com penas de prisão e multas em dinheiro.

 

No campo da Lava Jato, pelo Ministério da Transparência, cinco construtoras já foram consideradas inidôneas e estão impedidas de participar de novas licitações públicas em todas as esferas (federal, estadual e municipal) e negociar contratos públicos por pelo menos dois anos após a publicação da decisão no “Diário Oficial da União”.

 

“Essa pode ser a pena mais severa para uma empresa que só trabalha com grandes obras, porque essas obras são normalmente contratadas apenas por governo”, contextualiza Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio. “Uma punição, portanto, que poderá quebrar essa empresa, tirando-a de vez do mercado.”

 

As cinco construtoras que foram incluídas no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas são: Mendes Júnior (desde abril de 2016), Skanska (desde junho de 2016), Iesa Óleo & Gás (desde setembro de 2016), Jaraguá Equipamentos Industriais (desde dezembro de 2016) e GDK (desde fevereiro de 2017). Elas foram suspensas com decisões baseadas na lei de licitações (lei 8.666/1993), e não na lei anticorrupção (lei 12.846/2013), porque as condutas irregulares se deram antes da entrada em vigor desta última. Essas empresas não receberam multas em dinheiro. A lei de licitações não estabelece formas nem critérios de cálculo de multas.

 

No Ministério da Transparência, há outros 21 procedimentos administrativos de responsabilização em andamento no âmbito da Lava Jato, sobre as seguintes empresas de construção: Alumni; Andrade Gutierrez; Camargo Corrêa; Carioca Christiani-Nielsen; Construcap; Construtora Odebrecht; EIT; Engevix; Fidens; Galvão Engenharia; MPE; OAS; Odebrecht Ambiental; Odebrecht Óleo e Gás; Promon; Queiroz Galvão; Sanko; SOG (Setal); Techint; Tomé; e UTC.

 

Dessas 21 construtoras, 12 manifestaram interesse em fazer um acordo de leniência com o Ministério da Transparência, que garantiria que continuassem a disputar obras e contratos públicos, mantendo-se idôneas. As negociações com essas empresas continuam e ainda nenhum acordo foi fechado. Outros três processos, contra as empresas NM, Egesa e Niplan, foram arquivados por falta de provas.

 

Ministério Público já fechou nove acordos

 

Com o Ministério Público Federal, as empresas envolvidas na Lava Jato já firmaram nove acordos de leniência, que preveem penas mais brandas em troca de informações que contribuam efetivamente com as investigações. Dois dos acordos seguem em segredo de Justiça.

 

 

Para Gil Castello Branco, economista e secretário-geral da ONG Contas Abertas, que fiscaliza as contas públicas em todos os níveis de governo, as empresas envolvidas na Lava Jato “não foram multadas de forma aleatória”, uma vez que se trata do maior escândalo de corrupção do mundo, em termos monetários.

 

“Essas empresas do cartel espoliaram os recursos públicos ao longo de muitas décadas. Para o mal que essas empresas causaram, estão pagando o preço certo. Não são vítimas.”

 

Fonte: Uol


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A autorização para o envio da Força Nacional para o Espírito Santo e o Rio de Janeiro foi publicada nesta quarta-feira (15) no Diário Oficial da União. De acordo com as portarias, o efetivo da Força Nacional, cujo tamanho é definido pelos governos estaduais e pelo Ministério da Justiça, ficará no Espírito Santo por 20 dias (até 5 de março) e no Rio de Janeiro até 2 de março. Assim, o reforço permanece nos dois Estados até depois do Carnaval.

 

Os textos assinados pelo ministro interino da Justiça, José Levi de Mello, são datados de 13 de fevereiro, a última segunda-feira.

 

Além disso, a portaria permitindo envio da Força Nacional ao Rio de Janeiro especifica que o contingente será utilizado para “exercer ações de polícia ostensiva de forma integrada com a Polícia Militar, no Palácio da Guanabara e Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro)“.

 

Esses dois locais têm sido alvo de fortes manifestações em decorrência das medidas de ajuste que o Estado precisa aprovar em troca da entrada no programa federal de repactuação da sua dívida.

 

Ontem, o presidente Michel Temer autorizou o uso das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem na região metropolitana do Rio no período de 14 a 22 de fevereiro.

 

Fonte: Valor


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O comandante da PM, coronel Nylton Rodrigues (azul), e o secretário de Segurança do ES, André Garcia

 

O governo do Espírito Santo recusou na noite desta segunda-feira (13) fazer acordo com familiares dos policiais militares em paralisação há 10 dias.

 

Membros da Comissão Permanente de Negociação rejeitaram as propostas de anistia aos PMs e de conceder benefícios financeiros, tais como auxílios de alimentação e para compra de fardas.

 

Apesar de os familiares desistirem do reajuste de 43% dos salários, o governo de Paulo Hartung alega que a pauta apresentada nesta segunda teria “impacto” no orçamento estadual e rejeitou todas as cinco propostas feitas pelas entidades.

 

Além de anistia, as associações pediram os auxílios de alimentação e de compra de fardas, pagamento de horas extras e garantia de pagamento de subsídios em uma parcela única.

 

“Há o pedido de uma pauta que impacta, de forma expressiva, o orçamento e as finanças do Espírito Santo”, dizem os governistas, em texto divulgado em resposta às entidades.

 

Em relação à anistia dos PMs, o governo afirma que a medida é proibida pela legislação brasileira. “Também [é vedada], aos princípios constitucionais da legalidade e moralidade”, alega.

 

Na quinta-feira (13), a Secretaria de Segurança informou que ao menos 703 policiais militares do Estado foram indiciados por crime militar e tiveram os pontos cortados.

 

Ao pedir o acordo, o governo diz que pode se comprometer com a manutenção de um canal de diálogo com a categoria para discussão de reajuste. Também promete que ao final do primeiro quadrimestre apresentará os resultados fiscais aos policiais e bombeiros militares, bem como às demais carreiras do Estado, para que seja dado prosseguimento às negociações.

 

A nova proposta, de acordo com o cabo Thiago Bicalho, diretor social ACS (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar), foi encaminhada ao governo no fim da tarde desta segunda. “Está nas mãos do governo acabar com a greve”, afirmou Bicalho.

 

Inicialmente, os familiares dos policiais e os militares que participam do movimento pediam reajuste salarial de 43%, o que, segundo eles, equivale às perdas sofridas pelos últimos anos em que a categoria não obteve nenhum reajuste. O governo, no entanto, se recusou a negociar o aumento.

 

No texto, dirigido ao governador Paulo Hartung, o movimento disse reconhecer “as condições econômicas limitadas do governo estadual” e a crise nacional e promete desobstruir todas as entradas dos batalhões já às 0h desta terça (14) caso as condições fossem atendidas.

 

Entenda a crise no ES

 

Desde o início da paralisação dos policiais, no dia 4, quando familiares de PMs passaram a bloquear a entrada e a saída dos batalhões, mais de 140 homicídios foram registrados no Espírito Santo, segundo números não oficiais, do Sindipol-ES (Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo). Apenas na última segunda-feira, foram 40 mortes, ainda de acordo com o sindicato.

 

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, 1.192 PMs atenderam ao chamado operacional e foram trabalhar na manhã de hoje, 317 a mais do que foi registrado no mesmo período no domingo. Esse número representa cerca de 12% dos 10 mil policiais que integram o efetivo da Polícia Militar capixaba.

 

Além dos 1,1 mil PMs, a segurança no Estado é feita também por cerca de 3 mil militares e agentes da Força Nacional de Segurança, que estão em território capixaba desde o início da semana passada, quando o motim de policiais agravou a falta de segurança no Espírito Santo.

 

Nesta segunda, os capixabas tentam voltar à rotina. Além dos ônibus, as escolas e repartições públicas também retomaram as atividades.

 

Fonte: Uol


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Michael Flynn havia sido escolhido por Trump para ser seu assessor de segurança

 

O conselheiro de segurança nacional norte-americano Michael Flynn renunciou na noite desta segunda-feira (13), já madrugada de terça-feira (14) no Brasil. Ele ficou menos de um mês no cargo.

 

O general reformado estava em meio a uma situação embaraçosa desde que vieram à tona polêmicas conversas que manteve em dezembro com o embaixador russo em Washington, Sergei Kislyak, semanas antes de Donald Trump assumir a Presidência dos Estados Unidos. O assunto teria sido as sanções aprovadas nos últimos anos pelos EUA contra Moscou.

 

Tais conversas poderiam incorrer em violação de uma lei que proíbe cidadãos privados de se envolverem na política externa, conhecida como Logan Act.

 

A polêmica eclodiu em janeiro, e Flynn se contradisse na hora de explicar o conteúdo de suas conversas com o diplomata. Chegou a dizer que não podia garantir com “100% de certeza” que o tema das sanções não tivesse sido mencionado.

 

Os congressistas democratas, então, pediram que Flynn renunciasse ou fosse demitido. Já os republicanos haviam optado pelo silêncio.

 

Em 15 de janeiro, cinco dias antes da tomada de posse, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, apareceu em vários programas de TV para defender Flynn.

Mas o jornal The Washington Post e, depois, o The New York Times informaram na sexta-feira (10) que os serviços de Inteligência descobriram que Flynn pediu ao embaixador russo para não reagir de forma desproporcional, porque o governo Trump poderia rever as sanções quando chegasse à Casa Branca.

 

(Com agências internacionais.)


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Joanna Palani tem 23 anos e é estudante de política e filosofia da Dinarmaca. Acontece que ela também tem uma recompensa de US$ 1 milhão (R$ 3,1 milhões) por sua cabeça. Por que? Bem, acredite ou não ela matou 100 militantes do Estado Islâmico enquanto lutava ao lado do grupo Kurdish Peshmerga, no Iraque e na Síria, segundo informações do Broadly. O caso foi destaque em diversos jornais, como The Mirror, The Independent, The Guardian e Daily Mail.

 

Joanna, que tem descendência iraniana e curda, nasceu em um campo de refugiados em Ramadi, no Iraque, durante a Guerra do Golfo. A primeira vez que ela atirou foi aos nove anos de idade. Ela ainda era muito jovem, em 2014, quando largou os estudos e deixou Copenhague, onde foi morar, para ir para Síria.

 

Em um texto no Facebook, Joanna escreveu que foi inspirada a “lutar pelos direitos das mulheres, pela democracia – pelos valores europeus que aprendeu ao ser uma garota dinamarquesa”. Ela se juntou à revolta em curso contra o governo sírio no começo da Primavera Árabe, primeiro lutando contra o regime de Assad e, em seguida, contra o ISIS.

 

A jovem largou os estudos para lutar contra o Estado Islâmico e matou 100 militantes

 

Joanna lutou contra eles em Kobane, uma cidade síria na fronteira com a Turquia, enquanto lutava com as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), e também ajudou a libertar as meninas Yazidi, que foram aprisionadas como escravas sexuais enquanto lutavam ao lado das forças de Peshmerga no Iraque.

 

Suas ações heroicas chamaram a atenção das autoridades dinamarquesas, que a proibiram de viajar para a região quando voltou do combate em setembro de 2015. Ela foi presa em Vestre Fængsel, a maior prisão da Dinamarca, quando descobriram que ela iria furar a proibição para viajar para o Qatar.

 

A jovem largou os estudos para lutar contra o Estado Islâmico e matou 100 militantes

 

Joanna passou três semanas atrás das grades antes de ser liberada e já teve seu passaporte confiscado. Ela acredita que é vista como uma terrorista em seu próprio país, e ela vive escondida e muda de local constantemente com medo de represálias. “Sinto muito por violar a lei, mas eu não tinha escolha na época”, disse ela. “Aqueles pelos quais arrisquei minha vida, agora estão tirando minha liberdade. Eu não esperava perder quase tudo por lutar por nossa liberdade e nossa segurança”, afirmou.

 

“Há uma recompensa de US $ 1 milhão pela minha cabeça. É possível que eu seja capturada e morta nestas circunstâncias que me encontro aqui na Dinamarca”, disse.

 

Fonte: Virgula


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A paixão por voar vem desde a infância, e assim o empresário Régis Petronatis, de Santo André (Grande São Paulo), começou no aeromodelismo. Dos helicópteros pilotados com precisão em áreas restritas a esta prática, ele passou a voos mais livres com um drone.

 

Os primeiros testes, Régis fez com um equipamento de um amigo, e há cerca de um mês decidiu investir no próprio drone. “A principal diferença é a facilidade da portabilidade. Você pode levar em uma viagem, hoje em dia todo mundo gosta de fotografar, e o drone te dá a possibilidade de ter imagens diferentes. Por cima, é muito bonito”, ele diz, ao comparar o atual hobby com o mais antigo.

 

O novo aparelho é sofisticado: pesa menos de um quilo, funciona por até 27 minutos com uma única carga, atinge altitude de até 3.000 metros e pode ser operado a uma distância de até 7.000 metros, de acordo com o fabricante.

 

Foi levado na mala em uma viagem ao Guarujá, no litoral paulista, onde, de cima de um prédio, Régis gravou imagens de amigos na piscina. O empresário diz que já tomou o cuidado de fazer contato com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para saber sobre as regras de utilização.

 

Assim como ele, muita gente no Brasil vem se interessando pelas possibilidades que um drone oferece. Não só para o lazer, mas para uma infinidade de objetivos.

 

O equipamento tem sido utilizado por bombeiros no monitoramento de praias e operações de resgate; por policiais militares e federais em ações contra criminosos; por prefeituras, no rastreamento de focos do mosquito que transmite dengue e zika; por escolas de samba e empresas de eventos, na gravação de imagens, entre outros exemplos.

 

O difícil é saber quantos desses equipamentos estão em operação no país, segundo a ABM – Associação Brasileira de Multirrotores.

 

“Se alguém afirmar com certeza quantos drones existem no Brasil, vai estar dando um ‘chute'”, diz Flávio Lampert, presidente da associação. “Ninguém sabe o número de drones no Brasil, porque não tem um controle de entrada no país desses equipamentos nem cadastros de pilotos e modelos”, ele afirma.

 

“Drone não é um brinquedo, piloto tem responsabilidades”

 

A ABM existe há três anos e foi fundada por 20 entusiastas deste segmento. Hoje, são 600 associados e algo em torno de 4.400 em processo de associação.

 

“Existem dezenas de grupos no Facebook que reúnem interessados em drones. Podemos dizer que são de 20 mil a 30 mil pessoas”, de acordo com Lampert.

 

“Uma coisa que precisa ficar muito clara é que um drone não é um brinquedo, o piloto tem responsabilidades e precisa saber o que está fazendo”, ele defende, ao criticar a falta de regulamentação das operações aéreas por drones no Brasil, que ainda tramita na Anac.

 

Não há regulamentação própria para uso comercial de drones

 

A Anac informou à reportagem do UOL que “a operação de drones para uso comercial depende de regulamentação própria, que deve ser lançada pela agência em breve. Atualmente, só estão permitidas, sem autorização, a operação de drones para fins de lazer, seguindo as regras para a prática de aeromodelismo”.

 

De acordo com a agência, o voo recreativo não pode oferecer riscos a terceiros no local onde o drone é pilotado. Isso quer dizer que, em áreas bastante povoadas, como praias, desfiles de Carnaval e shows, por exemplo, deveria haver autorização para a utilização dos drones.

 

Também precisam do aval da agência atividades consideradas comerciais e de experimentação, como pesquisas científicas, ações policiais, produção de vídeos, monitoramento de desastres naturais e acidentes, entre outros.

 

Multas vão de R$ 800 a R$ 30 mil

 

Segundo dados da Anac, já foram emitidas 150 autorizações para uso de drones no país, e estão em vigor dez certificados especiais de voo, emitidos para polícias militar e federal e algumas empresas. Desde 2014, são 19 autos de infração em andamento.

 

O Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) exige que todo voo feito por um drone – comercial ou de lazer – seja comunicado por meio de seu site, onde há explicações sobre as regras que o piloto de drone deve seguir.

 

A fiscalização dos drones está incluída no programa da Anac de vigilância continuada. Além disso, é realizada por meio de operações especiais, quando denúncias são recebidas. Casos configurados como contravenção penal ou crime são tratados por órgãos de segurança pública, como PMs, e as multas variam de R$ 800 a R$ 30 mil.

 

Fonte: Uol


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Ministro Raul Jungmann (à direita), ao lado do governador em exercício, Cesar Colnago

 

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, fez neste sábado (12) um apelo para que os policiais militares do Espírito Santo encerrem a greve que chega ao oitavo dia. “Fazemos um apelo a todos os bons policiais que honrem suas fardas, que honrem seu juramento e que venham para as ruas para defender o povo”, afirmou em pronunciamento feito no 38º Batalhão de Infantaria do Exército, em Vila Velha, na região metropolitana de Vitória.

 

O pronunciamento fora anunciado como entrevista coletiva, mas o ministro se recusou a responder perguntas dos jornalistas. Jungmann disse que a região metropolitana começou a voltar à normalidade, com parte do sistema de transporte e das lojas funcionando, mas admitiu que o retorno dos PMs ao trabalho continua pendente.

 

Na noite de sexta-feira (11), o governo do Espírito Santo havia anunciado um acordo com associações que representam os policiais. O acordo previa a volta ao trabalho até as 7h de hoje, sem punições aos grevistas.

 

Os policiais militares, no entanto, mantiveram a paralisação. O ministro disse que o cabe ao governo estadual conduzir as negociações com os policiais. “Cabe ao governo do estado a coordenação das ações. Vamos dar apoio às decisões do governo do Estado.”

 

O goverador em exercício, Cesar Colnago, fez um rápido pronunciamento antes do ministro. Ele agredeceu o apoio do governo federal e disse que fará o necessário para resolver o problema da greve. Colnago e Jungmann têm uma reunião hoje.

 

Jungmann reconheceu que as reivindicações salariais dos policiais capixabas são justas, mas disse que a corporação tem o dever de proteger a sociedade. A greve levou a um aumento da criminalidade no Estado.

 

O ministro também afirmou que 3.130 homens da Força Nacional e das Forças Armadas foram enviados ao Espírito Santo, o que, segundo ele, proporcionaria um policiamento maior do que em dias normais. Ainda de acordo com Jungamann, as tropas ficarão no Estado pelo tempo necessário.

 

Os policiais que não retomaram as atividades estão sujeitos a indiciamento pelo crime militar de revolta, que leva a expulsão do militar e prevê pena de 8 a 20 anos de prisão. Setecentos e três policiais foram indiciados por revolta até ontem.

 

Entenda a crise no Espírito Santo

 

No sábado (4), parentes de policiais militares do Espírito Santo montaram acampamento em frente a batalhões da corporação em todo o Estado. Eles reivindicavam melhores salários e condições de trabalho para os profissionais.

 

Na segunda-feira (6), o movimento foi considerado ilegal pela Justiça do Espírito Santo porque ele caracteriza uma tentativa de greve, o que é proibido pela Constituição para militares. As associações que representam os policiais deverão pagar multa de R$ 100 mil por dia pelo descumprimento da lei.

 

Ao longo de todo o movimento, a ACS-ES (Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Espírito Santo) afirmou não ter relação com o movimento. Segundo a associação, os policiais capixabas estão há sete anos sem aumento real, e há três anos não se repõe no salário a perda pela inflação.

 

A Sesp-ES (Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo) contesta as informações passadas pela associação. Segundo a pasta, o governo do Espírito Santo concedeu um reajuste de 38,85% nos últimos 7 anos a todos os militares e a folha de pagamento da corporação teve um acréscimo de 46% nos últimos 5 anos.

 

Fonte: Uol


Revista Colaborativa

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