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12 de dezembro de 2017

A prefeitura de Rio Claro está enviando ofícios ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal solicitando o agendamento de reuniões em caráter emergencial para discutir a venda irregular de imóveis em conjuntos habitacionais de interesse social no município. O anúncio foi feito no final da tarde desta quinta-feira (7) pelo prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, em reunião no paço municipal com representantes da comunidade.

 

Moradores que não têm casa própria participaram de reunião no Paço Municipal para cobrarem providências em relação à venda irregular de imóveis. “Cada denúncia está sendo apurada com muito cuidado pela prefeitura”, informou Juninho da Padaria.

 

As denúncias recebidas pela prefeitura são averiguadas e os casos encaminhados aos agentes financeiros (Banco do Brasil e Caixa Federal) para que sejam tomadas as providências necessárias. “Quem pode entrar com ação na Justiça pedindo reintegração de posse são a Caixa Federal e o Banco do Brasil”, observou o vereador Paulo Guedes, também presente à reunião.

 

O vereador Val Demarchi lembrou que a venda irregular de imóveis de interesse social sempre aconteceu. “A diferença é que antes não eram feitas fiscalização e apuração dos casos e isso está sendo feito agora”, pontuou.

 

“A Câmara Municipal como órgão fiscalizador estará acompanhando as apurações de denúncias”, destacou o vereador Ruggero Seron. O procurador geral do Município, Rodrigo Ragghiante, ressaltou que o município cumprirá cada item da lei, não admitindo quaisquer irregulares.

 

O secretário municipal de Habitação, Anderson Golucci, explica que em caso de reintegração de posse, os imóveis recuperados são destinados ao suplente, com cadastro já aprovado pelo agente financeiro. “O banco aprova o cadastro de titulares e suplentes que ficarão na lista de espera para o caso de algum beneficiário ter seu nome reprovado ou por causa da desistência de algum titular”, esclarece Golucci.

 

O secretário Golucci ressaltou ainda que a seleção de mutuários para os empreendimentos obedece a critérios sociais estabelecidos pelos programas habitacionais. No caso do Jardim das Nações, as famílias contempladas têm renda bruta familiar inferior a R$ 1.800,00.

 

Divulgação Imprensa Rio Claro/SP


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5 de dezembro de 2017

Ontem (04) deu entrada na 7ª Promotoria Pública de Justiça de Rio Claro uma representação da cidadã Leila Pizzotti denunciando irregularidades nas eleições do Concult – Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro. Segundo a autora da representação ao Ministério Público as Eleições do Concult foram realizadas de forma totalmente desorganizada, irregular, autoritária, ilegal e não obedecendo o Regulamento elaborado pela própria Secretaria de Cultura de Rio Claro, organizadora do evento.

 

Exmo. Sr.

7º PROMOTOR DE JUSTIÇA DE RIO CLARO

 

LEILA MARIA DUCKUR PIZZOTTI, brasileira, R.G. 21.989.989-7 SSP/SP, residente nesta cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo, através deste, na condição de cidadão desta cidade e deste país, e fazendo uso do artigo 5º da Constituição Federal em seus itens IV, IX, XIV, XXXIII, XXXIV letra “a”, e LXXIII vem a presença de V.Exma. para expor e solicitar o que segue:

 

 

SENHOR PROMOTOR,

 

Venho a presença de V.Exma. para expor e denunciar FATOS e IRREGULARIDADES ocorridos durante a realização da IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro e as Eleições do Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro – CONCULT, realizados no dia 30 de novembro de 2017, fatos e irregularidades esses, que atentam contra os interesses da população de Rio Claro e da Cultura rio-clarense.

 

 

As eleições para o Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro – CONCULT, ocorreram de forma irregular, não obedecendo a programação proposta inicialmente pela Secretaria Municipal de Cultura através das normas estabelecidas no “Regimento Interno”, amplamente divulgado e distribuído a todos os participantes antes do início da Conferência.

 

 

Conforme o Artigo 6º do citado “Regimento Interno”, a eleição dos Delegados da IV Conferência Municipal de Cultura e as Eleições dos novos Conselheiros do Conselho Municipal de Política Cultural de Rio Claro que deveria ser iniciada as 21:00 horas, foi obstruída  pela própria Comissão Organizadora do evento (comissão essa formada pelos próprios funcionários subordinados a Secretaria de Cultura), de forma a induzir e forçar muitos dos cidadãos participantes a terem que se retirar do evento devido ao atraso no horário e a não votarem, ao mesmo tempo prolongando o horário de início da votação para as 23:00 horas, ocasião em que o grupo formado por integrantes ligados a Secretaria de Cultura pudessem ter maioria, quebrando, com essa ardilosa e matreira ação, o princípio da igualdade democrática de livre escolha, e elegendo uma diretoria eleita de forma totalmente irregular e ilegal.

 

 

Outro FATO gravíssimo e que demonstra a irregularidade e a ilegalidade das ações realizadas durante a IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro, foram as alterações realizadas nas propostas, e decisões definidas e acordadas no dia 29 de novembro pelos Eixos e Grupos de Trabalho da Conferência, e que foram alteradas posteriormente pela Comissão Organizadora do evento (comissão essa formada pelos próprios funcionários subordinados a Secretaria de Cultura).

 

 

Como se não bastasse as ações irregulares, ilegais e anti democráticas adotadas pela Secretaria de Cultura durante a realização da IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro, outras ações foram articuladas e orquestradas no sentido de promover atos de truculência e violência física, moral e psicológica, por integrantes da Secretaria de Cultura, funcionários públicos municipais e até mesmo vereadores ligados a atual Administração Municipal, contra qualquer pessoa presente que contestasse ou confrontasse os interesses da Secretaria de Cultura.

 

 

Como exemplo dessa ação truculenta e violenta, conforme Boletim de Ocorrência (B.O.) nº 878/2017 de 01/12/2017 registrado na Delegacia de Polícia de Rio Claro, na condição de cidadã, de Editora Chefe e repórter do site Rio Claro Online, e representante do Movimento LGBT de Nível Federal em Rio Claro e como participante da IV Conferência Municipal de Cultura de Rio Claro, por contestar as ações relatas acima a V.Exma., fui agredida física, moral e psicologicamente e ameaçada pelos funcionários públicos municipal José Basílio, Luiz Fernando Stancati, Diretor de Eventos do CEU/Mãe Preta, pela vereadora Carol Gomes, e por pessoas ligadas a essa vereadora, como Valter Argeo Junior, da ONG AJA (cuja Presidente era a vereadora Carol Gomes), e por Murylo Müller Cesar, Chefe de Gabinete da vereadora Carol Gomes.

 

Cabe ressaltar que alguns dos envolvidos citados acima, foram já denunciados a essa Exma. Promotoria de Justiça como supostos participantes de esquemas e ações ligadas a VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP (Representação Civil nº 1429/2017-1).

 

 

Tendo absoluta certeza da gravidade do caso, e de que V.Exma. irá encontrar, dentro da Lei, do bom senso e da racionalidade a melhor defesa dos interesses da população de Rio Claro, assim como apurar as denúncias aqui relatadas, subscrevo-me respeitosamente.

 

 

Rio Claro, 04 de dezembro de 2017

 

LEILA DUCKUR PIZZOTTI

 

Saiba mais sobre a Conferência Municipal de Cultura e Eleições Concult 2017
30/11/2017- Rio Claro/SP:

 

 

 

 

 

 

 


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5 de dezembro de 2017

PORTARIA DE INQUÉRITO CIVIL

 

5ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE RIO CLARO

 

ÁREA: Meio Ambiente

 

REPRESENTANTE: Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo e Meio Ambiente de Rio Claro, de ofício.

 

INTERESSADO: Município de Rio Claro – SP.

 

ASSUNTO: suspeitas de contaminação no solo e no lençol freático pelas atividades do Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista”

 

Chegou ao conhecimento desta 5ª Promotoria de Justiça, por meio de reportagem jornalística veiculada no Jornal Cidade, em 20 de maio de 2012, noticiando que “Além de superlotado, o Cemitério Municipal ‘São João Batista’ – com mais de 137 anos de fundação – pode estar contaminando o solo. A principal causa dessa poluição subsuperficial em áreas de cemitérios é a percolação do necrochorume, efluente gerado a partir da decomposição dos corpos na proporção de 0,6 litro/kg corpóreo.

 

                                      Desde 2006, um grupo de pesquisadores do curso de Geologia da Unesp de Rio Claro, sob coordenação do Prof. Dr. Walter Malagutti Filho, utiliza técnica pioneira para monitorar indiretamente, com autorização da Prefeitura de Rio Claro, o Cemitério Municipal.  Através de ‘imagens’ sobre a condutividade elétrica no solo, o grupo dá o diagnóstico de uma possível poluição por necrochorume.   De acordo com o estudo apresentado por Malagutti no 12th International Congress of the Brazilian Geophysical Society (Congresso Internacional de Geofísica) no ano passado, através do imageamento elétrico, detectou-se a baixa resistividade do solo no cemitério municipal, indício de suposta contaminação em 75% da área do cemitério”.

 

Nesses termos:

 

 

Considerando que, consoante o disposto nos artigos 127 e 129, inciso III, ambos da Constituição Federal; artigo 25 inc. IV, alínea a, da Lei Federal 8.625/93 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público);  e artigo 103, inc. VIII, da Lei Complementar Estadual 734/93 (Lei Orgânica do Ministério Público do Estado de São Paulo), é função institucional do Ministério Público a defesa do meio ambiente;

 

                                                                 

                                      Considerando que o Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista” carece de gestão adequada, para a proteção ao meio ambiente e à saúde humana;

 

Considerando que a Constituição Federal, em seu artigo 225, dispõe que:

 

“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

 

E, em seu parágrafo primeiro, estabelece:

 

“… para a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público…

 

                                      …

 

                                      V – controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente;

 

 

Considerando que o artigo 195 da Constituição Estadual dispõe que:

“As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, com a aplicação de multas diárias e progressivas, no caso de continuidade da infração ou reincidência, incluídas a redução do nível de atividade e a interdição, independentemente da obrigação dos infratores de reparação dos danos causados”;

 

Considerando as disposições do Artigo 23, incisos III, IV, VI e VII, da Constituição Federal, ao estipular a competência material comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios para a proteção do meio ambiente;

 

Considerando que o artigo 3º da Lei Federal nº 6938/81 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente) dispõe que:

 

                                      “Para os fins previstos nesta lei, entende-se por:

 

                                      III – poluição: a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que, direta ou indiretamente:

 

  1. a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
  2. b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
  3. c) afetem desfavoravelmente a biota [o conjunto dos seres animais e vegetais de uma região];
  4. d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
  5. e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos;

 

 

Considerando que o artigo 14, § 1º da Lei nº 6938/81 cria para o degradador a obrigação de reparar os danos ao meio ambiente, independentemente de existência de culpa e que a competência para a propositura de eventual ação civil pública é do foro local em que ocorreu o prejuízo (Lei nº 7347/85, artigo 2º);

 

Considerando que a Lei Estadual nº 997/76 considera poluição “a presença e lançamento ou liberação nas águas, no ar ou no solo de toda e qualquer forma de matéria ou energia com intensidade, em quantidade… que possam tornar as águas, o ar ou o solo: (…) impróprios ou ofensivos à saúde; inconvenientes ao bem estar público; (…) prejudiciais à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade”;

Considerando que, nos termos do artigo 54 da Lei nº 9605/98 constitui crime causar poluição, de qualquer natureza, em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana;

 

Considerando a existência de interesse do Ministério Público Estadual na cabal apuração dos fatos e determinação das responsabilidades, de sorte a por fim às agressões ambientais;

 

 

Considerando a necessidade da coleta de outras informações, para orientar a tomada de providências legais e pertinentes, especialmente a propositura de ação civil pública e outras medidas administrativas e judiciais próprias, constituindo o Inquérito Civil, instituído pela Lei 7.347/85 o meio procedimental adequado para a coleta de elementos probatórios;

 

 

Considerando o disposto no Ato Normativo nº 484, de 05 de outubro de 2.006, do Colégio de Procuradores de Justiça, em seu artigo 19, e no Aviso nº 05/06 da Corregedoria Geral do Ministério Público do Estado de São Paulo;

 

 

                                      Resolve:

 

 

Instaurar INQUÉRITO CIVIL com a finalidade de apurar os fatos acima descritos em todas as suas circunstâncias, para a verificação de eventuais irregularidades e ilegalidades.

 

  1. Nos termos do art. 5º, parágrafo 1º, do Ato nº 019/97-CPJ, nomeio sob compromisso, para secretariar os trabalhos, a Sra. Lilian Wolf Schwerdtfeger, Oficial de Promotoria;

 

  1. Autuados esta Portaria e os documentos que a acompanham, para seu regular prosseguimento, registre-se no SIS MP Integrado;

 

                                     

                                      3.Oficie-se à Prefeitura Municipal de Rio Claro – SP, dando-lhe ciência da instauração deste procedimento e facultando-lhe o oferecimento de informações no prazo de 15 (quinze) dias (art. 20 do Ato Normativo nº. 484-CPJ, de 5 de outubro de 2006);

 

  1. Oficie-se à CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, para que vistorie o local investigado elabore laudo pericial, respondendo aos seguintes quesitos, no prazo de 30 (trinta) dias:

 

4.1. O Projeto do Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista” atende às exigências relacionadas no Decreto Estadual 12.342 (Código Sanitário), de 27/09/78, conforme os artigos abaixo? Justifique:

 

  1. Artigo 151 – Os cemitérios serão construídos em áreas elevadas, na contra vertente das águas que possam alimentar poços e outras fontes de abastecimento.

Parágrafo único – Em caráter excepcional, serão tolerados, a juízo da autoridade sanitária, cemitérios em regiões planas;

 

  1. Artigo 152 – Deverão ser isolados, em todo seu perímetro, por logradouros públicos ou outras áreas abertas, com largura mínima de 15,00 m, em zonas abastecidas por redes de água, e de 30,00 m, em zonas não providas de redes;

 

  1. Artigo 153 – O nível dos cemitérios deverá ser suficientemente elevado de maneira a assegurar que as sepulturas não sejam inundadas;

 

  1. Artigo 154 – O nível do lençol freático, nos cemitérios, deverá ficar a 2,00 m, no mínimo, de profundidade.

Parágrafo único – Nas dependências das condições da sepultura, deverá ser feito o rebaixamento suficiente desse nível;

 

  1. Artigo 155 – Os projetos de cemitérios deverão ser acompanhados de estudos especializados, comprovando a adequabilidade do solo e o nível do lençol freático;

 

  1. Artigo 156 – Nos cemitérios, deverá haver, pelo menos:

I – local para administração e recepção;

II – sala de necropsia atendendo aos requisitos exigidos neste Regulamento;

III – depósito de materiais e ferramentas;

IV – vestiários e instalação sanitária para os empregados;

V – instalações sanitárias, para o público, separadas para cada sexo;

Parágrafo único – A autoridade sanitária poderá reduzir as exigências deste artigo em função das limitações socioeconômicas do município de localização do cemitério;

 

  1. Artigo 157 – Nos cemitérios, pelo menos 20% de suas áreas destinadas a arborização ou ajardinamento.
  • 1o – Os jardins sobre jazigos não serão computados para os efeitos deste artigo.
  • 2o – Nos cemitérios-parque poderá ser dispensada a destinação da área mencionada neste artigo;

 

  1. h) Artigo 158 – Os vasos ornamentais não deverão conservar água, a fim de evitar a proliferação de mosquitos.

 

4.2. Demonstrar a Viabilidade Geológica do Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista”, através de documentos segundo o “Roteiro para Elaboração de Estudos de Viabilidade Geológica de Cemitérios” e da norma L1.040 da CETESB, contemplando os aspectos geomorfológicos, pedológicos e hidro geológico, e em conformidade com o Decreto Estadual no 32.955/91, que regulamenta a Lei no 6.134/88 que dispõe sobre a preservação dos depósitos naturais de águas subterrâneas.

 

4.3. Demonstrar a viabilidade ambiental do Projeto do Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista” sobre os aspectos relacionados a intervenções em áreas protegidas, conforme o artigo 2o e 3o da Lei No 4.771/65 (Código Florestal), as Leis de Proteção de Mananciais (Região Metropolitana de São Paulo – Lei No 898/75 e Lei No 1.172/76), além das áreas com vegetação protegida pelo Decreto no 750/93 ou que tenham sido suprimidas em estágio médio a avançado de regeneração, depois de fevereiro de 1993;

 

4.4. Demonstrar a viabilidade ambiental dos eventuais poços de monitoramento de aquíferos de acordo com as normas CETESB 06.010 e ABNT NBR 13.895 e se os resultados do monitoramento atendem à Portaria 1.469/01 do Ministério da Saúde.

 

  1. Oficie-se ao Prof. Dr. Walter Malagutti Filho, coordenador do curso de Geologia da Unesp de Rio Claro, para que encaminhe, no prazo de 30 (trinta) dias, a pesquisa ambiental efetuada no Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista”, apresentada no 12th International Congress of the Brazilian Geophysical Society (Congresso Internacional de Geofísica) no ano de 2011.

 

 

Decorridos os prazos acima, com ou sem respostas, abra-se conclusão.

 

 

    Rio Claro, 21 de maio de 2012.

 

 

Gilberto Porto Camargo

Promotor de Justiça

 

 

DESPACHO 04/12/2017

 

Inquérito Civil nº 14.0409.0002929/2012-0.

Área: Meio Ambiente.

REPRESENTANTE: Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo e Meio Ambiente de Rio Claro, de ofício.

INTERESSADO: Município de Rio Claro – SP.

ASSUNTO: suspeitas de contaminação no solo e no lençol freático pelas atividades do Cemitério Municipal de Rio Claro “São João Batista”.

 

Vistos,

 

Considerando o posicionamento do Departamento de Áreas Contaminadas da CETESB, entendendo necessária a apresentação de “relatório de investigação detalhada” acerca da situação atual do Cemitério Municipal “São João Batista” (fls. 483/485);

 

Considerando a ausência daquele relatório; e

 

Considerando a necessidade deste estudo, para dissipar qualquer dúvida quanto à questão de contaminação no referido cemitério.

Pelo despacho e relatório de prorrogação de prazo para a conclusão deste procedimento, exarado em 01.09.2017 às fls. 488/508, foram determinas as seguintes diligências:

 

  1. A expedição de ofício à Prefeitura Municipal de Rio Claro/SP, com cópias de fls. 479, 481, 483/485 e 488/508, para que encaminhasse o relatório faltante à CETESB, bem como ao Ministério Público, com o respectivo protocolo naquela Companhia Ambiental, no prazo de 60 (sessenta) dias, sob pena de ajuizamento de ação civil pública;

 

  1. A expedição de ofício à CETESB, com cópias de fls. 479, 481, 483/485 e 488/508, para que informasse se o Município de Rio Claro/SP lhe encaminhara o relatório faltante. Na hipótese negativa, qual seria a medida administrativa imposta ao caso e, se enviado, quais medidas complementares seriam exigidas e em que prazo, comunicando-se ao Ministério Público, no prazo de 60 (sessenta) dias.

Ofício da CETESB, protocolado no MP em 24.11.2017 às fls. 512/514, informando que:

 

“Em atenção ao V. Ofício n° 464/2017/5ª PJRC-ama – Inquérito Civil n° 14.0409.0002929/2012-0, referente ao empreendimento denominado Cemitério São João Batista, operado pela Prefeitura do Município de Rio Claro, situado à Rua 16, n° 101, Consolação, em Rio Claro/SP, informamos que foi aplicado em face do Município de Rio Claro o Auto de Imposição de Penalidade de Advertência (AIIPA) n° 21004072, datado de 18/10/2017, no Processo CETESB n° 21/00819/17.

                                      A referida penalidade foi aplicada por infração aos Artigos 2º combinado com 3º, inciso V, nos termos do parágrafo segundo do artigo 80, do inciso I do artigo 81 e artigo 93, todos do regulamento da Lei Estadual n° 997/76, aprovado pelo Decreto Estadual n° 8468/76 por contaminar as águas subterrâneas com bactérias heterotróficas e Nitrato pelas atividades do ‘Cemitério Municipal São João Batista’, com base nos dados apresentados no documento intitulado ‘Relatório Técnico de Investigação Ambiental Confirmatória Cemitério São João Batista’, elaborado pela Geocia, sob a responsabilidade técnica da Geolª Gabriela Kristensen Ciantelli, CREA 5063030465-SP, ART 92221220130899347.

 

                                      Fixou-se o prazo de imediato para que sejam adotadas as medidas necessárias de forma a atender aos prazos estabelecidos nas exigências técnicas apostas à folha dois (02) do citado AIIPA (Auto de Infração de Imposição de Penalidade de Advertência) que são:

 

                                      1- Realizar investigação detalhada e análise de risco, efetuados com o objetivo de delimitar as plumas de contaminação no solo e águas subterrâneas, considerando a determinação de microorganismo no solo e nas águas subterrâneas, cujos resultados deverão ser interprestados por profissionais especializados, incluindo um microbiólogo, visando verificar a viabilidade de adoção de outras medidas de intervenção; prazo: 120 dias;

 

                                      2- Apresentar o relatório da investigação detalhada e análise de risco, contendo cronograma para implantação de medidas de intervenção, se necessárias, e cópia da matrícula do imóvel onde está ou esteve localizada a fonte primária de contaminação – prazo: 180 dias;

 

                                      3- Implantar, se necessárias, medidas de intervenção de acordo com o cronograma a ser apresentado no relatório de avaliação de risco ou no projeto de remediação, independentemente de manifestação prévia da CETESB sobre os relatórios de investigação detalhada, avaliação de risco, concepção e projeto do sistema de remediação.

 

                                      4- Todas as exigências deverão ser cumpridas de acordo com o estabelecido no Procedimento para Gerenciamento de Águas Contaminadas, aprovado pela DD 038/2017/C, e publicado no Diário Oficial do Estado, de 10 de fevereiro de 2017 e disponível em: http://www.cetesb.sp.gov.br/wp-content/uploads/sites/11/2014/12/DD-038-2017-C.pdf.”

 

 

Ofício da Prefeitura Municipal de Rio Claro – SP, protocolado no MP em 27.11.2017 a fl. 515, noticiando que:

 

 

“Cumprimentando-o, cordialmente, e em atenção ao Ofício n° 463/2017 que requisita o encaminhamento do relatório faltante à CETESB, bem como ao Ministério Público, é o presente para informar a Vossa Excelência o quanto segue:

 

                                      Consoante informações prestadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, houve a captação de três orçamentos visando a contratação de empresa destinada a prestação de serviços geológicos para condução dos estudos de detalhamento da contaminação de necrochorume no cemitério São João Batista. Com base nos três orçamentos, houve a elaboração do Pedido de Contratação ao setor financeiro do Município, estando este em processo de avaliação.

 

                                      Considerando que a contaminação que se pretende detalhar representa baixo risco, uma vez que não foi detectada fase líquida de necrochorume nas águas subterrâneas analisadas, que o gradiente de depuração em solo é superior a 15 metros e, por fim, que o ano de 2108 se apresenta financeiramente mais viável para a contratação de empresa especializada para a realização dos estudos necessários, requer-se a concessão de mais 120 (cento e vinte) dias para a apresentação do protocolo de estudos à CETESB, conforme requisitado.”

 

 

 

Este é o relatório.

 

Considerando as obrigações e os prazos impostos pela CETESB ao Município de Rio Claro – SP, em seu AIIPA[1] n° 21004072, quanto à investigação detalhada e análise de risco, com medidas de intervenção, se necessárias, de acordo com o seu cronograma, “por contaminar as águas subterrâneas com bactérias heterotróficas e Nitrato pelas atividades do ‘Cemitério Municipal São João Batista’, com base nos dados apresentados no documento intitulado ‘Relatório Técnico de Investigação Ambiental Confirmatória Cemitério São João Batista’, elaborado pela Geocia, sob a responsabilidade técnica da Geolª Gabriela Kristensen Ciantelli, CREA 5063030465-SP, ART 92221220130899347”.

 

Considerando a predisposição da Prefeitura Municipal de Rio Claro – SP em apresentar os estudos necessários, requisitados pela CETESB, no prazo de 120 (cento e vinte) dias;

                                     

                                      Considerando o interesse do Ministério Público em acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, visando esclarecer o quadro ambiental da contaminação constatada no Cemitério Municipal “São João Batista” e suas implicações ao meio ambiente e à saúde pública.

 

Determino as seguintes diligências:

                                     

  1. Oficie-se novamente à Prefeitura Municipal de Rio Claro/SP, com cópias de fls. 512/515 e deste despacho, para que cumpra as obrigações impostas no AIIPA n° 21004072 da CETESB, encaminhando ao Ministério Público cópia de seu estudo preliminar com o respectivo protocolo na CETESB, no prazo de 120 (dias) e o subsequente relatório e protocolo, no prazo de 180 (cento e oitenta dias), bem como a demonstração subsequente das medidas de intervenção no cemitério municipal autuado, de acordo com o cronograma a ser apresentado pela referida Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, sob pena de ajuizamento de ação civil pública;

 

  1. Oficie-se novamente à CETESB, com cópias de fls. 512/515 e deste despacho, para que informe se o Município de Rio Claro está cumprindo as obrigações impostas em seu AIIPA n° 21004071, no prazo de 120 (cento) e vinte dias).

 

 

Decorrido os prazos de 120 (cento e vinte) dias, a contar das respectivas intimações, com ou sem respostas, abra-se conclusão.

 

 

                                      Rio Claro, 4 de dezembro de 2017.

 

 

 

Gilberto Porto Camargo

Promotor de Justiça

[1] Auto de Infração – Imposição de Penalidade de Advertência.


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5 de dezembro de 2017

Na manhã dessa quinta-feira (30), uma reunião na sala de audiências do prefeito Juninho da Padaria (DEM) discutiu quanto ao local de instalação da Vara Federal em Rio Claro. A Philarmônica foi o principal foco da discussão.

 

A Vara Federal em Rio Claro é uma necessidade na cidade, sendo que facilitará diversos serviços e procedimentos.

 

A Philarmônica é um espaço acessível para todas as pessoas Portadoras de Deficiência na região central, disponibilizando maiores ações também de monitoramento e segurança para a Justiça Federal e os seus agentes exercerem sua função da melhor maneira possível e se instalarem definitivamente na cidade de Rio Claro/SP proporcionando diversos benefícios para a população.

 

O diretor do Fórum Cláudio Pavão foi enfático ao dizer que é preciso acelerar o passo, já que há 12 anos existe a tentativa de trazer a Vara Federal para Rio Claro e que agora “não podemos perder essa chance”. Uma reunião final foi marcada para a próxima quarta-feira (6) às 11h, na qual será divulgado o nome do espaço. “A vinda da Vara Federal para Rio Claro será um avanço para nossa comunidade. Todo serviço público federal fica mais acessível para a população, que hoje tem que se deslocar para outras cidades em busca desse serviço”, comentou o diretor do Fórum. “Rio Claro nunca esteve tão próximo de atingir o objetivo”, acrescentou. O prefeito afirmou que “vários obstáculos foram vencidos. E é óbvio que, agora, precisamos de um endereço. Rio Claro hoje se destaca, essa reunião é uma reunião de trabalho, alguns locais foram cogitados. Nós estamos trabalhando contra o tempo. Temos que observar todas essas questões e fazer valer o bem comum”.

 

Outros serviços

“Se conseguirmos trazer a Vara Federal, uma série de outros serviços federais virá na esteira. Por exemplo: Polícia Federal, Ministério Público Federal, Receita Federal. Rio Claro preenche todos os requisitos para conseguir esse serviço”, comentou Cláudio Pavão.

 

Com informações do Jornal Cidade – Rio Claro/SP


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4 de dezembro de 2017

Há algumas semanas, a prefeitura de Rio Claro iniciou a construção de muro de proteção que vai contornar as escolas municipais “Isolina Huppert Cassavia”, no Jardim Brasília, e a “Jardim das Palmeiras – Caic”. A obra visa inibir a ação de marginais que por diversas vezes nos últimos anos invadiram as escolas. O muro ainda não está pronto.

 

Neste final de semana, novamente a Escola Municipal Isolina Huppert Cassavia, foi alvo de vandalismo. Desconhecidos invadiram o local, danificando a janela da sala do café, despejaram tintas pelo chão e paredes, quebraram painéis e enfeites de natal feitos pelos alunos e furtaram um ferro elétrico.

 

O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, esteve na manhã de segunda-feira (04) na escola e verificou os danos. “Essas invasões nos preocupam. Quem invade escola é bandido. A comunidade pode nos ajudar e ligar para a Guarda Civil no 153 ou para a Polícia Militar no 190 quando notar algo de anormal em prédios públicos”, comentou. Funcionárias passaram toda a manhã fazendo a limpeza da escola, que conta com sistema de alarme e em breve passará a ter monitoramento eletrônico, conforme lembra Mônica Christofoletti, secretária interina da Educação.

 

O muro que está sendo construído terá 400 metros de extensão e mais de três metros de altura, sendo 2,60 metros de alvenaria mais proteção de alambrado na parte superior. Os trabalhos começaram pela Avenida 14, no fundo da escola Caic. O investimento é de R$ 224,7 mil com prazo de execução previsto de sete meses.

 

A construção do muro vinha sendo solicitada pela comunidade escolar e pais dos alunos desde a inauguração da escola Caic em 1996. “Com o muro iremos garantir mais tranquilidade, segurança e proteção para os alunos e profissionais que frequentam a instituição”, afirma Juninho.

   
Fonte: IMPRENSA DA PREFEITURA DE RIO CLARO – SP


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21 de novembro de 2017

Na manhã desta terça-feira (21), por volta das 07h30, a viatura 4.85 da Guarda Civil, através de denúncia de populares, e em cumprimento da Lei Municipal n° 5103 de 06 de Outubro de 2017, a qual em seu Art. 1º Autoriza a Guarda Civil a efetuar a remoção de veículos abandonados ou estacionados em situação que caracterize seu abandono em via pública do município, removeu pela Av. P-25 entre Ruas P-5 e P-6, na Vila Paulista, uma Kombi branca, ano 84 de Rio Claro, a qual estava estacionada afastada da guia, (meio fio), de cinquenta centímetros a um metro, prejudicando a circulação dos demais veículos que por ali transitassem. Foi registrado o RO/GCM nº 2111/2017, Certificado de Recolha de Veículo, além da autuação.

 

O veículo foi recolhido ao pátio do Guincho São Lucas.

 

Fonte: Guarda Civil Municipal – GCM


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17 de novembro de 2017

Munícipes encontraram um cachorro jogado na estrada de Itapé na chuva e com uma corda no pescoço, duro sem movimento de tanta dor, abandonado para morrer, imediatamente o socorreram, levando-o no Dr Geraldo Wiechmann da Clínica Veterinária Bela Vista há cerca de uma semana atrás de madrugada.

 

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A maldade foi tanta que cortaram o órgão genital do cachorro no osso e provavelmente levou também uma pancada forte nas costas, Dr Geraldo fez as injeções, internando assim o cachorro. O seu dono e tutor Leandro Martinez reconheceu o cachorro, e a pedido de Leandro o cachorro foi transferido para Araras onde não resistiu e morreu.

 

Mais um caso de maldade do homem a um ser que não sabe se defender da crueldade humana 

 

O cachorro ganhou o nome de Menino Bom durante o tempo que estava ainda tentando lutar por sua vida.

 

A situação lamentável ocorrida com os munícipes Cah Rodrigues, Taynan Rodrigues, Tamires Rodrigues, que acharam o cachorro e imediatamente se mobilizaram para tentar salvá-lo, (assim como Marcinha Ferrari Maia e outros voluntários que ajudaram na divulgação e compartilhamento do caso nas redes sociais para que o seu possível tutor fosse localizado) só confirma que o tamanho descaso, indiferença e ignorância humana da pessoa que fez essa crueldade com o cachorro, não pode ficar impune!

 

 

  QUE BARBÁRIE COMETIDA!!!

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16 de novembro de 2017

Promovendo a Discórdia, Censura e a Ditadura Cultural, sem consulta popular vigente, a Secretária de Cultura Daniela Ferraz desenvolveu e articulou “O projeto de lei 215/2017″, que trata sobre a reorganização do Conselho Municipal de Política Cultural, o Concult, a secretária alegando que as propostas são devido a falta de quórum nas reuniões, (mas é claro que são por falta de quórum, depois do escândalo público no começo desse ano de 2017 que a tão secretária de Cultura Daniela Ferraz e a atual administração pública se envolveram com o Ministério Público, muitas pessoas e conselheiros do Concult – o Presidente e o vice renunciaram – não quiseram se envolver mais ainda nessa situação), está querendo jogar uns contra os outros e retirar a voz de determinados segmentos da população e querendo que os gestores se omitam, retirando também as cadeiras deles inclusive (para não se comprometerem em ouvir a população)!

 

O projeto de lei 215/2017 que a Secretaria de Cultura está defendendo sem pensar tecnicamente e sem ouvir a população permitiu uma “brecha terrível” para o desenvolvimento de uma Emenda: “Emenda Supressiva: exclui a alínea (h) – 01 (um) representante da Diversidade Sexual, do Inciso I do artigo 3º, no Projeto de Lei nº215/2017”. Entre outras exclusões…

 

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Da emenda constam as assinaturas dos vereadores Anderson (PMDB), Pereira (PTB), La Torre (PP), Irander (PRB), Rogério Guedes (PSB), Paulo Guedes (PSDB), Thiago (PSB), Julinho Lopes (PP) e Seron (DEM).

 

“Sou contra a lei que subiu para alteração do Conselho e caso esta lei venha ser alterada sou a favor da emenda” Vereador Anderson

 

A Sessão foi lotada e agitada nessa segunda-feira (13) em votação do projeto de lei 215/2017, diversos militantes do Movimento LGBT da cidade de Rio Claro/SP e do país e representantes de diversas religiões se fizeram presentes, e realizaram a sua manifestação pacificamente. Contudo, houve tumulto.

 

A Emenda que extinguia cadeira LGBT foi rejeitada em sessão camarária

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A Empresária de 31 anos que aparece de costas na capa do Jornal Cidade do dia 14 de Novembro de 2017 com a bandeira LGBT, representante do Movimento Brasileiro LGBT em nível nacional, Leila Duckur Pizzotti, se pronunciou em defesa do Movimento LGBT frente aos evangélicos na Câmara Municipal de Rio Claro/SP:

 

“O meu recado vai ser bem claro: AMIGOS EVANGÉLICOS, CATÓLICOS E UMBANDISTAS, NOS NÃO SOMOS SEUS INIMIGOS! O INIMIGO É OUTRO…EXISTE ESPAÇO PARA TODOS…TEMOS QUE TODOS NOS RESPEITAR!” (…)

 

Depois da CÂMARA LOTADA como jamais foi vista e repercussão, onde toda a cidade de Rio Claro/SP (e o interior paulista) ainda está comentando o vídeo do Vereador Homofóbico, a militante do movimento LGBT, comentou:

 

“Eles não passarão! Foi bem tensa a situação que armaram para a cidade de Rio Claro/SP, cada um enxerga ao nível que alcança, confundiram a população com diversas informações equivocadas desde o começo desse ano de 2017, estão manipulando as pessoas para disseminarem o ódio e a maldade na cidade, por puro divertimento próprio, ás custas de pessoas inocentes, mas por outro lado, valeu demais, Rio Claro está se movimentando agora mais do que nunca, outra vez…e está se movimentando para cobrar todos os seus direitos. Vamos continuar cobrando mais educação, saúde, lazer, segurança e CULTURA… graças a cada um que se fez presente nesse dia para LUTAR JUNTOS contra o preconceito, matança e homofobia, diversos movimentos somaram força novamente!

 

Eu sou apenas a porta voz do recado de muitos amigos e famílias! Nos aguardem cidade de Rio Claro/SP risos, a educação contra a homofobia será distribuída de graça e divulgada em massa, obrigada pessoal pela força de cada um de vocês, cada um de vocês é um universo, ando muito emocionada por ver a luta de muita gente boa que é humilhada sem motivo algum!

 

Contem comigo Rio Claro/SP e vamos espalhar muito amor durante todo o ano de 2018! Vai ser divertidíssimo, vamos animar! rss o/\o <3

#VAMOSCRIMINALIZARAHOMOFOBIA #RIOCLAROSP”

 

CONFIRA ALGUMAS FOTOS:

 

CONFIRA OS VÍDEOS ABAIXO:

 

 

Veja a verdade de como TODA ESSA LAMA QUE ASSOLA A CIDADE, O CONCULT E A CULTURA DE RIO CLARO começou:

 

 

Saiba mais nos link’s:

http://rioclaroonline.com.br/rio-clarosp-a-cultura-no-lixo/

http://rioclaroonline.com.br/presidente-da-sbc-rebate-criticas-do-presidente-do-concult-e-indica-indicios-de-ingerencia-religiosa-e-politica-dentro-da-secretaria-de-cultura/

 

E a pergunta que ainda não quer calar é: CADÊ O MINISTÉRIO PÚBLICO?!


quandoaimprensasecala
16 de novembro de 2017

Quando a imprensa de um país ou de uma cidade se cala, se amedronta, ou passa a ser apenas uma ferramenta de poder para a dominação e alienação das massas, não é apenas a liberdade do povo que está em perigo, é muito mais que isso: é a nossa capacidade de nos indignarmos e reagirmos; nossa capacidade de discernir entre o Bem e o Mal, entre o Certo e o Errado, e do que queremos ou não para nossas vidas, para nossos filhos, e sobretudo, para um  Futuro digno, se é que nos deixarão ter um.

 

O povo rioclarense é gado ou somos cidadãos livres com direito a informação e cidadania ? O que as pessoas não podem saber ? Quem decide o que o povo deve ou não saber ?

 

No caso específico sobre indícios de VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, CONSTRANGIMENTO MORAL, COAÇÃO PARA A PRÁTICA DE ATO ILÍCITO, NEPOTISMO CRUZADO E PRÁTICA DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, NA SECRETARIA DE CULTURA DO MUNICÍPIO DE RIO CLARO/SP, denunciado a Promotoria de Justiça da Comarca, caso esse, que parece apenas indicar, e ser a “ponta do iceberg”, de ações muito mais amplas a serem devidamente investigadas, apuradas e denunciadas pela digna Promotoria Pública, ações envolvendo outras Secretarias, e até mesmo a própria Câmara Municipal de Rio Claro, a imprensa rioclarense se parece autista, apática, indiferente, acovardada, dependente, omissa, e irresponsável com sua obrigação e sua missão perante seus leitores, ouvintes e telespectadores. Nesse caso específico, em absoluto, a imprensa rioclarense não está cumprindo seu papel e sua razão de existir.

 

Como comunicado no início desse mês (abril) a digna Promotoria de Justiça, e já divulgado pelo único meio (mídia) independente e livre nesta cidade (as redes sociais da Internet), a denúncia original feita corajosamente pelo Presidente do Conselho de Cultura de Rio Claro, Ivan Bonifácio, ao jornal Cidade de Rio Claro (a repórter Carine Corrêa) que nada divulgou, e a  revista digital rioclarense Rio Claro Online (através da editora Leila Pizzotti), que divulgou e repassou a denúncia a presidência da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, sobre a violação de direitos humanos envolvendo uma funcionária municipal injustamente EXONERADA de seu cargo e funções (Diretora de Políticas Especiais), exoneração essa sumária, por se recusar a cometer ilegalidades, deu origem a busca de maiores informações , e essas informações conduziram a outros fatos que foram, e estão, construindo um verdadeiro mosaico de indícios de improbidades administrativas envolvendo a Prefeitura e a própria Câmara Municipal de Rio Claro.

 

E nada, absolutamente nada se apura, se comenta ou se divulga na mídia tradicional de Rio Claro. Qual a dependência que a mídia rioclarense tem com os poderes Executivo e Legislativo dessa cidade que a impede de bem informar seus leitores e patrocinadores ? Ou os reais patrocinadores dessa mídia são os poderes públicos que a mantém maquiada, controlada e marionetada ?  Esse tipo de mídia faz jornalismo verdadeiro ou apenas se trata de empresas comerciais que visam apenas “lucro”, sobrevivência, vantagens e nada mais ?

 

Tudo o que já foi divulgado e comunicado a Promotoria de Justiça de Rio Claro, e mais o que está sendo apurado e denunciado, configura uma série de violações e crimes, e tudo isso deixa mais que evidente, que a Cultura em Rio Claro está em perigo e em risco, e não só a Cultura, mas toda uma Administração. Mas, a imprensa se omite e se cala.

 

Verifica-se que, nem o vereador que recebeu o poder para transformar a Secretaria de Cultura num feudo e num cabide de empregos de apadrinhados políticos e religiosos, nem os indicados para assumirem cargos e funções (que obviamente estão defendendo seus salários), e nem mesmo pessoas estranhas a Secretaria de Cultura, e que tem ingerência na mesma, devem ser responsabilizados, isso porque a eles foi dado a autorização e o poder para assim agirem.

 

Então, o verdadeiro “x” da questão, o que realmente importa, e o que deve ser apurado para as devidas responsabilizações, é como esse processo de Nepotismo Cruzado e Tráfico de Influência, caso confirmado, se deu, por quem foi idealizado, planejado, autorizado, e porque foi autorizado. Qual foi a “troca” ou “recompensa” ?

 

A “moeda de troca” (a distribuição de cargos e ingerência externa e indireta) já se tornou evidente, cabe esclarecer quem foram os idealizadores e operadores dessa transação, e porque ela aconteceu indo na contra mão dos reais interesses do povo de Rio Claro, que votou e escolheu seus candidatos, representantes e administradores acreditando na honestidade e transparência de suas ações, e de que a nova Administração Pública (Executivo e Legislativo) realmente tinha “Coragem para Mudar Rio Claro”.

 

O caso verificado na Secretaria de Cultura colocou todos os funcionários da Secretaria sob diversos tipos de coação e de dependência de ordem financeira, profissional, moral, psicológica e religiosa de um grupo particular, e com interesses pessoais, interesses que foram e são colocados acima do Bem Comum, e isso é ignóbil, obscuro e inaceitável.

 

E nada, absolutamente nada se apura, se comenta ou se divulga na mídia tradicional de Rio Claro. A Imprensa é indiferente, se acovardada, é omissa perante seus leitores, e principalmente, perante o povo rioclarense. Nesse caso específico, não está cumprindo seu papel histórico e honrando sua nobre história, e isso é lamentável para quem já teve a honra e o privilégio de ter participado dessa mídia e dessa história.

 

Esse triste, infeliz e lamentável FATO verificado na Secretaria de Cultura de Rio Claro pode apenas indicar e ser a “ponta do iceberg” de ações muito mais amplas a serem devidamente investigadas, apuradas e denunciadas pela digna Promotoria Pública, envolvendo outras Secretarias e até mesmo a própria Câmara Municipal de Rio Claro.

 

O Povo Rioclarense espera que os eleitos para os cargos públicos (Executivo e Legislativo), a Promotoria Pública, a Comissão de Direitos Humanos da OAB, o Prefeito e seu Vice eleitos, e a imprensa rioclarense, cumpram seu papel e razão de suas existências, e que coloquem acima de tudo os reais interesses de Rio Claro e de sua população, para que assim tenhamos todos realmente… “Coragem para Mudar Rio Claro”.

 

JP – 26/04/2017

jenyberto@yahoo.com.br

 

Saiba mais nos link’s:

http://rioclaroonline.com.br/rio-clarosp-a-cultura-no-lixo/

http://rioclaroonline.com.br/presidente-da-sbc-rebate-criticas-do-presidente-do-concult-e-indica-indicios-de-ingerencia-religiosa-e-politica-dentro-da-secretaria-de-cultura/


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7 de novembro de 2017

O Pessoal do Movimento, A.N.T. “Ajapi na Luta” que é um movimento social sem partidos e sem fins lucrativos, que visa unicamente defender os interesses da população, está organizando um protesto para pedir melhorias na Estrada Municipal Rio Claro – Ajapí/Ferraz.

 

Para quem se interessar, e para maiores informações, procurar a

Vall de Andrade – “Convoco a todos os moradores de Ajapi/Ferraz/Allan Grey para essa luta!
Lutamos por Segurança!
Chega de descaso!
Compartilha com seus amigos essa luta!”

E Sempre bom lembrar que o abaixo assinado para melhorar a Estrada continua disponível para assinaturas no balcão do cartório.

 

 

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7 de novembro de 2017

Presidente americano disse ter posicionado três porta-aviões e um submarino na península coreana. Em visita a Seul, ele disse ter visto progresso na relação com a Coreia do Norte.

 

m visita à Coreia do Sul, o presidente americano, Donald Trump, afirmou na manhã desta terça-feira (7) que a Coreia do Norte é uma ameaça mundial e que a crise exige uma ação que deve mobilizar outras potências, segundo a CNN. Essa é a 2ª parada da primeira viagem do chefe de estado americano à Ásia.

 

“A Coreia do Norte é uma ameaça mundial que exige ação mundial. Nós fazemos um apelo para que todas as nações responsáveis, incluindo a China e a Rússia, exijam que o regime norte-coreano acabe com suas armas nucleares e seu programa de mísseis”, afirmou Trump, em entrevista coletiva ao lado do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, em Seul.

 

Trump mencionou “bom progresso” na relação com a Coreia do Norte e fez apelo para Pyongyang a negociar um acordo, de acordo com a Associated Press. “Eu acho que estamos mostrando muita força. Enviamos três dos maiores porta-aviões do mundo [para a península coreana] e um submarino nuclear também está posicionado. Esperamos que nunca precisemos usar”, afirmou.

 

“Dito isso, eu realmente acredito que faz sentido que a Coreia do Norte chegue à mesa de negociações e faça um acordo que seja bom para o povo da Coreia do Norte. Eu vejo certo movimento, mas vamos ver o que acontece”, afimou.

 

O presidente sul-coreano afirmou que os dois chefes de estados concordam em buscar uma diplomática para a crise com a Coreia do Norte. “Presidente Trump e eu concordamos em trabalhar para resolver a crise nuclear com a Coreia do Norte de uma maneira pacífica”, afirmou o presidente sul-coreano.

 

Especialistas divergem sobre as chances reais de um confronto direto – e potencialmente destrutivo – entre os dois países, mas os programas balístico e nuclear da Coreia do Norte prosseguem apesar dos incessantes apelos da comunidade internacional.

 

Compra de armas

 

Trump anunciou que a Coreia do Sul comprará armas americanas para se defender e que os Estados Unidos, avalista da segurança sul-coreana, aceitou eliminar o tamanho que impunha aos mísseis balísticos de Seul.

 

Segundo o presidente americano, a Coreia do Sul, que acolhe 28.500 soldados americanos em seu território, vai comprar uma grande quantidade de armas americanas, como aviões e mísseis.

 

“A Coreia do Sul pedirá milhares de milhões desse material, o que para eles faz muito sentido e para nós significa empregos e a redução de nosso déficit comercial com a Coreia do Sul”, afirmou.

 

Moon classificou de essencial a compra de armas e acrescentou que Seul concordou em iniciar negociações para conseguir material americano estratégico a fim de reforçar a capacidade de defesa de seu país.

 

Viagem à Ásia

 

Na primeira escala da sua viagem, o presidente americano visitou o Japão, onde se reuniu com o imperador do Japão, Akihito, e com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe. Ao lado de Abe, Trump declarou que “a era da paciência estratégica acabou”. O Japão que nos últimos meses viu o regime de Pyongyang lançar dois mísseis que sobrevoaram seu território apoiou a proposta americana.

 

A viagem de Trump é a mais longa de um presidente americano em 25 anos à Ásia acontece após meses de tensão entre Washington e Pyongyang. O governo de Kim Jong-un troca ameaças verbais com a administração Trump.

 

Trump seguirá para a China. Ele participará ainda da cúpula da APEC (Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), no Vietnã, e do fórum da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), nas Filipinas.

 

Fonte: G1


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3 de novembro de 2017

Sayfullo Saipov, do Uzbequistão, atropelou e matou 8 pessoas em uma ciclovia de Manhattan e deixou 12 feridos.

 

O grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou na madrugada desta sexta-feira (3) a autoria do atentado terrorista em Nova York que deixou 8 mortos e 12 feridos, na terça-feira (31). Na quarta-feira (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu que Sayfullo Saipov, autor do ataque, seja condenado à morte.

 

Segundo a agência Reuters, a responsabilidade pelo ataque com um caminhão em uma ciclovia de Manhattan foi reivindicada pelo grupo na publicação online do jornal Al-Naba.

 

Na edição semanal do jornal, o Estado Islâmico afirmou que “o atacante é um dos soldados califados”, entretanto, não forneceu provas para sustentar a reivindicação.

 

Uzbeque Sayfullo Saipov, de 29 anos, foi apontado como autor do ataque que deixou 8 mortos em Nova York, na tarde de terça-feira  (Foto: Department of Corrections/Reuters)

 

Uzbeque Sayfullo Saipov, de 29 anos, foi apontado como autor do ataque que deixou 8 mortos em Nova York, na tarde de terça-feira (Foto: Department of Corrections/Reuters)

 

Ligações com o EI

 

Durante as investigações após o atentado, a polícia encontrou 90 vídeos e 3.800 fotos no celular do autor do atentado, com inúmeras imagens do Estado Islâmico, incluindo do líder do grupo, Abu Bakr al-Baghdadi.

 

Entre os vídeos, há cenas de extrema violência, com prisioneiros sendo baleados no rosto, um homem sendo atropelado por um tanque e pelo menos uma cena de decapitação. Outro vídeo fornece instruções para fabricar explosivos caseiros.

 

O governador de NY, Andrew Cuomo, confirmou que o autor do ataque, o uzbeque Sayfullo Saipov, era ligado ao grupo.

 

Autoridades investigam a cena perto de corpo coberto, em Nova York  (Foto: Bebeto Matthews/AP)

Autoridades investigam a cena perto de corpo coberto, em Nova York
(Foto: Bebeto Matthews/AP)

 

De acordo com a Procuradoria do Distrito Sul de Nova York, em seus primeiros depoimentos, Saipov declarou que cometeu o ataque inspirado por vídeos do Estado Islâmico, especialmente um em que o líder al-Baghdadi perguntava o que muçulmanos nos EUA estavam fazendo para responder às mortes dos muçulmanos no Iraque.

 

Ele também contou que alugou outro caminhão em 22 de outubro para “praticar manobras” e que escolheu o Halloween para atacar por acreditar que nesta data haveria mais gente nas ruas. Saipov também afirmou que cogitou colocar uma bandeira do Estado Islâmico no caminhão na terça, mas mudou de ideia porque percebeu que chamaria muita atenção.

 

Mapa do ataque em Nova York (Foto: Alexandre Mauro, Igor Estrella e Roberta Jaworski/G1)

 

Mapa do ataque em Nova York
(Foto: Alexandre Mauro, Igor Estrella e Roberta Jaworski/G1)

 

O ataque

 

Na tarde de terça-feira (31), ele usou um caminhão para invadir uma ciclovia no sul de Manhattan para atropelar diversas pessoas. Além dos oito mortos, 12 pessoas ficaram feridas.

 

Após atingir os ciclistas, o caminhão seguiu pela rua e bateu em um ônibus escolar. O motorista saiu do veículo gritando “Allahu Akhbar” (Deus é Grande, em árabe), segundo testemunhas, e portando uma arma de paintball e outra de ar comprimido. Dentro do caminhão a polícia encontrou um bilhete com referências ao Estado Islâmico.

 

Fonte: G1


rioclaro-sp
1 de novembro de 2017

O Código Penal Brasileiro define o crime de dano no caput do art. 163: “destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia, prevendo pena de detenção, de um a seis meses, ou multa”.

 

No caso de “dano qualificado”, cuja pena é de detenção de seis meses a três anos e multa, estão elencadas nos quatro incisos do parágrafo único do citado dispositivo. Sendo que o inciso III prevê a qualificadora quando o crime for cometido: “contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista”.

 

E ainda que, para a existência do dano qualificado de que trata o inciso III, o objeto material do delito deve pertencer à União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista.

 

Tais Leis devem ser cumpridas para que seja mantida a ordem. Não é por vivermos em um regime democrático de direito, de liberdade de expressão que vamos nos comportar de forma desordenada.

 

Atualmente, podemos criticar governos, sair às ruas em carro de som e lutar por nossos direitos, sempre de acordo com e amparado por Lei. E podemos mostrar nossa cara, a mesma Lei que fala da liberdade de expressão, proíbe o anonimato, porque ninguém vai ser punido por exercer seus direitos.

 

Temos direito garantido e deveres estampados na Democracia, porque é assim que funciona. E o meu direito acaba onde termina o do meu irmão e vice-versa. Justamente por vivermos na Democracia, é que não podemos cometer atitudes retrógradas. Agir como se estivéssemos no período da repressão é retroagir.

 

Somo seres humanos com direito garantido e não podemos nos expor ao ridículo para que as pessoas nos respeitem. O respeito se conquista, não se impõe. E seu eu quero que meu espaço seja respeitado, tenho que respeitar o do meu irmão.

 

Não posso sair por aí querendo ser visto como pessoa normal, tendo atitude de louco. Não posso exigir respeito se não respeitar o direito dos outros. Quanto ao espaço público é de todos, mas deve ser preservado sim, pois consta na Lei que nós aceitamos cumprir no regime Democrático atual. No mais, devemos arrancar as raízes que ainda restam no pensamento de alguns brasileiros como se vivêssemos na repressão. Isso acabou, é tempo de renovar!

 

Tiana Brazão – Acadêmica de Comunicação Social da UFRR


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1 de novembro de 2017

Um motorista de uma caminhonete matou oito pessoas e feriu mais de 12 ao avançar em uma ciclovia em Nova York na tarde desta terça-feira (31), no que as autoridades disseram ser um ataque terrorista.

 

O motorista de 29 anos foi baleado pela polícia no abdômen e levado sob custódia depois de ter batido a caminhonete em um ônibus escolar e fugido de seu veículo, disse o comissário da polícia de Nova York, James O’Neill, em entrevista coletiva.

 

Um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA chamou o incidente de “um aparente ato de terrorismo”.

 

Perguntado na entrevista sobre os relatos de que o motorista gritou “Allahu Akbar” –“Deus é grande”, em árabe–, O’Neill disse que uma declaração feita pelo suspeito quando ele saiu de seu veículo e as circunstâncias gerais do ataque levam investigadores a chamar o incidente de “evento terrorista”.

 

O’Neill afirmou que a polícia não identificaria o motorista neste momento e que a caminhonete foi alugada.

 

O ataque representou uma lembrança de vários ataques similares realizados na Europa no último ano.

 

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, disse que o suspeito parece ter agido sozinho.

 

“Não há evidências para sugerir uma trama mais ampla ou um esquema mais amplo. Estas são as ações de um indivíduo, para causar dor e danos e provavelmente morte”, disse Cuomo na coletiva de imprensa.

 

O prefeito Bill de Blasio chamou o ataque de “um ato covarde de terrorismo”.

 

O motorista entrou na ciclovia em Manhattan às 15h05, disse O’Neill, acrescentando que ele estava com uma arma de ar comprimido e uma de paintball.

 

Duas crianças e dois adultos ficaram feridos quando a caminhonete atingiu o ônibus escolar, segundo ele.

 

Após o ataque, as bicicletas amassadas e quebradas ficaram jogadas na ciclovia, que é paralela à West Side Highway, no oeste de Manhattan, ao longo do rio Hudson.

 

Das oito pessoas mortas, seis foram declaradas mortas no local e outras duas em um hospital próximo, disse O’Neill.

 

O comissário do corpo de bombeiros Daniel Nigro disse que 11 sobreviventes com lesões graves, mas que não ameaçam a vida, foram levados para hospitais.

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado sobre o incidente e disse no Twitter: “Não podemos permitir a volta do Estado Islâmico, ou sua entrada, em nosso país depois de derrotá-los no Oriente Médio e em outros lugares. Basta.”

 

Ataques similares na Europa no ano passado mataram dezenas de pessoas.

 

Em 14 de julho de 2016, um suspeito dirigiu um grande caminhão contra uma multidão que comemorava o Dia da Bastilha na cidade francesa de Nice, matando 86 pessoas e ferindo centenas em um ataque assumido pelo Estado Islâmico.

 

Cinco meses depois, um imigrante de 23 anos do Paquistão jogou um caminhão em um mercado de Natal lotado no centro de Berlim, matando 12 pessoas e ferindo 48.

 

Fonte: Terra


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1 de novembro de 2017

Segundo jornais, o suspeito deixou um bilhete dizendo que cometeu o atentado em nome do grupo militante Estado Islâmico

 

Nova York – Um imigrante uzbeque acusado de matar oito pessoas na cidade de Nova York ao invadir uma ciclovia com uma caminhonete alugada na terça-feira (31) parece ter agido sozinho, mas o ataque cometido no dia de Halloween tem todas as marcas registradas do terrorismo, disseram autoridades dos Estados Unidos.

 

O suspeito, que foi baleado pela polícia e preso momentos depois do ataque no oeste de Manhattan, deixou um bilhete dizendo que cometeu o atentado em nome do grupo militante Estado Islâmico, segundo o jornal New York Times e a rede CNN.

 

O saldo de mortes é baixo quando comparado às dezenas de mortos de ataques semelhantes no ano passado na França e na Alemanha. Mesmo assim, foi o ataque mais letal em Nova York desde o 11 de setembro de 2001, quando suicidas sequestraram dois aviões de passageiros e os lançaram contra o World Trade Center, matando mais de 2.600 pessoas.

 

O Ministério de Relações Exteriores da Argentina informou em comunicado que cinco cidadãos argentinos estão entre os mortos.

 

O local das Torres Gêmeas se situa a poucas quadras do cenário do atropelamento de terça-feira, ocorrido quando o suspeito entrou com a caminhonete em uma ciclovia também usada por pedestres no final da tarde.

 

Movendo-se a uma velocidade estimada em mais de 100 km/h, o veículo derrubou todos em seu caminho antes de atingir a lateral de um ônibus escolar.

 

Depois disso o motorista saiu do veículo brandindo o que pareciam ser armas e foi confrontado por um policial, que o baleou no abdômen. A polícia disse ter recuperado uma arma de paint-ball e outra de chumbinho no local.

 

O ataque terminou em questão de segundos. Imagens de vídeo feitas por um pedestre que circularam na internet mostraram bicicletas destruídas espalhadas ao longo da ciclovia e ao menos duas pessoas caídas no chão.

 

Além das oito mortes, ao menos 11 pessoas foram hospitalizadas com ferimentos descritos por autoridades dos bombeiros como sérios, mas sem risco de morte. Isso exclui o suspeito, que foi operado devido aos ferimentos de bala.

 

A polícia não quis identificá-lo publicamente, mas uma fonte a par da investigação disse que ele se chama Sayfullo Saipov e tem 29 anos. Acredita-se que ele mora em Paterson, Nova Jersey, um ex-polo industrial localizado cerca de 40 quilômetros ao noroeste do sul de Manhattan.

 

Segundo reportagens, ele alugou o veículo em uma loja de equipamentos da rede Home Depot localizada em Passaic, ao sul de Paterson.

 

Fonte: Exame

Foto: Ataque – trata-se do ataque mais letal em Nova York desde o 11 de setembro (Andrew Kelly/Reuters)


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31 de outubro de 2017

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram registradas 61.619 mortes violentas, o que equivale ao número de mortes provocadas pela bomba atômica em Nagasaki, no Japão. A letalidade policial cresceu 25,8%.

 

Brasil registrou 61.619 mortes violentas em 2016, o maior número de homicídios da história, de acordo com dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública na manhã desta segunda-feira (30). Sete pessoas foram assassinadas por hora no ano passado, aumento de 3,8% em relação a 2015. A taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes ficou em 29,9 no país.

 

Os mais de 61,5 mil assassinatos cometidos em 2016 no Brasil equivalem, em números, às mortes provocadas pela explosão da bomba nuclear que dizimou a cidade de Nagasaki, no Japão, em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Sergipe registrou a maior taxa de mortes violentas por 100 mil habitantes: 64, seguido de Rio Grande do Norte, com 56,9, e Alagoas, com 55,9 –todos estados do Nordeste.

 

As capitais com maiores taxas de assassinatos por 100 mil habitantes são Aracaju, com 66,7, Belém, com 64, e Porto Alegre, com 64,1.

 

De acordo com o diretor do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, os números registrados no país são, “no mínimo, obscenos”.

 

“A violência se espraiou para todos os estados. Não é exclusividade só de um, apesar de haver uma vítima preferencial”, afirmou Lima.

 

Brasil bate recorde em número de assassinatos em 2016 (Foto: Arte/G1 )

 

Brasil bate recorde em número de assassinatos em 2016 (Foto: Arte/G1 )

 

O 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública também trouxe, pela primeira vez, os dados de desaparecidos no Brasil. Como o G1 mostrou, foram registrados oito desaparecimentos por hora de 2007 a 2016 no país.
 Cena do crime de chacina  (Foto: Reprodução/TV Globo)

  Cena do crime de chacina (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Violência policial

 

A letalidade das polícias nos estados brasileiros aumentou 25,8% em relação a 2015: 4.224 pessoas foram mortas em decorrência de intervenções de policiais civis e militares.

 

Quase a totalidade das vítimas é homem (99,3%), jovem (81,8%), tem entre 12 e 29 anos e é negra (76,2%).

 

O número de policiais mortos também aumentou 17,5% em relação a 2015: 437 policiais civis e militares foram vítimas de homicídio em 2016. A maioria das vítimas também é negra: 56%, contra 43% de brancos; além disso, em 32,7% dos casos elas têm de 40 a 49 anos.

 

Latrocínios

 

Os latrocínios –roubo seguido de morte– totalizaram 2.703 ocorrências em 2016, um crescimento de 50% em comparação com 2010. As maiores taxas estão em Goiás, com 2,8 mortes por 100 mil habitantes, e em dois estados da região Norte: Pará e Amapá.

 

Estupros e feminicídios

 

O número de estupros cresceu 3,5% no país e chegou a 49.497 ocorrências em 2016. No ano passado, uma mulher foi assassinada a cada duas horas no Brasil, totalizando 4.657 mortes. Mas apenas 533 casos foram classificados como feminícidio, mesmo após lei de 2015 obrigar tal registro para as mortes de mulheres dentro de suas casas, com violência doméstica e por motivação de gênero.

 

“É a primeira vez que conseguimos computar os dados de mortes por sexo. Piauí registrou 58% das mortes de mulheres como feminicídio, que é a estatística esperada pelos especialistas”, diz Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum.

 

Crimes contra o patrimônio e armas

 

Um carro foi roubado ou furtado por minuto no Brasil, totalizando 1.066.674 veículos subtraídos entre 2015 e 2016.

 

Um indicador que diminuiu foi a apreensão de armas: houve queda de 12,6% e, no total, 112.708 foram apreendidas em 2016.

 

“Na maior parte dos homicídios, o assassino usou armas legais produzidas no Brasil. Então, não é só uma questão da fronteira”, diz Elissandro Lotin, presidente da Anaspra e integrante do Fórum.

 

Força Nacional

 

Em 2016, houve aumento de 292% no número de profissionais da Força Nacional mobilizados em ações pelo país. Os gastos também saltaram de R$ 184 milhões para R$ 319 milhões, em 2016.

 

Apesar disso, houve redução de 30,8% nos gastos com o Fundo Nacional de Segurança Pública, queda de 63,4% nos gastos com o Fundo Nacional Antidrogas e aumento de 80,6% nos recursos do Fundo Penitenciário Nacional.

 

Adolescentes e escolas

 

O anuário também contabilizou o número de adolescentes cumprindo medidas socioeducativas: 24.628 em 2014, sendo 44,4% por roubo e 24,2% por tráfico de entorpecentes.

 

O estudo ainda concluiu que 40% das escolas não possuem esquema de policiamento para evitar violência em seu entorno e 70% dos professores e diretores presenciaram agressão física ou verbal entre os alunos.

 

Fonte: G1


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31 de outubro de 2017

Segundo o blog de Josias de Souza, do UOL, o ministro Torquato Jardim disse que o governador do Rio e o secretário de Segurança não controlam a PM. Em resposta, Pezão afirmou que o governo e a polícia não negociam com criminosos.

 

O ministro da Justiça Torquato Jardim criticou a política de segurança pública do Rio de Janeiro durante uma entrevista publicada pelo blog do jornalista Josias de Souza, do site UOL.

 

Na entrevista, o ministro disse que o governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de segurança Roberto Sá não controlam a Polícia Militar e que o comando da PM decorre de “acerto com deputado estadual e o crime organizado”. “Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio”, disse Torquato Jardim, segundo a publicação.

 

O ministro afirmou estar convencido de que o assassinato do tenente coronel Luiz Gustavo Teixeira, comandante do batalhão do Méier, não foi resultado de um assalto. De acordo com o blog, o ministro disse que o coronel foi executado por um acerto de contas.

 

Torquato Jardim disse, ainda, que o socorro federal ao Rio, com o envio de tropas, vai atenuar os problemas, mas que a “virada de curva” só será possível em 2019, com outro presidente e outro governador. O Ministério da Justiça ainda não se pronunciou sobre a publicação do blog.

 

O governador Luiz Fernando Pezão disse que o governo e o comando da Polícia Militar não negociam com criminosos e que o ministro da Justiça nunca o procurou para tratar do assunto falado na entrevista. O governador disse também que as escolhas de comando de batalhões e delegacias são decisões técnicas e que jamais recebeu pedidos de deputados para os cargos.

 

 

Fonte: G1

Foto: O ministro da Justiça, Torquato Jardim, participa de cerimônia pelo Dia do Aviador (Foto: José Cruz/Agência Brasil)


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23 de outubro de 2017

Estudante de 14 anos deixou dois alunos mortos e mais quatro colegas feridos. Segundo a Polícia Civil, ele foi levado para um centro de internação provisória.

 

O estudante de 14 anos que atirou dentro de sala de aula deixou na segunda-feira (22) a Delegacia Estadual de Apuração de Atos Infracionais (Depai), em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, ele seguiu para um centro de internação para cumprir a decisão que termina a internação provisória de 45 dias. Os tiros causaram a morte de dois colegas e deixaram outros quatro feridos.

 

“O adolescente foi encaminhado para um centro de internação e agora está sob a égide do Poder Judiciário. A partir de agora, o juiz é que define o período de internação”, disse o titular da Depai, delegado Luiz Gonzaga Júnior.

 

Filho de policiais militares, o adolescente estava em uma cela separada. Ao G1, a advogada que representa a família do estudante, Rosângela Magalhães, havia contado que o adolescente “está arrependido”.

 

“Ele está abalado, como o pai, a mãe, todo mundo. A mãe está internada, o pai visivelmente não está bem. Ninguém imaginava que isso pudesse acontecer”, disse a advogada.

 

  

 
Pai de aluno que atirou em colegas na escola presta depoimento (Foto: Sílvio Túlio/G1)

 

Pai de aluno que atirou em colegas na escola presta depoimento (Foto: Sílvio Túlio/G1)

 

pai do menino prestou depoimento na Depai na manhã desta segunda. “Ele [pai] estava sereno, tranquilo, mas muito abalado com o que aconteceu. Ninguém sabia que ele [filho] sofria bullying, foi uma surpresa para todos”, disse o escrivão Marcos Paulo Passos, que colheu o depoimento.

 

Após a oitiva, o pai não quis falar sobre o assunto com a imprensa. “Eu pretendo falar em outra oportunidade, em outro momento”, disse.

 

A advogada da família contou ainda que a mãe do adolescente está internada desde o dia do atentado no Colégio Goyases, na última sexta-feira (20). Por isso, ela ainda não viu o filho desde que a tragédia aconteceu. A advogada não informou em qual hospital a cliente está e disse não saber se há previsão de alta.

 

O que se sabe até agora:

 

Veja a sequência dos fatos:

 

  • Colegas relatam que ouviram um barulho
  • Em seguida, os alunos viram o adolescente tirando a arma da mochila e atirando
  • Alunos correram para fora da sala de aula
  • O aluno descarregou um cartucho, carregou o segundo e deu um tiro, mas foi convencido pela coordenadora a travar a arma
  • Estudante foi levado para a biblioteca até a chegada dos policiais

 

 (Foto: Arte/ G1)

  

Fonte: G1


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18 de outubro de 2017

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16 de outubro de 2017

Votos a favor de disciplinar o comércio e o porte de armas de fogo em território nacional são maioria, até a tarde desta segunda-feira

 

RIO – O Senado Federal abriu uma consulta pública em seu site para tratar do Estatuto do Desarmamento. A enquete coloca em discussão o projeto de lei 378/2017 – que sugere “disciplinar a fabricação, importação, comercialização, registro, posse e porte de armas de fogo e munição no território nacional”, perguntando ao internauta se ele concorda ou não com a proposta.

 

Até as 16h desta segunda-feira, mais de 4,5 mil pessoas já haviam votado a favor da ementa, enquanto cerca de 500 haviam se manifestado contra o projeto.

 

O projeto foi protocolado em 5 de outubro pelo senador Wilder Morais (PP-GO) e tem o objtivo de revogar o Estatuto do Desarmamento para criar o Estatuto do Armamento no Brasil. Entre outras mudanças, estabelece 18 anos como idade mínima para ter arma (hoje é 25 anos) e “validade mínima” de 10 anos para o registro (atualmente de cinco anos).

 

O texto vai na mesma linha que outro projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento da Câmara. Essa proposta já passou em comissão especial e aguarda ser pautada no plenário. Entre outras mudanças, amplia as categorias profissionais com acesso à arma, reduz a idade mínima para ter arma de 25 para 21 anos e torna a posse permanente (sem necessidade de revalidação).

 

O Senado e a Câmara dos Deputados têm sites voltados para a consulta pública de diferentes projetos de lei e outras medidas em discussão no Congresso. Os resultados não têm impacto direto na matéria em questão, a ideia é envolver a população nas propostas.

 

Mas as consultas não deixam de ser uma ferramenta para que os parlamentares conheçam a opinião da sociedade sobre um determinado assunto, como este que versa sobre a segurança pública.

 

 

Foto: Porte de arma diverge opiniões – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

Fonte: O Globo


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.