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O Grêmio da Bela Vista através do seu Departamento de Marketing está desenvolvendo um projeto inovador e eficiente para que sua mensagem publicitária seja vista e absorvida por milhares de cabeças.

 

Desde a presença da sua empresa, serviços e produtos em nossos muros externos, até o desenvolvimento de projetos e parcerias com o Clube da Bela Vista.

 

Os valores destinados para investimentos publicitários acordados entre as empresas participantes e o clube visam realizar a compra dos materiais de construção, iluminação, refazer o calçamento, segurança e melhorias no espaço público e social através de espaços publicitários para a empresa contratante expor da melhor forma possível a sua marca e contato nos denominados box’s/quadros/outdoors/muros a tornar viável, o objetivo do Projeto, assim se faz a nossa consciência com o intuito de viabilizar atendimentos de qualidade e expansão para ambas as partes, e para a cidade de Rio Claro/SP.

 

Conheça mais sobre o Projeto Cultural e Artístico de Revitalização dos Muros 

Tem Interesse em Participar das Atividades e Eventos Culturais?!

 

 

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Atendimento: (19) 3534.7092 /   Assessoria e Marketing – WhatsAPP:  9 9801.7240

 

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12 MESES DE ASSOCIAÇÃO

 


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Votos a favor de disciplinar o comércio e o porte de armas de fogo em território nacional são maioria, até a tarde desta segunda-feira

 

RIO – O Senado Federal abriu uma consulta pública em seu site para tratar do Estatuto do Desarmamento. A enquete coloca em discussão o projeto de lei 378/2017 – que sugere “disciplinar a fabricação, importação, comercialização, registro, posse e porte de armas de fogo e munição no território nacional”, perguntando ao internauta se ele concorda ou não com a proposta.

 

Até as 16h desta segunda-feira, mais de 4,5 mil pessoas já haviam votado a favor da ementa, enquanto cerca de 500 haviam se manifestado contra o projeto.

 

O projeto foi protocolado em 5 de outubro pelo senador Wilder Morais (PP-GO) e tem o objtivo de revogar o Estatuto do Desarmamento para criar o Estatuto do Armamento no Brasil. Entre outras mudanças, estabelece 18 anos como idade mínima para ter arma (hoje é 25 anos) e “validade mínima” de 10 anos para o registro (atualmente de cinco anos).

 

O texto vai na mesma linha que outro projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento da Câmara. Essa proposta já passou em comissão especial e aguarda ser pautada no plenário. Entre outras mudanças, amplia as categorias profissionais com acesso à arma, reduz a idade mínima para ter arma de 25 para 21 anos e torna a posse permanente (sem necessidade de revalidação).

 

O Senado e a Câmara dos Deputados têm sites voltados para a consulta pública de diferentes projetos de lei e outras medidas em discussão no Congresso. Os resultados não têm impacto direto na matéria em questão, a ideia é envolver a população nas propostas.

 

Mas as consultas não deixam de ser uma ferramenta para que os parlamentares conheçam a opinião da sociedade sobre um determinado assunto, como este que versa sobre a segurança pública.

 

 

Foto: Porte de arma diverge opiniões – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

Fonte: O Globo


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Qual a diferença entre calúnia, difamação e injúria?

 

Calúnia, difamação e injúria são crimes contra a honra das pessoas, previstos judicialmente pelo Direito Brasileiro, no Código Penal (CP) e submetidos a sanções, como penas de reclusão e multas.

 

A diferença entre cada um dos crimes contra a honra está no conceito de honra que sofre acusação. A calúnia ofende a honra enquanto cidadão que é acusado de um crime, a difamação ataca a honra objetiva que é a reputação, e a injúria a honra subjetiva, que trata das qualidades do sujeito.

 

Calúnia

 

A calúnia é acusar alguém publicamente de um crime. É o artigo 138 do Código Penal Brasileiro, e prevê reclusão de 6 meses a 2 anos, além do pagamento de multa. Se o crime for comprovado, não existe condenação.

 

Difamação

 

A difamação, artigo 139, é o ato de desonrar alguém espalhando informações inverídicas. A pena é de 3 meses a 1 ano de prisão, com multa. E mesmo se a informação for verdadeira, a pessoa que sofreu a difamação ainda pode processar o outro.

 

Injúria

 

A injúria é quando uma das partes diz algo desonroso e prejudicial diretamente para a outra parte, como chamar de ladrão. É o artigo 140 do Código Penal, e tem de 1 a 6 meses de prisão, mais multa. Neste caso, a veracidade da acusação também não afeta o processo.

 

Exemplo de calúnia, difamação e injúria

 

A calúnia, a difamação e a injúria podem ser cometidos todos juntos de uma só vez. Por exemplo, em um debate na televisão durante a campanha para presidente, um dos candidatos dizer que o concorrente cometeu determinado crime, sem provas do ocorrido, e usando de palavras de calão para se referir à atitude do outro candidato. No caso, seria calúnia por espalhar publicamente, a difamação é o abalo da imagem do outro candidato, e a injúria pelos xingamentos proferidos diretamente ao envolvido, que era o adversário no debate.

 

Diferença entre os crimes contra a honra e os danos morais

 

A principal diferença entre os crimes contra a honra e os danos morais está em qual tribunal ou vara vai apreciar o processo.

 

Calúnia, difamação e injúria são crimes e estão previstos no Código Penal Brasileiro. Quem comete qualquer um dos três pode ir para a prisão, e é julgado por uma vara criminal.

 

Danos morais fazem parte do direito civil, são passíveis de indenização financeira e são julgados por uma vara cível. Mas o réu deste tipo de processo não é preso.

 

O que pode vir a acontecer é uma acusação de calúnia virar um processo de danos morais. Depois de julgado enquanto processo penal, e sentenciado a determinado tempo de reclusão, é possível que a acusação também vire um processo civil, com pedido de indenização por danos morais. Assim são dois processos, julgados por dois foros diferentes.

 

Os danos morais são situações que prejudicam a moralidade de uma pessoa. A indenização por danos morais é uma reparação pedida judicialmente pelos ataques pessoais que não sejam de forma física.

 

Calúnia 
Art. 138. Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena — detenção, de 6(seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.§ 1- Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.§ 2- É punível a calúnia contra os mortos.§ 3- Admite-se a prova da verdade, salvo: I – se, constituído o fato imputado crime de ação privada, o ofendido não foi condenado por sentença irrecorrível;II – se o fato é imputado a qualquer das pessoas indicadas no n. I do art. 141;III – se do crime imputado, embora de ação pública, o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível.
 

Difamação
Art. 139. Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:Pena — detenção, de 3(três) meses a 1(um) ano, e multa.
Parágrafo único. A exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções.
 

Injúria 
Art. 140. Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Pena — detenção, de 1(um) a 6(seis) meses, ou multa.§ 1. O Juiz pode deixar de aplicar a pena:I – quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria;II – no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria.§ 2. Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes:Pena — detenção, de 3(três) meses a 1(um) ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

 

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Corpo de Bombeiros controlou as chamas na tarde deste domingo (8), no Jardim São Paulo. Local estava vazio no momento que as chamas começaram e ninguém se feriu.

 

O incêndio destruiu parcialmente um buffet na manhã deste domingo (8), em Rio Claro (SP). O Corpo de Bombeiros controlou as chamas e ninguém ficou ferido. Imagens feitas por moradores flagraram o momento que o fogo destruía o local.

Incêndio no Buffet Pacheco's em Rio Claro (Foto: Vc no G1)

Incêndio no Buffet Pacheco’s em Rio Claro (Foto: Vc no G1)

As chamas começaram no final da manhã no Buffet Pacheco’s, que fica na esquina da Avenida 14 com a Rua 24, no Jardim São Paulo. O incidente assustou os vizinhos do local.

Um evento foi realizado entre a noite de sábado e a madrugada deste domingo, mas não havia ninguém no local quando o fogo começou.

Os bombeiros foram chamados e controlaram as chamas durante a tarde. As causas ainda são desconhecidas e serão investigadas. Um morador fez fotos do local após o controle do fogo. (veja abaixo). A estrutura do local pode ter ficado comprometida e passará por avaliação.

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco's parcialmente em Rio Claro (Foto: Tiago Tomazelli)

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco’s parcialmente em Rio Claro

(Foto: Tiago Tomazelli)

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco's em Rio Claro (Foto: Tiago Tomazelli)

Incêndio destruiu o Buffet Pacheco’s em Rio Claro (Foto: Tiago Tomazelli)

Fonte: G1


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Brasil tem o quarto pior índice entre os 20 países pesquisados e fica atrás de Venezuela, Chile e Peru

 

SÃO PAULO – Oito entre dez brasileiros acreditam que o nível de corrupção no Brasil nos últimos 12 meses cresceu, segundo o estudo Barômetro Global da Corrupção, da ONG Transparência Internacional, divulgado na manhã desta segunda-feira em Berlim, na Alemanha. É o quarto pior índice entre os 20 países da pesquisa (78%), atrás de Venezuela (87%), Chile (80%) e Peru (79%). Para 56% dos brasileiros, o governo tem comportamento negativo naquilo que diz respeito ao combate à corrupção no setor público.

 

Apesar do diagnóstico ruim, a pesquisa também traz esperança para o enfrentamento do problema no país. Pelo menos 71% dos brasileiros que responderam à pesquisa disseram ser capazes de passar um dia inteiro em um tribunal para fornecer evidências de casos de corrupção. Do total, 83% acreditam que pessoas comuns podem fazer a diferença na luta contra o problema.

 

O Barômetro é considerado pela Transparência Internacional a pesquisa de opinião mais importante do mundo sobre comportamentos relacionados à corrupção. O relatório é baseado em pesquisas com 22,3 mil pessoas em 20 países da América Latina e do Caribe, entre maio e dezembro de 2016. Políticos e policiais são citados por quase metade dos entrevistados (47%) como maiores agentes de corrupção.

 

O estudo menciona a investigação sobre corrupção originada de apurações na Petrobras, a chamada Operação Lava-Jato, que originou o pagamento de bilhões de dólares em multas. Há menção ao risco de propostas legislativas que buscam processar procuradores que investigam grandes casos de corrupção e também à tentativa de investigar o presidente Michel Temer, recentemente interrompida pela Câmara dos Deputados.

 

“Pagamento de propina é uma experiência comum para muitas pessoas com dificuldade de acesso a serviços básicos. Estimamos que mais de 90 milhões de pessoas tiveram que pagar propina no último ano nos 20 países pesquisados – quase um terço daqueles com acesso a serviços básicos,”, escreveram os pesquisadores da Transparência Internacional no relatório divulgado nesta segunda.

 

De acordo com a análise, a realidade brasileira é diferente da observada em outros países da América Latina – apenas 11% dos brasileiros declararam ter pagado propina para ter acesso a serviços básicos, como escola, hospital, documento de identidade, acesso à polícia, tribunais ou saneamento. As maiores taxas estão no no México (51%) e na República Dominicana (46%).

  

Fonte: O Globo

marta-fischer

“Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ONTEM e o outro se chama AMANHÃ, portanto HOJE é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver”. (Dalai Lama) “

 

O Verso do Reverso do Não Fazer Escolhas

 

“Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que nossos êxitos” (Henry Ford)

 

“Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos” (Nietzche)

 

“De acordo com a Física, resiliência trata-se da capacidade de um ‘corpo’ voltar ao seu estado original, após ter submetido a algum tipo de deformação. O mesmo acontece, quando um indivíduo possui habilidades em adaptar-se às mudanças em qualquer tempo. Captura estratégias para encontrar resultados às questões que se apresentam, ainda que, convivendo com o problema. O autoconhecimento é norteador no processo de superação.

 

“Conhecer o homem – esta é a base de todo o sucesso”(Charles Chaplin)

 

As soluções para os enigmas exige muita resiliência, porque abarcam as relações interpessoais de toda ordem. Na atualidade, ser resiliente é exigência primeira para inserção no mundo corporativo, pois o mercado de trabalho preconiza o profissional que tem capacidade em adequar-se às situações-limite, sem deixar-se envolver, porquanto a aceitação é arbitrária de conformismo e falta de ação.

 

A pessoa com característica ‘resiliente’ é empreendedora e arrojada para assumir riscos e perdas. Reconhece seus pontos fortes e limitações; antecipa-se aos obstáculos, se necessário; também recua e receia diante dos problemas, mas não se detém, mantém o equilíbrio, sem desestruturar-se. Graças a sua plasticidade, enfrenta momentos adversos de crises e se fortalece com isso, porque centra nos recursos de que dispõe, sem lamentar as intercorrências; aprende com os exercícios, em vez de sentir-se derrotado durante o aprendizado.

 

“A felicidade não se resume na ausência de problemas, mas sim na capacidade de lidar com eles”

(Albert Einstein)

 

Conheça o Website da Dra Marta Fischer ;)

Sejam Bem Vindos!  – www.martafischer.com.br

 

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O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte afirmou, nesta segunda-feira (25), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou guerra ao país.

 

Segundo Ri Yong Ho, diante da fala de Trump, Pyongyang se reserva ao direito de tomar medidas, inclusive de abater bombardeiros norte-americanos, mesmo que eles não estejam sobrevoando a Coreia do Norte.

 

“O mundo inteiro deve claramente se lembrar que foram os Estados Unidos que primeiro declararam guerra ao nosso país”, disse Ri a repórteres em Nova York, segundo a agência Reuters.

 

“Considerando que os Estados Unidos declararam guerra ao nosso país, temos todo o direito de adotar contramedidas, incluindo o direito de derrubar bombardeiros estratégicos dos Estados Unidos, mesmo que eles não estejam dentro do espaço aéreo do nosso país”, ameaçou.

 

Ri conversou com a imprensa pouco antes de deixar Nova York, onde participou da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas, na semana passada. “Considerando a declaração de guerra de Trump, todas as possibilidades estão na mesa da liderança supresa da RPDC [República Popular Democrática da Coreia]”.

 

Sua declaração coincide com a postura da administração da Trump, que já afirmou trabalhar com múltiplas possibilidades para lidar com o desenvolvimento de mísseis e armas nucleares por parte da Coreia do Norte, que já garantiu ter armamento capaz de atingir a parte continental dos EUA.

 

Insultos

 

O final de semana foi marcado pela troca de insultos entre Trump e Ri. No sábado (23), o norte-coreano atacou duramente o mandatário americano, chamando-o de “um trastornado mental que está repleto de megalomania”, em fala na Assembleia Geral da ONU.

 

Na madrugada de domingo (24), Trump reagiu à fala de Ri. “Acabei de ouvir o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte falar nas Nações Unidas. Se ele faz eco dos pensamentos do homenzinho do foguete [referindo-se a Kim Jong Un], eles não estarão por aí por muito mais tempo!”

 

 

Just heard Foreign Minister of North Korea speak at U.N. If he echoes thoughts of Little Rocket Man, they won’t be around much longer!

 

Também no sábado, milhares de norte-coreanos participaram neste sábado (23) de uma grande manifestação antiamericana convocada pelo regime em Pyongyang para encenar o apoio ao líder Kim Jong-un, em um momento marcado pela troca de insultos com Donald Trump, informou hoje a agência “KCNA”.

 

Segundo o texto divulgado pela agência estatal de notícias da Coreia do Norte, mais de 100 mil pessoas participaram da concentração na praça Kim Il-sung de Pyongyang.

 

Manifestação antiamericana em Pyongyang (Foto: Reuters)

Manifestação antiamericana em Pyongyang (Foto: Reuters)

 

Fonte: G1


OAB-HOMOFOBIA

Compreendendo a cultura como práxis de valores e crenças de uma sociedade, marcada por seu próprio tempo na produção do ideal de sujeito; grupos em vulnerabilidade social não “cabem” às exigências do Instituído. Torna-se incompreensível, e não nos compete estabelecer modos de SER, pois o que caracteriza uma sociedade democrática não égarantir o direito entre os cidadãos, para uma convivência sustentável?Amar não é prerrogativa para designar o amor entre as pessoas. Há homens que amam homens, mulheres que amam mulheres, também, há quem ame igualmente gente do seu sexo e do outro. Ora, se você não gosta de negros por algum motivo, está atribuindo um valor, ao concluir que só pessoas da raça branca é gente e vice-versa. Ou, se você julga que as mulheres não são inteligentes, implica que todos os homens são inteligentes pelo fato de serem homens. O mesmo ocorre com a diferença de gêneros, se interpreta, que LGBTT são imorais, está supondo que só se pode ser moral praticando a heterossexualidade, como se não houvesse a possibilidade de ser heterossexual e imoral.

 

À representação de Jung, cada um de nós representa socialmente um papel, que ele chamava de “persona”. O papel de gênero funciona como uma personagem, criada pela sociedade, que muitas vezes escamoteia a verdadeira identidade de gênero.

 

[…] “a pessoa é masculina e feminina, não é só homem ou só mulher. De tua alma não sabes dizer de que gênero ela é. Mas se prestares bem atenção, verás que o homem mais masculino tem alma feminina, e que a mulher mais feminina tem alma masculina. Quanto mais homem és, tanto mais afastado de ti o que a mulher realmente é, pois o feminino em ti mesmo te é estranho e desprezível” (C.G.Jung)

 

As convicções político-religiosas extremadas incidem no imaginário social e funcionam como gatilho para a violência.

 

A homofobia é subjacente à produção cultural imposta ao sujeito, com inegáveis repercussões dos interesses de grupos dominantes, arbitrada em significações reproduzidas para “fazer valer” o modelo hegemônico “heteronormatividade”, hoje considerado falido e sua base ideológica desmistificada.

 

Texto editado por Dra. Marta Fischer – Psicóloga Clínica. Idealizadora do Movimento LGBTT – envolvida nas discussões acerca da Cidadania e Justiça Social, em defesa aos direitos e liberdade da população LGBTT à convivência na diversidade de gêneros.

 

OAB-HOMOFOBIA


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RIO — Equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), da Polícia Militar, voltaram à Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, na manhã desta segunda-feira. Eles realizam uma operação na comunidade. A corporação postou um aviso sobre a ação em seu perfil oficial no Twitter. Além dos PMs, permanecem na comunidade equipes das Forças Armadas, que desde a última sexta-feira atuam na região.

 

Há uma operção em andamento, também, no Morro do Turano, no Rio Comprido, na Zona Norte. Lá, quem atua são equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A polícia tem informações de que bandidos que fugiram da Rocinha se refugiaram no Turano.

 

Sem tiros na madrugada

 

No início da manhã desta segunda, o clima na Rocinha era de aparente tranquilidade. Durante o período da madrugada, tiroteios não foram registrados na comunidade. Moradores saíram de casa para trabalhar sem ter que se preocupar com confrontos. Muitos se concentraram em pontos de ônibus, para seguir em direção a seus empregos.

 

— Deu para dormir tranquilamente. Não escutei nenhum tiroteio nessa madrugada. A gente fica mais tranquilo para sair de casa — disse um morador, que estava num ponto de ônibus e pediu para não ser identificado: — Passei um uns dias fora da comunidade, mas voltei ontem (domingo). Ver o pessoal do Exército aqui não me deixa com medo, me sinto até mais seguro.

 

A GUERRA NA ROCINHA

 

A invasão da Rocinha, na manhã do último dia 17, aconteceu depois de um ultimato. Há um mês, Nem, mandou, do presídio federal de Rondônia, a ordem para que Rogério 157, que lhe sucedeu no posto de chefe do tráfico, deixasse a favela. Rogério não saiu do morro. Em 13 de agosto, três homens de confiança de Nem foram encontrados mortos num carro, na Estrada da Gávea. Na semana passada, outros aliados do antigo chefe foram expulsos do morro. A cúpula da ADA decidiu, então, expulsar Rogério da favela.

 

Fonte: O Globo

Foto: Militares das Forças Armadas na Rocinha – Uanderson Fernandes

Agência O Globo


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Na tarde do último Sábado (09) a Secretaria de Segurança, Defesa Civil e Mobilidade Urbana, através do Departamento de Defesa Civil apoiou o Corpo de Bombeiros no combate de um incêndio de grandes proporções na estrada que liga Rio Claro ao Distrito de Ajapi.

 

Segundo informações de testemunhas o fogo teria iniciado na vegetação do acostamento da pista, se alastrado por um canavial e atingido um depósito de materiais recicláveis que acabou por potencializar ainda mais as chamas.

 

O incêndio atingiu e destruiu o galpão onde o material era separado, além de outras duas casas que serviam para área de trabalho e descanso dos trabalhadores do local. Não houve feridos nem desabrigados.

 

Várias viaturas do Corpo de Bombeiros da região foram mobilizadas, o Departamento de Defesa Civil apoiou com o acionamento de um caminhão pipa da Secretaria de Obras e também uma retro escavadeira para revolver o material para realizar o rescaldo. Também apoiaram na ocorrência várias empresas com caminhões pipas e brigadistas.

 

Com Informações

Wagner Martins Araujo

Diretor de Departamento de Defesa Civil

(19) 3534-3199 – Base DC  99142-5286 – funcional         

 

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Especialista em inflação e macroeconomia, Daniel Cerqueira analisa a violência que afeta o país

 

RIO – Especialista em inflação e macroeconomia, o economista do Ipea Daniel Cerqueira diz que o Brasil perde 6% de seu PIB por causa violência. Em 2016, esse impacto foi de cerca de R$ 372 bilhões. Para o pesquisador, o Rio precisa ter o comprometimento dos políticos e boas ações públicas.

 

Dá para calcularmos quanto a economia do crime movimenta?

 

Não, mas dá para calcular seu custo para a sociedade. O Brasil perde algo em torno de 6% do PIB a cada ano em face do crime e da violência letal. Considerando o PIB de 2016, de R$ 6,266 trilhões, são cerca de R$ 372 bilhões se esvaindo por conta da violência. Para chegar a este número, é preciso primeiro separar despesas com as quais o Estado arca para lidar com o problema, como gastos com segurança pública, com o sistema prisional, com o sistema público de saúde, que recebe as vítimas da violência… Uma outra parte do custo tem a ver com o que impacta a sociedade. O ponto maior é a perda de vidas. A gente sabe que uma vida humana que se perde tem um valor incomensurável, principalmente para a família. Mas, do ponto de vista econômico, é possível saber qual o valor dela, porque uma pessoa que começou a estudar vai ter um ciclo de vida, produção e consumo. Os sociólogos detestam esta ideia, mas é o valor econômico da vida. Afinal, cada pessoa tem uma trajetória econômica que gera um bem-estar à sociedade. E, a partir de modelos econômicos e empíricos, podemos medir isso. Só os homicídios significam 2,3% do PIB.

 

Em que medida a economia ajuda a entender o aumento da criminalidade?

 

Escolhemos sete fatores que explicam mais fortemente a evolução dos crimes violentos e dos homicídios nas cidades. Primeiro vem a questão demográfica, pois um ponto importante é a proporção de jovens na população. De homens jovens, sobretudo. Segundo o perfil internacional, a evidência empírica é que quem mais comete e sofre crimes violentos são homens jovens. E, com base nos Censos do IBGE de 1990 para cá, percebemos que a cada 1% a mais na proporção de homens entre 15 e 29 anos na população, a taxa de homicídios aumenta algo em torno de 2%. Estamos num forte processo de transição demográfica no Brasil. Mas, por enquanto, temos a maior proporção de jovens da nossa história: são 50 milhões. E este número só começa a cair substancialmente a partir de 2023. Então, podemos supor que, a partir desta data, a gente tem grandes chances de diminuir crimes violentos no Brasil. Esta é a notícia boa. Mas esse é apenas um fator.

 

No Rio, especificamente, também?

 

O estudo foi feito considerando o Brasil todo, é uma média. Mas este não é um processo homogêneo. Em alguns lugares, o processo de envelhecimento já começou. E a queda mais acentuada que já houve foi justamente no Rio e em São Paulo, no Sudeste, que são lugares onde caiu a taxa de homicídios. Já no Nordeste ainda está aumentando a proporção de jovens na população. E lá os níveis de violência estão aumentando também.

 

E quais seriam os outros fatores?

 

Outra questão importante é a social. E aí estão dois elementos a considerar: a renda per capita e a desigualdade de renda. A desigualdade, por exemplo, foi de grande importância sobretudo nos anos 1980, considerada a década perdida, quando vivemos uma grande crise externa e ficamos insolventes. No período, houve uma grande concentração econômica e uma grande estagnação de renda. De 1970 a 1990, a população urbana nos grandes centros urbanos tinha aumentado 47%. Não só por migração, mas também por taxa de fecundidade, que vinha aumentando desde os anos 1960. Então, a gente chega a 1980 com as cidades inchadas, com pessoas migrando muitas vezes com seus sonhos, querendo arrumar espaço no mercado de trabalho, justamente quando o país quebra. É quando os incentivos em favor do crime aumentam. Você começa a ter um aumento do número de homicídios no Brasil no rastro desta questão social. Outro fator que aparece a reboque é o que chamamos de corrida armamentista: com o aumento dos homicídios, sem solução do Estado, as pessoas, naturalmente inseguras e preocupadas, passam a se armar até os dentes para se defender. Junto com isso, vem a explosão da indústria de segurança privada. Nos anos 1990, começa uma nova fase decorrente disso, que é a das chacinas, como a da Candelária. Vale destacar que, a cada 1% a mais de armas de fogo nas cidades, a taxa de homicídios sobe para algo em torno de 2%. E, embora o que gere mais frisson e sensação de medo sejam os fuzis AR-15 e as balas traçantes, as armas que matam mais pessoas no dia a dia são revólveres e pistolas. Segundo estudos, 90% das armas usadas em homicídios são desses tipos. Um outro ponto também é que aproximadamente 90% delas são de procedência nacional e boa parte era legal e, em algum momento, saiu legalidade.

 

As drogas entram nesta análise?

 

Sim, outro ponto fundamental é a questão das drogas psicoativas ilícitas. De 2000 a 2012, a proporção de mortes por overdose cresceu 700%. Este crescimento foi maior em cidades do Nordeste e do Norte, regiões em que isso vem acompanhado de um aumento dos índices de criminalidade na mesma década. Isso porque, do ponto de vista social, essa década foi o inverso da de 1980. Foram anos em que a renda aumentou em todas as cidades e estados, a desigualdade diminuiu. Mas, junto com as coisas boas que a economia de mercado traz, o dinheiro atrai mercados ilícitos. Basicamente, a literatura internacional estabelece três canais possíveis entre drogas e violência: o psicofarmatológico, o da compulsão econômica e o sistêmico. No primeiro caso, o cara abusa da droga, assume um comportamento violento, vai lá e bate, mata, usa da violência. No segundo, o cara não tem dinheiro e rouba, mata para conseguir a droga. E o canal sistêmico se dá porque, como a droga é ilícita, os mercados se regulam não pela justiça, mas pela violência. Daí vêm as brigas entre as facções pela disputa de mercado, entre polícia e narcotraficantes. Alguns estudos internacionais apontam que algo em torno de 95% do total de violência social das drogas têm a ver com o fato de a droga ser ilícita. Geralmente, os crimes que os adictos cometem estão relacionados a furto e prostituição, que são crimes não violentos. O fato de a droga ser ilícita incentiva a violência e a corrupção. E o Estado acaba alocando recursos para resolver a questão da droga quando deveria fazer isso para solucionar a questão da segurança pública.

 

O que mais o senhor levou em consideração no seu estudo?

 

Tem ainda dois outros pontos que considero os mais frágeis no nosso trabalho. Primeiro é a questão do policiamento: temos mais policiamento? As polícias estão funcionando? Mas miseravelmente os dados que encontramos, desde a década de 1980, são muito ruins. E por fim há a questão prisional. Em tese, a prisão de um criminoso provoca três efeitos. O primeiro é a incapacitação: enquanto ele está preso, ele deixa de cometer delitos. O segundo é a dissuasão específica: ele foi preso, aprendeu e não vai mais cometer crimes. Outro é a dissuasão geral: os potenciais criminosos, ao ver que ele foi preso, deixam de cometer crimes porque temem punição. Só que o efeito do aprisionamento, internacionalmente, é perto de zero. No Brasil, acho que é até negativo. Claro que é importante prender homicidas contumazes. Quem são essas poucas pessoas que cometem muitos crimes? É preciso prendê-las. Tirar criminosos das ruas é algo importante, que precisa de um trabalho de inteligência da polícia. Mas o que acontece no Brasil é que esses caras são os que estão soltos. A gente está prendendo ladrões de galinhas. E, colocando todo mundo junto na cadeia, sofremos os efeitos que chamamos de escola do crime e arregimentação forçada. Sim, porque o Estado prende e pergunta: “Você é de que comando? Nenhum? Mas você mora em que morro?” Com base nisso, o cara acaba assinando um contrato eterno com um determinado comando e passa a depender disso para sobreviver, inclusive quando sair da cadeia. Ou seja, o caos no sistema prisional dinamizou o trabalho dessas grandes facções.

 

E como conter esses gastos gerados pelo crime, principalmente no Rio?

 

Há fatores que podem propiciar a evolução do crime. Mas não é pelo simples fato de esses fatores terem se revelado numa região que ela vai ter crimes. Você pode ter muita droga e não ter muitos crimes violentos ali, porque se pode investir em políticas públicas preventivas. A nossa grande miséria é essa: em termos de segurança pública, o Brasil é um navio à deriva. As políticas de segurança pública que são implementadas são sempre na base do achismo, dos factóides, das reuniões de última hora para dar respostas à sociedade porque aconteceu um crime ali ou acolá, mas sem nenhuma consistência, diagnóstico, planejamento, avaliação. No caso do Rio, há que se ter boas políticas públicas e comprometimento dos políticos centrais. Governador, prefeito, seja lá quem for. Só que, no Brasil, esta é uma agenda maldita. Os governadores se afastam desta agenda e colocam o secretário de Segurança na linha de frente. Aí, quando dá errado, eles trocam o secretário, como se fosse um clube de futebol que troca o técnico ao cair para a segunda divisão. Mas, para esta agenda funcionar, é preciso ações intersetoriais baseadas em dois pilares: um é a prevenção focalizada da violência. Por exemplo: metade dos homicídios do Brasil acontece em 2% dos municípios. Metade dos homicídios do Rio acontece em 10% dos bairros (como Santa Cruz, Penha, que envolve o Chapadão, Pavuna e a área da Leopoldina). Então, tem que olhar quem são essas crianças e jovens que estão ali. Elas são peças de reposição fácil. Em geral, nasceram em famílias com violência doméstica, violência comunitária, violência institucional (muitas vezes cometida pela própria polícia), em geral não tiveram acesso à educação e ao mercado de trabalho, e cresceram sem qualquer supervisão e orientação. Vão servir de mão de obra para o tráfico e para o crime desorganizado. Precisamos ter uma política preventiva focada neles. Vai durar alguns anos. Mas aí entram as reformas de curto prazo, como reformar as polícias.

 

 

Fonte: O Globo


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Convidamos a todos a participar da nossa oitava reunião em 2017 do PAM – Plano de Auxílio Mútuo de Rio Claro e Região – que acontecerá dia 30 de Agosto às 09:00 horas nas dependência do SESI, Av. M-29, N° 441 – Jardim Floridiana / Rio Claro-SP.

 

Reunião coordenada pelo 1° Tenente  PM Alexandre José Rovay do Corpo de Bombeiros de Araras – SP.

 

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Decreto de Temer acaba com a Reserva Nacional de Cobre entre o Pará e o Amapá. WWF Brasil fala em ‘catástrofe anunciada’

 

BRASÍLIA — Depois de mais de 30 anos fechada à atividade de mineração, uma imensa área da Amazônia rica em ouro poderá ser explorada pela iniciativa privada. Por meio de um decreto publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União, o governo federal extinguiu a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), criada em 1984, ainda durante a ditadura militar. Com isso, uma área de cerca de 47 mil quilômetros quadrados entre o Pará e o Amapá está liberada para extração de ouro e outros minerais nobres. A área fechada tem o tamanho equivalente ao do estado do Espírito Santo, ou oito vezes a dimensão do Distrito Federal.

 

A expectativa do governo é, agora, iniciar os leilões das áreas para as empresas interessadas em explorar a área. No decreto, assinado pelo presidente Michel Temer, o governo destaca que a extinção da Renca “não afasta a aplicação de legislação específica sobre proteção da vegetação nativa, unidades de conservação da natureza, terras indígenas e áreas em faixa de fronteira”.

 

Apesar de ter cobre no nome, a reserva é rica sobretudo em ouro, mas também em tântalo, minério de ferro, níquel, manganês e outros minerais. Não há informações sobre o tamanho dos depósitos. Mas a avaliação do Ministério de Minas e Energia é que a área poderá se tornar algo de relevância mundial e despertar a atenção de mineradoras de todo o planeta.

 

A reserva do cobre foi criada por meio de um decreto assinado pelo presidente militar João Figueiredo, que impediu a exploração mineral na mata. A área fechada tem o tamanho equivalente ao do estado do Espírito Santo, ou oito vezes a dimensão do Distrito Federal. O plano dos militares era explorar, por meio de uma estatal, grandes jazidas de cobre na região. Essa intenção, no entanto, não saiu do papel.

 

Sem mineração, a área reúne florestas protegidas e terras indígenas. Por isso, a liberação da região para as mineradoras preocupa ambientalistas. O governo federal ainda não detalhou como será a entrada de mineradoras na região.

 

Área da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca),
agora liberada para mineração – WWF Brasil

 

‘CATÁSTROFE ANUNCIADA’

 

A extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca) por meio de decreto nesta quarta-feira foi classificada como “catástrofe anunciada” pelo coordenador de políticas públicas do WWF Brasil, Michel de Souza. Ele vê com preocupação a decisão do governo e diz que coloca em risco as nove áreas protegidas que estão dentro dos limites da reserva — como o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, que é o maior parque de florestas tropicais do mundo:

 

— A Floresta Amazônica é nosso maior ativo. Nesse momento de desespero e de crise, estão colocando em risco as áreas protegidas que se encontram dentro da reserva — destaca Souza.

 

O coordenador da WWF Brasil reconhece a importância da atividade de mineração para a economia brasileira, mas diz é fundamental avaliar o risco envolvido:

 

— É um risco tremendo dar esse tipo de sinalização por decreto, sem discutir com a sociedade. Abrir a reserva sem transparência nos preocupa muito. É uma catástrofe anunciada. Temos vários exemplos de contaminação mineral. Pode haver uma corrida para a região. E como garantir que as grandes empresas de mineração vão seguir acordos de cooperação dos quais o Brasil não é signatário?

 

Fonte: O Globo

Foto: Vista aérea da Amazônia – Marcelo Sayão / Agência O Globo/07-02-1998


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Quando o adolescente comete ato infracional dentro da trajetória escolar, qual a postura da escola? Ele acolhido bem em sala de aula ou lá contribui mais para repor ideias como ‘aluno-problema’ e sem futuro? É sobre isso que trata a dissertação defendida esta semana na Unesp Rio Claro pela Priscila Carla Cardoso, psicóloga pela Unesp Bauru.

 

Orientada pela Profª Débora Cristina Fonseca, a pesquisa se baseou em relatos de adolescentes vindos da Fundação CASA, em que a pesquisadora por meio de entrevistas e bibliografia de autores ligados a educação percebeu a ideia construída por esses jovens no decorrer do processo e sua relação com o que entendem por escola. A escola para eles é necessária para se ter um trabalho, e não formadora integral do ser humano. Isso ocorre, segundo Priscila, por neste ambiente escolar não encontrarem aquilo que atende as necessidades do cotidiano. Também nota-se a reposição de identidade do ‘aluno-problema’ que eles mesmos vão levando e os professores, inspetores e mais pessoas ligadas a escola fortalecem. Percebe-se que por não ser reconhecido de maneira positiva na escola, o adolescente recorre ao meio infracional para assim ter a visibilidade que deseja.

 

Na Fundação

 

Ainda na Fundação CASA , os adolescentes tornam a incorporar o discurso de culpabilização que ocorre durante toda a trajetória escolar – eu sou responsável pelo fracasso escolar. Isso limita ainda mais a capacidade de emancipação, ou seja, saída da situação, o que necessita de um  horizonte maior  quanto a perceber que há outros determinantes para acarretar nesse resultado.

Ainda na instituição, a visibilidade ganha no ato infracional é perdida por se tornar ‘mais um’ ali, e portanto tenta negar a identidade de infrator apreciada no começo, segundo dizeres da pesquisadora.

E a escola? Qual seu papel? Se limita a formar mão de obra eficiente? Existe o perigo de dar continuidade à reposição de identidade negativa e de acordo com a psicóloga, seguir o projeto neoliberal de sociedade.

 

Relação professor-aluno

 

A dissertação revela o professor como potencializador que permite reverter a situação. Há possibilidade de haver uma ressignificação, ou seja, aquilo que era tumulto na aula pode se transformar em brincadeira sadia quando educador e aluno cooperam neste fim.

Na Fundação Casa, os adolescentes se sentem mais acolhidos nas aulas, o que justifica pela menor quantidade de alunos e pela tentativa de readmiti-los socialmente. É preciso, segundo Priscila, interromper a reposição da identidade estigmatizada e entender a fundo o educar, aliando todos os agentes: escola, professores, casa, sociedade. E ainda, a pesquisadora inclui uma frase da autoria para afirmar como é importante: A alienação do professor transforma o aluno alienado.


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Nessa manhã diretores, professores, funcionários e alunos da Escola Municipal “Benjamim Ferreira” ficaram horrorizados e choraram juntos ao se depararem com os atos de vandalismo e selvageria na depredação de seu local de trabalho, de estudos e de seu segundo lar.

 

Materias escolares e de infra estrutura foram roubados e outros foram destruídos em acessos de selvageria, de muita raiva e ódio por elementos maus, doentios, insanos e perigosos que a Polícia de Rio Claro e todas as autoridades tem a aobrigação de identificar e de punir severeramente, e se menores, responsabilizar seus pais com todos os rigores que a Lei permitir.

 

Fatos como esse se repetem em nossa comunidade a todos prejudicando, e chegou a hora de a isso dar um basta!

 

As autoridades competentes de Rio Claro, devem atuar conjuntamente e de forma responsável, e devem honrar seus salários pagos com o dinheiro da população que merece ser protegida desses marginais a serem punidos exemplarmente para coibir atos dessa natureza.

 

Ser tratado com decência e ter todos os direitos humanos garantidos é para pessoas de bem, pessoas que não fazem o mal para seus semelhantes, bandidos e marginais devem ser identificados, detidos, julgados e condenados com todos os rigores que a Lei e a Justiça permitirem, e para que sirva de exemplo para que outras sementes podres não germinem e nem deem árvores podres. Essa é a realidade doa a quem doer.

 

Os cidadãos e cidadãs de Rio Claro não podem mais ficar a tudo assistindo apenas se lamentando nas redes sociais da internet. Devem usar seus direitos como cidadãos e cidadãs e exigir das autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário providências enérgicas em casos como esse e muitos outros mais.

 

As destruição nas fotos dessa matéria falam por si sobre a demência, a brutalidade, a insanidade, e a selvageria de seus autores, que devem agora serem identificados e punidos.

 

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Você até não podia saber, mas segundo a psiquiatria, já existe uma espécie de tabela que pode medir o nível de maldade de alguém.

 

Segundo esse índice, é possível avaliar se um indivíduo seria capaz ou não de tirar a vida de outra pessoa, por exemplo.

 

Esse tipo de metragem, foi desenvolvido pelo psiquiatra norte-americano Michael Stone, que pertence a Universidade de Columbia.

 

E segundo ele, é possível detectar até 22 níveis diferentes de maldade em um indivíduo. Confira agora cada um deles, e descubra qual é o seu!

 

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Nível 1- Legítima Defesa

 

O primeiro nível desta tabela, é o denominado como legítima defesa. Neste caso estamos falando de um indivíduo que não possui nenhuma desordem psiquiátrica, mas que seria capaz de eliminar qualquer um de seu caminho, caso se sentisse realmente ameaçado.

 

Nível 2- Passional

 

Talvez a maior parte da população realmente esteja nesse nível. O nível 2, comporta pessoas que geralmente são capazes de se tornais frias e agir com maldade quando sentem ciúmes por exemplo. Pessoas com esse nível de maldade, são egocêntricas, possessivas ou apenas imaturas. Quando o “sangue ferve” podem tomar atitudes ruins, as quais podem se arrepender tempos depois. Esse individuo por outro lado não possui nenhum quadro de psicopatia.

 

Nível 3- Cúmplices voluntários

 

As pessoas que possuem o 3° nível de maldade, são indivíduos que possuem traços antissociais, não se dão bem com qualquer pessoa, e sempre preferirão fazer uma atividade sozinhos do que em grupo.

 

Essas pessoas tendem a se tornar cúmplices voluntários de pessoas que realmente gostam de fazer maldades, por isso essas pessoas acabam colaborando facilmente com atitudes cruéis, apesar de nunca tomar a iniciativa para isso.

 

Nível 4- Defesa após provocação

 

Apesar do título deste nível aparentar-se de certo modo inocente, o que realmente acontece, é que as pessoas que possuem o 4° nível de maldade, são aquelas que realmente gostam de provocar, com o objetivo de agir logo após qualquer reação de sua vítima.

 

Por esse motivo, até pode parecer que se trata de uma legítima defesa, mas na realidade tudo foi arquitetado para ocorrer dessa forma.

 

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Nível 5- Desespero e trauma

 

Esse nível pertence a aqueles que sofreram grandes traumas em suas vidas, ou se quer passaram por situações aflitivas e desesperadoras. Como consequência esse indivíduo passa agir com maldade, apresentado remorso após as suas ações.

 

Nível 6- Explosão de raiva

 

Literalmente o que acontece com as pessoas desse nível é uma explosão de raiva repentina, e durante esse momento, coisas cruéis podem acontecer por impulso.

 

Nível 7- Narcisistas

 

Assim como as pessoas que agem por legítima defesa, esses indivíduos também são capazes de passar sobre qualquer um, porém por outros motivos.

 

Neste caso não precisa ser a sua vida que se encontra ameaçada, mas sim qualquer coisa ou objeto que seja considerado seu. Uma pessoa que é capaz de matar um assaltante por exemplo, mesmo após a sua vida não estar em risco, pelo mero fato dele ter te levado alguns trocados, já se encaixaria nesse nível de maldade por exemplo.

 

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Nível 8- Mágoas

 

Neste nível encontramos as pessoas que guardam mágoas profundas, e que podem durante uma explosão de nervos, simplesmente agir em prol de sua vingança e mágoa.

 

Nível 9- Amantes ciumentos

 

Bem, nós já falamos aqui que o ciúme pode levar alguém a cometer atos cruéis. Porém nesse caso, estamos falando de pessoas que possuem um certo grau e sinais de psicopatia.

 

Isso quer dizer, que esse indivíduo é capaz de cometer atos terríveis motivado por seu ciúmes. Geralmente relacionamentos abusivos, são compostos por pessoas que tem esse nível de maldade.

 

Nível 10- Egocêntricos

 

Esse indivíduo pode cometer maldades por uma série de fatores, mas a grande característica que o diferencia dos demais, é o fato de ser capaz de prejudicar quem está em sua volta, caso seja preciso para se defender.

 

Isso inclui dizer, que essa pessoa prejudica testemunhas de sua maldade, tornando a crueldade um ciclo sem fim.

 

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Nível 11- Sem escolher

 

Aqui já entramos no grupo dos psicopatas, e nesse nível o indivíduo é capaz de fazer mal a qualquer um que tem potencial de atrapalhar os seus planos.  E ela a passa aos poucos, a revelar a sua real personalidade.

 

Nível 12- Sede de poder

 

Pessoas extremamente ambiciosas, e que são capazes de eliminar qualquer um em seu caminho que possa lhe impedir de chegar ao topo.

 

Nível 13- Bizarros

 

Pessoas psicopatas, violentas e bizarras estão neste nível. Aqui o indivíduo transborda a sua crueldade quando tem explosões de fúria, podendo agir normalmente em outras situações.

 

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Nível 14- Cruéis

 

Psicopatas minimalistas, calculistas e que planejam nos mínimos detalhes as suas maldades se encontram no nível 14.

 

Nível 15- Estragos em série

 

O objetivo da pessoa que se encontra nesse nível, não é atingir ou causar mal a uma única pessoa em especifico. Na realidade o que ele mais deseja, é causar o maior estrago possível, a quanto mais gente puder.

 

Nível 16- Múltiplos

 

O psicopata gosta de ter vários atos de violência em série. Aqui no nível 16, além da quantidade de pessoas que se atinge, uma outra prioridade deste indivíduo é conseguir fazer uma maldade diferente com cada uma delas.

 

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Nível 17- Sexualmente perverso

 

O motivo neste nível é especificado. Pessoas que agem em prol de seus desejos sexuais doentios se encontram nesse nível. Geralmente estamos falando de estupradores em série, que são capazes de assassinar as suas vítimas apenas para não serem descobertos.

 

Nível 18- Assassino torturador

 

A única motivação de sua vida é matar. Mas não antes de causar extrema dor e angústia. E é por isso, que as pessoas do nível 18 de maldade, não apenas matam suas vítimas, como também sentem prazer em tortura-las anteriormente.

 

Nível 19- Torturador estuprador

 

Esse tipo de psicopata não necessariamente precisa matar as suas vítimas. O seu prazer está intimamente relacionado ao momento que passa torturando-as e também abusando delas sexualmente.

 

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Nível 20- Torturador psicótico

 

O torturador psicótico sente prazer exatamente em torturar, essa pessoa gosta de ouvir gritos de dor e sofre com surtos psicóticos.

 

Nível 21- Torturadores Sádicos

 

O torturador sádico tortura a sua vítima até não poder mais. Ele não comete assassinato, mas só porque gosta da sensação de poder fazer tudo de novo.

 

Nível 22- Assassinos torturadores

 

Agem prioritariamente por perversão sexual, mas realmente sentem prazer não apenas em abusar, e sim em torturar e matar as suas vítimas.

 

E então queridos leitores, de todos os 22 níveis, qual deles é o seu? Conta pra gente aqui em baixo pelos comentários.

 

Fonte: Fatos Desconhecidos


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G1 detalha caminho que policiais percorrem pelos cantos mais sombrios da internet atrás de criminosos. Em 7 meses de 2017, PF fez mais prisões em flagrante do que 2016 inteiro.

 

Em sete meses de 2017, a Polícia Federal prendeu em flagrante mais suspeitos de compartilhar pornografia infantil na internet do que em todo ano de 2016. Os rastros deixados são virtuais e eles são a base da investigação dos policiais.

 

O G1 conversou com integrantes da PF. Eles descreveram como a entidade vasculha a Dark Web, a internet profunda, em busca dos computadores dos acusados para tirar da internet potenciais abusadores.

 

Na última semana de julho, a Operação Glasnost prendeu 27 pessoas em flagrante, o que levou o número de detidos no ano para 81. Em 2016, foram 75.

 

“Disseminação de material pornográfico na internet é um crime cibernético, mas não puramente cibernético. O meio é cibernético, mas o crime é outro”, diz o delegado Otávio Margonari, do Grupo de Repressão ao Crime Cibernético (GRCC) de São Paulo.

 

“Quando se investiga a divulgação, vem a produção, o estupro de vulnerável e a posse.”

 

O que é feito antes da prisão dos criminosos?

 

A prisão de suspeitos em flagrante é o ápice da operação e não ocorre sem que a PF identifique que o acusado possui em seus dispositivos algum registro de fotos ou vídeos – vale até imagens apagadas – de crianças ou adolescentes nus ou em situações íntimas.

 

E isso depende da tecnologia. Mas até chegar lá, os policiais têm de navegar pelos cantos mais sombrios da internet.

 

“As pessoas que se envolvem nesse tipo de crime procuram garantir o sigilo na maior parte do tempo. Mas tem gente que não se importa com isso, acha que, se está em casa ou no escritório, ninguém vai se importar. Geralmente os distribuidores são mais cuidadosos”, conta Evandro Lorens, diretor da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF).

 

Membro do Serviço de Perícias em Informática (Sepin) do Instituto Nacional de Criminalística, Lorens contou ao G1 como a investigação é feita, da identificação dos alvos até a análise em laboratório dos equipamentos apreendidos.

 

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Como é feita uma ronda virtual?

 

Primeiro, a PF monitora redes de compartilhamento na internet “peer-to-peer” (P2P), em que um arquivo é enviado de usuário a usuário, em vez de partir de um servidor central, como ocorre em serviços de streaming ou de download de empresas de conteúdo.

 

Durante essa ronda virtual, a polícia encontra de tudo. “Tem o cara que é curioso, que só quer ver foto e não tem contato com criança. Em geral, não é gente com muito conhecimento em informática, tem gente que troca imagem por e-mail, que é muito fácil de rastrear. E tem os caras mais agressivos e com mais conhecimento técnico”.

 

Lorens conta que o monitoramento passa a abranger outras plataformas conforme se tornam populares. Isso inclui os serviços na Dark Web, cujo acesso necessita de programas especiais pois os endereços são ocultos para mecanismos de busca.

 

“Lá, como eles se sentem mais confortáveis, porque sabem que a sua autoria está escondida, acontecem coisas mais graves”, diz o delegado. “Muitos são abusadores de crianças, produzem filmes, colocam lá para os outros, esperando o outro para fazer a mesma coisa.”

 

Ele conta que a troca de material ocorre por meio de fóruns, em que os participantes são ranqueados conforme o volume de fotos e vídeos enviados. “Quem publica mais tem mais moral perante os outros. Aí para mostrar que ele é bom mesmo e que ele se dedica àquele fórum faz as crianças segurarem plaquinhas com os nomes do fórum.”

 

As imagens trocadas pelos monitorados compõem um banco de dados. “Não é um Big Brother gigante, que pega tudo que está acontecendo”, comenta o perito, mas “é o coração do sistema” e o que estiver lá será usado para pegar suspeitos em flagrante.

 

“É muito agressivo ficar olhando para aquelas fotos, aqueles vídeos”, diz Margonari. “Você olha meio de lado, sabe que é pornografia infantil, tem bebê, umas coisas absurdas, mas isso é a materialidade, o que estou buscando é saber a autoria, quem está publicando aquilo.”

 

“Além de monitorar tráfego P2P, monitora troca de informação via chat e consegue identificar situações críticas de risco”, diz Lorens. Ele lembra que, durante os preparativos para a Operação Darknet, de 2015, agentes captaram uma conversa de um suspeito que dizia estar esperando a mulher grávida de oito meses dar à luz para abusar da criança.

 

Tem hora que não dá para esperar

 

“Nesses casos, quando a conversa é crível, a gente tem que antecipar a situação”, diz. “Antes de operações há micro operações para evitar ações em curso. Se o estuprador está abusando da criança, a gente não vai esperar.”

 

O monitoramento deixa de ser puramente virtual quando os policiais percebem que o crime pode ter repercussão internacional, com efeitos em outros países. Vira uma investigação quando obtêm informações como número de IP ou endereço físico dos suspeitos.

 

Segundo o delegado Margonari, a PF já tem ferramentas para identificar, em uma casa com vários internautas, quem foi o responsável por um download suspeito.

 

“As técnicas de investigação estão evoluindo. No passado, era raro conseguir um negócio desses. A gente sabia, na melhor das hipóteses, se aquela conexão tinha publicado material pornográfico infantil. Mas quem era? Putz, podia até ser que tivesse um Wi-Fi e o vizinho estivesse usando.”

 

Mas ele não abre como a mágica ocorre: “Se souberem como eu consegui chegar à identidade deles, vão mudar a técnica. Preciso aproveitar o que eu desenvolvi. Como? Não vou te contar”.

 

A hora da operação

 

A partir daí, a PF identifica alvos de uma futura operação e monitora o tráfego de internet deles. Durante as operações, os agentes encontram as mais diversas recepções.

 

“Quando escutou que era a polícia entrando, o cara engoliu um pen-drive. Foi o primeiro engolido cibernético da história. E ele foi preso, porque tinha mandato para ele. Ficou todo mundo esperando ele cagar pra mandar aquele pen-drive para a perícia”, diz Margonari. “Um cara jogou o computador pela janela, quebrou toda a tela, o perito foi lá, pegou o HD, espetou na máquina e tinha muita coisa.”

 

O objetivo é deter suspeitos contra quem pesam fortes evidências e apreender equipamentos que, depois de passar por análise, podem fornecer provas. Mas a PF criou um equipamento para conseguir fazer prisões em flagrante. É um software que procura no disco rígido do suspeito por imagens suspeitas. Primeiro, ele vê se a máquina possui alguma dos 2 milhões de arquivos do banco de dados. Depois, indica se há imagens que possam caracterizar pornografia infantil –um de seus trunfos é conseguir identificar se há fotos ou vídeos com alta exposição de pele de pessoas com pequena complexão física.

 

Até imagens apagadas são listadas. Se um arquivo for sobreposto a imagens deletadas, no entanto, a ação fica mais complicada, conta Lorens.

 

Tecnologia caseira

 

O nome oficial do mecanismo é Localizador de Evidências Digitais. Ele foi criado pelo perito Wladimir Leite em 2010. A criação de tecnologia dentro de caso para combater o crime é outra característica da PF.

 

“Na Operação Hashtag, não usamos nenhuma ferramenta comprada no mercado. Era tudo caseiro”, conta o delegado Margonari. Na prática, todos os grupos regionais da PF podem criar ferramentas. Mas é o Setor de Perícia de Informática, de Brasília, o responsável por centralizar a padronização de ferramentas vindas de todo o Brasil.

 

Um dos exemplos é o Iped, um sistema criado para extrair e indexar grandes massas de dados, criado para suprir uma demanda da Lava Jato. Já há serviços privados que separam conteúdo e classificam informações de um HD, mas eles não conseguiriam trabalhar na velocidade necessária para abastecer a investigação. “O peritos fizeram as contas e concluíram que passariam anos rodando a ferramenta initerruptamente”, diz Lorens. “O Iped é 20 mais rápido.”

 

E completa: “Quando não há ferramenta de mercado, fazem a concepção do zero”.

 

Fonte: G1


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No final da manhã desse último domingo (23), um espaço, voltado ao armazenamento de materiais recicláveis dentro da Área da Estação Ferroviária, denominado Associação Novos Tempos Dos Catadores de Reciclagens foi alvo de um incêndio.

 

O Corpo de Bombeiros e Defesa Civil se fizeram presentes no local e trabalharam no combate às chamas.

 

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A Rio Claro Online entrou em contato com a Defesa Civil e foi informado que o fogo teve início nas proximidades da Estação Ferroviária e que infelizmente acabou se alastrando muito rápido até o depósito com materiais recicláveis.

 

A causa do incêndio ainda está sendo apurada. Não houve feridos.

 

A Estação Ferroviária compreende uma área grande, cerca de aproximadamente 7 ha

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A Rio Claro Online colheu comentários e perguntas pertinentes de algumas pessoas a respeito do Incêndio:

 

“Hoje fui na Futura Associação Novos Tempos dos catadorees de Reciclagem que agora precisam do povo de Rio Claro com material reciclavel ao lado do ECO PONTO DO INOCOOP..
Receberam a cesta verde através da Secretaria Assistência Social as 24 famílias… agora precisam de uma solução rápida e definitiva e atuante das Secretarias para poderem trabalhar e aumentar a renda …

Colaborem junto com a Presidente Jozilma e Luci Bonatti

“Hoje fui verificar a situação do local em que a Associação Novos Tempos de Catadores de Reciclagem estão ao lado do ECO PONTO DO BAIRRO INOCOOP, precisam de toda ajuda de Rio Claro apos este incendio que ocorreu na Av 8 A … precisam de agua… telhas… blocos.

Cimento… areia… Agua …

Precisam agora de material para poderem vender e conquistarem o salario das 24 familias que pagam aluguel… agua e outras despesas… Tenho que agradecer o apoio do Secretario de Segurança Bellagamba ..

Secretaria de Assistencia Social … Sepladema Penteado … mas o que realmente agora neste momento é decisão de ajudar e fazer o Barracao para estas mulheres e homens poderem conquistarem mais espaços …mas sem mais demora do poder publico..

Agora é decisão para a conclusão… Porque todos tem o sonho de crescer…. e Estarei com todos.. Presidente Jozilma e Luci Bonatti ..

Compartilhem todos precisam conhecer

Maria Do Carmo Guilherme

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“Esse incêndio está na cara que foi algo criminoso (…)”

Sandra Regina

 

“A Base da PM está instalada já faz um mês praticamente na Av.1 Rua 1, e o que aconteceu? Ninguém viu nada antes do fogo se alastrar? Onde estão as câmeras de segurança nessa região? Só deram conta do fogo a hora que a fumaça já estava negra no céu de Rio Claro, se via  há distância!”

José Abilio

 

“O desespero foi total, estava tomando o ônibus com a minha mulher e menina de 3 anos e a fumaça preta vindo forte em  direção a toda a Estação, não sabíamos o que seria, só´pensei em sair dali o mais rápido possível.”

Paulo César

 

INDIGNADA!!!!! INCÊNDIO CRIMINOSO NA ASSOCIAÇÃO DOS CATADORES DE RECICLÁVEIS DE RIO CLARO, NOVO TEMPO!!!!!

TANTAS FAMÍLIAS SAÍRAM DOS ATERROS POR ESSA ASSOCIAÇÃO E ASSIM QUE RIO CLARO AGRADECE…. SINTO NOJO E VERGONHA!

Luci Bonatti CONTA COMIGO VAMOS ARRECADAR ALIMENTOS E ROUPAS, PQ NÃO TEMOS A OPÇÃO DE DESISTIR…. VOCÊ E A PRESIDENTE JOSILMA SÃO REFERÊNCIA DE FORÇA E DEDICAÇÃO. SINTO MUITO!

Thais Lopes

 

“Meu e muito estranho de uma hora pra outra tudo tá pegando fogo pra mim tem coisa aí em”

Reinaldo Roots

 

“É permitido esse tipo de depósito no centro da cidade? O sepladema permite esse tipo de depósito em área central???????”

Virlaine Cyrino Pedagoga

 

“Mas o que se transformou ali,tem muito lixo.”

Bia Fabio Pereira

 

“Parabéns a todos os bombeiros”

Sergio Ricardo

 

 “Nossa nem sabia que tinha associação de recicláveis alí…que perigo, trens param com tanques de combustível aí perto…”

Leide Helena

 

“Vai vira estacionamento também”

Rodrigo Gomes


Convite

Convidamos a todos a participar da nossa Sétima Reunião em 2017 do PAM – Plano de Auxílio Mútuo de Rio Claro e Região – que acontecerá dia 26 de Julho Às 09:00 horas nas dependência da Faculdade Anhanguera, Rua 22 Be, N° 669 – Chácara Lusa (ao lado da garagem de ônibus da empresa VB Transporte).

 

Reunião coordenada pelo Tenente Fábio Henrique Giovani do Corpo de Bombeiros de Rio Claro/SP.

 

Convite


perito

A procura por formação na computação forense ainda é novidade e abre frentes para o profissional no Brasil. Abolir completamente a prática de crimes é impossível, mas é possível minimizar suas ocorrências através de sua investigação, permitindo que novas técnicas para o combate aos crimes digitais sejam descobertas e que criminosos cibernéticos não fiquem impunes. E é aí que os peritos forenses computacionais atuam – com o intuito de determinar e provar dinâmica, autoria e materialidade de ilícitos computacionais.

 

The Role of Computer Forensic Expert on Cyber Crimes Investigation

Abstract

The demand for training in computer forensics is still a novelty and open fronts for professionals in Brazil. Completely abolish the practice of crimes is impossible, but you can minimize their occurrence through its research, enabling new techniques for combating crimes are discovered digital and cyber criminals do not go unpunished. And that’s where forensic computing work – in order to determine and prove dynamic, authorship and materiality of computational illegal.

 

  1. Introdução

Estamos na era digital onde o computador, a Internet e muitos outros recursos tecnológicos fazem parte, cada vez mais, do nosso cotidiano, trazendo consigo inúmeros benefícios a todos. Entretanto, com o advento de tantas vantagens vem também a possibilidade da realização de novas práticas ilícitas e criminosas, junto ao avanço tecnológico e a partir da computação ubíqua (“onipresença” da informática no cotidiano das pessoas).

 

Cada vez mais estamos conectados com o mundo, todos com todos, através de celulares, tablets, computadores etc., e esses equipamentos já possibilitam a realização de quase tudo em questão de poucos minutos e sem sair de casa – desde a conhecer pessoas, como fazer compras – tudo isso a poucos cliques de “distância”.

 

Todo esse aparato tecnológico facilita, e muito, a vida de todos, mas inevitavelmente acaba por se tornar um novo meio para a prática de delitos. Tal fato decorre da facilidade do anonimato quando se está na frente de um computador aliada a técnicas para omitir quaisquer evidências que comprovem um crime e seu autor, já que em uma investigação sabe-se o IP do computador, mas não quem é o criminoso digital.

 

  1. Crimes Cibernéticos

Tal como a criminalidade tradicional, a cibercriminalidade pode assumir muitas formas e pode ocorrer quase a qualquer hora ou lugar. Os criminosos cibernéticos usam métodos diferentes segundo suas habilidades e seus objetivos. Esse fato não deveria ser surpreendente, afinal, o crime cibernético é nada mais que um “crime” com um ingrediente “informático” ou “cibernético”.

 

Com base nos diferentes tipos de crime cibernético, o define de forma precisa como qualquer delito em que tenha sido utilizado um computador, uma rede ou um dispositivo de hardware. O computador ou dispositivo pode ser o agente, o facilitador ou a vítima do crime. O delito pode ocorrer apenas no computador, bem como em outras localizações. Para compreender melhor a ampla variedade de crimes cibernéticos é preciso dividi-los em duas categorias gerais, definidos para os efeitos desta pesquisa como crimes cibernéticos do tipo I e II. No primeiro tipo o computador é apenas uma ferramenta de auxílio aos criminosos na prática de crimes conhecidos, como sonegação fiscal, compra de votos em eleições, tráfico de entorpecentes e falsificação de documentos e outros, ou seja, se o dispositivo não existisse, tal crime seria praticado da mesma forma. Já no segundo, o computador é a peça central para a ocorrência do crime, ou seja, se o dispositivo não existisse, tal crime não seria praticado.

 

Invasão de computadores, criação de comunidades virtuais para fazer apologia ao uso de drogas, envio de vírus de computador por e-mail, além do impulso que dá a crimes antigos como pornografia infantil, estelionato, engenharia social, entre outros. Como é possível observar a partir dessas definições, o cibercrime pode englobar uma gama muito ampla de ataques, e compreender essa variedade de crimes cibernéticos é importante visto que seus diferentes tipos requerem atitudes diferentes para melhorar a segurança computacional, haja vista a eliminação de fronteiras oferecida pela Internet acaba gerando sérias dificuldades para o combate a esses tipos de crimes, facilitando sua prática e ocorrência onde vítima e criminoso podem encontrar-se em países distintos.

 

Com essa nova modalidade de crimes e os mais diversos danos que podem causar, surge a necessidade de profissionais especializados, com amplo conhecimento em computação, segurança da informação, direito digital e outras áreas afins, com capacidade suficiente para investigar quem, como e quando um crime cibernético foi praticado, ou seja, um profissional capaz de identificar autoria, materialidade e dinâmica de um crime digital, já que em um local de crime convencional, um vestígio pode significar desde um instrumento deixado no ambiente pelo criminoso, a um fio de cabelo do mesmo. Entretanto, na informática os vestígios são digitais – zeros e uns, dados lógicos que compõem a evidência digital, a qual poderá ser desde conversas em chats, histórico de internet, programas etc., a arquivos excluídos intencionalmente pelo criminoso.

 

  1. O Processo de Investigação de Crimes Cibernéticos e a Atuação do Perito Forense Computacional

Segundo o dicionário Aurélio de Língua Portuguesa, o termo forense significa “que se refere a foro judicial”. Já a perícia, de acordo com o mesmo dicionário, é a prática que um profissional qualificado exerce, neste caso denominado de perito. Vistoria ou exame de caráter técnico e especializado. Dessa forma, as ciências forenses são desenvolvidas por profissionais altamente qualificados e especializados, em que as pistas deixadas no local do crime só são atestadas como verídicas após testes em laboratórios.

 

Criminosos a cada dia cometem seus delitos de forma a não deixar vestígios e, em casos como esse, a perícia forense opera nas descobertas de pistas que não podem ser vistas a olho nu, na reconstituição de fatos em laboratórios seguindo as normas e padrões pré-estabelecidos para que as provas encontradas tenham validade e possam ser consideradas em julgamento de um processo.

 

A forense computacional, ou computação forense, visa os mesmos eventos relatados acima só que na área tecnológica, buscando pistas virtuais que possam descrever o autor de ações ilícitas, a fim de suprir as necessidades das instituições legais no que se refere à manipulação das novas formas de evidências eletrônicas. Sendo assim, ela é a ciência responsável por coletar provas em meios eletrônicos que sejam aceitas em juízo, tendo como principal objetivo a aquisição, a identificação, a extração e análise de dados que estejam em formato eletrônico e/ou armazenados em algum tipo de mídia computacional.

 

Ante ao exposto, a perícia forense computacional tem como objetivo principal determinar a dinâmica, a materialidade e a autoria de ilícitos ligados à área de informática, tendo como questão principal a identificação e o processamento de evidências digitais em provas materiais de crime, por meio de métodos técnico-científicos, conferindo-lhe validade probatória em juízo. Para isso, o perito forense computacional averigua e investiga os fatos de uma ocorrência digital e propõe um laudo técnico para entendimento geral de um episódio, comprovado através de provas, juntando peças importantes para descobrir a origem de um crime ou para desvendar algo que não está concreto.

 

A averiguação é acionada quando se faz necessário a comprovação de um crime, através de análises de equipamentos computacionais e eletrônicos. De tal forma que um laudo ou um relatório técnico imparcial seja gerado para que fiquem claras as comprovações dos fatos fundamentados, a fim de se nortear os julgadores do acontecido. Sendo que, no campo da informática, os principais exames forenses realizados estão entre exames periciais em dispositivos de armazenamento computacional como HDs, CDs, DVDs, Blu-Rays, pendrives etc. e outros dispositivos de armazenamento como smartphones, smart tvs, tablets, sites, vídeo games, e-mails. Cabendo ressaltar que em alguns casos é necessária a realização de procedimentos ainda no local do delito, para que possíveis evidências não sejam perdidas, pois no caso de um flagrante é possível encontrar o computador do criminoso ligado, quando necessário proceder a análise no local.

 

A importância do papel do especialista em computação forense, ou perito forense computacional, vem ganhando grande relevância e destaque devido ao crescimento dos crimes cibernéticos. A partir dessa situação surge a necessidade de profissionais capazes de elaborar laudos a fim de se determinar a dinâmica, a materialidade e a autoria de ilícitos eletrônicos, para que se viabilize e possibilite aplicação de punição para determinado caso que envolva esses tipos de crimes.

 

Atualmente a computação forense já faz parte da rotina policial, pois não é mais novidade alguma, em um local de crime, se encontrar um ou mais computadores, os quais necessitem de um profissional apto a investigar e periciar o equipamento em questão, o qual pode se tornar, dependendo da informação encontrada, a peça chave para a comprovação de um crime.

 

  1. A Carreira do Perito Forense Computacional

Reconstruir o passado, constatar a materialidade e apurar a autoria de incidentes cometidos com o requinte dos bits. Esta é a função da perícia digital ou forense digital, carreira que mescla a formação jurídica com a tecnologia da informação e que é crescente na esfera pública e privada, à medida que conflitos, fraudes, furtos e agressões passam a ser cometidas por intermédio de dispositivos informáticos e telemáticos, de um computador de mesa a um dispositivo móvel celular.

 

A forense computacional é uma das áreas da computação em fase de ascensão e já é possível encontrar especialização em abundância nessa área no país, uma vez que está sendo bem difundida ultimamente em relação a alguns anos atrás, devido à crescente prática de atividades ilícitas através da tecnologia digital. Dessa forma, com as mudanças no paradigma tecnológico atual, surge aos poucos a necessidade cada vez maior de um profissional com conhecimento em perícia forense computacional (ou digital), capazes de investigar e produzir laudos periciais que provem autoria e materialidade de um delito eletrônico.

 

O estudo e a procura por formação profissional na computação forense ainda é novidade para muitos e está desenvolvendo-se principalmente pela necessidade do combate aos crimes eletrônicos. Sendo que os profissionais na área podem ser chamados nos mais diversos lugares que precise de algum serviço minucioso o qual envolva equipamentos informáticos e têm regras a seguir e providências definidas a tomar tanto para obter credibilidade no que fazem, quanto para que seu trabalho não tenha sido em vão e desconsiderado em uma audiência judicial, onde um parecer técnico ou laudo será necessário.

 

Os profissionais que atuam na área de forense computacional são indivíduos geralmente chamados de perito por terem um grande nível de conhecimento em computação e por investigarem os crimes de natureza tecnológica. Nesse contexto, esses profissionais devem reunir um conjunto de características, tais como:

 

  • Conhecimento e entendimento profundo de segurança da informação, direito digital e sistemas computacionais, bem como das características de funcionamento de sistemas de arquivos, programas de computador e padrões de comunicação em redes de computadores;
  • Familiaridade com as ferramentas, técnicas, estratégias e metodologia de ataques conhecidos, inclusive as que não se tem registo de ter ocorrido, mas que já são vistas como uma exploração em potencial de uma determinada vulnerabilidade de um sistema;
  • Faro investigativo para perceber rastros sutis de ações maliciosas – Esmero pela perfeição e detalhes. Sempre deve haver rastros, mesmo que muito sutis;
  • Entendimento sobre o encadeamento de causas e consequências em tudo o que ocorre num sistema para construir a história lógica formada por ações maliciosas ou normais que já tenham ocorrido, que estejam em curso e que possam vir a acontecer;
  • Conhecimento da legislação envolvida;
  • Conhecimento das diretivas internas das empresas e instituições envolvidas no processo investigativo, com especial atenção às limitações como diretivas de privacidade, sigilo e escopo ou jurisdição de atuação;
  • Cuidado com a manipulação e preservação de provas legais em potencial, pois o que não é visto como prova hoje pode vir a ser uma prova e então é bom ter sido preservada o suficiente para ser aceita em um tribunal;
  • Experiência ao examinar os rastros em um incidente perceber o nível de sofisticação e conhecimento de um atacante, especialmente interessante se o atacante usa subterfúgios para parecer menos capaz, como deixar rastros óbvios e parecer um ataque simples para ocultar ações maliciosas muito mais perigosas e muito mais escondidas.

Mas por onde começar para se tornar um perito forense computacional?

 

Primeiramente, fazer um curso de graduação que envolva computação é imprescindível para se trabalhar na área. Em seguida optar por cursos de pós-graduação especifica e, como a evolução tecnológica é dinâmica, é importante estar sempre atualizado e fazer cursos e certificações da área.

 

Além disso, a formação do profissional aspirante a perito, que deve ser aprofundada em tecnologia e direito, deve demonstrar experiências em frameworks, compliance e melhores práticas previstas na tecnologia da informação como SOX, COBIT, ITIL, PCI, ISO 27001, além da legislação básica brasileira, Código Civil, Código Penal, Consolidação das Leis do Trabalho, e principalmente, normas processuais e procedimentais que regulamentam a produção da prova pericial no Brasil.

 

A formação ideal deve ser a jurídica juntamente com a técnica, eis que mais do que saber agir tecnicamente ou conhecer a intimidade das falhas e dos sistemas, este profissional precisa atuar na linha tênue que separa uma perícia homologada, de uma produção probatória nula, ilícita ou ilegítima. Além do que, nesta profissão, saber escrever e dar significado a zeros e uns é fundamental.

 

O profissional pode atuar na área pública ou privada. Na área pública, deve peticionar em juízo sua habilitação que será ou não deferida pelo juiz, e em algumas comarcas, pode-se auxiliar o Ministério Público e Delegacias não especializadas também apresentando-se em petição escrita instruída de curriculum, antecedentes criminais e casos que atuou. Pode-se igualmente ser um perito policial, integrante do Instituto de criminalística dos Estados ou da Polícia Federal (mediante concurso). Já na área privada, os profissionais podem atuar ou em forense corporativa integrando uma equipe multidisciplinar composta por profissionais da área jurídica e técnica, ou como assistente técnico, representando a parte na perícia, sendo, portanto, alguém de sua confiança.

 

A carreira de perito digital é hoje uma profissão em ascensão e há várias universidades no país que oferecem cursos de pós-graduação e até mestrado na área, como a Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Universidade Potiguar e a Universidade de Brasília, por exemplo. A seguir, há algumas informações para se começar na caminhada da carreira profissional de perito forense computacional.

 

Os cursos livres, de certificações, de aperfeiçoamento, de pós-graduação (latu ou strictu sensu) e de atualização, tais quais os eventos destinados aos profissionais da área da informática que almejam a atuação pericial são ministrados pelas mais variadas instituições de ensino superior, bem como por empresas do mercado de segurança da informação, dentre os quais podemos citar:

Principais Empresas de Certificações e Treinamentos no Brasil:

Principais Cursos de Pós-graduação:

 

Principais Certificações em Ferramentas:

 

Principais Certificações em Cursos:

 

Principais Eventos no Brasil:

  1. Considerações Finais

 

É indubitável que estamos cada vez mais dependentes da tecnologia e é natural que os criminosos usufruam das mesmas vantagens tecnológicas que nós.

 

Pessoas mal intencionadas utilizam esse recurso para ganhar dinheiro e até mesmo para cometer crimes na rede e abolir completamente a prática de crimes é impossível, mas é possível minimizar suas ocorrências através de sua investigação, não permitindo que novas técnicas para o combate aos crimes digitais sejam descobertas e que criminosos cibernéticos fiquem impunes e é ai que os peritos forenses computacionais atuam – com o intuito de determinar e provar dinâmica, autoria e materialidade de ilícitos computacionais, como os CSI do século XXI.

 

  1. Referências

 

CARDOSO, Nágila Magalhães. A Importância dos Profissionais em Computação Forense no Combate aos Crimes Tecnológicos. Revista Espírito Livre, n.32, p.58-60. Espírito Santo: Revista Espírito Livre, 2011.

CASEY, Eoghan. Handbook of Computer Crime Investigation Forensics – Tools and Technology. 2ª Edição. California: Academic Press, 2003.

ELEUTÉRIO, Pedro. M. S; MACHADO, Márcio. P.. Desvendando a Computação Forense. 1ª Edição. São Paulo: Novatec, 2010.

FRANCO, Deivison Pinheiro. CSI do Século XXI. Revista Convergência Digital, n.2, v.2, p.24-26. São Paulo: Universo Online, 2012.

MELO, Gilberto. A Profissão do Futuro: Como Ser Um Perito Digital. [S.I.]: Melo, 2012. Disponível em: <http://gilbertomelo.com.br/jurisprudencias-e-noticias/90/2865-a-profissao-do-futuro-como-ser-um-perito-digital>. Acesso em: 10 de dezembro de 2015.

MILAGRE, José Antonio. Empregos, Certificação e Licença Para Ser Perito Digital. [S.I.]: Milagre, 2012. Disponível em: <http://josemilagre.com.br/blog/2011/01/25/empregos-certificacao-e-licenca-para-ser-perito-digital/>. Acesso em: 10 de dezembro de 2015.

SYMANTEC. O Que é Crime Cibernético? [S.I.]: Symantec, 2012. Disponível em: <http://br.norton.com/cybercrime/definition.jsp>. Acesso em: 10 de abril de 2016.

TOLENTINO, Luciano Cordova; SILVA, Wanessa da; e MELLO, Paulo Augusto M.S.. Perícia Forense Computacional. Revista Tecnologias em Projeção, n.2, v.2, p.26-31. Brasília: Faculdade Projeção, 2011.

* Deivison Pinheiro Franco

Mestre em Ciência da Computação e em Inovação Tecnológica;

Especialista em Ciências Forenses, em Suporte a Redes de Computadores e em Redes de Computadores;

Graduado em Processamento de Dados;

Técnico Científico de TI – Analista Sênior do Banco da Amazônia;

Professor de graduações e pós-graduações;

Perito Judicial em Forense Computacional, Auditor de TI e Pentester;

Membro do IEEE Information Forensics and Security Technical Committee;

Membro da Sociedade Brasileira de Ciências Forenses;

Colunista das Revistas Segurança Digital, Hakin9 e eForensics Magazine;

CEH, CHFI, DSFE e ISO 27002 Advanced.

Colunista do CryptoID

 

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/deivison-pinheiro-franco-749a97119

Lattes: http://lattes.cnpq.br/8503927561098292

eForensics: https://eforensicsmag.com/deivison-franco

E-mail: deivison.pfranco@gmail.com

[1] Iniciativa da Diretoria Técnico-Científica do Departamento de Polícia Federal, com o objetivo de contribuir para a melhoria das atividades periciais dos Institutos de Criminalística e das Polícias Científicas do Brasil, ou seja, o curso é destinado exclusivamente a capacitar os servidores da Polícia Federal, Polícias Civis e Polícias Técnico-Científicas dos Estados, no que diz respeito ao conhecimento em suas diversas particularidades.

Foto: Apecof


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