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9 de dezembro de 2019

Travesti é baleada em Rio Claro


Na última quinta-feira (05) uma travesti foi alvejada no bairro Consolação, em Rio Claro/SP, a vítima de 34 anos foi atingida no ombro. A vítima foi socorrida, recebeu atendimento médico e foi liberada.

 

No boletim de ocorrência, o caso foi registrado como lesão corporal e aconteceu na Rua 15 com as Avenidas 5 e 7, no bairro Consolação.

 

O atirador estava em um veículo e realizou os disparos contra as travestis que estavam no local.


seguranca
4 de dezembro de 2019

Após onda de furtos, moradores vigiam bairro e reivindicam segurança


“Eu estava grávida de oito meses, um indivíduo entrou de madrugada na minha casa, me ameaçou e disse que queria dinheiro”, o relato é de uma das moradoras do bairro Jardim Figueira, que foi vítima de uma tentativa de roubo em outubro.

 

Era por volta de 1h30, quando a mulher ouviu um barulho, viu vultos no quintal e em seguida o indivíduo já estava entrando em sua casa, do lado de fora do portão estava outro comparsa. “Ele dizia que queria dinheiro, que precisava, porque usava drogas. Foi um momento de pânico. Falou que ia me machucar, comecei a chorar, colocar a mão na barriga para ver se tinha piedade, mas ele disse que precisava de dinheiro, senão ia me machucar. Tampou o rosto o tempo todo com a touca da blusa. Viu que eu não tinha dinheiro e fugiu”, contou a vítima, relatando ainda que em cinco anos sofreu também outros quatro assaltos. “A gente nem investe mais, porque já levaram muita coisa, em uma outra situação levaram TV, bijuterias, notebook.

 

CASOS RECENTES

Por medo, os moradores preferem não se identificar. Segundo ele, o número de ocorrências no bairro tem aumentado. “Na minha casa entraram no domingo, dia 17 de novembro, por volta das 3 horas da madrugada. Eu e minha filha estávamos dormindo, ouvi um barulho, fui verificar e constatei dois policiais no meu quintal.

 

Eles me informaram que o portão estava aberto. Só quando eles foram embora que entrei e pensei em assistir TV, constatei que tinha sido levada. Agora dormimos com um olho aberto e outro fechado”, contou outro morador.

 

DOMINGO (1)

Um dos últimos furtos foi registrado em uma casa na Rua 30. “Chegamos em casa por volta das 3 horas da madrugada de domingo, constatamos que o portão estava estourado e a porta aberta. Levaram TV, notebook e dinheiro que estava na bolsa da minha esposa. Entramos em contato com a polícia e fizemos o Boletim de Ocorrência”, destacou o morador.

 

Há uns 15 dias, outra residência foi alvo de bandidos que agiram com moradores dentro de casa e dormindo. “Invadiram de madrugada, não vi nada. Pularam o muro, que é super alto. Levaram TV e vídeo game. Acordei às 5 horas e percebi que os produtos tinham sido levados. Fiquei em pânico e fui ver meus filhos que também dormiam. Estão muito audaciosos”, contou uma das vítimas, que disse também ter feito o Boletim de Ocorrência.

 

Uma outra moradora relatou que também levaram um susto ao constatarem um indivíduo no quintal da casa. “Foi na quarta-feira (27), era umas 23h30, meu marido estava assistindo jogo, ouviu barulho, foi ver o que era, se deparou com um rapaz dentro do quintal, aí ele fugiu correndo, pulando muro.

 

Era moço jovem, barba cerrada e o muro da minha casa é bem alto. A gente fica com medo, chegar e encontrar alguém dentro de casa. Fizemos um Boletim de Ocorrência de tentativa de roubo”, destacou.

 

Da mesma forma e na mesma semana, duas outras residências foram alvos do mesmo modo. “Na minha pulou o muro, a janela do meu quarto estava aberta, fui fechar e ele fugiu. Ficamos assustados, trocamos a noite pelo dia, ninguém dorme mais”, disse ao lado de uma outra moradora, que também teve esta surpresa.

 

“Na minha casa, foi na quinta-feira. Ouvimos barulho, acordei meu esposo. O indivíduo tentou abrir a janela, acendemos as luzes, ele fugiu. Pulou o muro do fundo, andou pelo telhado e desceu para tentar entrar, eram quase 3 horas da madrugada”, observou a dona de casa.

 

MOVIMENTO

Assustados com o número de casos registrados no bairro, moradores decidiram se unir e fazem um movimento para melhorar a segurança. Entre as ações, montaram um grupo para se comunicarem quando percebem qualquer movimento estranho. “É uma segurança nossa, a gente tomou por nós mesmos a iniciativa.

 

Estamos atentos, uns não estão nem dormindo à noite devido ao risco que estamos correndo. Estamos em alerta para qualquer barulho, pessoas ou carros estranhos na rua. Esse momento que estamos passando tem desenvolvido para caminharmos mais um do lado do outro e se conhecer, cuidar das coisas do outro também. Tem ganhado uma grande proporção”, destacou um dos integrantes.

 

Além de montarem grupo para se comunicar, recorrem a outras ações. “Já fizemos reuniões, estamos organizando abaixo-assinado e também em contato com autoridades para reforçar a segurança”, relataram.

 

Por Janaína Moro – Diário do Rio Claro


ministerio
17 de setembro de 2019

Ministério Público obtém condenação de sete pessoas no âmbito da Operação Fumaça


Investigador e delegado estão entre os sentenciados.

 

Denunciadas pelo MPSP por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e da 1ª Promotoria de Justiça de Rio Claro no âmbito da Operação Fumaça, sete pessoas foram condenadas na última semana a penas que vão de dois a 28 anos de prisão em regime inicial fechado. Os réus foram considerados culpados pela prática de crimes como corrupção, extorsão, lavagem de dinheiro e exploração de prestígio. Entre os condenados estão um investigador de polícia e um delegado, que perderam os cargos por força da mesma decisão judicial.

 

A Operação Fumaça foi deflagrada em dezembro de 2017 com o objetivo de desarticular organização criminosa acusada de extorquir empresários com exigência do pagamento de quantias milionárias, visando a inviabilizar supostas operações do Gaeco e mandados de prisões falsos. O grupo era composto por delegado de polícia, investigador, empresários, advogados e consultores, e prometia intervir junto a autoridades públicas do sistema de Justiça Penal para resolver as pendências criminais das vítimas.

 

Na mesma sentença, foi declarada a perda, em favor da União, de bens obtidos com recursos oriundos da prática criminosa. Para um dos réus, a perda foi até o limite de R$ 100 mil. Já para outros quatro condenados, o limite estabelecido para a perda de bens e valores foi de R$ 550 mil.

 

Fonte: Núcleo de Comunicação Social.
Ministério Público do Estado de São Paulo
Rua Riachuelo, 115 – São Paulo (SP)
comunicacao@mpsp.mp.br
Tel: (11) 3119-9027 / 9028 / 9031 / 9032 / 9039 / 9040 / 9095


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14 de setembro de 2019

Segunda Parada do Orgulho LGBT de Rio Claro/SP


O Movimento LGBT nasceu no intuito de difundir e disseminar mais conhecimento sobre os direitos, movimentações, lutas e festas da comunidade LGBT, para que as novas e futuras gerações que ainda estão por vir, independente do que escolherem para as suas vidas, não passem o descaso e preconceito que nós passamos. A ideia da Primeira Semana LGBT é justamente interligar todas as pessoas interessadas nessa causa e unir a comunidade LGBT, oferecendo atenção, apoio e orientação.

 

A Segunda Semana e Parada do Orgulho LGBT no município de Rio Claro/SP contará com rodas de conversa, palestras, atividades socioculturais e socioeducativas, teatro, cine-debates, documentários, depoimentos e relatos da comunidade LGBT/ família/ amigos, com temas relevantes e pertinentes para a comunidade LGBT. Equipes de saúde estarão à disposição, assim como profissionais capacitados para orientações para a comunidade LGBT.

 

A abertura da Segunda Semana do Orgulho LGBT de Rio Claro/SP começa no dia 07 e vai até o dia 13 de Outubro de 2019, e as atividades serão realizadas nos locais:

 

Casa do João – Endereço: Rua 2, Avs. 22 e 24 N° 2174 – Centro, Rio Claro/SP.

Cia. Tempero D’Alma de Artes Cênicas – Endereço: Avenida Saburo Akamine, entre as Ruas 16 e 17, N° 376 – Jardim São Paulo, Rio Claro/SP

Escola de Samba A Casamba – Endereço: Rua 3-A, N° 1105, Bairro Vila Martins, Rio Claro/SP

 

CARTAZ DA SEGUNDA SEMANA LGBT DE RIO CLARO SP - ANO DE 2019

 

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O objetivo do projeto e manifestação é fomentar a “VISIBILIDADE AOS DIREITOS, MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS LGBT” na cidade de Rio Claro/SP.

 

O objetivo da segunda semana e parada LGBT é promover e proporcionar para a população LGBT existente no município e para a comunidade rio-clarense uma semana socioeducativa e cultural, com atividades e ações inclusivas, mobilizando a população LGBT, com intuito participativo social.

 

O Projeto visa construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantindo assim o desenvolvimento da comunidade LGBT, erradicando a violência e a marginalização das classes menos favorecidas, reduzindo as desigualdades sociais, promovendo o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, orientação sexual e quaisquer outras formas de discriminação.

 

A juventude requer ser orientada; só assim não haverão de malograr os esforços e a inteligência dos que amanhã, por sua vez, deverão preparar as gerações que lhes sucederão.

 

O fomento do estudo em todas as suas formas, das atividades sadias, do culto ao saber, à humanidade, à família, e, muito particularmente, do culto ao respeito que o indivíduo deve a si mesmo, ao que é seu, ao respeito que deve aos demais e à propriedade alheia, é o fundamental para que tal orientação cumpra seu grande objetivo, que é o de formar na juventude a consciência cabal de sua responsabilidade perante a vida, seus semelhantes, sua cultura e o seu mundo.

 

As atividades oferecidas pelo projeto são gratuitas, mas dentre as de maior caráter cultural socioeducativo destacam-se as campanhas educativas e preventivas (Contra Violência e Contra LGBTfobia), e palestras de cunho social com palestrantes designados pela sociedade para abordagem dos temas LGBT. Apostando na preservação e difusão das manifestações culturais com temática LGBT que serão voltadas para toda a comunidade rioclarense e cidades próximas como Americana, Analândia, Araraquara, Araras, Campinas, Charqueada, Cordeirópolis, Corumbataí, Capivari, Indaiatuba, Ipeuna, Iracemápolis, Jundiaí, Leme, Limeira, Santa Gertrudes, Lins, Matão, Mogi das Cruzes, Mogi Mirim, Osasco, Rio das Pedras, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Salto, Santa Bárbara D’Oeste, Sorocaba, Sumaré, São Paulo, entre outras. Participe!

 

*** REALIZAÇÃO ***
MOVIMENTO LGBT 

 

Venha somar forças conosco e ser resistência!

 

Para maiores informações entre em contato através dos emails da assessoria de comunicação e imprensa do Movimento LGBT:

contato@movimentolgbt.com.br
contato@rioclaroonline.com.br
contato@nautiluspublicidade.com.br
ou pelo Whatsapp: (19) 9 9801.7240

 

Participe! 

 CARTAZ INICIAL OFICIAL PARADA LGBT 2019 - RIO CLARO SP

 

 

13 de Outubro de 2019
Domingo a partir das 13:00 horas.
Concentração no Jardim Público – Praça Central, Avenida 1 com a Rua 3, N°945
Centro – Rio Claro/SP

 

Elenco da 2• Pride LGBT de Rio Claro:

 

APRESENTADORA OFICIAL
BRENNAH SÁTIEZ – RIO CLARO/SP

 

HINO NACIONAL E APRESENTAÇÃO
WANGORA LINS – RIO CLARO/SP

 

APRESENTAÇÕES / ARTISTAS

 

DJ LARI MORI – PIRACICABA/SP
DJ FELIPE OCTÁVIO – LIMEIRA/SP
DJ STORN – LIMEIRA/SP
DJ JH3FF – LEME/SP
DJ WESLA BRAVO – AMERICANA/SP
DJ GUSTAVO ESTEVES – PIRACICABA/SP
DJ JC HERNANDES – SÃO PAULO
NAOMI X – RIO CLARO/SP
NICK MONTERRANO – SÃO PAULO
DONATTELO SANCHEZ – CAMPINAS/SP
LORENA MADSON – CAMPINAS/SP
ALEXANDRITE MOONSUN – SUMARÉ
NALA VON ABE – ARARAS/SP
AGATHA MÜLLER – SÃO PAULO
THALITA PETROVANNI – CAMPINAS/SP
VIOLETTA SÁTIEZ – SÃO PAULO
LABELLY ASKOVITTY – PIRACICABA/SP
PINK FAIRY – ARARAS/SP
VERÔNICA DRAG – ARARAS/SP

 

Link Oficial do Evento:

https://www.facebook.com/events/400749833800007/


hospital-fogo-rio
14 de setembro de 2019

Ao menos dez pessoas morrem em incêndio no hospital Badim, no Rio


Havia mais de 103 pacientes internados no momento em que o fogo começou. A suspeita é que um curto-circuito no prédio provocou a tragédia, mas a Polícia Civil ainda investiga as causas

 

Ao menos dez pessoas morreram no incêndio que atingiu o Hospital Badim, na zona norte do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira. Segundo o último balanço do Corpo de Bombeiros do Estado, divulgado na manhã desta sexta, dez corpos foram encontrados. A Defesa Civil chegou a confirmar 11 mortos na tragédia, mas no final da manhã o Instituto Médico Legal reiterou que recebeu os corpos de dez vítimas. Ainda não há a confirmação das identidades das vítimas do incêndio, nem detalhes sobre o estado de saúde dos pacientes que estavam no local no momento em que o fogo começou. As buscas pelas vítimas foram encerradas pelos bombeiros e, na manhã desta sexta, a Polícia Civil realiza a perícia no local para apurar o que iniciou o fogo.

 

Havia 103 pacientes internados no hospital Badim, um centro médico privado que pertence à Rede D’Or São Luiz e existe há 19 anos, no momento em que começaram as chamas. Noventa pacientes foram transferidos às pressas para os hospitais Israelita Albert Sabin, Municipal Souza Aguiar, Copa Dor, Quinta Dor, Norte Dor, Caxias Dor e São Vicente de Paulo.

 

As chamas começaram por volta das 18h30 (horário de Brasília) e, de acordo com as primeiras investigações, o incêndio foi provocado por curto-circuito em um gerador do edifício, segundo o jornal O Globo. O Corpo de Bombeiros conseguiu extinguir o fogo em duas horas. Segundo testemunhas, o fogo se alastrou rapidamente, causando pânico e correria dentro da unidade. Médicos, enfermeiros e funcionários do hospital, além de parentes dos pacientes, se mobilizaram para socorrer pessoas internadas.

 

Assim que o edifício foi atingido pelas chamas, vários pacientes chegaram a ser acomodados na rua. Quatro bombeiros também passaram mal por conta da intoxicação por fumaça durante o resgate às vítimas e foram encaminhados para o hospital da corporação.

 

“O Hospital Badim mais uma vez externa sua imensa tristeza diante do ocorrido”, disse a unidade, em nota. A direção do hospital disponibilizou um e-mail e um telefone de contato via WhastApp para fornecer informações aos familiares dos pacientes: suportefamiliares@badim.com.br e (21) 97101-3961.

 

 

Fonte: El País


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14 de setembro de 2019

Hospital no Rio pega fogo, imóvel vizinho a hospital é interditado


Uma casa vizinha ao Hospital Badim, na Zona Norte do Rio, que pegou fogo na noite de quinta-feira 12, foi interditada na manhã desta sexta-feira, 13. Segundo a Defesa Civil do Estado, há risco de desabamento de parte do revestimento do prédio da unidade de saúde. A casa fica em uma vila atrás do hospital. O incêndio resultou na morte de dez pessoas, de acordo com o Instituto Médico Legal (IML).

 

A representante comercial Renata Zambroni, de 40 anos, soube do incêndio pela mãe, que estava em casa no momento em que o hospital pegou fogo. Renata mora na casa parcialmente interditada com o marido, a mãe, duas filhas e a enteada. “Minha mãe ouviu o barulho de explosão e do vidro da sala quebrando. Ficamos com medo do fogo afetar a casa porque tinha muita fumaça aqui”, disse.

 

Segundo ela, apesar de não ter sido orientada a deixar o local, não é possível ficar no imóvel devido ao cheiro de mofo e à condição em que a casa ficou após o incêndio. “Nos dividimos na casa de parentes porque o hospital não nos procurou em momento algum para oferecer suporte”, disse Renata, que vai contratar um engenheiro particular para fazer um laudo do imóvel. A casa é geminada ao hospital e ficou com vidros quebrados e paredes rachadas e estufadas. No chão da sala é possível ver algumas das pedras que faziam parte da decoração e caíram. “As paredes da cozinha e do banheiro estão ainda quentes por causa do calor e do fogo. Não temos como continuar aqui”, explicou.

 

Coordenador de Operações da Defesa Civil, Sérgio Gomes afirmou que, além desta casa, outras cinco localizadas nos fundos do prédio foram vistoriadas. Os prédios ao lado da unidade de saúde também passam por vistorias.

 

Até as 15h desta sexta, cinco imóveis haviam sido interditados. Além da casa de Renata, que foi interditada parcialmente, outros três imóveis foram interditados, todos na vila onde a representante comercial mora. Uma casa foi interditada parcialmente e outras duas de forma total. Uma garagem no número 392 da rua São Francisco Xavier também foi interditada.

 

 Pedras que decoravam as paredes caíram no chão da casa

Pedras que decoravam as paredes caíram no chão da casa

(Jana Sampaio/VEJA)

 

Perícia no hospital

 

O delegado da 18ª Delegacia de Polícia Civil, Roberto Ramos, disse que seis agentes fizeram a perícia do hospital desde as 8h. O trabalho foi dificultado por causa do forte calor, baixa luminosidade e fumaça que continuam no prédio. “Sabemos que o gerador pegou fogo, mas não sabemos se ele foi a causa do incêndio. Por isso, não descartamos nenhuma hipótese”, disse.

 

Segundo ele, ainda há muita água no chão do hospital e, por isso, está se certificando de que a luz do prédio está cortada para que não haja nenhum acidente com os peritos. O delegado informou ainda que foram coletadas imagens do circuito interno de segurança do hospital e o desenho da edificação para estudar como o fogo se propagou.

 

Os peritos deixaram o local por volta das 15h e vão retornar às 8h de sábado para continuar os trabalhos. A equipe conseguiu acessar o gerador e deixou uma bomba para drenar a água no chão do hospital.

 

 

Foto: Renata Zambroni teve a casa interditada após incêndio no hospital

Por Jana Sampaio

Fonte: Veja


ministerio
13 de setembro de 2019

Prefeitura de Rio Claro não poderá conceder alvarás provisórios para jogos eletrônicos


Prefeitura de Rio Claro não poderá conceder alvarás provisórios para jogos eletrônicos.
Decisão atende a pedido feito por Promotoria de Justiça.

 

Atendendo a pedido feito em ação civil pública ajuizada pelo promotor de Justiça Gilberto Camargo, a Justiça condenou o município de Rio Claro a deixar de expedir alvarás de funcionamento provisório/digital para atividades comerciais relacionadas à exploração de jogos eletrônicos recreativos. Com a decisão, o município fica ainda obrigado a realizar fiscalização prévia diante de pedidos de instalações e realizações de atividades comerciais relacionadas com este tipo de atividade antes da concessão dos respectivos alvarás, provisórios e definitivos.

 

A ação civil pública foi proposta após a 5ª Promotoria de Justiça de Rio Claro ter sido informada de que empresa vinha explorando jogos de azar, contando com alvará provisório expedido pela prefeitura. Para o membro do MPSP, existe a possibilidade de o alvará ter sido concedido pela prefeitura de forma imediata e prematura, por meio de sistema eletrônico, após simples registro do estabelecimento e sem realizar fiscalização no local. O alvará, concedido para “exploração de jogos eletrônicos recreativos”, só foi bloqueado após a atuação do Ministério Público.

 

Ao propor a ação, Camargo considerou, entre outros pontos, os riscos apresentados pela lei municipal que diz que a administração municipal “instituirá o alvará provisório-digital, que permitirá o início da operação do estabelecimento imediatamente após o ato de registro”. Para o promotor, o texto dificulta “a prévia fiscalização do poder público municipal, antecedente à concessão deste simples alvará (…), deferindo-se imediatamente, ou seja, antes de prévia fiscalização, pedidos de alvarás para o funcionamento de estabelecimentos voltados à prática de jogos de azar, dissimulados com o título de ‘Exploração de Jogos Eletrônicos Recreativos'”.

 

Fonte: Núcleo de Comunicação Social.
Ministério Público do Estado de São Paulo
Rua Riachuelo, 115 – São Paulo (SP)
comunicacao@mpsp.mp.br
Tel: (11) 3119-9027 / 9028 / 9031 / 9032 / 9039 / 9040 / 9095


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28 de agosto de 2019

Ato pede por providências em prédio de escola


Ex-alunos e ex-professores da Escola Estadual Chanceler Raul Fernandes e do extinto Colégio Vocacional se reuniram na manhã desse sábado (24), nas antigas instalações da unidade localizada na Rua 2, em frente ao Centro Cultural Roberto Palmari. A visita autorizada teve por objetivo verificar as condições do prédio que está inativo há anos e acumula reclamações de vizinhos e indignação de quem já estudou ou trabalhou no local.

 

Ademar de Assis Camelo, que foi vice-diretor da unidade de 1994 a 1998 e diretor de 1998 a 2001, disse que o sentimento é de tristeza ao ver o estado em que se encontra o prédio. “Quando entrei foi um impacto violento, como pode ficar abandonado desse jeito?”, indagou o ex-diretor. Segundo Ademar, sempre foi uma batalha muito grande conseguir gerir o prédio, que era muito grande e os recursos sempre tão escassos. “Deveria ser feito um planejamento, retomar novamente o uso para educação, pois é uma estrutura muito boa e grande demais para ser abandonada”, destacou.

 

Para o ex-aluno Sidnei Francisco Nunes, a sensação é de tristeza. “Eu fiquei sabendo, através de colegas, que aconteceria este encontro, conversei com algumas pessoas e soube que o prédio foi doado para a Fatec e que a Fatec está encerrando uma licitação para iniciar a reforma, então tem um trabalho sendo feito nesse sentido”, comentou.

 

O professor aposentado José Raphael de Silva Rocha disse que o sentimento é de indignação. “Temos que nos unir para que outras autoridades tomem atitude, porque está em Rio Claro, cabe a qualquer um lutar para preservar”, destacou.

 

OCUPAÇÃO

Desde 2013, o espaço não é utilizado para fins educacionais e também não recebe nenhum tipo de manutenção. Em matéria já divulgada pelo Diário do Rio Claro, alunos que estudam no imóvel relataram os transtornos, assim como moradores das proximidades do local, que fica na Rua Dois, bairro Vila Operária.

 

Após reivindicações e para evitar criadouros do mosquito da dengue, a prefeitura providenciou limpeza com poda de mato e remoção de entulhos. Porém, o local segue com fácil acesso para qualquer indivíduo.

 

Fonte: Diário do Rio Claro


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13 de agosto de 2019

Briga de Vereadores Interrompe a Votação de Projetos de Lei na Câmara Municipal de Rio Claro


A sessão começou tranquila, e os Vereadores Yves Carbinatti e Luciano BonSucesso não compareceram.

 

Início de Sessão

 

 

No meio da sessão após uma pauta sobre saúde, os próprios vereadores que compareceram nessa segunda-feira (12) na câmara municipal, brigaram entre si e houve acusação de agressão por parte do Vereador Seron do Proerd X Vereador Rafael Andreeta.

 

 

Ameaça

 

O tumulto começou quando o vereador Rafael Andreeta (PTB) comentou sobre a atuação do vereador Seron (DEM) nos últimos meses em relação a cidade e ao governo “Juninho da Padaria”, dando a entender que o nobre vereador seria só um brinquedo do prefeito onde o mesmo o controla, então começou a troca de dissabores entre os vereadores.

 

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A população ficou revoltada com o descaso dos vereadores envolvidos, e que interromperam ou mesmo se omitiram da votação de outros Projetos de Lei que estavam em votação na sessão plenária.

 

A situação da Saúde de Rio Claro/SP

 

 

Populares que estavam acompanhando a sessão ficaram horrorizados com a falta de comunicação e de ordem da própria mesa diretora, que por sua vez encerrou a sessão na Câmara Municipal de Rio Claro/SP.

 

 

 


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13 de agosto de 2019

Míriam Leitão detona Moro e manda Deltan sair da Lava Jato


A Globo atira seus canastrões ao mar.

Míriam Leitão resolveu rifar Sergio Moro.

 

Em sua coluna no Globo deste domingo, dia 11, ela denuncia “o erro político” da Lava Jato.

 

É a primeira vez, desde que a revelação dos diálogos pelo Intercept veio à tona há 45 dias, que Míriam fala do chegado Moro, que ela ajudou a transformar nesse heroi de fancaria.

 

Eles estiveram juntos em 2016, no lançamento do livro de seu filho Vladimir Netto sobre as façanhas da turma da República de Curitiba.
Moro e os procuradores deram autógrafos, posaram para fotos com a dupla de jornalistas da Globo, brilharam como estrelas de novela.

 

“Fico feliz duplamente, como mãe e como jornalista pelo trabalho do Vladimir pela profundidade da apuração sobre a história que está mudando o Brasil”, disse ela na ocasião.

 

“Profundidade da apuração”. Bullshit.

 

Em seu artigo de hoje, Míriam acusa a “camaradagem entre a acusação e o juízo”.
Ora. Estavam todos juntos naquele convescote memorável: o ex-juiz e sua “equipe”, radiantes, do seu ladinho, na cara dura.

 

Estava tudo errado desde o início. O livreco sempre foi uma empulhação, a promiscuidade dos Leitão com Moro e cia., um absurdo.

 

Agora ela tenta se livrar dos rapazes. Só vamos deixar claro que ninguém enganou ninguém.

 

Acima de tudo, a coluna mostra a inflexão da Globo: está na hora de jogá-los ao mar.

 

O pior erro cometido pela Lava-Jato foi deixar-se usar politicamente e parecer bolsonarista. Isso foi ótimo para o grupo que chegou ao Planalto, mas prejudicial aos objetivos da operação. O movimento anticorrupção é amplo, e o presidente Jair Bolsonaro não é um modelo de ética. A manipulação política ficou mais fácil quando o juiz Sergio Moro tirou a toga e foi para o Ministério da Justiça, onde, como diz seu atual chefe, vive a “angústia” de não ter o poder que tinha. Em favor da Lava-Jato, o procurador Deltan Dallagnol deveria pedir para sair da força tarefa.

 

Moro deveria saber, mas não soube, que como foi da caneta dele que saiu a sentença que acabou afastando o candidato que estava em primeiro lugar nas pesquisas, ele jamais poderia ir trabalhar com o que estava em segundo e acabou beneficiado, vencendo a eleição. Desde que assumiu, só se enfraqueceu. Esta semana foi fritado pelo presidente: “Entendo a angústia do Moro, mas ele não julga mais ninguém”. Moro entregou sua toga e agora tem que ouvir isso do governante ao qual aderiu.

 

Como cidadão, Moro pode ter preferência política. Como juiz, não deveria. Alguns integrantes da Lava-Jato deixaram claras suas inclinações durante a eleição, favorecendo o uso político da operação. Esse é o erro original. Se a Lava-Jato quiser reparar os estragos terá que se mostrar acima das divisões partidárias. (…)

 

Mais do que uma ou outra frase, a visão geral que fica dos diálogos divulgados pelo “The Intercept” é a de que havia uma camaradagem entre a acusação e o juízo, o que é inaceitável dentro do devido processo legal. O MP tem que fazer o máximo para condenar aqueles que acusa diante da Justiça, como a defesa tudo faz na proteção do seu cliente. Mas não se pode cruzar a linha que separa o juiz das partes. Nessa travessia, a culpa maior é do juiz, se ele escolhe um lado antes de julgar. (…)

 

Quando Moro assumiu, disse que estava cansado de levar bola nas costas. É o que mais tem feito atualmente. Se foi para o governo de olho numa vaga no STF, calculou errado: o tempo de espera é longo e para ele ter o prêmio terá que sempre fechar os olhos para os inúmeros fatos que antes condenava: o laranjal do ministro do Turismo, a rachadinha no gabinete do filho do presidente, as inúmeras vezes em que o presidente feriu o princípio da impessoalidade. Para Bolsonaro, tudo é pessoal. Todas as decisões que toma, ele mesmo anuncia que têm razões pessoais: do filé mignon para os filhos ao ataque aos jornais. Para quem, como Moro, fez uma carreira combatendo a improbidade administrativa fica incoerente. Para dizer o mínimo.

 

A Lava-Jato é admirada por combater uma velha chaga nacional. Inúmeros políticos foram atingidos, além do ex-presidente Lula. Quem ajudou a criar a confusão foram integrantes da própria operação, com os seus erros. É isso que a ameaça, e não as eventuais críticas feitas a algumas ações dos seus integrantes. A ordem da juíza da 13ª Vara Federal esta semana, por exemplo, foi um despropósito e pareceu perseguição a Lula. De tão equivocada, conseguiu a proeza de juntar, contra ela, 12 partidos e 10 ministros do Supremo. O maior perigo da Lava-Jato é interno.

 

 

Fonte: Diário do Centro do Mundo

Foto: Miriam Leitão, Moro e o filho dela, Vladimir Netto,

no lançamento do livro sobre a Lava Jato