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15 de dezembro de 2016

Treze detentos foram transferidos na quarta-feira das penitenciárias de segurança máxima de Presidente Venceslau 2 (foto), Avaré e Mirandópolis para o presídio de Presidente Bernardes, em São Paulo

 

As unidades prisionais de São Paulo estão em alerta para eventuais rebeliões após a transferência, na quarta-feira (14), das principais lideranças da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) para o chamado RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) –um tipo de prisão mais rígido, onde o detento é mantido isolado.

 

“Temos que assumir esse risco, caso contrário mandaremos a mensagem de que eles (líderes do PCC) nunca serão atingidos. Se eles não fossem para o RDD seria uma demonstração de fraqueza (das autoridades)”, disse à “BBC Brasil” uma fonte envolvida no processo.

 

A transferência foi determinada pela Justiça Estadual a pedido da Polícia Civil com o aval do Ministério Público. A “BBC Brasil” decidiu não publicar nomes de autoridades envolvidas no processo por motivo de segurança.

 

Porém, alguns juristas questionam a constitucionalidade do RDD e dizem que o regime “fere a dignidade da pessoa humana” e é ineficaz.

“O RDD é ineficiente e torna a sociedade mais violenta como um todo”, afirmou André Kehdi, presidente da organização não-governamental Ibccrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais).

 

Em 2006, a transferência de centenas de presos, entre eles o detento acusado de liderar o PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, para outras unidades prisionais, foi seguida de uma onda de cerca de 370 ataques de criminosos contra as forças de segurança e retaliações que deixaram mais de 140 mortos no Estado de São Paulo.

 

Operação policial

 

A transferência dos detentos vem após uma investigação da Polícia e do Ministério Público sobre como líderes da facção estariam comandando as ações do crime organizado nas ruas, mesmo detidos em prisões de segurança máxima.

 

O PCC é acusado de comandar os detentos de boa parte das prisões brasileiras além de comandar o tráfico de drogas e outras atividades criminosas fora dos presídios, no Brasil e em países da América do Sul.

 

Em novembro, a operação Ethos (que resultou nas atuais transferências) prendeu mais de 30 suspeitos – a maior parte deles advogados – entre eles o vice-presidente do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana).

 

Eles atuariam de forma a favorecer e facilitar as atividades criminosas de 14 líderes do PCC.

 

Em uma decisão liminar, o Tribunal de Justiça determinou a transferência de 13 desses detentos das penitenciárias de segurança máxima de Presidente Venceslau 2 (onde ficava a maioria dos integrantes da cúpula da facção), Avaré e Mirandópolis para o presídio de Presidente Bernardes, todas em São Paulo, por 60 dias.

 

A maioria deles já está na unidade, onde ficam em celas individuais e têm direito a duas horas de diárias de banho de sol. Entre eles estão Marcola e a cúpula da facção, além de presos encarregados de organizar o sistema de advogados do PCC.

 

Opiniões divididas

 

Segundo um jurista especializado em investigar o PCC, o Regime Disciplinar Diferenciado é hoje um dos principais instrumentos para controlar as facções criminosas. Isso porque impede a comunicação entre o comando da facção e seus subordinados.

 

O isolamento seria capaz de enfraquecer os líderes da facção, desestabilizar e até criar conflitos em toda a estrutura da organização criminosa.

 

Nesse caso específico, os envolvidos no processo dizem acreditar que o Estado e a Justiça demonstrariam fraqueza se não enviassem os suspeitos ao RDD – após terem colhido evidências de que eles seriam capazes de comandar a atuação da facção nas ruas mesmo estando presos.

 

Mas muitos operadores da lei consideram que a medida seria inconstitucional. Uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil questiona a constitucionalidade da medida no Supremo Tribunal Federal.

 

Segundo Kehdi, do Ibccrim, as condições que permitem que alguém seja mandado ao RDD são muito genéricas.

 

No processo atual, em linhas gerais elas se baseiam no fato dos detentos participarem de organização criminosa.

 

“Esse tipo de medida aumenta a tendência dos detentos desenvolverem problemas psiquiátricos. As pessoas enlouquecem. Isso vai contra a ideia de que a prisão é uma forma de ressocializar alguém”, disse.

 

“Isso é mais um ato político que jurídico. O RDD amedronta, mas não adianta. Quando você tira um líder da facção outro entra em seu lugar”, afirmou.

 

A Justiça negou em 2013 um pedido do Ministério Público para que Marcola fosse mandado ao isolamento, Mas no início de 2014 ele chegou a ser mandado ao RDD por um mês – sem a ocorrência de rebeliões ou represálias.

 

Até o fechamento dessa reportagem não havia indícios de qualquer tipo de retaliação do PCC em relação às transferências. Autoridades envolvidas no caso dizem não esperar reação violenta, mas afirmam que o Estado e a Justiça estão prontos para lidar com eventuais rebeliões no sistema prisional.

 

 

Fonte: BBC


No último sábado (18 de junho) um importante encontro social e filantrópico foi realizado com absoluto sucesso em Rio Claro. O evento reuniu diversas entidades civis dos mais diversos segmentos, como filantropia, ongs sem fins lucrativos, preservação ambiental e do patrimônio, proteção aos animais e outras, pautando expediente de extrema relevância e fundamental interesse geral pelo bem comum da coletividade rioclarense. O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi realizado na Casa de Nossa Senhora.
28 de junho de 2016

Edi Conceição Cristofoletti de Pilla, Dra. Chrystiane Castellucci Fermino (OAB - Ordem dos Advogados do Brasil - Subseção Piracicaba), e Kaly Castellucci.

Edi Conceição Cristofoletti de Pilla, Dra. Chrystiane Castellucci Fermino (OAB – Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Piracicaba), e Kaly Castellucci.

Leila M. Duckur Pizzotti, Diretora da Agência Interativa Nautilus Publicidade e da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame (Secretária Adjunta da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro, e advogada da UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro).

Leila M. Duckur Pizzotti, Diretora da Agência Interativa Nautilus Publicidade e da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame (Secretária Adjunta da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro, e advogada da UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro).

Dra. Chrystiane Castellucci Fermino (OAB - Ordem dos Advogados do Brasil -  Subseção Piracicaba)

Dra. Chrystiane Castellucci Fermino (OAB – Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Piracicaba)

Leila M. Duckur Pizzotti (representando o Movimento LGBT de Rio Claro, Nautilus Publicidade e a Rio Claro Online), e Claudio Roberto Pereira (Presidente da Associação Chácara dos Pretos).

Leila M. Duckur Pizzotti (representando o Movimento LGBT de Rio Claro, Nautilus Publicidade e a Rio Claro Online), e Claudio Roberto Pereira (Presidente da Associação Chácara dos Pretos).

A sempre presente e dinâmica Irmã Judithe Maria Rodrigues, que na Coordenação da Casa de N.Senhora muito apoiou e incentivou os organizadores do evento.

A sempre presente e dinâmica Irmã Judithe Maria Rodrigues, que na Coordenação da Casa de N.Senhora muito apoiou e incentivou os organizadores do evento.

A cobertura jornalística desse histórico evento foi realizada por João Baptista Pimentel Junior, editor da Rede Cidade Livre Comunicação Comunitária, Editor na empresa Diálogos do Sul e Produtor Executivo na empresa CREC - CINEVÍDEO Roberto Palmari, Eber Novo também da Rede Cidade Livre, e pelos profissionais Michael Edward Willis e Isabella Argento da Willis Fotografia, Giovana C. Sampaio da Nautilus Publicidade e Revista Eletrônica Rio Claro Online, e o fotógrafo Lauriel Luiz Claro. Crédito das Fotos: Michael Edward Willis e Isabella Argento da Willis Fotografia

A cobertura jornalística desse histórico evento foi realizada por João Baptista Pimentel Junior, editor da Rede Cidade Livre Comunicação Comunitária, Editor na empresa Diálogos do Sul e Produtor Executivo na empresa CREC – CINEVÍDEO Roberto Palmari, Eber Novo também da Rede Cidade Livre, e pelos profissionais Michael Edward Willis e Isabella Argento da Willis Fotografia, Giovana C. Sampaio da Nautilus Publicidade e Revista Eletrônica Rio Claro Online, e o fotógrafo Lauriel Luiz Claro.
Crédito das Fotos:
Michael Edward Willis e Isabella Argento da Willis Fotografia

Leila M. Duckur Pizzotti, Diretora da Agência Interativa Nautilus Publicidade e da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e uma das principais organizadoras do evento. Leila e sua equipe vem dando apoio voluntário e logístico nas áreas de Marketing, Comunicação e Divulgação e disponibilizando consultoria voluntária e gratuita as entidades beneficentes.

Leila M. Duckur Pizzotti, Diretora da Agência Interativa Nautilus Publicidade e da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e uma das principais organizadoras do evento. Leila e sua equipe vem dando apoio voluntário e logístico nas áreas de Marketing, Comunicação e Divulgação e disponibilizando consultoria voluntária e gratuita as entidades beneficentes.

Adriana Codo Ricardo e irmã Judithe Maria Rodrigues (Casa de Nossa Senhora).

Adriana Codo Ricardo e irmã Judithe Maria Rodrigues (Casa de Nossa Senhora).

Maria Cristina Schmidt e Michele Crespo (UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro)

Maria Cristina Schmidt e Michele Crespo (UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro)

Thamires Meira Rodrigues (GACC - Grupo de Apoio às Crianças com Câncer).

Thamires Meira Rodrigues (GACC – Grupo de Apoio às Crianças com Câncer).

Airton Moreira Junior

Airton Moreira Junior

Mirieli Gracini Oliveira (Hospedaria de Emaús)

Mirieli Gracini Oliveira (Hospedaria de Emaús)

Victoria Alejandra Hiriart, sempre presente e uma das principais organizadoras do evento, no contato com as entidades civis e junto aos apoiadores com os amigos Aline Rossi da “Valentina Salgados” e Carlos e Sarita Trost da “Quero Bolo”.

Victoria Alejandra Hiriart, sempre presente e uma das principais organizadoras do evento, no contato com as entidades civis e junto aos apoiadores com os amigos Aline Rossi da “Valentina Salgados” e Carlos e Sarita Trost da “Quero Bolo”.

O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi criado e realizado por iniciativa de Jenyberto Pizzotti, presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, e integrante do NAPEC – Grupo de Apoio as Entidades Civis da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP.

O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi criado e realizado por iniciativa de Jenyberto Pizzotti, presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, e integrante do NAPEC – Grupo de Apoio as Entidades Civis da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP.

Giovana C. Sampaio da Nautilus Publicidade e Revista Eletrônica Rio Claro Online, e representando o Movimento LGBT de Rio Claro.

Giovana C. Sampaio da Nautilus Publicidade e Revista Eletrônica Rio Claro Online, e representando o Movimento LGBT de Rio Claro.

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Dra. Chrystiane Castellucci Fermino (OAB – Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Piracicaba)

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Leila M. Duckur Pizzotti, Diretora da Agência Interativa Nautilus Publicidade e da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame (Secretária Adjunta da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro, e advogada da UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro).

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A sempre presente e dinâmica Irmã Judithe Maria Rodrigues, que na Coordenação da Casa de N.Senhora muito apoiou e incentivou os organizadores do evento.

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Escritora Elisandra Pauleli, autora do projeto “Faça Amizades, Bullying Não”, Rosa Rosangela Perinetti Cruz (Projeto Ambiental Amor Verde), vereador José Júlio Lopes de Abreu e o psicopedagogo Jucá Júlio Sanchez Trindade.

Escritora Elisandra Pauleli, autora do projeto “Faça Amizades, Bullying Não”, Rosa Rosangela Perinetti Cruz (Projeto Ambiental Amor Verde), vereador José Júlio Lopes de Abreu e o psicopedagogo Jucá Júlio Sanchez Trindade.

I FÓRUM DAS ENTIDADES CIVIS DE RIO CLARO

 

No último sábado (18 de junho) um importante encontro social e filantrópico foi realizado com absoluto sucesso em Rio Claro. O evento reuniu diversas entidades civis dos mais diversos segmentos, como filantropia, ongs sem fins lucrativos, preservação ambiental e do patrimônio, proteção aos animais e outras, pautando expediente de extrema relevância e fundamental interesse geral pelo bem comum da coletividade rioclarense. O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi realizado na Casa de Nossa Senhora.

No último sábado (18 de junho) um importante encontro social e filantrópico foi realizado com absoluto sucesso em Rio Claro. O evento reuniu diversas entidades civis dos mais diversos segmentos, como filantropia, ongs sem fins lucrativos, preservação ambiental e do patrimônio, proteção aos animais e outras, pautando expediente de extrema relevância e fundamental interesse geral pelo bem comum da coletividade rioclarense. O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi realizado na Casa de Nossa Senhora.

O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi criado e realizado por iniciativa de Jenyberto Pizzotti, presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, e contou com a organização e apoio da Agência Interativa Nautilus Publicidade, da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e recebeu total apoio do NAPEC – Núcleo de Apoio e Proteção às Entidades Civis, órgão da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP, comissão essa presidida pelo Dr. Orlando de Pilla Filho, uma das maiores autoridades no país na área dos Direitos Humanos.

O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi criado e realizado por iniciativa de Jenyberto Pizzotti, presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, e contou com a organização e apoio da Agência Interativa Nautilus Publicidade, da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e recebeu total apoio do NAPEC – Núcleo de Apoio e Proteção às Entidades Civis, órgão da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP, comissão essa presidida pelo Dr. Orlando de Pilla Filho, uma das maiores autoridades no país na área dos Direitos Humanos.

Com a realização do I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro, foi também disponibilizado as entidades civis, o apoio irrestrito do NAPEC – Grupo de Apoio as Entidades Civis da CDH/OAB, na área dos Direitos Humanos, e o apoio voluntário e logístico nas áreas de Comunicação, através da Agência Interativa Nautilus Publicidade com sua diretora Leila Duckur Pizzotti e sua equipe de Marketing.

Com a realização do I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro, foi também disponibilizado as entidades civis, o apoio irrestrito do NAPEC – Grupo de Apoio as Entidades Civis da CDH/OAB, na área dos Direitos Humanos, e o apoio voluntário e logístico nas áreas de Comunicação, através da Agência Interativa Nautilus Publicidade com sua diretora Leila Duckur Pizzotti e sua equipe de Marketing.

As apresentações e levantamento de informações e necessidades das entidades obtidas no Fórum, serão apresentadas com maior detalhamento na realização do CONGENUS (Convenção Geral dos Núcleos), evento realizado anualmente pela Comissão de Direitos Humanos da OAB, que será realizado em agosto próximo. Na foto, o Dr. Orlando de Pilla Filho.

As apresentações e levantamento de informações e necessidades das entidades obtidas no Fórum, serão apresentadas com maior detalhamento na realização do CONGENUS (Convenção Geral dos Núcleos), evento realizado anualmente pela Comissão de Direitos Humanos da OAB, que será realizado em agosto próximo. Na foto, o Dr. Orlando de Pilla Filho.

Os objetivos que se esperou alcançar com a realização desse I Fórum foi identificar, aproximar e conectar as entidades civis de Rio Claro para que, através de um processo de sinergia, pudessem expor suas atividades, realizações, dificuldades e necessidades, e nessa troca de informações e experiências, buscar juntas a potencialização de seus mecanismos de comunicação e busca de maiores e melhores recursos junto à população e aos poderes públicos. Na foto, o Dr. Orlando de Pilla Filho.

Os objetivos que se esperou alcançar com a realização desse I Fórum foi identificar, aproximar e conectar as entidades civis de Rio Claro para que, através de um processo de sinergia, pudessem expor suas atividades, realizações, dificuldades e necessidades, e nessa troca de informações e experiências, buscar juntas a potencialização de seus mecanismos de comunicação e busca de maiores e melhores recursos junto à população e aos poderes públicos. Na foto, o Dr. Orlando de Pilla Filho.

Regina Claret Kapp dos Santos (Associação Pastoral de Assistência Social N. Senhora Aparecida), Sonia Maria Bastos Buchdid e Renata Claro de Oliveira (APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais).

Regina Claret Kapp dos Santos (Associação Pastoral de Assistência Social N. Senhora Aparecida), Sonia Maria Bastos Buchdid e Renata Claro de Oliveira (APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais).

Moçada da AJA – Associação da Juventude Ativa – sempre presentes (Kauan Alves Talarico, Juliana Negruzzi, Aline Magalhães, Ronaldo Henrique do Monte, Leonardo Augusto Bernardo).

Moçada da AJA – Associação da Juventude Ativa – sempre presentes (Kauan Alves Talarico, Juliana Negruzzi, Aline Magalhães, Ronaldo Henrique do Monte, Leonardo Augusto Bernardo).

Claudio Roberto Pereira (Associação Chácara dos Pretos), e Dr. Juarez Vicente de Carvalho (OAB - Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro)

Claudio Roberto Pereira (Associação Chácara dos Pretos), e Dr. Juarez Vicente de Carvalho (OAB – Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro)

Juarez, Pilla, Edi Dr. Juarez Vicente de Carvalho (OAB - Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro) e Dr. Orlando de Pilla Filho (Presidente da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP) e sua esposa Edi Conceição Cristofoletti de Pilla

Juarez, Pilla, Edi Dr. Juarez Vicente de Carvalho (OAB – Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro) e Dr. Orlando de Pilla Filho (Presidente da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP) e sua esposa Edi Conceição Cristofoletti de Pilla

Heitor Roberto Tommasini, Regina Claret Kapp dos Santos (Associação Pastoral de Assistência Social N. Senhora Aparecida), Sonia Maria Bastos Buchdid e Renata Claro de Oliveira (APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), e Jessica Moraes Silva.

Heitor Roberto Tommasini, Regina Claret Kapp dos Santos (Associação Pastoral de Assistência Social N. Senhora Aparecida), Sonia Maria Bastos Buchdid e Renata Claro de Oliveira (APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), e Jessica Moraes Silva.

Victoria Alejandra Hiriart criadora e coordenadora do Grupo “Informando e Salvando Vidas – Epidemias” e do Grupo “Ongs e Entidades Civis de Rio Claro”.

Victoria Alejandra Hiriart criadora e coordenadora do Grupo “Informando e Salvando Vidas – Epidemias” e do Grupo “Ongs e Entidades Civis de Rio Claro”.

Dr. Sérgio Santoro (DEFCON – Instituto de Defesa do Consumidor) e Airton Moreira Junior.

Dr. Sérgio Santoro (DEFCON – Instituto de Defesa do Consumidor) e Airton Moreira Junior.

 


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19 de junho de 2016

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No último sábado (18) um importante encontro social e filantrópico foi realizado com absoluto sucesso em Rio Claro. O evento reuniu diversas entidades civis dos mais diversos segmentos, como filantropia, ongs sem fins lucrativos, preservação ambiental e do patrimônio, proteção aos animais e outras, pautando expediente de extrema relevância e fundamental interesse geral pelo bem comum da coletividade rioclarense. O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi realizado na Casa de Nossa Senhora.

O I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro foi criado e realizado por iniciativa de Jenyberto Pizzotti, presidente da Sociedade do Bem Comum de Rio Claro, e contou com a organização e apoio da Agência Interativa Nautilus Publicidade, da Revista Eletrônica Rio Claro Online, e recebeu total apoio do NAPEC – Núcleo de Apoio e Proteção às Entidades Civis, órgão da CDH – Comissão de Direitos Humanos da 4ª Subseção da OAB/SP, comissão essa presidida pelo Dr. Orlando de Pilla Filho, uma das maiores autoridades no país na área dos Direitos Humanos.

Os objetivos que se esperou alcançar com a realização desse I Fórum foi identificar, aproximar e conectar as entidades civis de Rio Claro para que, através de um processo de sinergia, pudessem expor suas atividades, realizações, dificuldades e necessidades, e nessa troca de informações e experiências, buscar juntas a potencialização de seus mecanismos de comunicação e busca de maiores e melhores recursos junto à população e aos poderes públicos.

Com a realização do I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro, foi também disponibilizado as entidades civis, o apoio irrestrito do NAPEC – Grupo de Apoio as Entidades Civis da CDH/OAB, na área dos Direitos Humanos, e o apoio voluntário e logístico nas áreas de Comunicação, através da Agência Interativa Nautilus Publicidade com sua diretora Leila Duckur Pizzotti e sua equipe de Marketing.

As apresentações e levantamento de informações e necessidades das entidades obtidas no Fórum, serão apresentadas com maior detalhamento na realização do CONGENUS (Convenção Geral dos Núcleos), evento realizado anualmente pela Comissão de Direitos Humanos da OAB, que será realizado em agosto próximo.

O evento contou com diversas entidades e seus representantes: OAB – Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Rio Claro (Dr. Orlando de Pilla Filho, Dr. Juarez Vicente de Carvalho, Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame), OAB – Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Piracicaba (Dra. Chrystiane Castellucci Fermino), GACC – Grupo de Apoio às Crianças com Câncer (Thamires Meira Rodrigues), APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Sonia Maria Bastos Buchdid , Renata Claro de Oliveira), Hospedaria de Emaús (Mirieli Gracini Oliveira), Associação Pastoral de Assistência Social N. Senhora Aparecida (Regina Claret Kapp dos Santos), Movimento LGBT de Rio Claro (Leila M. Duckur Pizzotti, Giovana C. Sampaio), AJA – Associação da Juventude Ativa (Kauan Alves Talarico, Juliana Negruzzi, Aline Magalhães, Ronaldo Henrique do Monte, Leonardo Augusto Bernardo), Casa de N.Senhora (irmã Judithe Maria Rodrigues, irmã Tereza Palermo, Adriana Codo Ricardo), Associação Chácara dos Pretos (Claudio Roberto Pereira), DEFCON – Instituto de Defesa do Consumidor (Dr. Sérgio Santoro), UPARC – União Protetora dos Animais de Rio Claro (Maria Cristina Schmidt, Michele Crespo, Dra. Maira Fernanda Bento Beltrame), Grupo Informando e Salvando Vidas (Victoria Alejandra Hiriart), Projeto Ambiental Amor Verde (Rosa Rosangela Perinetti Cruz), Sociedade do Bem Comum (Jenyberto Pizzotti), e contou também com a honrosa presença de cidadãos e cidadãs, entre eles, Heitor Roberto Tommasini, Kaly Castellucci, Jessica Moraes Silva, Edi Conceição Cristofoletti de Pilla, Airton Moreira Junior, vereador José Júlio Lopes de Abreu, escritora Elisandra Pauleli, autora do projeto “Faça Amizades, Bullying Não”, e o psicopedagogo Jucá Júlio Sanchez Trindade.

A cobertura jornalística desse histórico evento foi realizada por João Baptista Pimentel Junior, editor da Rede Cidade Livre Comunicação Comunitária, Editor na empresa Diálogos do Sul e Produtor Executivo na empresa CREC – CINEVÍDEO Roberto Palmari, Eber Novo também da Rede Cidade Livre, e pelos profissionais Michael Edward Willis e Isabella Argento da Willis Fotografia, Giovana C. Sampaio da Nautilus Publicidade e Revista Eletrônica Rio Claro Online, e o fotógrafo Lauriel Luiz Claro.

O evento recebeu o apoio de Victoria Alejandra Hiriart do Grupo “Ongs e Entidades Civis de Rio Claro” (Facebook), Aline Rossi da “Valentina Salgados” e Carlos e Sarita Trost da “Quero Bolo”.

Maiores informações podem ser obtidas através dos telefones (19) 9 9801. 7240 / (19) 9 9292.9080 ou do e-mail contato@rioclaroonline.com.br

 

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FGTS
21 de dezembro de 2015

Na demissão sem justa causa;
– No término do contrato por prazo determinado;
– Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual ou decretação de nulidade do contrato de trabalho – inciso II do art. 37 da Constituição Federal, quando mantido o direito ao salário;
– Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
– Na aposentadoria;
– No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
– Na suspensão do Trabalho Avulso;
– No falecimento do trabalhador;
– Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos;
– Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;
– Quando o trabalhador ou seu dependente estiver acometido de neoplasia maligna – câncer;
– Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave;
– Quando a conta permanecer sem depósito por 3 anos ininterruptos cujo afastamento tenha ocorrido até 13/07/90, inclusive;
– Quando o trabalhador permanecer por 03 (três) anos ininterruptos fora do regime do FGTS, cujo afastamento tenha ocorrido a partir de 14/07/90, inclusive, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta;
– Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio;
– Para aquisição de moradia própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.


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25 de novembro de 2015

“Os alunos ocuparam as escolas” essa frase parece-nos um tanto contraditória, como se antes as escolas públicas não estivessem sendo ocupadas por alunos, como se elas estivessem vazias. Sim, talvez estivessem vazias de sentido, de dedicação, de solidariedade, de senso de coletividade, de cuidados e de atenção. Mas examinemos atentamente 15 estratégias costumeiramente utilizadas para esvaziar as escolas públicas:

 
1) Remunerar mal os professores sem oferecer um plano de carreira interessante, mantendo um alto turn-over e milhares de docentes sob contrato temporário.

 
2) Investir o mínimo nas escolas, deixando-as sem manutenção, sem materiais de consumo, sem equipamentos, sem livros interessantes, sem computadores suficientes, sem internet, etc.

 
3) Desmoralizar e desmotivar o professor, tirando sua autonomia pedagógica e sua autoridade, deixando-o desacreditado e impotente. Diante de uma figura frágil, os alunos se rebelam contra oprofessor e não contra o sistema escolar excludente. Como consequência, muitos professores adoentados pedem afastamento médico, ou abandonam a profissão.

 
4) Aumentar no número de alunos por turma, e incluir crianças com deficiências nas salas comuns sem um apoio suplementar para cada aluno de inclusão.

 
5) Demonizar tudo o que é tradicional, divulgando “inovadores métodos de alfabetização”, mas que ano, após ano, produzem apenas “alunos copistas”.

 
6) Enxugar o currículo ao máximo, reduzindo os conteúdos clássicos de história, filosofia, geografia, artes e ciências; cortando tudo o que promova a reflexão sobre as questões políticas, econômicas, sociais e culturais.

 
7) Deixar os alunos acreditarem que estudar é coisa para os CDFs, ou para a classe dominante que estuda em escola particular, fazendo com que a escola pública se torne apenas mais um local para ir “zoar”.

 
8) Reduzir o número de coordenadores e profissionais que poderiam oferecer apoio na resolução dos conflitos, nas dificuldades psicológicas, pedagógicas e sociais dos alunos e suas famílias. Deixar que a escola se torne um ambiente hostil, preconceituoso e injusto.

 
9) Permitir que os alunos faltem às aulas o quanto quiserem e, ao final do ano, para a escola não perder bônus, fazer de conta que eles as frequentaram com assiduidade.

 
10) Promover avaliações “fakes”, aquelas que são feitas apenas para a escola ganhar bônus e não para que o aluno saiba, de fato, o que aprendeu e o que precisaria ter aprendido. Facilitar a cultura da “cola” para que ninguém precise aprender nada direito.

 
11) Enganar os alunos passando-os de ano sob o pretexto de não abalar a “autoestima”, permitindo que eles “avancem” sem necessidade de esforço no estudo, cujo único objetivo de fato, é reduzir custos e “maquiar” o índice de desempenho da educação.

 
12) Não oferecer suporte àqueles que estão com dificuldades na aprendizagem, ou que, em decorrência do fracasso escolar se tornaram depressivos, violentos e agitados. Encaminhar esses alunos aos serviços de saúde, cuja principal medida costuma ser a medicalização, a indicação de psicotrópicos, aumentando o lucro da indústria farmacêutica.

 
13) Em caso de fracasso escolar, culpar prioritariamente as famílias e os professores. E, se os alunos desestimulados abandonarem a escola e considerarem mais lucrativa a vida no tráfico de drogas ou na “malandragem”, a solução é ampliar o número de presídios.

 
14) Fazer as pessoas acreditarem que é melhor, e mais seguro, estudar em escolas particulares, como se essa fosse a única possibilidade de uma educação de qualidade, garantindo um futuro de inclusão social.

 
15) Como consequência, esvazia-se a escola pública de pessoas interessadas e comprometidas com a educação. Esvazia-se a escola de sentido, de ética, de otimismo, de respeito, de zelo e de cidadania. Ao final propõe-se fechar as escolas públicas, porque elas estavam esvaziadas. Como reação, os alunos ocupam as escolas.

Raiz – Movimento Cidadanista, Círculo Educação (www.raiz.org.br)


vale
15 de novembro de 2015

Quanto Vale a vida?

 Foi com essa pergunta que muitos de nós nos deparamos ao acessar nossas redes sociais nos últimos dias. A expressão foi utilizada em uma enxurrada de postagens, notícias, protestos que, ao optar por utilizá-la, faziam claramente alusão e denúncia a outra enxurrada, à enxurrada de lama tóxica que tomou, até o momento, pelo menos outras oito localidades além de Bento Rodrigues e Mariana, as primeiras sentirem toda a toxicidade do desastre decorrente do rompimento de duas barragens de rejeitos das atividades de mineração. Não só ao desastre a expressão se refere, mas também aos seus responsáveis, dentre eles a empresa brasileira Vale S. A.

Toxicidade. Toxicidade esta não só representada pelo ferro, mercúrio, manganês, chumbo e cobre que levados pela lama e juntamente com ela conseguiram matar todo um ecossistema, soterrar espécies endêmicas e tornar as águas do Rio Doce totalmente inapropriadas para irrigação e consumo de animais e seres humanos. Mas também carregada do que há de mais tóxico em termos de civilização, que se acha capaz de sobreviver se colocando na posição de ser distante da natureza, negando qualquer relação de interdependência com a mesma, que não poupa esforços para explorar e exaurir seus recursos, que explora e gasta gente, muita gente, para servir à ganância e enriquecimento de poucos. Civilização que consegue carregar o pesado fardo que é transformar o conceito de felicidade na condição de consumo predatório, sem perceber que há muito já caminha em posição prostrada.

Assim, junto-me ao muitos que perguntam Quanto vale a vida? e também pergunto:

Vale, vale tudo?

A responsabilidade da empresa Vale é inegável, já que ela e anglo-australiana BHP juntas controlam a Samarco, empresa que explora e exporta o minério de ferro da região.

É interessante ressaltar que esta empresa, outrora estatal Vale do Rio Doce, fora privatizada no governo FHC em 1997 pela bagatela de R$ 3,3 bilhões, sim, bagatela perto dos R$ 92 bilhões em que estava orçada na época. Menos de um ano da venda o faturamento da empresa foi superior a R$ 10 bilhões, deixando claro o fundamento da resistência à privatização. Mais uma das empresas engolidas pela falácia da privatização que traria eficiência.

Em 2012, a Vale foi eleita a pior empresa do mundo pelo “Public Eye People’s” premiação realizada pelas ONGs Greenpeace e Declaração de Berna. Justificativa? Segundo o site da premiação, a nomeação da vale se baseia “história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e pela exploração cruel da natureza”. Confere, Mariana?

Para os acionistas de empresas como esta e tantas outras, os riscos de desastres e calamidades pouco importam, já que não existem prejuízos financeiros para as mesmas.

Vale o que vier?

Os danos ambientais provocados pela barragem de Samarco são visíveis, qualquer imagem das regiões atingidas consegue mostrar um pouco da dimensão do impacto. O ecossistema da região sofre agora com as perdas irreparáveis, os 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro despejados já demonstram parte do estrago e anunciam o que há de vir.

Os impactos se estenderão por muitos anos atingindo diversas dimensões do ecossistema, rios, flora, fauna, solo. Os recursos hídricos representados pelos rios da região sofrerão com o assoreamento decorrente do depósito de sedimentos que são arrastados e se depositam nos trechos onde a corrente é mais fraca, deixando rios mais rasos e com seus cursos desviados. Muitas nascentes foram soterradas e juntamente com elas a reprodução dos peixes, a saúde de rios e o abastecimento de cidades. Em pouco tempo o leito do rio virá a ser estéril. Será cada vez mais evidente a morte de peixes, invertebrados, algas, répteis e anfíbios.

O solo será alterado e sofrerá desestruturação química e alteração em seu pH, resultado do descarte do ferro e de outros metais secundários provenientes da atividade de mineração. A lama que soterrou a vegetação é pobre em nutrientes, não favorecendo em nada o crescimento vegetal, além disso, o ressecamento da lama dificultará a penetração de água. Resultado: solos inférteis.

Vale o que quiser?

Vale a imprensa omitir, em muitas das matérias já veiculadas, os nomes das empresas Vale e BHP como também responsáveis pela grande tragédia? Parece que neste caso os anúncios falam mais alto, não é mesmo?

Vale a imprensa caracterizar uma das maiores catástrofes ambientais do país como um acidente, algo inevitável?

Vale não mostrar ao Brasil as responsabilidades de atores políticos e econômicos na tragédia?

Vale os governos continuarem complacentes às práticas empresariais irresponsáveis, praticando o afrouxamento das leis e utilizando de instrumentos legais como os licenciamentos ambientais que dão a permissão para as atividade que geram destruição como, neste caso, o rompimento de barragens de rejeitos da mineração? Cabe aqui ressaltar que tal posição complacente por parte do Estado se deve, em grande parte, às vultosas doações empresariais para as campanhas políticas.

Ah, e não posso me esquecer de citar que o governo fez cócegas nos bolsos das empresas ao aplicar uma multa de apenas 250 milhões de reais. Vale só isso?

Volto a perguntar:

Vale tudo, o que vier, o que quiser?

Ah! E #NãoFoiAcidente

Débora Gisele Minigildo – Graduanda em Ciências Biológicas pela Unesp de Rio Claro.

dg_minigildo@yahoo.com.br


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21 de setembro de 2015

Programação

Que passou:

18 Setembro – Sexta-feira

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

19 Setembro – Sábado

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

20 Setembro – Domingo

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

21 Setembro – Segunda-feira

– Dia Nacional ‘Um Dia na Cadeira de Rodas’, das 8 às 20 horas.

– Abertura oficial da semana, a partir das 13h30, com: apresentação musical de Breno Almeida Soares (deficiente visual) com gaita e teclado; apresentação em libras dos alunos da professora Maria Betânia Franco da escola Efraim; Desfile de Moda Inclusiva com apoio da Secretaria de Estado da Pessoa com Deficiência; Associação dos Pais e Amigos Excepcionais (APAE) através do Grupo Talento vai apresentar a dança ‘O Circo’ com as coreógrafas Patrícia Marafon e Tainá Easy; Associação dos Surdos de Rio Claro com o Coral de Libras vai apresentar a música Azul da Cor do Mar de Tim Maia.

– Encerramento do curso de libras com entrega de certificados, a partir das 14 horas, no auditório do Claretiano – Rede de Educação.

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

 

O que ocorrerá:

22 Setembro – Terça-feira

– Pedágio da Conscientização com distribuidor de Lixocar das 9 às 17 horas nas vias públicas do município.

– Desafio Municipal ‘Um Dia na Cadeira de Rodas’ às 9 horas.

– Palestras ‘Lei de Cotas – Mitos e Verdades sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho’ que será ministrada por Marinalva Cruz e ‘Superação’ que estará a cargo de Juliana Oliva no auditório da Faculdade Asser, na Rua 7, entre as Avenida 2 e 4, a partir das 19h30.

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

23 Setembro – Quarta-feira

– Desafio Municipal ‘Um Dia na Cadeira de Rodas’, das 8 às 12 horas.

– Palestra ‘Violência da Pessoa com Deficiência’ com Luiz Carlos Lopes coordenador de programas da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, às 14 horas, no Núcleo Administrativo Municipal (NAM) – auditório/refeitório, Rua 6, número 3265, alto do Santana.

– Palestra ‘Acessibilidade e Motivação’ da professora Cristiane Tozzo, às 19h30, no auditório do Claretiano – Rede de Educação.

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

24 Setembro – Quinta-feira

– Campanha de conscientização aos motoristas sobre a importância do respeito às vagas preferenciais, com ouso de cadeiras de rodas, das 7h30 às 12 horas, nas vias públicas do município.

– Desafio municipal ‘Um Dia na Cadeira de Rodas’, das 8 às 12 horas.

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

25 Setembro – Sexta-feira

– Desafio municipal ‘Um Dia na Cadeira de Rodas’, das 8 às 12 horas.

– Dia D, Dia de Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e dos Beneficiários Reabilitados do INSS, cadastro, avaliação, orientação e exigências de mercado de trabalho, encaminhamento para cursos e/ou vagas disponíveis, emissão de carteira de trabalho PAT/Ministério do Trabalho e Emprego/INSS, das 8 às 12 horas no Shopping Rio Claro.

– Exposição Memorial Itinerante da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, das 10 às 22 horas, no Shopping Center Rio Claro.

– Encerramento da Semana Municipal, apresentação cultural das entidades e depoimentos de empresas. A partir das 13h30 no Shopping Rio Claro..


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21 de setembro de 2015

A 2ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres será no dia 26 de setembro, um sábado, às 13 horas, no auditório do Núcleo Administrativo Municipal. As propostas aprovadas serão levadas à conferência estadual, que acontece em novembro. A conferência nacional será em março de 2016.

A Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres é realizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e prefeitura de Rio Claro, por intermédio da Assessoria de Referência e Atendimento à Mulher, Diretoria de Políticas Especiais e Secretaria de Assistência Social.

Em preparação à 2ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, Rio Claro realizou pré-conferências para discutir com a comunidade propostas relacionadas ao tema “Mais direitos, participação e poder para as mulheres”.

 

Data: 26 de setembro de 2015

Horário: 13 horas

Endereço: Auditório do núcleo administrativo municipal- Rua 6, 368- Alto do Santana


ojornal
18 de junho de 2015

A Cidade Livre comemora 13 anos de programação no próximo dia 24/06, junto com 188 anos de Rio Claro.

Nesta data especial retomaremos o jornalismo televisivo e levando a Rede Cidade Livre para os celulares.

Em parceria com o portal de notícias “O Jornal” – www.jornalrioclaro.com.br – e apresentação de Roberto Jr., o jornalismo irá ao vivo todos os dias – de segunda à sábado – às 12h30 com reprise às 18h30, com estréia no próximo dia 24/06 – Quarta-feira.

O noticiário do “O Jornal na TV” terá o compromisso com a verdade, apurando com precisão os acontecimentos e cuidará pela sua correta divulgação, com objetividade e imparcialidade.
Também disponibilizamos um aplicativo para celulares – APP, buscando a convergência de mídia, que pode ser baixado através do link:https://play.google.com/store/apps/details… Play Store da Google, digitando redecidadelivre. Agora, na palma da mão, você poderá acessar todos os produtos e serviços da Rede Cidade Livre, inclusive assistir a TV ao vivo, pelo celular.

Para comemorar o aniversário e divulgar “O Jornal na TV” estaremos em 10 Outdoors pela cidade – veja arte em anexo – no período de 15 a 28/junho.

Outra novidade é uma recente parceria com a Rádio Advento FM – 107,9 Mhz – rádio comunitária da região noroeste – www.radioadventofm.com.br, onde contribuiremos com a produção de programas radiofônicos na grade de programação, que pode ser acessada também pelo aplicativo de celular, baixando através do Play Store da Google: Advento RC.

Parabéns a todos e todas que ajudaram nesta caminhada e acreditaram que “Sempre há lugar para o novo!”

Marcelo Renato Fiorio
Presidente da Associação das
Entidades Usuárias do Canal Comunitário de Rio Claro – Rede Cidade Livre

Acesse o nosso Website: www.redecidadelivre.com.br

 

ojornal

 


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10 de junho de 2015

O abrigo irá realizar um bazar beneficente e precisa de colaboração com alguns itens, como:

-Cabides,

-Arara,

-Mesa,

-Balcão,

-Banca

E qualquer outra coisa que pode ser usado para o bazar.

Precisam também de alguém que possa transportar itens que foram doados.

 

Lembre-se : “O jovem de hoje será o obsoleto de amanhã. Valorizemos nossos idosos, pois estes possuem conhecimento suficiente para suprir dúvidas sobre o passado pouco conhecido por nós.” Denis Santarém

 

 


saude
10 de junho de 2015

Unidades Básicas de Saúde

 

         UBS Assistência – Av. 1 s/n, Fone: 3523-7882

         UBS Jardim Chervezon “Dr. Nicolino Maziotti”-Av. M-17, 739 – Jd. Chervezon – fone: 3534-5195

         UBS 29 “Oreste Armando Giovani” – Av.29, 1311-Bairro do Estádio – fone: 3524-3015

         UBS Wenzel “Dr. Mario Fittipaldi” – Rua 21, 4219 – Wenzel – fone: 3533-3343

         UBS Vila Cristina “Dr.Sílvio Arnaldo Piva” – Av. José F.Castellano, 1784 – fone: 3527-2908

         UBS Ferraz – Av.4, 385 – Distrito de Ferraz – 3538-1268

 

Unidades de Saúde da Família

 

USF Ajapi/Ferraz – Rua 4, s/n, (Av. 1 e 3)- Ajapi – fone: 3539-1255

USF Mãe Preta I/II – Rua 12, 300 – Mãe Preta – fone: 3536-3396

USF Palmeiras I/II – “Dr.Gilson Giovanni” Rua 8, 1102 – Jd. Das Palmeiras – fone: 3524-2202

USF Jardim Novo I e II ” Dr.Dirceu Ferreira Penteado” – Rua 8, 1012 – Jd. Novo 1 – fone: 3534-4975

USF Benjamin de Castro – av. 8, 420 – Jd. Centenário – fone: 3524-0313

USF Nosso Teto/Boa Vista – Av.88, 147 – Jd.Boa Vista – fone:3533-3522

USF Bonsucesso/Novo Wenzel – “Célia Ap. Ceccato da Silva” Rua 6, 680 – Jd. Novo Wenzel – 3534-0509

USF Jardim das Flores – “Dr. Moacir Camargo” Av. M-51 – Jd. Das Flores – Fone: 3532-5783

USF Guanabara – “Dr.Celestino Donato” Rua 9, s/n – Jd. Guanabara – fone: 3532-6248

USF Panorama – “Dr. Osvaldo Akamine” – Av. 64 PA, 1390 – Jd. Panorama – fone: 3532-5377

USF Terra Nova – Av. Marginal, 1043 – Jd.Terra Nova – fone: 3524-2162

 

Ambulatórios de Especialidades

 

SEPA – “Graziela Osele Ferro Ramos”-Av. 19, 1045, Consolação -fone:3533-8074

Centro de Especialidades e Apoio Diagnóstico – CEAD – Av. 24, 1040 – Santana

Centro de Especialidades Odontológicas – CEO I – R.7,839 – Centro – fone: 35234058

Centro de Especialidades Odontológicas – CEO II – R. 4, 2031, (Av. 18 e 20)- Centro – fone: 3524-5770

Centro Odontológico de Saúde Bucal do Idoso (CEO III, Ceosbi) – Rua 1, 754, (Av. 7 e 9)- Centro-fone: 3523-6702

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST – Rua 2, 729 – Centro – fone: 3525-2080

 

Atenção Psicossocial

 

Centro de Atenção Psicossocial “18 DE MAIO”-CAPS III -Rua 15, 442,(Av.13 e 15)-Consolação– fone: 3536-3365

Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – CAPS AD – Av. 2,522,Ruas 6 e 7 – Centro – fone: 3525-7204

Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil – CAPS I – Rua 11, 1945 – Santa Cruz – Fone: 3523-3754

Centro de Referência da Infância e Adolescência de Rio Claro – CRIARI – Rua 3, 227 – Centro – fone:3533-4055

Centro de Especialidade em Saúde Mental – CESM – Rua 12, 175 – fone: 3532-1938

 

Habilitação/Reabilitação

 

Centro de Habilitação Infantil “Princesa Victória”-CHI – Av. José F. Castellano,1700 – V.Cristina, fone:3527-1461

 

Urgência/ Emergência/Emergência Psiquiátrica

24 HORAS:

 

Pronto Socorro Municipal Integrado- PSMI – Av.15 s/n – centro – fone: 3533-5484

Pronto Atendimento Ginecologia e Obstetrícia – Av.15 s/n – centro (anexo a maternidade) fone: 3535-7002

Pronto Atendimento do Jardim Chervezon – PA do Cervezão – Rua M9, 66 – Jd.Independência – fone: 3533-7272

UPA – Unidade de Pronto Atendimento – Av. 29, 1313 – Bairro do Estádio – Fone: 3522-1818

Centro de Atenção Psicossocial “18 DE MAIO” – CAPS III – Rua 15, 442 – Consolação – fone: 3536-3365

Samu/192 – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Sede Regional – Av.Brasil, 880 – Vila Martins – fone: 3522-4012

 

SAÚDE COLETIVA

 

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – Rua 06, 2100 – av.20 e 22 – centro – fone: 3532-3720

VIGILÂNCIA SANITÁRIA -AV.1, 759 – CENTRO – FONE-3533-1275

CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES – Rua Alpha, s/n, fone: 3535-4441

 

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

 

DISP.MEDICAMENTOS – R. 6, 3265 – Alto do Santana fone:3533-2141

 

Farmácia Popular do Brasil – av.2, 238 – Centro

Laboratório Municipal de Análises Clínicas – Rua 10, 152 – Consolação – fone: 3523-8511

SAS – Serviço de Atendimento ao Servidor – (realizado em conjunto com a Prefeitura Municipal)

Av.40, 737 – Alto do Santana – fone: 3532-4414

 

Transporte de Pacientes

 

Transporte (transporte intermunicipal e a linha saúde 160) R.6, 3265 – Santana – fone:3533-6863

 

Fonte: http://www.saude-rioclaro.org.br/

 


criancas
4 de março de 2015

Criancas07

Via Exame

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base no Censo Escolar de 2011, apontam que há 5,5 milhões de crianças brasileiras sem o nome do pai na certidão de nascimento.

O Estado do Rio lidera o ranking, com 677.676 crianças sem filiação completa, seguido por São Paulo, com 663.375 crianças com pai desconhecido. O Estado com menos problemas é Roraima, com 19.203 crianças que só têm o nome da mãe no registro de nascimento.

“É um número assustador, um indício de irresponsabilidade social. Em São Paulo, quase 700 mil crianças não terem o nome do pai na certidão é um absurdo”, diz Álvaro Villaça Azevedo, professor de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e diretor da Faculdade de Direito da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

Segundo o professor, ter o nome do pai na certidão de nascimento é um direito à personalidade e à identidade de toda criança. “Além disso, é uma questão legal para que essa pessoa possa ter direito a receber herança, por exemplo”, afirma.

Para o juiz Ricardo Pereira Júnior, titular da 12.ª Vara de Família de São Paulo, ter tanta criança sem registro paterno é preocupante. “Isso significa que haverá a necessidade de regularizar essa situação mais para a frente. Uma criança sem pai pode sofrer constrangimentos, além de estar em uma situação de maior vulnerabilidade, pois não tem a figura paterna.”

Nelson Susumu, presidente da Comissão de Direito de Família da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP), também considera o número preocupante, e ressalta que há ações para diminui-lo. “O programa Pai Presente do CNJ foi criado para tentar reduzir esse número.”

 

 


Revista Colaborativa

O seu maior objetivo é diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vidas para um caminho mais rápido ao alcance do conhecimento, divulgar ideias, movimentos, e ações através de uma nova mídia colaborativa na cidade, com informações de causa social, uma revista eletrônica que tem como público alvo internautas com médio e alto potencial ideológico e de consumo para interagir e desenvolver a sua própria subsistência em diversas esferas da comunidade para o bem comum.